terça-feira, 16 de junho de 2026

Aproveitei bem que meus pais sairam para passear e dei gostoso pro coroa (01-Maio-2026)

  

By; Luiza

Oi Te Contos, este meu relato aconteceu no final de semana do feriado dos dias dos trabalhadores.

Eu me chamo Luiza, tenho 19 anos, eu havia ido com meus pais para o litoral e ficamos em nossa casa, perto da praia da Enseada. Todos os dias meus pais saiam para a cidade ou para algum lugar e eu ficava sozinha, curtindo a praia ou a piscina da casa, achei até legal ficar sozinha o dia todo, só ve-los antes de sairem ou no finalzinho da tarde quando voltavam.

Eu sempre tive vontade de ter sexo com alguém mais velho, um senhor, alguém bem vivido, que fosse bem dotado e fosse simpático, atraente e gostoso.

Eu sou branco, cabelos pretos, 1,64 de altura e cerca de 60 kgs, seios redondinhos e bundinha bem durinha.

Neste dia, na parte da tarde fui até a praia para descontrair um pouco e conheci um senhor, seu nome era Alberto, um homem bem simpático, forte, sorriso bonito e bem falante.

Ele me disse que estava em sua casa de praia, também ali na Enseada e que gostava de caminhar na praia para se descontrair. Ficamos conversando algum tempo, até que resolvi convidar o senhor para ir até minha casa, pois estava sozinha e a gente poderia conversar um pouco mais.

Em minha mente eu queria era levar o homem para casa e depois sentir sua pegada, queria ver se ele me faria sentir gosto em ser enrabada, em poder chupar uma piroca e mamar seu leite como gostoso. Ele concordou e seguimos para minha casa.

Logo que chegamos, liguei a Tv e nos sentamos no sofá, eu fiquei bem ao lado dele, colocando minha mão sobre sua perna. Ele notou minha intenção e facilitou minha vontade de tocar seu pau. Ele abriu sua bermuda e deixou seu cacete lindo saltar para fora da cueca, era lindo e grande, era grosso, cheio de veias salientes, pelôs brancos aparados, a cabeça era lisinha e vermelha, eu não aguentando o tesão, comecei a lamber com carinho aquela rola e aos poucos fui fazendo um vai e vem em minha boca, eu sentia a cabeça do seu pau chegar ao fundo de minha boca, quase me sufocando, mas eu queria era sentir seu leite, queria engolir tudo, queria se pudesse, engolir até suas bolas.

Ele começou a tremer e então seu pau bastante inchado e duro, me presenteou com seu leite quente e viscoso, algo meio que agridoce, mas que era gostoso, engoli tudo e comecei a lamber sua pica até deixa-la bem limpa. Tirei minha roupa e me deitei sobre o sofá e pedi para ele me comer com sua pica maravilhosa.

Ele se despiu também e se deitou sobre meu corpo, senti seu peso e me preparei para aquele momento, onde eu seria uma mulher para um senhor, sua pica começou a tentar me penetrar, minha buceta estava bem meladinha, então engoliu gostoso o pau dele, ele começou a me comer no começo, devagar, lentamente, me beijando, ora chupando minha língua, ora chupando meu pescoço, quando estava bem quente, ele começou a meter mais rapido, seu pau entrava e quase saia de dentro da minha buceta, suas bolas batiam mais rapidamente em mim, gemia eu e gemia ele, prendi ele com minhas pernas e falei pra meter mais rapido e forte e ele socou com força.

Seu pau estava bem duro, era a hora que eu queria, após um beijos, pedi pra ele comer meu cuzinho, dava pra ver a alegria dele, me beijou toda, chupou meus peitos, eu me virei, deitando de costas, deixando a minha bunda toda pra ele,que beijou minhas costas, beijou e mordeu minha bunda, depois ficou curtindo sem presa nenhuma o meu cuzinho e minha buceta assim por tras, ate começar a deita-se por cima de mim, afastei as pernas e senti seu pau forçando a entrada, mas meu cúzinho ainda virgem não estava pronto para tal invasão.

Sentindo que aquilo estava meio difícil, falei que iria pegar um creme de minha mãe para facilitar. Lambuzei meu ânus e a pica dele, que estava muito dura, veias altas, e me deitei para a invasão anal.

Aos poucos senti que estava sendo penetrado por aquele mastro e comecei a gemer de dor e prazer, senti os pelos dele roçarem minhas nádegas, uma pausa, elogios e xingamentos, ele tava tarado, devagar começou um vai e vem no meu cu, um pouquinho, fomos ficando de ladinho, seu pau já todo dentro, e ele foi me comendo gostoso, a dor já nem existia, minha buceta piscava, ora eu tocava uma siririca ora ele tocava pra mim.

Ele no meu ouvido pediu para eu ficar de 4, ele tirou seu pau, eu fiquei de 4, no sofa da sala, olhando la para fora, então ele meteu seu pau, entrou, ardeu um pouquinho, ele deu uns tapas na minha bunda, apertou, me chamando de putinha, dizendo que eu seria uma puta perfeita, era só eu querer, então segurou na minha cintura e castigou deliciosamente o meu cuzinho, não mais virgem, logo uma enxurrada de porra me encheu por dentro.

Foi algo sensacional, eu era a putinha do velho, eu estava com meu cu desvirginado. Ficamos algum tempo deitados com sua pica todinha dentro de mim, até que senti ela amolecer e deixar um vazio em mim. Fomos ao banheiro e juntos nos banhamos, onde ainda pude fazer um belo boquete nele.

Trocamos contato, ele se arrumou infelizmente tinha que ir pois já estava perto dos meus pais chegarem, mas disse que avisaria caso ficasse sozinha no dia seguinte, mais cedo assim ele poderia vir e curtirmos mais tempo.

No dia seguinte, logo pela manhã ele voltou em minha casa e transamos muito, me gozou bastante, foi um feriadão bem gostoso.

  • Enviado ao Te Contos por Luiza

segunda-feira, 15 de junho de 2026

Uma deusa dos meus sonhos - Parte II

  

By; @mrerio 

Essa é a parte I!

Não demorou muito tempo depois que tomei banho e deitei do lado dela para que ela acordasse, apesar do frio pediu para tomar um banho, me convidou para fica ali no banheiro conversando com ela e assim o fiz. O papo estava ótimo sobre séries, filmes e livros, as teorias que envolvia cada um deles e até de alguns que já haviamos visto pela indicação nossa mesmo.

Parecia que era amigos de longa data, se bem que conversando um com o outro dentro do box estávamos mais para namorados mesmo.

Ela abre o box e me pede a toalha, exibindo aquele corpo lindo e molhado e quando fui entregar ela me puxa pra pertinho dela e pergunta:

- Não quis vir por que?

- Fiquei sem jeito!

- Você? Sem jeito?!

Ela me puxa um pouco mais pra dentro do box e joga a toalha na pia, gente se beija e ela vai tirando a minha camisa, eu a abraço forte e logo em seguida vou tirando o short. Mais uma vez minhas mãos passeavam pelo corpo dela, a sensação do toque da pele molhada dela na minha era incrível, pele branquinha, lisa, gostosa de tocar.. O beijo dela era quente e a mão dela raspando as unhas nas minhas costas estava demais.

Ela liga o chuveiro e eu a pego no colo ali mesmo, ela me abraça com suas pernas lindas na altura da cintura, sinto seu quadril se movimentar enquanto me beijava, se excitando em mim enquanto meu pau raspava na sua boceta com o movimento.

Eu beijava sua boca, seu pescoço e respirava forte bem perto do seu ouvido, ela gemia baixinho enquanto eu a pressionava contra a parede segurando aquela bunda linda com minhas mãos.

A água quente escorre pelo nosso corpo acaricia a nossa pele e aquece ainda mais o clima entre a gente, eu aproveito para beijar os seios dela, que já estavam durinhos, beijo cada pedacinho deles, mordisco seus mamilos, chupo com força cada um deles e vou descendo, colocando ela no chão, minha boca passeia pela barriga, umbigo, até chegar em sua boceta.

Ela coloca uma perna sobre o meu ombro, eu beijo sua coxa e vou chegando aos poucos perto se sua virilha, ela geme e puxa meus cabelos, escuto ela respirar fundo enquanto passo minha lingua e dou mordidinhas, minha mão começa aos poucos a tocar seus lábios até encontrar seu clitoris, ali eu brinco com minha língua e com meus dedos, que aos pouco vão a penetrando e movimentando dentro de sua vagina, que estava quente e úmida já dos meus toques.

Seus gemidos se intensificavam, suas mãos apertavam mais ainda meus cabelos e sua respiração ficava cada vez mais forte. Ela movimentava o quadril pra frente e para trás, raspando ainda mais sua boceta em meu rosto, minha língua indo mais fundo ainda a fazia delirar, gemia alto e afundava cada vez mais meu rosto nela com suas mãos. Ela tocava seus seios, mordia os labios e me olhava pedindo para que eu não parasse nunca o que eu estava fazendo, sua outra mão apertava um dos lados de sua bunda deixando uma marca dos cinco dedos nela. Sua coxa pesava no meu ombro e sua perna me puxava mais ainda para ela intensificando o rebolar de seus quadris na minha boca, seu gosto escorria em minha lingua com seu gozo misturado com a água do chuveiro que nos molhava.

