terça-feira, 30 de junho de 2026

O date duplo que virou uma aventura perigosa

   

By; Maju

Quando o relato que vou contar ocorreu, eu estava no começo de um relacionamento. Eu namorava Pedro, um rapaz alto, cheiroso e sempre bem vestido. Eu sempre fui bem tímida perto dos amigos dele, mas com a Victória foi diferente. Ela namorava o Wesley, melhor amigo do Pedro, ela era alta, magra, com uma bunda redondinha e durinha que marcava mesmo na roupa, uma tatuagem delicada na coxa esquerda, óculos que deixavam ela com cara de inteligente, cabelo liso curto com mechas rosa e azul, e um piercing no septo que chamava atenção toda vez que ela sorria. Nós nos conectamos rápido. Conversávamos sobre séries, livros e músicas como se nos conhecêssemos há anos. 

Certo dia Pedro sugeriu um almoço na casa dele com Victória e Wesley. E foi muito divertido. Conversamos, rimos, ouvimos música, bebemos skol beats, cerveja. O dia fluiu tão bem que, quando a noite chegou, eu não queria que terminasse. Sugeri que eles ficassem pra assistir um filme.

Quando os meninos saíram para comprar mais bebida, ficamos só nós duas.
Assim que a porta fechou, um silêncio estranho caiu sobre a sala. Meu coração acelerou de um jeito que eu não conseguia explicar. Senti um calor estranho subindo pelo corpo, especialmente quando ela se aproximou e sentou bem perto de mim no sofá.

— Quer escolher o filme? — perguntei.

— Pode ser… vamos ver o que tem — respondeu Victória, a voz também mais baixa que o normal.

Nossos braços se encostaram. Depois as pernas. Nenhum de nós se afastou. Era como se estivéssemos testando algo novo, algo proibido, sem entender ainda o que era. Durante o filme, debaixo da coberta, nossas mãos se encontraram. Primeiro só os dedos roçando. Depois um carinho tímido. Eu sentia a respiração dela mudar quando minha mão deslizava pela coxa dela, perto da tatuagem. Ela retribuía, tocando minha cintura, subindo devagar por baixo da blusa. Nenhuma palavra. Só olhares rápidos, respirações mais curtas e aquele calor crescendo entre nós.

Quando o filme acabou e vimos que os meninos estavam completamente apagados de tanto beber, trocamos um olhar.

— Eles não vão acordar… — falei baixinho.

Victória mordeu o lábio de leve, parecendo tão nervosa quanto eu.

— Quer… tomar um banho? Pra relaxar um pouco?

Assenti. Meu corpo inteiro tremia de expectativa.

Fomos para o banheiro em silêncio. Tranquei a porta. A luz era amarelada, quente. Ela se aproximou devagar e me deu um beijo suave, quase hesitante. Nossos lábios se tocaram como se os dois lados estivessem com medo e ao mesmo tempo querendo mais. O beijo foi ficando mais profundo, mais curioso.
Tiramos a roupa uma da outra devagar, explorando. Quando vi o corpo dela nu — alta, magra, pele macia, os seios pequenos e empinados, a curva perfeita da bunda durinha e aquela tatuagem na coxa — fiquei sem ar. Ela também me olhava como se estivesse descobrindo algo novo.

Entramos no box. A água quente caiu sobre nós como uma carícia. Ficamos um tempo só se abraçando, sentindo a pele molhada uma da outra, os corações batendo forte.

Victória me encostou na parede com delicadeza. Seus dedos traçavam meu corpo, descendo pelo pescoço, pelos seios, pela barriga, até chegar entre minhas pernas. Quando ela me tocou ali, tão suave, soltei um suspiro longo contra o ombro dela.

— Isso é tão… estranho… mas tão bom — sussurrei, voz tremendo.

— Pra mim também… — respondeu ela baixinho, beijando meu pescoço. — Eu nunca senti isso com ninguém.

Ela se ajoelhou devagar na minha frente. A água escorria pelo cabelo curto colorido. Olhou pra mim como se pedisse permissão. Quando assenti, ela me beijou ali, primeiro com carinho, depois com mais fome, explorando com a língua cada parte minha. Era lento, dedicado, quase reverente. Minhas mãos foram parar no cabelo dela, segurando com delicadeza enquanto meus quadris se mexiam devagar contra sua boca.

Quando minhas pernas começaram a tremer, eu praticamente implorei pra ela não parar.

— Vic... eu vou gozar, não para por favor…

Ela continuou me chupando lento mas com vontade, o ritmo era perfeito. Ela sabia exatamente o que estava fazendo.

— Aiii... isso Vic... eu vou gozar na sua boca..

Senti uma explosão dentro de mim e meu corpo estava inteiro tremulo, a vontade era de gemer bem alto mas consegui me controlar. Foi um orgasmo maravilhoso. Eu a puxei pra cima e a beijei, sentindo meu próprio gosto nela. Virei ela de costas pra mim, colando meu corpo no dela. Meus seios pressionados contra suas costas, minha mão descendo pela barriga dela até encontrar sua bucetinha quente e molhada. Toquei com cuidado, circulando, sentindo como ela pulsava. Beijava suas costas, os ombros, o pescoço, enquanto meus dedos se moviam mais firmes.

— Você é tão linda… — murmurei contra sua pele.

Victória soltou um gemido baixinho, encostando a testa na parede, o corpo tremendo contra o meu.

— Que delícia... to me segurando pra não gemer alto aqui…

— Continua desse jeito, tá uma delícia - Disse ela enquanto rebolava nos meus dedos. Não demorou muito e sua respiração começou a ficar mais pesada, senti a temperatura do seu corpo mudar.

— Eu vou gozar... isso... isso... aii... ai... caralho…

Quando ela gozou, foi lindo. o corpo inteiro se entregando, a respiração falhando, a mão dela apertando a minha contra ela.

Ficamos abraçadas debaixo da água por um tempo, trocando beijos lentos e carinhos no rosto, ainda sem acreditar no que tínhamos acabado de fazer.
Desliguei o chuveiro. O silêncio repentino deixou o banheiro ainda mais íntimo.

— Isso foi um erro… — sussurrei. — Não deveria ter acontecido. Ainda mais com eles aqui do lado.

Victória me olhou, mordendo o canto do lábio.

— Verdade… — respondeu baixinho. — Mas foi bom. Não posso negar.

Nós duas rimos, um riso nervoso, quase adolescente. Nos secamos em silêncio, trocando olhares e sorrisos pequenos.

Voltamos para a sala na ponta dos pés. Meu coração estava disparado. Eu imaginava mil coisas horríveis: os meninos acordados, nos esperando com raiva… Mas o que encontramos foi Pedro e Wesley dormindo profundamente, cada um largado no seu colchão de um jeito quase cômico.

Nós nos olhamos e caímos na risada baixa mais uma vez.

Deitamos no colchão que sobrou. Apagamos a luz. No escuro, ela se virou de costas pra mim e eu me encaixei nela, de conchinha. Sem pensar muito, passei o braço por cima dela e deixei minha mão descansar sobre seus seios. Victória soltou um suspiro contente e virou o rosto. Nossos lábios se encontraram num beijo rápido, doce, quase inocente.

Nenhum de nós disse nada. A gente sabia que aquilo era perigoso demais. Que não podíamos repetir.

Mas ali, no escuro, com o corpo dela colado no meu, eu me permiti sentir tudo antes de dormir.

Maju.

  • Enviado ao Te Contos por Maju

domingo, 28 de junho de 2026

Virou vicio e ninguém suspeita (01- Junho- 2026)

  

By; Mirela

Ola Te Contos me chamo Mirela, tenho 24 anos, namoro, e o que contarei aqui para vocês o que começou acontecer no inicio desse mês de Junho e continua acontecendo.

Era segunda feira 01 de Julho, era uma tarde quente, eu me arrumei com cuidado. Vestido leve, daqueles que marcam o corpo sem ser vulgar demais, com uma fenda lateral que deixava as coxas à mostra quando eu andava. Salto alto preto, maquiagem sutil. Meu namorado sabia que eu ia resolver um problema burocrático na cidade vizinha com o pai dele.

– Tudo bem amor, vai com ele então. Depois passa aqui quando voltar, tá? – ele disse no telefone, sem desconfiar de nada.

O sogro chegou pontual. Um coroa sarado, ex militar, daqueles que malham bastante pra manter a forma, cabelo grisalho bem cortado, cheiro de perfume caro. Ele insistiu no carro dele pra economizar, e eu acabei cedendo. Entrei no banco do carona, o vestido subiu um pouco nas pernas. Ele ligou o som baixo, uma música sensual que preenchia o carro. Os primeiros minutos foram normais, conversa fiada sobre o trabalho. Mas eu percebi os olhares. De rabo de olho, ele descia o olhar pelas minhas coxas lisas, pela curva dos seios pressionados contra o tecido.

Eu disfarçava, mas não conseguia ignorar o volume que crescia na calça dele. Uma protuberância grossa que latejava contra o tecido. Meu corpo reagiu. Senti um calor subir pela buceta, um formigamento no grelinho. A viagem de quarenta minutos pareceu eterna.

