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Hila
Olá Pessoal do
TeContos, como vai?. Me chamo Hila tenho 40 anos, sou casada e vou
contar sobre uma foda bem gostosa extraconjugal.
O que vou contar
agora aconteceu com o marido de uma frequentadora da nossa igreja da
qual meu marido é pastor.
Ele um moreno
bonito, charmoso, nada ligado aos assuntos da igreja. Ela teve neném.
Ele fazia serviços de pedreiro na nossa igreja; trocava lâmpadas…
enfim fazia de tudo. Inclusive ficar “secando” as mulheres. Num
desses dias flagrei-o olhando para a minha raba deliberadamente. No
mesmo dia flagrei-o dando uma cantada em uma irmã da igreja. No dia
seguinte eu o chamei na minha casa e abordei o assunto.
Disse que ele
deveria respeitar a esposa e à nossa igreja também. Enquanto isso
ele dava olhadelas quase indiscretas para os meus peitos que naquele
momento estavam presos por um decote generoso. Depois de pedir
desculpas, ele confessou que não estava aguentando sem sexo e que ao
mesmo tempo não queria trair a esposa com mulheres de rua.
– Tente
resistir – eu propus a ele, ajeitando meu decote. Observei que ele
estava de pau duro. – Tome um banho de água gelada; vá orar
quando estiver com esse desejo louco.
Saí dali para ir
buscar um café sabendo que ele estava louco olhando para a minha
raba generosa e durinha. Depois do café ele foi embora. Queria saber
o que ele estava pensando sobre meu decote.
Quando meu marido
chegou para o almoço disse-me que viajaria para outro Estado para um
curso de aprimoramento rápido de 4 dias sobre teologia. Isso era
muito bom para os conhecimentos dele como pastor. Eu ficaria tomando
conta da igreja nesse período. Como a nossa vida sexual é bem
ativa, fizemos amor gostoso de noite, afinal ele iria ficar quatro
dias sem o corpo da esposa. Pela manhã nos levantamos mais cedo e
arrumei as malas dele e só depois fomos tomar café. O outro pastor
ligou para ele e disse que chegaria dentro de meia hora para irem ao
aeroporto. Então meu marido propôs que eu chupasse o pau dele. Dava
tempo. Adoro isso. Sou uma chupadora de pica profissional.
Sentei meu marido
na cama, abri seu zíper e puxei o pau pra fora meio duro e comecei a
mamar gostoso. Logo ele foi endurecendo e continuei mamando até ele
ejacular todo o seu tesão. Engoli tudinho como sempre. “amor”,
eu observei, sorrindo.
- “Saiu tanto
esperma que parece que você está há meses sem gozar.
- “Amor, você
sempre me deixa louco. É a mulher mais perfeita do mundo”, elogiou
ele e depois nos beijamos deliciosamente na boca.
Minutos depois o
pastor chegou e eles foram para o aeroporto. Eu fui tomar um banho
gostoso e botar minha depilação em dia. Depois de me perfumar e
trocar de roupa vestindo um shortinho curtíssimo e uma blusinha
básica sem sutiã observei que a luz do quarto havia queimado do
nada. Meu filho ainda estava dormindo. Então liguei para o meu amigo
que fazia de tudo na nossa igreja e pedi para que ele viesse trocar a
lâmpada. Ele disse que estaria na minha casa em segundos.
Na verdade ele
não demorou. Como sempre chegou com aquele olhar para o meu corpo
inteiro. Eu me sentia como se ele estivesse tirando a minha roupa. E
na verdade ele estava. Levei-o para a mesa e dei-lhe um cafezinho com
pão. Eu mesma passei a margarina. Não vou mentir que estava
adorando ele me despindo com aquele olhar faminto.
Sentei-me no
outro lado da mesa e comecei a fazer perguntas sobre a esposa dele.
