quinta-feira, 18 de junho de 2026

Primeira Balada Recém Solteira

   

By; Maria Julia

Oi TeContos! Meu nome é Maria Júlia e esse relato aconteceu há mais ou menos 1 mês. 

Tenho 25 anos, pele morena, baixinha cabelo escuro liso até os ombros, seios pequenos e uma bunda bem durinha. Fazia pouco tempo que tinha terminado um relacionamento de cinco anos e, depois de muita insistência das minhas amigas, resolvi sair de casa e ir pra uma balada de música dos anos 2000.

A festa estava ótima, um rapaz tinha chegado em mim mas eu ainda não estava no clima para beijar. Até que estava na fila do bar quando senti um olhar intenso em mim. Virei e vi uma ruiva linda, com cabelos cacheados e volumosos de um vermelho vivo, óculos de armação fina que deixavam ela com um ar inteligente e safada ao mesmo tempo. Seus seios eram grandes, quase saltando para fora do vestido preto bem decotado que marcava cada curva do corpo dela. A cintura fina, os quadris largos… eu não consegui disfarçar o interesse.

Quando peguei minha bebida, ela se aproximou sem rodeios, olhou bem no fundo dos meus olhos e disse:

- Me secou desse jeito e não vai nem perguntar meu nome? 

poxa me desculpa, você pode me chamar de Maju, e o seu nome? 

O meu é Fernanda, muito prazer Maju. Você tá sozinha por aqui?

Não, vim com umas amigas que estão logo ali perto daqueles bancos. 

Então por que você não me dá um beijo antes de voltar pra suas amigas?

Fiquei sem reação. Não pensei duas vezes. Inclinei o rosto e colei minha boca na dela. O beijo foi quente, molhado, delicioso. Senti o gosto de gin na língua dela, e quando sua mão firme segurou minha cintura e me puxou contra o corpo, meus peitos pressionaram contra aqueles peitos grandes e macios dela. Fiquei molhada na hora. Mas me controlei, me despedi e voltei pras minhas amigas com as pernas fracas.

Algum tempo depois, com a bebida já subindo, fui ao banheiro. Abri a porta e lá estava ela de novo, retocando o batom vermelho no espelho. Nossos olhares se cruzaram pelo reflexo e eu, mais solta do que o normal, provoquei:

Você tá me seguindo pra ganhar outro beijo?

Fernanda não respondeu. Virou, segurou meu rosto com as duas mãos e me beijou com muita vontade. Foi um beijo intenso, lento, profundo. Nossas línguas se enroscavam, nossas respirações se misturavam. Sem nem perceber como, estávamos dentro de uma cabine, porta trancada, o som da música abafado lá fora.

Eu estava me sentindo uma safada completa. Virei Fernanda de frente pra parede, levantei aquele vestidinho curto e fiquei sem ar. Que bunda maravilhosa: grande, redonda, empinada, pele clara com algumas sardas leves, e uma calcinha de renda preta linda.

Beijei seu pescoço, sentindo o cheiro dela misturado com um perfume doce. Minha mão desceu devagar pelo corpo dela, cintura, quadril, até chegar entre as coxas. Levantei o vestido e puxei a calcinha pro lado e senti: a bucetinha dela estava molhada, os lábios inchados e escorregadios de tesão. Comecei a massagear o clitóris dela com os dedos, circulando devagar no começo, depois mais firme.

Fernanda rebolou contra minha mão, gemendo baixinho:

Aii… não para…

Fiquei louca. Enfiei dois dedos de uma vez na buceta quente e molhada dela. Ela gemeu mais alto, empinando aquela bunda gostosa contra mim.

Isso… assim… que delícia… me fode desse jeito…

Eu metia os dedos cada vez mais rápido, sentindo sua buceta pulsando em volta deles, o som molhado dos dedos entrando e saindo ecoando na cabine. Fernanda tremia, rebolava, até que gozou forte. O corpo dela inteiro se contraiu, a bucetinha pulsando, contraiu as pernas e espremeu meus dedos enquanto ela soltava um gemido alto, longo e gostoso. Do lado de fora do banheiro, ouvi risadas das outras mulheres.

Ofegante, ela virou pra mim, pegou minha mão e chupou meus dois dedos molhados com o olhar mais safado do mundo, lambendo o próprio gosto enquanto me encarava por cima dos óculos.

Sem dizer uma palavra, Fernanda abriu os botões da minha saia, desceu tudo e puxou minha calcinha pro lado. Eu estava tremendo de tanto tesão e nervosismo, afinal nunca tinha feito isso no banheiro de uma balada, minha calcinha estava toda molhada. Ela enfiou os dedos em mim com habilidade, curvando exatamente onde eu precisava, enquanto a outra mão apertava meus seios por cima do cropped.

Nos beijamos com desejo, enquanto eu rebolava loucamente nos dedos dela.

Que bucetinha gostosa… tão molhada pra mim… 

Disse ela enquanto falava bem perto de mim

Goza pra mim, vai. Quero sentir você gozando nos meus dedos…

Ouvir aquela ruiva maravilhosa falando isso pra mim foi demais. Uma onda quente explodiu na minha barriga, minhas pernas ficaram fracas, e eu gozei forte, apertando os ombros dela com as duas mãos pra não cair. O orgasmo foi intenso, longo, me fazendo tremer inteira enquanto gemia contra a boca dela.

Quando consegui recuperar o fôlego, ainda encostada na parede, sorri envergonhada e excitada:

Que loucura… nunca fiz isso numa balada.

Fernanda lambeu os lábios, com aquele sorriso safado que combinava perfeitamente com os cabelos vermelhos bagunçados e os óculos tortos.

Fico feliz de ter sido a primeira, Maju. 

Nós nos arrumamos rapidinho, saímos da cabine como se nada tivesse acontecido e trocamos um último olhar cúmplice no espelho. Voltei pras minhas amigas ainda com o corpo formigando, a calcinha encharcada e a memória daquela ruiva deliciosa me beijando. 

(Essa fase de recém solteira rendeu boas histórias, talvez eu conte alguma outra me breve) rs

  • Enviado ao Te Contos por Maria Júlia

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