sábado, 1 de agosto de 2026

Contratei um Garoto de Programa para comer minha esposa nessa sexta (31-07-2026)

   

By; Alex & Malu

Te Contos, me chamo Alex e tenho 35 anos, minha esposa se chama Malu e tem 32 anos. Nosso caso começa bem parecido com todos os outros por aqui. Somos casados e felizes há 10 anos.

Ocorre que há um tempo eu já vinha tentando convencer minha mulher a aderir a prática do ménage ou swing entre casais, porém, sem sucesso. Ela tinha travas morais, aquela coisa de ser minha esposa e mãe dos meus filhos.

Contudo, sendo muito bonita e muito gostosa, claro que sempre chamou e chama atenção onde quer que a gente vá. Com o tempo fui percebendo que ela ficava excitada todas as vezes que era muito olhada nos locais que a gente frequentava. Sempre que isso acontecia, a trepada era simplesmente sensacional. Reconheço que no começo me incomodava com os caras olhando, mas com o tempo passei a ficar excitado também todas as vezes que isso acontecia. 

E foi então que comecei a plantar a ideia de transarmos com mais um cara e nos tornar um casal liberal. Foram dois longos anos até ela ceder, muita provocação na cama, despertar da imaginação dela, enfim, toda uma preparação.

Um dia, estávamos conversando sobre o assunto e eu, pra variar, fiquei muito excitado. Ela então me disse:

- “Ok, vamos fazer, mas tenho minhas regras”.

Eu respondi que tudo bem e as regras eram não ser ninguém do nosso convívio, mesmo que apenas conhecido. Desejava alguém absolutamente desconhecido, tirando isso, eu poderia escolher o cara e mostrar pra ela depois, pra ver se também curtiria.

Além disso, ela não queria muita conversa com a pessoa. Nada de bate-papo antes, tomar vinho, nada disso… Só sexo! Eu disse que mediante ao que havia me pedido, eu só poderia então imaginar a situação acontecendo se fosse ela, minha esposa, com um garoto de programa. Ela achou a ideia ótima, porque inclusive poderíamos dizer a ele do que gostamos e como. 

Preciso dizer que entrei em todos os sites de garotos de programa disponíveis na internet. Foi uma verdadeira pesquisa, antes disso, não me lembro – nem no exército – de ter visto tanta rola na minha vida. Minha mulher é exigente, ela gosta de um tipo de homem que não se adequá aos padrões dos caras que fazem programa: magro, sem ser bombado, marombeiro é fora de questão. Achar um cara com um físico normal, cara de homem e não de moleque e goste de mulher foi uma tarefa um tanto árdua. Mas, eu achei e combinamos tudo para uma sexta feira em um flat nos jardins. 

Durante aquela semana inteira eu fiquei de pau duro toda hora que lembrava da possibilidade da minha esposa com um garoto de programa

Ainda mais porque combinei com ele alguns detalhes e isso me deixou mais louco ainda. Até que finalmente chegou a sexta feira. Percebi um movimento em casa: depilação, escolha de lingerie, essas coisas todas que mulheres fazem pra nos deixar ainda mais loucos.

Chegamos mais cedo no flat e começamos a beber um pouco. Tínhamos marcado às 21h com o cara e eram exatamente 20h40 quando ela resolveu tirar a roupa que vestia e me mostrar a lingerie que estava usando.

Bom, nesta altura eu já estava a ponto de gozar a qualquer instante. Então, ela me disse:

- “Olha, eu trouxe uma venda pra colocar nos meus olhos, prefiro não ver a princípio. Você pode tirar a hora que quiser e achar que estou pronta”.

Disse isso abrindo aquele sorriso de diaba. Óbvio que eu fiquei louco de ver a lingerie branca, os peitos durinhos, os mamilos prontos pra tudo. Enfiei delicadamente a mão dentro da calcinha dela e ela estava molhadinha, de um jeito que eu só pensava em chupar aquela buceta, mas me contive .

Às 21h05 tocou o telefone do flat anunciando a chegada do nosso “convidado”. Ela rapidamente colocou a venda que havia trazido e se sentou na cama. Eu fui abrir a porta  e quando entramos percebi que a luz do quarto tinha sido diminuída. Ela estava meio trêmula sentadinha. O cara chegou, olhou pra mim, trocamos algumas poucas palavras e ele chegou perto dela. Colocou a mão em seu ombro e disse:

- “Você parece nervosa, vou te fazer uma massagem”. 

Começou a massagear os ombros dela e aos poucos descendo as mãos, massageando a cintura, enquanto chegava mais perto. Ela foi relaxando, até que ele enfiou as mãos dentro do sutiã e apalpou os peitos dela com vontade. Aí ela gemeu gostoso.

Então, o garoto de programa encostou o pau nas costas dela e ficou ali por alguns instantes se esfregando. Eu aproveitei a deixa e saquei meu pau pra fora, coloquei no meio dos peitos dela e fiquei ali só roçando mesmo estando a ponto de explodir.

Nisso, não me perguntem como, quando me dei conta estávamos os dois encaixados nela de lado, ele atrás e eu na frente. Ela me beijou furiosamente e percebi que colocou a mão pra trás pra pegar o pau do cara, que já estava pra fora e pronto pro trabalho. Fomos arrancando o resto da lingerie em meio a carícias e quando finalmente ficou nua, eu tirei a venda dos seus olhos. Quando ela viu o cara, olhou bem no pau e disse:

- “amor, você escolheu bem mesmo, sou de vocês”.

Eu, estava segurando meu gozo já fazia um bom tempo, pus meu pau na boca dela e em um minuto ou quase dois, gozei que nem um cavalo. Enquanto isso, o cara dava uma boa chupada naquela buceta maravilhosa.

Nisso o cara resolveu meter a rola nela e eu fiquei por alguns instantes observando quando ele, na posição papai e mamãe, entrou com força. Cada metida era um gemido maravilhoso que eu já havia ouvido tantas vezes, mas que desta vez era diferente, afinal, estava diante da minha esposa com um garoto de programa . Em menos de cinco minutos eu estava duro de novo. Então ele colocou ela de quatro na beira da cama e enterrou a pica sem dó. 

Ela gemia e rebolava no pau dele freneticamente – minha mulher não é do tipo muda na cama, gosta de falar besteira, geme alto, xinga e por aí vai. Resolvi que seria um excelente momento para tentarmos nossa primeira dupla penetração, me enfiei embaixo dela e o cara entendeu o que eu queria. Já foi a abaixando para encaixar na minha rola de uma vez só. Aproveitei, peguei ela pela bunda e abri pro cara poder entrar, enquanto eu fodia ela gostoso.

Quando ele entrou no rabinho, ela gritou e gemeu de um jeito que eu nunca mais vou esquecer. Fodemos até ela gozar e gritar uns trinta palavrões. Eu gozei pela segunda vez quase junto com ela, a gozada dos deuses, finalizada por beijos apaixonados da minha esposa, que me disse:

- “obrigada, amor! Foi sensacional”.

Paguei o rapaz, ele se vestiu e foi embora sem trocar palavras, como ela queria. 

Depois, quando estávamos sozinhos, ela me disse que foi um dinheiro muito bem gasto e quando voltamos pra casa estavamos com tanto tesão que transamos feitos animais.

  • Enviado ao Te Contos por Alex & Malu

sexta-feira, 31 de julho de 2026

Siririca bem gostosa e intensa ontem a noite por ele (30-07-2026)

  

By; Cleo

Ola Te Contos, me chamo Cleo, tenho 24 anos e estou solteira.

Mais uma semana praticamente se passou, início de noite e fim de mais uma quinta-feria. No trabalho, nada de novo e assim voltei para casa com a pretensão de cozinhar alguma coisa e assistir alguns filmes.

Era pra ser um dia como qualquer outro se não fosse o desejo de transar com o meu colega de trabalho. Sim, se tornou um vício, uma sensação de abstinência. Não conseguia ficar mais sem aquele pau. Tentei abstrair, acalmar os meus instintos e desviar o pensamento para outras coisas.

Tirei a roupa, já estava a essa altura com a calcinha encharcada de pensar nele e o suor já escorria na minha nuca. Entrei no chuveiro, mas não adiantou muita coisa. Fechei os olhos e por um instante, a água que escorria sobre o meu corpo se transformou em sua boca me lambendo inteira. Parecia que ele estava no chuveiro junto comigo.

A água batia nos meus seios e eu os apertava como o Ricardo costuma fazer (sim, esse é o nome do meu prazer). Com a outra mão eu me masturbava e sentia toda a umidade que vinha de dentro de mim e que nada tinha a ver com a água. Eu mordia os meus lábios, eu me beliscava. Eu sentia ele, bem ali.

Saí do chuveiro e era impossível não pensar naquele homem. Era impossível não tremer com a sensação da sua língua chupando a minha buceta. Eu conseguia sentir os seus dedos me penetrando. A pele dele dentro de mim me fazia gozar só de encostar (não sei como estou conseguindo escrever esse texto excitada como estou).

Me masturbei no chuveiro e fora dele, na minha cama. Eu queria o Ricardo ali agora, me rasgando. Rasgando a minha buceta e a minha bunda com aquele pau inigualavelmente gostoso. Queria que ele me botasse de joelhos e enfiasse o pau dele na minha boca até eu engasgar. Que ele me virasse de costas e empinasse a minha bunda e enfiasse só um pouquinho pra me deixar desesperadamente louca e implorando pra ser penetrada por aquele pau duro que tanto me viciou.

Claro que eu perdi a noção e soltei um grito de prazer, me contorci e gozei não só pensando nele, mas por ele.

Porque esse homem gostoso tinha que ser casado.

