segunda-feira, 22 de setembro de 2025

O filho gostoso da minha amiga me comeu nessa madrugada de domingo (21-09-2025)

 

By; Agatha

Ola me chamo Agatha, tenho 35 anos, sou casada. Tenho uma amiga chamada Claudia uma amiga de longa data, frequento muito a casa dela e ela tem um filho de na uns 22 anos, um garotão sarado, alto, um rato de academia, um corpo perfeito.

Eu sempre frequenta a casa dela e sempre observo que ele me olha com um olhar de desejo, às vezes fazemos churrasco tomamos banho de piscina e sempre pego ele me observando com aquele olhar faminto, louco para devorar sua presa.

Um dia desses que estava eu e ela tomando vinho perto da piscina eu estava com um biquíni preto bem pequenino sempre que olhava para ele, pegava ele me secando na verdade eu também dava umas olhadas para ele .

Ele tinha um corpão bem sarada e podia ver também que ele era bem dotado pelo seu pacotão que podia observar às vezes, ainda brincava com a mãe dele falava

- eita pedaço de mal caminho, ai se eu fosse mais novinha.

E ela sempre me respondia

- isso não é pra você não

Mas esse final de semana a sorte virou para o meu lado, sábado estava só em casa e resolvi curtir a noite, eu estava em um barzinho, quando ele chegou com uns amigos dele, assim que me avistou ele veio, me cumprimentou e ficamos conversando, as conversa foi evoluindo ele perguntou de meu marido.

Eu disse que estava viajando, ele com olhar de tarado, olhar sínico me perguntou se poderia fazer companhia para mim essa noite. Eu fiquei meio sem graça na hora mas pensei “esse é o momento”

Ficamos mais um pouco por ali conversando terminando de tomar os drink, ele estava com um amigo de carona, deixou o seu carro com ele e veio no meu carro, aqui para minha casa, eu achando que ele era um menino bobo.

Assim que entramos na sala ele já me deu um puxão me puxou junto a ele e me beijou loucamente com suas mãos percorrendo meu corpo e dizendo que era tarado por mim, que já tinha batido muitas punhetas pensando em mim e continuava a pegação me beijando mordendo meu pescoço apertando meu bumbum sempre me puxando junto a ele, dava para eu sentir como seu pau estava dura, parecendo um ferro.

Ele arrancou meu vestido, puxou minha calcinha, me debruçou numa mesa e começou a me chupar por trás, nossa eu estava louca, fazia um tempo que não fazia com um cara tão gostoso, ele me chupou e chupou muito, ele enfiava o dedo no meu cuzinho e sempre me chamando de puta safada, que era louco pra me comer, dizia que era uma puta que ficava instigando ele quando ia na casa dele.

Depois dele me chupar muito eu me abaixei tirei a calça dele e eu chupei loucamente aquela piroca dura, grande e grossa, depois de ter chupado muito, ele me colocou tipo de franguinho assado no sofá e me meteu seu pau na minha buceta, me beijava e socava com muita força parecendo tarado que estava há muito tempo sem sexo.

Ele me beijava, chupava meus peitos loucamente as vezes davam uns tapinha em meu rosto, me xingava e eu também xingava ele e pedia para foder gostoso, fizemos em várias posições possíveis.

Depois ele me levantou me pegou no colo e me levantava e descia no seu cacete até eu gozar, depois deitamos um pouco na cama ficamos conversando, depois começou a me beijar foi descendo e começou a chupar de novo chupou até eu gozar na boca dele.

Ele me virou de bruços e me fodeu loucamente até eu gozar novamente. Dormimos agarrados ate começar a amanhecer já no domingo, era 5;20 quando fui deixa-lo em sua casa, nenhum vizinho poderia ve-lo saindo daqui de casa bem cedo, então saimos quando ainda não tinha ninguém na rua.

Agora tenho um garotão cheio de energia que quer ficar me comendo, amanha (terça-feira) vamos nos encontrar.

  • Enviado ao Te Contos por Agatha

sexta-feira, 19 de setembro de 2025

Não resisti e comecei um caso com o meu sobrinho casado (2025)

 

By; Luiza

Oi a todos me chamo Luiza, tenho 40 anos, sou separada, tenho filho, mas o que me traz aqui é um acontecimento com o meu sobrinho o João Paulo, ele tem 25 anos e é casado.

As coisas não estavam andando muito bem na vida dele. O casamento de pouco mais de um ano vinha se desintegrando e seus negócios acumulavam prejuízos. O rapaz brilhante e cheio de energia agia de forma errática, vacilante e volta e meia me procurava para chorar as mágoas. Suas visitas estavam se tornando frequentes ao ponto de bater na minha porta sem aviso.

Naquela manhã, apareceu em minha casa cedo, com o pretexto de buscar uma ferramenta. Queria mesmo, como das outras vezes, um colo. Primeiro me irritei ao vê-lo parado na porta, chegando mais uma vez sem avisar. Todos, da família sabem que detesto visitas na parte da manhã, quando ainda estou despertando. Nestas horas estou sempre de mau humor. Leva algum tempo para pôr as ideias no lugar e acordar por completo, de forma que sua visita naquela hora não era oportuna.

Me encontrou ainda sonolenta, na cozinha, em busca de um café. Estava descalça, com um short curto e largo, que uso para dormir e camiseta folgada, resquício de algum ex-namorado. Detestava ser vista sem sutiã, sem poder controlar meus seios, fartos por sinal, sem falar da cara amarrotada, ainda com sono e dos cabelos longos em desalinho. 

Sempre fui muito vaidosa e mantenho o meu corpo em prumo. Baixa, magra do tipo mignon, esbelta, pernas roliças, sem estrias ou celulites. Bunda pequena e perfeitamente redonda, proporcional a minha altura e que se confundia com as coxas, ainda bem carnudas e longas. Meus seios ainda aprumados sempre foram de deixar os homens em delírio e desejo ao vislumbra-los pelos decotes profundos que gosto de usar. Apesar de já ter gerado filhos, não tenho marcas ou cicatrizes de parto. Minha cintura é fina e a pele viçosa. Meus longos cabelos louros e olhos verdes me rejuvenescem uns dez anos e vez ou outra ainda recebo cantadas de amigos de meus filhos, de quem sei ter sido alvo de desejo em suas adolescências, período em que frequentavam nossa casa.

A única coisa da qual nunca me orgulhei são minhas mãos. Dedos curtos, enrijecidos, típicos de quem faz trabalhos manuais. Sou escultora, acostumada a pegar em massas, as quais dou formas e minhas mãos nunca foram delicadas. Na hora do sexo deixava marcas nos homens com minhas apertadas selvagens. Demoro muito para atingir o orgasmo e por isso preciso apertar o corpo do parceiro, me agarrar em um ponto fixo para empurrar meu corpo para a penetração. Na maioria das vezes preciso de penetração anal simultânea e dai, meu sexo vai além do típico papai e mamãe.

Aos 25 anos, João Paulo é fisicamente um homem completo. Orgulho de qualquer mãe e objeto de desejo de qualquer mulher. Ninguém entendia porque seu casamento não ia dando certo. João Paulo era o símbolo da perfeição masculina. Alto, forte, volumoso, não do tipo gordo mas volumoso ao ponto de, caso se entregasse a uma rotina de exercícios, seria até musculoso. Era proporcionalmente grande. Mãos e pés enormes e firmes, braços longos, muito alto, torso farto e os ombros largos que toda mulher deseja para se aninhar. Havia puxado muito ao pai, inclusive na pele amorenada e cabelos pretos lisos. O rosto bem esculpido, com lábios carnudos e olhar penetrante completavam o conjunto.

João Paulo buscava sexo na rua e inclusive, chegou ao meu conhecimento que seduziu uma das minhas amigas, ao lhe dar uma carona certa vez, na saída de uma festa, com abraços apertados, na porta da casa dela. Eu só soube dos amassos e nunca me interessou saber se houve algo mais. Me incomodava a ideia de imaginar meu sobrinho nos braços de uma de minhas amigas quase 40tonas, devoradoras de homens.

