sábado, 7 de fevereiro de 2026

Quarta feira tive uma transa deliciosa com o colega coroa do trabalho, (04-02-2026)

  

By; Adriana

Oi TC, me chamo Adriana, tenho 24 anos e sou casada. Nunca fui uma devassa, fui criada em condições rígidas, enfurnada três vezes por semana na igreja, aliás, cheguei até a trabalhar no que chamamos de “ministério”, mas sempre me sentia incompleta e infeliz. Estava um pouco desgostosa com o meu namoro (que já dura 2 anos) e resolvi arriscar.

Meu namorado é muito bom na cama, sabe como me deixar louca, mas inda falta um pouco mais tempero no relacionamento eu estava perdendo vontade de ter relações com a simplicidade dele. Sempre fui de gostar de coisas audaciosas e diferentes, e quando isso acontecia sempre era eu que iniciava; queria ser surpreendida, mas isso nunca aconteceu.

O fato que vou relatar aqui aconteceu quarta feira passada.

Tenho um amigo no trabalho, ele se chama Edu, que sempre ficando dando em cima de mim, ate de forma direta, mas sempre quando estamos só nós. Sempre tive quedas por homens maduros, intelectuais, com charme e cabelos grisalhos. E ele tinha tudo isso que só aumentava a minha libido.

Não sou uma modelo perfeita de beleza, mas arranco muitos suspiros por onde passo. Tenho 24 anos, loira natural, com cabelos longos e bem tratados, 1,67, olhos cor de mel, 55 Kg, bem distribuídos e cultivados pela academia, pele lisa e macia e meu forte: um belo par de pernas, que quando quero levantar minha estima e só desfilar com elas amostras por ai. Meu namorado diz que tenho peitinhos deliciosos, e bundinha roliça, apesar de não concordar......

Resolvi aceitar o convite do Edu para ir ate sua casa tomar um vinho, comer algo, eu sabia que o que ele queria comer era eu e eu queria ser comido por ele, então decidi que minha primeira traição deveria ser planejada em todos os aspectos...

Disse para meu namorado que iria fazer uma viagem de um dia com uma amiga para acompanhar ela e ajuda-la, fui ao cabeleireiro, comprei roupas novas e sensuais. Comprei um vestido azul, discreto, mas levemente transparente, bem curtinho e com um generoso decote na frente, uma calcinha minúscula branca de renda e um par de sandálias de salto alto, o que daria para arrancar vários olhares pelo meu objeto de desejo. Troquei de carro com minha amiga, afinal não queria ser descoberta (tenho uma boa condição financeira, carro importado e como minha cidade é um pouco pequena e muita gente conhecida, poderia ser facilmente reconhecida de dedada ao meu namorado).

Fui em direção à casa do Eduardo.

Chegando na frente de seu prédio, estacionei, pensei na loucura, mas vi que já era tarde demais, o que também já estava molhada de tesão só de pensar no que eu estava aprontando. Pedi ao porteiro para interfonar, e dizer que a Adriana ” estava pedindo para subir. Subi ao andar indicado do seu apartamento, meu coração disparava, não sabia o que dizer, ou o que falar, nunca tinha feito isso antes, me sentia uma puta, estava trêmula, gelada, mas mesmo assim fui em frente e toquei a campainha. Ele atendeu e me convidou a entrar, sentar, me ofereceu um vinho. Eu apenas respondi sim com a cabeça, sem ter coragem de expressar uma palavra. Ele percebeu meu incomodo e tentou me relaxar, conversamos sobre o trabalho, sobre filmes, livros. Aos poucos fui me descontraindo e me abrindo na conversa. Ele pediu licença a foi até o som, perguntou que estilo musical eu gostava e foi à cozinha pegar mais bebida quando resolvi atacar... Já passava das 12:30hs, e se eu ia dar continuação nos meus planos deveria começar logo....

Levantei-me, apaguei a luz e esperei seu retorno. Ao chegar, ele se aproximou e me chamou para uma dança, o clima estava romântico, nos abraçamos e dançamos coladinhos por alguns instantes, o cheiro de seu perfume, o toque de suas mãos, a suavidade nos gestos foi me excitando cada vez mais deixando o clima de sedução no ar... Aos poucos ele foi me tocando, me acariciando, e eu pedindo mentalmente cada vez mais pelo seu corpo, deixava propositalmente a alça do meu vestido cair, tentava aproximar cada vez mais meu corpo junto ao seu, estava completamente dopada pela situação até que começamos a nos beijar, saboreando nossos lábios, ele foi tirando levemente o vestido em meio as carícias e beijos deliciosos que trocamos mutuamente, deixando meu vestidinho cair completamente, me deixando apenas com uma minúscula calcinha, toda enfiadinha que deixava meu bumbum mais redondo e levantado, o que também chamou atenção de Edu, que prontamente começou a alisar, apertar e apalpá-lo junto ao seu corpo deixando minha xaninha cada vez mais molhada e quente.