Chegamos, resolvemos o assunto. O cara do cartório até comentou:

– Sua esposa é linda hein?Meu sogro sorriu, possessivo:

– Não, ela é minha nora.

Aquilo me deu um frio na barriga. O jeito que ele disse “minha nora” carregava outro peso. No caminho de volta, ele parou o carro de repente numa estrada secundária. Antes que eu pudesse falar, ele grudou em mim. A boca dele tomou a minha num beijo faminto, língua invadindo, chupando meus lábios com desespero.

– Para… – eu murmurei, mas minha voz saiu fraca, traída pelo tesão que já molhava minha calcinha.

Ele não parou. A mão dele entrou pela fenda do vestido, apertando minha coxa grossa, subindo devagar até roçar a borda da calcinha. O cacete dele estava duro como ferro, roçando na minha perna.

– Eu quero você há tanto tempo, sua putinha – ele rosnou no meu ouvido, mordendo o lóbulo.

Ele ligou o carro de novo e entrou num motel ali perto. Eu obedeci, calada, o coração batendo forte. Quarto com hidromassagem. Assim que a porta fechou, o coroa enlouqueceu de verdade. Me prensou contra a parede, beijando como se fosse o último beijo da vida. Mãos grandes apertando minha bunda, puxando o vestido para cima.

– Olha essa bunda… caralho, você esconde isso tudo do meu filho? – ele disse, rindo safado.

Ele tirou os sapatos, a camisa, revelando o peito definido, abdômen marcado. Calça e cueca foram ao chão. A pica dele saltou, grossa, veias pulsando, cabeça rosada brilhando de pré-gozo. Uns bons 18 centímetros de vara latejante. Ele balançou ela na minha frente.

– Olha o que você fez, sua safada. Essa pica tá assim por sua causa o caminho todo.

Eu me ajoelhei, admirando. Peguei aquela vara quente com as duas mãos, punhetando devagar, sentindo o peso, a rigidez. Massageei as bolas pesadas, cheias.

– Que pica gostosa, sogro… – sussurrei, olhando pra ele com olhos pidões.

Ele gemeu baixo, tirando meu vestido com urgência. Fiquei só de sutiã, calcinha fio dental e salto. Ele afastou, admirando.

– Porra, que corpo. Vou comer você todinha hoje, nora. Vou foder cada buraco seu.

– Vai mesmo? Então vem… – respondi, já molhada.

Ele arrancou o sutiã, mamando meus peitos com fome. Chupava os mamilos duros, mordiscava, lambia toda a barriga, descendo. Ajoelhou, cheirou minha buceta por cima da calcinha.

– Que cheiro bom de puta no cio.

Me virou de costas, puxou a calcinha com os dentes, descendo devagar. A bunda ficou exposta, o fio enterrado no cuzinho.

– Nossa, olha esse cu… tudo apertadinho. Vou comer ele também.

Agachou e mordeu minha bunda, lambendo entre as nádegas. Me colocou de quatro na cama, mordendo e chupando. Depois me levou pra hidromassagem. Água quente, borbulhando. Ele me sentou na borda, abriu minhas pernas e grudou a boca na minha buceta.

– Ahhh… sogro… que delícia… – gemi, segurando a cabeça dele.

A língua dele era experiente. Lambia os grandes lábios, chupava o grelinho inchado, entrava na entradinha molhada. Depois desceu pro cu, lavando, enfiando a ponta da língua.

– Lambe meu cuzinho… assim… porra… – eu pedia, rebolando.

Ele chupava o grelo com força, sugando, mordiscando de leve. Eu explodi.

– Aiiiiii não paraaaa que eu vou gozar… aaaahhh! – gritei, o corpo tremendo, gozando na boca dele.

Ele lambeu tudo, sorvendo meu mel.

– Vou tomar tudo, sua cadelinha. Que buceta gostosa.

Era minha vez. Segurei aquela pica grossa, bati na língua, chupei a cabeça, descendo até as bolas. Mamava uma bola de cada vez, lambendo o saco inteiro.

– Caralho… que boquinha gulosa… mame essa vara, nora… – ele gemia, segurando meu cabelo.

Eu desci fundo, engasgando, saliva escorrendo. Ele fodia minha boca com estocadas.

– Vou gooooooozar… segura aí… porraaa!

Ele jorrou na minha boca, porra grossa, quente, muito volume. Encheu minhas bochechas. Eu cuspi tudo na barriga dele, lambendo depois.
Ele me beijou com gosto de porra, misturado. Tomamos banho juntos, mãos explorando. Mas o tesão não baixou. Ele me grudou na parede do box, subiu em mim, ergueu uma perna e enterrou a pica na minha xoxota de uma vez.

– Aaaaiii… que pica grande… me rasga… – gritei, unhas cravadas nas costas dele.

Ele metia forte, fundo, as bolas batendo na minha bunda molhada.

– Toma essa vara, putinha. Buceta apertada do caralho.

Mordia meu pescoço, minhas costas, xingando sem parar.

– Cadela safada… dando pra sogro… traidora… gosta de pica de coroa né?

– Gosto… fode mais… me fode gostoso… aaaahhh!

Fodemos uns bons dez minutos naquela posição, água caindo. Ele me virou, me colocou de quatro na banheira, metendo de novo, batendo fundo.

– Olha esse cu piscando… vou comer ele depois.

Eu rebolava, desesperada.

– Vou gozar de novo… na sua pica… porraaa… aaaahhh!

Ele gozou junto, enchendo minha buceta de porra quente, jatos fortes.

– Toma toda a porra do sogro… encheu essa xoxota… que delícia.

Ficamos ali, ofegantes. Depois saímos, nos arrumamos e voltamos. Na estrada, ele ainda passava a mão na minha coxa.

– Isso fica entre nós, hein? – ele disse.

– Claro… mas quero mais – respondi, sorrindo safada.

Cheguei em casa à noite, meu namorado me esperava. Dei um beijo nele, ainda sentindo o gosto do pai, a buceta latejando com a porra do sogro escorrendo na calcinha.

Dias depois, o tesão voltou mais forte. Meu sogro me chamou pra “ajudar” em outro serviço. Dessa vez eu já sabia o que ia rolar. Entrei no carro dele de saia curta, sem calcinha. No caminho, ele já enfiou a mão entre minhas pernas.

– Buceta molhada já? Safada.

– Tô louca pra sentar nessa pica de novo – confessei.

Ele parou no mesmo motel. Quarto maior. Mal fechou a porta, me jogou na cama. Tirou tudo rápido. A pica dele já babando.

– Chupa, vadia.

Eu chupei com mais vontade, babando na vara, engolindo até o fundo da garganta. Ele gemia rouco.

– Que garganta profunda… engole tudo, putinha.

Depois me fodeu de lado, uma perna erguida, metendo devagar no começo, depois acelerando.

– Olha como sua buceta engole minha pica… apertadinha… geme pra mim.

– Aaaahh… mais forte… me arromba… sogro delícia… – eu gritava, gemendo desesperada.

Ele me virou de bruços, levantou minha bunda e enfiou no cu devagar. Primeiro a cabeça, depois o resto.

– Aiiii que cu apertado… vai devagar… aaaaiii… tá entrando tudo…

– Relaxa, vadia. Esse cu é meu agora.

Metia no cu com força, estocadas fundas, mão no meu grelo esfregando.

– Goza no meu cuzinho… enche ele de porra… – pedi, enlouquecida.

Ele gozou, enchendo meu intestino. Depois virou e me fez sentar na cara dele, esfregando a buceta na boca enquanto eu mamava a pica.

Dias viraram semanas. Encontros escondidos, rapidinhas no carro, foda completa no motel.

A relação virou vício. Eu vivo molhada só de pensar na pica dele. Ele vive duro pensando na minha buceta e cu. E o melhor: ninguém suspeita. À noite eu dormo com o namorado, de dia dou pro meu sogro com tudo.

  • Enviado ao Te Contos por Mirela

sábado, 27 de junho de 2026

Aproveitei minha esposa ter viajado e levei uma amiga do trabalho para foder em casa (Maio-2026)

  

By; Anderson

Me chamo Anderson sou um coroa de 40 anos, casado, moro em Brasília, no dia desse acontecido eu estava sozinho em casa, pois minhas esposa tinha ido visitar seu irmão junto com nossa filha e o seu marido, eu acabei ficando pois esperávamos um montador que tinha marcado ida naquele final de semana (sabado).

Na segunda feira após o final de semana era feriado, minha esposa só voltaria na quarta feira, eu me levantei cedo, sozinho, tomei um banho me perfumei e fui ao shopping comer alguma coisa ou só pra bater pernas, chegando lá sentei em uma mesa e comprei um sanduíche e de repente surge uma amiga do trabalho, uma morena linda de cabelos longos e um delicias de pernas.

Pra minha surpresa ela olhou pra mim, e sorriu, não acreditava no que eu via, respondi com outro sorriso e apontei com os olhos para a cadeira ao meu lado , ela se aproximou e me deu bom dia, eu disse agora o dia ficou melhor, conversa vai e conversa vem eu a convidei para passar la em casa e mais tarde eu a deixaria em casa.