Parado na porta da cozinha, estático, seus olhos percorriam o espaço, em busca de repouso, enquanto escolhia as palavras. Senti que, meio constrangido, ele não conseguia desviar o olhar dos meus seios, cujos mamilos eram visíveis, através da camiseta. Por fim, balbuciou algumas palavras:

-- Tia, tudo bem? Desculpe vir tão cedo, estou precisando daquela lixadeira pra lixar uma porta.

Ciente de que sua visita era um pretexto para desabafar sobre algo, sabia que eu precisava deixa-lo a vontade para se abrir. O problema é que eu não estava preparada para dar nenhum conforto a ele naquela hora.

-- E cadê essa porta? - Perguntei autoritariamente, deixando fluir meu mau humor matinal.

-- Tá aqui no carro. A senhora me empresta um instantinho e eu trago de tarde.

-- Faz o seguinte então, traz ela aqui pro quintal que eu lixo pra você. Não posso emprestar a ferramenta porque vou precisar dela mais tarde – conclui.

Em silêncio voltou ao carro para buscar a porta. Eu ainda não havia dado conta de que estava com tão pouca roupa. Minha cabeça ainda estava confusa. Não sabia se escovava os dentes ou procurava pelo sutiã. Enquanto refletia e organizava a mente com um gole de café, João Paulo retornou com a porta e a colocou em cima da minha mesa de trabalho, que ficava na varanda. Sem nem ao menos conseguir pensar direito, só queria mesmo me livrar desta tarefa, fui direto até a mesa com a caixa de ferramentas, sem me preocupar muito em trocar de roupa.

Na varanda, ao sol da manhã, enquanto despertava pude notar melhor na aparência cansada dele. Parecia que a noite foi longa e havia dormido pouco. Ao se aproximar de mim para ajudar no posicionamento da porta para receber a lixadeira, pude sentir o resquício de um bafo de cerveja.

- Eita, a noite foi boa, hein? - Disse em tom de brincadeira para quebrar o gelo e continuei -- Pra que você quer lixar essa porta logo agora?

-- Ah, tia, nem sei, estou mesmo é querendo me ocupar com alguma coisa. Preciso dessa porta lá no escritório e nunca encontro tempo pra parafusar ela lá. Hoje é sábado e não tenho muito o que fazer - respondeu ele.

-- J.P, fala pra mim, por que hoje você está assim tão cabisbaixo? - Disse, enquanto pausava a lixadeira

João Paulo não respondia, sua mente estava distante. Olhava para o chão, para a mesa. Relutava em se aprofundar no assunto

-- Vem cá, me ajuda a posicionar melhor essa porta na mesa - disse, quebrando um pouco o silencio dele.

-- Nada muito sério. Apenas decidi umas coisas - respondeu resoluto.

Em seguida, me ajudou a mover a mesa, se posicionando por trás de mim. Nossos corpos se tocaram por um segundo e pude perceber que suava frio, talvez em consequência da ressaca pela qual passava naquele momento. As mãos trêmulas confirmavam o diagnóstico.

-- Escuta, você sabe que sou e sempre serei sua tia e comigo você pode se abrir. O que está te afligindo agora? Já conversamos tanto sobre isso. Pensei que você estivesse lidando bem com essa situação. É hora de focar em seus negócios - disse, em tom carinhoso, me virando e olhando diretamente em seus olhos, que fugiam dos meus mas, nesse momento me olhou fixamente nos olhos.

-- Tia, é delicado. Nem eu mesmo sei o que está me dando. Não tenho como explicar. Deixa eu me entreter com essa porta e depois, talvez, eu consiga raciocinar melhor - disse, dando de costas.

Sua resposta me deu a entender que havia tomado alguma decisão séria. João Paulo era muito decidido, falante, arrojado. O que for que tenha decidido ainda o deixava vacilante e isso me preocupava. 

-- São os negócios? Você sabe que tem capacidade de conseguir um bom emprego. Você ainda é jovem, tem uma vida inteira pela frente. Já conversamos muito sobre isso. Por que esse desânimo agora? O que está acontecendo? Fale pra mim - insisti, puxando-o pelo braço, trazendo para um abraço.

Eu, baixa, quase na ponta dos pés, me esforçava em manter uma mão em sua nuca e a outra em sua cintura, simulando um abraço carinhoso, puxando sua cabeça na minha direção, a vista de seus olhos. Ficamos bem próximos e ele correspondeu repousando uma das mãos em minha cintura e a outra nas costas, trazendo meu corpo para junto do seu. Ele estava quente, trêmulo. Ficamos com os rostos colados. Pude sentir seu hálito. Seu corpo estava retesado, rígido, a respiração pesada.

-- Tia, depois a gente conversa mais, deixa eu ir parafusar essa porta primeiro - disse serenamente para fugir do meu inquérito, ao meu ouvido e finalizando com um beijo no rosto e outro na testa.

Naquele momento nos abraçamos e voltamos a colar os rostos, seu abraço era mais forte. Senti que estava carente. Por estar sem calcinha, só com meu shortinho curto, pude sentir o volume de seu membro por baixo da bermuda. Não sei se já estava assim ou se havia se excitado com nosso abraço. Inconscientemente esfreguei a perna para sentir melhor o volume. Apenas pude perceber que aquela pressão do seu pau em minhas pernas também o havia deixado incomodado. Correspondi com outro beijo no rosto e ele, acariciando meus cabelos, me beijou no rosto de novo, dessa vez mais próximo aos lábios, e mais outro e outro, até que nossos lábios se colaram. Naquele momento sua mão percorria minhas costas por baixo da camiseta, o que me deixou arrepiada. Senti que a situação entrava em um ponto perigoso. Seu membro, pressionado contra a minha perna, agora latejava e sua mão em minhas costas pressionava mais firme. A pressão de seu membro no meio das minhas pernas até que era agradável. Automaticamente me afastei e repeli o beijo.

-- Bom, leva essa porta então e volta aqui pra gente conversar - disse, me afastando lentamente do abraço com um tapinha amistoso no braço.

Meio constrangido ele concordou e saiu levando a porta sem nada dizer e voltei aos meus afazeres.

Enquanto tomava banho, a ficha foi caindo aos poucos. A atitude de João Paulo denotava algo sério, que ele não conseguiu me dizer. Me bateu a preocupação de que havia sido grosseira com ele, não permitindo que se abrisse mais. Praticamente o havia expulsado com minha atitude. Talvez o beijo repelido tenha sido o motivo para finalizarmos a conversa. Comecei a me sentir culpada.

Mais tarde o telefone ligou, era ele:

-- tia, desculpe ter ido aí cedo. Queria te levar pra jantar num japonês, topa?

-- Ah quanta gentileza, tá, vamos sim, vou ficar te esperando! – Respondi, aliviada por senti-lo mais decidido e brincalhão. 

Desliguei e voltei a pensar sobre tudo o que aconteceu na manhã. Por mais que pensasse, o beijo repelido não deixava de me atormentar. Não pelo fato de que isso o fez ir embora logo, sem ter tido a oportunidade de relaxar e me falar sobre o que estava acontecendo com ele mas, por mais que eu tentasse minimizar em minha mente e atribuir minha perturbação a isso, o beijo em si me incomodava.

Passei o dia tentando me dedicar as tarefas de casa, inundada por pensamentos que invariavelmente retornavam para o beijo repelido. Por fim me convenci que deveria ter permitido. Que aquilo era apenas uma intimidade, que era apenas um contato labial que por mais longo que fosse, terminaria apenas com um abraço apertado e mais carinhoso. No final das contas, o problema era minha confusão mental. Minha própria carência não me deixava distinguir que a maldade estava mesmo era na minha cabeça. Constrangi meu sobrinho sem necessidade. Nunca que um abraço e um beijo inocente pudessem evoluir para algo mais sério. A malícia estava mesmo era em mim.