Sua pele arrepiava, minha boca a chupava fortemente e isso durou por mais de meia hora, os gemidos dela eram hipnotizantes, ela tremia e forçava mais a boceta na minha boca, ela gozava na minha boca e nos meus dedos, gozava forte, ao ponto de esguichar no meu rosto, o que me faz querer chupar ela mais ainda, arrancar cada gotinha de gozo que ela pudesse oferecer.

- Ai, Mr. Pára!

- Só mais um pouco... - Eu pedia.

- Minha nossa, você não pára!!

- Quero mais…

- É que tá... Minha nossa... Aaii.…

- Ainda quer que eu pare…

- Não...

Eu continuo por mais um tempo até ela puxar meus cabelos pra cima me fazendo levantar, aí ela encaixa bem na direção do meu pau e pede para que eu a fodesse, raspando o grelo na cabeça do meu pau. Eu enfio ele bem fundo nela, fazendo ela gritar no meu ouvido, eu continuo colocando e tirando dela forte, segurando ela pela cintura, beijando sua boca, fazendo com que ela sinta o próprio gosto nos meus lábios.

Um tempo depois ela pede para que eu parasse e fica de costas pra mim, eu a agarro por trás e começo a penetrar de novo, dessa vez eu seguro seus seios com força, mordo seu pescoço molhado, beijo aquela boca carnuda.

Novamente ela para meus movimentos.

- Espera, quero ver se dou conta!

- Dá conta do quê?! - Eu retruco.

- Disso...

Ela empina ainda mais pra mim, mas dessa vez com uma mão abre bem a bunda pra mim e com a outra mão aponta meu pau para seu cuzinho, eu fico maluco com isso.

- Vai, me come assim!

- Tem certeza?

- Tenho, mas vai de vagar!

Eu forço a entrada de vagar e ela vem para trás fazendo com que eu entrasse mais rápido, ela morde os lábios e dá uns gritinhos enquanto meu pau entra em seu cuzinho, era a primeira vez que eu fazia isso, confesso que eu estava empolgado e perdido ao mesmo tempo.

Era mais quente que a boceta, mais seco, mais apertado e difícil de entrar, mas era uma sensação muito boa, ela gemia de dor e prazer e para ao sentir sua bunda encostar em mim.

- Deixa eu acostumar agora, mexe aos pouquinhos tá?

- Assim?

- Isso... Nossa que gostoso... Caramba…

- Minha nossa... É melhor do que eu pensava!

- Está gostando?

- É demais!

E vou fazendo movimentos de vai e vêm dentro de sua bunda, meu pau pulsava e ficava cada vez mais duro ainda dentro dela, ela soltava gritinhos finos pedindo para fazer mais.

Aos poucos ela mesmo vai acelerando os movimentos e pega a minha mão e a coloca em sua boceta pela frente e nós dois a tocamos fazendo com que a fodesse por trás com meu pau e pela frente com meus dedos. Eu sentia o interior dela apertar meu pau e nossos dedos, sua bunda hora tentava me expulsar de dentro dela e hora me puxava para dentro, que sensação deliciosa, seus gritos, seus toques, beijos, estava tudo sensacional, ela ficava mole nos meus braços, suas pernas tremiam e bambeavam e eu a segurava forte e metia mais ainda forçando seu corpo contra a parede.

Eu também começo a pulsar dentro dela, bombo forte e começo a gozar dentro, era uma sensação que eu nunca havia sentido, meu gozo a lubrificava e facilitava um pouco mais entrar e sair dela, eu solto gemidos em seu ouvido que geme pra mim também.

A gente se beija cansado, sorrimos um para o outro e eu saio de dentro dela, ela respira fundo novamente.

- Ai, eu to toda ardida…

- Nossa, bom demais…

- Gostou?

- Foi uma maravilha…

- Lembrei que me disse que nunca tinha feito e como me deixou tão excitada que quis te dar esse presente.

- Presente mais gostoso que já recebi.

A gente conversou por mais um tempinho e nos demos um banho gosto, parecíamos namoradinhos, se tocando, se lavando, beijando e sorrindo de bobos.

- A gente pode deitar agarradinho? - Ela me pede

- Eu estou um pouco cansadinha.

- Agarradinhos assim? Sem nada?

- E como você pensou que fosse?

- Achei que ia me pedir uma camisa pra usar de pijama.

- Quero sentir esse pau duro de manhã quando acordar.

- Então eu vou te agarrar bem gostoso então.

- Mas de manhã eu quero de novo, tá?

- Não penso em café da manhã melhor!

A gente deita com a tv ligada ainda, brilho reduzido, som baixo, minhas pernas embolavam com as dela, eu beijava seu pescoço e a abraçava segurando seus seios.

- Nossa, assim vou dormir gostoso mesmo! - Ela diz.

- É pra te deixar mais quente!

- Está conseguindo!

A gente conversa e namora por mais uns minutos até que nós dois pegamos no sono.

Que noite maravilhosa, que mulher maravilhosa!

domingo, 14 de junho de 2026

Transamos no carro parado na estradinha de terra... (Maio-2026)

  

By; Souza

Oi TeContos, me chamo Souza, tenho 35 anos e sou casado. O que vou contar aconteceu a pouco tempo. Foi em uma festa da minha família, ou melhor, família da minha esposa. Em um sítio em São Lourenço da Serra, estavam reunidos, cunhados(as), primos(as), tios(as) e etc... .

Minha esposa tem uma prima, que é muito chegada nossa, aliás ela e o marido, a tal ponto de eu ter liberdade o suficiente para chamá-la de gostosa, tesão e etc, e isso na frente do marido dela que leva na boa. Sempre tive uma pequena queda por ela; descendente de libaneses, olhos meio puxados, pele branca e brilhante, cabelos negros, uns 29 anos, enfim um tesão. Eu, um sujeito normal, pele branca, 1,78m, 79kg, olhos e cabelos castanhos e cavanhaque, normalíssimo.

Foi no sábado a tarde, eu tinha acabado de jogar bola com os primos e cunhados e estava suado e sujo, e o pessoal resolveu prolongar a festa para noite, pois era sábado mesmo e estava todo mundo a fim de ficar mais. Ela foi pega de surpresa pois tem uma filha pequena e não tinha levado leite o suficiente, teria que ir até a cidade comprar. Me ofereci para leva-la pois o maridão estava na churrasqueira, perguntei se minha esposa queria ir, mas estava de papo com as tias. Fui eu e ela então, ela estava de vestido, bem soltinho e curto e eu apenas de short, tênis e meião de futebol.

Quando ela entrou no carro falei, brincando que ela estava um tesão, queria come-la; sabe aqueles “papinhos” que você está louco para falar sério mas fala brincando??? Então, era o meu caso.

No caminho fomos conversando normalmente e ela quando falava, ficava pondo a mão na minha perna toda a hora e eu comecei a falar coisas maliciosas pra ver onde chegava.

Nessas de colocar e tirar a mão na minha perna, chegou uma hora que ela deixou a mão, ficamos em silêncio alguns minutos, não sei o que deu em mim em abraça-la, como namorados andando de carro como se fazia antigamente, e ela se encostou em mim, automaticamente, minha mão foi direto no seio dela, por dentro do vestido e tudo, diretão, sem falar nada.... até eu gelei, mas ela não falou nada só emitiu um som tipo – hummmmmm.

Ela já colocou a mão no meu pau e pediu pra diminuir a velocidade, puxou meu short de lado, puxou pra fora e começou a fazer um oral daqueles que você só vê em filme; bem devagar, passando a língua na cabeça, o colocava todinho na boca e ficava mexendo com a língua, enfim uma coisa bem delicada, sem pressa nenhuma, quando percebi que ela estava gozando, sem eu fazer nada pois estava dirigindo; ela gozava só de chupar, não deu 1 minuto gozei também, quase que eu murchei de tanto que gozei e ela engoliu tudinho. Eu adoro uma chupeta e do jeito que ela fez.... UAU!!!

Bom, terminada a seção de oral, ela continuou com a cabeça deitada no meu colo e eu dirigindo. Não deu 10 minutos, ela abocanhou de novo, mesmo com ele mole começou a brincar com meu pau na boca, mordia, chupava, fazia de tudo com ele e o FDP morto, e eu pensando

levanta seu bosta, quero outra, LEVANTA FILHO DA PUTA!!!!”

Acho que ele ouviu e começou a ficar duro de novo, só que agora quero fodê-la, encostei o carro, abri o capô do motor, abri as portas do lado do passageiro, simulando um carro quebrado e pedi pra que ela deitasse no banco, levantei seu vestido puxei a calcinha e chupei aquela delícia com tanto gosto, eu simplesmente não parava, chupava mesmo, enfiava a língua lá dentro tipo beijo de língua, ela urrava de tesão, mordia seu clitóris, prendia-o com os dentes e passava a língua, sugava ele pra dentro da minha boca, dava lambidas que vinham do seu cuzinho até o umbigo, ela gozou 2x sendo que a primeira até espirrou no meu rosto de tanto tesão que ela estava e meu pau duro como uma rocha.

Pedi para ela sair do carro e ajoelhar, em seguida ela debruçou no banco do passageiro ficando com aquela bunda deliciosamente branquinha virada pra mim, não resisti e meti minha língua em seu cuzinho fazendo movimentos circulares com minha língua. Dei-lhe uma lambida que foi do cuzinho até a nuca e para dar essa lambida homérica, tive que me levantar e aproveitando o ensejo meu pau com mira telescópica bateu direto naquela bucetinha maravilhosa só que não quis enfiar direto; pô, não assim que se come, é devagar.

