sexta-feira, 4 de abril de 2025

Ganhei a aposta e um macho grande de amante.

 

By; Ana

Ola, me chamo Ana. sou uma nissei das bem pequenininha. Essa condição, porém, não impede que todos me considerem bonita, tanto de rosto quando de corpo. Tenho apenas 1,50m, embora o corpinho seja harmoniosamente bem distribuído. Meus seios são lindos, com mamilos salientes, minhas mãos são bem tratadas e com dedos longos. Tenho os pés pequenininhos e uma linda bundinha, saliente e redonda, além de uma boceta pequena e rosada, coroada por um clitóris igualmente rosado que, quando acariciado, me leva às nuvens. Tenho muito cuidado com o tufo de pêlos pubianos, que mantenho sempre aparados e amaciados com um creme condicionador. Meus cabelos, como de toda oriental, são espessos, negros e eu os deixo sempre longos. Tenho 23 anos, sou casada com um homem também nissei e, nas minhas relações sexuais, confesso que chego muito facilmente e seguidas vezes ao orgasmo.

Entre minhas amigas mais chegadas, tenho uma também nissei que, ao contrário de mim, é uma enormidade. Ela sempre se gabou de ter casado com um brasileiro, um bem-dotado, segundo diz. Não se cansava de contar vantagens, a todo momento, dizendo que eu, tão pequenina, jamais poderia suportar uma relação com um homem caralhudo. Essa suposta limitação me impediria de saber o quanto era maravilhoso ter um homem como o marido dela e quanto isso a deixava uma mulher realizada.

O convencimento e a arrogância dela me fizeram chegar ao limite um dia, quando lhe respondi que, mesmo pequena, era tão mulher quanto ela e estava disposta a apostar que não faria feio numa relação com um homem, por mais superdotado que fosse. Mais que isso, sugeri que ela me apontasse a fera e eu a enfrentaria. Minha amiga aceitou o desafio. Possivelmente com a ajuda do marido, ela se empenhou em encontrar um homem que me faria perder a aposta.

Dias depois daquela conversa, fui apresentada a um rapaz chamado Fernando, um gigante perto de mim. Tinha cerca de 1,80m, ombros largos, braços peludos e muito fortes, mais grossos até que minhas coxas, e pernas musculosas ligeiramente arqueadas. Era, sem dúvida, um belo macho. Encontramo-nos numa tarde no clube onde ele era professor de ginástica. O simples fato de ver e apreciar o homem objeto de minha aposta na plenitude de sua forma fisica me fez percorrer pelo corpo um calafrio que jamais sentira antes. Minha grutinha ficou toda inundada. O enorme volume que o membro formava sob o short quase me levou a desistir da aposta e declarar-me vencida. Mas prevalecia a sensação maravilhosa que tomava conta do meu corpo e decidi persistir no intento.

Ao cumprimentá-lo, Fernando examinou-me de alto a baixo, sem disfarçar curiosidade e desejo. Segundo minha amiga, ele sabia tudo a respeito de nossa aposta. Fernando estava disposto e ansioso em colaborar. Apòs me dar um beijo no rosto, sussurrou em meu ouvido o convite para ir a um motel, um “local onde poderíamos melhor tratar de nossos assuntos…”, como disse. Como se tratava, antes de tudo, de um jogo, soltei um sonoro

- “vamos lá” um tanto desafiador.

Num primeiro momento, Fernando mostrou o lado machista e presunçoso, ao declarar que sabia ser um homem bem-dotado e, diante da minha fragilidade, talvez eu não conseguisse aguentá-lo.

Apòs esse julgamento precipitado e até desnecessário, no entanto, ele se revelou amável e compreensivo. Afirmou, em tom carinhoso, que, se a relação se tomasse traumática, a qualquer tempo e a meu pedido ele suspenderia o jogo. Disse que não pretendia em nenhum momento ferir minha beleza e delicadeza. Senti-me protegida, lisonjeada e, mais que isso, excitada com a forma que aquele macho se expressava e me olhava profundamente nos olhos. Estava paralisada, encantada com as palavras dele, quando Fernando me tomou nos braços como se eu fosse uma gata frágil. O que, aliás, eu parecia mesmo, ao lado daquele macho gigante.