Ele desceu, olhou para meus seios durinhos e empinadinhos, ficou ali admirando até que caiu de boca, me levando a loucura, tendo meu primeiro orgasmo. Pedia, mais, queria ser dominada por ele... Como ainda faltava uma peça de minha roupa ele me pegou no colo em meio a beijos e carícias e me levou a seu quarto. Disse minhas condições, que não queria anal, nem sexo sem camisinha o que Edu educadamente atendeu enquanto me deitava em sua cama, dando milhões de beijos, me acariciando, lambendo, tirando minha calcinha com os dentes, beijando minhas coxas, mergulhando na minha buceta cheirosa, molhada, passava a língua no grelinho, enfiava lá dentro bebendo meu suco e fazendo-me gemer de tesão... Fez algo que eu nunca tinha tido antes: ele segurou minha bundinha para dar apoio, colocou sua boca inteira dentro da minha buceta e começou a suga-la com tanto ímpeto que fiquei louca!!!!!

Edu queria mais, devagar foi descendo e tocando com a língua no meu cuzinho (dizendo que não ia passar disso) que também lambeu e chupou bastante enquanto enfiava 1, 2, dedinhos em minha bucetinha ensopada, o que me fez gozar novamente.

Resolvi retribuir o desejo e prazer que deliciosamente ganhei e fui tirando sua roupa, chegando no seu pau e fazendo um dos melhores boquetes que já fiz em toda minha vida, chupava fazendo movimentos circulares com a cabeça, passava a língua na cabeça de seu membro, fazia ele delirar de tesão, enfiando aquele mastro grosso e forte o máximo que conseguia na minha boca, fazendo um vai e vem gostoso, deixando no ponto.

Suavemente ele voltou a me beijar, colocou uma camisinha e começou brincar com a portinha de minha buceta, fingindo colocar e tirava como quem fazia onda para iniciar a penetração deixando-me novamente a ponto de bala até que eu, mais doida ainda, fiz um movimento pra trás de uma vez só, engolindo todinho seu cacete. Enfiei sem dó minha buceta com tudo naquele mastro chamativo. Me movimentava com força, sentindo todo ele dentro de mim, enquanto apertava sua bunda. Edu enfiava seu pau na minha buceta e acariciava meu cuzinho o que me fazia tremer de tesão. Ia metendo com força e já sentia o gozo se aproximando, pois o tesão era demais, quando ele começou a ter espasmos, atingindo juntos um orgasmo alucinante.

Após a gozada, ficamos na cama por alguns instantes, só nos acariciando, sem nada falar. Ainda estava com muita vontade, o que novamente insinuei. Ele saiu por alguns instantes voltando com champagne e morangos com chantily para continuarmos nossa festa. Ele espalhou os morangos o chantily em meu corpo, e com a boca começou a come-los um por um, em meio a novas carícias e lambidas para tirar todo o doce de meu corpo... Aquilo foi me esquentando, e junto com o champagne me deixou nas alturas até que recomeçamos a nos apalpar e lambermos mutuamente.

Ele novamente colocou uma camisinha, e começou a penetrar minha buceta agora comigo de quatro. Fui às nuvens, pedindo para ele meter com força e bem forte, o que atendeu com inúmeras estocadas, sentindo seus pelinhos em minha pele. Senti minhas pernas estremecerem em meio ao tesão que se acumulava. Ele sussurrou em meu ouvido que não estava aguentando mais e que iria gozar a qualquer momento, o que aconteceu em poucos segundos. Gozou tanto que pude sentir o quão quente estava seu líquido dentro da camisinha.

Edu foi ao banheiro se limpar, voltou, colocou-me de pé na parede, disse que iria retribuir a melhor foda da vida dele e começou a chupar-me, lambia minha nuca, beijava o meu corpo todo desnudo misturando com o gosto de champagne, continuamos nos acariciando, ele me beijava e enfiava sua língua na minha boca, me virou de costas, senti seu membro endurecendo de novo e meteu o pau no meio das minhas pernas, me agarrou firme pela cintura penetrou novamente e começou um vai e vem delicioso, eu suava por todo o corpo sentindo-o com uma mão nos meus seios e a outra segurando seu pau firmemente na entrada da minha buceta. Minhas pernas já estavam estremecidas, de ficar na ponta dos pés naquela posição, tentei agachar, mas ele me segurou pela cintura e disse que eu iria gozar daquele jeito.

Ele sentindo minha vibração recomeçou um entra e sai bem gostoso, fazia movimentos circulares dentro de meu paraíso, eu quase morria de tesão quando ele tirava aquele mastro grosso até a pontinha, parando antes de sair a cabeça e voltava lentamente a rechear a minha xaninha que já escorria o tesão pelas pernas. Eu gemia gostoso mordiscava seus lábios e comecei a gozar feito uma louca e depois que terminei ele começou a gozar também....