Me ajoelhei e coloquei a cabeça e o segurei com minha mão pois ela forçava a bunda pra trás pra entrar tudo, pedi calma a ela e fui colocando bem de leve, puxei toda a pele do meu pau pra trás liberando a cabeça e fui enfiando lentamente fazendo movimentos com o meu quadril pra direita e para a esquerda e ela também fazia esse movimento rebolando pra mim.

Quando entrou até o fim, abracei sua cintura e a apertei para entrar tudo mesmo. Foi o primeiro orgasmo dela, e com meu pau todinho lá dentro comecei a come-la de verdade, pegava em sua cintura e puxava em direção à minha, acariciava seus seios, puxava seus cabelos como uma rédea até que ela gozou novamente, perguntei se podeira gozar dentro pois eu estava quase lá e ela achou melhor não, e sugeriu sexo anal o qual adorei pois minha esposa não curte e eu adoro isso.

Aproveitando que meu pau estava totalmente lubrificado pelos orgasmos dela coloquei meu pau em seu cuzinho e fui empurrando pra dentro bem de leve e com os dedos dentro da bucetinha dela tocando uma siririca. Consegui enfiar até o fundo só que lentamente pois tinha medo de machucá-la, mas ela rebolava forte e estava gostando, quando chegou a hora de eu gozar, abracei-a pela cintura e ficamos em pé; ela com a bunda arrebitada e eu por trás a espremendo no carro, apertei com tanta força que eu a levantei do chão e gozei como um louco novamente, fiquei com meu pau dentro dela até amolecer novamente e quando tirei escorreu um rio de esperma em suas pernas.

Como estávamos em uma estrada de terra foi fácil parar em um laguinho e dar aquela lavadinha básica nas partes e seguir até a cidade fazer o que tínhamos que fazer.

Na volta, ela veio o tempo todo com a mão dentro de meu short só segurando meu pau e beijando minha barriga e passando a língua em meus mamilos. Só que não dava pra fazer mais nada, tínhamos que voltar.

Chegando lá, eu de pau duro ( nem eu acredito ), tive que abrir novamente o capô do carro e ficar uns minutos fingindo que mexia nele esperando o amolecer e ela como se nada tivesse acontecido foi entrando, falando com todo mundo na boa.

Já nos encontramos 2x após disso.

  • Enviado ao Te Contos por Souza

sábado, 13 de junho de 2026

Realizei o desejo de ver minha mulher dando pra outro. (2026)

  

By; Ari

Oi TeContos, me Ari, tenho 30 anos, e minha esposa tem 29 anos. Confesso que sempre tive o desejo de ver minha esposa fodendo com outro, mas nunca tive coragem de contar, sempre tirava fotos dela e vídeos pra ver depois.

Aconteceu que arrumei emprego em São Paulo e conheci uma mulher. Começamos a ter um relacionamento e o negócio esquentou tanto que não queria mais saber da minha esposa, ela fazia coisas que minha mulher não gostava de fazer. Porém, um belo dia a moça com quem eu estava saindo ligou para mim e, para o meu azar, foi minha esposa que atendeu. Acordei com ela chorando e jogando o celular em mim.

Nós nos separamos por um mês, depois ela me procurou dizendo que queria voltar. Falei que não dava, que estava gostando de outra pessoa, e assim os dias foram passando, ela sempre querendo voltar.

Certo dia minha esposa ligou dizendo que estava passando mal, se tinha como eu ir vê-la. Resolvi ir e, para minha surpresa, ela estava bem ruim mesmo, continuava falando que me perdoava e para voltarmos ela faria qualquer coisa por mim.

Em uma de nossas conversas, falei que queria muito vê-la transando com outro e comigo ao mesmo tempo. Ela ficou meio desconfiada, mas também sabia que eu era muito tarado, acabou aceitando. Tudo combinado, falei que chamaria um amigo de infância confiável, pois sabia que ele não falaria pra ninguém, já que era casado também. Liguei pra ele, contei que aquela fantasia que tínhamos de ver nossas esposas transando com outro iria se tornar realidade. Ele aceitou na hora, eu já tinha mostrado algumas fotos e vídeos da minha esposa para ele: ela é baixinha, os peitos muito gostosos e um corpo que qualquer um gostaria de apreciar.

Marcamos o dia e esperamos até a noite. Ela disse que ele poderia entrar na nossa casa apenas quando estivesse pronta, então foi se arrumar, tomou banho e colocou uma lingerie preta transparente. Confesso que comecei a ficar nervoso e com tesão ao mesmo tempo, pensando que eu veria minha esposa chupando outra rola, veria minha mulher com outro. Ela saiu do banheiro e meu coração estava a mil, tremia muito, estava nervosa também, mas já era tarde, meu amigo estava chegando.

Fui tentando deixá-la mais tranquila e, de repente, o telefone tocou: meu amigo tinha chegado. Fui abrir o portão e ela ficou em nossa cama deitada. Ele queria tomar um banho primeiro e enquanto ele estava no banheiro, eu tentava acalmá-la mais, que estava muito tensa. Ele saiu do banheiro só de cueca, com vergonha, e veio pra cama. Minha esposa disse um oi tímido e ele todo vermelho, sem saber o que fazer. Então tomei a iniciativa e comecei a beijá-la, ela disse pra ele chegar mais perto e começar a passar a mão. Em troca, minha esposa começou a passar a mão no pinto dele, por cima da cueca, que delícia ver aquela mãozinha pequena ali, meu pau já estava latejando.

Depois, ele foi descendo até tirar a calcinha dela e começou a chupar, e eu beijando-a para distraí-la. Ela dava uns gemidos tímidos, mas estava gostando, só não queria demonstrar para eu não pensar que ela fosse safada, era certinha em tudo. Ela olhou pra mim e pediu para eu falar o que ela tinha que fazer. Disse para me chupar enquanto meu amigo dava um banho de língua nela, então ele se levantou e tirou a cueca, ela começou aquele vai e vem no pinto dele, que estava meio murcho por causa do nervosismo.

Ficamos em pé e ela começou a chupar os dois, meu pau estava explodindo e o dele ainda meia boca. Vi que ela chupava mais meu pau do que o dele, então, sai de cena e deixei ela só com o pau dele na boca. Começou a fazer de tudo para ver se o pau ficava duro, lambia da cabeça até as bolas, o pau dele era maior do que o meu.

Essa é a grande fantasia que muitos casais têm: ver sua amada fodendo com um pau maior que o próprio.

Foi aí que ele começou a gostar, enfiou a mão por baixo dos cabelos da minha esposa e iniciou o vai e vem. Ainda olhou pra mim e disse que ela chupava gostoso. Quando o olhei e vi que seu pau estava duro e ela chupando com vontade, me aproximei para que chupasse o meu também. Quando pegava no meu pau e no dele dava pra ver a diferença, o dele era grosso e com uma cabeça enorme, que ela batia na cara lambia e chupava as bolas. Eu já estava quase gozando, mas com medo de ser o primeiro, passar o tesão e me arrepender do que estava fazendo.

Deitei na cama e ela ficou de quatro enquanto me chupava. Ela sempre falava que gostava das bolas batendo na buceta quando ficava  de quatro. Estava muito gostoso e não aguentei, acabei gozando, meu pinto ficou mole na hora. Levantei e sentei na cama enquanto meu amigo comia ela de quatro, cheguei mais perto pra ver o entra e sai daquele pau na bucetinha dela, confesso que já estava ficando meio com ciúmes de ver aquela cena.

Percebi que ela estava gostando e logo pedi pra ele gozar rápido, falei pra deitar e ela ir por cima, mas é pequena e ficou um pouco ruim, não conseguia sentar direito no pau dele. Então ela deitou e ele foi por cima, começou a meter devagar e estava com a boca bem no ouvido dela, falando alguma coisa.

Começou a fazer mais rápido e socava mais fundo, então, ela levantou as pernas de um jeito que nunca fez comigo, meio que colocou nas costas dele, perto do quadril e travou as pernas. Me deu um ciúmes danado, falei pra ele gozar logo, já que meu pau não subia mais.

Minha esposa começou a se contorcer toda e ele sempre no ouvido dela, que começou apertar a bunda dele como querendo que metesse mais fundo, aí não aguentei e pedi para ela parar. Ele saiu de cima dela, meio sem graça, e disse que a camisinha estava atrapalhando a gozar.

Nessa hora achei que tinha acabado, pois sabia que minha esposa não daria pra ele sem camisinha.

Foi então que minha esposa perguntou se na hora de gozar ele conseguiria tirar e não gozar dentro. Fiquei espantado, ela estava cheia de tesão e doida pra ver aquele homem gozar, estava se sentindo poderosa em saber que conseguia fazer outro pau gozar.

Nesse momento eu vi o que tinha feito, uma mistura de tesão com ciúmes. Fiquei de pau duro de novo, ela deitou, colocou aquele pau na bucetinha dela e começou a meter. Apertava ele de um jeito que eu nunca vou esquecer.

Ele já estava a ponto de gozar, começou a ir bem rápido, minha esposa dando gostoso demais, dava uns gemidos bem de leve. Então ele tirou o pau pra fora e gozou em cima da barriga dela e nos peitos, depois disso se trocou e foi embora.

Ficamos sem falar nada. Hoje não tocamos mais no assunto e, em relação a sexo, ela melhorou bastante, faz coisas que não fazia antes e isso me deixou mais apaixonado por ela. Já tentei outras vezes fazer de novo, mas ela não quer mais, só fantasiamos na cama quando assistimos alguma coisa que deixa ela com tesão.

