segunda-feira, 8 de junho de 2026

Sexta o encanador, amigo do meu pai, veio conserta a pia e acabei dando pra ele (05-06-2026)

   

By; Jade

Te Contos, me chamo Jade, sou de Cuiabá, tenho 22 anos, sou morena jambo claro, seios fartos e duros, bumbum bem delineado, empinado e lisinho, plantado em pernas bem torneadas e grossas, tudo na medida. Com meus cabelos longos, pretos e levemente cacheados.

O que contarei aconteceu sexta feira, dia 5 de Junho. Eu já estava a meses sem transar desde quando terminei meu namoro. Nunca pensei que eu fosse capaz disso, mesmo gostando de sexo como eu gosto.

Eu estava em casa com a minha mãe, estudando. Minha mãe havia chamado o encanador para consertar a pia da cozinha. Eu estava muito a vontade, com um shortinho minúsculo, desses enfiado na bunda, e uma calcinha lindinha, também enterrada. Vestia também uma malha branca, sem soutiã, o que deixava meus biquinhos marcando a blusa. Estava deitada de bruços no sofá da sala, que dá pra ver da cozinha.

Quando o homem entrou na cozinha eu reconheci logo de cara, é um amigo do meu pai, e ele me viu deitada com a bundinha pra cima ele quase teve um troço. Já eu, que naquele dia estava no cio, achei bem interessante a atitude daquele homem que me desejava e não podia me ter. Aquilo de alguma forma me excitou, mas continuei a estudar sem dar muita asa a minha imaginação, pois afinal de contas a minha mãe estava em casa.

Bem, ele começou a fazer o serviço e eu continuei a estudar, sem dar muita importância a ele. Lá pelas tantas começou a vazar água e ele tirou sua camisa, ficando somente com sua calça jeans e o peito nu.

Pude reparar então como ele era realmente, com braços musculosos e uma barriguinha de chopp (muito bem para um homem de uns 40 a 45 anos). De vez em quando ele olhava pra mim discretamente, pra minha mãe não perceber, e eu comecei a olhar também, mas sem muita intenção. Já estava certo da minha mãe ter que sair e que não demoraria mais do que uma hora.

Foi minha mãe bater aporta de casa e eu ficar toda ouriçada com aquele homem dentro da minha cozinha. Mesmo assim, me controlei, pois isso não fazia parte das minhas ações. Mas o tarado do homem estava pensando adiante de mim, e lá pelas tantas me pediu um pouco de água. Levantei-me do sofá e fui até a geladeira, passando bem pertinho dele. Quando lhe entreguei a água ele bebeu, me olhou de cima a baixo, lambeu os lábios e disse obrigado.

Nem saí da cozinha e ele me pegou levemente pelo braço, perguntando se eu podia lhe dar uma ajudinha. Eu falei que não entendia nada daquilo, mas mesmo assim ajudaria. Ele disse pra eu não me preocupar, que era só fazer o que me diria. Dito isso, pediu para que eu segurasse o cano, enquanto ele vedava a rosca. Aquilo bateu forte na minha cabeça e minha imaginação acelerou. Segurei aquele cano roliço, enquanto ele, ao meu lado, roçava seu braço forte no meu peito, levemente, sem me dar motivos para reclamar. E como eu não falei nada, encostou mais ainda, fazendo com que meu biquinho ficasse todo ouriçado, quase furando a minha blusa.

Aquilo também me deixou molhadinha, me atordoando as idéias, tentando entender o que fazer com aquela situação. Nós dois ali, agachados, sozinhos, encostando um no outro e o filho da puta fingindo que não estava nem aí, preocupado com o cano. Quando eu dei por mim, ele falou;

-“peraí”

E foi girando pra traz de mim, segurando o cano, me prensando, dizendo pra eu segurar forte com as duas mãos pra não jorrar. Quando ele falou isso eu amoleci todinha e me larguei eu seus braços, encostando minhas costas no seu peito musculoso, perdendo a noção do que estava fazendo. Ele ficou um pouco assustado, mas me abraçou com carinho e já segurando meus peitos que queriam explodir de tesão.

Me entreguei completamente, comecei a arfar e disse pra ele me levar pro meu quarto, antes que alguém aparecesse. Ele me pegou no colo, me colocou em cima da cama e começou a me beijar loucamente, como se eu fosse a última mulher na terra. E eu ali, com um homem mais velho e amigo dos meus pais, louca pra dar, sem saber o que fazer.

Mas ele sim sabia o que fazer. Começou a mamar e acariciar meus peitos deliciosos por sobre a blusa e depois foi descobrindo-os aos poucos, dizendo como eram maravilhosos. Tirou a minha blusa como um tarado e mamou até doer meus mamilos. Disse que nunca tinha pegado uma mulher gostosa como eu e queria aproveitar.

Depois de matar a sua fome de peito, foi a vez da minha bunda. Me botou de bruços, ainda de short, e passava a mão em cada pedacinho dela, acariciando e mordiscando, me fazendo rebolar como uma vagabunda no cio. Depois foi tirando meu shortinho, me deixando só de calcinha e de bruços, ele se levantou, admirou o visual e depois começou de novo a passar a mão em cada curvinha da minha bunda e a mordiscar minha polpinha, me deixando alucinada. Eu rebolava na sua cara, empinava a bunda e gemia feito uma cadela.

De repente, começou a passar a língua na minha xoxota com tanta sede que parecia que ia entrar de cabeça. Arredou a minha calcinha e passava a língua na bucetinha por traz, como se eu fosse realmente uma cadela. Lambia, chupava, mordiscava ela toda, chicoteava a sua língua no meu grelinho, me deixando sem fôlego. Aquele homem era realmente bom de foda.

Ele ficou vários minutos dando um trato na minha bucetinha e na minha bundinha, até que percebeu que não tínhamos muito tempo. Foi então que ele começou a tirar a sua calça. Ficou só de cueca e pude ver o volume que se formava, explodindo, latejando e quase rasgando o pano.

Ainda de costas, olhei de rabo de olho quando ele tirou a cueca e soltou aquele pau lindo, enorme, grosso, cheio de veias pulsando, muito duro, com a cabeça grande e vermelha. Não me contive, virei-me e comecei a chupar aquele colosso com toda a vontade que uma mulher pode ter quando chupa um pau.

Agora foi a minha vez de me demorar, devorando aquele instrumento de prazer. Chupava o pau, lambia o saco, as bolas, mordia a cabeça, que mal cabia na minha boca grande, mordia de um lado, mordia do outro, dava a volta com a língua naquele mastro intumescido e assim ia. Agarrava aquilo com as duas mãos e ainda sobrava pica pra colocar na boca. Foi uma overdose de chupada. De tanto eu ficar agarrada no pau, chupando e lambendo, ele me empurrou e disse que o melhor ainda estava por vir, que me queria todinha e que tínhamos que apressar as coisas.

Ele me virou de bruços novamente, desta vez com violência, e tirou a minha calcinha, dizendo que estava tarado por minha bunda. Falou pra eu empiná-la e relaxar. Obedeci e senti aquela cabeçorra encostar na minha bucetinha toda melada. Ele encaixou a cabeça bem devagar e foi forçando aos poucos. Disse a ele que fazia tempo que não transava, que era pra colocar devagarzinho. Ele entendeu e foi forçando, forçando, eu fui gemendo, gemendo, relaxando, rebolando.

O pau finalmente entrou com a cabeça, me causando alguma dor, mas ele esperou eu me acostumar com a grossura e foi aos poucos rebolando e me fazendo sentir um enorme prazer por ter aquela vara na minha bucetinha. Nesse momento, eu rebolava como uma puta na vara, me sentindo a mais vadia de todas as piranhas e pedia pra ele meter mais. Ele então sentiu que eu estava preparada e começou a atochar o caralho devagar, mas com firmeza, e eu sempre rebolando e gemendo.

Foi metendo, metendo, mordiscando as minhas costas, falando coisinhas no meu ouvido, e o pau não acabava nunca, até que eu senti uma dor lá no útero e as suas bolas esmagadas na minha bunda. O cacetão havia finalmente completado o seu percurso rumo as minhas entranhas de vadia. Eu estava super excitada, quando ele retirou o mastro até a metade e meteu tudo de novo, até os bagos. Fiquei alucinada e gozei, mordendo a fronha do travesseiro para não gritar muito alto. Era o gozo contido de meses.

Ele então foi ao delírio e começou a bombar violentamente o seu pau. Socava, socava, socava e eu urrava, pedindo mais vara. Foi só provocar o tarado que ele me puxou violentamente para o seu pau e me deixou de quatro, bombando com vontade até me fazer gozar de novo, enquanto ele jorrava sua porra quente, grossa e abundante na minha bucetinha esfolada, quente e encharcada.

Gozou e foi tirando o pau, dizendo que agora queria comer a minha bundinha. Ele estava com tanto tesão na minha bunda que foi só falar isso que o bicho ficou duro de novo em dois minutos.

Ele foi me ajeitando, de bruços novamente (não é que ele tarou mesmo na minha bunda!). Cuspiu na mão e lambuzou meu buraquinho, tadinho, deu um trato nele com a sua língua quente e molhada e já foi encaixando a cabeçorra outra vez, só que agora na bundinha. Fiquei pensando, “tadinha de mim”, mas estava com tanto tesão que deixei ele fazer o serviço completo.

Quando eu senti aquela cabeça enorme, vermelha, quente e latejante, ainda babando porra da gozada anterior, senti um calafrio de medo e de tesão. Ela estava realmente muito quente e pulsante, querendo entrar de qualquer maneira. Relaxei e ele começou a forçar e eu comecei a ficar preocupada. Forçou, forçou e eu relaxei ao máximo, mordi outra vez a fronha, abri bem as pernas, me enchi de tesão e coragem.

Parece que ele entendeu, pois foi forçando mais até que a cabecinha (modo de falar) entrou e eu literalmente quase desfaleci, mas ele me segurou e disse que eu era uma boa menina putinha, que era só aguentar mais um pouco, que ele estava acostumado a comer bundinha e que era assim mesmo.

Ele foi muito carinhoso, habilidoso e conquistou o direito de meter até o fim. Quando me acostumei com o bruto na bundinha, comecei a sentir algo que nunca sentira antes. Era uma sensação de prazer indescritível, tanto que parei de reclamar, comecei a rebolar devagar e ele começou a me dar os parabéns. Estava muuuuuuito gostooooooso.

