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Amanda
Meu nome é Amanda e eu
preciso desabafar isso tudo porque ainda tô tremendo só de lembrar.
Foi ontem à noite, e eu juro que não planejei nada, mas acabou
acontecendo. Meu marido sabe de tudo, ele me incentivou a sair, me
disse pra me divertir, pra aproveitar… e eu aproveitei. Muito. Vou
contar direitinho, do começo ao fim.
Cheguei
no bar com as meninas, só pra relaxar, tomar uns drinks, dançar um
pouco. Minhas costas tavam doendo pra caralho, mas ignorei. Aí eu vi
ele. Alto, negro, corpo enorme, forte, daqueles que preenchem o
espaço todo. Tava encostado no balcão, camiseta apertada marcando
tudo. Olhei. Ele percebeu na hora e devolveu o olhar com um
sorrisinho safado. Meu Deus, o coração acelerou na mesma hora.
As meninas pediram bebida, eu
fui buscar porque tava demorando. Quando cheguei no balcão, ele se
aproximou, roçou o braço no meu de propósito. Falou perto da
orelha:
— Essa tatuagem é linda.
Eu agradeci, sorri, e soltei
logo:
— Obrigada… mas sou
casada. Meu marido ia te achar bem atraente, sabia?
Ele riu, aquela risada grave
que vibra no peito da gente.
— Sério? E qual o nome da
casada?
— Amanda.
— Fernando. — Apertou
minha mão, quente, forte, demorou um pouquinho. — Prazer, Amanda.
Peguei as bebidas, falei que
ia voltar pra mesa. Ele só disse “tá bom…”, com aquele olhar
que prometia mais.
Voltei pras meninas, mas tava
pilhada. Depois, o sertanejo acabou, começou o DJ com grave pesado,
minha coluna não aguentou. Saí, fui lá fora, sentei num banco pra
respirar. Não demorou nada, ele apareceu. Parou na minha frente,
mãos no bolso.
— Por que você falou
aquilo? Que seu marido ia me achar atraente?
Olhei pra ele de baixo pra
cima.
— Porque você é. Muito
bonito, muito gostoso.
Ele riu de novo.
— Entendi. E cadê ele?
— Em casa. Me deixou sair.
Sabe que eu tô aqui.
Fernando lambeu os lábios
devagar.
— Já saí com uma mulher
casada assim. O marido sabia, ficava em casa imaginando tudo.
Senti um frio na barriga
misturado com calor entre as pernas.
— O meu também sabe. Já
contei pra ele que conversei com você.
Ele jogou a cabeça pra trás
e gargalhou.
— Caralho, você é rápida,
hein?
— Sou.
Silêncio. Ele se aproximou
mais.
— Quer sair daqui? Ir pra
outro lugar?
Hesitei só o tempo de sentir
o peso da escolha.
— Pode ser.
Mas falei que precisava voltar
pras meninas primeiro. Ele aceitou na boa.
— Quando for embora, me dá
um toque.
Voltei pra dentro. Na minha
cabeça era só “não vou, não vou, não vou”. Mas o corpo tava
gritando o contrário. Quando as meninas resolveram ir embora, ele
veio de novo.
— Já tá indo?
— Sim.
— Deixa que eu te levo.
Tentei recusar, mas rolou
aquela bagunça de despedida. Minha amiga olhou pra mim, entendeu
tudo sem eu falar nada, deu um “se cuida” e saiu. Fernando abriu
a porta do carro pra mim. Entrei. Ligou o motor. Silêncio pesado. Eu
apertando a bolsa no colo, consciência pesada, culpa batendo forte.
— Fernando… acho que é
melhor você me deixar em casa. Eu… eu não consigo.
Ele diminuiu a velocidade,
numa rua escura próxima da minha, parou o carro num canto sem luz.
Desligou o som. Virou o corpo pra mim, encostou o braço no encosto
do meu banco, me olhando calmo, sem forçar.
— Relaxa, Amanda. Não
precisa ser nada que você não queira. — A voz dele era baixa,
tranquila. — Você tá nervosa, normal. A bebida tá batendo, né?
Eu vejo no teu olho.
Eu assenti, mordendo o lábio.
Tinha tomado umas doses a mais no bar, sim. O álcool tava deixando
tudo mais leve, apagando aos poucos a voz da consciência. Ele
continuou falando devagar, sem pressa:
— Seu marido te mandou sair
pra se divertir, né? Ele quer isso. Você mesma disse que já contou
pra ele sobre mim. Ele tá lá em casa agora, imaginando… querendo
saber o que tá acontecendo. Isso te excita, não excita?
Senti um arrepio. Era verdade.
Meu marido me provocou o dia todo:
“vai, amor, se joga, me
conta tudo depois”.
Ele me deixou vir sabendo que
eu podia acabar assim. E isso… isso me deixava louca de tesão.