É muito gostoso ver sua esposa dando pra outro, mas estejam preparados, porque ela vai gostar. Uma dica que eu dou: nunca goze primeiro que o cara que vai comê-la.

  • Enviado ao Te Contos por Ari

sexta-feira, 12 de junho de 2026

Minha vida de mulher que traí começou assim.

  

By; Marcia

Ola Te Contos, meu nome é Marcia, tenho 37 anos, sou branca, fofinha, dona de casa, mas me cuido muito bem, faço academia, não para ficar sarada, mas para manter o meu corpo mais ou menos em forma.

A mais ou menos 2 anos meu marido começou a ter problema de impotência, e eu, como sempre fui muito fogosa, e gosto muito de sexo, comecei a a sentir falta do sexo, passei a me masturbar com mais frequencia, a usar vibrador, o que me ajudava, mas não resolvia a falta de sexo.

Meu marido fez tratamento mas, apesar de melhorar, não voltou a ser o que era, trepávamos todos os dias, as vezes duas vezes, pela manhã e a noite, principalmente aos finais de semana, e passamos a trepar uma ou duas vezes por semana.

Com a falta que estava sentindo eu acabei caindo em perdição e um dia acabou acontecendo de traí-lo, e foi com um novinho da academia.

Eu sempre fui para a academia na parte da tarde, por volta das 13h, quando ela fica mais vazia. Nesse dia, eu estava tendo dificuldade com um aparelho e Leo (filho de uma conhecida) um rapaz, bem jovem, se ofereceu para me ajudar, eu estava em pé, puxando uma corrente com um peso, e estava fazendo errado, ele veio por trás de mim e começou a me ensinar o movimento correto, e nossos corpos acabaram se encostando, e logo comecei a sentir o pau dele bem duro na minha bunda, senti um misto de repulsa e tesão, não sabia se me afastava ou deixava rolar, o tesão falou mais alto e acabei deixando seguir.

Um tempinho e ele foi ficando cada vez mais abusado, como só estávamos nós dois naquele ambiente da academia, ele foi se esfregando em mim descaradamente, chegando a por a mão na minha bunda, nesse momento eu falei;

- "opa, o que está fazendo?"

E ele não se intimidou, disse que eu tinha cara de safada, que estava querendo rola, e apertou pau, dizendo;

- está duro pra você vem chupar

Eu olhei e fiquei sem ação, ele se aproximou e meteu a mão no meio das minhas pernas, esfregando minha buceta, eu já estava molhada, mas me sentia medo de alguém nos ver e disse;

- "para com isso, sou casada, se alguém nos ver assim vai dar merda"

E ele; - "seu marido nem vai saber, quero te comer"

Ele me agarrou, me deu um beijo de lingua e passou a mão na minha bunda, peitos e buceta, acabei me rendendo. Ele me levou para o banheiro, eu estava assustada, entramos em um box, ele fechou a porta e abaixou o shorts, e aquele pau duro, apontando pro céu apareceu, não resisti e caí de boca, que delícia de pau, chupei com gosto, ele segurou minha cabeça e começou a foder a minha boca com força, eu nunca tinha feito isso antes, apesar de ter tido uma vida sexual intensa com meu marido, ele sempre foi carinhoso, nunca me tratou como objeto, e o rapaz me fodendo a boca com força e encheu minha boca de porra, e uivava de tesão, e disse;

- "engole tudo sua puta, vagabunda"

Em seguida abaixou minha calça e calcinha, fez eu me inclinar para a parede e já com o pau duro de novo, meteu na minha buceta, mais uma foda forte, sem dó, dizendo;

- "toma pica sua puta, tâ melada, tu gosta de pica né, vou te arrombar, devolver você pro seu corno cheia de porra"

E fodeu, eu estava adorando, nem ligava para os palavrões e insultos que me fazia, estava muito bom, comecei a gozar e ele disse;

- "isso vagabunda, goza no pau do seu macho, piranha filha da puta, toma pica”

E por fim gozou dentro de mim, só aí me toquei que não usávamos camisinha, e me preocupei, mas ao mesmo tempo estava realizada.

Depois desse dia, fiquei um bom tempo trepando com ele, as vezes na minha casa, outras vezes em motel.

Hoje tenho transado com um outro cara, tambem casado, e esta muito bom.

  • Enviado ao Te Contos por Marcia

quinta-feira, 11 de junho de 2026

Rapidinha no carro com o casado pós balada (06-06-2026)

  

By; Tati

Oi TeContos, sou a Tatiane, tenho 22 aninhos, e quero contar uma loucura gostosa que fiz durante uma balada. Foi sábado passado (6 de Maio).

Estava na balada, e com muita vontade de ser desejada por alguém, já que estava sozinha fazia uns 5 meses, necessitando de carinho rsrs. Acabei conhecendo o Marcelo, lindo, 28 anos de idade. dançamos, conversamos e logo ele me convidou para um passeio no carro dele, eu ate pensei em não aceitar afinal vi que era casado, mais eu doida para ganhar uns beijos aceitei kkk...

Rodamos pela cidade até encontrarmos um local próximo de uma rua com pouco movimento, e ali começamos à nos beijar, e eu com muita vontade de ser desejada, sentia meu tesão aumentando naquela hora, e ele percebeu minha excitação e não perdeu tempo em querer me comer.

Comecei a atiçá-lo com mordidinhas em seu pescoço e em sua orelha, falando besteiras em seu ouvido, pedindo que ele colocasse seu pau para fora e enfiasse em mim, para que eu pudesse gemer gostoso.

Ele abriu a bermuda e abaixou a cueca, mostrando-me um pau gostoso. Minha buceta ficou molhada ao sentir tanto tesão. Cai de boca na mesma hora, comecei a chupar e lamber. O câmbio do carro roçando em meus seios, enquanto eu fazia movimentos de “vai e vem”, com a pica inteira dele em minha boca.

Enquanto eu chupava, ele ergueu minha blusinha e soltou meu sutiã. Levantei, erguendo a camiseta dele e ele a retirou.... Beijamos algumas vezes, enquanto eu tirava minha blusinha e o sutiã de vez. Ele chupou meus peitos por alguns segundos, mas não era o forte dele, pois logo voltou a me beijar, o pau estalando de tão duro. Minha mão acariciava seu pau, como se estivesse batendo uma punheta gostosa para ele.

Sentia o pau inchar entre meus dedos e continuei alisando seu pau, por cima e quando ele percebeu que não aguentaria mais, pediu que eu levantasse minha saia e abaixasse a calcinha, para que ele pudesse meter em mim e eu obedeci....

Ao ver minha buceta molhada vibrando, ele enfiou um de seus dedos. Gemi para provocá-lo. Percebi que seu tesão aumentou, pois logo retirou o dedo e me virou devagar. O carro era apertado, mas eu subi em cima dele, virada para a frente. E deixei ele colocar, bem devagar o pau dele entrava rasgando e eu ali toda gozada de sentir aquilo tudo dentro de mim, naquele momento, precisava sentir ele penetrando em minha xaninha, pois ela estava ardendo de desejo.

Senti o pau grosso dele entrar. Segurei a cabeça dele mais perto de meu pescoço e ele apertou meus peitos bem forte. Subi e desci para que ele pudesse me comer gostoso, enquanto eu observava a rua deserta, à minha frente. Uma delicia!

Ficamos nesses movimentos por alguns minutos, até que senti ele abaixando a mão por minha barriga e tocando a ponta de minha xana, próximo a seu pau. Gemi mais alto, ao perceber que o orgasmo se aproximava. O pau dele inchou dentro de mim e gozei gostoso, enquanto sentia o gozo dele encher toda a minha xaninha...

Depois de mais algumas metidas, voltei para o banco do passageiro. Beijamos mais algumas vezes e depois ficamos deitados no banco, descansando por algum tempo, ouvindo um som e elogiando os dotes sexuais um do outro.

Naquela noite consegui matar minha saudade e vontade de sentir um pau bem gostoso.

Enviado ao Te Contos por Tati

quarta-feira, 10 de junho de 2026

Meu caso com o garotão. (2026)

  

by. Simone

Te Contos tudo bem ?!. Adoro acompanhar as historias que vocês postam, e sempre fiquei querendo enviar a minha historia, não sou tão boa escrevendo, colocando toda a emoção do acontecido, mais espero que gostem, é a primeira vez que faço isso.

Me chamo Simone, tenho 42 anos, sou casada, sou morena com corpo e peitões bem atraentes modéstia parte, e chamo um pouco a atenção.

Ao lado da minha casa abriu uma casa de ração, e o filho do dono é um garoto dos seus 20 ou 21 anos, eu lavando minha calçada percebi que ele fica de olhos em mim, gostaria de saber o que passa naquela mente pecaminosa, mais eu adoro de certa parte, ele me chama atenção, com aquela carinha de menino em um corpo de um homem, meu esposo tem um certo ciúme dele quando vemos ele na rua, mais enfim não posso mandar nos meus desejos, descobri agora que nem nas minha atitudes kkk.

Meu esposo foi viajar a trabalho, fiquei só mais como não tínhamos nenhum animal não tinha álibi para eu ir até a casa de raçoes dele, estava fazendo uma horinha lá no portão, o garoto todo sorridente me cumprimenta, e eu sem ação acabei apelando, perguntei se ele soubesse de alguém que tinha um cachorrinho de porte pequeno para vender, ele disse;

- tenho um canil de porte pequeno, disse pra ele;

- tem filhotes ?

