By; Milena
Me chamo Milena, tenho 28 anos, e sou casada.
O que quero contar aconteceu quando eu estava com 21 anos,
tinha chegado de uma cidade do interior, do interior mesmo, de Goias vindo
morar aqui em São Paulo. Mal cheguei e já tinha um arrumado um namorado e sei lá
se por mim, mas muito mais incentivados por nossas famílias que era amigas desde a época de adolecencia.
Com essa idade tinha entrado na faculdade e um novo mundo
abriu para mim, foi difícil me manter fiel ao meu noivo, acabei criando um
desejo muito grande por um amigo da faculdade e depois de muito tempo acabei
indo ate a sua casa para transar com ele.
No dia desse encontro eu me produzi toda, pra essa foda,
saciado o meu desejo, meu cu doía, minha buceta ardia, meu corpo tinha marcas,
arranhões, mordidas, saliva e sêmen, culpa e vergonha me assaltavam de forma
desesperadora. Me vesti como pude, o tesão foi tão grande que o Leo acabou rasgando
o meu vestido, sai de AP e caminhei o
mais depressa possível pra casa, rezando para que meu namorado não tivesse
chegado ainda. Sentia a porra do Leo escorrendo entre minhas coxas enquanto
subia as escadas para nosso apartamento.
Ao chegar à porta, meu coração quase parou: ele estava
sentado, do lado de fora, parecendo desacordado. Ergueu a cabeça ao perceber
minha chegada e pude ver que estava embriagado pela primeira vez na vida.
Levantou-se cambaleante e começou um discurso confuso de desculpas. Ondas de
alívio passavam no meu corpo, ele não havia notado nada. Entramos em casa e eu
ia para o banheiro quando me chamou pelo nome, me olhou de alto a baixo, a boca
entreaberta, olhos arregalados.
- “Você tá muito gostosa. Parecendo uma puta”.
Renato jamais falaria isso sóbrio. Segurou-me pelo braço,
tentando me beijar. O repeli, alegando que precisava de um banho (e como
precisava!), mas ele, com sua língua enrolada pela bebida, respondeu que me
queria daquele jeito.
- “Vem cá minha putinha. Você tá me deixando louco de
tesão”.
Colou sua boca na minha, eu mantendo os lábios cerrados,
pois ainda sentia o gosto da pica do Leo. Porém Renato estava decidido, continuava
me chamando de puta, dizendo que adorava meu cheiro de puta.
Um desejo perverso começou a tomar conta de mim, deixando-me
novamente excitada, abri a boca e dei-lhe um longo beijo de língua, ele me
empurrou para nossa cama e terminou de rasgar o vestido, me colocando nua em
pelo, veio sobre mim, ajudei a tirar sua roupa, contudo, naquele porre, não
conseguia ter uma ereção decente.
Não pensava em mais nada, apenas em gozar de novo, então
agarrei seus cabelos e forcei sua cabeça pra baixo, Renato chupou meus peitos
com vontade e se pôs a percorrer meu corpo sujo de outro macho com sua língua,
me lambeu de alto a baixo, limpou a porra das minhas coxas e eu puxei sua cara
contra a minha buceta, foi uma sensação única.
Agarrando-o pelos cabelos empurrava com força minha
buceta na sua boca, movendo freneticamente o quadril até não aguentar mais e
explodir num orgasmo demorado.
Deixei-o dormindo e fui tomar um banho, quanto mais a
água limpava meu corpo, mais imunda eu me sentia. Toda a gravidade do que eu
havia feito naquela tarde caía sobre mim, Renato não merecia aquilo! Eu o
amava, ele era um excelente namorado. A culpa foi tanta que caí no chão do
banheiro num choro compulsivo. Ainda assim, na manhã seguinte, quando ele me
disse que tinha uma lembrança confusa do que havia ocorrido e questionou-me se
ele tinha rasgado meu vestido e feito aquelas marcas no meu corpo, eu
confirmei, tendo a certeza de que estava assegurando meu lugar no inferno e ele
ainda me pediu desculpas!