Ele me despiu totalmente, beijando cada parte do meu corpo que desnudava, e, ao abaixar a calcinha, encostou o rosto junto à pequena buceta, que elogiou dizendo ser perfumada, linda e maravilhosa. Passou a beijar meu sexo, sugando-me com inigualável competência, dando também leves e delicadas mordidas no clitóris.

Confesso que nunca havia sido tratada com tanto carinho e amor. Nem mesmo por meu marido.

Quanto mais Fernando me lambia e chupava, mais eu me excitava, enlouquecia de prazer. E, obviamente, tinha orgasmos sucessivos que me ajudavam a relaxar ainda mais. Eu gemia, suspirava, gritava, reagindo ao prazer que aquele macho me proporcionava com a língua e a boca. Minha vontade era retribuir todo aquele carinho.

Como ele havia tirado toda a roupa, menos a cueca, enquanto me beijava, pedi a ele que se deitasse. A cueca estava estufada pelo mastro em riste. Ao tirar delicadamente a peça, saltou à frente dos meus olhos o majestoso membro, duro e latejante. Fiquei deslumbrada com aquela raridade, jamais imaginei que um homem pudesse ser tão bem-dotado. O pau, pela medida que tirei mais tarde, para satisfazer minha curiosidade, tinha 22cm por 6,5Cm.

Não tinha como colocar aquele monumento na boca, embora esse fosse o meu desejo. Abocanhei-o parcialmente, lambi-o ao longo de toda a sua extensão, dedicando-me especialmente ao pequeno orificio na cabeçorra gorda, que vertia um líquido muito saboroso. Com as duas mãos punhetei e, simultaneamente, lambi e beijei o descomunal caralho que ia agasalhar. Fernando me premiou com uma farta gozada, dando-me a oportunidade, pela primeira vez na vida, colher com a boca o esperma quente e denso.

Aninhei-me como uma gatinha nos braços do meu macho e iniciamos uma sessão de troca de beijos e carícias que, pouco depois, nos deixaram prontos para retomar nova rodada de combate amoroso. Mais uma vez Fernando mostrou-se preocupado com possível transtorno que poderia causar-me com sua ferramenta, claramente desproporcional ao tamanho de minha boceta. Decidida, eu não recuei em meu propósito, dizendo que estava disposta a ganhar a aposta e contava com ele. Mas não era apenas por isso, não via a hora de também sentir-me totalmente preenchida pelo portentoso mastro.

Fernando estava preparado. Ele usou um creme para lubrificar a vagina e, depois, o pau, deitou-me na cama, abriu e levantou minhas pernas até a altura dos seios. Inclinou o corpo sobre o meu, para mamar os peitos, ao mesmo tempo que esfregava gostosamente o cacete na xoxota e no clitóris. As caricias me deixaram enlouquecida. Pedi a ele que interrompesse aquela tortura de prazer, me penetrasse rapidamente, mesmo que me rasgasse todinha.

A invasão da glande me deu a sensação de que estava sendo rompida pela primeira vez. Contraí meu corpo. Ele perguntou se eu queria continuar. Abracei fortemente seu corpo e disse que não deveria parar. Fernando deu continuidade à penetração, avançou pouco a pouco, e eu me sentia arrombada e alargada. Apesar da dor, estava atingindo minha plenitude feminina, provando que, embora tão delicada e pequena, era tão mulher quanto qualquer outra.

Já envolvida e totalmente entregue às carícias dele, senti o corpo estremecer quando, com uma estocada decisiva, Fernando me invadiu por completo. Senti a cabeçorra bater no fundo do útero. Ele soltou o peso do corpo sobre mim, enlaçou-me fortemente com os braços e beijou-me carinhosamente, iniciando um vaivém irresistivelmente delicioso. A boceta passou a se contrair, um calor intenso a tomar conta do meu corpo, os batimentos cardíacos se aceleraram, anunciando o gozo, que chegou forte, o mais intenso que já experimentara. As paredes da boceta passaram a latejar, mordendo aquele monte de carne que me invadia, levando meu macho também a um orgasmo enlouquecedor. Gritamos, gememos, deliramos. E nos confessamos apaixonados. Nossos corpos estavam suados e nossos rostos estampavam a expressão definitiva de satisfação.

Foi um duplo prazer para mim. Ganhei a aposta e ganhei o Fernando, que se tornou meu amante, um macho que verdadeiramente me satisfaz.

