quinta-feira, 8 de setembro de 2022

A primeira vez a gente nunca esquece. Principalmente se for do jeito que a gente sonhou

 

By; Daniela

Oi, me chamo Daniela, tenho 20 anos, acompanho o Te Contos a 3 anos, e quero contar sobre a minha primeira vez.

A primeira vez a gente nunca esquece. Principalmente se for do jeito que a gente sonhou. Eu era virgem, cabaço mesmo, de beijo e tudo mais. Meu nome é Daniela, minha irmã, Patrícia e meu cunhado, Guilherme. Não falarei mais em nomes.

Minha irmã mais velha estava casada há poucos meses e eu achava o meu cunhado um gato. Desses de se perder a cabeça. E o cabaço. Foi isso que acabou acontecendo. Vou contar.

Eu o admirava a ponto de ficar babando quando o via só de sunguinha no clube que frequentávamos. Babava e sonhava. Certo dia, cheguei à casa da Tata — é assim que eu me referia à minha irmã — e entrei, sorrateira, pela porta do fundo. Passava d2 uma hora da tarde de um sábado. Porta encostada, entrei e fui para a sala e imediatamente comecei a ouvir sussurros e gemidos. Minha irmã estava entrando na vara. Meu corpo incendiou. Fiquei na escuta e imaginava a cena que ali poderia estar ocorrendo. No ápice da foda dos dois, corri pro banheiro e bati um siririca. Tive um puta orgasmo. Orgasmo mesmo de fato eu ainda sequer imaginava como fosse.

Desde então fiquei com vontade louca de transar com o meu cunhado. Volta e meia eu melava as pernas antevendo o que poderia ser um sonho de dar pra ele. Não pensava em mais nada. Fazer sexo era uma prioridade; mas eu só sonhava com a parte doce da coisa.

Surgiu uma oportunidade. Lógico que eu ajudei a forçar a situação. Íamos acampar a beira do Tietê, numa estação turística bem próxima a Avanhadava. Um paraíso. Cenário perfeito para os meus intentos. O dia transcorreu normalmente com brincadeiras gerais e algumas atrevidas de minha parte para com ele e sentia que era sutilmente correspondida. Sentia em certos momentos o olhar atrevido e ligeiro dele a despir minha minúscula tanguinha.

Chegou à tardinha, a prainha foi ficando deserta. Acho que só nós é que íamos ficar acampados. Havia três barracas, de tamanho médio, onde ficavam duas ou três pessoas. Minha mãe e minha irmã escolheram ficar na barraca do melhor colchonete. Meu pai, muito calorento, resolveu ficar alojado na van. Esqueceram de nós. Nem fiz questão de chamar a atenção.

Cerca de 2 horas que todos já tinham deitados eu resolvi que precisava usar o “banheiro” (fazer xixi). Demonstrei medo e meu cunhado se propôs a me acompanhar. Nesse momento, já de propósito, eu vestia uma calcinha de cós baixo, e apenas a canga fazendo-se de saia.

O banheiro estava uma lástima. Resolvi ir a céu aberto protegida em parte pela escuridão. Em parte porque havia uma tênue luz prateada de luar — olha o romantismo aflorando. Arriei a calcinha, agachei, sob o olhar indiscreto do cunhadão. Nem liguei, fiz xixi, levantei-me e suspendi a calcinha. Tudo sem pressa. De repente ele, virando um pouco de lado, sacou a rola fora da sunga e começou a urinar. Um jato tão intenso que me lembrou a mangueira lá de casa. Estiquei discretamente o pescoço tentando desvendar melhor aquela misteriosa pica. Encerrou-se a mijada e o jeito foi voltar à rotina. Deitados na barraca e com assuntos esparsos, puxados apenas por mim, ia tentando achar um jeito de fazer as coisas desenrolarem mais a rapido.