Ele disse; - fica aqui no fundo da casa de ração quer ver?

Fechei minha casa e fui, chegou lá era um portão imenso só estávamos eu e ele, já fui direto ao assunto;

- casado?

Ele; - sim mais não estou morto

Eu disse; - idem

Ele falou; - você e uma coroa gostosona, todo dia soco uma punheta para você

Eu ri e ele disse; - verdade

Cheguei bem perto dele e ele disse;

- além de tudo cheirosa

Beijei logo aquela boca gostosa, ele já enfiando o dedo em mim me fazendo gozar coisa de loco-o, baixei dei logo uma chupeta deliciosa pra ele, subindo molhando descendo secando ele em gemidos gostosos, falou para eu ficar de quatro que ele ia me comer eu disse;

- não hoje vamos fazer isso afinal somos vizinhos ,até desmamar meu cachorrinho já fizemos de tudo.

Ele louquinho e eu ali mamando, na hora de gozar eu tirei da minha boca e disse;

- quero beber todo seu leitinho

Engoli aquele precioso leite daquele garoto até lamber os lábios, deixei ele molinho e disse;

- amanhã quero mais, mais bem cedinho para os vizinhos não desconfiar

Ele não me deixava sair chupando o pescoço, apertando meus peitos fui fiando louca de tesão e mole ao mesmo tempo, que eu estava no controle da situação, ele me dominou me jogando em cima de um sofá lá do escritório dele e enfiando aquele delicioso pau na minha xana, eu sem ação fui me entregando e gozando até molhar aquele sofá todo,ele dizendo;

- você é muito gostosa mesmo, goza pra caraio

Eu sem palavras, mais gozando horrores naquela vara diferente afff achei que não ia para de gozar e ele amando, acabamos e quando eu me vesti, ele disse;

- agora que vou ficar mais louco ainda quando te ver

Eu disse; podemos continuar

Eassim estamos até hoje, quando meu esposo sai ou eu vou pra lá ou ele vem pra cá, são 4 meses dando pra um garotão.

  • Enviado ao Te Contos por Simone

Enrabada antes de ir trabalhar (09-06-2026)

  

By; Taliana

Oi Te Contos, me chamo Taliana, sou enfermeira, tenho 24 anos e sou casada ha 3 anos, meu marido tem 30 anos, e somos de Fortaleza. O que escolhi contar aconteceu ontem (09-06-2026).

Estava deitada na cama, perto das 15 horas. Usava um shorts bem curtinho, cavado na minha bunda e uma blusinha bem coladinha ao meu corpo. Como o calor era extremo, resolvi me despir para ver se conseguia dormir, pois, pegaria plantão naquela noite e precisava descansar.

Mesmo peladinha e com o ventilador ligado, não conseguia dormir e resolvi chamar esposo, que trabalhava no escritório que fica ao lado do nosso quarto, para ficar um pouquinho comigo e me dar um chamego.

De pronto, veio e me viu deitada de bruços, totalmente pelada, e aproveitou para deitar em cima das minhas costas (adoro, pois, a barriguinha de chopp dele encaixa perfeitamente em mim).

Eu estava com muito tesão, pois, ele tinha pego uma gripe bem forte e fazia uns dias que não transávamos, então, comecei a mexer minha bundinha para sentir o pau dele me encochando (adoro sentir a pica dele endurecendo na minha bundinha).

Percebi que ficou super animado, pois, começou a me beijar na boca com vontade. Após uns minutos nos beijando, ele começou a beijar minha nuca e foi descendo com a língua (me dando pequenas mordidas pelo corpo) até chegar na minha traseira.

Ele me puxa com tudo, deixando meu rabo super empinado, quando começou a lamber meu cu. Que sensação maravilhosa, adoro sentir a língua dele por trás. Lambia tudo, sem frescura, me dando um beijo grego que jamais tinha recebido até então. Ao mesmo tempo que me chupava, enfiava vários dedos na minha buceta, o que me fazia gemer como uma cadela no cio e me deixando super molhada.

Quando ele percebeu que eu estava quase gozando, colocou um travesseiro embaixo do meu quadril, me fez deitar, o que deixou minha bundinha levemente empinada, e voltou com a língua até deitar sobre meu corpo novamente. O meu tesão era tanto que só nesses toques e beijos eu estava quase gozando.

Ao deitar sobre mim, senti que pau duro dele procurava meu cuzinho. Quando encontrou, começou a colocar devagar, o que me deixou com uma mistura de dor e tesão ao mesmo tempo. Ele puxa meu cabelo com força para trás e me pede ao pé do ouvido:

- “Toca uma siririca enquanto como seu cu!”.

Quando comecei a tocar minha buceta percebi que estava extremamente molhada, o que me deixou mais excitada ainda. Fiquei siriricando bem rapido enquanto era fodida por trás, gemendo cada vez mais, quando meu esposo puxa meu quadril com mais firmeza e começa a socar meu rabo com mais força.

O prazer era tanto que não consegui segurar e gozei lavando o travesseiro com meu melzinho.

Percebendo minha gozada, meu marido urra de tesão e goza dentro do meu cu, me enchendo de leitinho.

Depois da transa, vim trabalhar e passei a noite com meu cuzinho doendo, mas, com a minha bucetinha calminha, foi delicioso foi ser enrabada antes de vir trabalhar.

  • Enviado ao Te Contos por Taliana

terça-feira, 9 de junho de 2026

Uma deusa dos meus sonhos - Parte I

  

By; @mrerio

Aproveito as férias para curtir um showzinho de rock numa cidadezinha no sul do país. Já tinha um tempo que eu estava de férias e ainda havia muitos dias para curtir ainda.

Várias bandas iriam tocar naquele show de noite fria e nublada.

Enquanto a banda principal não se apresentava eu perambulava pelos quiosques e barracas provando dos temperos locais, bebidas que eu ia encontrando no caminho.

Em um determinado momento eu vejo uma moça que me chama a atenção. Ela tinha a pele branca, cabelos pretos longos, lábios vermelhos, calça jeans e camisa preta que se parecia muito com uma moça que eu havia conhecido online. Vivíamos conversando, trocando mensagens, picantes ou não... conversávamos de tudo.

Eu entrei no aplicativo para ver as fotos dela e eu não estava acreditando no que eu estava vendo, ela ali parada, muito impaciente com alguma coisa ou alguém. Depois de uns minutos tentando confirmar eu tomei coragem para confirmar se era ela mesmo.

- Boa noite, desculpe-me por te incomodar mas posso te fazer uma pergunta?

- Cláro - Ela disse olhando o celular e impaciente.

- Deusa Ísis?

Ela olha pra mim com um olhar curioso e de espanto?

- Co-co como você sabe?

- Sou eu, seu mineiro favorito!

- AI MINHA NOSSSA, Mr. Erio, é você?!

- Sim - Abro os braços e dando um sorriso pra ela.

- Vim curtir férias e aproveitei para assistir ao show. Como vai?

- Nossa que inusitado, como me reconheceu?

- Eu fiquei horas viajando comparando você com suas fotos e resolvi vir verificar. Está tudo bem?

- Ah! Mais ou menos, mas deixa pra lá!

- Quer sentar? Pode recusar…

- Claro! Desculpa! Ei to impaciente?

- Posso te ajudar?

- Não só me perdi do pessoal e não consigo falar com eles!

Nos sentamos e conversamos por um bom tempo. Rimos e falamos sobre um monte de coisas até que as bandas boas começaram a tocar.

Eu me levanto e estendo a mão para ela:

- Bora curtir!?

- Vamos, deixa esse povo pra lá!

E lá vamos nós curtir um rockzinho no frio.

Durante algumas músicas ela me abraçava por baixo da jaqueta para se esquentar, ela estava sem blusa de frio, e eu fazia questão de fechar bem minha blusa nas costas dela e abraçar ela forte enquanto dançávamos.

Apesar de passarmos boa parte do tempo online conversando sobre coisas picantes, tanto por texto quanto por ligação, ali a gente estava curtindo bem o show, eu não investia em algo a mais e tentava deixar ela confortável no frio. Conversávamos e cantávamos juntos ate que os abraços esporádicos para ela ficar aquecida ficaram permanentes.

Ela mesma fez questão de se aninhar dentro da minha jaqueta de costas pra mim segurando minhas mãos enquanto balançava de um lado para o outro.

Em um momento sinto ela movimentar apenas o quadril, raspando ele em mim, me deixando maluco, colocando minhas mãos em sua barriga por baixo da camisa que utilizava. Eu me abaixo um pouquinho e sinto o perfume que exalava do pescoço dela, ela doce, gostoso, quente, ela fecha os olhos sentindo o meu nariz aspirar seu aroma direto da fonte.

- Mr. Eu estou adorando esse show!

- Esse show está ótimo mesmo!

Ela vira de frente pra mim e fica cara a cara comigo, olhamos nos olhos um do outro, eu a seguro pela cintura e roubo um beijo.

Os lábios dela eram firmes e estavam frios por conta do vento que soprava, suas mãos geladas subiam nas minhas costas procurando calor que as aquecessem, sua pele estava arrepiada, respiração estava forte, seu cheiro ainda mais marcante.

- Então meu mineirinho não é só falador…

- Confesso que conversar pela internet não faz juz ao pessoalmente!

Ela me abraça forte e voltamos a nos beijar por mais um tempo, eu fazia questão de passar minhas mãos nas costas dela para que esquentassem naquele frio que fazia.

Ela era mais baixa do que eu, seu corpo era delicado, torneado, uma pele gostosa de se tocar, cheirar e beijar.

