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Luiza
Oi
a todos me chamo Luiza, tenho 40 anos, sou separada, tenho filho, mas
o que me traz aqui é um acontecimento com o meu sobrinho o João
Paulo, ele tem 25 anos e é casado.
As
coisas não estavam andando muito bem na vida dele. O casamento de
pouco mais de um ano vinha se desintegrando e seus negócios
acumulavam prejuízos. O rapaz brilhante e cheio de energia agia de
forma errática, vacilante e volta e meia me procurava para chorar as
mágoas. Suas visitas estavam se tornando frequentes ao ponto de
bater na minha porta sem aviso.
Naquela
manhã, apareceu em minha casa cedo, com o pretexto de buscar uma
ferramenta. Queria mesmo, como das outras vezes, um colo. Primeiro me
irritei ao vê-lo parado na porta, chegando mais uma vez sem avisar.
Todos, da família sabem que detesto visitas na parte da manhã,
quando ainda estou despertando. Nestas horas estou sempre de mau
humor. Leva algum tempo para pôr as ideias no lugar e acordar por
completo, de forma que sua visita naquela hora não era oportuna.
Me
encontrou ainda sonolenta, na cozinha, em busca de um café. Estava
descalça, com um short curto e largo, que uso para dormir e camiseta
folgada, resquício de algum ex-namorado. Detestava ser vista sem
sutiã, sem poder controlar meus seios, fartos por sinal, sem falar
da cara amarrotada, ainda com sono e dos cabelos longos em
desalinho.
Sempre
fui muito vaidosa e mantenho o meu corpo em prumo. Baixa, magra do
tipo mignon, esbelta, pernas roliças, sem estrias ou celulites.
Bunda pequena e perfeitamente redonda, proporcional a minha altura e
que se confundia com as coxas, ainda bem carnudas e longas. Meus
seios ainda aprumados sempre foram de deixar os homens em delírio e
desejo ao vislumbra-los pelos decotes profundos que gosto de usar.
Apesar de já ter gerado filhos, não tenho marcas ou cicatrizes de
parto. Minha cintura é fina e a pele viçosa. Meus longos cabelos
louros e olhos verdes me rejuvenescem uns dez anos e vez ou outra
ainda recebo cantadas de amigos de meus filhos, de quem sei ter sido
alvo de desejo em suas adolescências, período em que frequentavam
nossa casa.
A
única coisa da qual nunca me orgulhei são minhas mãos. Dedos
curtos, enrijecidos, típicos de quem faz trabalhos manuais. Sou
escultora, acostumada a pegar em massas, as quais dou formas e minhas
mãos nunca foram delicadas. Na hora do sexo deixava marcas nos
homens com minhas apertadas selvagens. Demoro muito para atingir o
orgasmo e por isso preciso apertar o corpo do parceiro, me agarrar em
um ponto fixo para empurrar meu corpo para a penetração. Na maioria
das vezes preciso de penetração anal simultânea e dai, meu sexo
vai além do típico papai e mamãe.
Aos
25 anos, João Paulo é fisicamente um homem completo. Orgulho de
qualquer mãe e objeto de desejo de qualquer mulher. Ninguém
entendia porque seu casamento não ia dando certo. João Paulo era o
símbolo da perfeição masculina. Alto, forte, volumoso, não do
tipo gordo mas volumoso ao ponto de, caso se entregasse a uma rotina
de exercícios, seria até musculoso. Era proporcionalmente grande.
Mãos e pés enormes e firmes, braços longos, muito alto, torso
farto e os ombros largos que toda mulher deseja para se aninhar.
Havia puxado muito ao pai, inclusive na pele amorenada e cabelos
pretos lisos. O rosto bem esculpido, com lábios carnudos e olhar
penetrante completavam o conjunto.
João
Paulo buscava sexo na rua e inclusive, chegou ao meu conhecimento que
seduziu uma das minhas amigas, ao lhe dar uma carona certa vez, na
saída de uma festa, com abraços apertados, na porta da casa dela.
Eu só soube dos amassos e nunca me interessou saber se houve algo
mais. Me incomodava a ideia de imaginar meu sobrinho nos braços de
uma de minhas amigas quase 40tonas, devoradoras de homens.