  • Enviado ao Te Contos por Cleo

quinta-feira, 30 de julho de 2026

Duas madrugadas de muita foda enquanto meu marido escolheu trabalhar (25 e 26 -07-2026)

   

By; Flor

Oi Te Contos, sou eu de novo a Flor, tenho 40 anos, sou rata de academia, sou loira, tenho 1.65 de altura, 65 kg, seios medios, bunda grande, coxas grossas e barriga chapadinha. Já envie 7 contos;

  • Olha o que eu arrumei (11-03-2026)

  • Pula! vem me comer ! (14-03-2026)

  • Acabei de dar dentro do carro na garagem ao lado de casa (27-03-2026)

  • Não acreditei, mais ele realmente pulou o muro na madrugada para me comer enquanto meu marido dormia (29-03-2026)

  • Ele veio de novo aqui em casa na madrugada, enquanto meu marido dormia, para me comer (13-04-2026)

  • Eu não acreditei mas dessa vez quem pulou o muro para transar foi Eu. (21-04-2026)

  • Dessa vez tivemos a casa a noite toda pra nós e ele me comeu muito na minha cama (01-05-2026)  

Te Contos o ultimo conto que contei a vocês foi no dia 1° de maio, e após esse ainda continuamos transando ate meados de Junho quando, resolvemos parar, na verdade eu que resolvi, eu estava querendo cada vez mais, alem de transar com ele tambem queria o perigo, isso de ter pulado o muro para casa dele e transar com ele em seu quarto me deixou maluca, queria isso, queria mais e mais o perigo de ser vista. Então após uma foda bem dada achei melhor pararmos.

Assim eu voltei para a minha vidinha de siriricas e sempre esperando o meu marido/amigo querer transar, e ele (o filho da vizinha) acabou começando a namorar, imagino estar transando muito porque a menina é uma gata e tem uma carinha e safada (sortuda).

Casamento quando chega na fase de amizade é foda, mas assim permaneci esse tempo, desejando sexo e no fim só me restava os dedos. Meu marido no seu taxi/uber e em casa preferencia é pela TV e depois dormir para repetir o dia anterior, um loop infinito quase.

Aguentei o maximo que pude, lutei contra a vontade de sexo, ate quando na terça-feira (21) da semana passada meu marido chegar em casa e contar que ele e os amigos dele tinham resolvido trabalharem Quinta (23), Sexta (24), Sabado (25) e Domingo (26), iriam trabalhar do meio da tarde ate a manha do dia seguinte para pegar mais passageiros devido ao FORTAL. Isso me deixou com raiva, já tinhamos falado de irmos para uma cidade aqui próxima curti uma praia no final de semana, mas ele parece, não, ele prefere ficar dirigindo, sei que é trabalho, mas porra, de mais isso.

Ao saber e falar da nossa ida a praia acabamos discutindo, beleza, tentei né, então mandei mensagem pro filho da vizinha, disse que queria ser comida, e combinamos tudo, quase deu errado pois minha irmã veio, e ficou ate a manha de sábado, e voltou para a cidade em que mora, então só nos restou a madrugada de sábado para domingo e de domingo para segunda.

Pouco depois da meia noite de sábado ele pulou o muro, assim que desceu a escada do quintal aqui de casa já foi tirando a roupa e eu já esperava tambem sem roupa, com a buceta meladinha pois esperava me tocando, aquecendo a minha buceta para aquela rola deliciosa. Como é gotoso esse homem pqp.

Já nos agarramos na porta, seu pau roçando em mim, um chupão de língua e depois já dei uma segurada naquela delicia de rola, puxando por ela fomos para a sala, sentei ele no sofá, ajoelhei entre suas pernas e comecei a mamar sua rola, babava bastante, chupei suas bolas, voltava lambendo ate a cabeça do seu pau e depois a engolia, chupava ela com força como se fosse querer arranca-la, cuspia em cima e engolia, lambia no buraquinho com a pontinha da língua, lambia nela toda, punhetei bastante falava que estava morrendo de saudade dele, batia com sua rola na minha cara.

Então ele me fez levantar, me fez ficar em pé no sofá, colando uma perna em cima do encosto do sofá e colocasse a minha buceta bem na sua boca, e me fez gemer alto gozando com uma chupada forte, de uma pessoa que tem fome de buceta, e a minha estava do jeitinho que ele gosta, totalmente sem pêlo, bem lisinha, ele me chupou deixando minha buceta bem melada, então eu sentei em seu pau, sentei ate o talo, ate sentir seu saco encostando em mim, assim nos beijamos deliciosamente, enquanto chupava sua língua, minha buceta mastigava seu pau.

Me arrumei e comecei a galopar no seu pau, aquela delicia em mim, eu subindo e descendo ora rapido e ora devagar, aquelas mãos grande segurando a minha bunda, ora dava tapas de deixar marca, e ele podia, ele devia pois era o que eu queria, meus peitos foram chupados deliciosamente, com força, de deixar os bicos pontiagudos. Depois ele me virou me pondo deitada no sofa e ficou por cima de mim, enguei minhas pernas em seus ombros e castigou minha buceta com estocada forte me fazendo gemer alto, sem vergonha nenhuma.

Foi assim que ele gozou na minha buceta inundando ela, quando tirou seu pau de dentro, um rio de gozo escorreu de dentro de mim, seu pau estava melado, branco de leite de rola, eu abri a boca e ele veio por seu pau dentro do jeitinho que eu gostoso, melado quente, pulsante, grosso, aquela rola que enche a boca, uma delicia.

Mamei bem gostoso, deixei seu pau no ponto, então ele me ajudou a levantar, desligamos a TV da sala e fomos para o quarto, deitei e ele puxou minhas pernas para ficar na beirada da cama, fiquei de 4, mais 2 tapas na minha bunda me fazendo soltar um “aí”, depois aquela língua dando um trato no meu cuzinho me deixou maluquinha, que saudade que eu tava dele fodendo meu rabo, me empinei mais ainda, quando comecei a sentir ele encostando a cabeça do seu pau no meu buraquinho, fiz meu cuzinho piscar e ele foi enfiando ate passar a cabeça. Eu tava me arrumando ainda quando ele empurrou mais e meu cuzinho mostrou que tava guloso pela rola dele, engoli tudinho. Gemi feito uma gata no cio, e ele começou a castigas o meu cuzinho. Parece que ele guarda energia pra esse momento, porque parecia não cansar, me fodeu sem parar apertando minha cintura, apertando minha bunda, socava com tanta vontade que na siririca eu gozei e acabei deitando, e ele atras de mim, me comendo ate umas 3 metidas mais fortes e uma gozada e um urro no meu ouvido que me fez me arrepiar toda.

Foi uma madrugada deliciosa, transamos muito, dormiamos um pouco e voltavamos a meter, tiramos o atraso. Estavamos acabado quando demos a nossa ultima metida na cozinha, foi algo bem devagar, ate cãibra me deu, minha buceta e meu cuzinho em brasar, creio que o pau dele estava assim tambem, super sensível, sei lá como fica.

Era umas 5h da manha quando ele pulou o moro de volta para sua casa, eu fui trocar a roupa de cama, estava gozada, suada, cheirando a sexo, depois fui conferir onde transamos se tinha marca, na sala, banheiro, cozinha, depois fiz um café e fui deitar. Antes das 6h meu marido chegou, já trazia pão, chegou contado que tinha apurado bem mais que nas ultimas semanas, eu nem dei tanta atenção, após o banho e café, ele foi dormir no quarto e eu fui pra sala, deitar uma pouco.

O domingo pra mim foi de descanso total, só fiquei deitada, tentando recuperar o maximo de forças, porque a madrugada teria mais, então o dia passou, meu marido novamente foi fazer suas corridas, avisando que voltaria somente pela manha. Imediatamente confirmei que estaria tudo liberado na madrugada novamente.

Mais sabe como é né, domigão é diferente, dessa vez quando ele pulou o muro ainda nem era 10h da noite, veio cheio de fome querendo me comer e eu adorei, dei, dei e dei muito, aonde eu pude eu fui gozada, terminei a madrugada de cuzinho ardendo de mais, buceta inchadinha e bem gozada, fui gozada nos peitos, no rosto e nas costas.

Ele pulou de volta pra casa as 5h em ponto e meu marido chegou as 6;20 da manha de segunda feira. Ele ate tentou transar comigo antes de ir dormir, mas não tinha como, sem chance, apelei para a dor de cabeça e dispensei.

TeContos, essas transas são boas de mais para desistir delas.

Obrigada Te Contos.

  • Enviado ao Te Contos por Flor

quarta-feira, 29 de julho de 2026

Passei as férias dando pro meu primo (Julho-2026)

  

By; Camilinha

Oi TC, me chamo Camila, tenho 20 anos, loirinha, magra, seios pequeno, bunda redondinha e durinha. Sou de Goiania, e minha historia aconteceu nesses férias de Julho.

Viajei com meus pais para Fortaleza-Ce. Ficamos na casa de minha tia, foi maravilhoso, cidade é linda, as praias e tudo, na ultima semana nossa lá, meus tios nos levaram para a serra, uma cidade chamada Guaramiranga, e lá faz um frio tão gostoso.

Bom, aconteceu que nessa viagem fiquei muitas vezes com meu primo, ele tem 22 anos, é gostoso pra caralho, forte, sarado e um pau delicioso, chupei muito, tomei leitinho todo dia umas 2 ou 3x no dia, sempre estavamos dando um jeitinho de sair de perto de todos para fazermos algo. Tambem transamos muito, todas muito gostosas, no carro, em motel, na praia a noite, em casa quando estavamos sozinhos.

Mais a que eu achei a mais gostosa de todas aconteceu quando estavamos nessa serra, porque foi com nossas famílias em casa, ate então sempre estavamos sozinho.

Estavamos com muito tesão e a noite quando fomos dormir ficamos em video chamadas em nossos quartos, fiz ele gozar pra mim, minha vontade era ir lá e mamar sua rola, tomar seu leitinho e tudo. Mas me controlei e depois de gozarmos, fui dormir.