Tendo ajeitado em minha mente esta situação e digerido melhor os fatos, pude concluir melhor minhas tarefas. Tudo que parecia urgente já não era tão importante assim. Estava em paz com minha consciência.

Ao final do dia fui me arrumar, a espera de meu sobrinho. Inconscientemente agia como se me preparasse para um encontro. Esfoliei o corpo durante o banho, com sais aromáticos, me perfumei e escolhi bem os adereços e a roupa que iria usar.  O detalhe da calcinha preta veio no automático. Me deparei no espelho com uma mulher mais nova e vibrante, com maquiagem leve, acentuando os olhos verdes. Usava uma minissaia nova com cinto e uma camiseta com gola em V, decote bem profundo e vários colares para cobrir a nudez do peito. Decidi por um sutiã fino, uma vez que a camiseta era bem apertada e me dava um ar mais jovem. Pra finalizar, um tamanco holandês alto, para ficar mais a altura do meu sobrinho.

Tudo tinha que ser perfeito. Eu precisava demonstrar segurança para deixa-lo tranquilo e se abrir comigo. Todo rapaz gosta de exibir uma mulher desejável por aí e eu não faria feio. O mais importante de tudo, eu deveria preparar meu ouvido para aquela noite. Precisava amenizar seus sofrimentos, quaisquer que fossem. Aquela altura já me sentia mais segura para aconselhá-lo.

Ao ouvir a buzina do carro, segui para a frente da casa. João Paulo me aguardava, segurando para mim a porta do carona, para que eu entrasse. Notei que estava elegante, bem arrumado e perfumado. Usava o relógio que lhe dei no aniversário. Ao sentar no carro, enquanto procurava as chaves, me elogiou:

-- Eita tia, tá um espetáculo com essa minissaia - disse rindo. -- Mas precisava desse decote todo?

Sua observação me enrubesceu.

-- O que é bom é pra ser mostrado, não é ?! - Disse com um sorriso amarelo. -- Hoje é dia de ir pra balada, há ha! Quem sabe não arrumo alguém?

-- Tá certo, tá certo! - Concluiu ele.

O jantar foi otimo, meu sobrinho estava mais alegre e isso conversamos sobre muitas coisas, ate ele contar que beijou a amiga de sua mãe e que aquilo acendeu nele um desejo bem antigo, que juntou com o casamento cansado e os maus momento dos negocios dele só estão deixando ele pra baixo. E disse que não queria falar ali sobre isso, para aproveitarmos o jantar. E foi isso que fizemos, guardei tudo que eu queria falar sobre o assunto do beijo para um outro momento e aproveitei o jantar e a componia.

Ele já tinha derrubado umas 3 garrafas de vinho, pedimos a conta e partimos pra casa, ele queria me deixar em casa e ir para a sua, mas eu não deixei, ele estava sozinho lá, sua esposa tinha viajado com a mãe dela, ele sozinho bebado poderia dar merda, alem de dirigir embriagado, então eu dirigi ate em casa e disse para ele dormir aqui.

Chegando em casa, tirou os sapatos e se sentou no vão da porta, praticamente no chão, com uma lata de cerveja na mão. Seu olhar distante dava a entender que chegara a hora de começar a se abrir com o que tivesse lhe afligindo. Tirei os tamancos e me ajoelhei, debruçando-me em frente a ele e apoiando meus cotovelos em seus joelhos. Não percebi mas meus seios ficavam completamente a mostra, quase que saltando da camiseta. Neste momento ele fez menção de tocar meus colares. Meus seios lhe chamavam a atenção naquele momento. Senti que estava carente.

-- Esse colar foi você quem fez? - Disse, enquanto pegava nas pedras do meu colar, com os dedos levemente roçando em meus seios.

- É, comprei quilos dessas pedrinhas brilhantes. Deu pra fazer vários colares. - Respondi, olhando para eles e só aí pude notar que meus seios estavam muito a mostra.

Meio encabulada, espalhei mais os colares, com um leve sorriso. Ele notou meu rubor e fez menção de puxar a gola da minha camiseta pra cima, cobrindo meus seios. Neste movimento, seus dedos tocaram os bicos de um dos seios, que inexplicavelmente se encontrava bastante rijo. Talvez o vinho já estivesse subindo a cabeça e meu corpo respondia a estímulos no automático. Ao invés de me afastar, continuei próxima, alisando seus cabelos e procurando contato com seus olhos. Um misto de carinho e curtição do momento íntimo, em meio ao silêncio que se seguia:

Ele me olhar nos olhos, suas vistas repousavam para acima do meu ombro. Olhei rapidamente para trás, sem tirar as mãos do redor de seu pescoço, próximos que estávamos um do outro, ele sentado ao chão e eu de joelhos, entre suas pernas, com os cotovelos apoiados em seus joelhos, e notei que um espelho grande que havia na parede oposta denunciava que na posição em que eu estava, minha minissaia estava um pouco levantada, de forma que o começo da minha bunda estava visível. Era para aquele espelho que ele olhava.

Ao perceber que notei, ele tratou de esticar o braço e tentar puxar minha saia para baixo, terminando por repousar a mão em minha cintura e a outra no meu ombro, fazendo nossos corpos grudarem.

Me beijou carinhosamente na testa e daí no rosto. Correspondi acariciando seu pescoço com uma das mãos e a outra ainda nos cabelos. O vinho estava mesmo fazendo efeito. Perturbadoramente eu estava gostando do contato. Podia sentir sua respiração.

Neste momento seus lábios tocaram os meus. Sua respiração era mais intensa e me alertou para o perigo de tanta intimidade. Tentei desconversar:

-- Esse batom que estou usando não é de morango não! - Disse entre sorrisos e mais alguns selinhos, fazendo menção de me distanciar um pouco.

Suas mãos firmes me mantinha gentilmente presa a ele e não me permitiam distanciar muito.

-- Ah, não, é de que? - Respondeu ele, curtindo os beijinhos, com os lábios ainda mais molhados e rindo nervosamente. 

Colei meu rosto ao dele para evitar os beijos e continuei a acariciar seus cabelos. Ele me abraçou também, ainda sentado ao chão, segurando meu corpo para mais junto do seu. Uma mão em minhas costas e a outra enlaçando minha cintura. Senti que minha respiração também estava mais intensa que o normal, talvez devido a posição desconfortável e por sentir-me presa.

Nossos rostos continuaram colados por mais alguns momentos. Eu alisava suavemente seus cabelos com ambas as mãos e ele, por sua vez, passeava com uma mão por minhas costas e a outra começou a descer, lentamente, por sobre minha saia, passando pela minha bunda, até parar no limite da coxa com uma das nádegas. Neste momento, enquanto estávamos abraçados e de rosto colado, senti que seu olhar estava fixado no espelho atrás de mim, de onde se via meu reflexo, de costas, com a saia levantada e uma de suas mãos pressionando minha coxa, quase a bunda. Minha respiração estava acelerada e a dele também.

Senti que atingíamos um limite que, por qualquer precipitação poderia se tornar um grande constrangimento para ambos. Minha vista estava turva e eu sem ação, não me sentia pronta a interromper o que quer que fosse que ocorreria a partir dali. Me condenei por estar gostando do contato. Estávamos em silêncio e muito, mas muito lentamente mesmo, seus dedos começaram a roçar pela minha nádega. O indicador apertou fundo no contorno e roçou levemente na outra nádega, encostando na minha calcinha. A esta altura minha bunda deveria estar bem visível no espelho. Nossas respirações já se assemelhavam a gemidos. Meu corpo se sentiu invadido por um arrepio. Os carinhos agora se tornavam lentamente em carícias. Algo estava se acendendo em mim. 

Balancei devagar a bunda, como se desse a entender que seu dedo me incomodava mas ele não se intimidou. O indicador continuava roçando em uma nádega e outra, lenta e nervosamente. Minha bunda devia estar totalmente à vista, aparecendo inclusive a calcinha preta, que contrastava com minha bunda branca. Pude sentir que a barra da saia estava bem levantada. O toque que era muito leve, começava a ganhar intensidade. O movimento que eu fazia com a bunda, para repelir sua mão se tornou um rebolado lento e esta dança devia estar deixando com que se excitasse com o que estava vendo.

