terça-feira, 31 de março de 2026

Só Nós Dois

    

By; Rony ( @pqp1980 )

Esse conto que passo a contar, aconteceu em 2019, quando conheci Selina. E nos deixamos noa envolver pela vontade de estarmos juntos e sempre que pudéssemos transamos de inúmeras formas.

Eu, Rony, 45 anos, 1,77m, olhos verdes e corpo médio, estaciono o carro o carro em frente a casa dela. Meu coração já bate forte. 

Quando toco a campainha, ouço ela dizer para eu entrar pois a porta está entreaberta.

Selina está de pé perto da porta , só de lingerie branca rendada. Seus 1,60m de altura, os cabelos castanhos longos caindo soltos pelas costas e os olhos azuis cheios de desejo me recebem. 

Os seios médios sobem e descem rápido dentro do sutiã, e a calcinha mal cobre aquela bunda redondinha, firme e deliciosa que eu tanto desejo.

Rony… você demorou — murmura ela, mordendo o lábio inferior.

Fecho a porta, giro a chave e me aproximo. Puxo ela pela cintura e a beijo com fome. Minhas mãos apertam aquela bundinha firme enquanto nossas línguas se enroscam.

Tiro a lingerie dela devagar. Primeiro o sutiã, revelando os seios médios com mamilos rosados já duros. Depois a calcinha. Selina fica completamente nua na minha frente, linda e molhada.

Eu me sento na beira da cama. Ela se ajoelha entre minhas pernas, os cabelos castanhos longos caindo sobre os ombros. Seus olhos azuis me olham de baixo enquanto ela segura meu pau já duro com a mão quente.

Quero chupar você primeiro — diz ela, a voz rouca de tesão.

Selina começa lambendo devagar, da base até a cabeça, passando a língua quente e molhada por toda a extensão. Ela gira a língua na glande, saboreando o pré-gozo que já escorre. Depois abre a boca e me engole devagar, os lábios macios deslizando pelo meu pau. O calor úmido me envolve completamente.

Ela começa a chupar com vontade, subindo e descendo a cabeça, uma mão masturbando a base enquanto a outra acaricia minhas bolas. Os cabelos longos castanhos balançam com o movimento. De vez em quando ela tira o pau da boca, dá lambidas longas e me olha nos olhos, safada.

Gostoso… adoro chupar esse pau — murmura ela antes de me engolir mais fundo, quase até a garganta.

Eu seguro os cabelos dela com uma mão, guiando o ritmo, mas sem forçar. O som molhado do boquete enche o quarto junto com meus gemidos roucos. Selina chupa com fome, acelerando, depois desacelerando, torturando-me de prazer.

Sinto o orgasmo se aproximando, mas não quero gozar ainda.

Para… vem aqui — digo, puxando ela para cima.

Coloco Selina deitada na cama, de costas, e abro suas pernas. A boceta dela está inchada, molhada e brilhando. Beijo a parte interna das coxas, subindo devagar. Quando minha boca finalmente chega onde ela mais quer, ela solta um gemido alto.

Eu lambo devagar toda a extensão da boceta, saboreando o gosto doce e salgado dela. Circulo o clitóris com a língua, chupo ele suavemente, depois com mais pressão. Selina arqueia as costas, cravando os dedos nos meus cabelos.

Isso, Rony… chupa minha boceta… assim… — geme ela, rebolando contra minha boca.

Enfio a língua dentro dela, fodendo-a com a língua enquanto meu nariz pressiona o clitóris. Depois volto a chupar o ponto sensível, dois dedos entrando e saindo devagar no ritmo. Os gemidos dela ficam mais altos, o corpo treme. Eu continuo chupando com vontade, sugando o clitóris e lambendo sem parar até sentir as coxas dela apertarem minha cabeça.

Selina goza forte na minha boca, o corpo convulsionando, soltando um grito abafado enquanto os líquidos quentes escorrem. Eu continuo lambendo devagar, prolongando o prazer dela.

Quando ela volta do orgasmo, os olhos azuis estão vidrados de tesão.

Agora me fode… — pede ela, ofegante.

Eu me posiciono entre suas pernas e entro na boceta quente e molhada com uma estocada firme. Meto com ritmo, segurando seus quadris pequenos. Depois de alguns minutos intensos, viro ela de quatro. A visão daquela bunda redondinha e firme empinada para mim é irresistível.

Seguro os cabelos longos castanhos como rédea e meto fundo na boceta novamente.

Essa bundinha deliciosa é minha hoje — digo, a voz rouca, dando tapas na bunda firme.

Selina geme mais alto, rebolando contra mim. Vira o rosto de lado e pede, manhosa e safada:

Então me fode na bundinha, Rony… Por favor… quero sentir você no meu cu hoje.

Eu saio da boceta, cuspo na mão e lubrifico bem meu pau e o cuzinho apertado dela. Acaricio o anelzinho com o dedo até ela relaxar. Posiciono a glande e empurro devagar. O cu dela é apertadíssimo, quente. Selina solta um gemido longo enquanto eu entro centímetro por centímetro até enterrar tudo.

Porra… que cu gostoso e apertado — grunho.

Começo a meter devagar, depois aumento o ritmo, segurando a cintura dela. Dou tapas na bunda redondinha enquanto meto. Selina geme cada vez mais alto, empinando mais a bunda.

Mais forte… fode meu cu… eu aguento… — pede ela.

Sinto o orgasmo dela se aproximando novamente. O cuzinho aperta meu pau em espasmos. Selina goza forte com meu pau no cu, tremendo inteira e gritando meu nome abafado. O aperto delicioso me leva ao limite. Dou mais algumas estocadas profundas e gozo forte dentro dela, enchendo o cuzinho com jatos grossos enquanto grunho de prazer.

Caímos na cama, suados e ofegantes.

Selina vira o rosto para mim, os olhos azuis brilhando, um sorriso satisfeito nos lábios.

Da próxima vez quero repetir tudo… especialmente o anal.

Eu sorrio, passando a mão pela curva da sua bunda ainda quente.

Combinado.

E foi isso TC para hoje 

Dançando com outros para excitar o Marido.

    

by: @daniellemarcus1

Era uma noite quente de sexta-feira em Cariacica, o tipo de calor que faz a camisa grudar nas costas antes mesmo de você entrar no salão. O forró tava rolando solto no Rancho do Boi, aquele som pesado de zabumba, triângulo e sanfona enchendo o ar, misturado com cheiro de cerveja gelada e perfume barato.

Eu cheguei segurando a mão da Dani, mas ela já tava com aquele brilho no olhar que eu conheço bem demais. Vestidinho florido colado no corpo, cabelo solto balançando, batom vermelho que parecia gritar “me olha”. Quando a gente entrou, vários pares de olhos se viraram na direção dela. Sempre acontece.

-“Vou pegar uma cerveja pra gente, amor?”, perguntei, tentando manter o controle da noite.

- “Pode ir, eu fico aqui dançando um pouquinho enquanto você volta”, ela respondeu com aquele sorrisinho safado, já mexendo o quadril no ritmo da música que tava começando.

Voltei com as long necks geladas na mão e já vi a cena que, no fundo, eu sabia que ia acontecer — e que, de algum jeito torto, eu queria que acontecesse.

Dani no meio do salão, dançando agarradinha com um cara alto, moreno, camisa xadrez aberta no peito. Ele segurava firme na cintura dela, puxando pro lado, soltando, girando. Ela jogava a cabeça pra trás rindo, o cabelo voando, o corpo acompanhando cada pisada dele como se os dois tivessem ensaiado a vida inteira. O vestido subia um pouco nas coxas a cada rebolada mais forte, e ela nem se importava.

Eu fiquei encostado na pilastra, tomando a cerveja devagar, sentindo aquele misto quente de ciúme, tesão e orgulho esquisito que só quem vive isso entende. Ela olhou na minha direção por um segundo, nossos olhos se cruzaram. Ela mordeu o lábio inferior de leve, como quem diz “tá gostando do show, né?”, e voltou a se entregar na dança.

Depois veio outro. Esse era mais magrinho, mas dançava bem pra caralho. Estilo pé-de-serra puro, pisada seca, giros rápidos. Dani acompanhava tudo, rindo alto quando ele fazia ela rodar várias vezes seguidas. As mãos dele desciam um pouco mais nas costas dela, quase na bunda, e ela deixava. Deixava mesmo. Às vezes virava de costas, rebolava encostando nele, e olhava pra mim de novo — direto nos olhos —, como se estivesse me entregando um recado silencioso:

-“Isso é pra você também”.

A noite seguiu assim. Um depois do outro. Uns dançavam mais agarrado, outros mais solto, mas todos com aquela cara de quem não acreditava na sorte de ter a Dani nos braços por algumas músicas. E ela? Ela dançava como se fosse a dona do pedaço, dona do som, dona dos olhares, dona de mim.

Em algum momento ela voltou pra perto de mim, suada, ofegante, o rosto iluminado. Pegou a cerveja da minha mão, deu um gole longo, me entregou de volta e falou bem pertinho do meu ouvido, com a voz rouca de tanto gritar e rir:

- “Tá com ciúminho, meu corno?” Eu só sorri, puxei ela pela cintura e respondi baixinho:

- “Tô é louco pra te ver dançar mais um pouquinho…”

Ela riu, me deu um beijo rápido na boca, ainda com gosto de cerveja e suor, e voltou pro meio do salão. A zabumba bateu mais forte, e lá foi ela de novo — rebolando, girando, sendo desejada por todos aqueles homens… e sabendo que, no final da noite, era pra mim que ela ia voltar. E era exatamente assim que eu queria

segunda-feira, 30 de março de 2026

Se Exibindo Na Praia.