  • Enviado ao Te Contos por Ana

quinta-feira, 3 de abril de 2025

A gata do sorriso lindo

 

By: @mrerio

A semana tinha sido péssima, muita coisa dando errado e então em plena sexta de tarde resolvo dar o trabalho por encerrado. Eu precisava de ânimo, levantar o astral.

Foi aí que sua foto apareceu no story, um sorriso lindo estampado no rosto, aquele cabelão lindo caindo nos ombros e os olhos expressivos brilhavam na foto. Eu reajo ao story com o emoji com corações nos olhos e vou tomar um café.

- Está me "stalkeando"? - Dizia sua mensagem no meu celular.

- Eiii, naaada.... Estava aqui matando tempo quando seu story apareceu pra mim.

- A menino...

Conversamos por um tempinho bom, fizemos piadas e compartilhamos sobre a semana. Mesmo conversando eu começo a me arrumar, pois eu queria dar uma volta, esfriar a cabeça.

- Me leva? Quero esfriar também.

- Te levo, não sei pra onde, mas te levo. Se arruma aí que te busco.

- Tá falando sério?

- Claro, prepara a câmera e o sorriso.

Continuamos a trocar mensagem até que 3 horas depois você recebe:

- Então, o papo tá bom, mas você já está pronta?

- Porque? Você não vem me buscar mesmo.

Eu mando pra você a foto do seu portão.

- Gente, você veio mesmo?! Sobe aí.

Eu subo e você abre a porta pra mim, camiseta grande, sem nada por baixo e um sorriso no rosto. Muitas memórias vieram à cabeça, eu sempre fui recebido assim quando estávamos juntos.

- Vem, vou arrumar rapidinho.

Eu entro e sou cumprimentado com um abraço e beijinho no rosto, logo em seguida você aponta para o sofá para que eu sente e te espere se trocar.

- Eu não acreditei que viria. - Você grita do quarto

- Suspeitei, mas eu cumpri...

- Já decidiu onde vai?

- Não... Ainda não...

- Aiai, menino indeciso...

Você sai do quarto com um vestido longo vermelho e uma bota preta, maquiada e cabelo solto.

- Tô bonita?

- Uau, está linda...

- Mentiroso...

- É sério, ficou ótimo esse vestido em você.

A gente entra no carro e eu saio sem rumo enquanto conversamos. Rodamos a cidade inteira e até fomos em umas mais próximas. Já era noite e estávamos em uma estrada cheia de árvores e bem deserta.

- Nossa, esfriou né?

- Um pouco, quer que liga o aquecedor?

- Eu quero.

Mesmo com o aquecedor ligado você abraça o meu braço e põe a cabeça no meu ombro.

- Assim esquema mais rápido.

- Boa! moça, já já está quentinha.

Sua voz é uma delícia de ouvir, um tom agudo mas agradável aos ouvidos.

- Vamos parar em algum lugar?

- Podemos. Deixa eu achar uns lanchonete ou algo assim.

Paramos em um lugar que vendia tudo e compramos lanches e bebidas e voltamos pro carro e continuamos a viagem.

- Oli na frente parece legal, para lá.?

- Naquele descampado?

- Sim!

Paro o carro e começamos a lanchar.

- Essa batatinha é boa mesmo, prova.. - Você coloca uma batata na minha boca e eu mordo seu dedo.

- Aí mínimo canibal...

- É boa mesmo! - Retruco sorrindo

- A batata ou o dedo?

- A batata é boa, o dedo é melhor..

Você coloca a mão bem pertinho do meu rosto e diz baixinho pra mim:

- Aqui tem cinco.

Eu dou um beijo na palma da sua mão, vou descendo pelo pulso esticando seu braço, você morde os lábios e fecha o olhos e chego no seu pescoço.

- Minino, aiii, para...

- Batata é um problema né? - Digo me afastando do seu pescoço.

Você segura minha nuca e diz pertinho do meu rosto:

- Uma delícia de problema. - E me beija deliciosamente com seus lábios carnudos.

Sua língua passeia na minha boca e se enrola na minha língua, elas se acariciam, se tocam, se alisam. Minha mão segura a sua nuca e enrola nos seus longos cabelos.

- Estava com saudades disso - Você diz ofegante, baixinho.

- Eu tambem...

Voltamos a nos beijar e abraçar dentro do carro, sua mão na minha coxa, minha mão na sua cintura. Você se afasta um pouco olhando no meu olho e abre um decote generoso no vestido expondo o seu colo e o soutien de renda preta que abraçava seu seios.