Uma adrenalina tomou conta de mim e senti que o momento estava muito perigoso. Me ocorreu a ideia, em um lapso de segundo, de lhe dar um beijo tímido nos lábios e me afastar levantando. Mais um segundo e eu não responderia por mim. Estava desejando aquele homem, que era meu sobrinho. Precisava evitar que acontecesse algo sério ali.

Descolei o rosto e, ao tentar me afastar, nossos lábios se tocaram mas dessa vez se tornou um beijo enfurecido. De repente nossas línguas se entrelaçavam. Sua mão direita puxava meu rosto de encontro ao seu. Sua boca devorava a minha, dentes se chocavam e seus lábios me sugavam. Mesmo de olhos fechados podia sentir sua outra mão mais a vontade em minha bunda. Agora apertava firme, se aprofundando entre as nádegas, em busca da minha fenda.

Nossos corpos estavam colados, suados, aquele beijo enfurecido parecia que iria durar pra sempre, era um beijo faminto. Enquanto isso ele me apertava forte, puxando meu corpo junto ao dele. A mão que segurava minha nuca desceu e despiu minha camiseta. Quase sem parar de beijar, permiti que me despisse. A outra mão, enfiada no rego da minha bunda, apertando forte e já se enfiando na frente. 

Ao ver meus seios desnudos, balançando loucamente, tratou de enfiar o rosto entre eles, com a mão direita, agora nas minhas costas, me dominando completamente, não me permitindo afastar do seu corpo. Sugava e beijava meus mamilos com apetite. Entre gemidos fortes me mordia, lambia, sugava, chupava, meus seios, pescoço, meu queixo. Estava faminto e eu, descoordenada. Seu corpo se esfregando contra o meu. Me entreguei completamente aquele momento. Respirava muito pesadamente. Precisava me agarrar ao seu pau.

Puxei o zíper de sua calça e dali saiu um membro como nunca havia visto. Lembrava do pau avantajado, quando criança, mas naquela hora seu membro era descomunal. Muito grosso, muito longo, úmido, vermelho e duro, muito duro, como um martelo. Fiz menção de chupá-lo mas não cabia em minha boca. Agarrei com as duas mãos, firmemente, para acaricia-lo, enquanto ele beijava meu pescoço. Parecia uma escultura. Apertei com força, fazendo com que ele emitisse um urro.

Ali, deitado de costas no chão, como ele se encontrava agora, comigo por cima, tratei de encaixar aquele mastro no meio das minhas pernas, por dentre a calcinha. Minha boceta pulsava, de tão úmida que se encontrava, não sabia se conseguiria acomodar tudo aquilo. Era muita adrenalina. Aquele pau enorme iria me possuir, me penetrar toda. Fiquei com medo de me machucar. João Paulo estava muito afoito. Me encaixei em seu pau devagar, enquanto ele se agarrava em meus seios, um em cada mão, apertando com força e comecei a fazer os movimentos de fricção com o pau enfiado em mim. Era muito grande, chegou até a machucar um pouco, mas estava muito quente e me penetrou por completo.

Comecei a pular sobre ele, arrancando gemidos fortes. Estávamos com febre de sexo. Eu não me controlava mais, buscava um alívio para a sensação que estava sentindo e este alívio seria um orgasmo.

Me senti uma puta e estava gostando. Minhas mãos beliscavam seu peito. Minha cabeça balançava. Eu tremia toda e rebolava em cima do seu pau. Ainda agarrando e puxando meus seios ele levantou a cabeça para olhar o espelho e, com certeza viu minhas costas desnudas, a saia totalmente levantada e minha bunda remexendo num rebolado frenético num levanta e abaixa, com seu pau enorme ligado ao centro. Esta imagem deveria estar deixando com que enlouquecesse porque os urros aumentavam. Eu pulava por cima dele com intensidade. Buscava o gozo.

Puxei uma de suas mãos para minha bunda, indicando que queria ser penetrada por trás também. Precisava de um dedo, dois talvez e ele enfiou três, tão agoniado que estava. Me senti preenchida e cavalgava loucamente por sobre ele. Meus cabelos em desalinho.

Logo ele gozou e gozou muito. Me senti preenchida mas ele não dava sinal de amolecer. Continuou abraçado comigo, com o pau ainda dentro, sem dar sinal de amolecer e sugava meu pescoço e uma mão apertando os seios e a outra com os dedos enfiados na minha bunda.

Eu estava totalmente entregue mas ainda não havia gozado. Me tirou de cima dele, levantou-se e me pegou no colo. Eu não parava de gemer. Envolvi meus braços em seu pescoço, enquanto me conduzia para a cama, ainda com a respiração pesada e o pau completamente duro. 

Me deitou cuidadosamente de lado, esticando minha perna direita e posicionando a esquerda um pouco levantada, de forma que o volume da minha coxa aumentava. Carinhosamente começou a enfiar o membro em minha boceta, por trás, enquanto segurava minha perna esquerda para não me mover.

A seguir, com a mão direita agarrou meu seio esquerdo e, com a outra mão apertando minha bunda, enfiou o polegar esquerdo em meu ânus. Gemi de prazer.

Abaixei o rosto e pude ver seu pau entrando e saindo do meio das minhas coxas. Aquela viga não parava e penetrava cada vez com mais com intensidade. Se abaixou para sugar meu seio e lamber meu pescoço. O polegar esquerdo estava totalmente enfiado no meu rabo e o pistão estava prestes a ejacular de novo.

Largou meu seio e enfiou dois dedos da mão direita na minha boca, que chupei avidamente. Movia seus dedos em sincronia com minhas chupadas. Não demorou muito e senti sua explosão de prazer através do líquido quente que começou a vazar pela cama mas eu ainda não havia gozado.

Ele se virou para o lado com o pau melado, agora meio mole e pensei que terminaria ali mas aquele era o momento de deixar de ser submissa. Ainda estava elétrica e queria desesperadamente gozar.

Agarrei seu pau, com sofreguidão e enfiei na boca. Mesmo amolecido era grande demais para mim, Suguei enfurecida até sentir endurecer. Aos poucos tomou conta da minha boca. O esperma que cobria a cabeça se misturava a minha saliva. João Paulo gemia se contorcendo. Agarrou minha nuca e começou a puxar minha cabeça, num vai e vem frenético. O pau entrava e saia da minha boca. Não tinha como engoli-lo todo. Só até minha garganta mas foi o suficiente para ressuscitar o martelo.

Mordi e lambi todo o comprimento do pau, deixando bem molhado. Suas mãos percorriam minhas costas. Por vezes cravava as unhas, me beliscando. João Paulo ainda tinha planos.

A seguir, sem dizer uma palavra, me colocou de 4. Levantou a minha saia, que era a única coisa que eu ainda vestia, tirou minha calcinha e começou se posicionar de pé atrás de mim. Encostei a cabeça no travesseiro, com a bunda para o ar, totalmente arreganhada. Minha boceta já inchada, tremia, minha bunda suava. De onde estava com a cabeça, só via seus pés enormes na altura de minha barriga. Ele não se ajoelhou. Iria me comer de cócoras. Uma mão em minha cintura, apertando com sofreguidão e a outra abrindo minha bunda, alargando meu ânus com o dedo, para enfiar o pau, ainda faminto. Acariciei e apertei um dos seus pés, já me apoiando pelos cotovelos.

Estava em uma missão e esta missão era matar uma fome contida. Eu, ainda agoniada, não havia ainda gozado e buscava um alívio para a minha tensão. Não havia nada que eu pudesse fazer, somente permitir a consumação do que havíamos começado. Agora João Paulo queria comer meu rabo e iria meter forte.

Senti o pau grosso penetrando devagar. Mordi os lábios. Duvidei que fosse entrar tudo. Meu corpo todo tremia. Meu gemido agora era quase um choro. Aquele pau era muito grosso. Engoli aquele pau com a bunda.