Naquela noite Renato reuniu toda a nossa família contou
que tinha bebido muito para comemorar com uns amigos, pois ele tinha conseguido
um emprego em uma multinacional, que teria um ótimo salario e me pediu em
casamento.
- “Já tava na hora da gente oficializar nosso noivado”.
Eu chorava de remorso, dizendo que era emoção, acabei que
comprometi comigo mesmo que seria a mulher que Renato merecia. Assumi meu papel
de esposa submissa, sempre compreensiva e disponível, jurei jamais o trair
novamente ou sequer olhar para outro homem.
Porém, havia dias em que um tesão inexplicável queimava minhas
entranhas e eu tinha gana de abrir as pernas para a primeira pessoa que visse
pela frente. Como meu noivo trabalhando o dia todo e estudando à noite, nossa
vida sexual tinha piorado, fazíamos sexo uma ou duas vezes por semana apenas e
sempre aquela coisa convencional que não me satisfazia, me debatia entre o desejo
e a consciência, chegava ate me autoinfligir de dor para tentar esquecer o
desejo por sexo.
Não aguentando mais suportar aquilo sozinha, me abri com
Débora, a mais liberal das minhas amigas, contei tudo. Após horas tentando, sem
sucesso, encontrar uma saída, Débora fez uma última sugestão:
-“Bom, talvez, um bom remédio para o seu caso, seja um
consolo.”
Um de um pau de silicone, não era uma solução, mas, ao
menos, ajudaria a suportar os momentos de maior tesão, ela me indicou-me um sex
shopping onde eu encontraria um do meu agrado:
- “É uma lojinha pequena, mas a menina que atende faz
programa, é bem discreta e sabe tudo sobre sexo. Ela vai te orientar
direitinho.”
No dia seguinte, disfarçada e morrendo de vergonha,
entrei na lojinha que, por sorte, estava vazia, era meio dia, quem iria ta ali
nessa hora kkk. Uma moça ruiva de cabelos cacheados, muito bonita, veio me
atender. Tremi de nervosismo, falei o que procurava e ela me levou até um
mostrador no qual havia vários “modelos” dependurados, tive vontade de rir, vendo
aquele monte de pau pendurados ali, achei todos muito grandes e perguntei se
não havia um menorzinho.
- “É pra sexo anal?” A moça perguntou-me com a maior naturalidade
do mundo.
Com o rosto em brasa, confirmei. Ela disse que havia
vendido a maioria, mas tinha alguns que vinham na cinta peniana,e o meu nervosismos
era tanto que mandei essa;
- “Cinta peniana? O que é isso?”
Ela riu da minha inexperiência e atenciosamente, me
apresentou o artigo. Era basicamente uma calcinha de couro com um buraco onde
um pau de borracha ficava encaixado, uma delas tinha o consolo do tamanho que
eu queria. Ela embrulhou a cinta com o caralho e, enquanto eu pagava,
perguntou, olhando para a aliança na minha mão direita:
- “É pra usar no seu noivo?”
Fiquei perplexa, novamente ela riu e explicou que alguns
casais faziam inversão de papéis, por isso aquele modelo tinha um pau
menorzinho.
- “Você se surpreenderia se soubesse a quantidade de
homens casados que me procuram para eu os fazer de menina. Já enrabei muito
machinho…”
Devo ter ficado de boca aberta, pois ela sorriu da minha
reação. Falei que iria usar sozinha e me despedi. A vendedora olhou pra mim e
falou
- “que desperdício”.
Corei novamente e saí apressada, um pouco por vergonha, e
um pouco para que ela não percebesse que eu já estava morrendo de tesão. Eu era
muito inocente PQP!
O consolo tornou-se meu melhor companheiro nos momentos
de solidão, me masturbava com ele dentro do meu rabinho e não conseguia impedir
que minha imaginação voasse… pensava no Leo, em outros caras e… tinha que
admitir, na vendedora ruiva. Isso aumentava meus conflitos. Lesbianismo, para
mim, com a criação que eu tive, era tabu. Jamais havia sentido atração por
mulheres, nem curiosidade.