Parado
na porta da cozinha, estático, seus olhos percorriam o espaço, em
busca de repouso, enquanto escolhia as palavras. Senti que, meio
constrangido, ele não conseguia desviar o olhar dos meus seios,
cujos mamilos eram visíveis, através da camiseta. Por fim,
balbuciou algumas palavras:
--
Tia, tudo bem? Desculpe vir tão cedo, estou precisando daquela
lixadeira pra lixar uma porta.
Ciente
de que sua visita era um pretexto para desabafar sobre algo, sabia
que eu precisava deixa-lo a vontade para se abrir. O problema é que
eu não estava preparada para dar nenhum conforto a ele naquela hora.
--
E cadê essa porta? - Perguntei autoritariamente, deixando fluir meu
mau humor matinal.
--
Tá aqui no carro. A senhora me empresta um instantinho e eu trago de
tarde.
--
Faz o seguinte então, traz ela aqui pro quintal que eu lixo pra
você. Não posso emprestar a ferramenta porque vou precisar dela
mais tarde – conclui.
Em
silêncio voltou ao carro para buscar a porta. Eu ainda não havia
dado conta de que estava com tão pouca roupa. Minha cabeça ainda
estava confusa. Não sabia se escovava os dentes ou procurava pelo
sutiã. Enquanto refletia e organizava a mente com um gole de café,
João Paulo retornou com a porta e a colocou em cima da minha mesa de
trabalho, que ficava na varanda. Sem nem ao menos conseguir pensar
direito, só queria mesmo me livrar desta tarefa, fui direto até a
mesa com a caixa de ferramentas, sem me preocupar muito em trocar de
roupa.
Na
varanda, ao sol da manhã, enquanto despertava pude notar melhor na
aparência cansada dele. Parecia que a noite foi longa e havia
dormido pouco. Ao se aproximar de mim para ajudar no posicionamento
da porta para receber a lixadeira, pude sentir o resquício de um
bafo de cerveja.
- Eita, a noite foi boa, hein?
- Disse em tom de brincadeira para quebrar o gelo e continuei -- Pra
que você quer lixar essa porta logo agora?
-- Ah, tia, nem sei, estou
mesmo é querendo me ocupar com alguma coisa. Preciso dessa porta lá
no escritório e nunca encontro tempo pra parafusar ela lá. Hoje é
sábado e não tenho muito o que fazer - respondeu ele.
-- J.P, fala pra mim, por que
hoje você está assim tão cabisbaixo? - Disse, enquanto pausava a
lixadeira
João Paulo não respondia,
sua mente estava distante. Olhava para o chão, para a mesa. Relutava
em se aprofundar no assunto
-- Vem cá, me ajuda a
posicionar melhor essa porta na mesa - disse, quebrando um pouco o
silencio dele.
-- Nada muito sério. Apenas decidi umas
coisas - respondeu resoluto.
Em seguida, me ajudou a mover
a mesa, se posicionando por trás de mim. Nossos corpos se tocaram
por um segundo e pude perceber que suava frio, talvez em consequência
da ressaca pela qual passava naquele momento. As mãos trêmulas
confirmavam o diagnóstico.
-- Escuta, você sabe que sou
e sempre serei sua tia e comigo você pode se abrir. O que está te
afligindo agora? Já conversamos tanto sobre isso. Pensei que você
estivesse lidando bem com essa situação. É hora de focar em seus
negócios - disse, em tom carinhoso, me virando e olhando diretamente
em seus olhos, que fugiam dos meus mas, nesse momento me olhou
fixamente nos olhos.
-- Tia, é delicado. Nem eu
mesmo sei o que está me dando. Não tenho como explicar. Deixa eu me
entreter com essa porta e depois, talvez, eu consiga raciocinar
melhor - disse, dando de costas.
Sua resposta me deu a entender
que havia tomado alguma decisão séria. João Paulo era muito
decidido, falante, arrojado. O que for que tenha decidido ainda o
deixava vacilante e isso me preocupava.
-- São os negócios? Você
sabe que tem capacidade de conseguir um bom emprego. Você ainda é
jovem, tem uma vida inteira pela frente. Já conversamos muito sobre
isso. Por que esse desânimo agora? O que está acontecendo? Fale pra
mim - insisti, puxando-o pelo braço, trazendo para um abraço.