Ao se encaixar todo, com muito sacrifício, começou a me socar violentamente. uma mão segurava um dos meus seios vigorosamente e a outra, se aprofundava na minha boceta, com movimentos de vai e vem. Quanto mais ele socava, mais eu empurrava minha bunda para trás, para que o pau penetrasse por inteiro. Queria cada centímetro do martelo dentro do meu rabo.

João Paulo socava forte. O cheiro de sexo inundava o quarto. Nossos corpos suados contribuíam para elevar ainda mais a tensão sexual que permeava tudo. Não havia limites naquela hora. Éramos homem e mulher em busca do prazer, em meu caso do alívio proporcionado pelo orgasmo, que não tardou a acontecer. 

Veio numa de suas gozadas fortes, como uma explosão. Senti o calor do líquido preenchendo meu corpo. Sua mão quase que toda dentro da minha boceta. Estava completamente penetrada. Rebolei enlouquecida. Senti o gozo percorrer todo meu corpo. Soltei um grito sofrido e lágrimas brotaram de mim. Gozei como nunca havia gozado. Não queria que aquele momento terminasse. João Paulo também gozou e gozou forte. Suas mãos agora percorriam meu corpo, apertando, beliscando, esfregando.

Seu esperma estava espalhado por toda a cama. Meu corpo exaurido. Ficamos estáticos, ali parados, até que ele retirasse o seu pau da minha bunda. A seguir nos deitamos lado a lado, sem nos olhar.

Começaria agora a cair a ficha do que havíamos acabado de cometer. 

Ficamos ambos por vários momentos olhando para o teto. Um sentimento de repulsa começou a me tomar. Havia feito sexo com meu sobrinho e sexo selvagem.

Me levantei e fui procurar por uma camisola. Ele botou a cueca e foi procurar pela lata de cerveja. Havíamos acabado de transar e não trocamos uma palavra. Fui pra cozinha fazer café, em silêncio. Ele logo se sentou à mesa, ainda sem camisa e após vários minutos em silêncio, ate que falei, dando um tom a conversa.

-- Ninguém pode saber do que aconteceu.

-- Tia, pode ficar tranquila. Ninguém nunca vai saber, mas não temos que nos envergonhar de nada. Eu sempre tive muito tesão por você e o que aconteceu, iria acabar acontecendo um dia.

A simplicidade com a qual ele falava sobre isso me perturbava. Nunca poderia imaginar que meu próprio sobrinho me enxergasse como mulher. Isso era inconcebível. Enquanto tentava resolver em minha cabeça como um ato decorrente de suas carências e das minhas, ele tratava tudo com muita naturalidade.

-- J.P, incesto é pecado - sentenciei. -- Não me orgulho disso e vamos tentar esquecer que isso aconteceu.

-- Não tia, eu nunca vou esquecer - disse assertivamente. -- Pra mim foi muito bom, melhor momento da minha vida. Eu sempre tive tesão pela senhora

O dia já estava amanhecendo e pedi a João Paulo para ir embora. Precisava colocar os pensamentos em ordem. Talvez dormir um pouco e acordar de um sonho. Já não sabia o que pensar. Só sabia que a partir dali minha vida viraria de ponta cabeça.

Na hora de partir, tanto eu como ele não sabíamos ao certo que atitude tomar, se trocávamos um beijo, um abraço, sei lá. Só sabia que meu corpo ainda tremia muito. Nunca havia experimentado um sexo tão bom. Isso era inegável. Só não sabia como lidar com a bagagem que vinha atrelada a ela.

João Paulo foi embora e ao invés de tentar dormir, ainda fui ao banheiro me masturbar. Seria impossível dormir com tanto tesão acumulado. Rodei pela casa toda, meu corpo queria sexo e com o João Paulo. Aguentei o maximo que pude, tomei banho frio, gelado com direito a pedras de gelo e tudo, mas não adiantou, perto das 10h da manha fiz a única coisa que poderia fazer naquele momento.

Não havia mais nada que me prendesse, liguei para o João Paulo e ordenei imperiosa:

-- João Paulo, volte aqui em casa, preciso transar mais…

E em 20 minutos ele chegou para continuarmos de onde paramos, da minha cama. E continuamos ainda, mesmo 6 meses depois.

  • Enviado ao Te Contos por Luiza

Como consegui convencer a minha esposa me dar o cuzinho virgem dela.

 

By; Sid

Ola Te Contos, me chamo Sid, sou casado, tenho 32 anos, minha esposa tem 31anos. E quero contar com permissão dela como foi que a a fiz liberar o cuzinho pela prima vez.

Casamos e eu em toda as nossas transas ou brincadeira sempre tentava comer seu cuzinho, mas ela não deixava…

Os dias se passaram, as brincadeiras foram ficando melhores, mais profundas… Rss

consegui fazer ela aceitar eu brincar nele, então comecei com um dedo, um tempo depois consegui faze-la deixar eu por 2, ai um dia, passei em um sexy shop e compre um plug anal pequeno e uma garrafa de vinho, depois de tomamos eu dei-lhe o presente dela, quando ela abriu era o plug, nosso brinquinho inicial de 14cm, o efeito do vinho foi rapido e certeiro ela deixou usa o plug ela, o prazer era notável, estava prestes a realizar meu sonho, socar a raba da minha esposa e ela gozar obviamente, queria comer ela com prazer!

Certo dia estava decidido em tentar, minha esposa adora cavalgar e mamar o meu pau, mas socar no cu não combinava até o momento, ela tinha medo de machucar e criar um certo trauma, claro que fui trabalhando aquele bumbum gostoso com calma, aos poucos e ganhando a confiança dela que não iria forçar nada que não fosse prazeroso para ambos.

Preliminares perfeitas como sempre, fizemos um 69 delicioso, mas eu já estava na maldade de amaciar e lambuzar aquele rabo na minha cara, entre línguas e dedos, já estava penetrando nela 2 dedos e a curtição gostosa, ela chupava meu pau gostoso, achando que era um canudo com milkshake sugando kkkkkkk

Eu controlando meu tesão, coloquei ela de conchinha, soquei na buceta encharcada, aquele barulho molhadinho de vai e vem, que perfeição minha esposa, após alguns minutos de penetração, beijos, chupando os seios dela, aquela putaria intensa como todo casal deveria ser. Falei no ouvido dela:

- Vou meter seu cuzinho agora, vou colocar a cabecinha e você vai controlando a penetração

Ela só fez concordar

Senti o início da penetração, mas sentia que ela ainda estava tensa, voltava e mais uma tentativa, muito tesão estava, mas com paciência e ela querendo sentir tudo dentro dela.

Coloquei um gelzinho a mais e senti que o chapéu entrou completo eu parei, ela mordia os lábios e aquele gemido de prazer e dor (palavras dela depois me explicou) após alguns segundos ela começou a rebolar, bem devagar e senti que meu cacete estava sendo engolido por aquele rabo delicioso, devagar mas sem parar, eu deixei ela mandar no ritmo, sentia meu pau latejar de tesão naquele cuzinho apertado, mas não fiz nenhum movimento.

Minutos passaram nesse rebolado leve e gostoso, era um controle mental que tive, vontade era socar até os ovos dentro dela de tão gostoso que estava, porém mantive a calma e paciência…

Senti a bunda dela colar em mim, estava tudo dentro, ela em movimentos leves e constantes, começou a gemer diferente, já estava acostumando, percebi que os movimentos foram ficando mais rápidos, menti saliva nos dedos e fui masturbar ela, o gemido e a frase me lembro como hoje:

- Devagar que estou muito excitada, não quero gozar agora!