Deitamos na cama para descansarmos um pouco e acabamos adormecendo... já era quase 8:00hs, quando acordamos, me vesti fui, chupei seu pau para tomar seu leitinho de café da manha e depois fui para casa da minha amiga, trocar de carro, contar rapidinho a ela algumas coisas e depois vim pra casa tomar um delicioso banho na banheira, com sais relaxantes, enquanto pensava na loucura que havia cometido naquela noite.

  • Enviado ao Te Contos por Adriana

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Indo transar com a minha putinha do trabalho em sua casa ontem (05-02-2026)

  

By; Daniel

Ola te contos, me chamo Daniel, tenho 38 anos, sou casado, mais mantenho um relacionamento a quase 1 ano com uma garota de 26 anos, que conheci no trabalho.

Ontem quando cheguei em sua casa, após o trabalho e ficamos namorando na sala, então para não perder mais tempo eu fui tomar um banho e quando saio do banheiro ela me aguardava deitada de bruços na cama com aquela raba empinadinha. Que linda visão!

Deito ao seu lado voltamos a nos beijar... com o clima já bem quente, resolvo que vou chupa-la uma fração de momento antes dela própria se oferecer para fazer o mesmo em mim. Ela se vira com aquele sorrisinho convidativo do tipo “be my guest”. Hmmmmmmmm...

Vou explorando toda aquela buceta fechadinha e cheirosa bem devagar, com a paciência e dedicação que um monumento como ela merece. Vou acelerando e aumentando a pressão com a língua paulatinamente... E do nada, acontece! Ela começa a se contorcer, tem espasmos, geme e geme! Do jeitinho que eu gosto! Como não amar aquele momento tão sublime?!

- “... eu...vou gozar!”

Há! Reduzo o ritmo aguardando algum sinal que indicasse que era para eu parar (afinal, tem meninas que ficam muito sensíveis após um orgasmo, e aí tem que aguardar para que a gata se recupere, claro). Mas esse sinal corporal e/ou verbal, nunca veio, então continuei aumentando a pressão e ritmo, novamente! O corpo dela volta a ficar totalmente eletrificado... de novo e de novo! Não sei quanto tempo me entretive alí... mas ela curtiu cada segundo!

Em algum momento, já com a mandíbula ficando dormente, fui reduzindo o nível gradativamente, até parar... ela, mal conseguia abrir os olhos. Dou beijinhos em suas coxas e para variar, fico alí deitado ao lado dela, apenas admirando aquela obra de arte, até que a alma voltasse àquele corpo delicioso.

Recuperada, a gata parte para ofensiva, e engole o meu pau com todo o capricho! Oral impecável. Mas com o tesão absurdo que eu já estava da chupada épica que aquela bucetinha me proporcionou, meu pau já latejava horrores, e não podia dar esse tiro naquele momento.

Então ela diz; - “Se deixar, fico aqui direto…

- ” Eu tenho certeza que sim!

Mas precisava sentir o meu pau no meio dessas pernas tão perfeitamente torneadas o mais rápido o possível... Começamos com um delicioso papai mamãe. Essa é uma posição segura pra mim. Me ajuda a controlar a empolgação do meu pau, embora eu também curta gozar nessa posição. Dalí, já usando a flexibilidade dela, botando uma e, depois, as duas pernas sobre meus ombros, o que é ótimo para penetrar mais fundo. Mais uma vez aqueles espasmos... só que agora, por dentro, massageando meu pau!

Já com as rédeas do meu próprio corpo tomadas, sinto que posso brincar em qualquer posição. Agora, meu orgasmo ia vir na hora que eu quisesse (as vezes kakak). Então é só aproveitar.

A coloquei de quatro, para curtir aquela paisagem, dava pra ver cada ressalto da musculatura de suas costas, em proporções harmônicas, perfeitas.

Pra finalizar de maneira apoteótica, depois de martelar deliciosamente a bucetinha dela de quatro até minha alma quase escapulir pela boca, vou a deitando de bruços, sem tirar a pica pra gozar cheirando aquela nuca cheirosa!

E a sua reação foi linda! Como estivesse se guardando pra gozar uma última vez comigo. Que entrega absurda! Sua buceta ficou tão cheia que escorria o gozo dela. Deitei ao seu lado e ela rapidamente foi ate o meu pau e ficou chupando ele ate ficar limpinho.

Dali deitou quase que sobre mim, e ficamos namorando ate a hora d’eu ter que ir tomar um banho e voltar pra casa.

Essa putinha tá me deixando cada dia mais louco de tesão por ela.

  • Enviado ao Te Contos por Daniel

Foi uma viagem incrivel, inesquecivel e cheia de putaria. (dez-2025)

  

By; Celina

Meu nome é Celina, tenho 29 anos, tenho 1,76m 69kg, loira, olhos verdes, seios médios e firmes, corpo muito bem cuidado, estou separa há 8 meses, depois de um casamento que durou 5 anos e alguns meses. Deste casamento eu saí com uma ótima situação financeira, e sem filhos, meu marido um homem bem mais velho que eu, no inicio mostrou-se um grande marido, com o passar do tempo foi se mostrando possessivo e ciumento a ponto de termos que romper com tudo.