Curtimos a banda principal assim, pulando, cantando, beijando, abraçadinhos e esquentando um ao outro e no final voltamos para os quiosques para sentar e tomar algo para esquentar.

- NÃO ACREDITO?!

- Ela exclama com a mão na boca.

- O que aconteceu?

- Vim com uns amigos e os fdps foram embora e me deixaram aqui, acredita?

- PUUTZ... Como assim?

- Ah! Não acredito!

- Uai... Se precisar de carona eu te dou uma!

- Eu moro meio longe... Vou ver se volto de uber!

- Tem certeza?

- Tenho... Mas enquanto isso, vem cá!

Ela me puxa e voltamos a nos beijar por um tempo, depois a gente saiu do quiosque andando e dando uns pegas...

- Aqui... "Cê" vai embora mesmo?

- Não agora! Por quê?

- Tá muito frio, você está sem blusa e eu to num hotel aqui pertinho... "Cê" num quer ir pra lá não? a gente pede algo, "cê" pega um cobertor…

- Huuummmm você não tem nada de tímido né? Bem safadinho, to te entendendo! Quer "ver Netflix" né?

- É serio - respondo com o rosto meio corado

- Compartilha o endereço com alguém, contato meu, qualquer coisa pra se sentir segura... Mas é que to preocupado com esse frio todo que está fazendo e você assim, além do mais, saiu temporada nova da nossa série favorita.

- Precisa não bobo, mas eu topo a idéia do cobertor...

A gente vai para meu hotel, eu nem acreditava que a Deusa estava ali comigo, minhas pernas tremiam, minha respiração estava forte, eu estava bem nervoso, pois a situação era bem inusitada.

No quarto eu procuro deixar ela bem a vontade, ofereço algo para beber, pego um cobertor (que sorte a minha ter levado comigo um de casa) e coloco envolta dela, tiro seus tenis e fazemos o pedido da comida. Ela liga a tv que já estava no app da netflix.

- Parece que foi premeditado, cama de casal, cobertor cheirozinho, tv já está no app e na nossa serie…

- Minha bola de cristal é boa…

- Sei...

Eu vou aquecendo os pés dela em cima das minhas pernas com minhas mãos, ela percebe meu nervosismo e brinca com isso:

- É a primeira vez com uma deusa assim na cama é?

- Pois é... Nunca fiquei tão pertinho assim de uma deusa…

- Relaxa, não vou ser uma deusa mandona...

Ela me puxa pra cima dela, nos enrolando no cobertor. Ela enrola as pernas nas minha enquanto a gente se beijava, puxava meus cabelos, minha boca percorria seu pescoço e beijava cada centímetro dele, minhas mãos tocavam a silhueta dela e subia por baixo da blusa.

Ela gemia baixinho com os meus beijos e toques e eu com os dela até sermos interrompidos pelo serviço de quarto que chegou.

Levei para a cama e lá ficamos conversando, vendo seriado e lanchando, aos beijos e abraços. Em um momento ela vem pra cima de mim, me beijando loucamente e tirando a camisa que eu estava usando, começo a passar as mãos em suas pernas a sinto tremer, minhas mãos estavam bem frias, e eu me perguntei mentalmente "Que horas ela tirou a calça que eu não vi?". Ela senta em mim olha nos meus olhos e pega uma das minhas mãos geladas e a coloca entre as suas pernas e treme ainda mais sentindo meus dedo gelados tocarem seus lábios molhados de tesão enquanto ela movimentava o quadril pra prente e pra trás.

Com a outra mão eu coloco a calcinha de lado e começo a tirar a minha calça junto com a cueca, sentindo ela roçar na minha mão e em meu pau que já estava duro com aquela deusa sobre mim.

Eu podia sentir os pelos dela rasparem em meus dedos e no meu pau enquanto ela tocava seus seios e gemia emcima de mim com aquela voz deliciosa. Com a outra mão eu abro sua blusa e vou tirando também enquanto ela vai abrindo e tirando o soutien branco que usava.

Seu corpo era maravilhoso de se ver, seios durinhos com biquinhos apontando para cima, de tamanho médios eram perfeitos para chupar, beijar, minha mão cobria perfeitamente um deles... o outro.. minha boca devorava enquanto ela me apertava contra eles e gemia no meu ouvido. Sua boceta escorria gozo, agora com meus dedos dentro dela entando e saindo, aos poucos ficaram quentes dentro dela. E agora era a vez dela me tocar com as mãos geladas, meu pau pulsa com o toque da palma fria dela, ficando mais duro ainda, me deixando mais maluco.

Ela subia e descia me masturbando com meus dedos dentro dela e eu gemia sentindo o corpo dela sobre o meu, suas mãos se aquecendo em mim, sua lingua tocando a minha, seus seios contra o meu corpo.

Ela me empurra para que eu voltasse a deitar na cama, afasta ainda mais a calcinha e com uma mão se toca, fazendo um show pra mim. Agora ela me tocava, se tocava e apertava meus dedos dentro de sua boceta com uns movimentos de pompoarismo, que estavam me levando ainda mais a loucura.

- Sei de uma coisa que você gosta, Mr.!

- O que é!

- Isso aqui!

Ela levanta um pouco mais alto e tira meus dedos de dentro dela, tira a calcinha e senta em cima do meu pau bem de vagar enquanto se toca pra mim. Meu pau pulsava extremamente duro dentro dela enquanto ela subia e descia, gemendo alto sempre que fazia isso.

- Ai Mr. seu cachorro! Se eu soubesse que fazia melhor do que falava eu tinha experimentado antes.

- A gente pode fazer aquilo tudo... só você querer!

- Me come gostoso vai...

Ela acelera o vai e vem em cima de mim e eu também movimentava meu quadril intensificando ainda mais os movimentos dela. Minhas mãos passeavam pelo corpo dela, decorando cada pedacinho de pele, meus lábios percorriam seu pescoço, beijando, mordiscando cada pedacinho dele, meus ouvidos deieitavam ouvindo sua voz gemendo bem pertinho deles.

Ela para o movimento e vem subindo até que pudesse sentar no meu rosto.

- Chupa essa bocetinha vai.... olha como ela esta toda melada... quero gozar nessa boca sua...

E eu assim o fiz.. chupei com gosto aquela pepeca melada, passava a lingua fundo nela arrancando mais gemidos, enquanto uma mão apertava seus seios e a outra apertava ainda mais a sua bunda contra o meu rosto. Ela pega a minha mão q estava apertando aquela bunda maravilhosa e põe um dos dedos dela na sua boca e em seguida guia o dedo até fica na portinha do curzinho e começa a forçar a entrada.

Que deusa maravilhosa, eu estava ali chupando sua boceta, apertando seus seios e dedilhando seu cuzinho ao mesmo tempo. Ela arfava e gemia pra mim dizendo "isso chupa assim, não para!"

Até que ela começa a tremer e apertar meu rosto com suas pernas, seu gozo jorra de sua boceta molhando minha boca toda que chupa ainda mais aquela boceta maravilhosa e peludinha dela, fazendo com que ela quase gritasse de tesão, mas ela estava sem voz de tanto era o tesão que sentia. Ela deita na cama e eu vou pra cima dela, beijando a boca dela fazendo ela sentir seu gozo em meus lábio encharcados do meu dela.

Meu pau entra liso em sua vagina, que arranca um suspiro profundo e uma longa revirada de olhos, começo assim intensos movimentos de vai e vem dentro dela, eu gemia forte em seu ouvido e ela no meu.

Quando eu sinto que não ia aguentar mais me segurar tento tirar meu pau de dentro dela, que me segura com as pernas dizendo pra mim "Goza, vagabundo, goza nessa puta vai..." movimentando o quadril indo e vindo embaixo de mim... e eu sem pensar volto a bombar novamente.

- Onde você quer que eu goze!

- Goza na boceta, caralho!

- Então pede... vai pede.…

- GOZA, gooza nessa boceta, seu cachorro safado...

Eu dou uma estocada funda nela e começo a gozar, ela geme mais alto ainda e eu sinto novamente ela escorre seu gozo em mim, mas dessa vez meu pau estava lá dentro. Ela tremia e me apertava com as pernas enquanto eu forçava o movimento de vai e vem.

- Para, Mr.

- Parar? Seu rostinho gozando no meu pau está tão lindo…

- Respondi fazendo ainda uns movimentos…

- Cachorro... - Ela dizia piscando a boceta com meu pau ainda lá dentro... - Me fez gozar duas vezes…

- Vamos pra terceira?

- Depois que eu te chupar...

Ela me empurra pro lado da cama e chupa meu pau todinho, lambendo todo o nosso gozo que estava nele,,, enfiava a mão na boceta e punha na boca também.

- Nossa que gozo gostoso! Você acabou comigo.

- Impossível eu acabar com essa deusa!

Ela deita do meu lado e me puxa para ficar de conchinha com ela, se tocando de vagazinho usando meus dedos e mexendo o quadril com meu pau entre as pernas dela...

Eu fico ali dando carinho pra ela até perceber que ela caiu no sono ali mesmo. Eu aproveito para tomar um banho e volto pro lado dela na cama....

segunda-feira, 8 de junho de 2026

Sexta o encanador, amigo do meu pai, veio conserta a pia e acabei dando pra ele (05-06-2026)

   

By; Jade

Te Contos, me chamo Jade, sou de Cuiabá, tenho 22 anos, sou morena jambo claro, seios fartos e duros, bumbum bem delineado, empinado e lisinho, plantado em pernas bem torneadas e grossas, tudo na medida. Com meus cabelos longos, pretos e levemente cacheados.