Volto a beijar seu pescoço e sinto sua respiração forte no meu ouvido, minha mão na sua coxa aperta cada pedacinho dela.

Você deita o banco e empurra ele pra trás.

- Você lembra do que eu gosto ainda?

- Vamos ver...

Digo isso passando para o seu lado, ajoelho entre suas pernas e vou retirando sua calcinha, subo o seu vestido e de vagar ponho meu rosto entre sua pernas.

Sua boceta lisinha alegra minha língua, seu perfume íntimo me deixa maluco. Meus dedos procuram a sua entrada te fazendo gritar de prazer bem alto, como eu gostava disso, de você gritando por prazer.

Você estava encharcada entre as pernas, quente, muito delícia, gostosa me fazendo delirar com seus gritos, no meio do nada, cercados por árvores e as estrelas.

De repente você empurra minha cabeça e geme muito alto, afastando minha boca da sua bocetinha, fechando as pernas e tremendo de prazer, gozando deliciosamente pra mim ali.

Eu abro a porta do carro e te chamo pra fora, assim que você sai, fica de costas pra mim, levanta mais o vestido e encosta o bumbum em mim e rebola. Eu coloco meu pau pra fora e encaixo em você e vou movimentando até entrar em você, te arrancando um grito. Minhas mãos abrem mais seu vestido e acariciam seus seios por baixo do soutien, levantando ele e expondo seus seios ao frio gostoso.

Vamos fazendo um vai e vêm gostoso, acelerando aos poucos, você grita comigo dentro de você, você se inclina ainda mais com as mãos no carro, seus gritos me excitam muito, seu corpo semi nu na minha frente me levava ao delírio, seu cabelo longo me pedia para puxar ele, e com isso sua cabeça se inclinava pra trás.

Gememos muito até que sinto uma sensação subir pelas minhas pernas e tomar conta do meu corpo, eu digo no seu ouvido que queria gozar e você reponde:

- Não para, vai, goza dentro...

Ouvindo isso eu não aguento segurar, meu pau pulsa dentro de você, te fazendo gemer muito mais alto enquanto meu gozo escorre dentro da sua vagina apertadinha.

- Nossa, Ruby, você continua demais heim?!

Você respira fundo várias vezes e fica de frente pra mim, nos beijamos e rimos da situação. Quando nos recompomos você sugere de irmos passar a noite na sua casa, a gente se limpa e partimos pra lá curtindo bastante no caminho também.

quarta-feira, 2 de abril de 2025

Que loucura ! (31-03-2025)

 

By; Brunna

Sou a Brunna, 20 anos, ruiva, 1;65 com 55kg. Sou de Sorocaba-São Paulo.

Ontem cometi a minha maior loucura, acabei que transando com o meu irmão, ( na verdade meio irmão, pois é filho do meu pai com a minha madrasta) ele tem 18 anos, é um garoto forte, muito lindo e gostoso.

Ontem após eu chegar em casa, ficamos conversando ate tarde, em um momento perguntei a ele pela namorada, ele disse que tava complicado deles se encontrarem pois tava corrido na faculdade, brinquei que devia ta complicado pra ela não ta levando aquele pau dele, e começamos a rir, ele todo sem graça, claro. Ele perguntou como eu sabia e então eu falei que já tinha visto ora.

Sentei mais perto dele e pedi para deixar eu ver mais de perto, pois tinha visto de longe, foi um bom tempo com ele dizendo que não, que não podia ate eu conseguir, ele pôs o seu pau para fora do calção, tava meio mole, pedi para que ele deixa-se o duro, ele não quis, ai eu segurei seu pau e comecei a punheta-lo, disse que seria um segredo nosso.

Que pau gostoso, punhetei bem devagar, senti muito bem ele ficando duro na minha mão, duro, quente, senti as veias, claro que isso tudo não iria poder fica só na punheta né, abaixei e comecei a chupa-lo, devagar, deslizando meus labios nele, molhando, lambendo, fazendo ele sentir muito bem a minha língua.

Coloquei as suas bolas na minha boca e chupei, uma de cada vez, fiz ele gemer baixinho, depois chupei as duas ao mesmo tempo, e isso punhetando ele, depois voltei a chupar o seu pau, sugando a cabeça, parecendo querer arranco com a força da minha chupada.