Eu, baixa, quase na ponta dos
pés, me esforçava em manter uma mão em sua nuca e a outra em sua
cintura, simulando um abraço carinhoso, puxando sua cabeça na minha
direção, a vista de seus olhos. Ficamos bem próximos e ele
correspondeu repousando uma das mãos em minha cintura e a outra nas
costas, trazendo meu corpo para junto do seu. Ele estava quente,
trêmulo. Ficamos com os rostos colados. Pude sentir seu hálito. Seu
corpo estava retesado, rígido, a respiração pesada.
-- Tia, depois a gente
conversa mais, deixa eu ir parafusar essa porta primeiro - disse
serenamente para fugir do meu inquérito, ao meu ouvido e finalizando
com um beijo no rosto e outro na testa.
Naquele momento nos abraçamos
e voltamos a colar os rostos, seu abraço era mais forte. Senti que
estava carente. Por estar sem calcinha, só com meu shortinho curto,
pude sentir o volume de seu membro por baixo da bermuda. Não sei se
já estava assim ou se havia se excitado com nosso abraço.
Inconscientemente esfreguei a perna para sentir melhor o volume.
Apenas pude perceber que aquela pressão do seu pau em minhas pernas
também o havia deixado incomodado. Correspondi com outro beijo no
rosto e ele, acariciando meus cabelos, me beijou no rosto de novo,
dessa vez mais próximo aos lábios, e mais outro e outro, até que
nossos lábios se colaram. Naquele momento sua mão percorria minhas
costas por baixo da camiseta, o que me deixou arrepiada. Senti que a
situação entrava em um ponto perigoso. Seu membro, pressionado
contra a minha perna, agora latejava e sua mão em minhas costas
pressionava mais firme. A pressão de seu membro no meio das minhas
pernas até que era agradável. Automaticamente me afastei e repeli o
beijo.
-- Bom, leva essa porta então
e volta aqui pra gente conversar - disse, me afastando lentamente do
abraço com um tapinha amistoso no braço.
Meio constrangido ele
concordou e saiu levando a porta sem nada dizer e voltei aos meus
afazeres.
Enquanto tomava banho, a ficha
foi caindo aos poucos. A atitude de João Paulo denotava algo sério,
que ele não conseguiu me dizer. Me bateu a preocupação de que
havia sido grosseira com ele, não permitindo que se abrisse mais.
Praticamente o havia expulsado com minha atitude. Talvez o beijo
repelido tenha sido o motivo para finalizarmos a conversa. Comecei a
me sentir culpada.
Mais tarde o telefone ligou,
era ele:
-- tia, desculpe ter ido aí
cedo. Queria te levar pra jantar num japonês, topa?
-- Ah quanta gentileza, tá,
vamos sim, vou ficar te esperando! – Respondi, aliviada por
senti-lo mais decidido e brincalhão.
Desliguei e voltei a pensar
sobre tudo o que aconteceu na manhã. Por mais que pensasse, o beijo
repelido não deixava de me atormentar. Não pelo fato de que isso o
fez ir embora logo, sem ter tido a oportunidade de relaxar e me falar
sobre o que estava acontecendo com ele mas, por mais que eu tentasse
minimizar em minha mente e atribuir minha perturbação a isso, o
beijo em si me incomodava.
Passei o dia tentando me
dedicar as tarefas de casa, inundada por pensamentos que
invariavelmente retornavam para o beijo repelido. Por fim me convenci
que deveria ter permitido. Que aquilo era apenas uma intimidade, que
era apenas um contato labial que por mais longo que fosse, terminaria
apenas com um abraço apertado e mais carinhoso. No final das contas,
o problema era minha confusão mental. Minha própria carência não
me deixava distinguir que a maldade estava mesmo era na minha cabeça.
Constrangi meu sobrinho sem necessidade. Nunca que um abraço e um
beijo inocente pudessem evoluir para algo mais sério. A malícia
estava mesmo era em mim.
Tendo ajeitado em minha mente
esta situação e digerido melhor os fatos, pude concluir melhor
minhas tarefas. Tudo que parecia urgente já não era tão importante
assim. Estava em paz com minha consciência.