Era por volta das 2h da manha quando senti uma mão em minha coxa já perto da minha buceta, fiquei toda arrepiada na hora, ele começou a falar bem baixinho no meu ouvido pra acorda pois queria me comer, então senti ele colocando a mão por dentro da calcinha e foi nessa hora que eu me entreguei, pois já estava toda molhada e com uma vontade enorme de dar novamente para meu primo.

Abri os olhos e me virei para ele com uma cara de putinha pedindo aquele pau, ele tirou a bermuda e já abocanhei aquela rola, chupei muito e de todas as formas possíveis.

Depois ele se posicionou entre minhas pernas, deitando e abocanhou minha buceta, me deixando louca me contorcendo feito uma cobra na cama, fazendo o impossivel para não gemer alto.

Ele chupou muito, mordia e lambia com muita força, ele já sabia que eu gostos de ser judiada quando sou chupada e ele judiou, deixou meu clitoriz mega duro.

Fiquei de quatro e pedi pra colocar aquele pau na minha bucetinha, ele gemia baixinho e gostoso no meu ouvido, eu sentia seu pau gostoso entrando e saindo da minha buceta, gosto de gemer alto para todo mundo ouvir, mais tive que me conter mais uma vez, olhei para traz com uma cara de puta e pedi pra passar a cabecinha no meu cuzinho, assim que passou senti um tesão tão grande que pedi para ele tampar minha boca por que eu iria gritar, aquele pau no meu cuzinho me dava um tesão enorme, e eu só queria que ele enfiasse mais e com mais força possível, era como uma engrenagem ele enfiava e sem que percebesse rebolava mais.

Ficamos assim nessa loucura toda por uns 25 minutos, até que ele gozou, mas não antes de eu ter gozado umas duas vezes, eu estava arrombadinha, meu cuzinho estava abertinho, sentia o leitinho dele saindo e escorrendo até minha bucetinha.

Deitamos agarrados e ficamos trocando uns beijos tão quentes, com chupões nas línguas, mãos acariciando a minha buceta que gozei e mordi seu lábio com um pouquinho mais de força. Que loucura!

Não iria prestar se morássemos na mesma cidade pqp! Seria gostoso de mais.

  • Enviado ao Te Contos por Camilinha

terça-feira, 28 de julho de 2026

O que deu nela ?! Não sei! Só sei que tô Maravilhada ate agora (28-07-2026)

  

By; Ariel

Te Contos, quero contar um acontecido a pouco comigo.

Me chamo Ariel tenho 20 anos, sou hétero, ate hoje nunca nem beijado outra menina eu tinha feito. Minha amiga, a Rafa, veio aqui em casa, ela mora aqui no mesmo predio que eu. Ficamos conversando, ela tem a mesma idade que eu. Continuando.

Ficamos conversando por muito tempo, e em um momento ela começou a mostrar coisas aleatória no seu instagram, isso só nós duas em casa. Sei lá o porque ela começou a mostrar vários videos de beijos entre mulheres e do nada ela olha pra mim, e diz estar com vontade me beijar, fiquei sem saber o que falar pois ela namora, um cara. Enquanto eu assimilava o que ela falava ela se aproximou segurando em meu rosto e começou a me beijar, um beijo tão gostoso, tão leve ao mesmo tempo tão excitante que me fez esquecer do mundo.

O beijo foi demorado de mais, estavamos sentadas uma ao lado da outra, não sei quanto tempo durou esse beijo, quando paramos minha cabeça estava em transe, ficamos nos olhando, sem dizermos nada, acho que uma esperando a oura falar algo, ela levantou olhou para a porta e foi ate lá, achei que iria embora, mas não, apenas passou a chave, voltou ate mim e estendeu a mão, segurei e ela me fez levantar me trouxe aqui pro meu quarto, na porta me escorou na parede e colou seu corpo no meu e voltamos a nos beijar.

Foi outro beijo demorado, dessa vez em pé, de corpos colado,ela passava a mão nos meus seios, descia e apertava a minha bunda e eu sem parar de beija-la, ela começou a beijar meu pescoço ai lascou tudo, eu ate perguntei o que ela tava fazendo, mas sei lá se ela ouviu, apenas continuou beijando meu corpo, subiu suas mãos por baixo da minha blusa segurou meus seios apertando eles, apertando os biquinhos, eu gemendo baixinho, sem entender, sem querer entender.

Ela tirou a minha cabeça segurou um dos meus peitos e colocou sua boca nele,enquanto a outra mão apertava o biquinho do ouro seio que a essa altura estava dolorido de duro, ela mamou os meus peitos, melhor que meu ex namorado, nossa, eu apenas segurava em sua cabeça puxando ela para mim.

Quando ela parou de chupar meus peitos ela subiu e me beijou na boca enquanto sua mão esquerda descia entrando dentro do meu short por cima da calcinha, eu respirava fundo tentando não parar de beija-la e ao mesmo temo sentindo seu toque me excitando mais ainda.

Ela parou, ficou com seu rosto perto do meu, olhando dentro dos meus olhos, colocou sua mão por dentro da minha calcinha e começou a me tocar, eu gemia, molhava seus dedos que passava entre os labios da minha buceta, tocava meu clitoriz, entrava dentro, fodia gostoso minha buceta, depois acarinhava ela, minha respiração estava mais que ofegante, eu tomei a iniciativa pela primeira vez e toquei nos seus seios, por cima de sua blusa, apertei eles, deliciosos, levantei sua blusa e abaixei seu sutiã, ela me tocando sem parar, eu consegui por minha boca e chupar seus peitos, ela falando;

- isso mama eles.

Acho que nunca ouvi algo tão gostoso, tão excitante na vida. O tom de voz, o ambiente o momento, tudo, tudo.

Ela parou e tirou meu short e minha calcinha, retirou a sua roupa toda, toquei a sua buceta pela primeira vez nesse momento, estava molhadinha, meus dedos deslizaram, a minha estava quente, pulsando, ela pegou em minha mão e me levou aqui para minha cama, me fez deitar e deitou em cima de mim, com nossas coxas entre coxas, tocando uma a buceta da outra, o beijo quente, gostoso, indecente, provocativo voltou, muita língua, os seios delas nos meus, longo beijo, ate ela descer a mão dela ate a minha buceta, mais um carinho enquanto me beijava ate ela começar a descer dando beijinhos pelo meu corpo, chupadinhas nos biquinhos, lambidinhas, descendo beijando a minha barriga, meu ventre, ate ir se arrumando entre minhas pernas, dando beijo na minha buceta enquanto olhava na direção do meus olhos, a primeira lambida, indo de baixo, quando pertinho do meu cuzinho ate em cima da minha buceta me fez gemer alto, meu corpo se ouriçou todo.

Ela me chupou in-cri-vel-men-te, de forma calma e demorada, ela me saboreou, ela me chupou ela comeu a minha buceta com sua língua, com seus dedos. Eu gozei, me contorci, falei seu nome, pedi mais, pedi para não parar. E ela me apertava, me lambia, me beijava, me sugava… aiii que delicia.

Eu gozei varias vezes ou teria sido uma vez bem longa, sei la, só sei que foi maravilhoso.

Depois ela veio beijar minha boca, tenho que dizer, que tesão ve-la de labios melados, brilhando com o melzinho de minha buceta, foi o beijo mais saboroso do mundo, tão calmo, tão perfeito, tão suculento, tão demorado.

Enquanto nos beijavamos giramos na cama, eu tinha que retribuir, não por favor, mais por estar querendo muito ela naquele momento. Eu tentei fazer as mesma coisas que ela fez comigo, chupadinhas no seus pescoço, descendo beijando seu colo ate seus peitos, delicioso, chupei, mamei, os biquinhos estavam pontiagudos, molhados, vermelhinho em volta devido a força das chupadas.

Depois continuei descendo beijando e dando mordidinhas pela sua barriguinha sequinha, pelo seu ubiguinho, lambi em volta,, deixando molhadinha, depois beijando e procurando seus olhos fui me arrumando entre suas pernas, beijei suas coxas na parte de dentro, já via sua buceta brilhando, seu melzinho já escorria. Sentir aquele aroma de buceta gozadinha abril ainda mais o meu apetite, minha vontade de provar uma buceta, lambi e ela se contorceu bem gostosa, gemendo deliciosamente. O sabor de seu melzinho na ponta de minha língua era incrivel, saboroso de mais, eu lambi mais forte, lambi por fora, mexendo seus labios, lambi por dentro espalhando o meladinho, depois a beijei a sua buceta de língua, suguei o seu melzinho, depois fui chupar seu clitoriz, durinho, quentinho, mamei eles apertei com meus dentes, suguei e brinquei com a pontinha de minha língua.

Ela gemia, falava o meu nome, pedia mais e mais, segurando minha cabeça como se quisesse que eu entrasse com tudo em sua bueta. Ela gozou forte, gemendo alto, loucamente alto, e eu a chupei, que delicia o sabor de sua buceta, acho que viciei, afez gozar 3x, não queria parar, alem do sabor o som dela gemendo estava melhor do que qualquer musica que já ouvi na vida.

Quando ela me puxou pelos cabelos me fazendo parar de chupa-la e ir beija-la eu tive a certeza de que tinha feito da maneira certa, ela estava “acabada”, nos beijamos novamente demorado, ela chupou minha língua, meus labios, sussurrou que meu beijo era o melhor do mundo e voltou a me beijar por um longo tempo.

Ficamos assim, nuas, eu por cima dela, nos duas quentes, suadas, descansando após toda essa delicia, por mim tava tudo otimo, mas sabiamos que tinhamos que parara com aquilo, pela janela já viamos que estava escurecendo já, meus pais logo chegariam em casa vindo do trabalho.