Parecia que a qualquer momento eu iria ganhar leitinho na boca, seu pau, estava bem quente, babado, pulsando, eu punhetava rápido e o chupava, foi assim que ele gozou forte na minha boca e claro que como uma boa irmãzinha eu tomei todinho.

Após gozar na minha boca percebi que sua animação não havia acabado, sabia que ainda tinha muita brincadeira pela frente, seu pau continuava duro feito uma pedra, e isso me deixava louca, passei a beijar aquele mastro mais um pouquinho, até ser conduzida por ele até o meu quarto, lá já chegamos praticamente nús, me joguei na cama e senti suas mãos abrindo minha bunda, seguidas por sua lingua e passou a escorregar pela minha buceta até o meu cuzinho, eu empinava feito uma boa putinha, e esfregava minha bunda em seu rosto, ele se descontrolava e batia com força em minha bunda, que ficou toda marcada, afinal… sou toda branquinha, e qualquer tapa forte fica a marca dos dedos.

Ele montou em cima de mim e encaixou seu pau em minha bucetinha, cuspiu e então deixou que escorregasse pra dentro de mim, sentia aquela rola gostosa entrando e parecia não ter fim, me sentia sendo arrombada, e seus movimentos ficavam a cada segundo mais rapidos, até sentir que ele já havia montado em cima de mim, completamente esticado e passou a socar com força, seu corpo batendo no meu, minha bunda ardia, parecia que estava levando tapas, e minha buceta completamente molhada passou a pingar na cama, eu me mordia por inteira, gemendo feito uma vadia e pedindo por mais, cada socada dele me deixava louca, e eu querendo mais leitinho dele decidi me virar, quando passou a realmente machucar minha buceta de tanto me comer, me virei, e passei a me engasgar naquele cacete gostoso mais uma vez, engolia e deixava ele socar até a minha garganta, e mesmo assim seu pau ainda não cabia por inteiro, olhei em seus olhos e perguntei;

- maninho, vc consegue gozar mais, queria mais um poquinho?

Seus olhos quase brilharam nesse momento, e passou a socar mais um pouco em minha boca, até que disse:

- da o cuzinho pra mim?, to louco pra deixar seu cu cheio de porra

- mas coloca com carinho, seu pau é muito grande

- claro, lambuza bem o meu pau que já vai ajudar

Passei a babar, cuspi em seu pau até não ter mais como, e me virei, montado em cima de mim senti ele esfregar seu pau no meu cuzinho, estava tão escorregadio que seu pau sem querer entrava na minha bucetinha rs, eu dava uma empinhadinha pra isso também.

Ele passou a forçar no meu cuzinho, gemia baixinho me controlando;

- “aiiiii, não soca”

E ele apenas concordava, escorregava mais uma vez, arrombando o meu cuzinho, e entrando a cabeça do seu pau, e ai sim senti que ele forçou, segurou em minha mão, me apertando sobre a cama, e forçou até seu pau entrar até a metade, quando isso aconteceu passou a socar devagarzinho, quando percebi, já estava de 4, aguentando a pica toda, me jogando pra trás e implorando por porra, senti seu pau latejar, e por fim meu cuzinho todo lambuzado.

Apos isso senti que havia mais um pouquinho de porra pra mim, e com ele se masturbando e eu de joelhos com o cuzinho todo dolorido com a lingua pra fora, olhava em seus olhos e pedia mais um pouquinho, ele acabou gozando, mas era uma porra mais transparente, e menos gostosa, mas mesmo assim, engoli tudo que consegui.

Ficamos um tempo ainda no meu quarto ate ele voltar para o seu quarto, eu fui tomar um banho e depois dormir bem relaxadinha.

  • Enviado ao Te Contos por Brunna

 

 

terça-feira, 1 de abril de 2025

Depois de uma semana cansativa o final de semana foi levando rola gostosa.

 

By; Kassiane

Oi, sou de Bento Gonçalves, me chamo Kassiane, sou branca, tenho olhos castanhos claros, 1,70 e 60 kg, tenho 33 anos, e o que vou contar aconteceu a uns três anos atrás.

Eu trabalhava em uma empresa de Produtos Veterinários eu fazia visitas a produtores rurais, normal que pelo menos eu visitasse para tentar vender e passava a semana toda na estrada, hotéis e muita comida de restaurante, às vezes ficava muito feliz quando era convidada para almoçar em alguma fazenda, haras e etc...