O que contarei aconteceu sexta feira, dia 5 de Junho. Eu já estava a meses sem transar desde quando terminei meu namoro. Nunca pensei que eu fosse capaz disso, mesmo gostando de sexo como eu gosto.

Eu estava em casa com a minha mãe, estudando. Minha mãe havia chamado o encanador para consertar a pia da cozinha. Eu estava muito a vontade, com um shortinho minúsculo, desses enfiado na bunda, e uma calcinha lindinha, também enterrada. Vestia também uma malha branca, sem soutiã, o que deixava meus biquinhos marcando a blusa. Estava deitada de bruços no sofá da sala, que dá pra ver da cozinha.

Quando o homem entrou na cozinha eu reconheci logo de cara, é um amigo do meu pai, e ele me viu deitada com a bundinha pra cima ele quase teve um troço. Já eu, que naquele dia estava no cio, achei bem interessante a atitude daquele homem que me desejava e não podia me ter. Aquilo de alguma forma me excitou, mas continuei a estudar sem dar muita asa a minha imaginação, pois afinal de contas a minha mãe estava em casa.

Bem, ele começou a fazer o serviço e eu continuei a estudar, sem dar muita importância a ele. Lá pelas tantas começou a vazar água e ele tirou sua camisa, ficando somente com sua calça jeans e o peito nu.

Pude reparar então como ele era realmente, com braços musculosos e uma barriguinha de chopp (muito bem para um homem de uns 40 a 45 anos). De vez em quando ele olhava pra mim discretamente, pra minha mãe não perceber, e eu comecei a olhar também, mas sem muita intenção. Já estava certo da minha mãe ter que sair e que não demoraria mais do que uma hora.

Foi minha mãe bater aporta de casa e eu ficar toda ouriçada com aquele homem dentro da minha cozinha. Mesmo assim, me controlei, pois isso não fazia parte das minhas ações. Mas o tarado do homem estava pensando adiante de mim, e lá pelas tantas me pediu um pouco de água. Levantei-me do sofá e fui até a geladeira, passando bem pertinho dele. Quando lhe entreguei a água ele bebeu, me olhou de cima a baixo, lambeu os lábios e disse obrigado.

Nem saí da cozinha e ele me pegou levemente pelo braço, perguntando se eu podia lhe dar uma ajudinha. Eu falei que não entendia nada daquilo, mas mesmo assim ajudaria. Ele disse pra eu não me preocupar, que era só fazer o que me diria. Dito isso, pediu para que eu segurasse o cano, enquanto ele vedava a rosca. Aquilo bateu forte na minha cabeça e minha imaginação acelerou. Segurei aquele cano roliço, enquanto ele, ao meu lado, roçava seu braço forte no meu peito, levemente, sem me dar motivos para reclamar. E como eu não falei nada, encostou mais ainda, fazendo com que meu biquinho ficasse todo ouriçado, quase furando a minha blusa.

Aquilo também me deixou molhadinha, me atordoando as idéias, tentando entender o que fazer com aquela situação. Nós dois ali, agachados, sozinhos, encostando um no outro e o filho da puta fingindo que não estava nem aí, preocupado com o cano. Quando eu dei por mim, ele falou;

-“peraí”

E foi girando pra traz de mim, segurando o cano, me prensando, dizendo pra eu segurar forte com as duas mãos pra não jorrar. Quando ele falou isso eu amoleci todinha e me larguei eu seus braços, encostando minhas costas no seu peito musculoso, perdendo a noção do que estava fazendo. Ele ficou um pouco assustado, mas me abraçou com carinho e já segurando meus peitos que queriam explodir de tesão.

Me entreguei completamente, comecei a arfar e disse pra ele me levar pro meu quarto, antes que alguém aparecesse. Ele me pegou no colo, me colocou em cima da cama e começou a me beijar loucamente, como se eu fosse a última mulher na terra. E eu ali, com um homem mais velho e amigo dos meus pais, louca pra dar, sem saber o que fazer.

Mas ele sim sabia o que fazer. Começou a mamar e acariciar meus peitos deliciosos por sobre a blusa e depois foi descobrindo-os aos poucos, dizendo como eram maravilhosos. Tirou a minha blusa como um tarado e mamou até doer meus mamilos. Disse que nunca tinha pegado uma mulher gostosa como eu e queria aproveitar.

Depois de matar a sua fome de peito, foi a vez da minha bunda. Me botou de bruços, ainda de short, e passava a mão em cada pedacinho dela, acariciando e mordiscando, me fazendo rebolar como uma vagabunda no cio. Depois foi tirando meu shortinho, me deixando só de calcinha e de bruços, ele se levantou, admirou o visual e depois começou de novo a passar a mão em cada curvinha da minha bunda e a mordiscar minha polpinha, me deixando alucinada. Eu rebolava na sua cara, empinava a bunda e gemia feito uma cadela.

De repente, começou a passar a língua na minha xoxota com tanta sede que parecia que ia entrar de cabeça. Arredou a minha calcinha e passava a língua na bucetinha por traz, como se eu fosse realmente uma cadela. Lambia, chupava, mordiscava ela toda, chicoteava a sua língua no meu grelinho, me deixando sem fôlego. Aquele homem era realmente bom de foda.

Ele ficou vários minutos dando um trato na minha bucetinha e na minha bundinha, até que percebeu que não tínhamos muito tempo. Foi então que ele começou a tirar a sua calça. Ficou só de cueca e pude ver o volume que se formava, explodindo, latejando e quase rasgando o pano.

Ainda de costas, olhei de rabo de olho quando ele tirou a cueca e soltou aquele pau lindo, enorme, grosso, cheio de veias pulsando, muito duro, com a cabeça grande e vermelha. Não me contive, virei-me e comecei a chupar aquele colosso com toda a vontade que uma mulher pode ter quando chupa um pau.

Agora foi a minha vez de me demorar, devorando aquele instrumento de prazer. Chupava o pau, lambia o saco, as bolas, mordia a cabeça, que mal cabia na minha boca grande, mordia de um lado, mordia do outro, dava a volta com a língua naquele mastro intumescido e assim ia. Agarrava aquilo com as duas mãos e ainda sobrava pica pra colocar na boca. Foi uma overdose de chupada. De tanto eu ficar agarrada no pau, chupando e lambendo, ele me empurrou e disse que o melhor ainda estava por vir, que me queria todinha e que tínhamos que apressar as coisas.

Ele me virou de bruços novamente, desta vez com violência, e tirou a minha calcinha, dizendo que estava tarado por minha bunda. Falou pra eu empiná-la e relaxar. Obedeci e senti aquela cabeçorra encostar na minha bucetinha toda melada. Ele encaixou a cabeça bem devagar e foi forçando aos poucos. Disse a ele que fazia tempo que não transava, que era pra colocar devagarzinho. Ele entendeu e foi forçando, forçando, eu fui gemendo, gemendo, relaxando, rebolando.

O pau finalmente entrou com a cabeça, me causando alguma dor, mas ele esperou eu me acostumar com a grossura e foi aos poucos rebolando e me fazendo sentir um enorme prazer por ter aquela vara na minha bucetinha. Nesse momento, eu rebolava como uma puta na vara, me sentindo a mais vadia de todas as piranhas e pedia pra ele meter mais. Ele então sentiu que eu estava preparada e começou a atochar o caralho devagar, mas com firmeza, e eu sempre rebolando e gemendo.

Foi metendo, metendo, mordiscando as minhas costas, falando coisinhas no meu ouvido, e o pau não acabava nunca, até que eu senti uma dor lá no útero e as suas bolas esmagadas na minha bunda. O cacetão havia finalmente completado o seu percurso rumo as minhas entranhas de vadia. Eu estava super excitada, quando ele retirou o mastro até a metade e meteu tudo de novo, até os bagos. Fiquei alucinada e gozei, mordendo a fronha do travesseiro para não gritar muito alto. Era o gozo contido de meses.

Ele então foi ao delírio e começou a bombar violentamente o seu pau. Socava, socava, socava e eu urrava, pedindo mais vara. Foi só provocar o tarado que ele me puxou violentamente para o seu pau e me deixou de quatro, bombando com vontade até me fazer gozar de novo, enquanto ele jorrava sua porra quente, grossa e abundante na minha bucetinha esfolada, quente e encharcada.

Gozou e foi tirando o pau, dizendo que agora queria comer a minha bundinha. Ele estava com tanto tesão na minha bunda que foi só falar isso que o bicho ficou duro de novo em dois minutos.

Ele foi me ajeitando, de bruços novamente (não é que ele tarou mesmo na minha bunda!). Cuspiu na mão e lambuzou meu buraquinho, tadinho, deu um trato nele com a sua língua quente e molhada e já foi encaixando a cabeçorra outra vez, só que agora na bundinha. Fiquei pensando, “tadinha de mim”, mas estava com tanto tesão que deixei ele fazer o serviço completo.

Quando eu senti aquela cabeça enorme, vermelha, quente e latejante, ainda babando porra da gozada anterior, senti um calafrio de medo e de tesão. Ela estava realmente muito quente e pulsante, querendo entrar de qualquer maneira. Relaxei e ele começou a forçar e eu comecei a ficar preocupada. Forçou, forçou e eu relaxei ao máximo, mordi outra vez a fronha, abri bem as pernas, me enchi de tesão e coragem.