    

by; @daniellemarcus1

Era um fim de tarde quente em Aracruz. A praia de Coqueiral estava quase vazia, só o barulho das ondas quebrando e o vento balançando os coqueiros. Minha esposa, a Dani, estava linda pra caralho: biquíni fio-dental preto que mal cobria os mamilos durinhos e a bucetinha depilada. O corpo bronzeado brilhava de óleo de coco. Eu fingia que dormia na canga, mas observava tudo. Um coroa bem conservado, uns 55 anos, cabelo grisalho, corpo forte de quem malha, se aproximou caminhando pela areia. Ele parou perto da gente, sorrindo com aquele jeito experiente.

Que tarde linda, né? — disse ele, olhando descaradamente pro corpo da Dani.

Ela sorriu de volta, mordendo o lábio. Em menos de cinco minutos os dois já estavam conversando como se se conhecessem há anos. Eu continuei “dormindo”, de óculos escuros, mas com o pau já começando a endurecer dentro da sunga.

O coroa se sentou na canga ao lado dela. A mão dele logo subiu pela coxa bronzeada da Dani, subindo devagar até o biquíni. Ela abriu as pernas um pouquinho, deixando ele sentir o calor da buceta por cima do tecido fino.

Sua mulher é uma delícia... — murmurou ele pra mim, sabendo que eu tava acordado.

Dani riu baixinho e puxou o coroa pra mais perto. Eles se beijaram ali mesmo, língua no meio, enquanto ele apertava os peitos dela por cima do biquíni. Ela desceu a mão e sentiu o volume na bermuda dele — um pau grosso, já duro.

Sem dizer mais nada, ela se levantou, pegou a mão do coroa e o levou um pouco mais pra trás, onde os coqueiros faziam uma sombra discreta, mas ainda dava pra ver o mar. Eu segui devagar, sentando numa pedra perto. Dani se ajoelhou na areia, puxou a bermuda do coroa pra baixo e soltou um gemido de surpresa e tesão quando viu aquela rola grande, veia grossa, cabeça rosada. Ela lambeu da base até a ponta, devagar, depois engoliu fundo, chupando com vontade, babando tudo enquanto o coroa gemia e segurava o cabelo dela.

Que boca gulosa, porra... — grunhiu ele.

Depois de uns minutos de boquete caprichado, ele a levantou, virou de costas e puxou o fio-dental pro lado. A buceta da Dani já tava molhada, brilhando. O coroa cuspiu na mão, passou na rola e enfiou devagar, mas firme. Ela gemeu alto quando ele entrou inteiro.

Ele começou a meter forte, segurando a cintura dela, batendo a barriga contra a bunda redonda. O barulho molhado da foda se misturava com o som das ondas. Dani rebolava pra trás, pedindo mais:

Me come, vai... mete tudo nessa buceta…

Eu assistia de perto, punhetando devagar, vendo o pau do coroa entrar e sair brilhando dos sucos dela. Ele metia cada vez mais rápido, apertando os peitos da Dani, beliscando os bicos.

Não demorou muito. Dani gozou primeiro, tremendo, apertando a rola dele com a buceta. O coroa deu mais umas estocadas brutas e gozou dentro, enchendo ela de porra quente, gemendo rouco. Quando ele tirou, um fio grosso de sêmen escorreu pela coxa da Dani. Ela se virou, sorriu pra mim com cara de safada e falou:

Vem cá, amor... limpa pra mim.

Eu me aproximei e lambi tudo, enquanto o coroa ainda assistia, pau meio duro, satisfeito. O sol já estava se pondo quando voltamos pra canga, como se nada tivesse acontecido. Mas a buceta da Dani ainda pingava lembrança do coroa.

Reencontro com a Ex.

    

By; Rony

Vou passar a narrar o que aconteceu comigo na ultima semana, vou colocar nomes fictícios, pois quero manter em sigilo a identidade dela e minha, somos casados hj com outras pessoas, me chamo Rony, tenho 45 anos, 1,77 mt, olhos verdes, corpo médio ela se chama Selina, 46 anos, 1,60 mt, cabelos castanhos, longos, olhos azuis, seios médios, bunda redondinha firme e deliciosa. 

A tivemos um a caso a muito tempo atrás, por ajuda do destino nos reencontramos à pouco mais de mês. Voltamos a trocar algumas mensagens e foi inevitável as mensagens recordando nossos encontros do passado (quem sabe compartilho ele futuramente) as mensagens foram ficando cada vez mais picantes e provocantes com tesão aflorando cada vez. 

Conseguimos um sábado, pela manhã, logo cedo, de nos encontrarmos, marcamos o local e no encontramos, ela entrou no meu carro, logo que entrou nos beijamos com muito tesão, beijo que fazia tempos que não dava, misturando saudade e tesão, que pelo jeito nunca apagou. Nos deslocamos para o motel mais próximo, no caminho ela tirou meu pau para fora, punhetou um pouco deixando mais duro que já estava, e caiu de boca até chegarmos, tive q me controlar para não gozar e encher a sua boca. 

O quarto estava escuro, só com um pouco de luz iluminando. Ela pulou em meu colo, nos beijamos, ela desceu, tirei seu vestido e sua blusa a deixando só de calcinha e sutiã, ela disse que ainda lembrava a minha cor de lingerie preferida, ela estava usando um conjunto preto de renda, marcando seu corpo e os seios, que são grandes fartos, onde os bicos marcavam o tecido fino. 

Quando olhei em seus olhos azuis me encarando com desejo, cabelo solto nos ombros, não perdi mais tempo... Nos abraçamos forte, peles quentes colando nossos corpos. Beijei ela com força, línguas se chupando, gosto de boca e saliva. Minhas mãos foram nas costas dela, soltei o sutiã, deixando seus lindos seios livres, grandes e firmes, mamilos duros. Chupei e mordi eles, sentindo o gosto salgado da pele, ela gemendo alto no meu ouvido.

Baixei a mão, tirei a calcinha dela, que escorregou molhada pelas coxas grossas. A buceta apareceu, lábios inchados e rosados, brilhando de tão molhada, cai de boca naquele mel delicioso e clitóris inchado de tesão. Lambia, chupava e dava leves mordidas fazendo-a se contorcer na cama, ela gozou em minha boca gritando e gemendo e com a voz ofegante e safada, soltou um ;

– “que saudade que estava dessa sua língua que tanto me dava tesão e ainda dá”.

Em seguida ela me pediu para me deitar e então puxou minha bermuda rápido, meu pau duro pulou pra fora, veias saltadas, cabeça vermelha com pré-gozo. Ela começou a beijar a cabeça descendo chupando e engolindo ele todo deixando bem babado ficou assim por alguns minutos, mamando e batendo com ele em seu rosto...  

Ela subiu, vindo até minha boca e nos beijamos novamente, a segurei jóquei de costas na  cama, ela de pernas abertas, buceta exposta e cheirando a tesão forte, Fui pra cima, meti fundo, o som molhado de carne batendo. Ela se contorcia embaixo de mim, agarrando os lençóis com unhas cravada em mim, costas arqueando, seios balançando a cada estocada forte. Continuei chupando os seios enquanto fodia, mamilos duros na boca, mordendo leve. 

A coloquei de quatro, segurei em sua cintura com uma das mãos enquanto outra a segurava pelos cabelos e puxava seu corpo contra meu pau, ela urrava e pedia mais, pedia;

– “come sua putinha, me come, vai bem gostoso, não para, por favor não para, continua, assim vai continua”. Até que ela gritou, com sua voz rouca ; - "aiiii droga, Vou gozar de novo!"…

Virei ela pra mim, cruzei meu olhar com o dela, porém seus olhos fechados forte, desci a cabeça para entre as pernas dela, chupei a buceta direto, clitóris inchado pulsando, ela gozando na minha boca — mel doce e salgado jorrando. Lambuzei meus lábios todo, subi e beijei ela, passando o gosto da buceta dela na boca dela, línguas se misturando.

Voltamos a foder rápido, corpos suados grudando, pau entrando e saindo liso. Falei ofegante; - "Vou gozar!".

Ela pediu; - "Dá tudo pra mim!", olhos loucos.

Saí de dentro, fiquei por cima, gozei forte — porra quente e grossa jorrando nos seios dela, cobrindo mamilos e escorrendo pela pele vermelha, pingando na cama. Caímos lado a lado, respirando pesado, cansados pra caralho, satisfeitos. O quarto cheirando a sexo, suor e porra, corações batendo rápido no silêncio.

Fomos tomar um banho juntos, onde um deu banho no outro, como sempre fazíamos, ficamos mais um pouco deitados, nos curtindo, nos beijando... Saimos, fomos até onde ela havia deixado o carro, nos despedimos com mais um beijo, nossas mensagens continuaram, mas apenas durantes o trabalho. 

Estamos tentando um novo encontro, quando acontecer compartilho com vcs. Foi TC, assim meu encontro com minha ex. 

Abraços a todos.

  • Enviado ao Te Contos por Rony

Não acreditei, mais ele realmente pulou o muro na madrugada para me comer enquanto meu marido dormia (29-03-2026)

  

By; Flor

Eu me chamo Flor, sou casada, tenho 40 anos, sou rata de academia, sou loira, tenho 1.65 de altura, 65 kg, seios medios, bunda grande, coxas grossas e barriga chapadinha.

Já envie 3 contos;

Olha o que eu arrumei (11-03-2026), Pula! vem me comer ! (14-03-2026). E o mais recente que foi nessa sexta-feira 27 de março com o titulo de Acabei de dar dentro do carro na garagem ao lado de casa (27-03-2026)

E foi bem gostoso e perigoso, após tudo o que aconteceu eu já em casa de banho tomado, falando com ele por whatsapp, perguntei a ele o porque me trouxe pra sua garagem pra me comer, e ele disse que queria saber se eu me controlava, se eu não faria barulho e disse que a próxima vez vai me comer em casa com o meu marido dormindo.