Fomos pra meu apartamento, chegando em casa ela pediu a toalha e foi tomar banho, eu entrei no quarto e deitei em minha cama pra relaxar as costas, e lhe mostrei o quarto e as dependências do apartamento e disse pra ficar a vontade, um tempo depois ela entra de toalhas no meu quarto que imagem linda, e disse

- tá muito calor posso ficar de shortinho ?

Eu disse sim lógico fique a vontade, quando ela virou de costas pra sair sua toalha caiu ao chão, fiquei anestesiado, ela ficou sem graça e pediu desculpas, eu disse

- nossa não se preocupe hoje vi o paraíso - acabamos rindo

Fui banhar também, mas não me saia da cabeça aquela cena que bunda linda e empinadinha, meu pau não amolecia eu fiquei constrangido de sair do banheiro afinal é bem volumoso, arrisquei sair do banheiro, mas ela estava dentro do meu quarto ainda de toalha me esperando e ela percebeu o volume e ficou parada sem tirar os olhos, eu disse;

- você não iria colocar o short?

Ela disse;

- daqui a pouco, eu estou em dúvida se visto ele ou uma sainha

Meu pau pulsava dava aqueles pulinhos dentro da toalha, ela disse;

- tem alguém animadinho ai né

Eu disse;

- me desculpe não quero te desrespeitar, mas não estou conseguindo controlar, pode ficar tranquila que não vou te atacar

Ela sorriu e disse;

- eu que estou quase te atacando

Eu me aproximei e dei um beijo em sua boca com muita vontade e intensidade que ela ficou sem ar, ela disse;

- nossa cara que beijo imagina o resto

Eu disse;

- se vamos fazer vamos fazer valer a pena

Tirei sua toalha e deitei ela na cama e falei pra ela ficar relaxada porque primeiro iria fazer uma massagem, deitei ela nua de costas e comecei uma massagem, passei óleo de massagem e fui deslizando as mãos pelo sue corpo, atolava as mãos na bunda e tocando a buceta e passando as pontas do dedo no grelinho, ela já estava se contorcendo quando a virei de frente, continuei a massagem nos seios barriga e na buceta dela fazendo a massagem clitoriana e mamaria, quando a mão direita saia da buceta a mão esquerda tocava ai ela gritou e disse;

- para por favor to gozando

Ai fiz com mais intensidade até que ela deu aquele suspiro, subi e fui beijando a boca dela e desci mamando seus peitos enormes, nunca tinha ficado com uma mulher com seios tão grandes e firmes, eu fui descendo e atolei minha língua em sua buceta, depois fui fudendo sua buceta com a língua coloquei ela de quatro e meti a língua em seu cuzinho, e lambia suas coxas e entrava debaixo e abocanhava sua bucetinha carnudinha, chupava ela tanto até que ela gozou em minha boca, senti seu melzinho escorrendo em minha língua, foi maravilhoso faze-la gozar muito, então ela falou;

- agora é minha vez

Ela pegou meu pauzão com a cabeça bem vermelhinha e abocanhou e foi mamando e disse;

- agora quero leitinho de macho

- Eu demoro muito a gozar, no final te dou

Mais ela mamava olhando em meus olhos com aquela cara de safada e queria leite, até que tempo depois eu gozei intensamente, muitos jatos de porra em sua boca, ela bebeu tudo, fiquei doido o meu pau não murchava, então ela disse;

- uau, ele ta pronto pra minha bucetinha, vem me fuder

Eu não resistia tanta safadeza, então meti com vontade dentro dela, ela gemia muito, parecia que estava sem sexo por muito tempo, nossa a buceta dela engolia meu pau todinho, coloquei ela deitada de frente pra mim e levantei as pernas dela e meti fundo, ela gozava muito, coloquei ela de quatro segurei seus cabelos e meti a vara com força, ela adorava e dizia;

- assim eu vou viciar nesta rola

Eu dava tapas em sua bunda e tapinhas de leve na sua cara e dizia;

- assim que vc gosta putinha safada

Ela gozava muito, eu não aguentava mais até que gozei muito na barriga e nos peitos dela, fomos tomar banho e quando voltamos estávamos com vontade de novo, cai de boca no meio das pernas dela e chupei muito até que ela anunciou o gozo.

Fiquei em pé e enganchei ela na minha cintura e fui fudendo no ar, eu levantando ela pra cima e pra baixo, ela segurando no meu pescoço suspensa no ar e suas pernas enganchada nos meus braços e eu metendo a rola enquanto beijava ela loucamente...

Depois ela veio por cima cavalgando na minha rola, enterrando toda dentro de sua buceta, enquanto ela subia e descia eu mamava seus peitos e massageava seu cuzinho com meu dedo até que ela empurrou para traz e meu dedo atolou dentro do rabo dela, então ela mandou fuder o cuzinho dela com meu dedo enquanto fodia sua buceta.

Depois que ela gozou ela me pediu pra fuder seu cuzinho, eu passei lubrificante e fiquei quietinho pra não machucar ela, mais ela já foi empurrando o rabo pra entrar tudo, fui mexendo devagar ate que ela disse;

- não tenha dó, pode meter com vontade

Eu fiquei tipo de pé meio abaixado pra fazer a montaria, ela tava louca cada estocada em seu cuzinho ela pedia mais, neste dia gozei muito…

Fomos banhar e assim que sai do banho ela me disse;

- eu quero mais, nossa você é muito delicioso

Nesta hora me sentir com uma auto estima elevada, comecei beija-la e fui lambendo a buceta dela de novo, tirava a língua metia a rola e depois que dava umas trinta estocadas bem fundo e forte tirava pra fora e metia a língua de novo e fui fazendo isso até gozar muito.

Apagamos agarrados após gozarmos juntos, acordamos no outro dia, bem cedo, por volta das 5;40 da manha, tomamos banho juntos, ela mamou minha rola ate me fazer gozar dando leite de café da manha, depois nos arrumamos e fui deixa-la em sua casa, quando voltei apaguei e dormir a tarde toda.

Já saimos do trabalho pro motel umas 4 vezes após esse dia em casa.

  • Enviado ao Te Contos por Anderson

sexta-feira, 26 de junho de 2026

Minha aventura com o cara que conheci na net e tirou minha virgindade.

   

By; Luênia

Oi Te Contos, me chamo Luênia, hoje tenho 24 anos e gostaria de contar minha historia, que após ler vários contos aqui me fez ter coragem para enviar a minha a vocês.

Eu sou morena alta, 1,74 de altura, 67 kg bem distribuídos, cabelos longos e sou evangélica desde pequena, conheci o Caio na igreja e foi primeiro namorado, e depois de um ano e meio noivamos, mas nunca tivemos relação sexual, meu noivo muito sério, eu ate mentir dizendo que não era virgem pra ver se ele me comia, mas ele disse que só após o casamento, eu estava com 21 anos e não estava mais aguentando de vontade, através de uma rede social eu conheci o Anderson, por uma foto dele ai fiquei louca de vontade de conhecer ele, mandei privado e ele me respondeu na hora, eu pensei;

“ nossa o que eu falo?”

Trocamos zap e como moro em Ceilândia uma cidade de Brasilia, eu contei sobre minha história e hora que podia falar no zap, ele ele sempre muito discreto marquei logo de conhecer ele, mas sem sexo só pra conversar e ver se sentia atração física, marquei atrás da rodoviária de Taguatinga aqui perto e quando ele chegou não acreditei o quarentão mais novo que vi, estilo garotão, bem simpático e sorridente, conversamos um pouco e eu um pouco receosa pedi pra sair dali, fomos em uma rua tranquila com pouco movimentos e conversamos por uma hora mais ou menos ele me fez rir muito.

Adorei sua conversa mas sua voz me enlouquecia, ele olhou em meus olhos e me beijou na boca, quase fui no céu, ele sabe como pegar uma mulher, minha calcinha estava toda molhada e ele começou a meter a mão em minha coxas e foi ate a calcinha e foi alisando minha xaninha por cima da calcinha, eu nem sei explicar o fogo que me surgiu eu pedi pra ir pra casa e fui morrendo de vontade e ele não forçou a barra, me beijou e disse que gostaria muito de me ver de novo.

Nem dormir naquela noite, ai de madrugada mandei mensagem e ele não respondeu ai tive que ligar e disse tudo o que estava sentindo, ele disse

- vamos amanhã vou te fazer toda realizada e não vai doer muito minha princesa

Eu então disse “eu vou”, marcamos no centro de Brasília e ele me propôs de irmos para uma pousada em uma cidade de Goiás, liguei pra minha mãe e pedi se podia dormir fora na casa de uma amiga de faculdade porque teriam muito trabalho da faculdade e ela fazia dupla comigo e disse;

- quer falar com ela no telefone?

Eu arrisquei porque se ela pedisse pra falar tava ferrada, ela disse;

- tranquila filha, eu acredito em você

Eu olhei pra ele e disse;

- vamos pra nossa lua de mel

Viajamos uns 240km, e chegamos, era uma pousada linda e aconchegante, ele me apresentou como sua noiva e fomos para o quarto, chegando lá tomamos banho e coloquei uma roupa leve, uma saia de pano fino e uma calcinha de renda branca, ele usava um short tipo jogador de futebol e percebi que o safado estava sem cueca, nem sei descrever a sensação, ele foi me beijando e senti como fosse sua namorada, me dava carinhos e carícias enquanto me beijava, me abraçou forte e falou baixinho em meu ouvido, nossa ele soube como deixar louca por ele;

Ele foi beijando meu pescoço, minha xaninha estava ensopada que estava passando para fora da calcinha, ele foi beijando meu pescoço e retirando minha blusinha, e foi me beijando nas costas e barriga passando a ponta da língua em meu umbigo e barriga, depois voltou a me beijar e chupou minha língua deliciosamente, sentir nas nuvens.