Finalmente o caralhão foi deslizando aos poucos, cada vez mais, e eu descobri que cu não tem fundo como buceta, pois quando as bolas explodiram na minha bunda, e todo o cacete estava cravado em mim, não senti dor nenhuma, e sim um enorme prazer. Fiquei mais uma vez alucinada com aquela sensação de estar completa por dentro e mandei que ele parasse de preguiça e trabalhasse. Ele prontamente atendeu e tirou e colocou, tirou e colocou, tirou e colocou, nem sei quantas vezes, mas estava muuuuuito bom.

Ele gemia, apertava a minha bunda, batia nela e dizia que não acreditava que estava socando seu pauzão no cuzinho da filha gostosa de seu amigo, dentro de sua casa.

Quando ele disse isso, eu me lembrei da minha mãe e falei pra ele socar mais rápido que eu queria gozar pela bundinha. Eu sou muito gozadeira, e foi só ele começar a resfolegar o seu caralhão rápido e com força na minha bunda gostosa, mordendo as minhas costas, que eu gozei umas duas vezes seguidas, e o ele não parava, pois já tinha gozado uma vez.

Comecei a rebolar como uma louca e a xingá-lo de broxa, e ele ficou maluco, dando cada bombada de me tirar do colchão, loucamente até urrar e jorrar mais uma vez seu líquido precioso bem fundo em mim. Neste momento, eu senti uma quentura deliciosa que me fez gozar muito gostoso de novo.

Ele esperou o pau amolecer um pouco até tirar da minha bundinha, pra não doer. Quando tirou, saiu vazando porra pelos lados, que eu tive que ir correndo para o banheiro. Rapidinho eu voltei, me vesti e falei pra ele fazer o mesmo. Ele foi se lavar e se vestiu e colocou o encanamento da pia no lugar, pegou as suas coisas, passou por mim me entregando seu numero pessoal e foi embora.

Não deu 20 minutos a minha mão chegou, eu estava deitada no sofá. Minha mãe me olhou e perguntou se ele já tinha ido embora, eu disse que sim, terminou rapido quase assim que ela saiu.

Eu estava toda feliz, a buceta melada, com a bunda ardida virada pra cima e a cabeça mais leve.

  • Enviado ao Te Contos por Jade

A carona gostosa (02-Junho-2026)

  

By; Julia

Oi Te Contos. Sou Júlia, tenho 28 anos, 1.68 m de altura e cerca de 59 kg. Sou morena, meu olhos são amendoados, meus cabelos longos e clareados, tenho rosto ovalado e lábios carnudos. Minhas pernas, barriga e bumbum são modelados à custa de muito treino e no ano passado, coloquei 220 ml de silicone nos seios, que me deixou ainda mais exuberante e muito gostosa.

Sou casada há 4 anos com Eduardo, colega de classe na faculdade, e sempre tivemos um relacionamento aberto. Gostamos das mesmas coisas e procuramos o prazer sem limites, vamos às casas de swing, nos divertimos muito com os fetiches de cada um, temos um arsenal de acessórios para nos propiciar sensações extremas.

Temos alguns amigos em Taubaté e sempre que podemos, vamos visitá-los. Semana passada, estávamos para ir e nos cadastramos em um site de carona, já com segundas intenções, desejando um sexo triplo. 

De início, deixamos claro e combinado que seria uma viagem bem diferente das convencionais e escolhemos três rapazes de acordo com o perfil que aparecia constantemente no aplicativo. 

Eu também seria uma passageira da carona e então, nossa viagem excitante começou. 

Era noite, estava muito frio e garoando. O carro estava com problemas no ar condicionado, e com tudo embaçado atrapalhando a nossa visão, tivemos que deixar o vidro da janela um pouco aberto, ficando ainda mais frio.

Pegamos o primeiro garoto na estação do metrô Tatuapé, ele era forte, aproveitei e já pulei para os bancos de trás. “Assim fica mais confortável”, disse. Pegamos os outros dois no local combinado e dirigimos em direção à Dutra. 

O garoto que estava sentado ao meu lado direito era sarado, moreno, com cabelo raspado e um brinco na orelha esquerda, vestia calça jeans, tênis, camiseta branca e uma jaqueta de brim. O rapaz à minha esquerda tinha cabelo comprido liso, calça jeans rasgada, usava bota, camiseta polo e uma jaqueta de couro. Ambos foram gentis, cumprimentaram ao entrar no carro e logo seguimos viagem.

O trânsito estava pesado e paramos no primeiro posto de gasolina para abastecer, assim que estacionamos, pedi licença para ir ao banheiro. Eu usava um vestido de couro curto, camisa branca, meia calça preta, jaqueta e botas de couro. Tirei a meia calça, a calcinha, o sutiã e guardei tudo na bolsa. Soltei o cabelo, abri o primeiro botão da camisa e voltei para o carro. 

A primeira rajada de vento e garoa me deixou toda arrepiada, os bicos dos meus peitos pareciam querer furar minha camisa. Deixei minha bolsa no porta-malas e peguei uma manta.

Ofereci dividir a manta entre os três e aceitaram prontamente. Pude sentir a mão fria dos garotos roçando minhas coxas ao pegarem as pontas da coberta. Puxei ela até o pescoço e começamos a viagem. 

Estávamos conversando, cada um contava um pouco sobre a vida e os motivos que os levaram até Taubaté, até que fomos parados por uma blitz da Polícia Rodoviária. O policial pediu todos os documentos, perguntou para onde íamos e o porquê. Minha bolsa estava no porta-malas e o garoto da direita começou a descer do carro para eu passar, mas discordei e passei por cima dele, esfregando a minha bunda na sua mão. Mostramos o RG ao policial.

Entrei pelo outro lado do carro, passei por cima do outro rapaz, minha perna enroscou e caí no colo dele, sentindo sua mão gelada na minha buceta, sentei no meio e Eduardo me deu uma olhada pelo retrovisor.

Eduardo e o carona da frente começaram a conversar e nós três no banco traseiro, comentávamos sobre o frio.

- “Minha mão está gelada”, reclamei.

Eles começaram a esfregar minhas mãos para aquecê-la.

- “A de vocês também está um gelo”.

Coloquei as mãos deles sob minhas coxas para esquentar e puxamos a manta mais uma vez. 

Coloquei minhas mãos entre as coxas deles e apertavam as pernas para ajudar no aquecimento, já que não podíamos fechar completamente os vidros das janelas.

O garoto da direita virou a palma da mão para cima e começou a acariciar minha coxa, eu fechei os olhos e comecei a arfar. O outro, percebendo a situação, enfiou a mão debaixo da manta e pegou no meu peito. O clima começou a esquentar. Puxei minha saia até a barriga e sentei um pouco mais para a frente. Peguei a mão esquerda do garoto à minha direita, coloquei entre as minhas coxas e puxei até encostar na minha buceta. Peguei a mão do garoto à minha esquerda e enfiei o dedo médio dele na minha boca, lambuzando-o. 

Coloquei a mão dele embaixo da minha bunda e levantei um pouco a perna me oferecendo. Eles entenderam rápido e me penetraram ao mesmo tempo. Segurei o gemido que teimava em sair.

O da direita começou a movimentar mais rápido, segurei sua mão indicando a velocidade que mais me agradava e o da esquerda estava me incomodando um pouco. Tirei a mão dele debaixo de mim, peguei um tubo de KY e espremi uma generosa dose de lubrificante no dedo do meio dele, espalhei e o devolvi ao meu cuzinho ansioso por uma dedada. 

Ambos entenderam a situação e foram se excitando e me bolinando.  Arrumei a manta e abri a calça dos dois, puxei para fora o pênis de cada um, duros como pedra e comecei a masturbá-los lentamente. Eu ditava a velocidade, afinal eu estava no controle. Eles encostaram na minha orelha, mordiam e falavam besteiras, eu não aguentava mais, estava toda melada, escorria pelas minhas pernas, nosso sexo no carro estava cada vez melhor.

Eles pediram para eu chupar a pica deles, mas poderia dar muita bandeira. O pessoal da frente não tinha percebido nada até então, exceto Eduardo que ficava rindo pelo retrovisor. 

Ficamos assim por mais de meia hora, a vontade era de ser penetrada e foder de verdade com um sexo triplo. A velocidade aumentou e não resistimos, todos gozamos ao mesmo tempo e já não importava mais quem escutava. Eduardo e o carona da frente viraram ao mesmo tempo com o nosso gemido e e começamos a rir. Pegamos contatos deles todos quando chegamos. Foi uma viagem bem gostosa.

  • Enviado ao Te Contos por Julia

sábado, 6 de junho de 2026

Dei gostoso a um coroa em uma viagem a Fortaleza (Maio-2026)

  

By; Luana

Oi TeContos me chamo Luana, tenho 21 anos sou de São Paulo, capital. E o que contarei aconteceu nesse mês de maio, quando tinha ido em uma viagem de uns dias com meus pais ate Fortaleza.

Chegando lá, ficamos hospedados em um condomínio de clientes e amigos do meu pai, ou seja, só caras mais velho!! Que delicia!! Já no primeiro dia sai com um biquine vermelho super pequeno, grudado nos peitos e como de costume, super atolado na minha bundona (105 centímetros bem redondinhos) claro.

É um condômino fora da cidade com apenas 12 casas, com um piscina no fim no condomínio, um puta espaço pra tomar sol, quadrinha de areia, lugar super top. Esperei dar uns 16:00 horas pra ir até a piscina do condomínio. Fiquei olhando da minha janela e vi que estava cheio de caras na piscina, ou seja, hora do espetáculo.

Coloquei óculos escuro, peguei minha toalha que mostrava o lado da coxa e fui. Passei no meio deles desfilando, sem dar moral pra ninguém mas com a tolha grudada na minha bundona e rebolando mais que puta. Deixei a bunda na direção deles, joguei a toalha no chão e dei aquela agachada pra ajeitar a toalha perto da piscina, dei aquela olhada de canto e eles com a visão da minha bundona agachada, o fio praticamente entrando no cu, não tive duvidas que já estavam me comendo com os olhos.