Apesar de continuar uma mulher muito bonita e sensual, eu ainda não me adaptei a vida de liberdade que herdei com a separação, não quis arranjar nenhum homem, pelo menos por enquanto, estou querendo mesmo é curtir a minha liberdade, principalmente agora que tenho dinheiro. Tenho saído, me divertido, teatro, cinema, uma viagem de vez em quando, mas no que diz respeito a sexo até agora nada.

Como moro no Rio de Janeiro e por aqui diversão não é problema, eu até que não tenho perdido muito tempo, comprei através da net, um belo vibrador, e com ele tenho me divertido bastante, é claro que acostumada a algo normal, isto logo se tornou uma coisa sem graça, fria, e estava pensando justamente fazer uma viagem e arranjar alguém do meu gosto para uma boa transa sem compromisso.

Cheguei ao meu apartamento e o telefone tocava, corri para atender, e era minha amiga Ruth, muito amiga, casada também muito bonita, seu marido é um jovem muito bonito também, e muito rico, esta me convidava para sair com eles aquela noite, tinham uma proposta para me fazer e não queriam tratar por telefone, aceitei e as 20:30s eles chegaram para me apanhar. Fomos a um restaurante e durante o jantar, eles me convidaram a viajar com eles a Porto Alegre, Mauricio pois este é o nome dele, tinha alguns negócios a resolver naquela cidade, e como Ruth insistira para ir junto, queriam que eu fosse para que ela não ficasse sozinha quando este tivesse que resolver seus problemas. Não pensei muito e aceitei.

Voamos até POA, ficamos hospedados num apartamento no centro da cidade, bem na rua da praia. Durante o primeiro dia não aconteceu nada digno de nota, eu e a Ruth saímos fomos a um shopping, fizemos algumas compras, passeamos um pouco pela cidade e fomos dormir até cedo, no outro dia era sábado, acordamos com frio, chovia, uma chuva fina que durou todo dia. Mauricio após o almoço teve que sair, mas prometeu que iríamos a um lugar especial logo mais à noite. Quando voltou nos explicou com alguns detalhes, o lugar aonde iríamos, pude entender que era um bar, destinado a encontros de casais, ou seja um lugar onde se pode paquerar a vontade, segundo ele ninguém obriga ninguém a fazer nada caso este não queira.

Não me senti ofendida com a proposta, já que iria com um casal de amigos, pois éramos amigos há muito tempo, à noite nos produzimos e saímos, indo direto para o tal loca. Era um lugar discreto, pelo jeito muito bem frequentado, vimos vários casais de ótima aparecia, carros de alta linha, pelo jeito o Mauricio já estivera lá antes, pois foi muito bem recebido e fomos levados para uma mesa.

Ninguém quis jantar, pedimos bebidas e começamos a conversar, logo o ambiente foi ficando cheio, não só casais, mas muitos homens sozinhos, ou em pequenos grupos, o ambiente realmente muito alegre, notei vários homens me olhando com alguma insistência, mas não dei mole pra ninguém, Mauricio então nos explicou, que próximo da meia noite iríamos para outro ambiente, e eu comecei a entender do que se tratava, mais uma vez não me mostrei alarmada. 23:30s ele chamou um garçom, falou em particular com o mesmo, este se afastou voltando logo em seguida, entregou algo ao Mauricio e se afastou novamente, Mauricio então nos informou que iríamos para o outro lado, nos levantamos e seguimos por um caminho por onde eu já notara vários casais seguindo, passamos por uma estreita porta aveludada e vermelha, após Mauricio entregar algo ao rapaz que ali se encontrava, entramos num ambiente, com uma iluminação especial, que de entrada deixa a vista um tanto embaraçada, mas logo depois tudo normal.

Já havia ali uns 20 casais, além de muitos homens sozinhos, até ai só o que mudara fora à iluminação, os casais conversavam alegremente como em um bar normal. Mais casais foram chegando, e logo o ambiente estava cheio, de repente uma cortina se abre, e aparece um homem de meia idade no terno muito esquisito, e começa a falar em um microfone anunciando o inicio de um show. Como havia muita gente agora no salão, ficamos muito próximos uns dos outros, Mauricio estava abraçado a sua mulher, eu do lado dela, e ao meu lado um jovem sozinho.

Surgiu uma garota muito bonita de corpo, quase nua, usava apenas um tapa sexo, tinha os seios fartos e firmes, coxas lindas e bunda de tirar o fôlego dos homens, é claro, ouviu-se aplausos e assovios, logo em seguida entra um homem negro, muito alto e forte, deita-se no pequeno palco e alguém retira o tapa sexo da garota e a leva em direção a ele, quando olhei novamente para o homem, este agora nu, com um pau descomunal apontando para o teto, assim que a garota se aproximou, passou uma perna sobre ele, e de frente para todos foi arriando o corpo como se dançasse, uma outra guiou a enorme pica para a entrada da sua buceta, e ela foi sentando e engolindo aquilo tudo, quando estava tudo dentro, começou uma louca e animada cavalgada, eu senti um frio na espinha, e uma coceirinha na buceta, notei o olhar sacana do Mauricio para mim, fingi não notar nada, precisava mostrar que estava normal. Era realmente lindo o que faziam no palco, uma garota ao lado com uma lanterna especial, jogava o fecho de luz direto na buceta da moça, podíamos ver claramente o enorme pau entrar e sair, brilhando, a garota tinha a buceta bem depilada, dava pra ver até os pequenos lábios grudados no pau quando este saia justo da gruta dela.