Acabei, novamente, me abrindo com Débora. Ela ouviu
pacientemente, sorrindo de forma enigmática. Falou que eu deveria ligar pra
menina do sex shopping, já que ela tinha me cantado e eu já estava fantasiando
com ela… Acabamos não tocando mais nesse assunto por um tempo. Imaginei que ela
estava me achando nojenta e iria se afastar de mim.
Uma tarde, tínhamos marcado de fazer um trabalho, mas eu
estava com fogo no corpo, comecei a me masturbar e perdi a noção do tempo, de
repente, Débora tocou a campainha, no susto, apenas me vesti e escondi o
consolo sob o travesseiro, abri a porta, sem pensar que eu ainda transpirava
sexo, com os mamilos acesos, corpo suado… ao entrar, minha colega já percebeu que
havia “alguma coisa no ar”.
Eu fazendo de tudo para ela não ir no quarto, pois lá o
cheiro de sacanagem ainda estava forte. Débora dava algumas indiretas, estava
obviamente percebendo tudo, enquanto eu morria de vergonha. Após alguns
minutos, ela disse que precisava ir ao banheiro, levantou-se, mas, ao invés de
ir ao banheiro social, foi para o da suíte, fiquei com vontade de me esconder.
Débora estava demorando, tomei coragem e fui ver. Quando
cheguei na porta, ela pediu que eu esperasse mais um minutinho apenas. Logo,
pediu que eu entrasse. Fiquei chocada: minha amiga estava nua, usando a cinta
peniana e sorrindo. Vendo que eu não tinha reação, ela segurando o pau, disse;
- “Vem aqui, deixa eu matar esse teu tesão… deixa eu ser
teu macho”.
Eu sabia que aquilo era errado de mil formas diferentes,
mas o que eu senti era algo incontrolável: minha buceta queimava, o calor subia
pelo ventre, fazendo meus seios incharem. A respiração perdeu o compasso, minha
boca se abriu e minhas pernas não conseguiam se mover.
Débora me puxou para a cama e cedi passivamente, me
entreguei aos seus beijos vigorosos, suas mãos hábeis tirando minha roupa e me
acariciando.
- “Teu cheiro sempre me deixou louquinha” ela disse.
“Agora quero sentir o gosto!”
Caiu de boca na minha buceta encharcada, me levando ao
delírio, a safada tinha experiência, me fez gozar rapidinho. Mas queria mais:
me obrigou a beijá-la, lambê-la e chupar o pau de silicone como se fosse um
boquete de verdade. Foi bom porque me excitei novamente.
- “Vou te dar o que tu gosta”, ela me disse.
Me fez virar e ficar de quatro na cama. Agarrou meu
cabelo como se fossem rédeas de uma montaria. Então senti uma estocada rápida
na buceta. Ela segurou um pouco o pau dentro de mim, mas logo tirou e foi para
seu objetivo: meteu forte no meu cuzinho, que já estava bem preparado para
receber aquele cacete. Eu gemi como puta e Débora seguiu socando com força no
meu rabo, enquanto puxava meus cabelos. Perdi o controle, esqueci os vizinhos…
gritei de prazer sendo enrabada por minha amiga. Cheguei a outro orgasmo sem
sequer tocar meu clitóris, e a Débora também gozou me fodendo.
Tomamos banho juntas e arrumamos tudo, pois o quarto
tinha ficado empesteado com o cheiro da nossa putaria e o Renato chegaria a
qualquer momento. De fato, alguns minutos depois de voltarmos a sentar na sala,
bem comportadinhas, meu noivo chegou do trabalho, só fez um lanche, tomou um
banho e saiu para o cursinho.
Hoje sou casada com o Renato, mas transo 2 ou 3 vezes na
semana com a Debora, minha mulher.
- Enviado ao Te Contos por Milena