Deitei com a bunda pra cima, lógico, liguei uma musiquinha e fiquei ali, bundão pra cima, mexendo a bunda enquanto ouvia a musica e graças ao óculos escuro via eles me secando descaradamente, vários deles passavam por traz de mim, sem justificativa, iam e voltavam varias e varias vezes.

Mas fiquei nessa putaria com eles por uns 3 dias e nada acontecia, acho que por causa das esposas deles, não sei bem porque nem chegavam em mim.

No 4 dia, chegou um senhor de uns 50 anos, meio negro, super bem cuidado, dizia meu pai que era um advogado amigo de um dos parentes dele. Esse já olhou pra mim na 1° vez com aquela cara de safado que chegou a me deixar sem jeito. Mas no fim mesma coisa, não fez nada.

Passada 2 dias já perto de voltamos já, resolvi que era hora de meter o loco!. Era um terça de tarde, a maioria do pessoal tinha saído e só estava esse senhor na piscina lendo. Pensei comigo, é agora! Soquei a calcinha quase dentro do meu cuzinho e fui rebolando, só que dessa vez parei meio perto dele e fiquei no ritual de tomar sol.

Já parti pra jogada clássica, peguei meu bronzeador passei nos braços, barriguinha nas canelas e quando comecei a chegar nas coxas vi que ele já estava me comendo com os olhos e não resisti e falei:

- Moço, pode me ajudar a passar bronzeador nas minhas costas? Com aquela voz de putinha. Ele levantou na hora e veio falando:

- Claro, com prazer mocinha.

Lógico que já deitei de bruços, com as mãos pra cima e deixei ele ir passando nas costas enquanto jogamos conversa fora, quando ele pergunta minha idade e falo que tinha 21 anos e ele toma um susto:

-Serio?? Não pode ser, com essa bunda desse tamanho!! Nossa menina, perdão, saiu sem querer. Aí eu só dei um risada bem safada confirmando que era só 21 mesmo. Ele ia passando o bronzeador e chegava quase na lombada da minha bunda sempre, e todas as vezes que olhava pra traz, ele tava secando minha bunda, confesso que comecei a ficar molhada nessa hora.

Quando ele subiu a mão e pegou na parte de cima, decidi que era hora de começar a agir!. Subi um pouco da cadeira, soltei o laço da parte de cima do biquine e disse;

- Estava atrapalhando né? Melhor assim!

Ele me olha com aquela cara de que sabe q vai me foder e diz:

- Estava mesmo;

Agora que ele percebeu que poderia me comer, começou a me apertar com vontade, chegando perto da minha bundona cada vez mais e mais até que uma hora deu uma esfregadinha de leve esperando minha reação, que foi a mais puta possível né:

- Pode passar ai também…

Nessa hora ele deu uma apertada no pau por cima do calção que já estava duro, ajeitou a cadeira mais perto de mim e passou mais óleo nas mãos, pegou nas minhas coxas e começou a subir chegando na bunda passando com vontade, deslizava, apertava subia e descia para as minhas coxas. O tesão estava tao louco que ele falou assim:

-Afasta as pernas pra ficar mais fácil

E claro que a puta obedeceu! Dessa hora em diante não tinha mais volta! Cada subida das mãos dele era dedadas na minha buceta encharcada ou no meu cu!

Até que sem aviso algum, senti que ele pegou na calcinha e puxou pra baixo me deixando completamente pelada! Eu sem reação alguma só me contorcia com a situação e olhava para os lados pra ver se alguém estava chegando. Agora ele ja estava brincando com meu bucetão todo melado, com o pau pra fora, me masturbava, enfiada 2, 3 dedos, tirava, cuspia no meu cu e enfiava o dedo enquanto eu gemia loucamente, até que ele não aguentou e deu um tapão na minha bunda que chegou a dar estalo! Meteu 2 dedos no meu cu e gemi forte, ele só comentou:

- Que bela puta é você... Vem comigo!!

Me pegou pelo braço, e foi me levando pra frente da quadra de areia que ficava no fim do condomínio, me jogou perto de uma arvore e começou a me beijar enquanto tirava seu calção. Me empurrou pra baixo, colocando a pica reto na minha boca e disse:

- Me mostra o que você sabe putinha!

Peguei na base do pau dei uma bela lambida pra mostrar que sabia o que tava fazendo e comecei a chupar aquele pau preto de leve, brincando com a cabeça, passando a linguá, deslisando ate chegar nas bolas e botar uma por vez na boca, ele delirava na chupada. Me puxou para cima, me virou de bunda pra ele e a cada instante ele falava o quanto minha bunda era grande.

Encostou o pau na entrada da minha buceta, deu outro tapa na minha bunda e começo a meter loucamente enquanto eu gemia! O tesão absurdo de alguém chegar e ver ele me fodendo aumentava muito!

Mas a cada pouco a gente olhava pra ver se alguém estava vendo a cena, começou a escurecer e ia ficando melhor!! Metia forte, dedo no cu, tapa na bunda, puxada de cabelo, meu, já tinha mais de 30 minutos lá dando pra ele.

Senti que ele tirou o pau da minha buceta e deu uma gozada boa na minha bunda, deixando cheia de porra, mas para minha sorte, aquele pau ainda tava duro, o que me surpreendeu muito... olhei bem pra ele e disse:

- Por essa eu não esperava em, ta muito bem! Durão ainda!

Ele todo feliz, pegou o pau e começou a passar e bater ele na minha cara e falou:

- Vem, mama que ainda temos uma 2° vez!

Nem pensei muito e já fui mamando ele de novo, agora com sabor de porra recém gozada. Nem 5 minutos de mamada e aquilo tava super duro. Ele pegou e disse:

- D4 minha cadelinha! Quero ver o tamanho disso d4!

Obediente que sou, fiquei e senti aquela linguá passando pela minha buceta e cu, o velho me deu um banho de lingua que me deixou louca, praticamente pedindo pau, mas claro que nem ia precisar fazer o pedido, ele brincava justamente pra meter no cu. Senti que ele foi se ajeitando e aquela cabeça começou a forçar meu cu.

Geralmente ele é arrombado, por causa do meu ex-namorado que me comiam todos os dias, mas ali era já quase 4 semana sem vara na bunda, então ele foi dando aquela forçada… Foi metendo aos poucos pra ir alargando o cuzinho, até que entrou tudo, ai foi enfiando e tirando e aos poucos acelerando, brincando com minha buceta e dando tapas na minha bunda até que viu que comecei a gemer de tesão, sabia que era a hora de maltratar, deu uma ajeitada no corpo e foi socando sem dó agora! Teve que tapar a minha boca, pois eu gemia de dor e tesão, só que sou escandalosa, ele tapando a boca e ficando sem dó. Estralava a cada metida que ele dava contra minha bunda!

Depois de quase 10 minutos lá, tirou o pau do meu cu todo arrombado, me deixando ainda d4, virou o pau na minha cara e veio o premio!! Banho de gala! Encheu minha cara e ficou todo rindo feliz me olhando d4 toda esporrada.

Ainda chupei ele mais uma vez antes de vir embora, mas trocamos contato, ele vem algumas vezes aqui em São Paulo a trabalho e tamos sempre conversando que ele vindo vamos marca uns dias juntos.

  • Enviado ao Te Contos por Luana

sexta-feira, 5 de junho de 2026

Ontem tive a minha primeira transa com o meu P.A (04-06-2026)

  

By; Deiziane

Oi Te Contos me chamo Deiziane, tenho 24 anos. E o que contarei aconteceu ontem no feriado 04 de Junho.

Estou sem sexo desde que terminei com meu ex-namorado e isso faz uns três meses, já estava subindo pelas paredes. Precisava muito deixar alguém me comer.

Eu tenho um amigo veterano do curso de engenharia que muito parceiro e esta solteiro também, então decidi unir o útil ao agradável.

Convidei ele para minha casa ontem a tarde sobre o pretexto de ver um filme que eu estava na bad e tal, enfim toda aquela ladainha para convence-lo, e no final deu certo.

Quando ele chegou o recebi toda produzida, com um top que deixava pouco para a imaginação e só de calcinha, como desculpa disse que estava terminando de me arrumar, mas a verdade era que aquilo só iria diminuir no meu corpo, nada mais seria acrescentado, a não ser uma rola em determinados lugares.

Levei ele ate o sofá, e fui buscar uma caipirinha e uns petiscos, voltei da mesma forma que estava vestida, se ele se importou por eu não ter ido “terminar de me arrumar” não demonstrou.

Depois de dois filmes ruins e muito álcool decidi partir para o ataque, sentei no colo dele e sussurrei em seu ouvido o quanto estava carente e o bem que ele faria em acabar com minha carência.

Podemos ser amigos com benefícios – falei. Enquanto estivermos solteiros podemos aproveitar sem a neurose de um relacionamento.

Ele concordou de pronto e foi logo me beijando enquanto retirava meu top depois passou a mamar meus seios com vontade. O fogo ardia forte no meio das minhas pernas.

Deitei apoiada no encosto do sofá para receber sua rola na minha boca.

Safada, adora um pau. Vai sua puta, chupa essa rola, você deixou ela duríssima, é hora de você experimentar!

Olho para ele com a cara mais safada possível, então eu seguro aquela rola e tento coloca-la na minha boca, mas era muito grande foi chupando aos poucos começando pela cabeça escorregando meus lábios por toda sua extensão.

Ele pegou minha cabeça com suas mãos e enfiou o pau até o fundo da minha garganta, me fazendo engasgar.

Minha bocetinha estava escorrendo doida para sentir um pau atolado até o fundo

Ele, foi descendo beijando meu pescoço depois meus peitos, ficou mordendo os biquinhos bem gostoso e eu gemendo no ouvidinho dele pra ele continuar chupando até me fazer gozar gostoso. Foi descendo mais um pouco chegando à minha bucetinha chupou meu grelinho como ninguém, estava gemendo como louca de tão gostoso aquela chupada.

Ele me apertava me chamava de sua putinha, cachorra aquelas palavras me deixavam cada vez mais louca. Me virou de quatro em cima do sofá e começou a enfiar aquela delicia na minha bucetinha encharcada, foi enfiando até o talo me fazendo gemer, delicia sentir aquele pau na minha bucetinha, suas estocadas estavam me levando a loucura.

Já tinha perdido a conta de quantas vezes havia gozado.