Olhei para meus amigos, e vi que a mão do Mauricio sumira dentro da blusa da Ruth, aquela situação começava a me incomodar, porque tinham me levado a um lugar assim, sozinha, os dois continuavam trepando, e agora já se ouviam os gemidos da mulher, ela parecia estar gostando muito do que fazia, depois de uma longa foda, seus gemidos foram se transformando em pequenos gritos, e ou ela fingia muito bem, ou deu uma senhora gozada, após isto ela se despediu do publico, foi muito aplaudida, e o mestre de cerimônias mais uma vez fez uso da palavra, anunciando que agora seria apresentada a vedete da casa.

Fiquei alerta para mais uma trepada, mas em vez disto, começou a tocar uma musica muito sensual, e uma grande cortina começou a se mover, olhei para lá e de repente surgiu uma imensa, enorme cama toda forrada de vermelho.

Ai o Maurício se virou e começou a me dizer o que aconteceria daí para frente, agora liberara geral, ali se fazia de tudo quando quisesse e onde quisesse, tanto que quando olhei ao meu lado, o jovem antes sozinho agora tinha uma garota com seu pau na boca, olhei para o seu rosto e senti muito tesão ao ver sua expressão de prazer, logo alguns casais começaram a se dirigir para a grande cama, em segundos havia mais de 10 casais se chupando, trepando, e muitos em volta assistindo.

Meus amigos perguntaram se gostaria de me aproximar, e eu concordei, com as pernas tremulas, mas tentando demonstrar uma calma que estava longe de sentir fomos até lá, nossa dava para sentir o cheiro de sexo no ar, alguns homens faziam questão de olhar bem nos olhos de que assistia enquanto davam estocadas nas companheiras, em pouco tempo a cama estava lotada, em me distraí olhando dois jovens transando, pois de onde estava eu podia ver o belo pau do rapaz penetrar sua jovem parceira, quando olhei meus amigos, vi Ruth de joelhos à frente do marido com seu pau na boca, Mauricio fingindo me proteger de algum homem, me puxou para junto de si e me abraçou muito forte, eu ouvia seus fracos gemidos bem próximos da minha orelha, olhei mais uma vez Ruth tentava engolir o maximo que podia do pau do marido. Minha cabeça estava a mil, minha buceta pegando fogo, eu não sabia o que fazer, nunca estivera num ambiente desses.

Olhei novamente para a cama e dei de cara com uma coroa loira, esta estava gozando na boca do parceiro, a mulher revirava os olhos e gemia muito alto, achei que iria começar a chorar ou a gritar, procurei me controlar. Mauricio ajudou sua mulher a se levantar e me convidaram a voltar ao salão, lá o clima não era diferente, muitos casais trepavam nas mesas no chão, por todo lado havia alguém gemendo, que loucura.

Mauricio disse então para nós duas;

- queridas, vamos dar uma também, não somos de ferro, quer ir junto conosco perguntou;

- claro, ou acha que vou ficar aqui sozinha, aonde vamos afinal.

- Venha

Convidou ele, e os segui, ele chegou diante de uma porta, tirou do bolso uma chave e a abriu, fiquei um pouco aliviada, pelo menos seria mais reservado, ai eu toparia qualquer coisa, mesmo que a razão dissesse não o tesão era mais forte e falava bem mais alto a estas alturas, eu estava quase gozando só em caminhar alguns metros.

Quando entramos no tal quarto, mais uma surpresa, olhei para fora e o troço era transparente, eu via as pessoas do outro lado, Ruth não perdeu tempo começando logo a se despir, que lindo corpo, se atirou na cama e Mauricio também já nu, caiu de boca em sua buceta, ela não gemia, urrava, olhei para fora e vi vários homens e casais grudados no vidro, enquanto chupava sua mulher Mauricio levou a mão a minha coxa, eu não tinha mais condições de dizer ou ter qualquer tipo de reação, ele foi subindo e logo chegou a minha molhada calcinha.

Olhei novamente a platéia e vários homens se masturbavam, entrei no clima de vez, fiquei de pé e comecei a me livrar do vestido, ficando só de calcinha sentei-me novamente, Maurício largou sua mulher, e sem perguntar nada colocou a cabeça entre minhas coxas começando a passar a língua na minha buceta por cima da calcinha, quase gozei. Ele mesmo retirou a pequena peça, e quando senti sua língua entre os lábios da buceta, alguns toques em meu clitóris, gozei como uma puta.