Levantamos ao beijos, pareciamos namoradas, trocando carinhos após um sexo gostoso, não queriamos parar, ela sempre me beijando, me tocando, nos vestimos, e os beijos continuaram, assim fomos pra cozinha, tomar agua e mais beijos, não falamos sobre o que tinhamos feitos, apenas nos beijamos, apenas nos curtimos, como se fosse algo normal, sem precisar se explicar.

Uma olhada no celular para ver as horas e ela disse que tinha que ir, meus pais tambem já estava próximos já, então mais um beijos demorado, gostoso de corpo colado e ela foi embora para sua casa. Voltei aqui pro quarto, o cheiro otimo de sexo, cama molhada, o cheiro dela em meu lençol.

Tomei um banho para esfriar meu corpo, nesse tempo meus pais chegaram.

Que coisa gostosa Te Contos, espero que eu tenha passado o mínimo de tesão que eu senti a pouco.

  • Enviado ao Te Contos por Ariel

Motel a pouco no almoço. (28-07-2026)

   

By; Dario

Ola Te Contos, acompanho vocês já a 4 anos, sempre quis contar algo meu aqui, mas nunca tive algo tão bom para isso, e muito menos sou bom em escrever. Mas vou tentar.

Eu tenho 43 anos, sou divorciado, moreno, alto, Barriguinha de chopp, cabelo curto já com fio brancos, um cara normal.

A pouco mais de um mês tenho mantido um “casinho” com uma garota la de perto de onde trabalho, ela tem 24 anos, trabalha em um lojinha perto de onde trabalho. E estamos nos divertindo bem, ela vem do interior, tá no primeiro ano aqui na capital.

Bom já transamos, aqui mesmo no trabalho, no carro, em um motelzinho barato aqui mesmo no centro e casa quando ela vem aqui. Mas hoje no almoço fiz algo que ela queria muito.

Na hora do almoço a levei em um motel top aqui, para almoça-la.

Ela nunca havia ido a uma suíte de motel, ficou deslumbrada. Pulou na cama, ficou na banheira e me olhava com felicidade e prazer. Um certo momento, ficou de costas na cama, mexendo no rádio, para achar uma música e dançar em cima da cama. Que visão deliciosa!

Depois, enquanto tomava banho, ela me procurou nua e entrou no box, comecei a beijá-la e a passar a mão em todo o seu corpo (que corpinho lindo! ela era magrinha, seios pequenos, uma bundinha redondinha, uma bucetinha deliciosa) . Queria transar com ela o quanto antes, queria que ela fizesse tudo o queria ou sonhava.

Saímos do chuveiro para a banheira, onde voltei a beijá-la e a tocar seu corpo nu. Meu pau estava excitado ao extremo, e com ele comecei a tocar sua buceta lentamente, depois encostava os dedos, devagar, e ela suspirou de prazer. Não resisti, e coloquei meu pau na sua buceta, devagar, e ela gritava, se contorcia... e eu não suportando mais tanto prazer... que gozada bem dada!

Ainda na banheira, nos tocávamos, chupávamos os dedos dos pés, beijávamos... até que a tomei nos braços e, na água mesmo, iniciamos nova penetração. Um vai-e-vem frenético e delicioso. Ela não acreditava no que fazíamos, e eu não a deixava falar... virei-a de costas e coloquei meu pau naquela bundinha gostosa, sensual, uma delícia....

Ela me olhava com cara de satisfeita, e me levou para a cama. Passei a beijar seu corpo molhado, ali deitado, excitava-a esfregando o pau nas partes mais sensuais e ela, enlouquecendo de prazer, pedia para transar, queria ser possuída todinha.

Coloquei meu pau na buceta molhadinha, e fui até o final... ela se contorcia, queria que a mordesse, chupasse, sussurrasse em seu ouvido.

Voltamos à banheira para um momento final. Mais beijos, abraços, apertos, desejo puro, nunca tive tanto prazer com aquela mulher que estava mais fogosa que o normal, gozamos de literalmente as pernas amolecerem. Ela foi meu melhor almoço.

E agora cadê coragem para trabalhar.

  • Enviado ao Te Contos por Sr. Dario.

segunda-feira, 27 de julho de 2026

Minha prima, Ginecologista, me fez um exame especial que adorei.

   

By; Larissa

Oi, me chamo Larissa moro no Rio de Janeiro, tenho 31 anos, sou morena tenho 1.65 de altura e corpo legal, gosto de malhar e de praia.

Vou dividir com vocês a minha primeira vez com uma mulher.

Casei-me aos 22 anos, meu marido era uma pessoa legal e por incrível que pareça nunca me interessei por mulheres, apás dois anos de casada começaram a aparecer os problemas e as brigas ficaram cada vez pior, já não nos entendíamos mais e o sexo, isso não existia, e logico que o casamento acabou. O pior e que eu não sentia vontade de fazer sexo com ninguém (nem homens nem mulheres). eu tenho uma prima que e ginecologista, ela mora e trabalha em Nilópolis uma cidade da Baixada Fluminense, nós já não nos víamos desde o meu casamento liguei para ela e marquei uma consulta, quando a vi quase não a reconheci ela estava simplesmente linda (temos o mesmo biótipo, a diferença e que ela e loura) entrei expliquei o que estava acontecendo comigo, ela me passou uns exames e pediu que voltasse assim que estivessem prontos.

Assim fiz, quando os exames estavam prontos liguei e marquei a consulta como a agenda dela estava cheia a secretaria marcou para o ultimo horário, como era parente a secretaria foi embora e eu fiquei no consultório quando a ultima paciente saiu eu entrei, ela olhou meu exames e falou que precisaria me examinar para ver como estava minha vagina.

Vesti o roupão e deitei na maca como ela havia me orientado. abri as pernas e ela começou a me examinar .o toque dela era diferente ela metia e mexia o dedo como se estivesse me masturbando senti que ia gozar e fiquei totalmente sem graça.

Ela começou a mexer mais rápido sem querer deixei escapar um gemido, nesse momento ela começou a lamber minha buceta e chupar o meu grelo na mesma hora eu gozei na mão dela, segurei a cabeça dela e ela bebeu todo meu melzinho, ela me virou de costas e começou a lamber o meu rabo assava a língua do meu grelo ate o meu cu e isso me deixou louca de tesão, minha buceta ficou tão molhada que eu sentia meu mel escorrer por minhas pernas a cada estocada que ela dava com a língua no meu cu, eu nunca tinha gozado tanto na minha vida.

Ela me deitou com as pernas bem abertas voltou a mamar o meu grelo, nesse momento eu senti a cabeça de uma pica na entrada da minha xoxota, eu olhei pra ver o que era, e era ela com um pau de borracha, ela me pediu para avisar quando fosse gozar, ela ia mamando esfregando a cabeça da pica na minha xoxota quando senti que iria gozar comecei a gritar

- ai vou gozar, ai vou gozar

Foi quando ela meteu a pica (pau de borracha) toda na minha buceta e começou a mexer sem parar, ela me mandou ficar de quatro e botou a cabeça do pau de borracha no meu rabo, eu disse que nunca tinha dado o cu e ela disse que não ia doer, meteu novamente na minha buceta e quando a pica saiu estava molhada do meu melzinho, ela encostou-se a  entrada do meu cu e me mandou rebolar fui mexendo enquanto o pau de borracha ia entrando (nossa senhora) foi a coisa mais gostosa que eu já fiz, ela entrava e saia tão gostoso do meu rabo que comecei a gemer e gozar e ela metia cada vez mais rápidos ate que gozei nova novamente, quando ela parou eu estava exausta e ela então me disse;

- prima você esta átima.

E ate hoje minha prima me come quando to afim de uma mulher me fodendo.

  • Enviado ao Te Contos por Larissa

domingo, 26 de julho de 2026

A mamada que ela me deu não sai da minha cabeça (Maio-2026)

  

By; Pedro

Ola Te Contos, sou o Pedro, tenho 28 anos e vou contar sobre um acontecimento em um evento de trabalho em São Paulo a cerca de 2 meses atras.

O evento da empresa sempre era a mesma merda: um hotel caro pra fingir que a gente era uma grande família, open bar pra todo mundo se embriagar e esquecer que no dia seguinte ia voltar a se odiar no WhatsApp do trabalho. Eu já estava no terceiro uísque quando vi a Fernanda atravessando o salão.

Trinta e cinco anos, magra pra caralho, pele branca que parecia nunca ter visto sol de verdade, cabelo preto liso caindo até o meio das costas, rosto de patricinha que fazia qualquer um querer sujar. Vestido leve, curto o suficiente pra mostrar aquelas pernas finas, decote discreto mas que ainda assim deixava a imaginação rodar solta. Ela casada com um diretor de outra empresa, casada com aquele tipo de marido que deve achar que a esposa é só decoração de jantar de negócios.

A gente se conhecia há anos. Mesma função, unidades diferentes. Conversas de corredor viraram almoços, almoços viraram WhatsApp até altas horas. Nunca tinha rolado nada além de flerte pesado, mas naquela noite ela estava diferente. Bebida solta no corpo dela. Veio direto pra mim, pegou na minha mão como se fosse a coisa mais natural do mundo, passou a ponta dos dedos pelo meu antebraço, falou tão perto que eu senti o cheiro do vinho tinto na boca dela.

Tá me olhando desse jeito desde ontem…

Porque você tá linda pra caralho.

Mentiroso. Você tá me olhando porque quer me comer.

Ela riu baixo, aquele riso de quem já sabia exatamente o que estava fazendo. Os dedos dela apertaram meu braço um pouco mais forte. Eu estava com o pau já duro dentro da calça, batendo contra o zíper toda vez que ela se mexia.

Em certo momento ela parou na minha frente, me encarando nos olhos, boca entreaberta, como se estivesse esperando eu puxar ela pela nuca e enfiar a língua goela abaixo ali mesmo, no meio do salão. O tesão subiu tão forte que eu quase fiz merda. Foi quando a amiga dela – aquela chata de sempre – puxou Fernanda pelo braço e arrastou embora, murmurando alguma coisa sobre “hora de ir pro quarto”.