Cadela, safada, geme na minha rola – falava ele. – há muito tempo eu sou doido pra te comer, mais nuca tive uma oportunidade – confidenciou.

Mete essa rola em mim safado, me come! Não era isso que você queria? Então vai come a sua puta. – disse eu.

Ele seguia bombando em mim de quatro. A cada bombada eu gemia, e ele se animava, e socava mais forte mais, rápido, até sentir seu pau pulsar dentro da minha boceta, logo vieram jatos quentes de porra. Só então nos demos conta de que trepamos sem camisinha.

Continuamos trepando ate cairmos no sono, dormimos nus agarrados, acordamos e demos mais umazinha pra só então após um café ele ir embora, e eu após um banho, corri pra farmácia comprar um PDS, só por garantia.

  • Enviado ao Te Contos por Deiziane

quinta-feira, 4 de junho de 2026

Traí em minha propria casa. (Maio-2026)

  

By; Hila

Olá Pessoal do TeContos, como vai?. Me chamo Hila tenho 40 anos, sou casada e vou contar sobre uma foda bem gostosa extraconjugal.

O que vou contar agora aconteceu com o marido de uma frequentadora da nossa igreja da qual meu marido é pastor.

Ele um moreno bonito, charmoso, nada ligado aos assuntos da igreja. Ela teve neném. Ele fazia serviços de pedreiro na nossa igreja; trocava lâmpadas… enfim fazia de tudo. Inclusive ficar “secando” as mulheres. Num desses dias flagrei-o olhando para a minha raba deliberadamente. No mesmo dia flagrei-o dando uma cantada em uma irmã da igreja. No dia seguinte eu o chamei na minha casa e abordei o assunto.

Disse que ele deveria respeitar a esposa e à nossa igreja também. Enquanto isso ele dava olhadelas quase indiscretas para os meus peitos que naquele momento estavam presos por um decote generoso. Depois de pedir desculpas, ele confessou que não estava aguentando sem sexo e que ao mesmo tempo não queria trair a esposa com mulheres de rua.

Tente resistir – eu propus a ele, ajeitando meu decote. Observei que ele estava de pau duro. – Tome um banho de água gelada; vá orar quando estiver com esse desejo louco.

Saí dali para ir buscar um café sabendo que ele estava louco olhando para a minha raba generosa e durinha. Depois do café ele foi embora. Queria saber o que ele estava pensando sobre meu decote.

Quando meu marido chegou para o almoço disse-me que viajaria para outro Estado para um curso de aprimoramento rápido de 4 dias sobre teologia. Isso era muito bom para os conhecimentos dele como pastor. Eu ficaria tomando conta da igreja nesse período. Como a nossa vida sexual é bem ativa, fizemos amor gostoso de noite, afinal ele iria ficar quatro dias sem o corpo da esposa. Pela manhã nos levantamos mais cedo e arrumei as malas dele e só depois fomos tomar café. O outro pastor ligou para ele e disse que chegaria dentro de meia hora para irem ao aeroporto. Então meu marido propôs que eu chupasse o pau dele. Dava tempo. Adoro isso. Sou uma chupadora de pica profissional.

Sentei meu marido na cama, abri seu zíper e puxei o pau pra fora meio duro e comecei a mamar gostoso. Logo ele foi endurecendo e continuei mamando até ele ejacular todo o seu tesão. Engoli tudinho como sempre. “amor”, eu observei, sorrindo.

- “Saiu tanto esperma que parece que você está há meses sem gozar.

- “Amor, você sempre me deixa louco. É a mulher mais perfeita do mundo”, elogiou ele e depois nos beijamos deliciosamente na boca.

Minutos depois o pastor chegou e eles foram para o aeroporto. Eu fui tomar um banho gostoso e botar minha depilação em dia. Depois de me perfumar e trocar de roupa vestindo um shortinho curtíssimo e uma blusinha básica sem sutiã observei que a luz do quarto havia queimado do nada. Meu filho ainda estava dormindo. Então liguei para o meu amigo que fazia de tudo na nossa igreja e pedi para que ele viesse trocar a lâmpada. Ele disse que estaria na minha casa em segundos.

Na verdade ele não demorou. Como sempre chegou com aquele olhar para o meu corpo inteiro. Eu me sentia como se ele estivesse tirando a minha roupa. E na verdade ele estava. Levei-o para a mesa e dei-lhe um cafezinho com pão. Eu mesma passei a margarina. Não vou mentir que estava adorando ele me despindo com aquele olhar faminto.

Sentei-me no outro lado da mesa e comecei a fazer perguntas sobre a esposa dele. Ele disse que ela não queria nada de sexo. Disse que não estava mais aguentando. Eu fui mais ousada e perguntei:

-“Mas ela não toca em você pelo menos?”

-“Ela me detestou de vez. Não faz mais nada. Não procura me aliviar de nem uma forma.”

Sorri. Ele devia está passando por uma situação horrível de abstinência forçada.

- “Você já pediu pra ela fazer oral?”

- “quem me dera, pastora, isso seria meu sonho”

Desse jeito ela ia terminar perdendo o marido. Não fazia nada para agradar. Aquela conversa estava me deixando com mais tesão. Eu olhava sempre para ver se meu filho não acordava. Perguntei para ele, com um sorrisinho safadinho:

- “Eu sei que é contra as leis da igreja, mas nem a bundinha ela libera?”

-“Quem me dera! Ela não gosta nem de falar. Por que a senhora não vai falar com ela? Talvez ela mude de ideia falando com a senhora.”

- “eu vou tentar depois. Podemos ir trocar a lâmpada?”

Quando ele se levantou para irmos para o quarto trocar a lâmpada fez questão de não esconder o volume do pau duro dentro da calça. Ele sabia que eu estava gostando daquela sacanagem. Entramos no quarto e eu fiquei com medo do meu filho acordar e ver um homem diferente dentro do nosso quarto e ainda com aquele volume obsceno por dentro da calça. Por esse motivo fechei a porta. Eu fui buscar a lâmpada e entreguei pra ele. Mas faltava a escada. Então tive que ir até à cozinha e quando estava voltando, meu filho havia acordado e perguntou para que eu queria aquela escada.

- “É pra trocar a lâmpada do meu quarto que queimou”, eu expliquei, nervosa.

-“Deixa que eu troco pra senhora, mãe”

- “Não, não é necessário, meu filho. Deixa que eu faço. Obrigada. O café tá na mesa.”

Entrei no quarto e tranquei a porta. Disse para ele ficar quietinho ali até meu filho tomar banho, tomar café e sair. Mas assim, do nada, ele me pegou e aplicou-me um beijaço na boca. Era um beijo quente que tinha o gosto de tesão de macho! Não resisti e correspondi ao beijo de língua e logo estávamos rolando na cama. Eu não devia fazer aquilo, mas o tesão há muito nos consumia.

- “Pastora, a senhora é muito gostosa! Ainda mais com esse shortinho mostrando a bundinha toda… esses peitos…”

Ficamos ali trocando carícias e beijos ardentes. Ele tentando tirar meu short e eu resistindo porque meu filho podia querer entrar no quarto a qualquer momento. Mas ele mesmo foi tirando a própria roupa e logo estava nuzão. Eu apertava aquela bunda gostosa e durinha. Ele estava louco pra foder gostoso; e na verdade eu também. Eu fui dizendo em sussurros que não podíamos fazer nada naquele momento. Era muito arriscado. Mas ele propôs que eu chupasse na pica dele pois precisava se aliviar já que não fodia com uma mulher há muito tempo. Eu concordei em chupar. Deitei-o na cama e pela primeira vez tive contato com aquele pau. Que lindeza! Era bem generoso; grosso e cabeçudo.

Naquele momento estava todo babado. Observei que do buraquinho brotava aquele líquido incolor em abundância. Observei que o saco dele estava bem duro. Então fiquei acariciando aquelas bolas com delicadeza e ouvia ele gemendo bem baixinho. Não resisti mais e comecei a chupar nas bolas durinhas enquanto forçava o pau duríssimo contra a barriga dele. Eu fazia carinho com a língua nas bolas enquanto ele enlouquecia sem poder gemer com sonoridade. Remexia os quadris para cima e para baixo. Eu enchia a boca com aquelas bolas durinhas e quentes. Enquanto isso ouvíamos as passadas do meu filho pela casa.

Depois eu subi nele devagar até eu poder chegar nos mamilos e chupá-los. Eu mordia lentamente arrancando gemidos abafados daquele homem safado. Depois de um tempo vim descendo e lambendo o corpo dele. Passei pelo umbigo e fui descendo até chegar no pau que estava a tempo de explodir de tão duro. Sem mais demora meti aquele pau cabeçudo e babado na boca! Que delícia aquele líquido quente e salgadinho brotando na minha boquinha quente e aveludada. O pau entrava e saía na minha boca.

Ele estava com tanto tesão contido que em menos de um minuto a minha boca foi completamente inundada de esperma quente e abundante! Senti como se fosse uma cachoeira. Os gemidos abafados daquele sem vergonha me deram mais tesão. Eu continuei chupando e não deixando derramar a gala quente. Não tive outra alternativa senão engolir tudo. Já tinha engolido a gala do meu marido e agora a gala quente daquele macho tarado.

O pouco que escorreu da minha boca eu lambi tudo deixando o pau limpinho. Ele estava ofegante e com a cara de feliz só pelo sorriso.

- “Ai, que maravilha! Ai, que alívio! Que boca deliciosa!”

Eu continuei chupando gostoso e o pau parecia não querer amolecer. Tive que parar de chupar porque meu filho bateu na porta e pediu para entrar. Pedi então que o safado corresse para o banheiro e levasse as roupas. Eu ajeite minha blusa, os cabelos e limpei a boca e fui abrir a porta.

- “O que você que, meu filho?”, perguntei disfarçando o nervosismo.

- “Vim trocar a lâmpada, mãe e levar a escada. Posso levar?”

Eu saí da porta dando passagem para ele. Ele viu que a lâmpada estava trocada. Pegou a escada e saiu.

- “Você vai sair agora, filho?”, eu quis saber.

- “Daqui a pouquinho, mãe. Eu aviso a senhora.”