Ao final do dia fui me
arrumar, a espera de meu sobrinho. Inconscientemente agia como se me
preparasse para um encontro. Esfoliei o corpo durante o banho, com
sais aromáticos, me perfumei e escolhi bem os adereços e a roupa
que iria usar. O detalhe da calcinha preta veio no automático.
Me deparei no espelho com uma mulher mais nova e vibrante, com
maquiagem leve, acentuando os olhos verdes. Usava uma minissaia nova
com cinto e uma camiseta com gola em V, decote bem profundo e vários
colares para cobrir a nudez do peito. Decidi por um sutiã fino, uma
vez que a camiseta era bem apertada e me dava um ar mais jovem. Pra
finalizar, um tamanco holandês alto, para ficar mais a altura do meu
sobrinho.
Tudo tinha que ser perfeito.
Eu precisava demonstrar segurança para deixa-lo tranquilo e se abrir
comigo. Todo rapaz gosta de exibir uma mulher desejável por aí e eu
não faria feio. O mais importante de tudo, eu deveria preparar meu
ouvido para aquela noite. Precisava amenizar seus sofrimentos,
quaisquer que fossem. Aquela altura já me sentia mais segura para
aconselhá-lo.
Ao ouvir a buzina do carro,
segui para a frente da casa. João Paulo me aguardava, segurando para
mim a porta do carona, para que eu entrasse. Notei que estava
elegante, bem arrumado e perfumado. Usava o relógio que lhe dei no
aniversário. Ao sentar no carro, enquanto procurava as chaves, me
elogiou:
-- Eita tia, tá um espetáculo
com essa minissaia - disse rindo. -- Mas precisava desse decote todo?
Sua observação me
enrubesceu.
-- O que é bom é pra ser
mostrado, não é ?! - Disse com um sorriso amarelo. -- Hoje é dia
de ir pra balada, há ha! Quem sabe não arrumo alguém?
-- Tá certo, tá certo! -
Concluiu ele.
O jantar foi otimo, meu
sobrinho estava mais alegre e isso conversamos sobre muitas coisas,
ate ele contar que beijou a amiga de sua mãe e que aquilo acendeu
nele um desejo bem antigo, que juntou com o casamento cansado e os
maus momento dos negocios dele só estão deixando ele pra baixo. E
disse que não queria falar ali sobre isso, para aproveitarmos o
jantar. E foi isso que fizemos, guardei tudo que eu queria falar
sobre o assunto do beijo para um outro momento e aproveitei o jantar
e a componia.
Ele já tinha derrubado umas 3
garrafas de vinho, pedimos a conta e partimos pra casa, ele queria me
deixar em casa e ir para a sua, mas eu não deixei, ele estava
sozinho lá, sua esposa tinha viajado com a mãe dela, ele sozinho
bebado poderia dar merda, alem de dirigir embriagado, então eu
dirigi ate em casa e disse para ele dormir aqui.
Chegando em casa, tirou os
sapatos e se sentou no vão da porta, praticamente no chão, com uma
lata de cerveja na mão. Seu olhar distante dava a entender que
chegara a hora de começar a se abrir com o que tivesse lhe
afligindo. Tirei os tamancos e me ajoelhei, debruçando-me em frente
a ele e apoiando meus cotovelos em seus joelhos. Não percebi mas
meus seios ficavam completamente a mostra, quase que saltando da
camiseta. Neste momento ele fez menção de tocar meus colares. Meus
seios lhe chamavam a atenção naquele momento. Senti que estava
carente.
-- Esse colar foi você quem
fez? - Disse, enquanto pegava nas pedras do meu colar, com os dedos
levemente roçando em meus seios.
- É, comprei quilos dessas
pedrinhas brilhantes. Deu pra fazer vários colares. - Respondi,
olhando para eles e só aí pude notar que meus seios estavam muito a
mostra.
Meio encabulada, espalhei mais
os colares, com um leve sorriso. Ele notou meu rubor e fez menção
de puxar a gola da minha camiseta pra cima, cobrindo meus seios.