Ele disse que ela não queria nada de sexo. Disse que não estava
mais aguentando. Eu fui mais ousada e perguntei:
-“Mas ela não
toca em você pelo menos?”
-“Ela me
detestou de vez. Não faz mais nada. Não procura me aliviar de nem
uma forma.”
Sorri. Ele devia
está passando por uma situação horrível de abstinência forçada.
- “Você já
pediu pra ela fazer oral?”
- “quem me
dera, pastora, isso seria meu sonho”
Desse jeito ela
ia terminar perdendo o marido. Não fazia nada para agradar. Aquela
conversa estava me deixando com mais tesão. Eu olhava sempre para
ver se meu filho não acordava. Perguntei para ele, com um sorrisinho
safadinho:
- “Eu sei que é
contra as leis da igreja, mas nem a bundinha ela libera?”
-“Quem me dera!
Ela não gosta nem de falar. Por que a senhora não vai falar com
ela? Talvez ela mude de ideia falando com a senhora.”
- “eu vou
tentar depois. Podemos ir trocar a lâmpada?”
Quando ele se
levantou para irmos para o quarto trocar a lâmpada fez questão de
não esconder o volume do pau duro dentro da calça. Ele sabia que eu
estava gostando daquela sacanagem. Entramos no quarto e eu fiquei com
medo do meu filho acordar e ver um homem diferente dentro do nosso
quarto e ainda com aquele volume obsceno por dentro da calça. Por
esse motivo fechei a porta. Eu fui buscar a lâmpada e entreguei pra
ele. Mas faltava a escada. Então tive que ir até à cozinha e
quando estava voltando, meu filho havia acordado e perguntou para que
eu queria aquela escada.
- “É pra
trocar a lâmpada do meu quarto que queimou”, eu expliquei,
nervosa.
-“Deixa que eu
troco pra senhora, mãe”
- “Não, não é
necessário, meu filho. Deixa que eu faço. Obrigada. O café tá na
mesa.”
Entrei no quarto
e tranquei a porta. Disse para ele ficar quietinho ali até meu filho
tomar banho, tomar café e sair. Mas assim, do nada, ele me pegou e
aplicou-me um beijaço na boca. Era um beijo quente que tinha o gosto
de tesão de macho! Não resisti e correspondi ao beijo de língua e
logo estávamos rolando na cama. Eu não devia fazer aquilo, mas o
tesão há muito nos consumia.
- “Pastora, a
senhora é muito gostosa! Ainda mais com esse shortinho mostrando a
bundinha toda… esses peitos…”
Ficamos ali
trocando carícias e beijos ardentes. Ele tentando tirar meu short e
eu resistindo porque meu filho podia querer entrar no quarto a
qualquer momento. Mas ele mesmo foi tirando a própria roupa e logo
estava nuzão. Eu apertava aquela bunda gostosa e durinha. Ele estava
louco pra foder gostoso; e na verdade eu também. Eu fui dizendo em
sussurros que não podíamos fazer nada naquele momento. Era muito
arriscado. Mas ele propôs que eu chupasse na pica dele pois
precisava se aliviar já que não fodia com uma mulher há muito
tempo. Eu concordei em chupar. Deitei-o na cama e pela primeira vez
tive contato com aquele pau. Que lindeza! Era bem generoso; grosso e
cabeçudo.
Naquele momento
estava todo babado. Observei que do buraquinho brotava aquele líquido
incolor em abundância. Observei que o saco dele estava bem duro.
Então fiquei acariciando aquelas bolas com delicadeza e ouvia ele
gemendo bem baixinho. Não resisti mais e comecei a chupar nas bolas
durinhas enquanto forçava o pau duríssimo contra a barriga dele. Eu
fazia carinho com a língua nas bolas enquanto ele enlouquecia sem
poder gemer com sonoridade. Remexia os quadris para cima e para
baixo. Eu enchia a boca com aquelas bolas durinhas e quentes.
Enquanto isso ouvíamos as passadas do meu filho pela casa.