Eu tranquei a porta, aliviada. E agora? Como aquele homem poderia sair do meu quarto com o meu filho em casa? Agora eu estava fodida. O sem vergonha todo à vontade. Saiu do banheiro, nu como se fosse o meu marido e eu não tinha nem um moral para repudiá-lo. Me pegou por trás e ficou beijando meu pescoço e me abraçando. O pau duro roçando minha raba ou entrando entre as minhas coxas. Pelo menos ele tinha uma pegada gostosa; beijos gostosos; carícias excitantes. Eu remexia a raba fazendo o pau dele ficar mais gostoso ainda.

Enquanto me beijava e me acariciava com força foi tirando meu shortinho, minha blusa até que fiquei peladinha.

- “Enquanto eu não posso ir… vamos aproveitar”, sussurrou ele bem no meu ouvido.

Ele sentou na beirada da cama e me puxou para ele. Levantei uma perna o botei bem no ombro dele. Dessa forma a minha bucetinha foi reto para a boca dele. Ah, que delícia! Ele começou a chupar deliciosamente. Eu de pé, segurando a cabeça dele, de olhos fechados e ele abraçado com a minha coxa em seu ombro. Com a outra mão eu amassava meu peito e aumentava meu tesão. Ele chupava bem no meu grelo ou metia a língua bem fundo no buraco da minha buceta super melecada. Ele dava um jeito de ficar chupando e metendo dois dedos maravilhosos. Eu pedia para ele não parar. Eu gemia baixinho dizendo que queria gozar naquela boquinha deliciosa de macho safado. E ele chupava fazendo aquele barulhinho.

Com a outra mão ele passou a amassar meu peitão delicioso. Que chupada! Não entendo por quê a mulher não queria aquelas safadezas. Ela não sabia o que estava perdendo. Eu não estava mais aguentando… meu corpo começava a ficar arrepiado. Segurei a cabeça dele com força contra a minha buceta em chamas e comecei a gozar como louca. Aquela sensação de prazer invadindo todo o meu ser. O chato foi que não pude gritar como eu realmente gosto, mas o prazer oral foi deliciosamente divino.

- “Que buceta gostosa a senhora tem, pastora. Quero comer essa buceta todinha.”, sussurrou ele enquanto beijava minhas coxas.

Naquele momento meu filho bateu na porta e disse que estava saindo. Depois de alguns minutos eu disse para ele:

- “Agora você tem que ir. Sua esposa precisa de você.”

Eu estava fazendo carícias na pica hirta dele.

- “Vamos continuar, gostosa. A senhora é deliciosa.”

Eu disse pra ele que estaria sozinha à noite já que o pastor estava viajando. Ou à tarde antes da minha filha chegar.

Ele vestiu as roupas e eu vesti um vestidinho bem sacana. Ele deu uma deliciosa dedada na minha buça antes de ir embora. Depois do almoço eu fui me deitar e fiquei falando com o meu marido a tarde inteira ou boa parte dela. Depois que desligamos já eram umas 4 da tarde. Eu fui tomar banho e lembrei do safado e do que havíamos feito de sacanagem. Me deu tesão.

Voltei para a cama e comecei a acariciar meus peitões. Que delícia. Daí a minha mão foi deslizando pela minha barriga até chegar na bucetinha. Eu precisava gozar. Comecei a esfregar o grelinho e a remexer os quadris. Estava muito gostoso. Como eu estava meladinha meti três dedos na buça. Não ia demorar pra gozar gostoso nessa prática solitária. Meu telefone tocou. Ai, que droga!

Quando atendi era o safado dizendo que estava na porta da minha casa. Sem pensar botei um roupão e fui atende-lo. O safado estava com uma escada e uma maleta de ferramentas na mão para disfarçar. Ele entrou e trancamos a porta. Ali mesmo na sala começamos a nos beijar

gostoso. Aquele beijo quente e cheio de tesão. Enquanto nos beijávamos ele meteu os dedos na minha buça e observou que eu já estava bem meladinha. Ele amassava a minha bunda; abria, fechava… dali fomos para o quarto onde ficamos nus. Ele já de pau duro.

- “Você fodeu com ela?”, perguntei entre beijos e gemidinhos safados.

-“Ela não quer de jeito nenhum”.

Dali nos jogamos na cama e ficamos em carícias deliciosas. Ele começou a mamar nos meus peitões. Metia a cara entre eles; mordia nos biquinhos me fazendo gemer de tanto tesão. Depois ele me virou de barriga para baixo e ficou beijando minha nuca; mordendo minha orelha e dizendo em sussurros que eu era muito gostosa e tesuda. Ele veio descendo e descendo enquanto lambia e mordia minhas costas até que chegou na minha bunda. Abriu e caiu de língua no meu cuzinho.

Gemi deliciosamente. Ora metia o dedo; ora metia a língua; ora ficava passando a língua em círculos. Depois de deliciosas chupadas no meu cuzinho ele deitou-se sobre mim e quis saber se o meu marido fodia meu cu.

-“Sim… a gente faz de tudo… na cama”, respondi, sussurrando enquanto sentia os beijos dele no meu pescoço.

Eu já não estava mais aguentando de tanto tesão. Queria logo pedir para que ele me fodesse gostoso. Então ele pediu para meter no meu apertadinho. E terminou, dizendo:

- “… o pastor não vai se importar se a esposinha gostosa liberar o cuzinho.”

- “Só se for bem… lubrificadinho”, consenti entre gemidinhos.

Nos levantamos. Fui na gaveta da cômoda e peguei um vidro de lubrificante anal e voltei para a cama. Deitei-o de barriga pra cima e dei uma deliciosa e tesuda chupada naquele pau cabeçudo. Depois derramei o líquido do vidro bem no buraquinho da pica e comecei a espalhar com as duas mãos… acariciando… apertando com força… punhetando bem lentamente e com um sorriso de puta olhando pra ele.

Ele gemia loucamente. Eu azunhava gentilmente da cabeça do pau até o saco. Depois de bem lambuzadinho dei o vidro pra ele, fiquei de quatro, rostinho enterrado no travesseiro. Nem precisei falar mais nada porque ele já sabia o que fazer. Senti ele lambuzando o meu cuzinho, metendo o dedo com tanta facilidade que eu tinha a impressão lúbrica de que se ele forçasse mais um pouco entraria a mão inteira. Senti ele se posicionando e logo senti a cabeçona pressionando a entradinha do meu cuzinho.

Relaxei o buraquinho e senti ele forçando e logo meu cu foi se dilatando e senti a cabeça grande da pica mergulhar pra dentro do meu cu. Gemi alto e pedi que fosse devagar.

- “Que cu delicioso, pastora…” gemeu ele me segurando pelos quadris. -“é bem apertadinho… ahhhhh… quente!”

Ele meteu todo o pau e depois começou a socar com força. Eu gemia à vontade já que estávamos sós. Ele amassava meus peitos enquanto metia gostoso. O pau entrava e saía deliciosamente. O meu tesão aumentava a cada estocada e eu me segurava na cabeceira da cama que rangia acompanhando os movimentos fortes de vai e vem. Eu gemia e quase gritava a cada metida forte. A virilha dele de encontro à minha bunda fazia o barulho como se a minha raba estivesse levando chineladas. Eu remexia os quadris para os lados ou para cima e para baixo.

Nessa louca enrabada eu gritei gozando sem ao menos tocar na bucetinha. Foi uma sensação maravilhosa de prazer. E ele dizia que era seu sonho de consumo ter uma mulher igual a mim para foder todo dia; uma mulher que amasse sexo assim como eu.

O pau dele parecia crescer dentro do meu cu entrando e saindo em movimentos loucos e fortes que me faziam arquejar. Daí ele anunciou seu gozo dizendo que ia encher meu cuzinho de gala quentinha. Eu tratei de remexer a raba com mais tesão e fiquei esperando ele gritar de prazer dentro das minhas entranhas anais. E não demorou ele me segurou por baixo da barriga prendendo as minhas coxas e socou com muita força e disse que ia gozar e gritou como um louco tarado derramando todo o seu leite quente nas entranhas do meu cu. Ele ficou ali parado, agarrado com as minhas coxas, apertando com força… gemendo gostoso.

- “Ahhh… como você é deliciosa… que mulher! Seu marido deve ser muito feliz com uma mulher assim.”

Ele saiu de dentro de mim, cansado, suado. Eu fui pro banheiro tirar o leite de dentro do meu cu. Saiu uma boa quantidade. Com aquele volume de esperma dava pra emprenhar umas cinco mulheres de uma vez.
Voltei para a cama e fui olhar como estava a pica. Parecia que a cabeçorra estava inchada.

- “Como você tá se sentindo?”, perguntei, brincando com os mamilos dele.

-“Tô bem aliviado. E você?”

Eu comecei a chupar nos mamilos dele.

- “Eu tô ótima.”

- “Tá doendo o cuzinho?”, ele quis saber.

- “Só ardendo.”

Fomos fazer um lanche na cozinha e logo depois fomos tomar um banho juntos. Um banho a dois é sempre delicioso e cheio de sacanagens deliciosas. Depois voltamos para a cama. O pau dele já estava duro. Entre beijos ardentes e lúbricos ele pediu a minha buceta. Como dizer não? Mas antes de ele comer a bucetinha começamos um 69. Tratei de mamar no pau bem lentamente enquanto eu saboreava o gosto daquela boca quente sugando o mel da minha bucetinha que é bem abundante. Ele sabia como mamar numa bucetinha e ainda chupava meu cuzinho.

Depois mudamos de posição e eu o deitei de barriga pra cima, aprumei a pica dura na entradinha da xoxota e fui sentando… sentando… a pica foi entrando todinha até minha xota encostar na virilha dele. Quase gritamos os dois de tesão e prazer. Comecei a cavalgar lentamente para me acostumar com a pica e depois fui aumentando os movimentos de sobe-desce em meio aos nossos gemidos. Ele estava deslumbrado com meus peitões balançando. Ele os apertava e depois me segurava pelos quadris e me sentava com força. Que pica deliciosa! Dura! Eu queria mais e mais aquela pica dura dentro de mim.

Me inclinei um pouco para a frente e deu para ele ficar mamando nos meus peitões. Nós gemíamos como dois insanos naquele ato libidinoso e adúltero de ambas as partes. Mas eu era a mais pecadora pois estava prestes a gozar no pau de outro homem na minha própria cama onde dormia com meu marido. Se ele soubesse nunca iria me perdoar.