Fiquei ali, pau latejando, respiração pesada. Alívio e raiva ao mesmo tempo. Alívio de não ter beijado a esposa de outro homem na frente de metade da empresa. Raiva porque meu saco estava inchado de tesão. Assim que cheguei no quarto mandei a mensagem:

Sua amiga atrapalhou nossa conversa.

Foi até melhor, senão a gente ia fazer besteira…

Na frente de todo mundo é foda. Você poderia vir pro meu quarto…

Ela demorou uns minutos pra responder. Eu já estava deitado na cama, mão dentro da cueca, apertando o pau duro pra caralho.

Não dá. Ela vai ver eu saindo.

Então me manda uma foto dessa boceta molhada aí.

A conversa degenerou rápido. Ela começou a descrever como estava com o dedo no grelinho, gemendo baixinho pra não acordar a amiga. Eu gozei duas vezes só de ler as mensagens, mandei foto do pau babado de porra, ela respondeu que queria chupar até a última gota. Quando finalmente dormi, sonhei com ela de quatro na minha cama, cabelo preto grudado no suor das costas, gemendo meu nome enquanto eu metia fundo.

Na manhã seguinte mandei de novo:

Vem pro meu quarto. Agora.

Ela demorou quase meia hora pra responder. Eu já estava quase desistindo quando a mensagem chegou:

Tô indo.

Bati a porta atrás dela com o coração batendo na garganta. Fernanda entrou com o mesmo vestido da noite anterior, maquiagem ainda no rosto, cabelo um pouco bagunçado. Não teve conversa. A gente se jogou na cama e a boca dela encontrou a minha como se estivesse com fome. Beijo molhado, língua quente, dentes puxando o lábio inferior. Eu passei a mão pela coxa dela, subindo até sentir o calor da calcinha. Quando tentei puxar o vestido pra cima ela segurou meu pulso.

Infelizmente não temos tempo. Você esperou o evento acabar pra tomar atitude… Daqui a pouco o ônibus vai sair…

Podemos fazer outras coisas…

Abri o zíper da calça. O pau saltou pra fora, duro, veias saltadas, cabeça já brilhando de pré-gozo. Fernanda olhou pra ele como se estivesse hipnotizada. Não pegou com a mão. Simplesmente desceu a cabeça e engoliu. Aquele primeiro contato da boca quente e molhada me fez soltar um gemido baixo e gutural.

Porra, Fernanda…

Ela mamava devagar no começo. Língua girando em volta da cabeça, chupando só a ponta, fazendo barulhinho molhado toda vez que soltava. Olhava pra cima com aqueles olhos de safada, sorrindo com a boca cheia de pau. Eu puxei o cabelo preto dela pra trás, formando um rabo de cavalo improvisado, e segurei firme.

Suga forte. Só a cabeça.

Ela obedeceu. Bochechas retraíram com força, sugando a glande como se quisesse extrair a alma pelo canal. Eu sentia a língua dela apertando a fenda, lambendo o pré-gozo que já escorria. O barulho era obsceno – aquele “glub-gluc” molhado de boca cheia de pica. Eu empurrei a cabeça dela um pouco mais pra baixo. Ela engasgou, mas não puxou. Saliva escorria pelo queixo, pingando nos meus saco.

Isso, puta… engole esse pau.

Aumentei o ritmo. Segurei o rabo de cavalo com as duas mãos e comecei a meter na boca dela de verdade. Empurrava até sentir a cabeça bater no fundo da garganta, segurava dois segundos, puxava quase pra fora e metia de novo.

Fernanda gemendo ao redor do meu pau, olhos marejados, saliva escorrendo em fios transparentes. Eu olhava pra baixo e via meu pau sumindo e reaparecendo, coberto de baba, enquanto a colega de trabalho casada se engasgava gostoso.

A sacada estava aberta. Qualquer um que passasse no corredor ou olhasse pela janela do outro lado veria a cena: eu de pé, calça na altura das coxas, metendo a pica na boca da Fernanda, que estava de bruços na cama, vestido amassado, cabelo preso na minha mão. O risco só aumentava o tesão. Eu sentia o saco subindo, a porra subindo pelo canal.

Levanta… é melhor – ela pediu, ofegante, quando eu soltei a cabeça dela pra deixar respirar.

Fiquei de pé ao lado da cama. Fernanda se ajeitou de bruços, peito colado no colchão, cabeça virada pro lado. Eu agarrei a nuca dela com uma mão e a testa com a outra, posicionando o pau na boca entreaberta. E meti. Sem dó. Empurrava fundo, sentindo a garganta dela se abrir pra me receber. Cada estocada fazia um barulho molhado e profundo. Ela aguentava. Não pedia pra parar. Só gemía com a boca cheia, um gemido abafado e desesperado que vibrava no meu pau.

Toma… toma essa pica na goela, sua putinha casada…

Hmmm… glub… glub…

Eu olhava pra janela aberta e imaginava alguém vendo. Imaginava o marido dela chegando em casa e beijando aquela mesma boca que agora estava esticada ao redor do meu pau. O pensamento me deixou louco. Acelerei. Metia com força, usando a cabeça dela como se fosse um brinquedo. Saliva escorria pelo pescoço dela, pingava no colchão. O grelinho dela devia estar latejando de tesão, mas a gente não tinha tempo pra isso. Só pro meu pau.

Vou gozar… – avisei, a voz rouca.

Ela se moveu rápido. Saiu da posição, ajoelhou no chão na minha frente, agarrou meu pau com as duas mãos e começou a bater uma com força, língua de fora, boca aberta, olhos fixos na cabeça inchada. O primeiro jato saiu grosso e quente, acertando a bochecha direita dela e escorrendo pro queixo. Antes do segundo ela já tinha engolido o pau de novo. Senti a boca quente sugar enquanto eu gozava direto na garganta dela. Jato atrás de jato. Ela engoliu tudo. Não perdeu uma gota. Quando finalmente soltou, limpou a cabeça do meu pau com a língua, sugando as últimas gotas que ainda pingavam.

Ficamos ali por alguns segundos, só respirando pesado. Ela se levantou, passou a mão no queixo pra limpar o que tinha escorrido, e me olhou com aquele sorriso de safada.

Agora a gente se fodeu de verdade…

Ainda não. Ainda falta enfiar esse pau na sua buceta.

Ela riu baixo, mas o olhar dela era sério. O ônibus saía em vinte minutos. Não tinha tempo. Fernanda se ajeitou no vestido, passou a mão no cabelo e saiu do quarto sem olhar pra trás. Vinte minutos depois a gente estava sentado no ônibus da empresa, cada um no seu lugar, fingindo que nada tinha acontecido.

Durante a viagem inteira eu fiquei imaginando o que a gente ia fazer da próxima vez. Porque uma coisa era certa: aquilo não tinha acabado. A boca dela ainda precisava de mais pau. E a minha pica ainda precisava sentir o aperto daquela buceta casada.

Nos meses que se seguiram a gente se falou pouco. Mensagens curtas, profissionais, como se o hotel nunca tivesse existido. Mas toda vez que eu batia uma, a imagem voltava: Fernanda de joelhos, boca aberta, esperando minha porra. Toda vez que eu fechava os olhos no banho, sentia o cabelo preto dela na minha mão e o gemido abafado dela engolindo meu pau até o fundo.

  • Enviado ao Te Contos por Pedro



sábado, 25 de julho de 2026

O filho da minha patroa tanto insitiu que eu acabei deixando ele comer meu cú e adorei tanto que continuo dando.(05-2026)

  

By; Eveline

Ola Te Contos me chamo Eveline, tenho 28 anos, sou morena cor de jambo, baixinha, toda encorpada, cabelos lisinhos pretos e curtos na altura do meu pescoço, seios medianos empinadinhos, coxuda e com uma bunda arredondada e arrebitada muito chamativa. Sou empregada doméstica e trabalho numa casa de família classe média alta.

E quero aqui relatar uma situação na qual passei enquanto trabalhava, aconteceu a cerca de dois meses… João, o filho mais novo do casal, tem 18 anos, e desde de que completou essa idade ele começou a dar em cima de mim, querendo sobre tudo me comer o cuzinho.

- Saaii, Joãão, paaraarr (eu, enquanto lavava umas louças na pia da cozinha, me saindo dos braços do filho da minha patroa, um moleque cheio de safadeza…)

- Porra, Line, deixa vaaii?(ele, me agarrando de novo, me encochando por trás e me beijando ao lado do rosto e pescoço…)

- Me laarga, meniinoo, olha tua mãe...(eu, empurrando ele de mim e ajeitando meu vestidinho de doméstica)

- Minha mãe tá trabalhando, porra, a gente tem a manhã todinha, andaa, só um pouquinho, deixa vaaii…

- Porra, Line, mas é foda ficar no quarto sabendo que tem uma gostosa aqui na cozinha sozinha... tu me deixa muito doido, caraalhoo... por favor, vai, deixa eu te comer bem gostoso, deixa?

- Porque tu não arranja uma namorada? Faz isso que essa tua tara acaba... porra, que moleque mais taraadoorr…

- Olha aqui, ó... Tá vendo como é que tu me deixa todo dia? Olha o estado o meu pau, ó... duro feito ferro... (ele, de short meio descido e segurando o pau…)

- aaiii, João, bota isso pra lá, deixa de saliência comigo, seu moleeequiirr…

- Line, fala sério... num aguento mais ficá batendo punheta pra ti... caralho... deixa, vai? É só uma, só quero realizar minha tara, deixa? Prometo que nunca mais te incomodo...(ele, me encoxando de novo... e eu empurrando ele e falando:)

- rsrsrs, fala sério, moleque, tu deve bater muita punheta pra mim, né? Cuidado, viu, isso cega, sabia? Eu tenho um primo que ficou ceguinho de tanto que ele batia punheta rsrsrsr…

- Por favoor, Liniinhaarr, por favor, por favor, por favor, deixa vaaiirr?