Achei que era brincadeira dele, chamei ele de louco, rimos e não falamos mais. Ate que no final da tarde desse sábado começamos a conversar novamente pelo whatsapp, e depois da conversa esquentar e eu fazer uma video chamada rapida pra ele me ver sem roupa, antes de ir tomar banho, ele disse que na madrugada pularia o muro pra me comer, pra eu ficar acordada pra ver a msg quando chegasse. Achei loucura de mais. Nem acreditei.

Mas já por volta da 1;20 da madrugada de sábado pra domingo, ele mandou msg, querendo saber se o meu marido estava dormindo já, eu demorei um pouco a responder, embora com tesão, tambem estava com medo do meu marido acorda, mas após uns minutinhos pensando eu respondi, disse a ele que o meu marido estava dormindo sim, então ele falou que ia pular o muro pra me comer, ate falei que era melhor não, mas quando ele visualizou a msg já foi dizendo que já tinha pulado, eu sai de mansinho ate a cozinha, abri a porta que da pro quintal e ele tava lá, já foi me puxando pra fora e me beijando bem demorado, passando a mão pelo meu corpo por cima do conjuntinho fino que uso pra dormir.

Quando paramos de nos beijar, eu chamei ele de louco, ele pegou minha mão e pos em cima do seu pau por cima do short que vestia, estava bem duro, eu apertei, ele ficou pegando nos meus seios, desceu suas mãos segurou em baixo na minha blusinha de dormir e levantou ela tirando de mim, depois abaixou abocanhando meu seios direito e começou a chupar, ao mesmo tempo que foi colocando sua mão por dentro do meu shortinho e seus dedos começaram a brincar com a minha buceta, depois de um tempo trocou de seio e foi chupar o esquerdo e seus dedos me fodendo mais rapido, eu me segurando em sua cabeça, tentando não gemer por nada.

Ele só parou quando me fez gozar nos seus dedos, minhas pernas amoleceram, eu quase me desequilibrei, ele então abaixou o seu short, seu pau tava bem duro, eu abaixei segurei seu pau, punhetei um pouco, senti as veias já saltadas, comecei a lamber a cabeça, sentindo ela bem quente, lambi toda depois depois comecei a chupar, o mais molhado possível, eu gostos de babar bem.

Depois levantei, me virei de costas e abaixei o meu short, empinei minha bunda, mas ele disse que não me comeria ali, que era pra entrarmos, meu coração disparou, eu gelei, ele tirou o seu short e me fez tirar o meu, então fomos com ele me guiando pra dentro aqui de casa, na cozinha, ele me fez inclinar na mesa, me entregou o pano de prato, embolado, mandou eu por na boca pra não escapar nenhum gemido, assim que eu coloquei na boca ele meteu seu pau bem fundo, entrou me abrindo toda, então ele começou a me comer, metendo na minha buceta enquanto segurava na minha cintura, eu olhava pro corredor, cheia de medo do meu marido levantar e resolver vir para a cozinha, mas ao mesmo tempo com um tesão fora do normal.

Ele me comeu assim, ate me puxar, ele sentou na cadeira e me fez sentar em seu colo, sem tirar seu pau de dentro de mim, baixinho no meu ouvido mandou que eu quicasse no seu pau. Ai que delicia!

Eu subi e desci, rebolei, fui pra frente e pra tras, rebolei, ele segurava em minha cintura, depois nos meus peitos, mandou eu sentar forte, então sabia que ele iria gozar, caprichei nas sentadas ate sentir ele gozando enchendo a minha buceta, ele colocou sua mãos entre minhas pernas, e começou a dedilhar a minha buceta, bem em cima do meu meu clitoris, eu mordendo o pano pra não gemer alto e ele me fez gozar me contorcendo com seu pau dentro de mim.

Ele me fez levantar, ali por um momento achei que parariamos e ele iria embora, mais não, ele ficou em pé, me fez sentar na cadeira e me fez chupar o seu pau, melado, quente, cheio de nosso gozos, eu adoro!

Quando o pau dele ficou duro, na verdade nem amoleceu por completo após ele ter gozado, ele me fez levantar e disse que iria me comer na sala, eu gelei, pedi que não, me deu um medo, ele entendeu, paramos, algo dizia que se continuássemos seriamos pegos. Ele foi pegar seu short, vestiu, e foi lá pular o muro de volta pra sua casa, eu peguei minha roupa, fechei a porta da cozinha e fui tomar um banho e tentar dormir.

Quando ele pulou o muro de volta já era 2h da madrugada, então ficamos por pouco tempo, mas foi bem gostoso.

  • Enviado ao Te Contos por Flor

domingo, 29 de março de 2026

Me dei bem com a Mãe do meu amigo (Março-2026)

    

By; Kelson

Me chamo Kelson tenho 23 anos, e meu relato é sobre uma experiência surpreendente que tive com a mãe de um amigo, no inicio desse mês de março.

Era aniversário de um amigo, e eu estava em casa até que meus amigos começaram a me ligar e mandar mensagens me chamando para uma social na casa do Igor, um amigo nosso. Eu estava bem cansado, e nunca tinha ido à casa de Igor, tentei recusar, mas insistiram.

Quando cheguei, Silvia (mãe do Igor, uma coroa viúva bem gostosa) veio me receber, estava meio bêbada e ficou me olhando de um jeito safado, eu a achei uma delícia! Logo meus amigos vieram me dando bebida e conversando.

Começamos a jogar alguns jogos e fazer brincadeiras, entramos no assunto de sexo e dona Silvia disse que sempre que gozava tinha squirt, fiquei super interessado em descobrir mais e ela parecia querer chamar minha atenção, então foi se aproximando, me oferecia caipirinha… Até que me chamou para ir até a varanda, eu estava muito bêbado, então ela veio começou a me beijar.

Foi um beijo cheio de tesão das duas partes, eu já nem ligava mais para os meus amigos perto, ela falou para ficarmos mais a vontade, então fomos para o terraço. Nos deitamos num colchonete e eu já fui por cima dela beijando aquela boca carnuda e passando minha mão em sua buceta, coloquei a mão por dentro da calcinha e ela estava muito molhada, que delícia, soquei meus dedos naquela maravilha!

Eu fui beijando o corpo dela, levantei o vestido e comecei a chupar sua buceta, ela gemia me chamando de novinho safado e pedindo que eu não parasse, chupei muito, lambendo e dando leves mordidinhas, ela se contorcia de tanto tesão.

Ela quis parar e me retribuir, então tirou minha bermuda e abocanhou meu pau, chupava com muita vontade, mas eu não estava aguentando queria meter na buceta daquela safada, a puxei e fui por cima de novo, abrindo bem suas pernas e colocando meu pau, meti com vontade e ela me prendeu com as pernas gritando de prazer e pedindo para que eu mordesse seus peitos.

Não demorou muito e gozei, mas ela continuou falando para continuar, comecei a fodê-la com meus dedos e ela logo esguichou de prazer! Fiquei surpreso com aquilo, nunca tinha ficado com ninguém assim antes.

A gente parou um pouco até eu me recuperar, e já fui colocando minha mão em sua bucetinha de novo, mordendo seus peitos, meu pau ficou super duro e meti gostoso!

Pedi que ela ficasse de 4, queria ver aquele rabo empinado pra eu socar forte enquanto puxava seu cabelo. O barulho da foda era alto e certamente todos estavam ouvindo, isso me deixava ainda mais excitado, ainda mais com os gemidos altos dela.

Depois de um tempo a safada teve outro squirt, é incrível a sensação de ser molhado por ela no meio da foda. Ficamos fodendo ate não aguentarmos mais, foi maravilhosa a sensação de comer uma mulher como aquela.

Quando clareou fomos tomar banho juntos e a fiz me chupar no banheiro, depois disso fui embora.

Comi dona Silvia mais duas vezes depois disso, a coroa é gostosa.

  • Enviado ao Te Contos por Kelson

sábado, 28 de março de 2026

Acabei de dar dentro do carro na garagem ao lado de casa (27-03-2026)

   

By; Flor

Eu me chamo Flor, sou casada, tenho 40 anos, sou rata de academia, sou loira, tenho 1.65 de altura, 65 kg, seios medios, bunda grande, coxas grossas e barriga chapadinha.

Já enviei dois contos.

Olha o que eu arrumei (11-03-2026), e o mais recente que foi o Pula! vem me comer ! (14-03-2026)

Foram sobre duas transas duas transas com o filho da vizinha/amiga aqui em casa enquanto o meu marido tinha saido para trabalhar, os dois ocorreram na parte da tarde, mas o que eu contarei aconteceu a poucos instantes.

Então tentarei ser rapida, preciso tomar banho logo.

Agora a noite teve uma festa na praça aqui próxima de casa, uma festa de bairro, então agora pelas 7;30 da noite, fui para com vizinhas e irmãs, meu marido ficou em casa, estava cansado, lá pelas 9horas meu celular vibra, quando eu olhei era o filho da minha vizinha, dizendo que eu estava gostosa e que estava doido pra me comer. Ele é doido, eu tava ao lado da mãe dele e mesmo assim ele ficou mandando msgs, ele estava do outro lado da praça estava no seu carro, então avisou para eu sair de perto de todos e encontrar com eles lá na rua de cima, ele iria me esperar lá.

Avisei que iria la em casa e voltaria logo, então desci no caminho de casa por um quarteirão e depois subi um quarteirão avisei a ele onde eu estava, ele veio passou um pouco de mim e eu fui ate ao carro dele, assim que entrei no carro já fui beijando ele, e quando olhei pra baixo foi que vi que ele estava de rola dura pra fora da bermuda, já fui segurando e chamando ele de doido; ele já foi mandando eu chupar, abaixei e abocanhei.