Depois eu subi
nele devagar até eu poder chegar nos mamilos e chupá-los. Eu mordia
lentamente arrancando gemidos abafados daquele homem safado. Depois
de um tempo vim descendo e lambendo o corpo dele. Passei pelo umbigo
e fui descendo até chegar no pau que estava a tempo de explodir de
tão duro. Sem mais demora meti aquele pau cabeçudo e babado na
boca! Que delícia aquele líquido quente e salgadinho brotando na
minha boquinha quente e aveludada. O pau entrava e saía na minha
boca.
Ele estava com
tanto tesão contido que em menos de um minuto a minha boca foi
completamente inundada de esperma quente e abundante! Senti como se
fosse uma cachoeira. Os gemidos abafados daquele sem vergonha me
deram mais tesão. Eu continuei chupando e não deixando derramar a
gala quente. Não tive outra alternativa senão engolir tudo. Já
tinha engolido a gala do meu marido e agora a gala quente daquele
macho tarado.
O pouco que
escorreu da minha boca eu lambi tudo deixando o pau limpinho. Ele
estava ofegante e com a cara de feliz só pelo sorriso.
- “Ai, que
maravilha! Ai, que alívio! Que boca deliciosa!”
Eu continuei
chupando gostoso e o pau parecia não querer amolecer. Tive que parar
de chupar porque meu filho bateu na porta e pediu para entrar. Pedi
então que o safado corresse para o banheiro e levasse as roupas. Eu
ajeite minha blusa, os cabelos e limpei a boca e fui abrir a porta.
- “O que você
que, meu filho?”, perguntei disfarçando o nervosismo.
- “Vim trocar a
lâmpada, mãe e levar a escada. Posso levar?”
Eu saí da porta
dando passagem para ele. Ele viu que a lâmpada estava trocada. Pegou
a escada e saiu.
- “Você vai
sair agora, filho?”, eu quis saber.
- “Daqui a
pouquinho, mãe. Eu aviso a senhora.”
Eu tranquei a
porta, aliviada. E agora? Como aquele homem poderia sair do meu
quarto com o meu filho em casa? Agora eu estava fodida. O sem
vergonha todo à vontade. Saiu do banheiro, nu como se fosse o meu
marido e eu não tinha nem um moral para repudiá-lo. Me pegou por
trás e ficou beijando meu pescoço e me abraçando. O pau duro
roçando minha raba ou entrando entre as minhas coxas. Pelo menos ele
tinha uma pegada gostosa; beijos gostosos; carícias excitantes. Eu
remexia a raba fazendo o pau dele ficar mais gostoso ainda.
Enquanto me
beijava e me acariciava com força foi tirando meu shortinho, minha
blusa até que fiquei peladinha.
- “Enquanto eu
não posso ir… vamos aproveitar”, sussurrou ele bem no meu
ouvido.
Ele sentou na
beirada da cama e me puxou para ele. Levantei uma perna o botei bem
no ombro dele. Dessa forma a minha bucetinha foi reto para a boca
dele. Ah, que delícia! Ele começou a chupar deliciosamente. Eu de
pé, segurando a cabeça dele, de olhos fechados e ele abraçado com
a minha coxa em seu ombro. Com a outra mão eu amassava meu peito e
aumentava meu tesão. Ele chupava bem no meu grelo ou metia a língua
bem fundo no buraco da minha buceta super melecada. Ele dava um jeito
de ficar chupando e metendo dois dedos maravilhosos. Eu pedia para
ele não parar. Eu gemia baixinho dizendo que queria gozar naquela
boquinha deliciosa de macho safado. E ele chupava fazendo aquele
barulhinho.