Eles tinham muita experiência, após gozar em sua boca, senti as mãos de Ruth me empurrando em direção a cama, submissa deitei de costas, ela me abriu as pernas, vi Mauricio se ajeitando entre elas, senti a cabeça do pau entre os lábios da buceta, logo o senti entrando em mim, muito bem lubrificada eu fui engolindo seu pau, tentava suga-lo pra dentro de mim, Mauricio me fodeu com violência, enquanto Ruth brincava com meus seios,

Depois começou a nos chupar, isto é chupava minha buceta o pau do marido junto. Dei mais uma senhora gozada, esquecendo a platéia, depois foi a vez da Ruth e enquanto o marido a comia eu chupava os dois.

Quando saímos dali eu era outra mulher, não me senti nem um pouco constrangida com os olhares daqueles que tinham assistido a nossa performance, até dei uma olhada para dentro para ver se tinham visto tudo mesmo, viram sim, pude ver até a mancha que deixamos nos lençóis. Voltamos para a mesa e ai me perguntaram que estava achando, eu respondi que estava maravilhada, e que queria ver muito mais. Mauricio me disse então, que eu podia ter o que quisesse, podia pedir e ele arranjaria, foi ai que me veio à idéia, já que chegara até ali, porque não ir até o fim.

- Tudo mesmo perguntei de repente

- tudo respondeu ele, - tudo que existe aqui é claro, arrematou.

- Muito bem, pois então eu quero dar para aquele cara do show, ali no quarto de onde saímos

- você tem certeza disto, se apavorou a Ruth, você observou bem o tamanho do cara

- sim tenho certeza.

Mauricio não disse mais nada, saiu e em seguida voltou com o cara, este se sentou fomos apresentados e ele mostrou ser o mais profissional possível, sem piadas, eu não queria pensar muito, pois corria perigo de desistir, convidei-o para irmos logo para o tal quarto de vidro, é lógico que meus amigos quiseram ir juntos, quando nos levantamos e nos encaminhávamos para a suíte, um movimento se fez no salão, todos que estavam sentados correram procurando o melhor lugar para assistir nossa foda.

O rapaz era um negro muito bonito, careca, o peito mas parecendo um armário, quando ficou nu, seu pau ainda não estava totalmente duro, mas mesmo assim assustava pelo tamanho e grossura, quando o segurei senti a mão cheia, aquele cara iria acabar comigo.

Não o chupei pois ele ainda estava sem camisinha, mas fiquei brincando com aquela torre na mão e logo e assumiu a posição desejada, com a ajuda da Ruth conseguimos colocar uma camisinha no monstro, ai até como brincadeira eu o coloquei na boca, nossa tive que abrir muito a boca para alojar a cabeça, mais parecia uma lanterna de bombeiros.

Olhei para fora através do vidro, e me senti uma estrela, eu era o show agora, meu negrão deitou-se costas como fizera no show, eu fiquei de pé sobre ele, de frente para minha platéia, joguei um beijinho antes para todos, fui correspondida, fui arriando o corpo, Ruth guiou o mastro para minha buceta, quando senti aquilo toca-la, fui arriando devagar, mesmo muito lubrificada a cabeça escorregou para fora, eu então levei a mão e abri os lábios da minha buceta, forcei e senti que agora ia, respirei fundo e fui largando o corpo, senti-me totalmente preenchida, não havia entrado 10 cm quando pensei em desistir, olhei pra minha platéia e vi em seus olhares que eles não me perdoariam se eu fizesse isto, com muito sacrifício fui engolindo a tora, logo senti a língua da minha amiga lambendo o pouco de buceta que restava, pois o monstro deformara minha linda bucetinha, agora ela era um verdadeiro circulo, seus lábios haviam desaparecido quase que por completo, levei a mão para sentir se faltava muita pica para entrar, para meu alívio vi que entra quase tudo, meu negrão permanecia parado, sentei-me de uma vez, olhei para os caras lá fora e pude sentir a aprovação em seus rostos lívidos de tesão, um monte de pequenos pau eram manuseados lá fora, pequenos, sim grande era aquele que batia agora em meu útero.

Comecei a subir e descer, no inicio sentia um pouco de dor, depois esta foi dando lugar a algo muito gostoso, Mauricio não resistindo mais agora comia o cuzinho da esposa, que também gemia alto.

Eu agora subia quase até sair a cabeça do poste e sentava novamente, sentindo muito prazer, não tirava os olhos da platéia, que fazia um sinal, mas que eu não entendia, de repente Mauricio também fez um sinal para eles o que provocou mais uma correria, ele autorizara a entrada de todos no quarto, muito pequeno para tanta gente, teve cara que ficou com o rosto muito perto da minha buceta, não me tocavam, eu olhava e via aquele enorme poste entrar e sair da minha racha, de repente uma garota muito jovem me perguntou se podia tocar meus seios, autorizei, só sei que quando comecei a gozar ouvi uma gemedeira tão grande ao meu redor, que loucura, todos gozaram comigo.