Esperei um bom tempo e inventei que precisava ir novamente fazer xixi. Lá fomos nós. Desta vez levou-me pra um lugar mais afastado, sob a proteção de um quiosque. Fiquei surpreendida com o atrevimento, em boa hora, dele. Perguntou-me se queria ajuda. Prontamente respondi que sim. Surpresa! Ele abaixou-se à minha frente, tirou-me a canga e foi abaixando lentamente a minha calcinha e à medida que ia tirando ele ia balbuciando coisas. A calcinha descia, minha xaninha ficava a mostra e eu entrava numa espécie de transe. Não parou aí. Fez com que eu me desfizesse totalmente da calcinha. Fiquei nua da cintura pra baixo, só de blusinha, e a leve friagem da noite me fazia arrepiada; toda arrepiada.

— Mija — disse ele em tom gostoso.

Abaixei e derramei alguns pingos de xixi. Não tava com vontade. Disfarcei e levantei. Fiquei exposta à frente dele.

— Posso te enxugar?

Fiquei atônita e só mexi a cabeça afirmativamente. Ele veio com a mão espalmada e passou dois dedos pela minha bocetinha.

— Ta molhadinha — falou e, abaixando, pegou a ponta da camisa e enxugou a xaninha. Repetiu a operação com os dedos. — Ainda ta molhada — repetiu e instintivamente encostou a cabeça na minha barriga e lambeu minha xota.

Arrepiei mais do que já tava. Senti calafrios de tesão. Deixei tudo acontecer. Levava lambidas cada vez mais vigorosas. Abria, mecanicamente, as pernas e assim ela podia alcançar mais fundo. Comecei a ficar meladinha, e ele sorvia tudo. Quase gozava quando ele se pôs de pé, tirou a sunga e exibiu o pau bem duro pra mim. A cabeça do caralho brilhava a luz da lua, agora já mais intensa. Naveguei em pensamentos e sumi do ar por instantes.

— Posso de pegar no colo?

— Pode — respondi tentando voltar à realidade.

Ele agachou, ficou de joelhos e me puxou pra cima dele.

— De cavalinho — disse.

De cavalinho o montei. Senti a ponta do seu pau me cutucando a bunda. Mantive os pés firmes no chão, pois não sabia onde aquilo ia parar. Delicadamente ele segurou meu frágil corpinho no ar e por baixo, segurando a pica, me pincelavas as partes íntimas. Desde o cuzinho até ao começo da minha buceta. Eu delirava e tremia. E tome arrepios. Então senti a cabeçorra da vara desfolhando minha boceta. Abriu em leque e pos a cabeçana entrada da minha bucetinha virgem. Entrou uns míseros três centímetros, se muito. Achou barreira: meu cabaço ainda intacto. Forçou um pouco e eu dei um gritinho. Ele então calou a minha boca num beijo. Meu primeiro beijo num homem. Forçou a vara e me travou a língua. Depois ficou brincando de me levar e trazer só nesses três centímetros. Pra cima e pra baixo. Foi ficando bom de mais. Melava. Sentia escorrer. Lubrificava a verga, ainda calma.

Quando eu me acostumava com a situação, ele me puxou e num tranco mandou quase ou um pouco mais da metade do pau na minha fendinha. Senti vertigem, parecia estar levando uma navalhada na buceta. A bucetinha queimava em fogo. Era o cabaço rompendo, abrindo o caminho para o paraíso. Desvencilhando-me do rótulo de menina moça. Tava verdadeiramente fodida. Senti o lado cruel da coisa. Mas a sensação de estar nas mãos daquele homem parecia compensar tudo. Era a natureza cumprindo seu papel. O macho dominando a fêmea. O macho quer, a fêmea obedece. Lei da vida. Firmei os pés no chão e senti uma vontade surpreendente de sair dali. De respirar e ver o que estava acontecendo. Escapei; ou quase.

Quando estava quase fora do cacete, senti um novo puxão. Dessa vez, caraca, fui até lá em baixo. O mundo tingiu de vermelho. Era um fio de sangue a escorrer da minha virgindade. Tava feita. Apesar do preço. Que nada, delícia. Deu-me mais umas três ou quatro estocadas e me segurou embaixo. Beijo forte na boca. Aquietou-me, e em segundos senti o jato de porra subindo pelo pau e depois me invadir por dentro. O pau latejava e o jorro vinha. Quente. Uma, duas, três vezes. “Esvaziou-se” pensei.