Foi então que ele me deitou no sofá, tirou minha saia e arrancou minha calcinha com sua boca, e foi lambendo minhas coxas, umbigo e pescoço. Retirou meu sutien e foi mamando um peito e apertando o outro, dava leves mordidinhas, eu não queria que acabasse nunca aquilo, ele foi descendo meu corpo lambendo e beijando, começou lamber minhas coxas e chegou em minha bucetinha e chupou como se estivesse me dando um beijo de língua, como nunca tinha feito isso não ate aquele momento, eu não sabia dizer se ele é bom mesmo nisso, só sei que sentia sua língua passeando dentro de minha xaninha, chupava meu grelinho como ele chupava minha língua pelo beijo.

E quando ele enfiou ate onde deu a língua dentro de minha buceta, nossa se eu não fosse virgem acho que entrava mais, ele enfiava e tirava, depois ele fazia movimentos circulares e depois subia e descia com a ponta da língua, e depois sugava com os lábios, mordia de leve com os lábios tipo pressionando os lábios de minha buceta, eu senti uma coisa gostosa parecendo uma cócega lá no fundo, e senti minhas pernas tremerem e após isso senti um alívio acho que gozei em sua língua, e ele sugava meu melzinho, parecia que estava com fome de buceta, ele me pegava com tanta vontade.

Depois de um tempo ele me bota de 4 e fica se esfregando em mim, e depois morde minhas costas e nuca fico toda arrepiada, e mete a língua em meu cuzinho e depois desce para a buceta e depois morde as polpas de minha bunda, ele entra debaixo de mim e mama meus peitos alternando e uma mama e outra e me beijava muito, eu estava louca pra sentir ele dentro de mim, foi quando pensei;

“nossa estou como uma geladeira nem to tocando nele, só ele que faz tudo”

Meti a mão dentro de seu calção e peguei uma pica dura inchada e maravilhosa, eu disse;

- deixa eu mamar ele

Ele me disse;

- safada vem mamar em minha pica, hoje vc será minha putinha

Eu amei ser xingada assim, eu nunca chupei e acho que fiz muito mal, mas ele batia seu pau em meu rosto e dando tapinhas em minha cara e dizia;

- mama sua crente putinha, não é isso que você queria?

Eu já nem me reconhecia mais, ele disse;

- vou te dar leitinho

Eu parei e disse;

- na boca não

Ele disse;

- sei que vai gostar de sentir o gosto de seu macho

Ai ele foi esfregando a pica na minha língua ate que jorrou muita porra, nossa até que não foi ruim, só sei que estava louca era pra dar a buceta pra ele, então ele me chupou de novo, passou um gel geladinho em minha buceta e no pau dele, colocou na entradinha dando uma pressão, ele foi me beijando deixando seu pau parado na entrada, e devagar foi escorregando, tava doendo um pouco mas ai ele me deu um beijo e gemia enquanto beijava.

Eu fiquei sem sentido quando de repente ele afunda tudo de uma vez dei um grito, mas ele abafou com seus beijos, e ele ficou quietinho pra eu não sentir dor, ele realmente é muito gentil e preocupava comigo o tempo todo.

Eu fui mandando ele ir mexendo ele devagar ate que estava muito gostoso, nem sei explicar, de repente ele começa socar forte estava dolorido mais acho que minha buceta estava com fome de pica, eu fiquei louca e comecei a chamar ele de cachorro a dar tapa na cara dele e mandava ele me comer direito, ele ficou louco de tesão e meteu forte que via estrelas

Me colocou de lado e metia pica sem dó, depois levantou minhas pernas e colocou nos seus ombros e meteu sem dó, eu pedia pra ele parar um pouco mas ele disse;

- você não queria virar uma putinha vai ter que aguentar

Do jeito que ele me falou fiquei com mais tesão ainda e pensei “deixa ele arregaçar esta buceta”, e resisti, fiquei de 4, ele puxava meus cabelo e metia sem parar, ele parecia que não cansar, eu gozei nem sei quantas vezes, só sei que estava maravilhoso, enquanto escrevo fico com a buceta toda molhada aqui;

Ele lubrificou meu cuzinho e meteu gostoso, ele me fez a mulher mais realizada naquele dia, o lugar que me levou estava tudo muito maravilhoso…

Pena que na outra semana meu noivo me pediu em casamento, em 45 dias casamos, eu fiquei com o Anderson mais 4 vezes, uma dentro do carro, outra no mato (literalmente), e duas em motel na área central de Brasília, depois que casei senti vontade de repetir, mais aguentei ficar só na vontade.

Obrigada Anderson por me fazer mulher naquele dia, e pelos os outros dias que tivemos juntos.

  • Enviado ao Te Contos por Luênia

quinta-feira, 25 de junho de 2026

Te Contos foi a inspiração (24-06-2026)

  

By; Rogerio

Oi Te Contos, me chamo Rogerio, tenho 40 anos e sou casado, minha esposa tem 39 anos e estamos juntos a 12 anos já. Mas nossas trepadas continuam sendo maravilhosas mesmo com tanto tempo juntos.

Ontem a noite estavamos na cama já deitados, estava assistindo uma das partidas da copa, e ela pegou o tablet e ficou mexendo nele, ate parar aqui no TEContos, e me passou para ler um dos contos que ela gostou bastante, comecei a ler e eu já de pica dura mas compenetrado na leitura não percebo que ela abaixa meu pijama expondo a minha pica duríssima e começa a mamar e a bolinar meu saco.

Eu largo tudo e já vou dando jeito de pegar seus peitos e enfiar a mão na buceta por trás para não atrapalhar a maravilhosa mamada que ela me proporciona, e sua buceta está completamente encharcada escorrendo seu néctar, peço para que de um tempo para eu poder chupa-la, pois está muito bom seu boquete, o que ela permite.

Ela vai abrindo as pernas, eu vou por cima para poder mamar sua buceta e ela não larga de minha pica e logo sinto que vou gozar em sua boca, como ainda não tinha autorização para fazer isto aviso que estou quase gozando, ela larga de me chupar e vou me ajustando e mamando seus peitos enfiando a mão na buceta até que ela pede que a coma logo pois está com muito tesão e quer ter um orgasmo.

Prontamente o faço enfiando fundo a pica, também esfregando em seu grelo e ela começa alucinadamente a mexer as ancas, vou metendo com força do jeito que ela gosta, batendo meu corpo no dela, e logo ela anuncia que está pronta, para eu apreçar o ritmo, com isto conseguimos alcançar uma enorme e deliciosa gozada juntos, jorrando muita porra em sua buceta.

  • Enviado ao Te Contos por Rogerio

quarta-feira, 24 de junho de 2026

Uma deusa dos meus sonhos - Final

   

by; @mrerio

A parte I está aqui!

A parte II está aqui!

Acordei um pouco mais cedo que ela naquele sábado. O som batia no rosto dela e ela estava linda de se ver, fiquei ali um bom tempo admirando aquela obra de arte na cama enquanto aguardava o café da manhã que eu havia pedido chegar. Recebi o café sem que ela acordasse, entrei novamente debaixo das cobertas para abraçar ela e acordar com uns beijinhos.

- Bom dia mocinha!

- Bom dia querido…

- Dormiu bem?

- Muito bem, e você?

- Eu pedi café pra gente…

- Hum que delícia!

Ela segura meus braços envolta dela e me sente com seu corpo, enrola as pernas na minha e pede para ficarmos assim mais um tempinho, clario que eu topei.

- Nossa, já esá animado assim?

- Culpa sua…

- Adoro essa culpa, sabia?

- Eu estou percebendo…

- Me espera aqui rapidinho? - Me pede ficando de frente pra mim.

Eu concordo acenando com a cabeça e ela levanta e vai para o banheiro, escuto ela escovando os dentes, lavando o rosto em seguida volta para o quarto rebolando aquele quadril maravilhoso e subindo na cama e vindo pra cima de mim.

Ela me beija e coloca a coberta de lado, a gente se abraça e se beija mais ainda, ela chega bem pertinho do meu ouvido e diz "vou te dar um showzinho tá?!". Logo em seguida ela senta na minha barriga e começa a se tocar pra mim, se movimentava, me deixava maluco.

Eu levantava as vezes e beijava ela, chupava os seios, mas ela me empurrava de volta pra cama e voltava a fazer o shozinho dela, agora ela me tocava, me provocava e passava sua boceta no meu pau e o segurava com uma mão, me masturbando e sentindo ele ficar cada vez mais duro com todo o show.

De vez em quando ela deixava a cabeça entrar um pouquinho, rebolava com ela dentro e passava no clitoris em seguida, apertava ele com a bocetinha e ia provocando o tempo todo.

