terça-feira, 10 de março de 2026

Um encontro inesperado

  

by; @mrerio

Fui convidado por uma banda do sul para tocar. O baixista deles tinha sofrido um machucado sério e precisaria ficar alguns dias sem tocar. Como éramos amigos, ele nem perguntou se eu poderia cobrir as noites para ele — simplesmente fez questão de que eu fosse.

Também insistiu para que eu ficasse hospedado na casa dele. Assim poderíamos colocar o papo em dia, eu aproveitaria minhas férias, conheceria uma cidade nova e, ao mesmo tempo, ele não deixaria os amigos na mão.

Claro que eu topei.

Arrumei minha mala, meus equipamentos e rumei para Porto Alegre para passar um tempo por lá.

Cheguei com meus baixos, malas e um violão. Como meu amigo morava perto da praia, eu queria aproveitar algumas noites por lá, curtindo o som e tocando um pouco.

Em uma das noites da primeira semana, um rapaz se aproximou e perguntou se havia problema eles ficarem por perto ouvindo eu tocar. Disseram que estavam gostando do som e do clima da praia.

Eu disse que podiam ficar à vontade.

Eles se acomodaram a uma certa distância. Eu ouvia as palmas no final de algumas músicas, e às vezes até cantavam junto de onde estavam. Mas eu estava tão concentrado tocando que nem percebi quando foram embora.

Na sexta-feira à noite, a banda tinha um show marcado em uma casa de rock. O clima estava ótimo. Seríamos a segunda banda da noite — os caras já tinham uma certa fama na região — e a casa estava lotada.

Entre uma música e outra, eles me apresentaram ao público, explicando que eu estava substituindo o integrante que havia se machucado. Mesmo assim, ele estava lá todas as noites, curtindo o show bem na frente do palco.

Foi então que percebi alguém familiar ali na frente.

Uma mulher loira, de vestido preto longo, que marcava perfeitamente a silhueta. Muito bonita. Ela olhava para mim enquanto batia palmas e cantava as músicas com a gente.

Toda vez que eu olhava para ela, ela já estava olhando para mim.

Achei que fosse porque eu fazia algumas brincadeiras no palco com o guitarrista… mas ele também percebeu.

A banda se despediu, entregamos o palco para a próxima e eu decidi ficar por ali para curtir o resto da noite. Guardei meu equipamento no carro e voltei para a pista.

Foi quando ouvi uma voz atrás de mim.

Ei, baixista! Toca muito, viu? Parabéns!

Virei e era ela.

Opa! Gostou? Eu estava meio nervoso no começo… — respondi, tentando lembrar de onde a conhecia.

Ela sorriu.

Lembra de mim? Eu estava na praia aquele dia, te ouvindo tocar.

Ahhh, sim! Verdade! — respondi, meio sem graça pela falha de memória.

Cadê o pessoal da banda? Te deixaram aqui?

Eles foram embora. Têm compromissos cedo amanhã. Eu fiquei para curtir a próxima banda.

Nossa… então dei sorte.

Então, senhorita… qual o seu nome?

Valéria.

Nome bonito. Eu sou o Mr.

Mr? De onde saiu esse apelido?

Inspirado em um filme… acabou pegando.

Ela riu.

Gostei.

E você? Está acompanhada? Não estou te atrapalhando, né?

A conversa foi fluindo naturalmente. Ela contou que tinha levado um bolo das amigas naquela noite e que o marido estava em uma viagem longa de trabalho.

Eu contei que também estava sozinho, hospedado na casa do amigo que eu estava substituindo.

Quando percebi, já estávamos sentados em uma mesa com vista para o palco, curtindo tanto a companhia um do outro quanto a banda que tocava.

Quando começaram as músicas mais dançantes, fomos para a pista. Como a mesa tinha sido reservada para mim pela casa, podíamos ir e voltar tranquilos.

Pulamos, cantamos, dançamos.

Foi ali que pude reparar melhor nela.

Valéria era simplesmente impressionante.

O vestido desenhava cada curva do corpo dela. Tudo parecia perfeitamente no lugar, como uma obra de arte.

Nas músicas mais lentas ela se aproximava mais. Os braços envolviam meu pescoço, dançávamos colados, trocando algumas palavras e risadas no meu ouvido.

Então um violão começou a dedilhar uma melodia conhecida.

Nothing Else Matters.

Comecei a cantar baixinho junto com a música.

Ela me olhou.

E nos beijamos ali mesmo.

Quando nos afastamos, eu ainda meio sem reação tentei falar:

Valéria… me desculpa, eu não tive…

Ela colocou o dedo nos meus lábios.