- Meu deeus do ceeuu, rsrsrsr... que moleque mais taraado do caraalhooorr.. rsrsrs...(eu)

- Deixa, gatiinha gostoosa, vai? Eu coloco só a cabecinha, vaaii?

- Que cabecinha, meeninooorr? srrsrs... e tu lá sabe meter nadaaarr, me larga, vaaiimm... (eu)

- Tu me ensina... deixa, vai? Eu encaixo no teu cuzinho e tu mesma mete…

- Cachoorroo, tu só pensa em comer minha bunda, é? (eu)

- Impossível não desejar essa bunda que tu tem, Line... fala sério... olha que coisa mais gostosaa (ele, tentando tocar e eu dando um tapa na mão dele)... é o que eu mais quero, Line... por favor, vai, preciso sentir o meu pau nesse teu cuzinho... prometo colocar bem gostosinho…

- aaiii, meu deeuus, que menino chaatooorr... tu não desiste mesmo, né, seu cachoorrooorr... taraadooorr... me laaagaarr... (eu)

- Deixa, Line, por favor... meu pau tá doendo de tão duro... tu tá sentindo meu pau duro aqui atrás de ti, né? Tá duro demais, Liniinhaa... quer sentir ele dentro do teu cuzinho, quer? (nesse momento ele sussurrou isso no meu ouvidinho direito enquanto remexia a virilha encostada na minha bunda, e eu confesso que me arrepiei toda e até arfei... falando manhoso:)

- Para, moleequiirr, para de falá essas coisaaaas, rrmmmrrr…

- Gosta de escutar putaria no ouvidinho, né, safada? Faz o seguinte... tu levanta o vestido... desce a calcinha... aí eu coloco só a cabecinha do meu pau bem dentro do teu cuzinho... aí eu fodo bem devagar pra não te machucar... deixa, vai? Eu prometo que não te machuco... deixa, vai, deixa, deixa, deeixaarr... aaaaiimmrr... é sério, Lininha... eu quero comer essa tua delícia de bunda... deixa, vai? Realiza meu tesão? Por favooorr? (ele, falando no meu ouvido e me chupando a ponta da orelha)

- Espera, me solta então…

- Hã? Tu vai deixar? (ele assustou, até me afrouxou o abraço)

- Vou... mas tem que fazer o que eu pedir...me solta logo…

- aaiii, meu deeuus, que maravilhaa... fala, gostosa, eu faço o que você quiser, fala... (Ele me largou, e ficou ainda bem perto de mim, comigo de costas na pia e de frente pra ele, onde eu disse: )

- Não mete com força e nem empurra toda... tua rola é grande, moleque, olha lá, hein?... e quando tiver dentro, fode bem de leve, se não sangra, se não machuca, se não eu grito... põe bem devagar e fica socando de leve, tendeu? Eu posso ter esse bundão mas meu cuzinho é apertadinho, viu?

- Ok, pode deixar, Lininha... eu vou comer teu cuzinho tão gostoso que tu vai até pedir mais, prometo…

Bom, não é que ele tenha me convencido a dar o cu pra ele, porque na verdade eu é que fiquei com vontade, aliás, muita vontade, pois naturalmente sou fogosa, jamais havia feito algo assim na casa dos meus patrões, mas neste dia aqui me deu tesão e muita vontade pra fazer... e eu tinha noção de que ainda era cedo da manhã, e que mesmo tendo o almoço e muita coisa pra fazer, meia horinha de rola no cu não atrapalharia tanto assim... sem falar que quando ele desceu o short dele e me mostrou a rola eu fiquei sim admirada, só não falei nada pra ele não se gabar... enfim, e já disposta a dar a minha bunda, eu simplesmente virei mais uma vez de costas para ele, ergui meu vestidinho cor azul de farda acima da minha bunda, onde de cara o moleque quase teve um troço.

E se já não bastasse eu estar aqui de calcinha branquinha em renda toda enfiadinha na minha bunda morena jambo, toda redonda e empinadinha, eu peguei nas alças e a desci enroladinha pela minha bunda e coxas abaixo... diante dos olhos do moleque que se punhetava, e eu olhando para ele por sobre meu ombro direito, disse meio rindo:

- Olha, vai devagar com essa punheta, moleque... se não vai gozar antes de provar do meu cu…

Então ele deu uma parada e ficou apenas segurando o pau diante do seu short abaixado e olhando direto e sem piscar pra minha bunda... louco, louco, louco de tesão…

Assim eu coloquei meus antebraços por sobre a pia na minha frente, abri um pouco minhas pernas dando uma empinada de bunda, diante da minha calcinha toda arriada e embolada no meio das coxas, e pedi enquanto dava uma olhadinha pra ele meio que virando meu rosto:

- Vem, moleque tarado... Tu queria comer meu cu? Agora come, veeiimm…

Nossa, esse moleque veio com tudo... de pau duro e já me agarrando a bunda com as duas mãos, apertando, amassando, passando dedos no meio... e eu:

- Ei, ei, eeeii... calma, meniinooo... que porra é essa? Te acaalmaa... tem que saber tocar, João, se não eu não vou ter tesão nenhum... pega com jeito... alisa, aperta devagar, massageia gostoso, faz um carinho na bundinha da tua Lininha, faaz…

- Saafaadaaa... noossa, Eveline, que cu mais gostoosoo... caralho, eu sabia que o teu cu era uma delíciaaa... rrmmmrr... aaii que tesão da poorraaa…

- Calma, moleequii... segura esse fogo... meu cuzinho é todinho da tua pica... relaxa e curte antes de meter, vai... Agora quero que tu faça uma coisa nele bem deliciosa antes de meter…

- O quê?

- Te abaixa e põe a língua bem no meio dele, vaaii…

- Sério? Você gosta disso, né?

- Meu amor, toda mulher adora uma lambidinha no cu antes da pica entrar... faz isso, faz... faz que eu prometo dar uma chupada bem gostosa nessa tua rola, seu moleeque punheteiro…

Ele se agachou atrás de mim, com um joelho no chão, me arreganhando a bunda com as duas mãos.

Com o tesão que esse moleque estava aqui agachado atrás de mim, encarando a minha bunda assim nua e virada pra cara dele pela primeira vez, claro que ele queria mais era me obedecer e fazer tudinho o que eu pedia... assim ele foi colocando o rosto na minha bunda aberta pelas mãos dele, encostando o nariz nas minhas preguinhas abrindo e fechando, entrando e estufando e deu uma fungada... e eu me arrepiando de tesão.

Ele então se deixou levar ao ficar encarando meu cuzinho assim de frente e acabou indo além ao encostar a ponta da sua língua bem no meio... me fazendo imediatamente me arrepiar toda e gemer bem manhosa: “rraaaammmmrrr...”... meio que dobrando os joelhos diante do baque de tesão:

- aaiii, adooro, adooro, iissoo, iissoo... aaii que teesããoo... rrrmmmrr... não tiira, João, não tiiiraaa... empurra ela bem dentro, vaaiimm... rrrmmm, aassiimmm... aassiimm, iissooo, aaiii meu cuuurrr…

O moleque a essa altura estava sem controle, me ouvido gemer toda manhosa e falando tamanhas safadezas que o deixavam ainda mais estimulado... sendo que o que estimulava mesmo ele era estar aqui de cara pra minha gostosa bunda morena cor de jambo toda arreganhada e empinada nas mãos dele... e nossa, ele aprendeu rapidinho a acariciar um cu com a língua…

- Pronto, agora chupa o meu pau, veeiimm…

- Não... a gente não tem muito tempo... anda, mete logo o pau no meu cu, veeiimm... fico te devendo uma chupada outra hora com mais calma... se eu te chupá agora tu vai gozar logo, e eu quero que tu goze é dentro do meu cu, veeeiimm…

- Cachorraa... nossa, tu é muito puta, Line…

- Vem, vem, vem... coloca, coloca logo, veeiimm…

- Empina mais... assim... issso, para assim…

- Põe, João... aaiiimmm…

- Tô colocaando, poorraar, teu cu é apertado…

- Espera, mete assim não, seu poorraa, meu cu rasgaaa... para, vai... calma, ai ai aaiimm, calma, poorraa, não mete assim, eu pedi... rrmmrr… Calmaaa... põe devagar... encosta da cabeça bem no meio e vai empurrando beem devagar, veeiimm... iissoo, só a cabeça vaaii... só a cabeeça, rrmmmrr... iissooo... assiimmrr, iissoorr, entroorr... agora deixa, deixa, deixa dentro vaaiimmrr, deixa assiimm... calma calma, não mexe se não meu cu doi... rrmmrrr…

- aaaii, caralho, para de apertar meu pau com o cu, rraammmrr... assim eu vô gozar…

- Calma, poorraa, segura ele deentroo... deixa o meu cu chupá um pouquinho teu pau, vaaii... só pra acostumar, rrrmmmrr…

- Caraalhooo, porra, teu cu tá mastigando meu paauuu, rrmmmrr…

- Relaaxa, moleque, se não tu não aproveita naadaa... mmmrrr…

- Noossaaa, que deliiciaar, rrmmrr, aaii que bunda mais gostooosaa... rrmmrr... caraalho, teu cu tá chupando meu caaceeetii, rrrmmmrr…

- Vem mais, veeiimmrr…

- Quer que eu meta mais?

- Me obedeece, filho da puutaa, eu tô pediindo rola no cuuu, veeeiimmm…

- Safaadaaa...toomaa…

- aaiii, Jooããooo, aii meu cuuu... rrmmmrrr…

- Tá doendo?