Objetivo alcançado, minha esposa estava dando o cu e gozando, sou um homem de sorte. Após tirar minha mão e não forçar a gozada dela, falei que iria começar a meter nela devagar, fosse falando se estivesse bom ou ruim, mas avisasse

Em movimentos leves, segurava a cintura dela, ela com uma das mãos puxou a banda da bunda, abrindo aquele rabo maravilhoso, não tive escolha, comecei a acelerar a metida, que sensação gostosa, comer um cuzinho gostoso, cheiroso e virgem, era o homem mais realizado do mundo. Ela não falava nada, só gemia mandando eu ter calma, mas não parar, após essas socadas gostosas, não quis forçar para nossa primeira vez com penetração total.

- Quer gozar assim?

Ela já foi dizendo que estava um pouco dolorido, mas estava muito excitada, retirei o pau com calma e cai de boca na buceta, o modo preferido dela de gozar. Dei uma linguada no cuzinho dela agora arrombado que ela deu um pulinho de sensível, voltei para a bucetinha pingando como sempre e terminei o serviço.

Nesse dia ela pediu para gozar na boquinha dela, não queria sujeira, como bom marido que sou, obedeço!

Após irmos ao banho e retornar para cama, perguntei a sensação, ela falou que após relaxar na gozada ficou um pouquinho dolorida, mas o prazer ainda foi maior, sensação de gozar diferente, mas estava muito satisfeita com tudo que aconteceu e para fechar a noite, ela disse que estava feliz em realizar meu desejo de fazer anal com ela, eu com muita paciência consegui dar prazer a ela e penetrar sem machucá-la, queria experimentar mais! E olhou para mim e falou:

- O cabaço do meu cu é seu, fique orgulhoso por ser o dono dele
Um homem realizado estava

Ainda faltava gozar dentro dela socando, quem não quer?
Kkkk. Mas fui paciente e deixei para as próximas oportunidades.

E foi assim meus amigos (a) que consegui quebrar o tabu do anal com minha esposa, hoje praticamente ela exige que sempre a penetre nem que seja com o dedo no oral esse cuzinho guloso, os anos passaram e nossas putarias só aumentaram e ficaram mais gostosas, provando que mais anos de casamento mudando a rotina fica ainda melhor, mais íntimos e confiantes com nossa parceira. Sempre temos que buscar algo fora da nossa rotina, temos mais experiências novas que curtimos juntos e irei contar em breve!

  • Enviado ao Te Contos por Sid

quinta-feira, 18 de setembro de 2025

Transando com minha prima aqui em casa nesse domingo. (14-09-2025)

 

By; Davi

sou o Davi, tenho 21 anos. O que vou contar aconteceu nesse domingo 14 de Setembro.

Domingo já no final da tarde quando cheguei em casa vindo da praia, todos tinham saido, estava sozinho, liguei a TV, fui tomar banho e quando já estava saindo ouço a minha prima já dentro do meu quarto me chamando.

Meus tio moram na casa ao lado da nossa, e nossos quintais tem um portão para acessar o outro.

Sempre damos um jeitinho de ficarmos aos beijos, de amassos gostoso ate transamos algumas vezes.

Ainda de toalha, abro a porta e ela esta na minha frente, só de calcinha e sutiã, eu me aproximo dela e então e lhe dou um beijo, nesse momento sim, um VERDADEIRO beijo de língua, ela não a poupa e entrega um incrivel beijo me fazendo sentir a temperatura de sua boca, aqueles lindos lábios carnudos então tocavam os meus e eu buscava retribuir, eu alisava aquele escultural corpo e ela deslisava suas mãos sobre o meu, desço até sua linda e duríssima bunda vou me envolvendo e sinto que a parada vai fluindo no ritmo adequado.

Começam os sussuros e então me dei conta de que ela se livrou de minha toalha, tiro o seu soutien e aquele lindo par de seios ganham a liberdade "condicional", a condição principal era que eu os abocanhassem e assim fiz, nisso sinto sua mão em minha nuca e isso é BOM PRA KRL, me preocupo em não me afobar e "deixar acontecer naturalemente".

Desço e tiro sua calcinha e retornamos ao beijo, ela parte para cama e se aproxima

- VEM CÁ

Eu me aproximo e simplesmente vejo aquela loira GOSTOSA, fazer o meu pau desaparecer na sua boca, oral gostoso na pressão que me fez ficar louco, aquilo era inacreditável, minutos alí e eu sabia que pelo empenho e o jeito que ela fazia a parada poderia durar a noite toda se dependesse dela A MINA GOSTA, porém o jogo estava desempatado e eu precisava então retribuir o empenho.

Ela se deita e eu me posiciono, beijo sua boca, desço até seus seios e percorro aquele delicioso corpo, aquela barriguinha chapada de quem leva bem a sério a academia e sem muita cerimônia dou um beijo em sua buceta, fui procurando o ritmo perfeito, alternando em movimentos suaves, sugados, ela começou a se mover, alisa minha cabeça, faço leves movimentos as reações começam a ficar inevitáveis, a palavra "CARALHO" saia em meio a engasgos e risso pausados, fui xingado de FILHO DA PUTA, ao mesmo tempo que beijava e lambia, eu acariciava com o dedo e frases pausadas palavrões interrompidos, nesse momento sua cintura era quem buscava minha boca, eu descia ela vinha atrás eu subia ela me procurava.

Ela se entregou, alisou, apertou, xingou, ela tentava falar, tentava xingar começam a vir

- CARa...risos, Filho da Gostoso não para, Ai Porra continua

Sua buceta eu tinha conseguido, me vejo nesse momento com um sentimento de satisfação, pouco me importaria que pudesse vir depois, ela me olhava com um sorriso tipo: FILHO DA PUTA CARA! e eu me amarro nisso.

Ela se levanta e se posiciona de quatro na cama a visto a camisinha, e vou enfiando meu pau na sua buceta, bem devagar, para ela ir sentindo entrar aos pouco, depois espero um pouquinho, faço um carinho no seu corpo, apertos os seus peitos, faço rainho na sua buceta e vou movendo para frente e para tras, fazendo o meu pau começar a sair e entrar.

Aos pouco vou aumentando o ritimo, ate começar a meter como ela gosta, com força e rapido, seguro na sua cintura, ela com a cara encostada no colchão e com a bunda bem empinada, gemendo e pedindo mais e eu ali castigando com metidas forte e rapidas e o que eu achei que já pudesse ter sido o ápice de prazer do encontro, pude ver que me enganei.

Apertei sua cintura com mais força, ali ela sou que eu iria gozar, ela pediu para eu parar, virou rapidamente, tirou minha camisinha, me deitou na cama, e montou em cima de mim, engolindo meu pau com sua buceta. Falou para eu ficar tranquilo que ela tava tomando remedio a um tempinho já.

Ao mesmo tempo começou a foder em meu pau, subia e descia rapido, sentando com força, se inclinou em cima de mim e castigou meu pau com fodidas ate gozarmos juntinho, comigo urrando e ela gemendo ate que alto, apertando meu pau forte com sua buceta. Que delicia!

Ficamos ali aos beijos enquanto meu pau amolecia dentro de sua buceta encharcada.

Repeti a mesma coisa que sempre falo pra ela quando transamos, basta ela querer que ficamos juntos, que enfrento nossa família por ela, basta ela querer tambem.

Após namorarmos ali na cama, ela levantou-se disse que tinha que ir antes de alguém chegar e nos pegar ali, bom por mim era tudo que eu queria. Mas ela ainda não. Então ela se vestiu, me deu outro beijo enquanto segurava meu pau ainda bem melado de nossos gozos, e saiu indo para a sua casa, só me restou ficar querendo mais.

  • Enviado ao Te Contos por Davi

Delírio em noite fria - Parte I

 

By; @mrerio

Era uma tardinha parada quando vejo os status no meu celular e um status diferente me chama a atenção. Era a Tina, uma foto de cansada, com sono e estresse de um dia tenso de trabalho, respondi enviando um monte de emoji de flores e um café.

- Olha quem apareceu! Estava sumido rapaz!

- Eu não sumi... você quem não me responde mais e vive viajando.

- Ah, desculpa, tempo muito corrido!

- Percebi, hoje parece que correu uma maratona.

- Ah.. nem fala. Precisava mesmo de um café.