Neste movimento, seus dedos tocaram os bicos de um dos seios, que
inexplicavelmente se encontrava bastante rijo. Talvez o vinho já
estivesse subindo a cabeça e meu corpo respondia a estímulos no
automático. Ao invés de me afastar, continuei próxima, alisando
seus cabelos e procurando contato com seus olhos. Um misto de carinho
e curtição do momento íntimo, em meio ao silêncio que se seguia:
Ele me olhar nos olhos, suas
vistas repousavam para acima do meu ombro. Olhei rapidamente para
trás, sem tirar as mãos do redor de seu pescoço, próximos que
estávamos um do outro, ele sentado ao chão e eu de joelhos, entre
suas pernas, com os cotovelos apoiados em seus joelhos, e notei que
um espelho grande que havia na parede oposta denunciava que na
posição em que eu estava, minha minissaia estava um pouco
levantada, de forma que o começo da minha bunda estava visível. Era
para aquele espelho que ele olhava.
Ao perceber que notei, ele
tratou de esticar o braço e tentar puxar minha saia para baixo,
terminando por repousar a mão em minha cintura e a outra no meu
ombro, fazendo nossos corpos grudarem.
Me beijou carinhosamente na
testa e daí no rosto. Correspondi acariciando seu pescoço com uma
das mãos e a outra ainda nos cabelos. O vinho estava mesmo fazendo
efeito. Perturbadoramente eu estava gostando do contato. Podia sentir
sua respiração.
Neste momento seus lábios tocaram os
meus. Sua respiração era mais intensa e me alertou para o perigo de
tanta intimidade. Tentei desconversar:
-- Esse batom que estou usando
não é de morango não! - Disse entre sorrisos e mais alguns
selinhos, fazendo menção de me distanciar um pouco.
Suas mãos firmes me mantinha
gentilmente presa a ele e não me permitiam distanciar muito.
-- Ah, não, é de que? -
Respondeu ele, curtindo os beijinhos, com os lábios ainda mais
molhados e rindo nervosamente.
Colei meu rosto ao dele para
evitar os beijos e continuei a acariciar seus cabelos. Ele me abraçou
também, ainda sentado ao chão, segurando meu corpo para mais junto
do seu. Uma mão em minhas costas e a outra enlaçando minha cintura.
Senti que minha respiração também estava mais intensa que o
normal, talvez devido a posição desconfortável e por sentir-me
presa.
Nossos rostos continuaram
colados por mais alguns momentos. Eu alisava suavemente seus cabelos
com ambas as mãos e ele, por sua vez, passeava com uma mão por
minhas costas e a outra começou a descer, lentamente, por sobre
minha saia, passando pela minha bunda, até parar no limite da coxa
com uma das nádegas. Neste momento, enquanto estávamos abraçados e
de rosto colado, senti que seu olhar estava fixado no espelho atrás
de mim, de onde se via meu reflexo, de costas, com a saia levantada e
uma de suas mãos pressionando minha coxa, quase a bunda. Minha
respiração estava acelerada e a dele também.
Senti que atingíamos um
limite que, por qualquer precipitação poderia se tornar um grande
constrangimento para ambos. Minha vista estava turva e eu sem ação,
não me sentia pronta a interromper o que quer que fosse que
ocorreria a partir dali. Me condenei por estar gostando do contato.
Estávamos em silêncio e muito, mas muito lentamente mesmo, seus
dedos começaram a roçar pela minha nádega. O indicador apertou
fundo no contorno e roçou levemente na outra nádega, encostando na
minha calcinha. A esta altura minha bunda deveria estar bem visível
no espelho. Nossas respirações já se assemelhavam a gemidos. Meu
corpo se sentiu invadido por um arrepio. Os carinhos agora se
tornavam lentamente em carícias. Algo estava se acendendo em mim.
Balancei devagar a bunda, como
se desse a entender que seu dedo me incomodava mas ele não se
intimidou. O indicador continuava roçando em uma nádega e outra,
lenta e nervosamente. Minha bunda devia estar totalmente à vista,
aparecendo inclusive a calcinha preta, que contrastava com minha
bunda branca. Pude sentir que a barra da saia estava bem levantada. O
toque que era muito leve, começava a ganhar intensidade. O movimento
que eu fazia com a bunda, para repelir sua mão se tornou um rebolado
lento e esta dança devia estar deixando com que se excitasse com o
que estava vendo.