Precisei de ajuda para sair da estaca do negrão, este não havia gozado ainda, eu então aproveitei e perguntei se alguma daquelas mulheres poderia faze-lo gozar, uma moça muito magra que também estava acompanhada por um jovem negro se prontificou, levantou a saia, encaixou a mangueira e sentou-se, eu quase não acreditei que aquela frágil menina pudesse dar conta de tudo aquilo, mas ela deu, e minutos depois o negrão a agarrava e gozavam feito duas feras.

Quando saímos do local já amanhecia o dia, continuava chovendo, agora mais forte, chegamos ao nosso apartamento, e num banho coletivo, Mauricio lembrou que não tinha provado ainda meu cuzinho, e com a ajuda da sua esposa, eu ganhei mais uma enrabada gostosa antes de dormirmos por mais de 12 horas.

Foi uma viagem incrível.

  • Enviado ao Te Contos por Celina

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Manhã fria, sem café, apelamos para leitinho morno da rola do nosso amigo. ( 05-02-2026)

   

By; Charlene

Oi TC, me chamo Charlene, tenho 28 anos, casada, trabalho em um hospital como enfermeira.

Hoje choveu bastante aqui, chuva muito forte, raios e trovoes desde a madrugada, lá pelas 5 e pouquinho da manha o movimento estava muito tranquilo, estava frio, eu e minha amiga estavamos correndo atras de café pra dar uma esquentada quando um enfermeiro amigo nosso disse que não tinha café pronto mas se quisesse leite ele daria um jeito.

Porra!, essa hora da manha, chovendo forte, frio e ele fazendo gracinha, minha amiga me olhou, e disse que queria, ele perguntou o que ai falamos;

- o leite, tá morninho? Se tiver queremos.

Ele ficou calado, ai literalmente puxamos ele pra um quarto vazio, escoramos ele na parede, abaixamos sua calça e cueca, ai nos abaixamos e começamos a chupar o pau dele, punhetamos, logo ficou duro e começamos as lamber uma de cada lado, quando chagavamos na cabeça deixavamos nossas línguas se rocarem, ai davamos um beijinho e voltamos a uma lamber seu pau.

Ela foi a primeira a abocanhar o pau dele a chupar, nesse tempo eu foquei em chupar suas bolas, depois trocamos eu chupei o pau e ela as bolas, quando nos beijavamos no meio do caminho o pau dele ate balançava. Paravamos de chupar, ficavamos nós duas punhetando e nos beijando, e ele gemia.

Rapidinho ele deu sinal que gozaria, juntamos os rostos, abrimos nossas boca com as línguas para fora e esperamos ele dar umas punhetadinhas ate gozar em nossas bocas, não foi nenhuma super gozada, mas valeu, tava quentinho e foi gostoso. Depois pra deixar ele mais perturbado ainda nos beijamos bem gostoso e demorado. Ai levantamos e saimos do quarto deixando ele lá pensando na vida.

Café só ficou pronto as 6h da manha e a chuva só parou perto do meu tio, mas o frio continua.

  • Enviado ao Te Contos por Charlene

Motelzinho com o casado para finalizar o domingão (01-02-2026)

  

By; Jamile

Oi me chamo Jamile, tenho 23 anos, sou negra, tenho 1,70 de altura, olhos castanhos claros, cabelos cacheados, sou passista de uma escola de samba aqui do Rj, tenho seios medios, bunda redondinha bem durinha, coxas formes e pernas lindas.

Nesse momento estamos a todo vapor nos preparando pro desfile, sábado passada e domingo tivemos ensaio, inclusive na sapucai no domingo. E isso é sobre o domingo.

O dia foi bem agitado, praia pela manha, a tarde deu para dar uma brincada em um dos blocos de pre carnaval e a noite ensaio da sapucai, quando terminou estava muito agitada, na dispersão, acabei encontrando um conhecido, ele tem uns 40 anos, é casado, ele estava com um grupo de amigo que tava ainda por passar na escola seguinte, ficamos conversando ate que ele me perguntou se eu já estava indo pra casa, eu falei que queria dar uma esticada ainda, estava cedo e eu estava ainda agitada, ele me convidou pra um barzinho já que os amigo demorariam, e eu perguntei sobre a sua mulher, ele disse que ela não veio com eles.

Hummm… fui busca a mochila que estava no carro com umas amigas, troquei de roupa e fomos pra barzinho, cadeira pertinho de mim todo momento tocando na minha perna, e eu dando corda pra ele, fui conversando ele nos elogios e eu já querendo rola, então segurei em sua mão e coloquei bem próxima da minha buceta, dando a ele o sinal de que eu queria, ele deslizou sua mão pra dentro da minha saia e eu pus a mão na sua coxa e fui pegar seu pau por cima da roupa, ele começou a beijar meu pescoço pertinho da orelha, eu virei o rosto e nos beijamos, depois ele volta ate minha orelha e baixinho perguntou se eu não queria ir pra algum lugar mais calmo, disse que queria, então ele pagou a conta e partimos para onde o carro estava.