Sexta-feira, depois de uma semana na estrada eu iria atender a tarde apenas um produtor, pois estava longe de casa, mais ou menos uns 200 km e deixei para atender um produtor que sabia que ficava na Fazenda até sábado enquanto outros retornavam para suas cidades na sexta à tarde.

Cheguei logo após o almoço e estava se preparando para ir ao campo a cavalo, e me perguntou se eu não queria ver a manada de éguas e o novo garanhão que havia comprado, vou me atrasar, mas a vontade de andar a cavalo e seria só assim que conseguiríamos conversar eu topei.

Como sou boa amazona me ofereceu uma bela égua crioula e fomos apenas nós dois para o campo, fui conversando sobre os produtos, o que eles fariam seus cavalos melhorar, papo de vendedor embora eu fizesse o marketing.

Chegamos até o lugar em que estavam os cavalos, e o cara tinha animais muito bonitos mesmo e o garanhão negro que havia comprado era muito belo e imponente, estávamos observando os animais e ele ia me falando sobre cada uma das éguas, que o garanhão cheirou uma égua, e logo já estava com aquele enorme cassete duro e montou na égua (logo eu que gosto de ficar de quatro e sentir o macho montado em mim), e ele apenas comentou:

- que exibido meu cavalo

Eu fiquei com vergonha, mas confesso que intimamente aquilo me deu um enorme tesão, ainda mais quando ele tirou aquele pau enorme ainda pingando porra, tentei me comportar como aquilo fosse o mais normal possível e após um silêncio, e ele visivelmente excitado pela maneira que me "comia" com os olhos disse para irmos embora, pois estava ficando tarde e muito frio, além da noite estar prometendo geada.

Chegamos a casa, deixamos os cavalos em um dos galpões destinados aos animais de montaria, eram mais ou menos 17 horas, me convidou para entrar e ofereceu um café, eu agradeci, disse que estava ficando tarde, que eu tinha ainda quase 200 km até chegar em casa e foi me levar até onde estava meu carro, pqp o carro estava com dois pneus furados, me falou que havia uma granja de arroz e soja em que eles tinham uma oficina que consertavam pneus, pediu para um dos peões que removesse os pneus e levasse na camionete até lá, e disse que o melhor era entrarmos e aguardamos e que eu teria a chance de falar mais sobre os novos produtos e tomaríamos um mate amargo(chimarrão) no escritório.

As horas iam passando, e nada de voltarem com os pneus (até hoje acho que fez de propósito), eu já havia falado sobre todos os produtos e nada, e foi quando começou a indagar sobre minha vida pessoal, eu tbm estava louca para perguntar sobre ele, se eu era solteira, se tinha filhos (separada e sem filhos) e o que iria fazer na noite de sexta-feira quando chegasse à cidade, se havia algum namorado me esperando, ri e brinquei dizendo que os homens não entendiam a necessidade das minhas viagens durante toda a semana, falei que iria sair com amigas para jogar conversa fora, beber um bom vinho, e me disse que era tbm separado, sem filhos e que as mulheres não entendiam o trabalho dele de ter que ficar até dois semanas na fazenda, e que na verdade era o administrador do pai dele e que precisava tbm m ir a alguns eventos nos findes para levar os seus cavalos e outros animais, e que me via seguidamente em alguns eventos.

Finalmente os funcionários chegaram com os pneus, já passavam das 20h, e colocaram no lugar, me disse que estava muito frio, que era tarde para uma mulher viajar sozinha e me convidou para ficar.

Realmente era tarde mesmo, quanto ao frio não pq os carros da empresa todos tinham ar condicionado, mas eu estava mesmo querendo ficar, estava louca que me convidasse, e quando falou que estava a quase duas semanas sozinho lá, e que seria bom alguém diferente para conversar que não fossem os peões, fiquei com uma peninha e aceitei, então pegou minha mala e entramos na casa, me levou até uma suíte onde eu dormiria e poderia ter minha privacidade, perguntei se poderia tomar um banho?

- Fique à vontade, vou conversar com os funcionários sobre o dia de amanhã, e tbm to a fim de um banho.