Chupei bem gostoso, ao mesmo tempo com um certo medo de algum conheci passar e me ver ali, tentei focar ao maximo na chupada, naquela delicia de rola dura de cabeça grande, molhei , engolia o maximo que podia, lambia, chupava as bolas e punhetei bastante, seu pau ficou duro com todo o seu esplendor, eu me senti uma menina nova dando uns pegas com o seu namorado no carro.

Então ele ligou o carro e falou para continuar chupando que ele iria pra um lugar para transarmos, e seguiu, e eu ali chupando, me deliciando com o seu pau, ate que ele parou o carro, abaixou um pouco o vidro (são bem escuros), segurou minha cabeça e falou com uma pessoa, na mesma hora eu gelei, era meu marido, ele tava mexendo em algo no porta mala do carro, foi bem rapido, só o tempo do portão da garagem da casa dele abrir, ai ele entrou com o carro, fechou o portão e tirou a mão da minha cabeça, quando eu levantei a cabeça sussurrando chamei ele de louco, e ele pegou-me pelos cabelos e beijou minha boca, quando parou disse para ir para o banco de tras, eu passei para tras e ele tirou sua roupa e veio atras de mim, eu tirei minha camisa, sutian, short e calcinha, ele já veio direto na minha buceta, me chupou com força, eu não podia gemer, seu pai estava em casa e o meu marido estava em casa, ele poderiam ouvir.

Me controlei o quanto podia, gozei com sua língua dentro da minha buceta, me levando a loucura, depois de uma sugada ele sentou, se arrumou e então seu pau ficou apontado pra cima, eu já sabia o que ele queria, eu montei em seu colo, de frente pra ele, tive meus peitos chupados, mordidos, apertados, então me arrumei, encaixando a cabeça do pua dele na minha buceta e fui sentando, devagar, sentindo ele deslizar para dentro de mim, me abrindo toda, suas mãos agarraram a minha bunda, apertando com força, então comecei a subir e descer rapido, devagar, rebolei, subi a desci, mordi seu pau com a minha buceta, ele mandou eu sentar mais forte, quiquei rapido ate que senti ele me segurando me apertando contra seu corpo, seu pau começou a golfa seu gozo, sentia ele gozando em mim, me enchendo.

Quando parou de gozar nos beijamos, sai do seu colo, e ele mandou eu ficar de 4, seu pau ainda estava duro, estava bem melado, branco de gozo, ele abriu a janela do lado do muro que divide as nossas casas, eu fiquei com a cabeça pra fora da janela, ele se arrumou atras de mim, e começou a forçar seu pau no meu cuzinho, não teve muita resistência, seu pau estava muito melado, incrivelmente, mesmo com a cabeça bem grande, deslizou ate que fácil para dentro, depois ele parou um pouco, e então ele se arrumou e começou a comer meu cu, aquilo foi tão forte, houve um tesão tão grande com a situação, transando no carro, na garagem da casa dele, com o pai dele em sua casa e na casa ao lado meu marido, correndo o risco ate da mãe dele chegar e ver algo, foi uma loucura.

Ele metia forte, batendo seu corpo no meu, eu ouvia algumas vezes o meu marido tossindo lá de casa, minha buceta piscavam escorria gozo, o dele e o meu. Ele socava firme e forte, se divertindo, enquanto eu mordia o meu braço pra não gemer alto, cabeça pra fora da janela, bunda sendo fodida, pra completar ele começou a me siriricar, me fazendo gozar novamente, me apertando toda, prendendo o seu pau e então ele gozou, melhor, ele GOZOU!

Foi forte, intenso, parecia que não gozava a semanas, quando acabou tirou o seu pau de dentro do meu cu, eu abri a porta do carro e fiquei de cocoras ao lado do carro, esperando descer o gozo do meu cu, para poder vestir minha roupa, ele vestiu suas roupas e passou para frente, pro banco do motorista, eu me vesti e entrei no carro fiquei no banco de de tras, ele abriu o portão, e saiu devagar com o carro, não tinha ninguém na rua, ele deu uma volta no quarteirão, eu passei pro banco da frente ele parou na frente de casa e eu sai, morrendo de medo, agradeci a carona em voz alto pra que o meu marido ouvisse que vim de carona, e fui entrando, e ele entrou novamente em sua casa.

Passei direto pela sala onde o meu marido estava deitado vendo TV, só disse que que a praça estava lotada, vim direto pro quarto, para tomar banho, meu cu esta em brasas, e melado, minha buceta piscando.

Por msg perguntei a ele o porque me trouxe pra sua garagem pra me comer, e ele disse que queria saber se eu me controlava, se eu não faria barulho e disse que a próxima vez vai me comer em casa com o meu marido dormindo.

Louco!

Beijos Te Contos.

  • Enviado ao Te Contos por Flor

sexta-feira, 27 de março de 2026

Vendi a minha calcinha que usava enquanto malhava hoje (27-03-2026)

    

By; Mari

Oi Te Contos me chamo Mari, tenho 22 anos, faço Nutrição, tenho 1.67 de altura, 65 kg bem distribuídos, seios pequenos, bunda redondinha, barriga chapada.

Sempre que volto da academia tem um senhor que mora aqui no predio em que moro que sempre estar lá por baixo, ele sempre muito educado da bom dia, fala algo tipo sobre o clima, ou pergunta sobre algo. E depois de respondê-lo subo aqui pra casa.

Por 2 anos quase sempre foi a mesma coisa, ate eu perceber mais coisas, por exemplo o fato dele apertar seu pau por cima da calça, ficar olhando ate eu entrar no elevador.

Ele acabou de ficar viúvo, agora no inicio de fevereiro, ele te aproximadamente entre 65 a 70 anos, alto, magro (sem exagero), pele branca, cabelos grisalhos, bem curtos.

E agora a poucos dias atras ele foi bem audacioso, passou do limite, mas sei lá o que deu em mim que apesar de tudo eu aceitei de boa, não briguei com ele, apenas sai rindo.

Ele perguntou se eu aceitaria 100 reais na calcinha que eu estava vestindo na volta da academia.

Como disse eu apenas sorri e sai, não me senti ofendida, não briguei com ele, não disse a ninguém. E depois disso todos os dias quando passo, ele com toda educação, da bom dia, fala do clima, e repete a proposta.

Hoje quando eu passava ele repetiu então, disse se oferecer 200 eu vendo, mas nunca mais repita isso. E ele disse que tudo bem, me passasse o meu pix pra ele passar o dinheiro, passei e ele pagou, então, puxei a lateral pra ele ver a cor (preta), subi ate aqui em casa, tirei, coloquei em um saquinho zip, tomei banho, vesti uma roupa limpa, ai desci e não o vi, então subi ate o seu andar, toquei a campainha e lhe entreguei o saquinho com a calcinha dentro, e repeti pra não fazer isso novamente e voltei pra casa.

A calcinha tava suada, eu tinha malhado bastante hoje, ele deve tá se divertindo ate agora com ela.

  • Enviado ao te Contos por Mari

quinta-feira, 26 de março de 2026

Ontem transei com com um desconhecido, e levei a minha buceta gozada assim como o meu marido tanto queria (25-03-2026)

    

By; Amanda

Meu nome é Amanda e eu preciso desabafar isso tudo porque ainda tô tremendo só de lembrar. Foi ontem à noite, e eu juro que não planejei nada, mas acabou acontecendo. Meu marido sabe de tudo, ele me incentivou a sair, me disse pra me divertir, pra aproveitar… e eu aproveitei. Muito. Vou contar direitinho, do começo ao fim.

Cheguei no bar com as meninas, só pra relaxar, tomar uns drinks, dançar um pouco. Minhas costas tavam doendo pra caralho, mas ignorei. Aí eu vi ele. Alto, negro, corpo enorme, forte, daqueles que preenchem o espaço todo. Tava encostado no balcão, camiseta apertada marcando tudo. Olhei. Ele percebeu na hora e devolveu o olhar com um sorrisinho safado. Meu Deus, o coração acelerou na mesma hora.

As meninas pediram bebida, eu fui buscar porque tava demorando. Quando cheguei no balcão, ele se aproximou, roçou o braço no meu de propósito. Falou perto da orelha:

Essa tatuagem é linda.

Eu agradeci, sorri, e soltei logo:

Obrigada… mas sou casada. Meu marido ia te achar bem atraente, sabia?

Ele riu, aquela risada grave que vibra no peito da gente.

Sério? E qual o nome da casada?

Amanda.

Fernando. — Apertou minha mão, quente, forte, demorou um pouquinho. — Prazer, Amanda.

Peguei as bebidas, falei que ia voltar pra mesa. Ele só disse “tá bom…”, com aquele olhar que prometia mais.

Voltei pras meninas, mas tava pilhada. Depois, o sertanejo acabou, começou o DJ com grave pesado, minha coluna não aguentou. Saí, fui lá fora, sentei num banco pra respirar. Não demorou nada, ele apareceu. Parou na minha frente, mãos no bolso.

Por que você falou aquilo? Que seu marido ia me achar atraente?

Olhei pra ele de baixo pra cima.

Porque você é. Muito bonito, muito gostoso.

Ele riu de novo.

Entendi. E cadê ele?

Em casa. Me deixou sair. Sabe que eu tô aqui.

Fernando lambeu os lábios devagar.

Já saí com uma mulher casada assim. O marido sabia, ficava em casa imaginando tudo.

Senti um frio na barriga misturado com calor entre as pernas.

O meu também sabe. Já contei pra ele que conversei com você.

Ele jogou a cabeça pra trás e gargalhou.

Caralho, você é rápida, hein?

Sou.

Silêncio. Ele se aproximou mais.

Quer sair daqui? Ir pra outro lugar?

Hesitei só o tempo de sentir o peso da escolha.

Pode ser.