- Voçê lembra do que eu pedi no banho?

- Lembro sim?

- E vai me dar o que pedi?

- Me pede... quem sabe vai ganhar?

- Vem, me come de quatro!

- Como...

Ela sai de cima de mim e fica de costas pra mim de quatro, se excitando com o rosto no colchão, ela já estava super molhada com tudo o que estava acontecendo. Eu aproximei por trás dela, mordisquei a bunda dela e chupei sua boceta por um tempo, lambia e dedilhava junto com a mão dela, ela gemia a cada passada de língua nela, a cada vez que o dedo entrava e saía, a cada mordida que eu deva nela.

Confesso que eu também não estava me aguentando ver aquele corpo gostoso todo na minha frente, eu a abraço por trás e encaixo o meu pau nela e vou colocando lentamente nela.

Meu pau deslisava fácil pra dentro dela, duro como uma rocha, ela gemia alto pedindo para entrar mais, eu começo a bombar nela, arranho suas costas, puxo seu cabelo, puxo contra meu corpo e mordo seus ombros, ela senta no meu colo e ficamos assim um tempo abraçados enquanto ela rebolava em mim e eu metia ao mesmo tempo que segurava seus seios e tocava sua boceta.

A gente fica assim por um bom tempo, até que ela pára e tira meu pau de dentro dela, põem a mão na boceta e com a outra guia meu pau para o cuzinho dela e vai sentando bem lentamente. Ele estava bem lubrificado pelo gozo dela, que foi entrando bem do jeito que ela queria.

- Nossa... Quase não dou conta…- Ela me diz com uma carinha de dor e prazer.

- Consegue, conseguiu aquela hora…

- É mas... Aiii...

Ela desce sentada em mim até encostar fundo nela, eu pulsava dentro dela com ela ali parada no meu colo e vai subindo e descendo bem lentinho para ir acostumando.

Ela se toca junto comigo para ir excitando e tentar aliviar um pouco a dor que ela sentia enquanto sentava em mim e em um determinado momento além de sentar ela rebolava também.

- Você gosta né seu safado?

- Estou adorando você assim…

- Vai querer todo dia agora…

- Você eu quero todo dia mesmo faz tempo!

- Cachorro...

Ela fica de quatro novamente e me deixa controlar os movimentos, no comeu eu mantenho a mesma cadência que ela fazia mas foi pedindo para aumentar e eu obedeci, cada vez mais rápido e forte dentro dela, tomando cuidado para não machucar, ela urra a cada estocada minha.

A posição que ela estava era maravilhoso, suas costas brancas eram atrativas para passar meus dedos traçando riscos com as unhas, seu quadril ficava pedindo para que eu o agarrasse com força e o puxasse contra o meu corpo e seu pescoço era um excelente alvo para minha boca beijar e morder.

Ela gemia alto e ia a loucura a cada movimento, a cada toque, a cada ida e vinda do meu corpo contra o dela, ela não aguenta, suas pernas bambeial e deita na cama e eu acompanho deitando sobre ela também. Em momento algum ela me deixa parar de tocá-la, sempre segurando minha mão contra sua boceta acariciando seu grelo e clitóris.

Ela treme de baixo de mim, gemendo quase sem vóz, sinto suas pernas chacoalharem, apertarem nossas mãos, sinto sua boceta apertar nossos dedos várias vezes seguidas e isso me animava mais ainda, acelerava meus movimentos sobre ela até sentir que eu também estava prestes a gozar naquela bunda maravilhosa. Meu pau pulsa dentro dela várias vezes, aos poucos vou reduzindo o movimento.

- Deixa ele…

- Oi?

- Quero sentir ele amolecer dentro, deixa ele...

Ela segura meus braços e roda na cama pra gente ficar de ladinho agarradinhos, mas a deusa ficava ainda provocando movimentando o quadril comigo lá dentro, o que fez demorar um bom tempo até que começasse a começar a amolecer dentro dela.

- Minha nossa.. você acabou comigo agora!

- Te machuquei? Não né?!

- Não, mas eu não tenho força pra mais nada.

- Nem pro café que espera a gente?

- Preciso de um tempo para tomar café... e o sr. trate de ficar aqui assim…

- Você é quem manda...

Eu faço carinhos nela, cafuné, enquanto ela fica quietinha aninhada em mim de conchinha.

Conversávamos baixinho ao pé de ouvido e aos poucos as forças dela foram voltando, ela começa a sentir um pouco de frio e pede para nos cobrir.

Tomamos café na cama mesmo quando ela recupera suas forças, a gente namora mais um pouco, damos uma volta pela cidade e eu a levo até a cidade dela e a deixo em casa.

Trocamos contatos e até combinamos dela vir conhecer minha cidade e nos encontrarmos outra vez.

terça-feira, 23 de junho de 2026

Sabado, 23 de maio de 2026

  

By; Valéria

Sábado, 23 de maio de 2026.

Acordo com o marido terminando de se arrumar para ir para um compromisso de trabalho. Ele nota, me da um beijo e diz:

- Ainda é cedo e está frio. Aproveita para dormir.

Olho o celular e os 12°C do termômetro me convidam a ficar na cama. Ele se despede e sai. Noto a casa silenciosa e aos poucos vou relaxando e adormecendo.

Acordo algum tempo depois, as 10:30. Estou excitadíssima com um sonho erótico que tive nessa soneca.

Tento lembrar, mas só consigo pensar que estou no banco traseiro de um carro estacionado na rua e alguém me comia de 4.

Coloco a mão por dentro do pijama e sinto minha buceta encharcada, o clitóris inchado e sensível. Preciso gozar.

Pego o celular e começo a navegar no Tumblr. Bundas. Poemas. Carros. Animes. Uma foda que outra. Penso que ja foi melhor.

Tento provocar alguma interação com uma postagem. Nada!

Enquanto isso, meus dedos deslizavam para dentro e para fora da minha buceta melada, lentamente, esfregando o clitoris.

Jogo o celular pro lado, sinto meu corpo, meus seios. Na minha mente volta o fragmento do sonho, de 4, sentindo um pau fundo e intenso. Imagino a cena e atrás de mim, me comendo, está um antigo caso. Suspiro e gozo!!

Minha buceta fica mais melada e fico ali, apertando os seios e espalhando meu mel sobre o clitóris sensível. Brinco por uns minutos.

É hora de encarar o frio.

segunda-feira, 22 de junho de 2026

Nossa primeira vez no motel (20-06-2026)

  

By; João Paulo

Ola Te Contos, sou um João Paulo, sou casado e contarei, a pedido da minha mulher, sobre nossa ida ao motel sábado passado.

Sábado a noite, estávamos a sós em casa, nossas filhas viajando, aproveitamos e marcamos uma ida ao motel para conhecer e fazer algo diferente. (sim, nunca tinhamos ido)

Nos dirigimos em direção ao motel, toda a inexperiência para esse assunto, até colocar carro na garagem, descobrir como baixar porta, enfim entramos. Trocamos longo beijo e eu logo enfio a mão em sua buceta e percebo que já está molhadinha, vou ao outro cômodo ligo a tevê e já estava em canal de porno, me deixa o pau mais duro ainda porem ela diz;

- vamos tomar algo e tomar um belo banho de banheira.

Na hora do banho rola beijos, apertos nos seio, mão no caralho, mão no fundo da buceta e aproveitamos para relaxar um pouco, mas sem baixar o tesão. De repente, sem eu ter que pedir me faz uma deliciosa surpresa com um enorme e gostoso boquete, tão delicioso que quase gozo em sua boca gostosa, mas aguento firme, peço para que aguarde um pouco para não encher sua boca de porra, o que o faz mais logo volta a dar mais uma enorme mamada e me levando a loucura.

Percebendo novamente que estou quase a gozar em sua boca e como não a avisei ele solta minha pica e para de joelhos em minha frente esfregando seus seios em minha boca que prontamente coloco em minhas mão e vou mordiscando seus mamilos chupo os dois com muita vontade tentando coloca-los por inteiro em minha boca provocando mais tesão ainda e o que faz com que ela levante e fique bem em frente a meu rosto com sua buceta provocativa puxando minha cabeça ao encontro de sua buceta.

Tento chupa-la e com toda a vontade de sentir minha língua em suas entranhas afasta minha cabeça e ergue a perna direita na beirada da banheira bem próximo a minha cabeça, expondo de vez aquela buceta maravilhosa a qual começa a esfregar em meu rosto implorando para ser chupada decentemente, agarra novamente minha cabeça e faz com que vá ao encontro da buceta e vai apertando bastante contra aquele coisa gostosa e como sou tarado por chupar sua buceta enfio minha língua entre os grandes lábios deslizando e ela estremece, sinto suas pernas tremerem de tesão e quando chego ao clitóris dando uma bela chupada ela quase chega a gozar.

Continuo a esfregar minha linga por toda a buceta entrando fundo em suas entranhas, dou uma olhada de canto de olho vejo uma expressão muito safada em seu rosto entregando que esta amando minha chupada.