Entrei no chuveiro bastante exitada com as possibilidades kkkkk, e comecei a me ensaboar e veio à imagem do cavalo e seu enorme cassete, aquela porra escorrendo da chapeleta e comecei a me tocar, senti o bico dos meus seios rijos, e coloquei um dedinho na minha buceta, deixei bem melada e esfreguei gostoso meu grelinho e quando me dei conta imagina o carinha pelado e me comendo gostoso, comecei a gemer baixinho e com a outra mão enfiei um dedinho no meu rabinho, nossa fui me excitando... excitando e gozei gostosinho, me acabei nos meus dedinhos.

Enxuguei-me, passei meu óleo e perfume e no quarto escolhi uma roupinha, das poucas que ainda havia limpas, que me deixasse mais gostosa, soquei uma calcinha preta, um sutiã, uma legging azul marinho, uma básica branca e um blusão azul clarinho e achei que assim tava bem sem ser vulgar.

Saí do quarto e me dirigi até a sala, a casa embora pequena era bem confortável com tudo o que se precisa para bem viver, não o encontrei, mas vi um fogo grande na lareira, um salame e um queijo cortados e mais um vinho na mesa ao lado de um pequeno sofá de dois lugares e me sentei perto do fogo.

Não demorou muito ele chega à sala, banho tomado, perfume delicioso e com bombacha (uma calça usada pelos homens gaúchos que facilita montar a cavalo e a lida no campo) marrom, camiseta branca e um blusão tbm marrom, estava lindo, lindo de viver. Veio em minha direção, me elogiou, disse que eu estava linda, perguntou pq não havia aberto o vinho tinto e sentou-se no tapete próximo ao sofá e abriu o vinho, brindamos ao inusitado e me disse que agradecia ter ficado.

Em 15 minutos a cozinheira deixou na pequena cozinha interna o jantar, perguntou se eu já gostaria de jantar ou preferia tomar o vinho primeiro, falei que por mim tomaríamos o vinho, e depois de duas taças e o papo bem animado, perguntou se eu não desejaria escolher uma música, me levantei rebolando, queria o provocar e depois de escolher uma música pedi licença e fui até o banheiro, me olhei no espelho, enterrei mais a calcinha no meu rabo e puxei a legging bem para cima o que dividiu os beicinhos da minha bucetinha e retornei a sala, o cara me olhou de uma maneira diferente, alegando estar com calor tirei o blusão ficando apenas de básica e sentei no chão ao lado dele e ficamos conversando apoiados no sofá, e o vinho terminou, disse que eu fosse até o bar e escolhesse outro, o que achasse melhor.

Trouxe o vinho até ele, pedi que abrisse e brindamos de novo, tomei um gole e passei a língua nos lábios e ele aproveitando que estávamos muito próximos me segurou pela nuca e me deu um beijo gostoso, que vontade estávamos e já foi enfiando a mão no meio das minhas pernas, eu pedi para parar, que éramos amigos, mas ele disse que sentia a xana molhada por cima da calça, imagina se eu não estava querendo.

Levantou minha blusa, tirou meu sutiã e começou a mamar meus seios, chupava gostoso, e eu toda entregue, com os biquinhos duros querendo mais chupadas e enfiou a mão por dentro da minha calça e calcinha e tocou minha buceta com pelinhos bem aparados, pedi para parar, pois poderia alguém entrar, me disse que não, que aquela hora todos haviam se recolhido e então eu tomei as rédeas, pedi que sentasse no sofá, abri os botões da bombacha, e saltou um gostoso caralho e beijei, dei um selinho na cabeça vermelha, ele tentou me agarrar, mas tirei a bombacha deixando ele nu com aquela pica dura apontada para mim.

Me levantei e tirei minha roupa, ou o resto dela, ficando apenas de calcinha branca socada e molhada, fiquei de 4 no sofá e comecei a beijar aquele lindo caralho, lambia a cabeça, depois lambi toda a extensão, ele pedia para eu chupar, mas fui para o saco, coloquei uma bola na boca e chupei, depois coloquei a outra e chupei, ele gemia e dizia que eu era vadia, que queria meter, fuder minha buceta, mas eu abocanhei aquela verga maravilhosa e comecei a chupar e punhetear aquele caralho já melado e parece que cada vez mais duro.