Agora ele estava apertando a minha bunda enquanto dizia que eu era deliciosa, maravilhosa e gostosa. Mas quando ele enterrou o dedo no meu cu eu gritei de tesão e aumentei os movimentos da cavalgada fazendo a cama ranger e logo gritei gozando loucamente naquele pau duro!

- “AAAAHHHH… eu tô gozando nessa pica gostosa! Aaaahhhh… me fode toda… que delícia!!”

Mas enquanto estávamos fodendo, ouvi alguém chegar. Que falta de sorte! Era a minha filha que bateu na porta e perguntou se eu estava em casa.

- “Sim, filha… tô deitada com dor de cabeça”

Mas agora meu macho tinha que gozar. Me deitei de pernas arreganhadas e ele veio por sobre mim num papai-mamãe maravilhoso! Agora em silêncio. Me abracei no pescoço dele que começou os movimentos de vai e vem. Era uma delícia aquele pau duro entrando e saindo na minha buça. Eu dizia bem no ouvido dele, entre gemidinhos:

- “Ah, como tua pica é gostosa… hummm… que delícia de pica dura… Você fode gostoso…”

Nos beijamos na boca; chupamos na língua um do outro enquanto eu era fodida deliciosamente por aquele macho safado e gostoso. Quando ele apressava os movimentos e a cama começava a ranger eu segurava na bunda dele e o controlava. Aquela sensação era tão maravilhosa que eu não queria que ele parasse mais. Quando escapulia, eu metia de volta na buceta. Depois de um delicioso tempo ele apressou os movimentos e disse que encher a minha buceta de porra quente.

- “Goza, seu gostoso… safado… enche a minha buceta de gala… vai… goza… goza tudo…”

Logo em seguida ele encheu minha bucetinha de gozo farto como ele tinha. Seus gemidos soaram baixinhos no meu ouvido dizendo que eu era muito gostosa e que me queria todos os dias.

Depois de passado o gosto daquele gozo fenomenal eu fui tomar um banho e depois ele. Nos vestimos e ficamos deitados na cama esperando que a minha filha saísse para que ele fosse embora.

Enquanto meu marido estava em viagem ele veio aqui em casa e me comeu bem gostoso. E após meu marido voltar eu fui conversar com sua esposa, eles ate se acertaram, voltaram as boas na cama, mais ele agora tá tendo que dar conta da mulher e de mim porque to sempre dando um jeitinho de ir dar pra ele.

  • Enviado ao Te Contos por Hila

quarta-feira, 3 de junho de 2026

Fui da pra um e acabei a noite dando pra dois. (29-05-2026)

  

By; Paula

Oi Te Contos, me chamo Paula, sou uma mulher bastante atraente, tenho 30 anos, 1,75 de altura, loira natural, corpo em forma, sou arquiteta e se tem uma coisa que adoro na vida, esta coisa é sexo.

Estava no meu escritório em uma sexta a tarde quando toca o telefone, era Rafael, um menino de 23 anos corpo escultural que eu havia conhecido a uns meses atrás em uma boate, ele com um tom de voz bem safadinho mas que me seduz muito perguntou;

- e ai Paula, vamos sair hoje?

Como eu não tinha nada programado para o fim de semana resolvi aceitar. Eu já tinha dado para o Rafael antes, ele realmente é muito bom de cama, tem um pau maravilhoso, e sempre que eu estava a fim de uma sacanagem eu ligava pra ele, ele era o que ele próprio gostava de falar, meu comedor.

Saímos então aquela noite, fomos a um barzinho, e começamos a beber vinho e a jogar conversa fora, lá por umas 11 da noite, chega na mesa um rapaz de nome Rodrigo, amigo dele, um cara muito lindo de rosto e de corpo, começamos a conversar os 3, quando lá por umas 2 horas fomos para a minha casa.

Chegando lá ficamos os três na sala tomando cerveja e jogando conversa fora a uma certa altura eu fui buscar mais cerveja na geladeira, e quando me abaixei para pegar senti Rafael esfregando o pau dele sobre minha minissaia, fiquei morrendo de tesão na hora, e voltamos os dois para a sala, chegando na sala, como só eu dos 3 fumava acendi um cigarro e quando fui me sentei no sofá, Rafael pediu para que eu sentasse no colo dele, enquanto eu fumava, podia sentir aquele pau maravilhoso do meu comedor oficial arranhando a minha bundinha por sobre a roupa.

Comecei então a rebolar bem de leve no pau dele enquanto nos três conversávamos, quando acabei de fumar, Rafael começou a me tocar com a mão por de dentro da minha minissaia e eu quando me dei conta gozei ali na frente dos dois, quando eu acabei de gozar eles começaram a me sacanear dizendo;

- Ai loira putinha vai ter que dar pra nós dois hein

Enquanto riam, eu não tinha em mente dar para os dois, só para o Rafael mas confesso que aquele “loira putinha” me deixou um bocado excitada com a idéia, disse então que eu só daria pra um deles, e fui para o quarto com Rafael.

Quando entramos no meu quarto ele sem perda de tempo me colocou de quatro na cama e tirou o pau pra fora, pedi para ele colocar uma camisinha e ele depois de colocar nem tirou a calça, apenas o pau para fora, levantou minha saia e me penetrou com força, eu dei um grito de prazer, enquanto ele me comia de quatro.

Rodrigo entrou no quarto e do lado da cama tirou o pau para fora começando a esfregar a minha cara, dizendo;

- chupa loira, enfia meu caralho na sua boca

Mais Rafael estava me comendo com tanta força que eu simplesmente não tinha forças para nada, foi quando ele gozou bem gostoso. Pedi um tempinho para os dois para me recuperar, mas quando menos vi Rodrigo estava com uma toalha nas mãos e me propuseram uma brincadeira, eu ficava com os olhos vedados e eles me comeriam, eu teria que adivinhar quem era o que estava por trás me comendo senão levava um tapinha na bunda, adorei a idéia e começamos a brincar desta forma deliciosa, levei um bocado de tapas, mas estava ótimo.

Depois de muito brincar desta forma, ficamos os três deitados na cama descansando, a uma certa altura Rodrigo me pediu para fazer anal, eu recusei, mas eles disseram que era apenas para fechar a noite bem, eu acabei cedendo, fiquei de quatro e Rafael foi o primeiro a me comer, como ele era bem carinhoso foi de leve, me senti como uma putinha dando a bunda para aquele garoto com físico escultural, ele me comia bem devagarzinho, aos poucos, minha bundinha ardia, mas era ótimo.

Quando ele gozou Rodrigo disse que queria também, eu pedi um tempinho para me recuperar, pedi a Rodrigo que fosse bem carinhoso comigo, ele prometeu que seria, e eu fiquei de quatro, ele começou a me comer bem devagarzinho, mas de repente começou a enfiar com força, cada vez mais rápido, e eu gritando de dor, e tesão, enquanto Rafael gritava pra ele;

- vamos lá Digão, come a bunda desta loira putinha

Até que ele gozou em mim pela ultima vez naquela noite.

Adorei a noite, já quero repetir.

  • Enviado ao Te Contos por Paula

terça-feira, 2 de junho de 2026

Ate que fim o instrutor me comeu na academia e depois boquete no meu marido na volta pra casa (29-05-2026)

   

By; Silvelena

Ola Te Contos, em chamo Silvelena, tenho 32 anos (não sei se é a idade, mas estou com um tesão por rola grossa), casada a 6 aninhos e liberado a 1, moreninha clara, peitinhos grandes, bundinha média e do cuzinho bem guloso.

Apos o carnaval entrou um instrutor novo na academia, o cara é um gigante e passei a me insinuei para ele, que resistiu o quanto pode. A cada aula que o encontrava mais o atiçava. Acho que ele estava achando que eu estava de brincadeira, já que ficava falando que queria ver a piroca dele no meu rabo, que estava doida para ficar peladinha para ele. Etc.

Na semana passada, meu marido foi me buscar mais cedo e entrou na academia. Ficou aguardando na recepção, lendo a um livro. Fui até lá e dei o beijinho de esposa apaixonado e falei:

- Me espera 20 minutos.

O safadinho já até imaginou o que eu queria. Cheguei no instrutor, sarado, braços fortes, e uma coxa grossa e falei baixinho:

- To louca para te dar agora, tem algum lugarzinho reservado???

Ele (espantado) e também sussurrando: - Agora? Mas estou dando aulas?

Eu (sussurrando): - Ahhh, mas meu maridinho está na recepção e isso me dá um tesão, vc nem pode imaginar.

Ele (sussurrando): - Caralho, mais ai é foda!!! E se ele descobrir?.

Eu (sussurrando): - Esquenta não, ele sabe de tudo. Se vc não comer vai achar que vc é frouxo.

Ele: - Não acredito!!

Eu: - Quer ir lá perguntar?

Ele: - Claro que não!! (ficou na duvida, mas sei que foi na recepção e disse alguma coisa para e voltou. Me chamou para salinha de exame médico). Entrou, trancou a sala e me falou:

- Agora quero ver se gosta mesmo da coisa?

Eu, passando a mão na sua piroca por cima do malha, fui me abaixando e tirando a pica para foca cai de boca:

- Vc não acreditou, né?

Ele: - Claro que não, nunca vi uma mulher tão atirada.

Ele se encostou na mesa enquanto eu chupava suas bolas, seu pqu de baixo em cima, deixando todo melado de saliva. E é claro engolia todo com minha boquinha gulosa. Batia com o pau na minha cara e pedia:

- Me chama de puta, Me chama de vaca!!!

Ele: - Sua puta safada!! Mulher de corno!!!

Eu: - Isso, sou mulher de corno, sou sua puta!!!

Ele: - Então fica de quatro, quero ver a bucetona da puta.

Levantei, e abaixei a malha e a calcinha. Caiu uma camisinha que tinha levado por dentro da malha.

Ele: - Caralho, uma puta preparada!!

Eu: - Claro, sou putinha, não sou burra!!.

Sei que ele encapou a sua pica, que era normal, acho que uns 18 centímetros e começou a bombar na minha xota. Não podíamos gemer pois senão ouviam fora, já que a parede era de gesso. Fui uma foda muda. Mas pela socada que ele me dava enquanto me apoiava na mesa dava para ver que o safadinho estava gostando de tudo.

Eu: - Vai, come sua aluna, como professor safado.

