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Betina
Meu
nome é Betina, sou gaucha, tenho 39 anos e sou casada, eu sou uma
mulher feliz, dona de casa, loira, bem alta, e com a pele branquinha,
típica descendente de alemães.
Aconteceu
bem no inicio desse mês de abril, em um sábado, já perto da hora
do almoço, o sobrinho do meu marido chegou aqui em casa, ele veio
passar uns dias aqui em casa enquanto iria fazer uma prova.
Como
iria sair para o shopping com o meu marido adiantei e tomei um
banho, coloquei um tubinho preto justinho que fazia conjuntinho com
um par de salto alto também pretos e aguardei a chegada do meu
marido, que acabou tendo um imprevisto e avisou que demoraria,
chegando só após as 2h da tarde.
Na
hora fiquei muito P da vida, mas foquei no sobrinho dele as atenções.
Claudinho era um garoto bonito, magro, meio encabulado, 19 anos, após
chegar e tomar banho, vestiu um camiseta e um short larguinho e ficou
na sala vendo TV um pouco antes do almoço.
Em
nada chamaria a minha atenção, entretanto, meus olhos fixaram-se no
seu short, ele sentado, junto a sua coxa, quase saindo pela bainha,
surgia o que parecia ser um pedaço de um cogumelo roxo, não podia
ser o que eu estava pensando…
”um
palmo de short da cintura até quase o meio da coxa...não...não
podia ser isso!”
Eu
devia estar enganada...alguma explicação havia, chamei ele para
almoçar, pois o meu marido iria demorar, ele sentou a mesa, enquanto
eu iria colocar a comida. fui para a cozinha com a cabeça intrigada,
e sem esperar, senti um umedecimento entre as minhas coxas. esperei
um pouco, me recompus, e voltei á sala, tomando assento. enquanto
comíamos conversavam sobre o trabalho no mercadinho e a sua prova,
mas eu não conseguia pensar em outra coisa que não o cogumelo roxo
que eu tinha visto junto á coxa do garoto! E o pior...quando as
coisas tem que acontecer...acontecem mesmo!
Temos
uma gatinha linda que sempre bebia fica brincando em baixo da mesa, e
sempre enquanto fazemos nossas refeições, e notei que o Claudinho
tava ficando estressando com ela perturbando nas pernas dele. Então
decidi tira-la de baixo da mesa.
Minha
curiosidade chegaria ao fim!
Mais
que depressa fui para baixo da mesa, ajoelhei-me debaixo da mesa, e
enquanto a gatinha começava a brincar com seus brinquedos olhei para
as pernas do Claudinho, fiquei estarrecida! Sentado, naturalmente,
seu short havia subido pro alto das coxas, pela abertura da perna
esquerda do short estava caída uma piroca roxa apesar de mole, já
era mais grossa do que a do meu marido dura.
E
isso era só o começo, pela abertura direita do short estava caído
um saco preto com duas bolas enormes, por entre a pirocona e as
bolas, apenas o fio branquinho da divisória do short, amo meu marido
de todo o coração, mas mulher nenhuma resistiria aquela visão!
Minha
buceta encharcou na hora, palpitando de desejo imaginando as
dimensões daquela rola quando estivesse totalmente dura. Não sei
como tomei coragem, mas quando me dei conta, já estava com o rosto
pertinho daquela vara, vagarosamente, juntei meus lábios naquele
cogumelo roxo. senti o corpo do Claudinho tremer todo devido a
surpresa, mas não tirei os lábios da piroca. Esperei um pouquinho
para ele entender o que estava acontecendo...e não precisei demorar
muito, senti o pau dele inchar rapidamente na minha boca tomando uma
grossura assustadora. Sem sair do lugar, senti minha boca ficar
totalmente escancarada pelo diâmetro daquele pau preto, e percebi
quando a glande roxa bateu no fundo da minha garganta, parecia um
braço dentro da minha boca!