Ele me disse que assim ia acabar, que estava sem sexo a duas semanas, e tirou a pica da minha boca, me deitou no tapete, tirou minha calcinha, colocou uma almofada embaixo da minha bunda e caiu de língua, o carinha sabia chupar, metia a língua lá dentro, depois mordia meu grelinho, metia a língua de novo até que chupou meu cuzinho rosado deixando todo meladinho e voltou para a buceta só que resolveu meter um dedo no meu cú, reclamei, falei que não, que ali não e ele enterrou o dedo, gemi, dei um gritinho pq doeu, e eu disse que assim ia acabar, que ia gozar na boca do safado.

Ele me pegou colocando me de 4 com o tronco apoiado no acento do sofá, lambeu mais uma vez minha buceta e disse que ia meter, pedi para usar uma camisinha, disse que não tinha, e falei que então ta, mas que socasse devagarzinho, e a cabeça entrou doendo, pedi que parasse um pouco, quando se acomodou a cabeça ele empurrou tudo, senti todos 20 cm de pica me invadindo e quando entrou tudo comecei a rebolar, ele me dizia:

- rebola égua, eu vi como tu ficaste quando o cavalo fudeu a égua, agora tu é minha égua;

- ENTÃO SOCA SEU PUTO, METE PICA COMO O CAVALO FEZ;

E seguiu metendo aquele troço para dentro da minha buceta em brasa, cada estocada eu via estrelas, até que não aguentando mais avisei que iria gozar e parece que o cara enlouqueceu e gozou dentro de mim, antes de mim, encheu minha buceta de porrinha, de porra grossa e gostosa, mandei que não tirasse e rebolei mais algumas vezes e me acabei na pica, gozei gemendo bem algo e gritando que era uma puta, uma vagabunda.

Descansamos alguns minutos, tomamos mais um pouco de vinho, trocamos beijos ardentes, o pau fico duro de novo como ferro e me pegou da mão, jurava que me levaria para o quarto, mas colocou-me em cima da sala de jantar de barriga para cima e chupou minha bucetinha,depois lambeu meu cuzinho, disse que ia fuder o meu rabo, reclamei, disse que não, que não estava acostumada a dar o rabinho( que tanto kkkk), ainda mais para aquela picona.

E sem me ouvir ele meteu um dedo no meu cú, gritei, meteu mais um e gritei que ali não, e sem me ouvir pegou uma azeite que estava próximo, lambuzou todo meu rabo, passou na pica e enfiou a cabeça, mandei tirar e ele empurrou mais um pouco, e ai falei que daria gostosinho, mas que tinha que ser devagarzinho e ele foi colocando CENTÍMETRO p CENTÍMETRO até entrar todo, eu agora tinha mais de 20 cm de carne me espetando o cuzinho e estava muito ficando muito gostosinho, então eu mandei socar, fuder mesmo, me rasgar o cú e o filho da puta socava todo, tirava, olhava e dizia que eu estava arrombada, e assim ficou uns 10 minutos, até que pedi para ele gozar pq estava ardida, disse que ainda estava longe, pedi para tirar que não aguentava mais, me disse que queria gozar, então falei que eu punhetava ele até acabar.

Foi quando tirou a pica do meu cú, e então me sentei em uma cadeira da sala de jantar e me pus a punhetear gostoso aquele caralho até que a porra veio, deu um gemido forte e gozou na minha cara.

Eu disse que precisava de um banho e fomos os dois, me lavou todinha, e quando eu estava toda cheirosa e já ia sair do banho me encostou na parede do box, pediu para eu empinar o rabo e socou de uma só vez na minha buceta, bombeou e bombeou a picona para dentro de mim até que me acabei gostoso,gozei como uma vadia e disse para ele vir tbm, tirou da minha buceta, me ajoelhei e mamei a pica, batia punheta e chupava até que ele pediu para gozar na minha boca, e aumentei as chupadas e recebi muita porrinha na minha boca, engoli tudinho como boa menina.

Saímos do banho, me convidou para dormir com ele, mas falei que só se fosse para dormir pq eu estava com o rabinho ardido e a bucetinha toda esfoladinha :(, disse que topava se eu ficasse o finde todo com ele, o que vcs acham que eu fiz...Acabei ficando o sábado e o domingo fodendo com ele.

  • Enviado ao Te Contos por Kassiane

Ganhei a aposta e um macho grande de amante.

  By; Ana Ola, me chamo Ana. sou uma nissei das bem pequenininha. Essa condição, porém, não impede que todos me considerem bonita, tanto...