Mas falei que precisava voltar pras meninas primeiro. Ele aceitou na boa.

Quando for embora, me dá um toque.

Voltei pra dentro. Na minha cabeça era só “não vou, não vou, não vou”. Mas o corpo tava gritando o contrário. Quando as meninas resolveram ir embora, ele veio de novo.

Já tá indo?

Sim.

Deixa que eu te levo.

Tentei recusar, mas rolou aquela bagunça de despedida. Minha amiga olhou pra mim, entendeu tudo sem eu falar nada, deu um “se cuida” e saiu. Fernando abriu a porta do carro pra mim. Entrei. Ligou o motor. Silêncio pesado. Eu apertando a bolsa no colo, consciência pesada, culpa batendo forte.

Fernando… acho que é melhor você me deixar em casa. Eu… eu não consigo.

Ele diminuiu a velocidade, numa rua escura próxima da minha, parou o carro num canto sem luz. Desligou o som. Virou o corpo pra mim, encostou o braço no encosto do meu banco, me olhando calmo, sem forçar.

Relaxa, Amanda. Não precisa ser nada que você não queira. — A voz dele era baixa, tranquila. — Você tá nervosa, normal. A bebida tá batendo, né? Eu vejo no teu olho.

Eu assenti, mordendo o lábio. Tinha tomado umas doses a mais no bar, sim. O álcool tava deixando tudo mais leve, apagando aos poucos a voz da consciência. Ele continuou falando devagar, sem pressa:

Seu marido te mandou sair pra se divertir, né? Ele quer isso. Você mesma disse que já contou pra ele sobre mim. Ele tá lá em casa agora, imaginando… querendo saber o que tá acontecendo. Isso te excita, não excita?

Senti um arrepio. Era verdade. Meu marido me provocou o dia todo:

vai, amor, se joga, me conta tudo depois”.

Ele me deixou vir sabendo que eu podia acabar assim. E isso… isso me deixava louca de tesão. Fernando esticou a mão devagar, colocou na minha coxa esquerda, por cima do vestido. Não apertou, só deixou ali, quente. Eu travei no lugar, mas não tirei. Meu corpo traiu: as pernas abriram uns centímetros.

Isso… — ele murmurou. —. Se quiser parar, é só falar.

Fechei os olhos. Pensei no meu marido de novo: ele me provocando, de tudo que já tinha falado. A culpa virou combustível. Abri as pernas mais um pouco. A mão dele subiu devagar, centímetro por centímetro, roçando a parte interna da coxa. Ele entendeu o recado. Continuou subindo até os dedos encostarem na calcinha, roçando de leve por cima do tecido.

Eu soltei um gemidinho baixo. Ele parou ali, pressionando só o suficiente pra eu sentir o calor da palma enorme cobrindo tudo.

A mão dele começou a se mexer devagar, circulando por cima da calcinha, achando o ponto certo. Eu abri mais as pernas, o vestido subindo sozinho. O tesão venceu a culpa de vez.

Retribuí. Passei a mão na coxa dele, subi até o volume. Apertei por cima da calça. Era grande pra caralho, duro, pulsando. Abri o zíper, tirei o pau pra fora, grosso, veias marcadas, cabeça brilhando. Levei na boca sem pensar. Chupei forte, indo fundo, babando, até a garganta. Ele gemeu rouco, mão no meu cabelo guiando de leve. Gozou na minha boca, jatos quentes que engoli tudo. Pensei em sair ir embora, mas o pau dele não amoleceu. Continuou duro, latejando.

Lembrei que meu marido havia me dado um pacote de camisinha abri a bolsa, peguei a camisinha que tava ali.

Meu marido que me deu pra levar… falou para sair prevenida.

Ele riu, abriu e colocou rápido. Puxei a calcinha de lado, levantei o vestido. Ajeitamos o banco: ele reclinou, eu subi em cima dele, de frente. Desci devagar, sentindo ele me abrir, encher tudo, era grosso. Soltei um gemido alto quando sentei até o fundo.

Comecei a cavalgar. Subindo e descendo, rebolando, apertando em volta dele. Gemendo sem parar, o carro balançando. Ele segurou minha cintura, eu sentava com força sentia minha buceta sendo arrombada gozei rápido, apertando forte, tremendo toda, sentindo cada centímetro dele pulsando dentro.

Quando vi que ele tava quase gozando de novo, parei de repente, ofegante.

Tira a camisinha… goza em cima da minha bucetinha.

Ele tirou rápido, jogou no chão, segurei aquele pau até ele gozar forte — jatos quentes caindo na minha buceta, escorrendo pelos lábios, molhando tudo. Peguei a calcinha, puxei de volta pro lugar devagar, como se quisesse guardar aquilo ali… guardar pra mostrar pro meu marido depois.

Foi ótimo, Fernando… de verdade. Você é incrível.

Ele sorriu, passou a mão no meu rosto.

A gente se encontra por aí de novo?

Quem sabe… um dia a gente se esbarra. — Dei um beijo rápido na bochecha dele. — Mas agora eu preciso ir antes que escorra tudo e eu chegue em casa parecendo que tomei banho de porra.

Saí do carro. Ele tava estacionado na rua de trás da minha casa. Comecei a caminhar. Cada passo fazia mais gotas quentes escorrerem pelas coxas internas, descendo até os tornozelos, pingando nos pés. O gozo dele misturado com meu gozo, viscoso, deixando um rastro pegajoso na pele.

Antes de virar a esquina, liguei pro meu marido.

Amor… tô chegando. Chego em uns dois minutos.

A voz dele saiu ansiosa, rouca.

Tudo bem aí? Como foi?

Foi… intenso. Te conto tudo agora, cara a cara.

Cheguei em casa, abri a porta devagar. Ele tava na sala, luz baixa, esperando. Dei um beijo longo na boca dele — ainda com gosto do Fernando na língua. Ele sentiu algo diferente, franziu a testa, mas não disse nada. Me puxou pro sofá, sentamos colados. Ele pegou meus pés no colo, começou a massagear devagar como sempre tinha o costuma de fazer. Eu comecei a contar, voz baixa e excitada:

Fui pro bar com as meninas… tomei uns drinks… conheci um cara lá. Alto, negro, corpo enorme. Ele veio falar da minha tatuagem, eu falei que era casada, que você ia achar ele atraente…

Enquanto falava, ele massageava dava para sentir seu coração batendo forte

Ele riu, a gente conversou um pouco do lado de fora…

Ele levantou meu pé direito pra beijar, como faz sempre. Mas parou no meio do caminho. Sentiu algo úmido, viscoso nos dedos do pé. Lambeu instintivamente, depois congelou. Olhou pra baixo: gotas brancas, grossas, escorrendo por toda a perna.

Ele parou tudo. Olhos arregalados, voz tremendo:

Amanda… isso aqui… é o quê?

Eu assenti devagar, mordendo o lábio.

É dele. Gozou em cima da minha buceta… escorreu tudo enquanto eu caminhava pra cá. Pingou nos pés, nas pernas… trouxe pra você.

Ele gemeu rouco, mão apertando meu pé com força, o pau já duro escapando do pijama.

Caralho… você deixou ele gozar em cima… sem nada… e trouxe pra casa assim?

Eu sorri devagar, voz provocadora:

Tirei a camisinha na hora que vi que ele ia gozar. Pedi pra ele gozar em cima. Queria que escorresse…você não queria isso?.

Antes que ele respondesse, continuei, olhando firme nos olhos dele:

Agora continua lambendo, senão não vou te contar tudo que aconteceu. Cada detalhe. Cada gemido. Cada centímetro que ele me abriu.

Ele congelou por meio segundo, depois obedeceu. Abaixou a cabeça de novo, língua quente lambendo a sola do meu pé direito, subindo devagar pela sola, pelo arco, limpou tudo cada gota branca e viscosa.. Gemeu baixo contra minha pele.

Eu continuei contando, voz rouca, enquanto ele lambia:

Ele me ofereceu uma carona e eu aceitei, finalmente ia realizar tudo que você provocou, mas desisti no caminho de ir para o motel, mas aqui ficamos conversando, foi leve ele foi me seduzindo, eu fui imaginando tudo que você já provocou e fui me entregando, primeiro com ele foi me tocando, depois colocou os dedos… depois eu tirei o pau dele pra fora… era enorme, amor. Grosso, veias pulsando. Chupei até ele gozar na minha boca… engoli tudo.

Ele subiu lambendo pela panturrilha, língua traçando o rastro pegajoso que descia das coxas. Chegou na parte interna da coxa, lambendo devagar, subindo centímetro por centímetro.

Depois eu subi nele… cavalguei devagar no começo e fui aumentando o ritmo, … sentindo-o me encher toda, me arrombar de verdade. Gozei apertando forte… e quando vi que ele ia gozar de novo, tirei a camisinha e pedi pra gozar em cima da buceta.

Ele chegou lá. Enterrou a boca na minha buceta suja, vermelha, tava aberta. Ele ficou paralisado olhando, a língua lambendo os lábios inchados com o gozo grosso que ainda grudava ali, misturado com meu gozo. Lambeu fundo, gemendo alto. Eu puxei o cabelo dele, tremendo. Ainda ofegante, puxei o cabelo dele e mandei, voz firme e provocadora:

Agora deita no chão.

Ele obedeceu rápido, nu em segundos, deitado de costas no tapete, pau duro apontando pro teto. Subi por cima dele, uma perna de cada lado da cabeça, e sentei devagar no rosto. A buceta molhada, inchada e suja encostou direto na boca dele.

Isso… lambe enquanto eu conto mais. Sente o gosto dele em mim. Você queria isso, né? Meu corno gostoso… lambe fundo, vai.