Mas
eu não podia perder tempo e eu comecei a sugar com força o tronco
preto, engolia a piroca até onde minha garganta permitia,
movimentando a cabeça num frenético vai-e-vém. eu podia sentir as
veias do pau pulsando no céu da minha boca de tanto tesão, tirei o
pau da boca, e fui para as bolas que saíam pela outra abertura do
short. tentei engolir as duas, mas não deu pela posição do short,
então enfiei apenas uma das bolas na boca. que delícia!
Suguei
cada uma delas com vontade, dominada pelo tesão do proibido, chupava
uma, depois outra, e finalmente lambia o saco por entre as bolas. a
piroca do garoto pulsava sozinha de prazer, quase que batendo em sua
barriga.
Dominada
pelo tesão, resolvi fazer uma loucura! Com uma das bolas ainda
dentro da boca, com uma mão comecei a punhetar vigorosamente o pau,
ele não aguentou muito tempo. Os jatos de porra grossa atingiram com
violência o céu da minha boca, cinco esguichos, todos bem fartos,
inundaram a minha boca, bebi tudinho tentando não desperdiçar nada
e nem engasgar, quando finalmente senti seu pau amolecer levemente em
minha mão. forcei a pele da piroca da base até a cabeça, fazendo
surgir uma gota grossa na ponta da glande roxa. suguei com vigor,
sentindo aquele gosto salgadinho de porra.
Minha
loucura não havia nem começado, eu não sabia o que estava
acontecendo comigo mesma!
Saí
de baixo da mesa e sentei novamente ao lado dele que me olhou sem
falar nada, como se tivesse sem entender o que aconteceu ali.
Os
olhos safados do Claudinho brilhando, retomamos a almoçar quando por
baixo da mesa, retirei um saltinho e fui com a perna esticada até o
interior das coxas de Claudinho. não me decepcionei. senti com a
ponta dos dedos que o godzilla preto já estava novamente duro como
um poste de concreto! Apenas pisquei para ele e calcei novamente o
saltinho. levantei e comecei a juntar os pratos.
Passaram-se
alguns minutos de silêncio e enquanto lavava o último prato, meu
corpo tremia de excitação, sem saber o que deveria exatamente
fazer!. Foi quando ouvi um barulho, olhei pra trás e vi o Claudinho,
totalmente pelado, com a pirocona roxa ereta. magrinho, seu pau
parecia uma terceira perna, apontando na direção da minha bunda,
fiquei imóvel, sem saber o que fazer. embaixo da mesa, não tive que
olhar nos olhos de ninguém. Ali, fiquei imobilizada de vergonha, ele
veio nu até mim, seu pau chegou primeiro, pressionando o tecido do
meu vestido de tubinho pra dentro das minhas bunda, suas mãos
levantaram meu vestido justinho até a cintura, mostrando minha
bundinha branca e empinada, por reflexo, abri ligeiramente minhas
pernas e dobrei levemente os joelhos.
Ele
então encostou seu corpo magro em minhas costas e eu senti aquele
tronco preto por entre as coxas. minha buceta respingava de tesão,
como uma louca, ainda de costas pra ele, agarrei a cabeça da rola
com as duas mãos e comecei a esfregar a xereca por cima do pau dele,
minha bunda batia em sua barriga e voltava, esfregando cada
centímetro do pau roxo, que já pingava o mel que saía da minha
buceta, eu não podia esperar mais!
Já
com a parte de baixo do meu vestidinho erguida acima do quadril,
virei de frente pra ele e abaixei a parte de cima do meu tubinho até
a cintura, transformando meu vestidinho em um cinto, e ficando
totalmente pelada, só de saltinho alto. meus seios fartos e rosados
pularam na cara dele fazendo seus olhos gulosos brilharem de
satisfação, acho que ele nunca havia visto seios tão fartos como o
meu, agarrou um dos meus peitões com as duas mãos e começou a
mamar sofregamente, sugando meu mamilo pontudo e duro, eu gemia de
prazer, sem conseguir me controlar!
Ele
sugava com força cada um dos meus seios, como se fosse a única
chance de trepar com alguém no mundo, mas eu queria mais! Estava
totalmente emputecida de prazer!. Já não ligava mais para não
fazer barulho, queria era gozar de forma avassaladora!. Sentei encima
da pia da cozinha e escancarei as coxas:
-
vem seu filho da puta! agora é sua vez de chupar esta buceta
molhada, seu safado! arranca gozo desta piranha! me chupa até gozar!