- Uai, vc quer mesmo? Te busco aí e a gente toma um!

- Nossa, eu ia amar…

- Você mora no mesmo lugar ainda?

- No mesmo prédio, mas outro apê!

- Então se arruma, passo aí em 1 hora!

- Você vem mesmo?? não está brincando não né?

Mando para ela um gif jogando uma roupa em cima da cama, mostrando que estava me preparando para ir tomar um café com ela.

Exatamente 1 hora depois estava eu dentro do carro mandando mensagem para ela descer. Ela desce e fica me procurando na rua, não me vê dentro do carro, pisco os faróis e aceno para ela, que dá um sorriso e vem na minha direção.

- Gente! Que legal, ta bonito, de carro! Mudou muito!

- hahaha! Que nada!

A gente se cumprimenta com beijinhos no rosto e um abraço, que ela segura por um tempinho.

- E ta cheiroso também! Gente, o que aconteceu com aquele velho Mr.?

- Pq? Não tá gostando da mudança?

- Adorei, tá demais?

- Ah! Que bom! toma, pra você! - estendo a ela um buquê de flores.

- Ahhhh! Sabia que alguma coisa ainda ficou de antigamente!

- As boas ficaram quase todas, e algumas melhoraram!

A gente tentou namorar um tempo há muitos anos, mas na época eu não tinha muita coisa, recebia pouco, nem carteira eu tinha, ela era super independente e havia recebido uma oportunidade de trabalho que era irrecusável do nosso ponto de vista e eu sem condições de acompanhar ela perguntei se ela queria continuar, tentamos por um tempo e não deu nada certo, acabamos terminando.

Ela estava linda, um vestido lindo, branco de saia pregada, jaquetinha jeans e um sapato de salto que salientava as pernas dela. Ela sempre teve um super corpo lindo, bumbum durinho e empinado, seios redondos e não muito grandes, pele clara, cabelos cacheados, um rosto sempre iluminado com um sorriso e um par de olhos super expressivos.

No caminho fomos conversando, rindo, atualizando das novidades das nossas vidas. Ela me contou dos namoros que teve e um que chegou virar noivado, mas no final os caras sempre acabavam trocando ela por outra, antes ou depois de terminarem e um que acabou trocando ela por outro, com esse ela estava indignada e gargalhava com a história.

- Como é! Você não namorou ninguém desde que terminamos? - Ela ficou surpresa quando eu dei a notícia.

- Serio, até tentei mas estavam mais interessadas na minha situação que em mim. Teve uma que literalmente me disse isso! hahahahah, Dispensei na hora!

- Não brinca?! Serio?

- Seríssimo! Você até conhece ela! A ruiva.

- Aaaaahhhhh! Aquela ali é assim mesmo! E você sabia disso!

- É.... Mas achei que tivesse mudado!

- Mas então, me diz! Como você mudou tanto assim?

- Ah! Passei por umas coisas, com isso acabei mudando muito como eu pensava, fui me aprofundando em estudos, montei empresa pra mim enquanto trabalhava, aí as coisas começaram a ir muito bem que eu não precisava mais de trabalhar para outras pessoas e podia ter pessoas trabalhando pra mim... E aí to aqui!

- Realizou seu sonho né? Mas o que aconteceu?

- Eu fiquei muito doente, internei, por pouco eu não morri! Fiquei um bom tempo no hospital! Aí um tempo depois que eu sai resolvi cuidar ainda mais de mim, para não ter que passar por aquilo de novo! O resultado é esse que você está vendo!

- Nossa, Mr.! Que legal te ver assim! Você merece mesmo! E até mais!

Eu dou um sorriso olhando para ela e começo a sinalizar para estacionar o carro. Era um lugar muito bonito, muito bem frequentado.

- Nossa, que lugar chique!

- Seu rostinho cansado pediu algo especial!

O atendente nos conseguiu uma mesa bem legal, bem próximo de um arranjo de flores que até deixavam a mesa mais reservada, acho que ele pensou que éramos um casal, puxei a cadeira para ela sentar.

Eu pedi um café um salgado, que não me lembro e ela pediu café também e um prato de frutas que estava no cardápio. Ali ficamos por umas boas horas conversando, paguei a conta na saída e ela olhava pra mim com os olhos bem abertos, como quem quisesse dizer

"Quem diria que esse rapaz ia fazer isso um dia!".

Já era noitinha e ventava beeeeem frio, nem a jaquetinha dela estava dando conta, então eu tirei o paletó que eu estava usando e coloquei nos ombros delas e ela me abraçou no caminho até o carro.

Ela falava umas coisas e eu percebi que a voz dela mudou, ela estava chorando, quando percebeu que eu vi virou as costas para mim.

- O que foi? - Eu perguntei.

- Nada, amigo! Nada!

- Até parece que não te conheço! Fala pra mim...

- É que hoje, o babaca do cara que estava comigo um tempo atrás me mandou mensagem, me xingando, dizendo um monte e coisas, hoje fez um mês que a gente terminou, digo, eu terminei com ele pq peguei ele com outra!

- Poxa, que tenso heim! Você bloqueou ele?

- Sim, ele aproveitou que tinha outro número e fez isso, meu dia foi pro espaço...

Eu a abraço e ela fica ali um tempo chorando.

- Amei a conversa, amigo! Eu precisava de café e flores mesmo!

- Eu sabia, vem quero te levar em mais um lugar ainda?

- Onde?

- Um lugar legal!

Fomos parar em um mirante da cidade, lugar lindo, jardins, ótima iluminação, alguns vendedores oferecendo lanches, lembranças e presentes variados!

- Nossa. tá diferente aqui!

- Tá, num é!?

Ela abraça ainda mais forte meu braço e coloca a cabeça no meu ombro. E eu a abraço, fico de costas pra cidade e de frente pra ela, encostado na grade fazendo um cafuné nela.

- Senti sua falta, sabia? - Ela disse com a testa encostada no meu peito.

- Eu também, mas eu torci pra você ficar bem todos os dias!

- Acho que não deu muito certo! Hahahah

- Acho que deu, poderia ter passado por mais coisas piores!

- Nossa, estranho vc dizer isso! Várias vezes eu tinha a impressão que tinha algo pior para acontecer e eu estava me livrando de acontecer comigo!

- Tá vendo? Deu certo!

Ela me abraçou forte e ficou um bom tempo com o rosto no meu peito olhando para uma parte da cidade. Eu dei um beijo na cabeça e retribui o aperto do abraço com outro aperto também.

Em um momento o mirante ficou em silencio, parece que os visitantes tinham ido embora, só ficou ali os seguranças e uns 2 ou 3 casais.

Ela olha pra mim e me vê de olhos fechados, balançando a cabeça como quem escutasse uma música, nesse momento eu sinto os lábio dela tocarem os meus, que num movimento retribui o beijo dela e ali ficamos nos beijando e olhando no fundo dos olhos, como a gente gostava de fazer antes.

- Minha nossa, até seu beijo está melhor! Como pode!

- Estavam te esperando...

Um vento suuuper frio bateu na gente e ela tremeu dos pés à cabeça.

- Quer ir pra casa? - Perguntei ela beijando o pescoço.

- Não quero, o clima lá ta muito ruim!

- Quer ir pra minha?

- Você não se importa?

- Não, não mesmo, vai ser bom te apresentar minha casa!

- Mas... É que... Eu..... Não.... - Ei, relaxa, ta frio, vc não quer ir pra casa agora e não quer nada mais do que está rolando aqui.

- Nossa... Tem certeza?

- Lá você vai ficar mais confortável, fora do frio... vem...

Puxo ela pela mão até o carro. Chegando na minha casa, ela tem outra surpresa, era uma casa mesmo, bonita, arrumada, um clima gostoso, uma fonte de água corrente, aquário, bem espaçosa!

A gente senta no sofá, ela se aninha no meu peito e trocamos mais uns beijos enquanto conversávamos, ela resolveu se abrir e transpareceu que estava em frangalhos por conta de muita coisa que aconteceu.