Rebolei forte me sentia poderosa, esfregando tudo na língua dele, gemendo enquanto ele chupava com fome, provando cada gota do Fernando. Gozei de novo no rosto dele, tremendo, molhando tudo.

Depois ele me deitou de costas no sofá, abriu minhas pernas e veio por cima, olhando nos meus olhos. Metendo devagar no começo, depois mais forte, socando fundo, cara a cara. Eu segurei o rosto dele, sorri safada, voz rouca e provocadora:

Você não queria isso, amor? Não era isso que você imaginava quando me mandou sair? Olha pra mim… olha o que ele deixou em mim, essa bucetinha era só sua, agora ta toda arrombada… e agora você tá metendo por cima…

Ele gemeu alto, olhos vidrados de ciúme e tesão, acelerou o ritmo e gozou enquanto eu falava que agora sim era uma hotwife. Depois que ele gozou dentro de mim, ainda pulsando, saiu devagar. O gozo dele começou a escorrer. Ele desceu, abriu minhas pernas e enterrou a boca de novo.

Caralho, amor… você é tão gostosa… minha puta safada… — murmurou rouco, lambendo tudo: o gozo dele, o do Fernando, meu mel.

Chupava forte, elogiando entre lambidas:

olha como ta toda abertinha… tão marcada… porra, você é perfeita, minha puta gostosa…

Eu tremia, gozando de novo na boca dele enquanto ele devorava cada gota.
Foi a noite mais louca, mais suja e mais quente da nossa vida.

  • Enviado ao Te Contos por Amanda

quarta-feira, 25 de março de 2026

Sexta a noite dei gostoso pro meu professor da faculdade no auditorio apos a aula (20-03-2026)

    

By; Karol

Oi Te Contos, me chamo Karol, tenho 23 anos, Eu estou no 4° semestre da faculdade, sou morena, tenho corpo torneado, bumbum treinado, bem redondo e muito tesão acumulado. Tenho um professor que me deixa doida de tesão, ele moreno, ex militar e dono de um olhar que me deixa molhada.

Sexta eu não aguentei, estávamos na sala de aula fazendo os preparativos para a apresentação de um trabalho e ele me chamou, eu estava de saia e camisa social com o decote meio aberto, notei que ele estava olhando para meu decote e minhas pernas, deixou a caneta cair tocou minhas coxas por baixo da mesa, fingindo ser sem querer, isso me deixou molhada e respirei fundo para que percebesse meu tesão.

Quando a aula acabou, passei para deixar o pen drive para a avaliação e também escrevi um bilhetinho dizendo que ele ficasse no auditório me esperando até que todos fossem embora, não aguentava mais esperar para sentir aquelas mãos grossas me agarrando.

Fui ao banheiro, tirei minha calcinha já encharcada, esperei todos saírem e recebi uma mensagem;

tô te esperando. Disfarça antes de entrar, a luz tá apagada e a chave esta na porta”.

Entrei no auditório, fechei a porta, estava me esperando atrás do toldo do projetor encostado na mesa, eu já estava abrindo a minha camisa e fui logo esfregando meus peitos naquele peitoral forte, ele abriu com força minha camisa me virou de costas e segurou meu pescoço enquanto suas mãos fortes desciam famintas até a minha buceta, logo disse:

- “Hmm, sem calcinha sua safada?”

Levantou a saia, me colocou debruçada na mesa, ajoelhou e começou a me chupar bem babadinho, aquela língua deslizava pela minha buceta e meu cuzinho, enquanto enfiava dois dedos em mim, mas eu queria sentir aquele pau dentro, então pedi pra me foder, não estava aguentando mais.

Antes, me colocou de joelhos pra mamar aquele pau delicioso. Chupei até sentir aquela pulsação gostosa e fiquei de 4 na mesa, mandando que ele me fodesse forte e com vontade. Ele me segurou com muita força pela cintura, me deu um tapa na bunda e esfregou o pau na minha buceta, eu pulsava e gemia tanto que fazia um eco na sala.

Ele tampou minha boca e começou a socar o pau bem fundo na minha buceta e os dedos no meu cuzinho, gemendo e me chamando de safada, aluna gostosa. E eu arrebitando cada vez mais a bunda, gemia dizendo;

- “que pau gostoso, professor! Me mostra como se goza”.

Ele ficou louco me ouvindo gemer e com aquele fetiche delicioso de aluna e professor acontecendo.

Quando disse que ia gozar me ajoelhei e coloquei aquele pau grosso na boca e chupei, até que ele gozou, urrando de prazer, tudinho na minha boca. Engoli e lambi os lábios.

Nos arrumamos e ele falando que queria mais vezes, e eu tambem disse que queria. Saimos disfarçadamente do auditório, foi cada um para um lado, eu corro pro estacionamento, estava com a minha buceta pegando fogo, e o sabor do seu gozo na minha boca, uma delicia.

  • Enviado ao Te Contos por Karol

O marido da minha tia me paga para me comer (Jan-2026)

By; Rynara

Oi Te Contos, me chamo Rynara, tenho 19 anos, tenho 1.60 de altura, seio pequeno durinhos, bunda redondinha durinha.

Isso aconteceu em Janeiro desse ano e de lá pra cá ainda acontece nossos encontros.

Eu passei uns dias na casa da minha tia (irmã da minha mãe), um dia eu estava lavando as louças e o marido dela chegou em casa, foi até o quarto e depois voltou, quando chegou na cozinha ele sentou na cadeira da mesa e ficou me olhando, eu estava com um short de lycra enfiado na bunda, mas não mostrava nada, depois de alguns minutos ele começou a conversar, me e pediu para eu sentar também que ele queria conversar, ele perguntou se eu queria ganhar 50 reais, eu disse que sim, então ele levantou e pediu para que eu o seguisse.

Ele foi para a área de serviço e encostou aporta, pediu para eu não contar pra ninguém, então ele disse para eu abrir o zíper da sua calça e lhe fizesse um boquete, então eu abri e puxei a cueca dele, foi quando saiu pra fora uma rola meio mole com uma cabeça vermelha, disse para eu segurar, quando segurei o pau dele começou a ficar duro, fiquei ali batendo punheta uns 4 minutos, foi quando ele mandou eu dar um beijo na cabeça da rola dele, dei, e comecei a chupar como um pirulito, fiquei chupando uns 15 minutos, da ponta da cabeça ate as suas bolas, até que ele segurou minha cabeça e começou a gozar dentro da minha boca, fiquei com a boca toda melecada, então eu fui até a pia e cuspi o resto, ele pediu para eu ficar com ele um pouco, enquanto ficava com ele, ele me pediu para ficar batendo punheta de novo, enquanto isso ele me fez o pix.

Depois de um tempinho eu disse que já estava bom que eu precisava ir embora, então ele perguntou se eu queria ganhar mais 50 reais, achei que era pra chupar de novo, então disse que sim, mas ele queria ver minha bunda, ele fez novamente o pix e então fiquei perto da pia, baixei meu short e minha calcinha, ele veio por trás de mim e começou a passar a cabeça da rola no meio da minha bunda, ficou fazendo isso ate o pau dele crescer de novo, depois disso ele disse que iria me dar mais 50 reais se eu deixasse ele comer minha bunda.

Eu já estava com tesão, e pra mim mais 50 reais seria otimo naquele momento, então porque não!?. Como eu já tinha dado da bunda pra namoradinho aceitei, ele começou a cuspir na cabeça do rola e começou a passar no meu rego, depois de cuspir mais umas três vezes ele forçou a cabeça contra meu cu e foi empurrando, comecei a sentir uma dor terrível, parecia que ele ia me rasgar, estava ardendo, depois que a cabeça entrou ele me segurou pela cintura e fez força pra entrar o resto, até que senti os pelos do pau encostarem na minha bunda, ele começou a bombar com força, quando comecei a gritar ele tapou minha boca com a mão e ficou quase 10 minutos me comendo a bunda, até que ele começou a gozar dentro da minha bunda.

Depois que ele tirou, nós nos vestimos ele me pagou o dinheiro e entramos, ele foi para o seu quarto e eu vim pra casa com minha bunda toda dolorida.

Acabou que virando algo quase que semanal os nossos encontros, sempre com ele deixando pix de 150 reais. Por mim só o sexo eu já taria aceitando numa boa, mas ele disse que queria continuar me dando o dinheiro pra isso, (ele sabe que lá em casa as coisas estão um pouco apertada desde o falecimento do meu pai), então aceito.

  • Enviado ao Te Contos por Ryana


terça-feira, 24 de março de 2026

O segredo que meu namorido não sabe.

   

By; Yane

Oi Te Contos me chamo Yane, tenho 27 anos, atualmente namoro e moramos juntos, o que contarei aconteceu no ano passado (2025).

Era dia dos namorados. Eu solteira, contudo mais feliz e safada que qualquer outra namorada por aí.

Um casal de amigos me chamou pra um dia de Cleópatra, rendendo-me ao sexo a três e ao tesão.

Chegamos ao hotel bem comportadinhos, um quarto para o casal e um quarto para a solteira.

Logo deixei meu quarto e fui para o quarto deles. Chegado lá ele estava só de cueca e ela totalmente nua. Me aproximei deles e ela já me beijou gostoso. Eu sentia aqueles seios maravilhosos tocando em mim.

Enquanto ela me beijava, ia tirando minha roupa e ele olhando com o pau pra fora se masturbando. Confesso que minha boca encheu de água de desejo de chupar aquele pau.

Ele então veio por trás, encostando o pau duro na minha bunda, colocando o rosto ao lado do meu e beijando a namorada. Eu senti muito tesão, o tesão escorria pelas minhas pernas.

Logo estávamos nós duas dividindo aquele pau, chupando juntas, sentindo nossas línguas se entrelaçarem.

Então ela se deitou, eu fiquei de quatro e ele socava em mim enquanto eu chupava a buceta dela. Que delícia! Ele socava gostoso e ela gemia muito.