Uma adrenalina tomou conta de
mim e senti que o momento estava muito perigoso. Me ocorreu a ideia,
em um lapso de segundo, de lhe dar um beijo tímido nos lábios e me
afastar levantando. Mais um segundo e eu não responderia por mim.
Estava desejando aquele homem, que era meu sobrinho. Precisava evitar
que acontecesse algo sério ali.
Descolei o rosto e, ao tentar
me afastar, nossos lábios se tocaram mas dessa vez se tornou um
beijo enfurecido. De repente nossas línguas se entrelaçavam. Sua
mão direita puxava meu rosto de encontro ao seu. Sua boca devorava a
minha, dentes se chocavam e seus lábios me sugavam. Mesmo de olhos
fechados podia sentir sua outra mão mais a vontade em minha bunda.
Agora apertava firme, se aprofundando entre as nádegas, em busca da
minha fenda.
Nossos corpos estavam colados,
suados, aquele beijo enfurecido parecia que iria durar pra sempre,
era um beijo faminto. Enquanto isso ele me apertava forte, puxando
meu corpo junto ao dele. A mão que segurava minha nuca desceu e
despiu minha camiseta. Quase sem parar de beijar, permiti que me
despisse. A outra mão, enfiada no rego da minha bunda, apertando
forte e já se enfiando na frente.
Ao ver meus seios desnudos,
balançando loucamente, tratou de enfiar o rosto entre eles, com a
mão direita, agora nas minhas costas, me dominando completamente,
não me permitindo afastar do seu corpo. Sugava e beijava meus
mamilos com apetite. Entre gemidos fortes me mordia, lambia, sugava,
chupava, meus seios, pescoço, meu queixo. Estava faminto e eu,
descoordenada. Seu corpo se esfregando contra o meu. Me entreguei
completamente aquele momento. Respirava muito pesadamente. Precisava
me agarrar ao seu pau.
Puxei o zíper de sua calça e
dali saiu um membro como nunca havia visto. Lembrava do pau
avantajado, quando criança, mas naquela hora seu membro era
descomunal. Muito grosso, muito longo, úmido, vermelho e duro, muito
duro, como um martelo. Fiz menção de chupá-lo mas não cabia em
minha boca. Agarrei com as duas mãos, firmemente, para acaricia-lo,
enquanto ele beijava meu pescoço. Parecia uma escultura. Apertei com
força, fazendo com que ele emitisse um urro.
Ali, deitado de costas no
chão, como ele se encontrava agora, comigo por cima, tratei de
encaixar aquele mastro no meio das minhas pernas, por dentre a
calcinha. Minha boceta pulsava, de tão úmida que se encontrava, não
sabia se conseguiria acomodar tudo aquilo. Era muita adrenalina.
Aquele pau enorme iria me possuir, me penetrar toda. Fiquei com medo
de me machucar. João Paulo estava muito afoito. Me encaixei em seu
pau devagar, enquanto ele se agarrava em meus seios, um em cada mão,
apertando com força e comecei a fazer os movimentos de fricção com
o pau enfiado em mim. Era muito grande, chegou até a machucar um
pouco, mas estava muito quente e me penetrou por completo.
Comecei a pular sobre ele,
arrancando gemidos fortes. Estávamos com febre de sexo. Eu não me
controlava mais, buscava um alívio para a sensação que estava
sentindo e este alívio seria um orgasmo.
Me senti uma puta e estava
gostando. Minhas mãos beliscavam seu peito. Minha cabeça balançava.
Eu tremia toda e rebolava em cima do seu pau. Ainda agarrando e
puxando meus seios ele levantou a cabeça para olhar o espelho
e, com certeza viu minhas costas desnudas, a saia totalmente
levantada e minha bunda remexendo num rebolado frenético num levanta
e abaixa, com seu pau enorme ligado ao centro. Esta imagem deveria
estar deixando com que enlouquecesse porque os urros aumentavam. Eu
pulava por cima dele com intensidade. Buscava o gozo.
Puxei uma de suas mãos para
minha bunda, indicando que queria ser penetrada por trás também.
Precisava de um dedo, dois talvez e ele enfiou três, tão agoniado
que estava. Me senti preenchida e cavalgava loucamente por sobre ele.