Continuamos nos bolinando mais alguns minutos dentro da banheira cheia de espuma até que ela sugere para sairmos para tomar uma ducha e ir para a cama onde com a tv ligada em filme de sacanagem só aumentou nosso tesão.
Assistimos uma cena de sexo, dentro de uma piscina que é muito legal, mesmo assim não deixamos de nos tocar e provocar, hora mamando seus peitos, hora a deixo sozinha a ver o filme para chupar mais sua buceta, hora dando o caralho para ela chupar, enfio quase a mão inteira dentro da sua buceta;

E assim vamos mais um bom tempo e resolvemos botar o caralho dentro de sua quase incontrolável buceta tesuda que está louca para receber uma pica, mas não a penetro só vou passando em toa a extensão desde a entrada para a caverna dos prazeres até o grelo e assim depois de várias esfregadas, ela pede para penetrar e enfio o caralho mais que duro com força no fundo da buceta e tiro rapidamente e repito mais umas quatro ou cinco vezes até que ela pede :

-”vai, mete toda essa pica, vai ligeiro me faz gozar amor”

Prontamente o faço e em poucas estocadas já estou derramando muita porra dentro de sua buceta, gozamos quase que simultaneamente, nos beijamos e acariciamos, mamo seus seios e logo vamos tomar uma ducha novamente.

Nos lavamos e debaixo da ducha vou bolinado seus seios e buceta, votamos para cama e assistimos mais um filme pornô e já recomposto vou para cima dela e dou mais uma gozada em sua buceta que queria mais pica, e chegamos ao clímax mais uma vez.

Gozei na buceta embora eu estivesse querendo mesmo era comer seu cuzinho, que me tinha sido prometido que quando nascesse nosso primeiro filho e na primeira ida a um motel eu o teria, mas até hoje não consegui fode-lo, só consegui colocar dois dedos dentro de seu cuzinho, sempre que posso vou implorando para comer seu cuzinho, vou tentando e com os dedos vou continuar tentando fazer com que ela sinta prazer anal e acabe me concedendo a tão sonhada foda.

  • Enviado ao Te Contos por João Paulo & Esposa

domingo, 21 de junho de 2026

Sexta feira fui por motel e provei que sabia usar tudo que eu tinha. (19-06-2026)

   

By; Daniela

Ola Te Contos, me chamo Daniela, tenho 23 anos, trabalho e faço faculdade a noite.

Sexta feira eu estava na faculdade e na minha sala tem um cara chamado Alexandre, ele é um cara legal, bonito e sempre tive tesão por ele, mas nunca rolou nada.

Sabe-se lá porque nesse dia eu passei por ele e sem mais nem menos ele perguntou se eu sabia “usar” tudo o que eu tinha. Na hora eu saquei a gracinha e respondi;

- “que só vendo para crer”.

Ele pulou da cadeira e disse

- “é para já”.

Me pegou pela mão e me conduziu para fora da sala e eu levando na brincadeira. Fomos para o estacionamento e de repente estávamos na porta do carro dele. Eu perguntei o que ele iria fazer e ele na hora respondeu que iria descobrir se eu sabia “usar” tudo o que eu tinha.

Entramos no carro e fomos para um motel. Super chique daqueles como piscina e coisa e tal. Nos deitamos na cama e ele começou a me beijar. Foi muito gostoso, em seguida ele tirou minha roupa e foi me chupando. Eu quase não tenho seios, mas ele sabia chupar... Chupou minha buceta e eu gozei pela primeira vez. Tirei o pau dele para fora e coloquei inteiro na boca. Eu adoro chupar e, modéstia a parte, eu chupo muito bem, comecei devagar na cabeça, descendo pelo tronco e depois (eu adoro isso) fico lambendo entre a cabeça e o tronco, naquela entradinha... Fui mais rápido e mais forte até que sem nenhum aviso ou constrangimento ele começou a gozar, gozar e gozar, e segurou a minha cabeça tão forte que só tive outra opção, tive de engolir tudo.

Quando acabou ele tirou o pau da minha boca e ficou me olhando. Eu tive vontade de gritar, fiquei puta, mas me aproximei e cuspi na barriga dele o que eu não tinha engolido, precisavam ver a cara dele... Me pegou e me levou para a piscina. Tomamos um gosto banho e ele me disse que a boca eu sabia “usar”, queria ver o resto.

Fomos para cama novamente e ele começou a me chupar... Com o pau já duro me colocou deitada e foi entrando, entrando bem devagar...Nossa parecia o maior e mais grosso pau da minha vida, não era, mas ela sabia “usá-lo” muito bem. Ficamos ali no entra e sai e eu fui apertando a minha buceta para ficar mais gostoso, fui apertando até que ele se assustou, nunca tinha transado com alguém que domina seu corpo. Ele explodiu em um gozo louco..... Ele tirou o pau de dentro de mim e disse;

- a buceta você sabe “usar” muito bem, quero ver o resto.

Nesse momento percebi o que ele quis dizer na faculdade. Fomos para hidromassagem e descansamos um pouco.

Quando eu voltei para o quarto ele me pegou pelas costas e disse no meu ouvido:

-– agora vou comer esse cuzinho, quero ver se você sabe mesmo usar tudo que tem.

Eu adoro sexo anal, adoro mesmo, perdi minha virgindade anal antes da vaginal, mas estava puta com o modo dele. Fomos para a cama.

Ele me colocou de 4 e foi me chupando, colocando um dedo, dois. Ele saiu de trás de mim foi para minha frente e perguntou se eu estava acostumada a dar o cu ? Eu disse que sim e ele pirou.... O pau dele estava maior que nunca.... Ele voltou para trás de mim e foi enfiando... Eu fui fazendo força “para fora” para facilitar a entrada, quando ele estava todo dentro começou a uivar e gritar:

–- Nossa que gostoso, nunca comi uma mulher que gostasse realmente de dar o cu.

Comecei a piscar o meu ânus para deixá-lo ainda mais doido, sentia o pau dele latejar dentro de mim. Fui “mordendo” o pau dele com meu cu. Ele entrava e sai cada vez mais forte, chegava a tirar o pau todo para fora e observar o tamanho do meu buraco, quando começava a fechar ele entrava de novo, foi fazendo isso por mais de 15 minutos, até que de repente entrou e gozou, gozou tão forte que eu me assustei....

Quando ele tirou o pau, meu cu latejava e expulsava a porra dele, em ondas... Ele ficou louco e colocou três dedos dentro do meu cu, e eu já estava deitada de lado.

Ele dormiu ao meu lado, e quando acordou pediu para me enrabar novamente. Deixei, claro! Ele parecia uma criança com brinquedo novo. Dessa vez foi mais rápido e ele gritava:

–- Você sabe “usar” tudo que tem......

Eu realmente adoro sexo anal....

Beijos para todos do Te Contos

  • Enviado ao Te Contos por Daniela

sábado, 20 de junho de 2026

Minha Esposa quis me ver comendo outra mulher e ate participou (Junho-2026)

  

By; Casal Feliz

Ola Te Contos, me chamo Diogo, sou casado.

É sabido que a maioria dos que gostam de praticar o cuckold são os homens, ou seja, imploram para verem suas mulheres com outros. Mais no caso a minha esposa eram quem queria.

Eu e minha esposa sempre nos provocávamos com diversas fantasias e uma delas era minha mulher me ver com outra. Sugeri então que baixássemos um aplicativo de relacionamento. Assim o fizemos.

Foi bem bacana desenvolver uma conversa no aplicativo e trepar falando sobre ela. Ficávamos extasiados. Até que eu conversei muita putaria com uma mulher recém divorciada e que teve apenas um parceiro ao longo da vida. Era uma mulher 35 anos. Tinha um corpo muito sensual e estava cheia de vontade de conhecer sexualmente outro cara.

Conversamos bastante, incluindo assuntos bem picantes. Meu perfil era de solteiro, portanto, ela não sabia que eu era casado. Combinei com minha esposa de que não diria nada. Deixaria apenas bem claro que seria somente sexo, para que ela não criasse expectativas além disso.

Pois bem, marcamos para a noite seguinte. Eu a convidei para tomar um vinho em casa e combinei que iria buscá-la num bairro próximo ao meu. Quando estava próximo do momento de sair, disse a ela que estava com uma prima hospedada em casa, mas que logo o namorado viria buscá-la para sair. Ela não se importou. Fui encontrá-la, então, com minha mulher.

Ela entrou no carro e sentou no banco da frente. Claro, para todos os efeitos, minha nova amiga safada seria minha namoradinha. Apresentei minha esposa como prima. Conversamos os três no trajeto de volta para casa. Minha mulher simulou que havia recebido uma chamada do namoradinho e confirmou que logo ele chegaria.

Passei a mão nas pernas da amiga e dirigi num clima muito sexy. Ao estacionar, subimos para o apartamento conversando amistosamente, sempre os três. Chegando, abri logo um vinho e trouxe a amiga para atrás de uma bancada que separa a cozinha da sala.

Minha mulher ficou do outro lado do cômodo, mas a proximidade entre os três era grande, exceto pela bancada de mármore. Eu abracei minha namoradinha safada por trás enquanto bebíamos e conversávamos todos.

Fiquei passando os dedos na bucetinha da amiga diante da minha mulher. No início, ela ficou um pouco tímida por estar na frente da minha suposta prima. Ela se contorcia discretamente para não denunciar.