Fernando esticou a mão devagar, colocou na minha coxa esquerda, por
cima do vestido. Não apertou, só deixou ali, quente. Eu travei no
lugar, mas não tirei. Meu corpo traiu: as pernas abriram uns
centímetros.
— Isso… — ele murmurou.
—. Se quiser parar, é só falar.
Fechei os olhos. Pensei no meu
marido de novo: ele me provocando, de tudo que já tinha falado. A
culpa virou combustível. Abri as pernas mais um pouco. A mão dele
subiu devagar, centímetro por centímetro, roçando a parte interna
da coxa. Ele entendeu o recado. Continuou subindo até os dedos
encostarem na calcinha, roçando de leve por cima do tecido.
Eu soltei um gemidinho baixo.
Ele parou ali, pressionando só o suficiente pra eu sentir o calor da
palma enorme cobrindo tudo.
A mão dele começou a se
mexer devagar, circulando por cima da calcinha, achando o ponto
certo. Eu abri mais as pernas, o vestido subindo sozinho. O tesão
venceu a culpa de vez.
Retribuí. Passei a mão na
coxa dele, subi até o volume. Apertei por cima da calça. Era grande
pra caralho, duro, pulsando. Abri o zíper, tirei o pau pra fora,
grosso, veias marcadas, cabeça brilhando. Levei na boca sem pensar.
Chupei forte, indo fundo, babando, até a garganta. Ele gemeu rouco,
mão no meu cabelo guiando de leve. Gozou na minha boca, jatos
quentes que engoli tudo. Pensei em sair ir embora, mas o pau dele não
amoleceu. Continuou duro, latejando.
Lembrei que meu marido havia
me dado um pacote de camisinha abri a bolsa, peguei a camisinha que
tava ali.
— Meu marido que me deu pra
levar… falou para sair prevenida.
Ele riu, abriu e colocou
rápido. Puxei a calcinha de lado, levantei o vestido. Ajeitamos o
banco: ele reclinou, eu subi em cima dele, de frente. Desci devagar,
sentindo ele me abrir, encher tudo, era grosso. Soltei um gemido alto
quando sentei até o fundo.
Comecei a cavalgar. Subindo e
descendo, rebolando, apertando em volta dele. Gemendo sem parar, o
carro balançando. Ele segurou minha cintura, eu sentava com força
sentia minha buceta sendo arrombada gozei rápido, apertando forte,
tremendo toda, sentindo cada centímetro dele pulsando dentro.
Quando vi que ele tava quase
gozando de novo, parei de repente, ofegante.
— Tira a camisinha… goza
em cima da minha bucetinha.
Ele tirou rápido, jogou no
chão, segurei aquele pau até ele gozar forte — jatos quentes
caindo na minha buceta, escorrendo pelos lábios, molhando tudo.
Peguei a calcinha, puxei de volta pro lugar devagar, como se quisesse
guardar aquilo ali… guardar pra mostrar pro meu marido depois.
— Foi ótimo, Fernando… de
verdade. Você é incrível.
Ele sorriu, passou a mão no
meu rosto.
— A gente se encontra por aí
de novo?
— Quem sabe… um dia a
gente se esbarra. — Dei um beijo rápido na bochecha dele. — Mas
agora eu preciso ir antes que escorra tudo e eu chegue em casa
parecendo que tomei banho de porra.
Saí do carro. Ele tava
estacionado na rua de trás da minha casa. Comecei a caminhar. Cada
passo fazia mais gotas quentes escorrerem pelas coxas internas,
descendo até os tornozelos, pingando nos pés. O gozo dele misturado
com meu gozo, viscoso, deixando um rastro pegajoso na pele.
Antes de virar a esquina,
liguei pro meu marido.
— Amor… tô chegando.
Chego em uns dois minutos.
A voz dele saiu ansiosa,
rouca.
— Tudo bem aí? Como foi?
— Foi… intenso. Te conto
tudo agora, cara a cara.
Cheguei em casa, abri a porta
devagar. Ele tava na sala, luz baixa, esperando. Dei um beijo longo
na boca dele — ainda com gosto do Fernando na língua. Ele sentiu
algo diferente, franziu a testa, mas não disse nada. Me puxou pro
sofá, sentamos colados. Ele pegou meus pés no colo, começou a
massagear devagar como sempre tinha o costuma de fazer. Eu comecei a
contar, voz baixa e excitada:
— Fui pro bar com as
meninas… tomei uns drinks… conheci um cara lá. Alto, negro,
corpo enorme. Ele veio falar da minha tatuagem, eu falei que era
casada, que você ia achar ele atraente…
Enquanto falava, ele
massageava dava para sentir seu coração batendo forte
— Ele riu, a gente conversou
um pouco do lado de fora…
Ele levantou meu pé direito
pra beijar, como faz sempre. Mas parou no meio do caminho. Sentiu
algo úmido, viscoso nos dedos do pé. Lambeu instintivamente, depois
congelou. Olhou pra baixo: gotas brancas, grossas, escorrendo por
toda a perna.