Meus cabelos em desalinho.
Logo ele gozou e gozou muito.
Me senti preenchida mas ele não dava sinal de amolecer. Continuou
abraçado comigo, com o pau ainda dentro, sem dar sinal de amolecer e
sugava meu pescoço e uma mão apertando os seios e a outra com os
dedos enfiados na minha bunda.
Eu estava totalmente entregue
mas ainda não havia gozado. Me tirou de cima dele, levantou-se e me
pegou no colo. Eu não parava de gemer. Envolvi meus braços em seu
pescoço, enquanto me conduzia para a cama, ainda com a respiração
pesada e o pau completamente duro.
Me deitou cuidadosamente de
lado, esticando minha perna direita e posicionando a esquerda um
pouco levantada, de forma que o volume da minha coxa aumentava.
Carinhosamente começou a enfiar o membro em minha boceta, por trás,
enquanto segurava minha perna esquerda para não me mover.
A seguir, com a mão direita
agarrou meu seio esquerdo e, com a outra mão apertando minha bunda,
enfiou o polegar esquerdo em meu ânus. Gemi de prazer.
Abaixei o rosto e pude ver seu
pau entrando e saindo do meio das minhas coxas. Aquela viga não
parava e penetrava cada vez com mais com intensidade. Se abaixou para
sugar meu seio e lamber meu pescoço. O polegar esquerdo estava
totalmente enfiado no meu rabo e o pistão estava prestes a ejacular
de novo.
Largou meu seio e enfiou dois
dedos da mão direita na minha boca, que chupei avidamente. Movia
seus dedos em sincronia com minhas chupadas. Não demorou muito e
senti sua explosão de prazer através do líquido quente que começou
a vazar pela cama mas eu ainda não havia gozado.
Ele se virou para o lado com o
pau melado, agora meio mole e pensei que terminaria ali mas aquele
era o momento de deixar de ser submissa. Ainda estava elétrica e
queria desesperadamente gozar.
Agarrei seu pau, com
sofreguidão e enfiei na boca. Mesmo amolecido era grande demais para
mim, Suguei enfurecida até sentir endurecer. Aos poucos tomou conta
da minha boca. O esperma que cobria a cabeça se misturava a minha
saliva. João Paulo gemia se contorcendo. Agarrou minha nuca e
começou a puxar minha cabeça, num vai e vem frenético. O pau
entrava e saia da minha boca. Não tinha como engoli-lo todo. Só até
minha garganta mas foi o suficiente para ressuscitar o martelo.
Mordi e lambi todo o
comprimento do pau, deixando bem molhado. Suas mãos percorriam
minhas costas. Por vezes cravava as unhas, me beliscando. João Paulo
ainda tinha planos.
A seguir, sem dizer uma
palavra, me colocou de 4. Levantou a minha saia, que era a única
coisa que eu ainda vestia, tirou minha calcinha e começou se
posicionar de pé atrás de mim. Encostei a cabeça no travesseiro,
com a bunda para o ar, totalmente arreganhada. Minha boceta já
inchada, tremia, minha bunda suava. De onde estava com a cabeça, só
via seus pés enormes na altura de minha barriga. Ele não se
ajoelhou. Iria me comer de cócoras. Uma mão em minha cintura,
apertando com sofreguidão e a outra abrindo minha bunda, alargando
meu ânus com o dedo, para enfiar o pau, ainda faminto. Acariciei e
apertei um dos seus pés, já me apoiando pelos cotovelos.
Estava em uma missão e esta
missão era matar uma fome contida. Eu, ainda agoniada, não havia
ainda gozado e buscava um alívio para a minha tensão. Não havia
nada que eu pudesse fazer, somente permitir a consumação do que
havíamos começado. Agora João Paulo queria comer meu rabo e iria
meter forte.
Senti o pau grosso penetrando
devagar. Mordi os lábios. Duvidei que fosse entrar tudo. Meu corpo
todo tremia. Meu gemido agora era quase um choro. Aquele pau era
muito grosso. Engoli aquele pau com a bunda.