Deu-me um beijo sôfrego, afrouxou as mãos, deixou-me liberta. Aproveitei e então saltei fora. Queria contabilizar perdas e danos. A boceta ainda doía. Levantei cambaleante e caí ao lado de joelhos. Urinei, agora pra valer. A bunda ficou exposta e então aconteceu o inevitável. Senti as mãos dele me agarrando por trás e antes eu pudesse esboçar qualquer reação levei outra calcada por trás. A rola, dessa vez, entrou mais suave, em termos. Tive um misto de prazer e dor. Mas ainda assim tava bom de mais. Levei uns cinco eternos e preciosos minutos de vara. Gozou, de novo aquele jato quente. Jatos ainda vigorosos. Inundou-me ela segunda vez. Senti prazer, um gozo ligeiro. Foi bom demais.

Ficamos assim juntos, de vara enfiada até o saco, uns quinze minutos, suspirando e admirando a lua prateada. Voltamos e fomos dormir.

Na madrugada avançada, senti as mãos dele me procurando. Foi me ajeitando, colocando me na posição de foda sem saber se eu queria ou não. Claro que Queria. O desejo foi aflorando e eu, meladinha, fui ficando pronta pra outra. E não deu outra. Levei ferro na madrugada; calada pra não fazer escândalo. Agora, fodida lentamente, no calor do tesão. Fui me embalando em desejos até alcançar o clímax. Aprendi o que era gozar. Ai que vontade de gritar. Mas haveria tempo pra isso. E houve tantos.

Hoje eu tenho 20 anos como já disse, e isso me aconteceu com 16 anos, e desde então fodemos sempre, basta surgir uma oportunidade que ele me manda msg e eu vou levar rola.

  • Enviado ao Te Contos por Daniela



 

quarta-feira, 7 de setembro de 2022

Uma foda inesquecivel da epoca de solteira

By; Luana

Sou a Luana, tenho 28 anos, carioca, casada, sou morena clara, cabelos cacheados, tenho cintura fina, bumbum grande, seios medios enfim.

A uns anos atras, solteira, eu entrava muito em salas de bate papo. Numa dessas comecei a conversar com um rapaz de São Paulo que estudava numa faculdade aqui do RJ, e morava numa república com mais 5 amigos. O papo era tranquilo, inteligente, falávamos de trabalho, estudos, enfim, coisas que gostaríamos de fazer...

Até que um dia ele apareceu com uma webcam. Perguntou se eu me importava de ligar a minha (que eu nunca usava) para que pudéssemos ficar mais próximos. rs. Até então, nada de sacanagem. Porém, sempre começa aquele papo, levanta um pouco, da uma voltinha, e tal. Era de madrugada, quase 02hs da manhã, eu com um shortinho muito curto de dormir, todo enterradinho na bunda, e um top disse;

- não posso levantar.

Na verdade eu nunca tinha me exibido na cam, mas achei aquele moreno uma delicia, e fiquei na vontade de instigar... fui fazendo aquele charme. Entao ele muito pediu e eu levantei. Estava sem calcinha, o short em si já era praticamente uma. Dei uma voltinha bem devagar quase parando dando um close no bumbum. Minha barriguinha sequinha e a cinturinha fina o enlouqueceu, segundo ele. E então começamos aquela exibição que me deixou completamente molhada e cheia de vontade de encontrar aquele cara.

Resolvemos nos ver no dia seguinte mesmo. Ele viria me buscar e me levaria a tal república, já que no dia combinado não teria ninguém. Coloquei uma calcinha branca minúscula, um vestido pra facilitar a tirar na hora e fui.

Quando nos encontramos subiu um calor louco. Não trocamos uma palavra, parecia que ja nos conheciamos. Ele me deu um beijo quente, segurando no meu cabelo, pegando na minha cintura encostando aquele corpo gostoso no meu que deu p sentir aquele pau gostoso já a ponto de bala. De mim nem preciso falar.. me sentia melada, a bucetinha piscando, louca p deixar ele escorregar aquela pica na minha buceta.

Então pegamos o onibus rumo a república. Era tipo umonibus intermunicipal, de viagem, poucas pessoas, sentamos la atras, fechamos a cortina e começamos a nos beijar e deixar a mão correr no corpo do outro. Ele nem precisou falar nada pra eu ja ir abaixando pra colocar aquele pau na minha boca. Estava louca, desesperada pra sentir ele dentro de mim, sugar aquele pau, fazer loucuras. Nunca me vi num tesão tão louco. Talvez até por ele ser um estranho, nao deixava de ser né?

