By; Valéria
As inspirações para os contos que escrevo vêm sempre das memórias de coisas que eu vivi. A maioria deles são fiéis descrições de fatos que experimentei em um determinando momento da minha vida, principalmente na minha juventude. Uns poucos surgem de fantasias baseada em algo que poderia ter acontecido em uma situação mais sugestiva.
Gosto, contudo, de relembrar e descrever as experiências que tive efetivamente, até para que o conto exale o mesmo tesão que senti no momento. Quando relembro, consigo sentir novamente um pouco das sensações anos antes. E sim, escrever deixa minha calcinha en-so-pa-da, exigindo algumas pausas para que os dedos possam deslizar um pouco por ali!
Há poucos dias encontrei uma turma de amigas e entre uma taça de vinho e outra, uma delas relembrou dos tempos da adolescência e contou que se metia em um cantinho escondido embaixo de uma escada na escola onde estudava para bater punheta para os meninos mais novos.
Imediatamente minha mente foi inundada por uma lembrança que se encontrava perdida. Fechei os olhos e as imagens voltavam à minha mente como se tivessem sido vividas anteontem me inundando de tesão e me fazendo, mentalmente, escrever um conto que resolvo compartilhar agora.
Já há alguns anos eu trabalhava em uma grande empresa da cidade onde eu morava e dividia o setor com outras seis pessoas. Imediatamente à minha frente se sentava o Diogo, que exercia as mesmas funções que eu, motivo pelo qual estávamos sempre interagindo. A interação diária e constante no ambiente de trabalho acabava gerando uma certa informalidade e intimidade no trato pessoal e nos permitíamos algumas brincadeiras e comentários, digamos, mais sugestivos.
Diogo era moreno, cabelos crespos e tinha traços rústicos. Não era exatamente bonito, mas era alto e viril, com uma voz grossa que exalava masculinidade e atiçava a curiosidade da mulherada da empresa.
Na época, Diogo tinha 26 anos e namorava firme uma conhecida minha, já alguns anos. Eu tinha 20 anos e namorava há 7 anos. Ambos faziam o mesmo curso superior, na mesma universidade, ele no quarto e eu no segundo semestre. Por conta disso, não era raro trocarmos caronas, ora oferecidas por mim e ora por ele.
Em um determinado dia, estávamos saindo do trabalho e ele me chamou dizendo que estava sem carro e perguntando se eu poderia dar carona para a faculdade. Claro que concordei a disse para que entrasse no carro e lá fomos nós no meio da estrada, onde ficava a empresa, para os sofridos estudos diários.
No caminho começou a contar que estava em crise com a namorada, se lamentando que andavam afastados. Se abriu tanto a ponto de falar da relação mais íntima entre eles e que estavam sem transar há mais de duas semanas. O assunto foi atiçando os dois e logo estávamos trocando sorrisos maliciosos e esbarradas furtivas dentro do carro.
Chegando lá rumei ao estacionamento habitual que ficava há uma quadra da faculdade. Em geral eu chegava e deixava o carro para manobrista, mas, naquele dia, o estacionamento estava razoavelmente vazio e o manobrista fez sinal para que eu parasse na parede ao fundo.
O estacionamento ficava em um terreno de uma casa que havia sido demolida, de modo que sobravam as paredes da fachada, do entorno e de alguns recortes do que sobrou da casa. Levei o carro até o fundo, manobrei para ficar perto da parede e desliguei o motor.
No meio da escuridão do estacionamento ficamos os dois quietos por alguns segundo, vendo outros dois carros que entraram e pararam logo atrás de mim e apagaram as luzes. Somente era possível ver um pouco dos olhos com a luz que vinha de longe e as silhuetas. Embora parecesse uma situação comum, o tesão era evidente.
Soltei o cinto e me arqueei entre os bancos para pegar meu material e neste movimentando acabamos roçando os braços. Pedi desculpas e ele respondeu com malícia: - Foi um prazer!
Nos olhamos e rimos.
- Faz muito tempo que tenho vontade de te beijar - , disse Diogo perdendo a vergonha.
- Ah é. Bom, a hora é agora e só temos 5 minutos - , respondi.
Diogo não perdeu um segundo e veio pra cima de mim com vontade. Seus lábios carnudos e sua língua queriam me engolir e correspondi na mesma linha, entrelaçando meus braços sobre ele e puxando para perto.
A mão dele percorre meu corpo, passando pelas pernas, pela bunda, pelas costas e repousando no meu seio. Com habilidade, rapidamente ele entra por baixo da blusa e do sutiã e agarra meu peito com vontade. Desce seus beijos pelo meu pescoço, ombros e abocanha o mamilo. Me arrepio e me molho, me encharco.
Gemo baixinho e retribuo as carícias passando a mão pelo peito dele e abrindo a camisa de botões que ele usava. Empurro de volta para o banco dele e me delicio em chupões por seu pescoço, peito e barriga, chegando até o pau.
Sentia aquela pedra retida dentro da calça jeans e mordia ele por cima da calça, passando a mão pelas coxas e testículos. Volta e meia me preocupava com o movimento em volta, mas àquela altura os vidros já estavam totalmente embaçados, nos livrando de bisbilhoteiros.
Abri o botão e o zíper da calça dele e resgatei lá de dentro um caralho duro feito pedra, grosso a ponto de minha mão não fechar nele. A cabeça brilhosa e melada me convidou a abocanhá-lo até onde pude. Punhetava aquele pau e chupava a cabeça escutando os gemidos de Diogo e sentindo a sua mão correr pela minha bunda à procura da minha buceta.
Parei de chupar e voltei a beijá-lo, sempre punhetando. Minha vontade era a de sentar naquela pica, mas não tínhamos tempo. Sem falar que a abstinência sexual de Diogo o permitiria gozar bastante rápido.
E foi assim, beijando Diogo e batendo uma punheta para ele que senti sua respiração ficar mais ofegante, seu corpo mais rígido e ele explodiu numa gozada tão farta que sujou o painel, a porta, o banco do carro, além das calças dele e da manga da minha blusa.
Ele gemia de olhos fechados e com a cabeça para trás enquanto eu espalhava a porra pela cabeça e pelo corpo do pau. Me abaixei e dei mais uma chupadinha para sentir o pau gozado que foi murchando aos poucos, momentaneamente satisfeito.
Diogo puxou me rosto, me beijou e disse que tinha sido muito melhor do que imaginava. Prometi que na próxima estaria de saia, mas agora era hora de ir para a aula.
Limpamos o que deu e nos arrumamos fora do carro, saindo apressados e suados, ambos com os rostos vermelhos. Na saída, entrego a chave para o manobrista que rindo comenta: - Hoje a manobra foi um pouco mais demorada, hein?
Enviado ao Te Contos por @contos-de-valeria
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