Com a outra mão
ele passou a amassar meu peitão delicioso. Que chupada! Não entendo
por quê a mulher não queria aquelas safadezas. Ela não sabia o que
estava perdendo. Eu não estava mais aguentando… meu corpo começava
a ficar arrepiado. Segurei a cabeça dele com força contra a minha
buceta em chamas e comecei a gozar como louca. Aquela sensação de
prazer invadindo todo o meu ser. O chato foi que não pude gritar
como eu realmente gosto, mas o prazer oral foi deliciosamente divino.
- “Que buceta
gostosa a senhora tem, pastora. Quero comer essa buceta todinha.”,
sussurrou ele enquanto beijava minhas coxas.
Naquele momento
meu filho bateu na porta e disse que estava saindo. Depois de alguns
minutos eu disse para ele:
- “Agora você
tem que ir. Sua esposa precisa de você.”
Eu estava fazendo
carícias na pica hirta dele.
- “Vamos
continuar, gostosa. A senhora é deliciosa.”
Eu disse pra ele
que estaria sozinha à noite já que o pastor estava viajando. Ou à
tarde antes da minha filha chegar.
Ele vestiu as
roupas e eu vesti um vestidinho bem sacana. Ele deu uma deliciosa
dedada na minha buça antes de ir embora. Depois do almoço eu fui me
deitar e fiquei falando com o meu marido a tarde inteira ou boa parte
dela. Depois que desligamos já eram umas 4 da tarde. Eu fui tomar
banho e lembrei do safado e do que havíamos feito de sacanagem. Me
deu tesão.
Voltei para a
cama e comecei a acariciar meus peitões. Que delícia. Daí a minha
mão foi deslizando pela minha barriga até chegar na bucetinha. Eu
precisava gozar. Comecei a esfregar o grelinho e a remexer os
quadris. Estava muito gostoso. Como eu estava meladinha meti três
dedos na buça. Não ia demorar pra gozar gostoso nessa prática
solitária. Meu telefone tocou. Ai, que droga!
Quando atendi era
o safado dizendo que estava na porta da minha casa. Sem pensar botei
um roupão e fui atende-lo. O safado estava com uma escada e uma
maleta de ferramentas na mão para disfarçar. Ele entrou e trancamos
a porta. Ali mesmo na sala começamos a nos beijar
gostoso. Aquele
beijo quente e cheio de tesão. Enquanto nos beijávamos ele meteu os
dedos na minha buça e observou que eu já estava bem meladinha. Ele
amassava a minha bunda; abria, fechava… dali fomos para o quarto
onde ficamos nus. Ele já de pau duro.
- “Você fodeu
com ela?”, perguntei entre beijos e gemidinhos safados.
-“Ela não quer
de jeito nenhum”.
Dali nos jogamos
na cama e ficamos em carícias deliciosas. Ele começou a mamar nos
meus peitões. Metia a cara entre eles; mordia nos biquinhos me
fazendo gemer de tanto tesão. Depois ele me virou de barriga para
baixo e ficou beijando minha nuca; mordendo minha orelha e dizendo em
sussurros que eu era muito gostosa e tesuda. Ele veio descendo e
descendo enquanto lambia e mordia minhas costas até que chegou na
minha bunda. Abriu e caiu de língua no meu cuzinho.
Gemi
deliciosamente. Ora metia o dedo; ora metia a língua; ora ficava
passando a língua em círculos. Depois de deliciosas chupadas no meu
cuzinho ele deitou-se sobre mim e quis saber se o meu marido fodia
meu cu.
-“Sim… a
gente faz de tudo… na cama”, respondi, sussurrando enquanto
sentia os beijos dele no meu pescoço.
Eu já não
estava mais aguentando de tanto tesão. Queria logo pedir para que
ele me fodesse gostoso. Então ele pediu para meter no meu
apertadinho. E terminou, dizendo:
- “… o pastor
não vai se importar se a esposinha gostosa liberar o cuzinho.”
- “Só se for
bem… lubrificadinho”, consenti entre gemidinhos.
Nos levantamos.