Sei que quando ele colocou aquele pau grosso pra fora da calça, eu lembro que olhei, segurei com força, passei a lingua nos lábios e fui lambendo devagar, pra ir sentindo cada centimetro dele.

Ficava louca de sentir a respiração dele ofegante, e fui lambendo devagar, ate as bolas, subia, descia, até que de uma vez eu abocanhei aquele pau gostoso e sugava como uma louca. Eu a essa altura ja estava me sentindo uma puta. Pensei,

“nunca mais vou ver mesmo, que se dane!!!!”

Quando eu percebi que ele poderia gozar, beijei ele na boca com tesão, peguei as mãos dele e fui passando no meu corpo. Se eu estava gemendo alto, ninguem no onibus reclamou, mas eu perdi total noção de tudo. Coloquei a calcinha de lado, deixei ele enfiar dedos na minha buceta quente, chupava os dedos dele pra eu sentir meu gosto, puxava a cabeça dele pra ele sugar meus seios, morder meus biquinhos.. que deliciaa..

Até que chegamos ao nosso destino. Desci do onibus de perna bamba, andamos rápido como loucos pra chegar o mais rapido possivel, porque o que faltava era sentir aquele pau grosso entrando com muita força na minha xota que ja estava pra la de encharcada.

Ao chegar la, era tudo muito simples, colchões, almofadas, confortável com o que tinha, mas so colchões. Assim que entramos, caiu uma tespestade sem igual, relampagos e trovões até que faltou luz. Deliiiiiciaaaaa. Uma vela, sombras, corpo suado, tesão e eu comecei a chupar aquele pau gostoso como se nunca tivesse chupado um pau na vida.

Até que eu comecei a intercalar as chupadas com umas pinceladas daquele pau na minha buceta... o cara tava louco. Urrava de tesão. Até que coloquei ele deitadinho, venda nos olhos, segurei as mãos dele pra cima, e sentei na cara dele, esfregando minha xota naquela lingua deliciosa.... gente que chupada aquele homem dava, contrataria ele todo dia pro resto da minha vida so pra me chupar.

Até que ele nao aguentando mais, me jogou pro lado com muita força, começou a dar na minha cara, me chamando de puta , cachorra, (adorooooo), puxou meu cabelo, arreganhou minhas pernas e meteu aquele caralho duro com tanta força que eu gozei na hora. E cada vez mais ele por cima urrando de tesão, metendo como louco, me apertando me dando tapa, me xingando.... até que eu o empurrei e pedi pra ele olhar uma coisa.

Fiquei de quatro, beeem empinadinha pra ele, enfiando meus dedinhos na xota, me masturbando... ele louco, veio pra cima de mim, segurou meus cabelos, e metia tão gostoso, de uma forma tão louca como eu nunca senti na vida. Era muito tesão. (Estou molhada so de lembrar). Até que ele depois de me deixar inchadinha e com a boceta ardendo, gozou muuuuito na minha cara. Esfregando o pau na minha boca, no meu rosto.... e eu toda melada de porra e absolutamente satisfeita depois de uma foda maravilhosa como aquela.

Voltei pra casa arregaçada, tão gostoso essa foda que foi inesquecivel pra mim.

  • Enviado ao te Contos por Luana

terça-feira, 6 de setembro de 2022

Trepando no elevador na madrugada apos a balada (03-09-2022)

 

By; Helena

Me chamo Helena, tenho 23 anos, sou universitária, sou de São Paulo.

Eu voltava após a balada na madrugada de sabado já, já meio bêbada e feliz, entrei no elevador do meu prédio e quem vejo: meu vizinho, muito gato, um tanto mais velho que eu. Eu usava minissaia jeans, sapatinho baixo tipo daqueles de tecido, bem confortável sabe, e usava também um top curtinho.