- Se não tivesse mandado mensagem, acho que eu ia fazer besteira, tomar um ultra porre, sei lá.

- Que bom que veio, o café valeu a pena!

Depois de mais uns minutos de carinhos e amassos ela se levanta e senta no meu colo, com as pernas sobre a parte do sofá que estava vazio, pega uma colcha que estava de enfeite e coloca sobre as pernas torneadas fica encolhida no meu colo e abre uns botões da minha camisa. Ela passava os dedos no meu peito, de um lado para o outro, me beijava e começou a ficar bem intensa.

- Posso te pedir uma coisa?

- Claro...

Ela pega a minha mão e coloca por baixo da colcha, sinto que ela estava sem calcinha e muito molhada e quente.

- Tem certeza? - Preciso de um carinho assim...

Ela vai usando a minha mão e brinca junto, fazendo movimentos circulares com meus dedos nela, ela sente meu pau endurecei mais ainda dentro da calça e pulsar com cada movimento dela. A outra mão dela estava começando a brincar com os seios por cima da blusa também, ela gemia baixinho e fazia questão de fazer bem no meu ouvido, eu vou entrando na onda dela, dando o que ela pediu mas tomando cuidado com ela. Minha mão já estava toda molhada, nossas mãos deslisavam nela como se fossem dois patinadores sobre o gelo, dançando pelos seus lábios, clitóris. Aos poucos vou me aproximando da entrada da vagina dela e começo a colocar um dedo, ela treme no meu colo, e começa a empurrar meu segundo dedo pra dentro dela junto, eu obedeço.

- Ah! Delicia, Mr. Você ta fazendo gostoso, vai...

Ela estava tão excitada que parecia que o biquinho do peito dela ia rasgar a parte de cima do vestido. Ela apertava minha mão com as pernas, mexia o quadril no meu colo, que estava começando a molhar com o gozo dela.

Meus dedos a exploravam cada vez mais fundo e forte, ela suspira fundo e começa a gemer mais alto no meu colo.

- Ai como eu estava precisando disso... que delicia...

Ela num movimento puxa a parte de cima e me mostra seus seios, lindos, redondinhos, durinhos e puxa a minha cabeça para o meio deles. Eu os beijo, vou lambendo cada um deles, chupo os biquinhos. Afundo minha cabeça fundo entre eles, passo a língua neles todo e vou gemendo também com a excitação dela, o que a empolga mais ainda.

Ela me aperta forte, solta uns gritinhos, me abraça e esfrega ainda mais meu rosto em seus seios, me pedindo para mordê-los e colocar meus dedos mais fundo ainda nela.

Ela prende a respiração por um tempo e treme tanto no meu colo que quase pula dele, se não estivesse abraçada em mim teria caído do sofá, gozando bem ali no meu colo, ela ainda insiste que eu não parasse de tocá-la, de chupá-la e depois de um tempo ela segura minha mão e a leva até a boca, chupa meus dedos olhando nos meus olhos e me beija, permitindo que eu sentisse o gosto dela em sua própria boca.

Ela vem para o meu colo e fica de joelhos no sofá, passa a mão na boceta lisinha, pingando gozo e põe na minha boca, passa outra vez e espalha nos seios e me faz chupar eles e enquanto isso, o gozo dela escorria rios pelas pernas, era uma versão dela que eu não conhecia, foi uma maravilha ter conhecido.

- Preciso ser chupada... Vem ela é toda sua, põe essa sua boca gostosa aqui, vai...

Disse pra mim enquanto se deitava no sofá e se masturbava pra mim com as pernas bem abertas.

Lógico que atendi....

quarta-feira, 17 de setembro de 2025

Indo comer a gatinha do andar de cima nesse domingo (14-09-2025)

 

By; Yago

TeContos, me chamo Yago, tenho 32 anos, casado, e quero contar sobre meu encontro com a Gigi, a gatinha que mora aqui no mesmo predio que eu, ela tem 21 anos, mora ainda com os pais, embora ter essa idade, ela nem aparenta ter 21, parece ser mais nova, essa gatinha é uma verdadeira apaixonada por rola e por homem casado.

Nesse domingo a tarde, ela tinha saido e quando voltou seus pais não estavam em casa, tinha saido e demorariam, ela me mandou um zap, querendo saber se tinha como subir ate o ap dela, pois ela queria rola. Como dizer não, por sorte minha esposa tambem tinha saido foi o momento perfeito.

Tomei um banho e subi ate o ap dela que me esperava só de calcinha e sutiã, já começamos a nos beijar assim que ela fechou a parta, abraçando eu já fui agarrando aquela bundinha redondinha pequena, uma delicia, ela foi me guiando para o seu quarto, ela tirou a minha roupa em meios aos beijos, meu pau já estava duro, ela segurou ele e começou uma punheta bem lenta, eu comecei a tirar seu sutiã, depois a virei de costas e fui tirando sua calcinha que estava toda enterradinha na sua bunda, que visão linda.

Ela se vira de frente para mim, se abaixa e abocanha o meu pau – PQP! Parecia uma gata faminta, Ela engolia fazendo barulho e alternava pressão - PQP, fiquei no limite de gozar.

Puxei para um 69, encaixou bem, sua buceta já estava bem molhada, mas eu não resistiria muito, então mudamos para um ppmm. Coloquei meu pau devagar e logo acomoda, ela me abraça com as pernas e me beijou – PQP! Não tem nem como segurar muito, fiquei socando sem freio desde o início, seguro sem muito sucesso até gozar intensamente.

PQP! Quase nocaute técnico, espero alguns instantes e vou ao banheiro, volto e encontro ela de bruços na cama – PQP QUE VISÃO!

Sento-me na cama já acariciando seu corpo, ela vira de frente e continuo beijando, me detenho nos seios – PQP toda vez que vejo acho mais lindos e gostosos. Ela acaricia o meu pau que ainda estava meio desacordado. Ele mal começou a responder e ela o abocanha – PQP!

Fiquei com as pernas bambas e me sentei no meio da cama, ela continua, PQP - oral babado, com pressão, o meu pau já latejava naquela boca - PQP! Ela me olhou, veio montando em mim sentou encaixando meu pau na sua buceta e começou a cavalgar – PQP! Como ela rebolava!

Ela alternava com quicadas, acelerava, diminuía e depois virou fazendo uma invertida – PQP QUE VISÃO! Estava me levando ao limite - ela olha para trás, eu pedi para ela ficar D4.

Ela D4 na beira da cama – PQP QUE VISÃO!

Só encosto o pau, e ele parece ser sugado naquele cuzinho lindo – PQP, ela rebola enquanto eu fico parado só curtindo, mas logo não resisto, seguro ela pela cintura e fico socando, ela começou ao mesmo tempo a se tocar, seu gemidos mais rapidos e altos eu metendo no seu cuzinho, dando tapas na sua bunda deixando ela vermelha, ate dar umas 3 cravadas firmes e gozando bem fundo e gozando forte aos urros.

Ela foi deitando e eu por cima dela, ficamos assim enquanto meu pau amolecia e saia de dentro do seu cuzinho gozado, depois deitei ao seu lado, sem ar e sem alma - totalmente nocauteado. Ficamos aos beijos e voltei a fazer carinho na sua buceta, quentinha e bem meladinha. A fiz gozar em meus dedos enquanto nos beijavamos.

Aos poucos vamos voltando do transe, tinhamos que pararmos, me arrumei e ela, peladinha, foi me levar ate a porta, antes de abri-la ainda ficamos aos beijos, fiquei apertando aquela bundinha gostosa ate perdermos o folego, nos despedimos e desci as escadas ate o meu ap.

Não preciso nem dizer que o repeteco é inevitável.

  • Enviado ao Te Contos por Yago

Contratei um Garoto de Programa para comer minha esposa nessa sexta (31-07-2026)

    By; Alex & Malu Te Contos, me chamo Alex e tenho 35 anos, minha esposa se chama Malu e tem 32 anos. Nosso caso começa bem par...