- Não, filho da puutaa, tá gostoosooo... tu queria comer meu cu, agora come, veeiimm... empurra todiinhaa, empurra toodinha, veeiimm... vem mais até encostar a virilha na minha buunda, veeiimm... assiimm... aaiii, caaraalhooo, aaii moleque do cacete graandi... mmmrr... iissoo, é assim que o meu cu goosta, toodiinha deentroo, rrmmmrr…

- Caraaalho, Liniinhaarr, teu cu é muito gostoosoo, rraammmr, rraammmrr, aaii meu paauuu, rrrmmmrr…

Ele, me segurando pelas ancas e socando, batendo virilha na minha bunda empinadinha pra ele. Eu gemendo bem gostosinho pedindo mais, pedindo para me comer rapido sem parar.

- aaiii, caraalho, vô goozaarr…

- aaiiimmrr, vai gozar no meu cuzinho, vaai? Vai goza no meu cuzinho, é, seu safaadooo? Então aumeenta, vaai, aumenta a paulada nesse cu safaado, vaai, vaai, iissooor, mais raapido, assim !!!..

Eu debruçada na pia e sendo sacudida por ele atrás de mim, me segurando firme pelas minhas ancas enquanto surrava minha bunda com a sua virilha a base de muita velocidade, de pau esquentando meu cu de tão acelerado sem sair de dentro.

- aaiiii, porra, tô goozaaannn... rraaammmrr…

- Não tiiraa, não tiiraa, não tiiraaa, rraammmrr, goza no meu cu, goozaa, goozaa…

- rrrrraaammmmrrr... (ele foi diminuindo a velocidade depois da gozada dentro)

- Aguenta o pau dentro, molequii... tira nããoo... tu gozou, agora sou eu quem quero gozaa…

- Não paara... continua fudendo, vaai... faz meu cu gozar no teu pau, vaai, queria tanto meter rola no meu cu, agora meete, filho da puutaa, mete, mete não paararr, não paaraarr, rraaammr, rraammrr, rraammrr... aaiii, João, não para que o meu cu vai gooozaaarr.... rraammmmrrr…

Ele voltou a acelerar a rola no meu cu, me batendo virilha com força na bunda enquanto no meio disso eu revirava os olhos, toda debruçada na pia, de cu gozando no vai e vem acelerado do pau do moleque.

Depois ele foi parando de novo, ficando aqui só na socadinha, sem tirar de dentro. Quando ele tirou do meu cu, eu estava de preguinhas arrombadas, avermelhadas e com muita porra melando minha bucetona raspada logo abaixo e escorregando entre coxas... mas enfim... eu gemia tanto da ardência como dos espasmos me explodindo pós gozada anal... nossa, que delícia...

Eu continuo trabalhando na mesma casa, o lado bom é que sempre quando eu tenho uma folguinha nos trabalhos domésticos eu dou uma passadinha no quarto dele. Afinal, acabei ensinando muito bem ele a como comer gostoso o meu cuzinho.

  • Enviado ao Te Contos por Eveline

sexta-feira, 24 de julho de 2026

+1 da serie; Tomara que meu marido nunca descubra. By; Noêmia

  

By; Noêmia

Te Contos, me chamo Noêmia, tenho 40 anos, sou casada, sou de Campina-SP. Aconteceu no mês de Março desse ano, e ainda esta bem fresco na minha memoria.

Desde o ano passado que tem um “garoto” trabalhando conosco, trabalho em um escritório já a uns 5 anos, e ele começou a trabalhar lá. Ele é lindo, ainda, forte (sem ser exagerado) tem 22 anos, Sandro é seu nome.

Esse rapaz me enchia os olhos e com certeza eu também fazia o seu tipo, pois o rapaz me olhava com olhos brilhantes e gulosos, fazia sempre questão de sempre vir quando eu solicitava alguém para me ajudar. Sempre que chegava perto de mim, exilando seu cheiro de macho em jovem. Era um cheiro de perfume misturado com loção de barbear. Eu me lembro bem. Aquilo me fazia sair do sério. Aquele rapaz ali bem pertinho de mim, sua pele bronzeada quase junto a minha. Eu sentia as vezes os pelos do seu braço roçando ao meu braço. Pronto! Me derretia toda, sentindo meus líquidos escorrerem soltos, chegando a ultrapassar o tecido da calcinha e molhar as minha coxas. Mas eu sempre procurava manter as aparências, permanecia séria e rígida.

Mas quando via as meninas colegas se aproximando, conversando com ele eu me queimava de ciúmes. Sabia que ele era muito novo para mim. O que todos iriam dizer? Tentava convencer a mim mesma de que eu não podia estar me interessando por aquele rapaz, pois além de tudo eu sou uma mulher casada. E bem casada! Meu marido é bonito, rico, tudo o que uma mulher poderia querer. Menos em um ponto. Sexo. Não conseguia viver com o pouco sexo que o meu marido me oferecia devido ao tempo que ele gasta com o seu trabalho, eu vivia quase subindo pelas paredes. Qualquer coisa me lembrava sexo. E eu passava a maior parte do tempo me masturbando. Uma, duas, até três vezes ao dia.

Depois de me abrir com uma amiga proxima acabei ganhando dela um vibrador de presente de aniversário. Ah, como este presente me ajudou, carregava o meu caralho de borracha em minha bolsa, para todos os lugares em que eu ia. Quantas não foram as vezes que eu dava uma pausa no trabalho e corria para o banheiro feminino e me divertia com o meu vibrador, imaginando o Sandro, me fodendo loucamente.

Eu já não era dona dos meus atos.

Um dia quando estava saindo do trabalho, com uma chuva forte vi o Sandro se preparando para sair, ele pos algumas coisas em uma sacola plastica para não olhar e iria pegar um onibus, quando eu parei o carro perto e o chamei e disse para entrar, quando ele entrou disse que daria carona ele, e nossas casas nem perto era. Saimos conversando, ele é lindo, eu tava doida de tesão com ele ao meu lado e eu quase que inconscientemente, ao passar uma marcha, deslizei a mão para a sua coxa. Ele me olhou meio assustado. Tentei puxar a minha mão, mas ele foi mais rápido que eu e segurando a minha mão, me fez alisar o seu pau já duro. E então falou olhando diretamente para minha boca:

-– Sabe, que não consigo pensar em outra coisa, senão em você.

Aquelas palavras, ouvidas ali, aquela hora, naquele lugar, daquele jeito, tiveram efeitos devastadores sobre o meu corpo. Sentia-me tremer por todas as partes. O tecido da minha calcinha já não era o mesmo. Eu já ensopava o banco do carro. Então, falei decidida:

-– Quer conhecer a minha casa?

Aí vieram outras palavras maravilhosas que quase me fizeram ter um orgasmo ali mesmo no carro:

– - Adoraria! Com você vou a qualquer lugar que você me chamar.

Eu, maravilhada com a situação, cheguei em casa em poucos minutos. Entramos correndo, e fomos direto para o meu quarto, eu puxando o Sandro pela mão, lá tiramos nossas roupas bem rapidos, praticamente o empurrei para dentro do banheiro em meu quarto entrando logo em seguida, beijando sua boxa, roçava meu corpo em seu pênis duro, sentia o toque sensual das suas mãos fortes em mim, acariciando cada milímetro do meu ser. Que Homem! Pela primeira vez eu tinha escolhido bem!

Eu viajava sob o contato dos seus lábios sedosos em meus biquinhos durinhos. Suas mãos deslizavam por entre as minhas coxas, me fazendo ansiar por uma carícia mais íntima. Até não suportar mais e agarrando sua mão, levei-a até a minha xoxotinha que se derramava em águas.

Depois de poucos segundos de uma gostosa siririca, ele parou me fazendo protestar e pedir mais. Então, Sandro, sem dizer uma palavra, me tomou em seus braços fortes e me levou para a cama. Deitei em minha confortável cama e fechei os olhos. Então fui agraciada com o mais delicioso banho de língua ao qual já fui submetida. Ele ia e vinha da minha boca até os meus as meus pés, me fazendo arrepiar até o ultimo fio de cabelo. Chupava e mordia a minha língua, depois descia pelo meu pescoço, se demorava nos meus biquinhos, descia pela barriga, em meus púbis com pouquíssimos pêlos, minha coxa, minha virilha até bem pertinho da minha xoxota, chegando a lamber o líquido expelido por ela que molhava minhas coxas, e voltava por todo o caminho para recomeçar tudo de novo, deixando meu grelo duro e pulsando, querendo experimentar a seda da sua língua.

Com a voz rouca de tesão, supliquei para que chupasse minha buceta. Ele sorriu gostoso e com os seus braços fortes me virou. Senti suas mão abrindo minha bunda e senti sua língua explorando o meu cuzinho. Levei a mão por baixo do corpo, acariciei meu grelo, curtindo as lambidas no cuzinho, fechei os olhos e gozei, gozei divinamente, como nunca pensei ser possível.

Aquele rapaz definitivamente sabia dar prazer a uma mulher. Ele me virou de novo e atacou a minha xaninha, encharcada pelo meu gozo. Tratou meu grelinho com uma maestria maravilhosa, mostrando uma experiência incrível na arte de chupar xoxotas, tanto que em menos de um minuto já estava gozando de novo, agradecendo aos deuses por aquele momento.

Com a visão turva pelo gozo, vi quando ele se afastou de mim, me deixando deitada com as pernas arreganhadas e ainda arfando de prazer. Ele se posicionou e vi aparecer em minha frente um verdadeiro monumento se preparando para me invadir.

Não deixei! Queria vislumbrar aquela maravilha de perto. Empurrei Sandro na cama e segurei o seu lindo pau com as duas mãos. Nunca tinha visto um tão lindo, tão grande, aquilo era um verdadeiro presente para mim. O admirei por incontáveis segundos. Até que resolvi enfia-lo em minha garganta. E foi o que eu fiz! Chupava, mordia, lambia aquela tora, engolia até onde era possível, fazendo ele me olhar surpreso. Sandro gemia e me elogiava, dizendo ser a chupada mais gostosa que ele já havia recebido.