Parece que ele entendeu, pois foi forçando mais até que a cabecinha (modo de falar) entrou e eu literalmente quase desfaleci, mas ele me segurou e disse que eu era uma boa menina putinha, que era só aguentar mais um pouco, que ele estava acostumado a comer bundinha e que era assim mesmo.

Ele foi muito carinhoso, habilidoso e conquistou o direito de meter até o fim. Quando me acostumei com o bruto na bundinha, comecei a sentir algo que nunca sentira antes. Era uma sensação de prazer indescritível, tanto que parei de reclamar, comecei a rebolar devagar e ele começou a me dar os parabéns. Estava muuuuuuito gostooooooso.

Finalmente o caralhão foi deslizando aos poucos, cada vez mais, e eu descobri que cu não tem fundo como buceta, pois quando as bolas explodiram na minha bunda, e todo o cacete estava cravado em mim, não senti dor nenhuma, e sim um enorme prazer. Fiquei mais uma vez alucinada com aquela sensação de estar completa por dentro e mandei que ele parasse de preguiça e trabalhasse. Ele prontamente atendeu e tirou e colocou, tirou e colocou, tirou e colocou, nem sei quantas vezes, mas estava muuuuuito bom.

Ele gemia, apertava a minha bunda, batia nela e dizia que não acreditava que estava socando seu pauzão no cuzinho da filha gostosa de seu amigo, dentro de sua casa.

Quando ele disse isso, eu me lembrei da minha mãe e falei pra ele socar mais rápido que eu queria gozar pela bundinha. Eu sou muito gozadeira, e foi só ele começar a resfolegar o seu caralhão rápido e com força na minha bunda gostosa, mordendo as minhas costas, que eu gozei umas duas vezes seguidas, e o ele não parava, pois já tinha gozado uma vez.

Comecei a rebolar como uma louca e a xingá-lo de broxa, e ele ficou maluco, dando cada bombada de me tirar do colchão, loucamente até urrar e jorrar mais uma vez seu líquido precioso bem fundo em mim. Neste momento, eu senti uma quentura deliciosa que me fez gozar muito gostoso de novo.

Ele esperou o pau amolecer um pouco até tirar da minha bundinha, pra não doer. Quando tirou, saiu vazando porra pelos lados, que eu tive que ir correndo para o banheiro. Rapidinho eu voltei, me vesti e falei pra ele fazer o mesmo. Ele foi se lavar e se vestiu e colocou o encanamento da pia no lugar, pegou as suas coisas, passou por mim me entregando seu numero pessoal e foi embora.

Não deu 20 minutos a minha mão chegou, eu estava deitada no sofá. Minha mãe me olhou e perguntou se ele já tinha ido embora, eu disse que sim, terminou rapido quase assim que ela saiu.

Eu estava toda feliz, a buceta melada, com a bunda ardida virada pra cima e a cabeça mais leve.

  • Enviado ao Te Contos por Jade

A carona gostosa (02-Junho-2026)

  

By; Julia

Oi Te Contos. Sou Júlia, tenho 28 anos, 1.68 m de altura e cerca de 59 kg. Sou morena, meu olhos são amendoados, meus cabelos longos e clareados, tenho rosto ovalado e lábios carnudos. Minhas pernas, barriga e bumbum são modelados à custa de muito treino e no ano passado, coloquei 220 ml de silicone nos seios, que me deixou ainda mais exuberante e muito gostosa.

Sou casada há 4 anos com Eduardo, colega de classe na faculdade, e sempre tivemos um relacionamento aberto. Gostamos das mesmas coisas e procuramos o prazer sem limites, vamos às casas de swing, nos divertimos muito com os fetiches de cada um, temos um arsenal de acessórios para nos propiciar sensações extremas.

Temos alguns amigos em Taubaté e sempre que podemos, vamos visitá-los. Semana passada, estávamos para ir e nos cadastramos em um site de carona, já com segundas intenções, desejando um sexo triplo. 

De início, deixamos claro e combinado que seria uma viagem bem diferente das convencionais e escolhemos três rapazes de acordo com o perfil que aparecia constantemente no aplicativo. 

Eu também seria uma passageira da carona e então, nossa viagem excitante começou. 

Era noite, estava muito frio e garoando. O carro estava com problemas no ar condicionado, e com tudo embaçado atrapalhando a nossa visão, tivemos que deixar o vidro da janela um pouco aberto, ficando ainda mais frio.

Pegamos o primeiro garoto na estação do metrô Tatuapé, ele era forte, aproveitei e já pulei para os bancos de trás. “Assim fica mais confortável”, disse. Pegamos os outros dois no local combinado e dirigimos em direção à Dutra. 

O garoto que estava sentado ao meu lado direito era sarado, moreno, com cabelo raspado e um brinco na orelha esquerda, vestia calça jeans, tênis, camiseta branca e uma jaqueta de brim. O rapaz à minha esquerda tinha cabelo comprido liso, calça jeans rasgada, usava bota, camiseta polo e uma jaqueta de couro. Ambos foram gentis, cumprimentaram ao entrar no carro e logo seguimos viagem.

O trânsito estava pesado e paramos no primeiro posto de gasolina para abastecer, assim que estacionamos, pedi licença para ir ao banheiro. Eu usava um vestido de couro curto, camisa branca, meia calça preta, jaqueta e botas de couro. Tirei a meia calça, a calcinha, o sutiã e guardei tudo na bolsa. Soltei o cabelo, abri o primeiro botão da camisa e voltei para o carro. 

A primeira rajada de vento e garoa me deixou toda arrepiada, os bicos dos meus peitos pareciam querer furar minha camisa. Deixei minha bolsa no porta-malas e peguei uma manta.

Ofereci dividir a manta entre os três e aceitaram prontamente. Pude sentir a mão fria dos garotos roçando minhas coxas ao pegarem as pontas da coberta. Puxei ela até o pescoço e começamos a viagem. 

Estávamos conversando, cada um contava um pouco sobre a vida e os motivos que os levaram até Taubaté, até que fomos parados por uma blitz da Polícia Rodoviária. O policial pediu todos os documentos, perguntou para onde íamos e o porquê. Minha bolsa estava no porta-malas e o garoto da direita começou a descer do carro para eu passar, mas discordei e passei por cima dele, esfregando a minha bunda na sua mão. Mostramos o RG ao policial.

Entrei pelo outro lado do carro, passei por cima do outro rapaz, minha perna enroscou e caí no colo dele, sentindo sua mão gelada na minha buceta, sentei no meio e Eduardo me deu uma olhada pelo retrovisor.

Eduardo e o carona da frente começaram a conversar e nós três no banco traseiro, comentávamos sobre o frio.

- “Minha mão está gelada”, reclamei.

Eles começaram a esfregar minhas mãos para aquecê-la.

- “A de vocês também está um gelo”.

Coloquei as mãos deles sob minhas coxas para esquentar e puxamos a manta mais uma vez. 

Coloquei minhas mãos entre as coxas deles e apertavam as pernas para ajudar no aquecimento, já que não podíamos fechar completamente os vidros das janelas.

O garoto da direita virou a palma da mão para cima e começou a acariciar minha coxa, eu fechei os olhos e comecei a arfar. O outro, percebendo a situação, enfiou a mão debaixo da manta e pegou no meu peito. O clima começou a esquentar. Puxei minha saia até a barriga e sentei um pouco mais para a frente. Peguei a mão esquerda do garoto à minha direita, coloquei entre as minhas coxas e puxei até encostar na minha buceta. Peguei a mão do garoto à minha esquerda e enfiei o dedo médio dele na minha boca, lambuzando-o. 

Coloquei a mão dele embaixo da minha bunda e levantei um pouco a perna me oferecendo. Eles entenderam rápido e me penetraram ao mesmo tempo. Segurei o gemido que teimava em sair.

O da direita começou a movimentar mais rápido, segurei sua mão indicando a velocidade que mais me agradava e o da esquerda estava me incomodando um pouco. Tirei a mão dele debaixo de mim, peguei um tubo de KY e espremi uma generosa dose de lubrificante no dedo do meio dele, espalhei e o devolvi ao meu cuzinho ansioso por uma dedada. 

Ambos entenderam a situação e foram se excitando e me bolinando.  Arrumei a manta e abri a calça dos dois, puxei para fora o pênis de cada um, duros como pedra e comecei a masturbá-los lentamente. Eu ditava a velocidade, afinal eu estava no controle. Eles encostaram na minha orelha, mordiam e falavam besteiras, eu não aguentava mais, estava toda melada, escorria pelas minhas pernas, nosso sexo no carro estava cada vez melhor.

Eles pediram para eu chupar a pica deles, mas poderia dar muita bandeira. O pessoal da frente não tinha percebido nada até então, exceto Eduardo que ficava rindo pelo retrovisor. 

Ficamos assim por mais de meia hora, a vontade era de ser penetrada e foder de verdade com um sexo triplo. A velocidade aumentou e não resistimos, todos gozamos ao mesmo tempo e já não importava mais quem escutava. Eduardo e o carona da frente viraram ao mesmo tempo com o nosso gemido e e começamos a rir. Pegamos contatos deles todos quando chegamos. Foi uma viagem bem gostosa.

  • Enviado ao Te Contos por Julia

Aproveitei bem que meus pais sairam para passear e dei gostoso pro coroa (01-Maio-2026)

   By; Luiza Oi Te Contos, este meu relato aconteceu no final de semana do feriado dos dias dos trabalhadores. Eu me chamo Luiza, ...