Era muito gostoso ver o olhar da minha mulher tentando descobrir o que estava rolando e ao mesmo tempo me vendo beijar nossa amiga como se fosse minha namorada. Foi uma circunstância muito excitante, principalmente porque éramos completos estranhos, mas estávamos muito afim de foder.

Ela, em momento algum, pediu que eu tirasse meus dedos da sua bucetinha. Eles estavam molhados com sua excitação. Meu pau estava muito duro esfregando em sua bunda. Já não estava aguentando, queria muito fodê-la.

Minha esposa recebeu mais um suposto telefonema de seu namorado e se afastou um pouco. Puxei a namoradinha para um canto da cozinha e comecei a falar putaria olhando bem nos olhos dela. Ela puxou meu pau da calça e eu disse a ela que estava louca para me dar, correndo o risco de ser vista por outra pessoa.

Ela sorriu para mim e disse que eu era muito vagabundo. Começou a massagear meu pau excessivamente duro. Eu a peguei pelos cabelos e direcionei lentamente ao meu pau. Em nenhum momento ela desviou seu olhar do meu, até engolir minha rola com voracidade. Foi um boquete tão intenso que estava segurando para não gozar precocemente.

Eu levantei sua cabeça, puxando seu cabelo e pedi para ela implorar que eu a fodesse ali mesmo. Ela disse que não. Estava com receio de sermos surpreendidos pela prima. Eu balbuciei que ela era muito vadiazinha e que estava louca para que isso acontecesse.

Levantei sua saia e baixei sua calcinha. Ela estava em êxtase, desejando ser fodida como uma cadela. Perguntei se poderia pincelar meu pau em sua bucetinha e ela assentiu. Fiquei olhando para ela enquanto passava minha rola em sua buceta.

Dizia que ela era vagabunda e que queria ser fodida correndo o risco de ser surpreendida por outra pessoa. Ela consentiu. Então eu soquei a cabeça do meu pau. Ela gemeu bem baixinho. Estava tomada pelo tesão e louca para se sentir muito puta na rola de um cara que não conhecia. Empurrei minha rola inteira na sua bucetinha. Ela estava de costas e com a perninha sendo segurada por mim. Eu a fodia lentamente segurando seu cabelo com a outra mão.

Enquanto socava minha rola, proferia toda ordem de palavras chulas. Ela estava ensandecida de tesão. Soltei sua perninha e comecei a meter mais forte. Ela estava curvada de quatro apoiada na bancada de mármore da cozinha.

Eu estava muito excitado em comer essa gostosa. Já era uma das fodas mais espetaculares da minha vida. Que experiência incrível!

Quando estávamos fodendo bem gostoso, minha esposa (para ela prima) nos surpreendeu, entrando na cozinha. Ambas se assustaram. Eu rapidamente guardei meu pau e a amiga baixou seu vestido numa velocidade incrível.

Minha mulher estava enlouquecida de tesão. Minha corninha gostou muito da nossa atitude. Aliás, não deu nem tempo de avisá-la ou combinar com ela que comeria a amiga safada. Enfim, foi intenso.

Voltamos para a bancada e retomamos a conversa entre os três. Minha “priminha” disse que o namorado havia desmarcado por conta de um compromisso. Daí eu comentei que não haveria problema e que seria legal tê-la conosco. Minha namoradinha confirmou instantaneamente. Claro, era gostoso dar sequência ao seu fetiche de foder perto de outra pessoa. Minha mulher foi ao banheiro e eu levei a namoradinha para o quarto.

Ao entrarmos, ela tentou fechar a porta, mas eu a impedi. Disse que não haveria problema se deixarmos a porta entreaberta e que seria mais gostoso ainda. Ela consentiu. Eu havia combinado com minha mulher que, se ela visse a porta dessa maneira, era para entrar. Tudo estava caminhando exatamente conforme o planejado. Aliás, para os três. Deitei na cama e ela começou uma sessão incrível de boquete.

Estava louca de tesão por tudo, inclusive, pela sintonia sexual entre nós. Ordenei que ela sentasse no meu pau. Ela alternou o olhar entre mim e a porta. E logo estava abocanhando minha rola com sua bucetinha. Enquanto ela sentava, eu dizia que a qualquer momento a priminha poderia sair do banheiro e nos surpreender novamente. Ela babava ao pensar nisso. Falei tanta putaria que ela já estava desejando mesmo que isso acontecesse.

Minha mulher então saiu do banheiro e entrou no quarto. Nos surpreendeu fodendo bem gostoso. Nesse momento, a amiga ficou rebolando bem discretamente. Logo introduzi minha esposa. Perguntei se ela não se importava. Ela nos chamou de safados e foi logo alisando a amiga que estava sentada no meu pau.

Elas ficaram se olhando até se beijarem. Eu disse que sabia que havia rolado um clima entre elas. Sorriram ainda se beijando. Falei para ela sentar mais gostoso e logo estava fodendo a amiga safada. Voltamos a foder como antes da esposa nos pegar. Puxei a esposa e nos beijamos. A namoradinha ficou assustada. Eu disse que já tínhamos o costume de foder também e ela ficou mais tranquila. Eu a coloquei de quatro e comecei a fodê-la como uma cadela.

Vez ou outra, tirava meu pau e colocava na boquinha da minha suposta priminha. A putaria ficou generalizada. Minha mulher chupou a amiga bem gostoso. Elas se entenderam muito bem. Comi as duas como se estivessem no cio.

Alternei entre a bucetinha de uma e a outra, de quatro. As duas estavam lado a lado se beijando e eu socava nas putinhas. A amiga gozou intensamente nessa putaria deliciosa. Logo minha mulher também gozou, sendo uma corninha bem intensa. Na sequência, não aguentei mais segurar o tesão que me consumiu e explodi na bucetinha da amiga. Gozei muito. Tirei minha rola e coloquei minha mulher para chupar. Deixou limpinha. Então se beijaram como uma troca do meu gozo.

Estavam brincando com minha porra uma chupando a boca da outra. Foi nesse cenário que deitamos os três abraçados e exaustos, rememorando uma noite incrível de muita safadeza.

  • Enviado ao Te Contos por Casal Feliz

sexta-feira, 19 de junho de 2026

Amigo é pra essas coisas - Parte 1

   

by; @mrerio

Em um círculo de amizade que tenho um casal acabou se separando, eu só fui descobrir isso muito tempo depois, ele havia sumido do nosso meio e ela sumia e aparecia esporadicamente quando a galera se encontrava, ela tinha uma certa amizade com uma parte do grupo esse pessoal mais chegado começou a ajudar ela no periodo da separação, noite das meninas, saidas, passeios e outros eventos. Mas aí um vai comentando com outro e em algum momento a desconfiança de que algo havia acontecido acabava se tornando em certeza.

Eu mantive a amizade durante os meses que se passavam, afinal eu havia passado por algo parecido e sabia que amigos eram sempre bem vindos nesses momentos, mas ela melhorou com o tempo e participava mais dos contros que rolavam, a gente conversava mas nunca entrava no assunto.

Começamos a conversar mais após seu retorno, piadas, memes, no privado e também no grupo de amigos, falávamos de quase tudo, menos da situação dela, ela até me perguntava umas coisas mais sérias, pois ela sabia que eu tive uns problemas sérios e perguntou como eu havia passado por eles, foram ótimas conversas, a gente se ligou bastante assim.

Um dia eu a vejo olhando para o nada, distraída, um rostinho meio triste, meio sério e eu cheguei brincando:

- E aí rocketgirl, como tá o clima no mundo da lua?

- HAHAHHAHAAH! Você e suas referências... Ta bom, nublado, mas está bom!

- Ah boba, já já o tempo abre…

- É, tomara!

- E como foi de férias? Você curtiu bem?

- Foi bom, resolvi umas coisas, arrumei outras para resolver... mas pelo menos curti praia…

- Eh maravilha hein... faz tempo que não vou numa…

- Eh! - Ela olha meio perdida pro espaço de novo - Queria mesmo curtir um bar…

- Uai, o que te impede?

- Sei lá, sem companhia, acostumei sair com o povo…

- Se é companhia, e eu faço parte do povo posso te acompanhar.

- Ah eu vou querer!

- Tem algo em mente?

- Tenho não…

- Deixa comigo, te pegos às 6 e meia?

- Nossa cedo assim?

- Vai rolar uma apresentação num restaurante de um cara, quero ir ver...

Ela me perguntou como é o local e mostrei pra ela o flyer do evento e instagram do lugar, era numa cidade pertinho, por isso tinhamos de ir cedo e ainda jurei que não iria beber só para ela poder ficar tranquila por conta do volante.

Me arrumei bem bacana, o local era bem chique, cortei cabelo (despretensiosamente), fiz barba, estava muito feio pois ela não cresce direito, puz um blazer e escolhi um bom perfume, até o carro levou um bom trato. E mais piadas rolando, tanto no grupo, quanto no privado.

Ela me manda a localização umas horas antes do horário marcado e eu sigo pra casa dela, claro que avisei antes pois vai que ela desistia né?!

Chego lá na hora certinha, dou um toque no celular dela por mensagem e ela responde "To descendo".