Ao se encaixar todo, com muito
sacrifício, começou a me socar violentamente. uma mão segurava um
dos meus seios vigorosamente e a outra, se aprofundava na minha
boceta, com movimentos de vai e vem. Quanto mais ele socava, mais eu
empurrava minha bunda para trás, para que o pau penetrasse por
inteiro. Queria cada centímetro do martelo dentro do meu rabo.
João Paulo socava forte. O
cheiro de sexo inundava o quarto. Nossos corpos suados contribuíam
para elevar ainda mais a tensão sexual que permeava tudo. Não havia
limites naquela hora. Éramos homem e mulher em busca do prazer, em
meu caso do alívio proporcionado pelo orgasmo, que não tardou a
acontecer.
Veio numa de suas gozadas
fortes, como uma explosão. Senti o calor do líquido preenchendo meu
corpo. Sua mão quase que toda dentro da minha boceta. Estava
completamente penetrada. Rebolei enlouquecida. Senti o gozo percorrer
todo meu corpo. Soltei um grito sofrido e lágrimas brotaram de mim.
Gozei como nunca havia gozado. Não queria que aquele momento
terminasse. João Paulo também gozou e gozou forte. Suas mãos agora
percorriam meu corpo, apertando, beliscando, esfregando.
Seu esperma estava espalhado
por toda a cama. Meu corpo exaurido. Ficamos estáticos, ali parados,
até que ele retirasse o seu pau da minha bunda. A seguir nos
deitamos lado a lado, sem nos olhar.
Começaria agora a cair a
ficha do que havíamos acabado de cometer.
Ficamos ambos por vários
momentos olhando para o teto. Um sentimento de repulsa começou a me
tomar. Havia feito sexo com meu sobrinho e sexo selvagem.
Me levantei e fui procurar por
uma camisola. Ele botou a cueca e foi procurar pela lata de cerveja.
Havíamos acabado de transar e não trocamos uma palavra. Fui pra
cozinha fazer café, em silêncio. Ele logo se sentou à mesa, ainda
sem camisa e após vários minutos em silêncio, ate que falei, dando
um tom a conversa.
-- Ninguém pode saber do que
aconteceu.
-- Tia, pode ficar tranquila.
Ninguém nunca vai saber, mas não temos que nos envergonhar de nada.
Eu sempre tive muito tesão por você e o que aconteceu, iria acabar
acontecendo um dia.
A simplicidade com a qual ele
falava sobre isso me perturbava. Nunca poderia imaginar que meu
próprio sobrinho me enxergasse como mulher. Isso era inconcebível.
Enquanto tentava resolver em minha cabeça como um ato decorrente de
suas carências e das minhas, ele tratava tudo com muita
naturalidade.
-- J.P, incesto é pecado -
sentenciei. -- Não me orgulho disso e vamos tentar esquecer que isso
aconteceu.
-- Não tia, eu nunca vou
esquecer - disse assertivamente. -- Pra mim foi muito bom, melhor
momento da minha vida. Eu sempre tive tesão pela senhora
O dia já estava amanhecendo e
pedi a João Paulo para ir embora. Precisava colocar os pensamentos
em ordem. Talvez dormir um pouco e acordar de um sonho. Já não
sabia o que pensar. Só sabia que a partir dali minha vida viraria de
ponta cabeça.
Na hora de partir, tanto eu
como ele não sabíamos ao certo que atitude tomar, se trocávamos um
beijo, um abraço, sei lá. Só sabia que meu corpo ainda tremia
muito. Nunca havia experimentado um sexo tão bom. Isso era inegável.
Só não sabia como lidar com a bagagem que vinha atrelada a ela.
João Paulo foi embora e ao
invés de tentar dormir, ainda fui ao banheiro me masturbar. Seria
impossível dormir com tanto tesão acumulado. Rodei pela casa toda,
meu corpo queria sexo e com o João Paulo. Aguentei o maximo que
pude, tomei banho frio, gelado com direito a pedras de gelo e tudo,
mas não adiantou, perto das 10h da manha fiz a única coisa que
poderia fazer naquele momento.
Não havia mais nada que me
prendesse, liguei para o João Paulo e ordenei imperiosa:
-- João Paulo, volte aqui em
casa, preciso transar mais…
E em 20 minutos ele chegou
para continuarmos de onde paramos, da minha cama. E continuamos
ainda, mesmo 6 meses depois.