Me virei, subi sobre a mesa e arreganhei a xota e o cuzinho:

- Vai, escolhe o buraquinho que vc quer.

E assim, socou no meu rabo, que já estava todo melado do gozo da xota que escorria. Como a pica não era muito grande entrou até o talo e pedi:

- Vai seu safado, soco no me cú, soca!!

Freneticamente ele bombou no meu rabo que dava para sentir os pelos do sacos raspando minha bunda. Não resisti e gozei primeiro... Ele também não resistiu e gozou junto. A mesa ficou toda melada da minha gozada e do suor que exala da minha bunda e costas. Tudo isso não durou mais do que 7 minutos.

Saímos todo suado da sala e topamos com a secretária da recepção que acho meio estranho estarmos saindo da sala de exame. Estava indo chamar o instrutor pois os alunos estavam o procurando. Ele deu uma resposta qualquer e ficou de longe vendo eu dar um beijão no mozão com a boca suja da sua piroca. Com certeza ficou imaginando quão puta eu era.

Fomos para casa e como putinha do corno que sou contei tudinho par ao mozão enquanto acariciava sua piroca no transito. Vez ou outra cai de boca e a chupava ali mesmo em pleno publico. Coisa, que adoro fazer, e o safado sempre pede para me levantar quando ver que algum homem safado do lado olhando. Desta vez no transito, por exemplo, paramos na lateral de um caminhoneiro e trato de puxar minha cabeça para a sua piroca. Enquanto o sinal estava parado e eu pagava um boquete o acompanhante do caminhoneiro me chamava de puta safada:

- Aee seu safado, que puta vc pegou heim, chupando sua pica em plena avenida.

Mor: - É minha esposa!!

Ele: - Que puta gostosa!!!

Mor (enquanto socava minha cabeça na sua pica): - Puta mesmo, acabou de dar para o instrutor da academia.

O sinal abriu e saímos, e eles nos acompanhando até virarmos a esquina. Me levantei e falei:

- Você tá virando muito corno mesmo, heim!!

Ele, passando a mão na minha xota toda melada:

- Vai dizer que não gosta de ser minha putinha.

Eu: - Adoro, adoro ser sua puta e de todos os machos.

Eu: - To louco para comer esse seu cuzinho.

Sei que chegamos em casa, estacionamos o carro e ele pulou para o banco de traz do carro. Já era noite, tipo 22:00h, então ele não resistiu e pediu para sentar na sua pica. Sentei com o cuzinho, conforme ele queria. O safado foi a loucura e gozamos muito ali mesmo no estacionamento.

Subimos para casa e não deu outro me fudeu de novo na nossa sala.

Esse é o corninho mais comedor que eu já vi??!!

  • Enviado ao te Contos por Silvelena

O atendimento de sábado foi um menage que virou outro menage surpresa (30-05-2026)

  

By; Sofia

Oi Te Contos, me chamo Sofia, tenho 23 anos, sou acompanhante de luxo, já enviei alguns contos aqui e esse é bem recente, aconteceu nessa noite de sábado (30 de Maio).

Desta vez foi um ménage, com um cliente conhecido meu, o Souza, que aproveitou a oportunidade para conhecer a Manu (uma amiga que chamei para esse encontro).

Fomos encontrá-lo em seu apartamento. Assim que chegamos no seu andar e o elevador se abriu, ele já nos esperava com a porta aberta. Nos recebeu com um beijo caloroso em cada uma e então nos serviu um espumante.

No trajeto até a sua casa, estávamos jogando conversa fora pelo instagram e rolou uma conversinha boba sobre ele ser bom cozinheiro. Coincidentemente eu e a Manu não tínhamos conseguido jantar antes do encontro, por conta da chuva repentina que nos atrasaria, então ele ofereceu de nos mostrar seus dotes culinários naquela noite.

O assunto do jantar surgiu antes mesmo de engatarmos alguma coisa. Tínhamos como opção um bacalhau que ele cozinhara mais cedo e tirou da geladeira para nos mostrar, ou cozinharia uma pasta ali na hora. Não queríamos dar trabalho, então escolhemos o bacalhau que já estava pronto e seria mais rápido. No entanto, antes de comermos, agora sim partimos para a ação primeiro. ?

Como um educado anfitrião que é, mostrou todo o seu apartamento para a Manu e quando passou pelo quarto, ao ouvir meu comentário, em que eu dizia que a sua cama eu só conhecia de vista – já que sempre transávamos na sala – , acrescentou que naquela noite transaríamos todos nela. Hummmm.

Já ficamos por ali mesmo, Manu começou a se despir e fui tirando minhas poucas peças de roupa também. Iniciou-se as preliminares infinitas, aquelas que não necessariamente vão resultar numa transa e nunca terão fim. Ora chupava a bucetinha da Manu, ora a minha, ora as duas chupavam o pau dele, ora nos beijávamos, ficamos um bom tempo nesse revezamento gostoso. Em torno de meia hora depois (ou mais), fizemos uma pausinha para o jantar.

Todo gentleman, serviu a refeição em cada prato, levou ao microondas e enquanto eu e a Manu jantávamos – ele não quis comer com a gente – o assistíamos tocando bateria. Sim, ele tem uma mini bateria na sua casa!! Essa foi novidade! Depois que terminamos de comer – a propósito, ele realmente cozinhava muito bem! – , ele quis que experimentássemos tocar também! Rs. Tivemos ali um momento de descontração de um jeito diferente, rs. Eu nunca tinha tocado bateria na minha vida e acho que a Manu também não! ?

Depois, aos poucos, os papos sobre música foram cessando e voltamos a putaria. Retomamos aquelas preliminares deliciosas, até que ele decidiu por comer a Manu, que era a novidade no quarto. A colocou de quatro com aquela bundinha arrebitada e enquanto ela me chupava, fincou nela bem gostoso, até gozar. À essa altura não nos restava mais tanto tempo – combinamos 2h – apesar dele insistir para que ficássemos.

Agora vamos para a segunda parte da história! - O Ménage que virou outro Ménage!

Ele ficou insistindo muito para que ficássemos por mais algumas horas. Manu não poderia de jeito nenhum, quanto a mim, aproveitei para ouvir a sua proposta. Ele disse que uma “namoradinha” dele chegaria em meia hora, que ele adoraria fazer uma festinha com a gente. Me ofereceu uma quantia descabida, que me fez preferir voltar para casa, até que, diante da minha iminente partida, concordou com o valor que eu achava justo para aquela demanda de uma última hora, altas horas da noite. Assim sendo, Manu se foi e continuamos ali, firmes e fortes, eu e ele.

Fiquei na dúvida se sua “namoradinha”, por acaso, também era uma acompanhante, mas ele se limitava a dizer apenas “namoradinha”, sempre que eu tentava adquirir maiores informações, rs. Ele sequer a preparou para o ménage, lhe enviou uma mensagem dizendo que tinha uma surpresa esperando por ela, apenas isso. Me orientou que não gostaria que ela soubesse que sou garota de programa e que era para eu dizer que trabalhava com ele, no escritório de advocacia. Prazer, Sara, advogada.

Também pediu a minha ajuda para que a deixasse mais a vontade.

“Mas você não disse que ela gosta de uma festinha?” 

Perguntei desconfiada e ele desconversou, reforçando que contava com a minha ajuda, rs.

Quando o elevador chegou com a moça, ele tinha ido em outro cômodo fazer não sei o quê e sobrou para mim recepcioná-la. Seu nome era Júlia, estudante de moda, ruiva, muito novinha, cara de 19 anos. Ela vestia uma calça jeans preta larga, tênis, apenas a parte de cima era mais atraente, uma tomara que caia preta com fenda trançada. O seu cabelo era a coisa que mais chamava atenção nela: longo, liso, um tom de ruivo que apesar de não ser natural, era lindo do mesmo jeito. Fiquei encantada por ela!

Ele voltou, fez as devidas apresentações e fui colocada numa tremenda saia justa, quando ela fez mais perguntas das minhas funções no trabalho dele. Torci para que ele interviesse e respondesse por mim, já que foi tudo invenção dele, mas vendo que ele não se manifestaria, tive que improvisar de última hora e só falei “criminalista”. Rapidamente retomei a posição de quem faz as perguntas e sem dar chances para que ela perguntasse mais alguma coisa, voltei a perguntar coisas sobre ela. ? Ele serviu espumante para ela também e fomos todos para a sala.

Adorei a garota. Pelas fotos que ele mostrara, esperava que fosse espalhafatosa e realmente festeira, mas ela era muito na dela, diria até um pouco tímida. Vagarosamente a putaria foi desenrolando, conforme ele foi conduzindo, já que eu ela estávamos no maior papo. Ele a deixou nua e se abaixou para chupá-la, com ela ainda de pé. Aquela cena foi muito tentadora e quando ele saiu de lá, precisei fazer o mesmo. Ela era mesmo uma delícia!

Depois ele nos conduziu para o sofá e me chupou deliciosamente por algum tempo, com ela ao meu lado, também sendo masturbada por ele. O danadinho dava conta das duas!

Depois falou para ela me chupar também. Júlia avisou que talvez sua performance não fosse muito boa, que não tinha muita experiência, mas achei que foi na medida! Depois foi a minha vez de chupá-la mais um pouco, enquanto ele se masturbava assistindo. Como eu estava ajoelhada numa almofada, ele encontrou uma brecha de me pegar naquela posição mesmo, me penetrando comigo de quatro. Humm que delícia!

Estocou por algum tempo até que fizemos uma pausinha e então foi a vez dele ser agraciado pelas duas. Ela no pau e eu nos mamilos dele (tinha esquecido que ele curtia, até me pedir para dar uma atenção neles), depois invertemos, fui para o pau, ela nos seus mamilos, com ele extasiado sempre repetindo o quanto estava gostoso e o quanto queria que continuássemos.

Ficamos um bom tempo assim, nas preliminares infinitas que ele tanto gosta, até que ele mesmo fez uma pausa para ir ao banheiro.

Nesse momento aproveitei para conferir o horário e já tinha estourado meia hora do nosso novo combinado de 2h. Perguntei para ela até que horas tinha combinado de ficar com ele, cogitando irmos embora juntas, mas seria dali uma hora e apesar de estar gostoso, decidi abandonar o navio, pois estava começando a ficar com sono e cansada.