Ela gozou e implorou pra ser comida. Ele então tirou o pau de mim e deitou-se sobre ela. Eu com tesão olhava aquela cena.

Quando ele gozou deu um urro. Eu me deitei junto deles e fiquei beijando ela. Ele estava exausto.

Passado algum tempo o tesão vivificou e logo começamos a nos pegar. Dessa vez fomos pra sacada, onde ele me comeu de quatro enquanto ela olhava e se masturbava. Sei que tinham outros hóspedes olhando, o que deu mais tesão.

Quando ele gozou, senti a porra quente dentro de mim. Fiquei de pernas bambas e deitei no chão da sacada. O casal começou a beijar e eu olhava com sabor de quero mais.

À noite saímos. Eu saí com um vestido provocante e sem calcinha, pra deixar a bucetinha à mostra sempre que pudesse.

Ela foi comportada. Confesso não ter entendido, mas eu gosto de ser puta e nesse momento especial, queria ser mais.

Vários olhares em direção à mim. Sempre aquela cruzada fatal de pernas. Tinha um rapaz interessante que me encarava, mas eu estava com o casal e não tive como fazer nada mais além de provocar.

Depois de alguns drinks e petiscos, voltamos ao quarto. Eu louca de tesão… recomeçamos tudo de novo.

Nós duas de quatro, ele passava a língua na bucetinha e no cuzinho dela, depois vinha em mim e fazia o mesmo.

Logo ele penetrava ela por algum tempo, depois em mim. E assim ela e eu de quatro, beijando e dividindo aquela rola.

Depois nós duas ajoelhamos novamente pra chupar o pau do cara, que não resistiu e gozou nas nossas bocas. Ele se ajoelhou e demos um beijo triplo com a boca melada.

Eu ainda estava com tesão, eles decidiram que iriam dormir.

Então coloquei meu vestidinho provocante e desci.

  • Enviado ao Te Contos por Yane

segunda-feira, 23 de março de 2026

Parece que virei a putinha secreta da minha amiga (Bi) (21-03-2026)

    

By; Ana Julia

Oi Te Contos tudo bem?. Eu sou a Ana Julia, tenho 21 anos, sou de Vitoria-ES. No dia 19 de Fevereiro eu enviei um conto a vocês contando sobre algo que aconteceu comigo e minha amiga no Carnaval, foi com o Titulo;

Minha amiga nesse carnaval realizou a vontade secreta dela de me comer (Bi) (Carnaval-2026).

Nesse conto eu relato minha viagem ao Rio de Janeiro com um grupo de amigas para o carnaval, e lá minha amiga Flavia, com quem eu dividi o quarto no hotel, levou um strap-on, de 2 penis de borracha, um que ia em mim media 17 cm de comprimento por 4,2 cm de diâmetro; E o que ia nela media 11 cm de comprimento por 4,2 cm de diâmetro. (tinha na caixa). E ela me comeu todas as noites e manhas do carnaval em que estivemos no Rio, fui a sua putinha de carnaval e adorei.

Voltamos do Rio no domingo dia 22 de fevereiro, e não tocamos no assunto, o que aconteceu no Rio ficou no Rio. Voltamos as nossas vidas, faculdade, trabalho e tudo de normal ate esse sábado 21 de Março.

Quando estava certo de ir encontrar uma turma de amigos da facul em um barzinho, já era 8h da noite quando a Flavia tocou o interfone aqui do predio, queria falar comigo, achei estranho dela não ter mandado mensagem já que nos falamos todas horas. Liberei ela pra subir e quando ela chegou aqui, assim que passou pela porta foi logo me empurrando pra parede, colando seu corpo no meu e me beijando bem demorado, eu não entendi nada, mais curti o beijo, foi delicioso.

Suas mãos percorriam o meu corpo, da minha cintura elas foram subindo ate chegar nos meus seios, sua língua se enroscava na minha, que beijo gostoso. Quando ela parou disse que eu não iria sair hoje pois ela estava com saudade da putinha de carnaval dela. Ela começou a tirar a minha roupa, minha blusa, e começou a chupar meus peitos, dando mordidas nos biquinhos, lambendo eles, sua mão desceu pela minha barriga indo para dentro do meu short e da minha calcinha, indo parar na minha buceta, seus dedos começaram a deslizar pelos os labios, um entrando dentro da minha buceta que ficava molhada com tudo isso, as sugadas que ela dava nos meus peitos me fizeram gemer muito.

Ela parou tudo, me pegou pela mão e me levou para o meu quarto, lá ela voltou a me beijar, segurou n na cintura do meu short e da minha calcinha e desceu tudo junto, abaixando e beijando meu corpo, meus seios, minha barriga, meu umbigo beijou minha buceta, minhas coxas e tirou o short e a calcinha dos meus pés. Me fez deitar na minha cama, tirou sua camisa e seu sutian, desabotoou sua calça jeans, uma mais larguinha, e quando desceu ela para minha surpresa ela estava vestida com o Strap-on, já com um penis de borracha dentro da sua buceta e o outro prontinho pra mim.

A chamei de louca por vir la da sua casa usando isso. Ela começou a alisar o pau de borracha como se fosse um de verdade, se masturbando, ela olhando pra mim me fala;

- vem aqui minha putinha, vem chupar o pau da sua mulher vem!

Eu fui engatinhando na cama ate chegar com a boca no pau de borracha, e comecei lamber a cabeça dele enquanto olhava direto para ela, circulava a cabeça, lambia toda extensão com ela dizendo pra deixar bem molhado que daqui a pouquinho estaria entrando e saindo de dentro da minha buceta.

Eu cuspia na cabeça e espalhava a saliva com a língua, ela apertava seus peitos, fui engolindo o pau de borracha ate ele chegar bem fundo, então ela segurou minha cabeça e começou a foder a minha boca, eu olhava pra ela, que parecia se excitar com tudo isso…

Ela tirou o pau de borracha de dentro da minha boca, e mandou eu me virar, colocou 2 travesseiros em baixo da minha bunda, afastou minhas pernas, e caiu de boca na minha buceta, ela chupou com tanto cuidado no começo, tão leve com tanto carinho, eu gozei rapidinho com sua língua dentro de mim.

Depois de me fazer gozar ela começou a me chupar com mais força, sugava os labios da minha buceta com uma vontade incrivel, ela chupou o mel que escorria da minha buceta sem parar. Ate ela para, puxar meu corpo pra ponta da cama, começou a pincelar o cabeça do pau de borracha na minha buceta, molhando ele com o melzinho, depois ela cuspiu na ponta dele e foi devagar enfiando na minha buceta…. Aiiiiii que delicia.

Ate ela soltou um gemido gostoso quando enfiou tudo em mim, então ela começou a me comer, metendo no começo devagar, apertando minhas coxas, aos pouco aumentando as metidas, me chamando sua putinha, que não aguentava de tesão.

Ela tirou de dentro e mandou eu ficar de 4, assim que fiquei levei um tapão na bunda que estalou, queimou, fiquei com a marca de sua mão, ela meteu forte na minha buceta e começou a me foder com vontade, assim como fez no carnaval, pegava na minha cintura, pegava nos meus peitos, puxava meu cabelo pra tras, gemia a cada gozada que dava, para um pouco de depois voltava a me comer, a me chamar de SUA.

Eu gozei que fui deitando meu corpo, ela falou para continua de 4, tirou o pau de borracha de dentro da minha buceta, abaixou e lambeu meu cu, cupiou nele depois encostou a cabeça e foi enfiando, ardeu, passou a cabeça e ela foi fazendo o vai e vem, gemendo, apertava minha cintura, nós duas tremia, devagar ela foi me comendo ate perder a força, deitar sobre mim, e fomos nos arrastando para o meio da cama, nos aninhando, eu ainda com aquilo dentro do meu cuzinho ardido.

Após um tempo ela levantou foi lavar o pau de borracha, tirou a cinta para se molhar um pouco, então eu fui atras dela, entrei no box e a abracei por tras, apertei seus peitos, a virei e beijei sua boca, desci pro seu pescoço, beijei, chupei, mordi, desci pros seus seios, segurei os dois e chupei um enquanto apertava o outro, os biquinhos estavam durinho, ela gemia bem gostoso, fui descendo ate me ajoelhar, ela escorou suas costas na parede, ficou na ponta dos pés e jogou sua cintura pra frente me dando toda a sua buceta pra mim, eu abocanhei ela, chupei bem gostos, ela tava molhadinha e não falo de agua do chuveiro, eu a chupei, lambi seu clitoris fazendo ela gemer alto, segurou minha cabeça e me puxou pra si, eu chupei com força, sugando a ponto de fazer barulhinho.

Ela gozou gritando, me segurou pelos cabelos por tras da cabeça me ajudou a levantar e nos beijamos demorado, quando saimos dali voltamos para a cama, aos beijos, parecia que a qualquer momento uma iria devorar a língua da outra.

Ela levantou me chamou para a sala e pegou a cinta, vestiu encaixando o o pau de borracha na sua buceta, que delicia vela com aquilo tudo dentro dela, depois ela apertou as laterais e sentou no sofa, mandou eu chupa-la deixar molhado, eu ajoelhei no sofa e comecei a chupar, lamber, e quando estava brilhando de saliva eu fiz o que ela queria que era que eu sentasse de frente pra ela.

Montei em suas pernas, levantei meu corpo encaixei o pau de borracha na entrada da minha buceta e fui sentando devagar, ela abocanhou meus peitos e chupou forte, eu gritei, e a chupada me fez sentar forte, ela me abraçou beijando pertinho da orelha me fazendo me arrupiar toda.