Fui na gaveta da cômoda e peguei um vidro de lubrificante anal e
voltei para a cama. Deitei-o de barriga pra cima e dei uma deliciosa
e tesuda chupada naquele pau cabeçudo. Depois derramei o líquido do
vidro bem no buraquinho da pica e comecei a espalhar com as duas
mãos… acariciando… apertando com força… punhetando bem
lentamente e com um sorriso de puta olhando pra ele.
Ele gemia
loucamente. Eu azunhava gentilmente da cabeça do pau até o saco.
Depois de bem lambuzadinho dei o vidro pra ele, fiquei de quatro,
rostinho enterrado no travesseiro. Nem precisei falar mais nada
porque ele já sabia o que fazer. Senti ele lambuzando o meu cuzinho,
metendo o dedo com tanta facilidade que eu tinha a impressão lúbrica
de que se ele forçasse mais um pouco entraria a mão inteira. Senti
ele se posicionando e logo senti a cabeçona pressionando a
entradinha do meu cuzinho.
Relaxei o
buraquinho e senti ele forçando e logo meu cu foi se dilatando e
senti a cabeça grande da pica mergulhar pra dentro do meu cu. Gemi
alto e pedi que fosse devagar.
- “Que cu
delicioso, pastora…” gemeu ele me segurando pelos quadris. -“é
bem apertadinho… ahhhhh… quente!”
Ele meteu todo o
pau e depois começou a socar com força. Eu gemia à vontade já que
estávamos sós. Ele amassava meus peitos enquanto metia gostoso. O
pau entrava e saía deliciosamente. O meu tesão aumentava a cada
estocada e eu me segurava na cabeceira da cama que rangia
acompanhando os movimentos fortes de vai e vem. Eu gemia e quase
gritava a cada metida forte. A virilha dele de encontro à minha
bunda fazia o barulho como se a minha raba estivesse levando
chineladas. Eu remexia os quadris para os lados ou para cima e para
baixo.
Nessa louca
enrabada eu gritei gozando sem ao menos tocar na bucetinha. Foi uma
sensação maravilhosa de prazer. E ele dizia que era seu sonho de
consumo ter uma mulher igual a mim para foder todo dia; uma mulher
que amasse sexo assim como eu.
O pau dele
parecia crescer dentro do meu cu entrando e saindo em movimentos
loucos e fortes que me faziam arquejar. Daí ele anunciou seu gozo
dizendo que ia encher meu cuzinho de gala quentinha. Eu tratei de
remexer a raba com mais tesão e fiquei esperando ele gritar de
prazer dentro das minhas entranhas anais. E não demorou ele me
segurou por baixo da barriga prendendo as minhas coxas e socou com
muita força e disse que ia gozar e gritou como um louco tarado
derramando todo o seu leite quente nas entranhas do meu cu. Ele ficou
ali parado, agarrado com as minhas coxas, apertando com força…
gemendo gostoso.
- “Ahhh… como
você é deliciosa… que mulher! Seu marido deve ser muito feliz com
uma mulher assim.”
Ele saiu de
dentro de mim, cansado, suado. Eu fui pro banheiro tirar o leite de
dentro do meu cu. Saiu uma boa quantidade. Com aquele volume de
esperma dava pra emprenhar umas cinco mulheres de uma vez.
Voltei
para a cama e fui olhar como estava a pica. Parecia que a cabeçorra
estava inchada.
- “Como você
tá se sentindo?”, perguntei, brincando com os mamilos dele.
-“Tô bem
aliviado. E você?”
Eu comecei a
chupar nos mamilos dele.
- “Eu tô
ótima.”
- “Tá doendo o
cuzinho?”, ele quis saber.
- “Só
ardendo.”