Shhh… relaxa, bobinho. Eu estava querendo isso desde quando te reconheci no palco.

Mas e…

Está tudo bem. Eu estou liberada… e ele sabe.

Sério?

Ela pegou o celular na bolsa e me mostrou a conversa com o marido. Ele perguntava se ela já tinha encontrado alguém para aquela noite.

Ela havia respondido que tinha me encontrado e que achava que algo ia acontecer.

Aquilo me pegou de surpresa.

Puxei ela de volta e a beijei novamente.

Os lábios dela eram macios, a boca quente, a pele quente. O beijo era intenso, ardente, como se o resto do mundo tivesse desaparecido ao nosso redor.

Ela encostou o rosto no meu ouvido e sussurrou:

Quer sair daqui?

Quero… o que você sugere?

Ela sorriu.

Minha casa.

Voltamos para a mesa ainda trocando beijos e risadas. Eu paguei a conta e fomos para o estacionamento.

Ela queria chamar um carro por aplicativo, mas eu disse que estava de carro e que poderíamos ir nele.

Abri a porta para ela entrar.

Antes mesmo de ligarmos o carro, nos beijamos novamente ali no estacionamento.

Durante o caminho, a conversa se misturava com beijos roubados e olhares cheios de desejo.

Quando chegamos na garagem do prédio dela, mal conseguimos esperar.

Ela pulou no meu colo e nos beijamos ali mesmo por alguns minutos.

Subimos para o apartamento tentando manter a compostura — o elevador tinha câmera.

Mas assim que a porta da sala se fechou, ela se transformou.

Jogou os sapatos longe.

Sob a luz da sala pude vê-la melhor. Cabelos loiros caindo sobre os ombros, curvas marcantes, o vestido colado ao corpo.

Ela levou a mão às alças do vestido.

Calma… — eu disse.

Quero aproveitar você dentro dele mais um pouco.

Ela sorriu e deixou uma das alças cair lentamente pelo ombro.

Eu a puxei para perto novamente.

Ela se enrolou em mim e fomos tropeçando até o sofá, entre beijos, risadas e mãos explorando cada pedaço do corpo um do outro.

O vestido deslizou devagar.

Quando finalmente caiu, revelou o corpo que eu já imaginava desde a pista de dança.

Um corpo delicioso, perfeito para mim, eu tiro a minha camisa e ela desce a minha calça e cueca juntos. Eu a coloco sentada no sofá e levo minha boca na boceta dela, lisinha, molhada de desejo e quente de tesão.

Ela geme alto quando eu começo a chupar aquele grelo maravilhoso, que gosto maravilhoso que ela tem. Meus dedos arrancavam gemidos dela também quando começaram a brincar com seu clitóris e com sua vagina. Eu a tocava bem no fundo, chupava forte, beijava sua virilha deixando ela cada vez mais excitada.

Aos poucos vou subindo, beijando sua barriga, paro um pouco para curtir seus seios, enquanto isso minhas mãos brincavam com sua boceta molhadinha. Beijo sua boca para sentir um pouco do seu gostinho que ainda estava nela, fico por cima dela, que com uma mão direciona meu paul para a entrada.

- Mete! quero te sentir vai!

Eu com um movimento encaixo ele que deslisa fácil para dentro dela, ela geme forte ,alto, me aperta, puxa meus cabelos, morde meu pescoço. Eu aumento a intensidade dos movimentos, ela geme mais e mais, depois de um tempo ela me empurra e se ajoelha no sofa de costas pra mim. Que visão maravilhosa daquela bunda, pernas e costas. Eu chego por trás e encaixo nela novamente, que solta um gritinho, eu vou metendo e acelerando aos poucos, minhas mãos passeando no corpo dela todo, nossos gemidos tomam conta da sala e sinto ela ficar bamba, a tremer, ela goza pra mim deliciosamente, o tesão era tando que escorre entre as pernas dela o gozo.

Eu a abraço e seguro seus seios e continuo metendo e beijando ela por trás, eu já não aguentava me segurar, a voz dela, os gemidos o corpo me deixaram super excitado e eu gozo nela, que não me deixa sair de dentro e faz uns movimentos de vai e vem comigo ainda lá dentro.

- Vocẽ é maravilhosa, sabia!?

- Você acha?

- Agora eu tenho certeza!

- Então vem cá, você vai gostar mais ainda...

Ela senta no sofá e começa a me chupar, limpando nosso gozo misturado e me excitando mais uma vez...

Se a Valéria (@contos-de-valeria) gostar, posto uma continuação!

PS: Ela gostou. \o/

Enviado ao Te Contos por mrerio.tumblr.com

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