Ele
caiu de cara na minha buceta e começou a chupar com força meu
clitóris, eu gemia forte, sentindo a língua grossa dele fodendo
minha buceta com violência. Cruzei as coxas em volta de sua cabeça
e fodi com força a cara dele com minha buceta encharcada, fodi cinco
vezes a cara dele e gozei espirrando!
A
cara dele ficou totalmente melada, com gozo pingando pelo nariz e
pela boca, meu corpo ficou mole e caí desfalecida encima da pia,
esperei alguns segundos para me recuperar. Olhei para sua piroca,
havia quase que dobrado de grossura depois do meu gozo em sua cara,
não sabia se iria aguentar, mas tinha que saciar aquele pauzão,
mandei ele deitar no chão e segurar a piroca apontando pro alto, com
as mãos segurando meus seios fartos, me coloquei por cima dele e fui
agachando de cócoras lentamente.
Eu
podia ver os olhos do garoto brilhando de excitação, vendo minha
bucetinha abrir lentamente, enquanto me agachava com meus
pentelhinhos loiros desalinhados por cima da xereca, não precisei
agachar muito pra sentir a ponta do pau encostar na buceta. por
alguns segundos, fiquei dando beijinhos na glande roxa com minha
buceta molhada, levando ele a loucura do prazer.
Então
vagarosamente, mas sem parar, fui abaixando e atolando todo aquele
mostro gordo dentro de mim, fui literalmente arrombada, quando sentei
totalmente naquele caralho, senti as bolas inchadas baterem nos
lábios da minha buceta, e a cabeça do pau parecia que havia chegado
até o meu útero, estava louca de prazer novamente, comecei a
rebolar freneticamente em cima da piroca, sentindo o pau gordo
arregaçando totalmente minha buceta. eu gemia...chorava...totalmente
puta!
-
vem, vem! fode esta buceta, fode! arromba a xereca da sua puta! mete
a pirocona na mulher do teu tio corno! Vai, filho da puta! pirocudo!
arromba a tua tia vai, fode caralho!
Ele
não aguentava mais a minha coça de buceta e começou a implorar:
-
caralho tia, para senão eu vou gozar...acho que vou gozar…
Meu
tesão só aumentou, comecei a rebolar mais rápido ainda, arrastando
toda a xereca na pélvis dele, até que senti sua piroca inchar e
explodir dentro da minha buceta. a porra era tanta que enquanto eu
continuava rebolando, o esperma escorria por entre minhas coxas
misturando-se aos pentelhos crespos dele, aquilo tudo me levou ao
auge do tesão, era minha vez novamente!
Ele
já estava todo mole no chão, totalmente exausto, mas sua piroca
gorda ainda estava semi rígida dentro da minha buceta gozada, pedi
pra ele arreganhar bem as bandas da minha bunda macia, pra sentir bem
o pau todo atolado na minha buceta escancarada, e comecei a subir e
descer com violência, cada vez aumentando mais a velocidade, eu já
sabia o que ia acontecer. meu corpo todo tremia delirando de prazer,
e eu segurando...segurando…
Juntei
minhas últimas forças e joguei a buceta com força no caralho dele
e gozei com violência, atolei a piroca na xereca mais umas cinco
vezes e caí desfalecida ao lado dele.
Ficamos
ali deitados uns 5 minutos sem falarmos nada, apenas nos recuperando,
depois me levantei, dei um beijinho na cabeça do pau dele e fui para
o meu quarto tomar um banho, me recuperar melhor antes do meu
maridinho chegar.
Quando
meu marido chegou em casa, parecia que nada tinha acontecido, o
Claudinho estava na sala vendo TV e olhando umas apostilhas, e eu
fazendo um café e novamente arrumada para sair quando meu maridinho
chegasse.
Não
houve mais nada, o Claudinho foi embora na terça-feira seguinte, mas
um dia se ele voltar eu darei de novo e com gosto.