Enquanto me acompanhava até a saída, novamente ele tentou me convencer a ficar, desta vez virar a madrugada, mas tive que recusar, não estava preparada fisicamente para uma noitada daquela, rs. Intenso ele! Sugeri marcarmos uma outra data, tinha adorado a Júlia e com certeza repetiria a festinha.

Já na rua, ao entrar no Uber, vivi uma enorme coincidência. Acreditam que era o mesmo motorista que me levou na ida?! Fiquei abismada! Rs. O mais engraçado ainda é que só percebi quando ele encerrou a corrida. Ao ver o nome para o qual faria o pix, minha memória acusou que já tinha visto aquele nome antes e foi quando rimos da coincidência.

Eu fiquei na dúvida se era você, porque você estava com a sua amiga. – Ele disse.

Hahaha. Pois é, ela foi embora antes, rs.

Olha, em anos, nunca aconteceu de eu pegar o mesmo motorista, que dirá no mesmo dia! Rs.

Essa noite foi mesmo uma caixinha de surpresas…

  • Enviado ao Te Contos por Sofia

segunda-feira, 1 de junho de 2026

Prestando serviço.

  

By; Alberto

Oi Te Contos me chamo Alberto. E essa relação que vivi já tem quase 2 anos, mas foi muito marcante e gostaria de compartilhar com vocês.

Atualmente tenho 51 anos e tenho uma empresa de prestação de serviços. Na época, recebi uma indicação de um amigo de que uma pousada aqui do litoral fora adquirida por um casal de portugueses e eles queriam contratar meus serviços.

Agendei a visita com o João e no dia marcado, recebi uma mensagem dele dizendo que havia surgido um compromisso e não poderia estar no horário marcado, mas que a sua esposa adiantaria o assunto e ele provavelmente chegaria atrasado, mas que iria conversar comigo.

Chegando à pousada, me apresentei e o funcionário foi chamar a patroa, esperei no escritório e de lá vi uma ruiva linda, com um vestido florido e cabelos soltos vindo flutuando em direção ao escritório. Que mulher bonita, sensualíssima, e com um sorriso lindo no rosto. Ela adentrou o escritório e eu finalmente saí do transe me levantando e estendendo a mão, que ela apertou e se aproximou para o cumprimento com dois beijinhos. Acho que ela notou que eu fiquei encantado com sua beleza, mas isso devia ser normal para ela, pois qualquer homem se encantaria por ela.

Como disse, ruiva, com um belo corpo, cheinho, mas bem delineado, um colo maravilhoso que estava realçado por um decote até certo ponto discreto. Estava de salto alto o que a deixava na minha altura, ou seja, tinha uma estatura maior que a maioria das mulheres. A pele bronzeada, pois sendo a pousada à beira mar, provavelmente aproveitava para pegar um bronze e com certeza lhe caiu muito bem.

Iniciamos a conversa e tive que me concentrar no que discutíamos, pois o serviço não seria pequeno e precisava apresentar uma boa proposta para conseguir a conta. Ela negociava muito bem e isso só aumentava a admiração por aquela mulher.

Já haviamos adiantado bastante sobre o serviço que seria executado, quando o marido dela chegou. Ele um português típico, bigode grosso, cabelos grisalhos, uma barriga de chope, nem tanto avantajada, mas proeminente. Me cumprimentou e fomos ver as instalações da pousada. O casal ia na frente e eu atrás admirando aquele rebolar sedutor da ruiva portuguesa.

Em certo momento o português começou a me mostrar onde seriam executados os serviços mais pesados e de soslaio percebi que a ruiva me fitava o corpo inteiro, chegando a nos rodear para observar-me por todos os ângulos.

Isso me acendeu, notei que havia chamado atenção dela também e me fez ter uma ereção que, lógico, foi percebida por ela que tanto me fitava. Me preocupei com o marido, que podia não gostar de como ela me observava, mas ele não demonstrou perceber, muito concentrado em me passar as informações sobre os serviços que queria que executasse. Resumindo, fechamos negócio e na semana seguinte começariam os serviços que durariam por cerca de pelo menos 3 meses.

Nas primeiras semanas, fui acompanhar a execução dos serviços e a ruiva sempre presente, o que não demorou para trocarmos olhares, sabe aquele encontrar de olhos em que se desvia para não denunciar o que estava claro para nós dois? Isso mesmo, tanto eu como ela havíamos percebido o interesse mútuo, mas e aí, como tratar isso? Ela não tomaria a iniciativa e eu mesmo querendo muito fazer, me continha por não saber qual seria a reação dela.

Até que numa sexta-feira, recebi um telefonema de um empregado para ir até a pousada, pois havia um problema a ser resolvido e dependia da minha análise para a solução.

Quando cheguei lá, quem estava na piscina se bronzeando num biquini pequeno e realçando um belo corpo, para uma mulher quase quarentona, ela mesma, a ruiva. Tive uma ereção, mas ela não me viu. Fui resolver o problema e quando havia achado a solução, ela me chega, enrolada numa toalha na cintura e me chama para me mostrar uma suíte.

Fomos até a suíte, chegando lá eu já estava com uma nova ereção por vê-la semi nua à minha frente, e ela me fez alguns questionamentos técnicos do que poderia ser melhorado no cômodo, e enquanto eu respondia, percebi que ela fitou o volume que fazia em minha calça. Foi o mote para o bote, nem pensei na consequência, perguntei se ela ficou curiosa com o que estava vendo, ela ficou desconcertada e balançou a cabeça querendo negar o que estava claro.

Isso só me deu mais confiança e me aproximei dela e falei que estava claro que a atração era mutua, por isso estava tão excitado e que isso também afetava ela, mas uma vez ela baixou a cabeça, negando sem firmeza as minhas palavras. Me aproximei dela, pus minha mão na toalha em sua cintura e esperei sua reação, que não veio, ela apenas olhou-me nos olhos como se entregando sem reação, então puxei a toalha, deixando-a apenas de biquini, ela reagiu fechando os olhos.

Peguei uma de suas mãos e levantei sobre sua cabeça para que ela desse uma volta para que eu contemplasse por inteiro o seu corpo. E que visão, o biquini era fio dental a realçava maravilhosamente numa bunda redonda e ainda firme.

Depois de completar a volta a puxei-a ao meu encontro e nos beijamos como apaixonados, envolver aquele corpo em meus braços foi uma sensação muito gostosa, mas tinha em mente outras sensações mais agradaveis e ela, em silêncio foi até a porta da suíte e a trancou e ficou lá me olhando com a carinha mais sem vergonha, fiz sinal com a mão para ela voltar para mim, e ela obediente veio, outro beijo gostoso e eu desabotoei a parte de cima de seu biquini, desvendando seios lindos, de areolas rosadas e algumas sardas que davam-lhe mais charme.

Aproveitei para beijar cada um dos seios, enquanto ela tentava me despir, tirou minha camisa e beijou meu peito e descendo a mão em direção ao cinto, foi hábil em descer minhas calças, apalpando meu pau que latejava de tesão.

Após ficarmos nús, voltamos a nos beijar e esfregar nossos corpos, ela foi me empurrando em direção à cama, onde sentei e deixei ela comandar, mais um beijo, a boca dela foi descendo e se demorando no pescoço, peito, barriga até chegar no meu pau, onde ela beijou a ponta, de onde saia um pouco do líquido seminal, depois me olhando nos olhos, abriu a boca e lentamente foi colocando meu pau todinho na boca, engolindo por inteiro, seus olhos lacrimejaram, quando alcançou sua garganta, também salivando bastante, retirou o meu pau da boca e punhetou deliciosamente, meu pau deslizava entre seus dedos, e ela não parava de me olhar nos olhos, voltou a chupar meu pau cadenciadamente, tirava-o da boca e passava a língua na glande.

Que sensação deliciosa, eu gemia e isso a incentivava continuar, mas se continuasse assim eu terminaria naquela boca de veludo, então puxei ela para a cama e foi a minha vez de beijar todo o seu corpo, cada pedacinho, isso causou arrepios e seu pelos ruivos estava eriçados.

Abri suas pernas e senti um cheiro maravilhoso, vinha de uma buceta linda, rosadinha e sem pelos, estes estavam acima e bem aparados, numa cor que nunca havia visto, dourados. Ela arfava esperando pelo próximo passo, e foi com um beijo em seus grandes lábios que a fiz gemer um pouco alto, ela se abriu um pouco mais e pude passar a língua por toda a extensão de sua vulva, e descendo até um cuzinho, também rosado, ela reagia com tremores no corpo, como espasmos, me puxou para cima, para me beijar e sentir o próprio mel que ficou em minha boca, ela molhou muito e isso havia percebido pela humidade entre as pernas.

Fui me aninhando entre suas pernas, e como um míssel teleguiado, meu pau foi deslizando para dentro de uma buceta macia e muito quente. Meu pau estava todo dentro dela e parei para sentir as contrações de sua buceta. Ela arregalou os olhos e começou a serpentear, eu continuava parado, ela tentava se movimentar, então ajudei começando a tirar e enfiar meu pau lentamente, ela gemia, fechava os olhos, balançava a cabeça e eu ia aumentando o movimento e percebi que ela já gozava, tremendo todo seu corpo, acelerei os movimentos, ela me beijava, cravava as unhas em minha bunda, me dava tapas no ombro e começou a pedir:

Vai com mais força, me faz gozar de novo, mais rápido, vai gostoso.

É assim que vc gosta sua safada?

Ela respondeu com a cabeça afirmativamente e gemia cada vez mais alto, e eu aumentava as estocadas naquela buceta gostosa, acelerando o vai e vem e fazendo ela gozar mais forte e em seguida também gozei, sem me preocupar de estar sem proteção e dentro dela.

Tinha certeza que seria bom, mas não esperava que fosse tão maravilhoso assim.

Ela me disse passando suas mãos em meu rosto e selando aquele momento com um beijo.

Transamos outras 3x, lembro-me de todas de cada detalhe, mais essa primeira vez foi de deixar saudades.

  • Enviado ao Te Contos por Alberto

Sexta o encanador, amigo do meu pai, veio conserta a pia e acabei dando pra ele (05-06-2026)

    By; Jade Te Contos, me chamo Jade, sou de Cuiabá, tenho 22 anos, sou morena jambo claro, seios fartos e duros, bumbum bem delinea...