Depois de beijos bem gostosos eu comecei a rebolar, minhas reboladas movia o pau de borracha que tava nela alem do que estava em mim, quando comecei a cavalgar rapido e forte gozamos juntinhas. Eu girei sem sair de cima dela, fiquei de costas e comecei a foder rapido ela deu outro tapão, falava pra ir mais rapido que iria gozar de novo, apertou minha cintura e gozou. Eu sai do seu colo, subi em cima do sofa, coloquei um pé em cima do encosto do sofa logo aciam da cabeça dela e coloquei a minha buceta bem na altura de sua boca, e ela me chupou me deixando louca, sugando meu melzinho enfiando a língua, chupando meu clitors, meus labios ate me fazer gozar bem gostoso.

Nossa noite de sábado foi assim gozando muito, beijando muito, e fodendo muito.

Dormimos agarradinhas e totalmente sem forças, quando acordamos no domingo já era quase 9h da manha.eu acordei primeiro, fui fazer um café quando ela me agarrou por tras, já estava vestida com a cinta, ela disse que teria que ir embora em instantes mais antes iria me comer de novo, então, me levou pro sofá, me fez deitar no braço do sofa, ela veio atras de mim, encaixou o pau de borracha na minha buceta e começou a me foder metendo com vontade, passava as unhas pelas minhas costas, apertava minha bunda, enfiou o dedo no meu cuzinho e ficou metendo na buceta e no cu ate eu gozar gemendo alto, totalmente descontrolada, e ela não parou de me comer ate tambem gozar.

Tomamos banho novamente juntas, com muitos beijos, depois nos vestimos, ela pos a cinta na bolsa, tomamos café e depois ela foi embora, e eu de buceta inchadinha fiquei aqui em casa mesmo, me recuperando.

Parece que agora não sou apenas putinha de carnaval.

  • Enviado ao Te Contos por Ana Julia

sábado, 21 de março de 2026

Sentei no pau do meu cunhado enquanto meu marido dirigia e ele nem percebeu o que aconteceu (Março-2026)

   

By; Natalia

Oi Te Contos me chamo Natalia. Eu tenho 30 anos, meu marido tem 33 e não temos filhos. Somos atléticos, bonitos e temos belos corpos, mas sem exageros. Sou clara de cabelo liso escuro e comprido. Somos casados há 5 anos, mas quando estávamos namorando, descobri uma traição dele. Eu o perdoei, mas disse que um dia eu me vingaria.

Na verdade, eu jamais teria coragem de me vingar, e aquilo acabou se tornando uma fantasia nossa: eu dizia que ia chifrar ele e saía com uma microssaia sem calcinha, me exibia, e ele gostava, mas eu não fazia isso para provocar outro homem, e sim, para provocar ele, e ele sabia e gostava disso.

Quando saíamos a noite, eu ia sem calcinha, e isso deixava ele excitado e sempre rolava sexo na volta. Com minissaia sem calcinha, já me exibi em pedágio, posto de gasolina e em clube noturno, mas sempre discretamente, como se fosse um descuido.

Há duas semanas, combinamos de ir a um clube com meu cunhado, ele tem 26 anos e se chamo Edu, tem 26 anos. Eu sempre tive um tesão por ele, musculoso, grande, porém tímido. Quando planejamos, já imaginei ver ele de sunga e imaginei ele admirando meu corpo sob o bikine.

Mas havia um porém, combinamos de sair no sábado às 4 da manhã. Então combinamos do Edu ir conosco no sábado de manhã.

Para acertar detalhes, fomos a uma choperia na sexta de noite, assim o Edu iria embora conosco para dormir na nossa casa para sair com a gente as 4 horas. Eu, já empolgada com a história, resolvi colocar uma saia bandage, aquela que vai até o umbigo, fica curta e ajustada ao corpo, ela é elástica, então fica sempre esticada entre as pernas. Por baixo coloquei uma micro calcinha, mas tão pequena que mal cobria a buceta, sempre saindo pelos lados ou sendo engolida no meio da buceta. Por cima, um blusinha comum, nada de mais.

Começamos a beber alguns chopes, e meu marido começou a beber demais e a fazer brincadeiras bobas. A certo momento ele disse:

- “vou fazer topless no clube”

E eu, também um pouco bêbada, belisquei o mamilo dele, e falei rindo:

- “lá tem peixe que morde o mamilo de quem faz topless”.

Na hora de ir embora, meu marido já estava um pouco bêbado. Fomos para a nossa caminhonete. Meu marido, mesmo bêbado foi dirigindo, eu do lado dele e o Edu atrás, no meio do banco.

No caminho, eu já estava pouco alterada pela bebida. O Edu já estava soltinho, e meu marido bêbado. Eu quis provocar o Edu, inocente, nem imaginava aquilo, foi quando eu comecei a puxar algumas brincadeiras (sempre brincamos muito, mas nunca houve nada tão picante). Então virei pro Edu, que estava atrás de mim e perguntei se ele faria topless e ele disse que sim, no que eu belisquei o mamilo dele, e fiz o mesmo no meu marido. Meu marido revidou e beliscou o meu. Belisquei novamente o do Edu, que ficou quieto. Nisso, sem eu ver, ele passou a mão pelo lado da porta, onde meu marido não podia ver, e beliscou o meu peito. Dei um grito, ri, virei e belisquei ele. Era tudo o que eu queria. Deu um misto de frio na barriga e tesão.

Meu marido não percebeu o que ele fez, mas quando belisquei de novo o Edu, ele se mudou de lugar, indo sentar atrás do meu marido. É uma caminhonete grande, eu não o alcançava mais, mas ele esperava eu me distrair, ia atrás de mim e me beliscava, ou na barriga, ou embaixo do braço, e quando eu ia revidar ele se mudava para o lado esquerdo. Eu disse ao meu marido com voz manhosa:

- “amor, olha o que ele tá fazendo comigo…”.

Meu marido disse: - “quem manda começar com brincadeira”.

Então eu disse ao Edu; - “a hora que o carro parar, você vai se ver comigo”.

Quando parou no semáforo, abri a porta e entrei pela porta de trás e disse ao ele;

- “agora você está fudido”.

Os dois se surpreenderam. Começou uma lutinha de belisca aqui, belisca lá, aí acabou partindo pra malícia, ele beliscava meu peito, etc, mas nada escancarado, como se fosse acidental ou parte de uma brincadeira… mas a coisa começou a esquentar!

Meu marido lá na frente gritou:

- “vamos parar de putaria, se a polícia me pega dirigindo bêbado, estou fudido”.

Quando me dei conta, minha saia estava toda levantada até a cintura, igual a um cinto. Minha calcinha estava de lado, e eu estava sentada de pernas abertas de frente para o Edu, com a buceta totalmente exposta a ele. Meu coração disparou. Olhei para ele com cara de safada e fingi que tampava a buceta com a mão.

Nisso, belisquei ele de novo, fingindo que nada aconteceu. Me levantei, ficando quase de pé na frente dele, que estava sentado atrás do meu marido. Abracei meu marido por trás, ficando com a bunda empinada quase na cara do Edu. Comecei a beijar meu marido no ouvido e tentei acalmar ele. Falei no ouvido dele;

- “Porque meu mozinho tá nervoso?”.

Ele disse; - “Porque está muita bagunça aí atrás”.

Nisso eu senti um dedo entrando na minha buceta. Disse bem baixinho mais perto do ouvido do marido:

- “Tá com ciúmes?”

Ele disse que não, mas pediu para a gente parar um pouco que aquela avenida tinha risco de blitz da lei seca.

Quando eu olhei para trás, o Edu estava com o pau para fora da bermuda e só fez sinal de “vem!”. Com minha calcinha de lado e a bucetinha molhada, ele segurou minha cintura e me guiou até a vara dele. Entrou até o talo, e ele ainda me forçou pra baixo, para ir mais fundo ainda.

Com medo, dei uma rebolada e saí na hora. Sentei do lado dele e falei ao meu marido;

- “agora vamos nos comportar, mas quando sair dessa avenida, o Edu tá fudido”.

Sentei assustada, pensando no que aconteceu, e o Edu do lado ficou batendo uma punheta. Eu olhava e tremia de emoção, ainda sentindo minha buceta aberta. É claro que não deu para medir, mas a rola dele parecia um pouco menor que a do meu marido (do meu marido é bem comprida e fina), porém muito mais grossa.

Quando saiu da avenida, belisquei o Edu e corri para abraçar meu marido por trás de novo e falei com voz manhosa:

- “Mô, manda ele parar!”.

Meu marido, não falou nada, quando abaixei, sentei novamente na vara do Edu, e desta vez ele meteu com mais vontade. Ele gozou rápido. Quando ele foi gozar, me puxou com força pela cintura e apertou contra seu pau, entrando até as bolas. Senti ele jorrando muita porra lá no fundo. Soltei um gemido abafado.

Nos acalmamos, beijei meu marido por trás, e fiquei sem me mexer muito para não sujar o banco de porra.

Chegando em casa, o Edu caiu no sofá e dormiu na mesma hora. Subi com meu marido. Chegamos no quarto, fiz um boquete nele, que quase dormia. Então eu sentei sobre o rosto dele e fiz ele me chupar. Rebolei e gemia com a língua dele dentro da minha buceta. Ele não percebia, mas havia porra sobre os lábios dele. Eu o beijei para tirar a porra que estava em sua boca e perguntei;

- “eu te excitei hoje?”.

- “Mais do que devia”, ele respondeu.

Sentei no pau dele e transamos, ele gozou em minha buceta. Sentei na barriga dele e deixei toda a porra acumulada lambuzar a sua barriga. Ele dormiu em seguida, roncando com toda aquela porra ali sobre sua barriga.

No dia seguinte, ninguém tocou no assunto, mas o Edu me olhava diferente, porém até hoje nunca mais rolou nada.

  • Enviado ao Te Contos por Natalia


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