Eu a espero fora do carro e então ela aparece no portão, ela é uma moça linda, mas naquele dia eu não tinha palavras para descrever como ela estava.

Ela apareceu com cabelos escovados, levemente encaracolados, um colant branco, jaqueta jeans , uma saia azul e uma bolsa, a roupa modelava lindamente aquele corpinho dela, que sempre foi bonito, mas eu nunca havia reparado tanto nele assim, ela era baixinha, mais ou menos 1,60, se cuidava exercitando, suas coxas eram bonitas, roliças, grossas, fortes, cintura fina, seios grandes médios, linda era um elogio muito aquém do que ela estava. Quando ela chega perto o perfume dela dominava o ar.

- Pontual hein moço!

- Eu tava com medo de levar um bolo!

Ela me abraça nos cumprimentamos com um beijinho no rosto, eu abro a porta pra ela entrar e vamos conversando. Ela elogia o perfume do carro, o meu e vamos batendo um papo leve o caminho todo.

Ela estava muito linda mesmo, e tinha um sotaque e uma voz suave também que era uma maravilha.

Chegamos no lugar e eu ofereço meu braço para ela segurar, pois iamos caminhar um pouco sobre a grama até o restaurante, lá os olhos dela brilharam, a decoração com uma luz suave, algumas tochas, bandeirinhas, arvores permeavam as mesas, velas nas mesas (juro que essa parte eu não sabia). Uma moça simpática nos recebe e confirma que a mesa era para dois, Sam pede uma mesa um pouco afastada perto de umas das árvores, somos levados até lá e já peço uma água para adiantar e ela também pede e pede um cerveja.

O músico da noite era um conhecido, ele chega para dar uma ajeitada no equipamento e me cumprimenta na mesa e volta ao palco.

- De onde se conhecem?

- Já toquei com ele umas vezes há muito tempo!

- Há que legal!

O show começa, já tinha uma quantidade de gente boa acomodada, nosso pedido chega, vamos beliscando e curtindo o som, que estava muito bom. Percebo que aquele rostinho de admiração pelo lugar tinha ficado mais sério, com aquele olhar distante de novo... apesar da cabeça dela balançar no ritimo da música.

- Uma moeda pelos seus pensamentos!

- Nossa! Desculpa, eu viajei longe aqui.

- Quer que te busque na rodoviária? aeroporto?

- Haa bobo, precisa não! Nossa esfriou né?

- Um pouco!

- Vocês mineiros adoram o frio!

- Ah eu gosto mesmo... Chega aqui pertinho e você se esquenta.

Ela cola em mim e volta a conversar sobre as situações que ela passou, como foi difícil para ela passar por isso, como todo mundo estava sendo legal com ela e como estava sendo bom para ela as conversas que a gente estava tendo. Conversávamos olhando um para o outro, sorrizinhos, alguns toques de braços, ela já tinha até colocado meu blazer pra livrar um pouco do frio.

- Eu sai de casa pra tomar um porre e tô na segunda ainda... Obrigado!

- Isso é bom ou ruim?

- Pra mim é bom, mas acabei te alugando…

- Então está bom para nós dois.

Ela olha pra mim e me rouba um beijo, lógico que eu retribuo, os labios dela eram durinhos, a lingua um pouco friazinha por causa da bebida, mas gostosa, um hálito gostoso, quente, um toque suave no meu rosto com uma das mãos.

- Olha, tem certeza? - Eu pergunto por causa do papo que levávamos.

- Sim, você está um fofo o tempo todo e não só hoje., eu tive vontade de retribuir.

- Que ótima retribuição.

A gente continuou conversando e ficando por todo o restante do show, trocavamos carinhos, risos e beijos. Mesmo depois do show ficamos um tempo ali no local, que ficava aberto até mais tarde que o normal.

Pago a conta, ela protesta por não ter dividido e voltamos para o carro. No caminho de volta riamos muito, de muitas coisas, beijos carinhos.

- Pra ali um pouquinho?

- Aqui?

- É...

A gente fica um tempo ali namorando.

- Vai parecer estranho, mas eu não quero voltar pra casa hoje!

- Quer ir pra minha?

- Já estou te incomodando tanto!

- Nunca esteve!

Ela pula pra cima de mim e me agarra forte, força os seio contra mim, eu a abraço forte, beijando como quem não fazia isso há muito tempo. Ela para e volta pro banco e abraça meu braço, eu ligo o carro e volto pra estrada.

Na minha casa eu a pego no colo assim que passamos pela porta, a gente se beija e a coloco contra a parede.

- Isso é bom... - Ela elogia.

- Gostou? - Pergunto enquanto beijo o pescoço dela.

- Para um pouquinho…

- O que foi?

- Eu to abusando?

- Não moça…

- É que já tem um tempinho…

- Se quiser a gente fica...

Eu não termino a frase, ela me beija forte, me aperta ainda mais com as pernas dela, ela abre a saia que cai no chão ali mesmo no chão, tira a jaqueta e abre o body por trás e tira a parte de cima, junto com o soutien. Seus seios eram firmes, redondos, os biquinhos eriçados apontando para cima, ela direciona minha boca para um deles e eu obedeço, eles estavam quentes, minha lingua passeava por um deles, meus lábios se fechavam o envolvendo e ela gemia baixinho. Suas mãos seguravam na minha nuca, nós respirávamos forte e agora eu a segurava pela bunda, minhas mãos apertavam ela deixando a marca dos meus dedos em sua pele clara.

Ela desce do meu colo, abre minha camisa e beija meu peito enquanto tira o body. Ela estava toda nua na minha frente, corpo gostoso, modelado, pequeno, delicado e arrepiado pelo tesão. Tira minha camisa e abre minha calça e a abaixa.

- Nossa…

- O quê?

- Sério isso aqui? - Pergunta segurando meu pau duro na mão.

- É serio! - Respondo sem saber o motivo da pergunta.

- Então eu vou me divertir.

- Tomara que se divirta muito.

Eu a levo para o sofá e ela se senta na minha frente, me ajoelho e ela exibe pra mim sua boceta. Era linda, lisinha, o grelo saia um pouquinho, meu dedo vai direto no clitoris e o toca, estava super molhado, duro, pedindo por carinho.

- Que gostoso! - Ela exclama tocando seus seios.

- Quero provar se é gostoso mesmo.

- Cai... De... Boca....

Eu vou com toda vontade naquela bocetinha linda, lambidas, chupadas, dedadas bem fundas a faziam gemer mais alto agora. Seu gosto era uma maravilha, seu mel escorria na minha boca e dedos. Ela põe uma mão na boceta e se toca também, põe os dedos de vez em quando na minha boca e na boca dela, eu beijo da boceta ate as virilhas e ela treme toda de prazer.

Ela escorrega do sofá para o meu colo, olha bem nos meus olhos e senta devagarzinho no meu pau, sua boceta estava tão molhada que ele desliza fácil aos poucos para dentro dela.

- Nosssa... Q pau grosso!

- Um pouquinho…

- Nossa, não vou dar conta...

Eu faço um movimento e ele termina de entrar nela e ele geme alto, grita de tesão e começa a esfregar a boceta pra frente e pra trás, ela põe a mão na boceta molhada e coloca na boca de volta, eu a beijo sentindo o gostinho dela, ela acelera o movimento e geme forte no meu ouvido.

- Vai amigo, não pára…

- Nossa que delicia de boceta.

- Ta gostosa é?!

- Maravilha!

- Continua comendo gostoso vai...

Eu a beijo, chupo seus seios, mordo, abraço ela forte enquanto aquela bunda linda sobe e desce no meu colo, o meu também sobe e desce fazendo com que a penetrasse forte também. Ela delira no meu colo, fala besteiras, se excita pra mim enquanto a penetro e isso me deixa mais e mais maluco com ela.

Ela levanta e fica de costas pra mim e senta no meu colo novamente, eu a abraço pro trás, dessa vez minha mão se junta a dela na boceta enquanto meu pau entrava e saia dela, a outra mão segurava seu seio e a puxava pra mim. Ela se tocava, chupava os dedos tocava os seios com os dedos lambidos, eu não imaginava que ela podia ser safada desse jeito e eu ia ao delirio.

Ela acelera os movimentos e solta um urro de tesão, gozando pra mim... mas não parava de movimentar no meu pau. Eu começo a gozar também, meto um pouco mais forte ainda tento sair de dentro dela para gozar, ela senta forte em mim.

- Quero sentir, goza, goza..

Meu pau lateja dentro dela com ela rebolando no meu colo, gemendo e se tocando, ela levanta e senta em mim de novo de frente, espalha o nosso gozo pela barriga dela, me beija e sente meu pau amolecer dentro dela.

- Que delicia, amigo…

- O que foi isso? Minha nossa…

- Ai eu queria tanto…

- Eu percebi…

- E ainda quero... Mas podemos tomar um banho?

- Só se for juntinhos.

- Pelo visto não é só eu quem quer mais né...

A gente se levanta vamos para o meu quatro pra gente tomar um banho agarradinhos....

Minha foda no banheiro da estação com o segurança gostoso (Out-2026)

    By; Siz Oi Te Contos, sou a Siz, tenho 32 anos, sou casada com uma homem de 47anos e sou de São Paulo. Desde adolescência eu ...