Entrei no elevador e quando quase a porta se fechava ele entrou, disse oi e viu que eu estava a rir, cair pelas paredes do elevador e estava meio bêbada. Ele me olhava como querendo fazer alguma coisa e percebí que me comia com os olhos…

Moro no oitavo andar e ele no décimo, ele é um gatinho, mas sempre nunca passou nada além de um oi e sorrisinhos…..

Bem…começou assim…eu caindo pelas paredes do elevador caí por cima dele e ele me segurou e disse;

- é…alguem está feliz!

E eu disse: - mega feliz!

Então ele me segurou e sem querer, mas acho que querendo passou a mão nos meus seios e eu estava excitada e de bicos durinhos. Após ele fazer isso, eu coloquei meus braços em volta do pescoço dele e o beijei, beijo molhadinho longo e ele retribuiu…..Depois disso passei minha mão no pau dele e percebí que estava duro, e eu disse;

- ahhh…eu vou cuidar disso.

Tirei o pau da calça dele abrindo o zíper abaixando as calças e a cueca dele. Nossa…era grande e grosso, estava uma tora de duro, pisquei o olho pra ele, dei cuspidinhas e abocanhei a chupar com vontade. Passava minha língua de cima abaixo no pau dele e as bolas do saco dele coloquei na minha boca.

Depois levantei meu top e não usava soutien naquela noite porque marcaria o top e peguei na mão dele e coloquei nos meus seios e disse pra chupar. Ele passou a mão em cada um dos meus seios, depois a lingua dele e pedí para dar mordiscadas de leve nos biquinhos dos meus seios, sem machucar…..Eu estava super excitada e com minha bucetinha molhadinha querendo aquele pau dentro de mim, mau eu podia aguentar…

Levantei minha saia e abaixei minha calcinha, passei o dedinho no meu grelo e coloquei no nariz dele para ele sentir o cheirinho da minha bucetinha e com as mãos na cabeça dele fui abaixando ele até ficar com o rosto na minha bucetinha. Eu encostada na parede do elevador de saia levantada e top também levantado ele abaixado se colocou a chupar minha bucetinha ja bem molhadinha e cheia de tesão, querendo dar para ele….Pedí que ele colocasse o dedinho dele e rodasse dentro da minha bucetinha……quase me levou ao delírio, mas o melhor estava por vir…

Ele se levanta e coloca aquele pau grosso e grande que parecia estar sem mais aguentar e enfiou, foi metendo na minha bucetinha, me levando ao delírio, enquanto ele dava estocadas na minha bucetinha e eu gemia e com gritinhos, ele chupava meus seios, de biquinhos durinhos e também ele beijava minha boca lingua com lingua e beijava meu pescoço…Antes de terminar eu falei no ouvido dele:

- voce quer meu cuzinho???

Então de uma hora para outra ele me vira, eu fico de 4 com as mãos apaoiadas no elevador e ele deu tapinhas na minha bundinha e eu disse;

- ai ai ai……..mete mete mete

Ele meteu e dava estocadas com força e eu gemia alto, com medo com que outros vizinhos e vizinhas pudessem escutar, mas eram mais de 4 horas da manhã, de sexta-feira para sábado, tudo estava quieto e ao mesmo tempo eu parecia não me importar com o que outros pudessem ouvir e ver, nem muito menos a câmera do elevador pudesse gravar tudo…..eu gemia alto e gritava para ele parar e dizia que estava doendo, mas ele parecia querer mais e apesar de dizer para parar eu queria que ele metesse mais fundo e com mais força, me levasse ao delírio…

Quando ele estava para gozar e ele tirou o pau dele do meu cuzinho, me puxou pelos meus cabelos me virando, e enfiou tudo na minha boca até a garganta sentir o pau dele e eu chupava e chupava e quando ele gozou, foi porra na minha lingua, que é grande, e nos meus seios, e no meu rosto e cabelo, depois eu passava o dedinho para engolir até a ultima gota e estava sorrindo de felicidade.

Eu estava a me rolar pelas paredes do elevador parado no meu andar, 1 hora dentro daquele elevador e ainda bem que pela hora ninguem entrou…..Beijei ele, e disse no ouvido dele:

- Me liga

Digitei meu numero no celular dele, peguei minha calcinha, abrí a porta, dei mais um beijinho nele e saí do elevador.