Fomos fazer um
lanche na cozinha e logo depois fomos tomar um banho juntos. Um banho
a dois é sempre delicioso e cheio de sacanagens deliciosas. Depois
voltamos para a cama. O pau dele já estava duro. Entre beijos
ardentes e lúbricos ele pediu a minha buceta. Como dizer não? Mas
antes de ele comer a bucetinha começamos um 69. Tratei de mamar no
pau bem lentamente enquanto eu saboreava o gosto daquela boca quente
sugando o mel da minha bucetinha que é bem abundante. Ele sabia como
mamar numa bucetinha e ainda chupava meu cuzinho.
Depois mudamos de
posição e eu o deitei de barriga pra cima, aprumei a pica dura na
entradinha da xoxota e fui sentando… sentando… a pica foi
entrando todinha até minha xota encostar na virilha dele. Quase
gritamos os dois de tesão e prazer. Comecei a cavalgar lentamente
para me acostumar com a pica e depois fui aumentando os movimentos de
sobe-desce em meio aos nossos gemidos. Ele estava deslumbrado com
meus peitões balançando. Ele os apertava e depois me segurava pelos
quadris e me sentava com força. Que pica deliciosa! Dura! Eu queria
mais e mais aquela pica dura dentro de mim.
Me inclinei um
pouco para a frente e deu para ele ficar mamando nos meus peitões.
Nós gemíamos como dois insanos naquele ato libidinoso e adúltero
de ambas as partes. Mas eu era a mais pecadora pois estava prestes a
gozar no pau de outro homem na minha própria cama onde dormia com
meu marido. Se ele soubesse nunca iria me perdoar.
Agora ele estava
apertando a minha bunda enquanto dizia que eu era deliciosa,
maravilhosa e gostosa. Mas quando ele enterrou o dedo no meu cu eu
gritei de tesão e aumentei os movimentos da cavalgada fazendo a cama
ranger e logo gritei gozando loucamente naquele pau duro!
- “AAAAHHHH…
eu tô gozando nessa pica gostosa! Aaaahhhh… me fode toda… que
delícia!!”
Mas enquanto
estávamos fodendo, ouvi alguém chegar. Que falta de sorte! Era a
minha filha que bateu na porta e perguntou se eu estava em casa.
- “Sim, filha…
tô deitada com dor de cabeça”
Mas agora meu
macho tinha que gozar. Me deitei de pernas arreganhadas e ele veio
por sobre mim num papai-mamãe maravilhoso! Agora em silêncio. Me
abracei no pescoço dele que começou os movimentos de vai e vem. Era
uma delícia aquele pau duro entrando e saindo na minha buça. Eu
dizia bem no ouvido dele, entre gemidinhos:
- “Ah, como tua
pica é gostosa… hummm… que delícia de pica dura… Você fode
gostoso…”
Nos beijamos na
boca; chupamos na língua um do outro enquanto eu era fodida
deliciosamente por aquele macho safado e gostoso. Quando ele
apressava os movimentos e a cama começava a ranger eu segurava na
bunda dele e o controlava. Aquela sensação era tão maravilhosa que
eu não queria que ele parasse mais. Quando escapulia, eu metia de
volta na buceta. Depois de um delicioso tempo ele apressou os
movimentos e disse que encher a minha buceta de porra quente.
- “Goza, seu
gostoso… safado… enche a minha buceta de gala… vai… goza…
goza tudo…”
Logo em seguida
ele encheu minha bucetinha de gozo farto como ele tinha. Seus gemidos
soaram baixinhos no meu ouvido dizendo que eu era muito gostosa e que
me queria todos os dias.
Depois de passado
o gosto daquele gozo fenomenal eu fui tomar um banho e depois ele.
Nos vestimos e ficamos deitados na cama esperando que a minha filha
saísse para que ele fosse embora.
Enquanto meu
marido estava em viagem ele veio aqui em casa e me comeu bem gostoso.
E após meu marido voltar eu fui conversar com sua esposa, eles ate
se acertaram, voltaram as boas na cama, mais ele agora tá tendo que
dar conta da mulher e de mim porque to sempre dando um jeitinho de ir
dar pra ele.