Resolvia ir até o fim, e com a cabeçorra dentro da boca, comecei a masturbar o caralho do meu gato gostoso. Sem ser avisada recebi uma golfada farta de leite quente em minha boca que me fez engasgar. Que delícia!! O gozo dele era tão gostoso quanto eu imaginava em minhas fantasias solitárias. Lambi todo aquele líquido branco que saía em abundância daquele pau, e escorria por meus dedos, enquanto ouvia Sandro gemer alto.

Peguei-o pela mão e fomos novamente para o banheiro para uma ducha fria, sob a água forte em nossas cabeças, ajoelhei no chão do banheiro e coloquei aquele caralho novamente na boca, chupei até ele atingir a sua envergadura máxima. Sem nos enxugar, voltamos ao quarto e eu fui novamente maravilhosamente chupada. Antes de chegar ao orgasmo, deitei Sandro na cama e disse:

-– Quero gozar no seu pau, gostoso!

Ao dizer isso, fui para cima dele e esfreguei a cabecinha daquele cacete na entradinha da xoxota, ela se abriu toda para recebê-lo e quando o senti totalmente molhado pelo meu suco fui deixando ele entrar lentamente. Antes do pau entrar completamente eu já gozava alucinadamente. Aquele pequeno orgasmo fez a minha xoxota se banhar em águas ainda mais e o pau entrou por completo.

Cavalguei aquela maravilha ferozmente e estava quase gozando de novo, quando senti o dedo médio de Sandro, mais grosso que o pau do meu marido, invadir meu cuzinho. Aí foi fui tomada por um orgasmo avassalador, meu corpo estremecia, era o gozo mais forte daquela tarde. Eu sentia o meu buraquinho piscar no dedo grosso do meu gatinho.

Após o gozo eu caí exausta sob o corpo de Sandro. Ainda sentindo o seu pau duro feito pedra dentro de mim. Saí de cima dele feito uma cobrinha e voltei a chupar aquele caralhão melado com o líquido dos meus orgasmos. Sandro, se aproveitando da posição em que fiquei voltou a bolinar o meu cuzinho. Aquele dedo atrevido explorando meu anelzinho rosado fez a minha mente se encher de idéias. E perguntei:

-– Não quer tirar o dedinho e colocar outra coisa aí??

Nem esperei ele responder, também não precisava, só o seu olhar de felicidade, respondia a minha pergunta. Corri até o meu guarda-roupa e voltei com creme hidratante. Sob o olhar curioso do meu gato, eu untei bem o meu buraquinho por fora e por dentro, colocando dois dedos em seu interior. Depois virei o meu cuzinho melado de creme para Sandro e falei:

-– Vem, mas coloca devagar, viu? Seu pau é grasso!!

Realmente, meu cuzinho só conhecia bem o meu dedinho fino, que vivia enfiado ali nas minhas constantes siriricas solitárias. Meu marido pouco nesse anos brincou com ele tornando nossas transas monótonas.

Sandro começou esfregando a cabeça do seu pau na entradinha do meu ânus, aquilo estava ficando bem gostoso, até ele começar a forçar a entrada. A glande começou a entrar e eu comecei a gritar de dor. Não ia aguentar aquilo tudo dentro de mim. Não daquele jeito. Pedi para ele parar um pouco, voltei ao meu guarda-roupa e peguei um óleo de amêndoas. Passei no meu cúzinho, untei bem e senti o seu efeito em meus músculos anais. Pedi para Sandro deitar na cama com o pau para cima. Agora eu tomaria conta da situação. Encostei o meu buraquinho guloso na cabeçorra do caralho do meu gato e forcei a passagem, senti a glande me penetrar firme. Parei um pouco, e com decisão, soltei o peso do corpo, senti aquele pau monstruoso me rasgar todinha. Quando senti suas bolas encostarem em minha bunda, dei um grito e fiquei estática.

Aos poucos fui levantando o corpo fazendo o pau de Sandro sair de dentro do meu cuzinho apertado, ao chegar na metade dele, sentei de novo e ele agora escorregou fácil. Com o pau de novo todo dentro de mim, comecei a sentir o meu corpo estremecer e senti que estava sendo tomada por um orgasmo. Aquilo era demais, nunca pensei que fosse possível um orgasmo pelo cu. Era um prazer diferente, mais gostoso do que o vaginal, só que também mais rápido. Assim que o êxtase passou, eu comecei a cavalgar aquele pau alucinadamente, querendo sentir aquele prazer novamente. E ele veio mais uma vez, mais forte, mais gostoso e mais demorado. Eu gritava e gemia, Sandro também gemia sentindo seu pau ser mastigado pelas contrações do meu ânus num gozo descomunal. Minha xoxota banhava a barriga e os pelos pubianos de Sandro com o seu líquido espirrante. Sandro, meio a gemidos, me avisou da chegada do seu orgasmo.

Acelerei os movimentos dos meus quadris e senti uma carga violenta de esperma quentinho inundar meu cuzinho, tanto que chegou a transbordar e molhar toda a minha bunda. Saí de cima de Sandro a tempo de provar aquele leite delicioso com lambidas na cabeça do seu pau, que já começava a amolecer.

Aquela foi definitivamente, a maior e melhor foda da minha vida.

Quando a minha sanidade voltou nos apressamos para nos arrumar e sair dali, meu marido poderia chegar, tomamos banho aos beijos, vestimos as roupas e eu fui deixa-lo em casa, com direito a muita safadeza no carro no caminho.

Eu me apaixonei por aquele rapaz com pouco mais da metade da minha idade. Ele esta noivo, mas ainda somos amantes e ainda transamos muito. Eu não consigo ficar longe do meu gatinho lindo e gostoso. Meu marido nunca desconfiou de nada.

  • Enviado ao Te Contos por Noêmia


Rapidinha ontem no carro aqui na orla (23-07-2026)

  

By; Miguel

Oi me chamo Miguel, tenho 24 anos, sou de Fortaleza e isso que contarei aconteceu ontem.

A umas semanas atras conheci a Liandra em um restaurante perto de onde trabalho, trocamos contato e ficamos de papo quase que diariamente. Ela é linda, bem gostosa, divertida e o ruim que é casada, só soube la pela terceira vez conversando, pois no dia que nos vimos no restaurante ela não estava de aliança.

Já estávamos conversando há um tempo, aos poucos foi rolando afinidade e desejo por meio dos nossos bate-papos. Logo percebi que ela estava afim, pois deixa claro com todas as palavras, fotos e comentários. Fomos deixando rolar e ontem resolvemos marcar de nos ver, simplesmente nos ver.

Eu disse a ela:

- “a gente se encontra, se abraça e, caso não seja o que você imaginou, te dou um cheiro no pescoço e ficamos na amizade mesmo”.

Ela concordou totalmente com o proposto e me prontifiquei a estar no endereço que passou após visitar meu irmão na casa dele. Chegando lá, deixei o carro uma rua após o local marcado, simplesmente porque eu não percebi que era contramão da rua em que estaríamos.

A avisei de que estava no local marcado, conforme o combinado. Ela falou:

- “Aguarda, estou indo”

E, enquanto isso, eu estava aguardando ansioso para ver a tal pessoa que me fez sentir todo aquele tesão e desejo. 

De longe a avistei aquele mulherão. Morena, cabelos lisos e pretos, altura perfeita. Estava usando short jeans, blusinha preta e um belo óculos de sol, afinal de contas marcamos na orla da praia. Logo que ela me avistou, veio ate mim e me abraçou forte, sem perder tempo me tascou um beijo impetuoso. O calor de nossos corpos juntos, foi realmente surreal. Nem acreditava.

Paramos de nos beijar e fomos caminhando em direção ao carro. Chegando lá, a perguntei:

- “quer entrar?”.

Ligeiramente ouvi dela: - “sim, quero”.

Puxei os bancos mais pra frente e abri as portas de trás para entrarmos mais à vontade. Nos beijamos intensamente, loucos pelo impulso e desejo que ambos criamos desde nossas conversas. Logo ela subiu em cima de mim e continuou aquele beijo de língua intenso. Nossos corpos começaram a suar muito, desabotoei o seu short e ela tirou minha camisa. Eu só ouvia dela:

- “safado, gostoso”.

Quando subi sua blusa juntamente com o sutiã, chupei seus seios como quem chupa uvas doces e lindas. Olhos castanhos, uma boca maravilhosa… E que boca!

Tirei minha bermuda, cueca e o short dela, deixando-a apenas de calcinha. Continuamos a nos beijar, o carro já estava balançando e muito quente (nem me lembrei de ligar o ar condicionado). Quando ela disse:

- “Me deixa sentir esse pau, quero ele dentro de mim!”.

Nossa aí foi o clímax de tudo. Ela me chupou, deixando meu caralho todo molhado. Depois a penetrei como um louco e, enquanto fodia, a beijava intensamente, chamava de “vadia” e de “minha putinha”. O calor era absurdo, nossos corpos escorriam muito suor, mas estávamos totalmente entregues a tarefa de fazer sexo no carro da forma mais gostosa do mundo. A sensação de saber que pessoas passavam ao redor — no caso, um homem que parou na orla e olhou dentro do carro durante uns dois minutos — era fantástica. 

Gozei, é claro, com todo aquele tesão e pura safadeza. Não muito depois ela gozou e mordeu meu ombro deixando a marca dos seus dentes em mim.

Não esperávamos literalmente que tudo aquilo aconteceria, ainda brinquei dizendo: “não era apenas um cheiro no pescoço?”. Mas ela contou que estava louca pra transar comigo desde quando me viu, agora vamos marca um encontro com mais tempo em um motel.

  • Enviado ao Te Contos por Miguel


Contratei um Garoto de Programa para comer minha esposa nessa sexta (31-07-2026)

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