Fui dormir no meu apê, mega mega mega feliz, nem aguentei ir tomar banho antes, a porra escorrendo e eu meladinha após passar o dedinho e chupar e engolir o que eu podia, deixei para tomar bano depois que acordasse e caí daquele jeito com aquela roupa na cama…acho que se ele tivesse por alí na minha cama ainda poderia se aproveitar de mim ainda mais e eu mal me lembraria depois, mas adoraria…

  • Enviado ao Te Contos por Helena

Comida no shopping (set-2022)

 

By. Mayra

Me chamo Mayra, sou de uma cidade na região sul do pais, vou contar o que me aconteceu a pouco dias atras.

Era um dia frio, sai de com vestido de lã, meia calça e bota, cabelo preso e cachecol… precisava fazer compras no centro da cidade, mesmo com preguiça e com muito frio eu fui, afinal eu tinha que ir.

Logo cedo já estava andando pela avenida principal, ainda com pouco movimento de pessoas, bem tranquilo… toca meu celular, era um amigo da faculdade dizendo que queria me ver, me chamou pra comer alguma coisa, combinamos um horário e fiquei esperando entrando em uma loja ou outra.

Nos damos muito bem, sempre conversamos sobre vários assuntos, inclusive sexo, fantasias, desejos e vontades.

Fiquei imaginando como seria o encontro, tava ansiosa, eu sempre estava afim sair com ele, tive medo e quase não o esperei… mas a vontade era maior, então fiquei.

Ele chegou e me deu um beijo no rosto e um abraço bem forte, me apertando contra seu corpo, perguntou como eu estava e fomos andando até uma galeria de lojas, com vários andares.

No caminho eu fui imaginando se poderia acontecer alguma coisa ali, mas depois pensei que era bobagem, que jamais aconteceria, ainda mais onde a gente estava.

Entramos na galeria e subimos no primeiro andar, tinha duas lojas abertas, varias fechadas, um lugar estranho, escuro, senti medo e quis sair dali, mas ele me puxou pelo braço e me beijou loucamente, ali mesmo. Estremeci e ele foi me puxando pra um canto da galeria onde ninguém nos via, me beijou mais uma vez, me apertando e senti seu pau endurecer…. ele estava com uma calça tipo de jogador de futebol, bem molinha, senti mais duro ainda e imaginei que dali eu não saia mais.

Eu já estava com muito tesão, coração acelerado, ele passando as mãos no meu corpo todo, enfiou a mão debaixo do meu vestido e abaixou a meia, colocou minha calcinha de lado, sentiu minha xoxota molhada e quente, ficou passando os dedos e ao mesmo tempo me falando besteira no ouvido, fui ficando mais louca ainda, enfiou 2 dedos na minha xota e começou a mexer com força, tava enlouquecida de tanto tesão e queria aquele pau duro que eu sentia na minha mão dentro de mim…

Ele me abaixou, tirou o pau pra fora e enfiou na minha boca, pedindo pra eu engolir ele inteiro, ajoelhada no chão eu chupei o pau dele como se não existisse outro no mundo, um pau grande, grosso e saboroso… chupei muito até ele me puxar, me virar de costas e enfiar ele na minha xoxota, melecada e cheia de tesão.

Começou a bombar devagar e foi aumentando, eu gemia baixinho pras pessoas das lojas não ouvirem, enquanto ele bombava, segurava com força na minha bunda, me dando tapas, apertões, me chamando de gostosa, dizia que não aguentava mais de vontade de me comer e ia descontar aquele desejo todo por mim naquela foda…

Eu tava louca de tanto tesão e gozei muito rápido, ele continuou metendo com força até dar vontade de gozar e perguntou se podia ser na minha boca… eu deixei, tirou o pau da minha buceta eu virei pra ele de joelhos no chão e ele melecou toda minha boca… encostou na parede com o pau na mão e disse…. loira, como você é gostosa….

Transamos novamente a noite, e foi muito gostoso.

  • Enviado ao Te Contos por Mayra

Contratei um Garoto de Programa para comer minha esposa nessa sexta (31-07-2026)

    By; Alex & Malu Te Contos, me chamo Alex e tenho 35 anos, minha esposa se chama Malu e tem 32 anos. Nosso caso começa bem par...