Ele parou tudo. Olhos
arregalados, voz tremendo:
— Amanda… isso aqui… é
o quê?
Eu assenti devagar, mordendo o
lábio.
— É dele. Gozou em cima da
minha buceta… escorreu tudo enquanto eu caminhava pra cá. Pingou
nos pés, nas pernas… trouxe pra você.
Ele gemeu rouco, mão
apertando meu pé com força, o pau já duro escapando do pijama.
— Caralho… você deixou
ele gozar em cima… sem nada… e trouxe pra casa assim?
Eu sorri devagar, voz
provocadora:
— Tirei a camisinha na hora
que vi que ele ia gozar. Pedi pra ele gozar em cima. Queria que
escorresse…você não queria isso?.
Antes que ele respondesse,
continuei, olhando firme nos olhos dele:
— Agora continua lambendo,
senão não vou te contar tudo que aconteceu. Cada detalhe. Cada
gemido. Cada centímetro que ele me abriu.
Ele congelou por meio segundo,
depois obedeceu. Abaixou a cabeça de novo, língua quente lambendo a
sola do meu pé direito, subindo devagar pela sola, pelo arco, limpou
tudo cada gota branca e viscosa.. Gemeu baixo contra minha pele.
Eu continuei contando, voz
rouca, enquanto ele lambia:
— Ele me ofereceu uma carona
e eu aceitei, finalmente ia realizar tudo que você provocou, mas
desisti no caminho de ir para o motel, mas aqui ficamos conversando,
foi leve ele foi me seduzindo, eu fui imaginando tudo que você já
provocou e fui me entregando, primeiro com ele foi me tocando, depois
colocou os dedos… depois eu tirei o pau dele pra fora… era
enorme, amor. Grosso, veias pulsando. Chupei até ele gozar na minha
boca… engoli tudo.
Ele subiu lambendo pela
panturrilha, língua traçando o rastro pegajoso que descia das
coxas. Chegou na parte interna da coxa, lambendo devagar, subindo
centímetro por centímetro.
— Depois eu subi nele…
cavalguei devagar no começo e fui aumentando o ritmo, … sentindo-o
me encher toda, me arrombar de verdade. Gozei apertando forte… e
quando vi que ele ia gozar de novo, tirei a camisinha e pedi pra
gozar em cima da buceta.
Ele chegou lá. Enterrou a
boca na minha buceta suja, vermelha, tava aberta. Ele ficou
paralisado olhando, a língua lambendo os lábios inchados com o gozo
grosso que ainda grudava ali, misturado com meu gozo. Lambeu fundo,
gemendo alto. Eu puxei o cabelo dele, tremendo. Ainda ofegante, puxei
o cabelo dele e mandei, voz firme e provocadora:
— Agora deita no chão.
Ele obedeceu rápido, nu em
segundos, deitado de costas no tapete, pau duro apontando pro teto.
Subi por cima dele, uma perna de cada lado da cabeça, e sentei
devagar no rosto. A buceta molhada, inchada e suja encostou direto na
boca dele.
— Isso… lambe enquanto eu
conto mais. Sente o gosto dele em mim. Você queria isso, né? Meu
corno gostoso… lambe fundo, vai.
Rebolei forte me sentia
poderosa, esfregando tudo na língua dele, gemendo enquanto ele
chupava com fome, provando cada gota do Fernando. Gozei de novo no
rosto dele, tremendo, molhando tudo.
Depois ele me deitou de costas
no sofá, abriu minhas pernas e veio por cima, olhando nos meus
olhos. Metendo devagar no começo, depois mais forte, socando fundo,
cara a cara. Eu segurei o rosto dele, sorri safada, voz rouca e
provocadora:
— Você não queria isso,
amor? Não era isso que você imaginava quando me mandou sair? Olha
pra mim… olha o que ele deixou em mim, essa bucetinha era só sua,
agora ta toda arrombada… e agora você tá metendo por cima…
Ele gemeu alto, olhos vidrados
de ciúme e tesão, acelerou o ritmo e gozou enquanto eu falava que
agora sim era uma hotwife. Depois que ele gozou dentro de mim, ainda
pulsando, saiu devagar. O gozo dele começou a escorrer. Ele desceu,
abriu minhas pernas e enterrou a boca de novo.
— Caralho, amor… você é
tão gostosa… minha puta safada… — murmurou rouco, lambendo
tudo: o gozo dele, o do Fernando, meu mel.
Chupava forte, elogiando entre
lambidas:
— olha como ta toda
abertinha… tão marcada… porra, você é perfeita, minha puta
gostosa…
Eu tremia, gozando de novo na
boca dele enquanto ele devorava cada gota.
Foi a noite mais
louca, mais suja e mais quente da nossa vida.