By; Luiza
Oi Te Contos, este meu relato aconteceu no final de semana do feriado dos dias dos trabalhadores.
Eu me chamo Luiza, tenho 19 anos, eu havia ido com meus pais para o litoral e ficamos em nossa casa, perto da praia da Enseada. Todos os dias meus pais saiam para a cidade ou para algum lugar e eu ficava sozinha, curtindo a praia ou a piscina da casa, achei até legal ficar sozinha o dia todo, só ve-los antes de sairem ou no finalzinho da tarde quando voltavam.
Eu sempre tive vontade de ter sexo com alguém mais velho, um senhor, alguém bem vivido, que fosse bem dotado e fosse simpático, atraente e gostoso.
Eu sou branco, cabelos pretos, 1,64 de altura e cerca de 60 kgs, seios redondinhos e bundinha bem durinha.
Neste dia, na parte da tarde fui até a praia para descontrair um pouco e conheci um senhor, seu nome era Alberto, um homem bem simpático, forte, sorriso bonito e bem falante.
Ele me disse que estava em sua casa de praia, também ali na Enseada e que gostava de caminhar na praia para se descontrair. Ficamos conversando algum tempo, até que resolvi convidar o senhor para ir até minha casa, pois estava sozinha e a gente poderia conversar um pouco mais.
Em minha mente eu queria era levar o homem para casa e depois sentir sua pegada, queria ver se ele me faria sentir gosto em ser enrabada, em poder chupar uma piroca e mamar seu leite como gostoso. Ele concordou e seguimos para minha casa.
Logo que chegamos, liguei a Tv e nos sentamos no sofá, eu fiquei bem ao lado dele, colocando minha mão sobre sua perna. Ele notou minha intenção e facilitou minha vontade de tocar seu pau. Ele abriu sua bermuda e deixou seu cacete lindo saltar para fora da cueca, era lindo e grande, era grosso, cheio de veias salientes, pelôs brancos aparados, a cabeça era lisinha e vermelha, eu não aguentando o tesão, comecei a lamber com carinho aquela rola e aos poucos fui fazendo um vai e vem em minha boca, eu sentia a cabeça do seu pau chegar ao fundo de minha boca, quase me sufocando, mas eu queria era sentir seu leite, queria engolir tudo, queria se pudesse, engolir até suas bolas.
Ele começou a tremer e então seu pau bastante inchado e duro, me presenteou com seu leite quente e viscoso, algo meio que agridoce, mas que era gostoso, engoli tudo e comecei a lamber sua pica até deixa-la bem limpa. Tirei minha roupa e me deitei sobre o sofá e pedi para ele me comer com sua pica maravilhosa.
Ele se despiu também e se deitou sobre meu corpo, senti seu peso e me preparei para aquele momento, onde eu seria uma mulher para um senhor, sua pica começou a tentar me penetrar, minha buceta estava bem meladinha, então engoliu gostoso o pau dele, ele começou a me comer no começo, devagar, lentamente, me beijando, ora chupando minha língua, ora chupando meu pescoço, quando estava bem quente, ele começou a meter mais rapido, seu pau entrava e quase saia de dentro da minha buceta, suas bolas batiam mais rapidamente em mim, gemia eu e gemia ele, prendi ele com minhas pernas e falei pra meter mais rapido e forte e ele socou com força.
Seu pau estava bem duro, era a hora que eu queria, após um beijos, pedi pra ele comer meu cuzinho, dava pra ver a alegria dele, me beijou toda, chupou meus peitos, eu me virei, deitando de costas, deixando a minha bunda toda pra ele,que beijou minhas costas, beijou e mordeu minha bunda, depois ficou curtindo sem presa nenhuma o meu cuzinho e minha buceta assim por tras, ate começar a deita-se por cima de mim, afastei as pernas e senti seu pau forçando a entrada, mas meu cúzinho ainda virgem não estava pronto para tal invasão.
Sentindo que aquilo estava meio difícil, falei que iria pegar um creme de minha mãe para facilitar. Lambuzei meu ânus e a pica dele, que estava muito dura, veias altas, e me deitei para a invasão anal.
Aos poucos senti que estava sendo penetrado por aquele mastro e comecei a gemer de dor e prazer, senti os pelos dele roçarem minhas nádegas, uma pausa, elogios e xingamentos, ele tava tarado, devagar começou um vai e vem no meu cu, um pouquinho, fomos ficando de ladinho, seu pau já todo dentro, e ele foi me comendo gostoso, a dor já nem existia, minha buceta piscava, ora eu tocava uma siririca ora ele tocava pra mim.
Ele no meu ouvido pediu para eu ficar de 4, ele tirou seu pau, eu fiquei de 4, no sofa da sala, olhando la para fora, então ele meteu seu pau, entrou, ardeu um pouquinho, ele deu uns tapas na minha bunda, apertou, me chamando de putinha, dizendo que eu seria uma puta perfeita, era só eu querer, então segurou na minha cintura e castigou deliciosamente o meu cuzinho, não mais virgem, logo uma enxurrada de porra me encheu por dentro.
Foi algo sensacional, eu era a putinha do velho, eu estava com meu cu desvirginado. Ficamos algum tempo deitados com sua pica todinha dentro de mim, até que senti ela amolecer e deixar um vazio em mim. Fomos ao banheiro e juntos nos banhamos, onde ainda pude fazer um belo boquete nele.
Trocamos contato, ele se arrumou infelizmente tinha que ir pois já estava perto dos meus pais chegarem, mas disse que avisaria caso ficasse sozinha no dia seguinte, mais cedo assim ele poderia vir e curtirmos mais tempo.
No dia seguinte, logo pela manhã ele voltou em minha casa e transamos muito, me gozou bastante, foi um feriadão bem gostoso.
Enviado ao Te Contos por Luiza
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