Partimos pra um motelzinho bem basico ali perto já que ele não tinha muito tempo, teria que voltar pra buscar seus amigos. Entramos e eu fui me molhar antes, tirei minha roupa fazendo um showzinho pra ele, entrei no chuveiro e pouquinho tempo depois ele entrou no banheiro perguntando se podia vir junto, falei pra ele vir, nos beijamos, sua mão veio direto na minha bunda, ele a segurou e apertou, eu segurando em seu pau já duro na minha mão, o masturbava devagar enquanto nos beijava, comecei a abaixar ate ficar de joelhos com a sua rola em frente ao meu rosto, dei uns beijinhos nela, segurei pra cima encontrando em seu corpo e fui chupar suas bolas, dei atenção a uma, chupei, sugando elas pra dentro da boca, depois fiz o mesmo com a outra, depois coloquei as duas na boca e alem de sugar ainda fiquei brincando movendo as bolas com a minha lingua, movendo elas dentro da minha boca, seu saco ficou durinho com isso.

Depois lambi seu pau, esta duro, bem gostoso, eu lambi e depois chupei só a cabecinha, então coloquei todo na boca e lhe dei um boquete bem gostoso que se ela não pede para parar ele gozaria ali na hora.

Ele me levantou me beijou, e me guiou para a cama, me deitou nela e veio direto de boca na minha buceta, chupava que fazia barulhinho, lambia enfiava a língua, lambia meu clitoris, o casado me deixou louquinha.

Então ele parou de repente, veio se arrumando entre minhas pernas, abriu uma camisinha colocou no seu pau, encaixou ele na minha buceta e deu uma estocada firme me fazendo gemer alto, então ele começou a me comer assim, eu abracei eles com minhas pernas enquanto pedi para ele meter mais.

Depois de um tempo assim eu pedi para mudarmos de posição, ele deitou e eu montei nele, comecei a cavalgar loucamente, meus peitinho balançando com ele apetando, faltava pouco pra ele gozar, foi quando ele pediu para eu parar, ele queria meter comigo de 4, queria ver minha bunda assim, eu rapidamente sai de cima dele já ficando de 4 com minha bunda toda empinada pra ele, que meteu a língua na minha buceta assim, chupou o melzinho dela, depois meteu seu pau na minha buceta e fodeu dando tapa na minha bunda, o barulho do corpo dele batendo na minha bunda era delicioso, ele mete gostoso, mas eu fui inventar de dar uma rebolada e ele não aguentou e gozou que urrou.

Ele notou que ainda não tinha gozado então ele deitou e pediu para eu sentar na sua boca, fiquei de cocoras, minha buceta na sua boca, ele metendo a língua, brincando com ela, sugando, meu melzinho escorrendo e ele bebendo, e assim ele me fez gozar bem gostoso.

Fui tomar um banho e depois ele foi pro dele, ele me deixou perto de casa e voltou para a sapucai buscar os amigos dele.

Foi bem gostoso para finalizar um domingo tão corrido.

  • Enviado ao Te Contos por Jamile

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

UM CANTINHO ESCURO

  

By; Valéria

As inspirações para os contos que escrevo vêm sempre das memórias de coisas que eu vivi. A maioria deles são fiéis descrições de fatos que experimentei em um determinando momento da minha vida, principalmente na minha juventude. Uns poucos surgem de fantasias baseada em algo que poderia ter acontecido em uma situação mais sugestiva.

Gosto, contudo, de relembrar e descrever as experiências que tive efetivamente, até para que o conto exale o mesmo tesão que senti no momento. Quando relembro, consigo sentir novamente um pouco das sensações anos antes. E sim, escrever deixa minha calcinha en-so-pa-da, exigindo algumas pausas para que os dedos possam deslizar um pouco por ali!

Há poucos dias encontrei uma turma de amigas e entre uma taça de vinho e outra, uma delas relembrou dos tempos da adolescência e contou que se metia em um cantinho escondido embaixo de uma escada na escola onde estudava para bater punheta para os meninos mais novos.

Imediatamente minha mente foi inundada por uma lembrança que se encontrava perdida. Fechei os olhos e as imagens voltavam à minha mente como se tivessem sido vividas anteontem me inundando de tesão e me fazendo, mentalmente, escrever um conto que resolvo compartilhar agora.

Já há alguns anos eu trabalhava em uma grande empresa da cidade onde eu morava e dividia o setor com outras seis pessoas. Imediatamente à minha frente se sentava o Diogo, que exercia as mesmas funções que eu, motivo pelo qual estávamos sempre interagindo. A interação diária e constante no ambiente de trabalho acabava gerando uma certa informalidade e intimidade no trato pessoal e nos permitíamos algumas brincadeiras e comentários, digamos, mais sugestivos.

Diogo era moreno, cabelos crespos e tinha traços rústicos. Não era exatamente bonito, mas era alto e viril, com uma voz grossa que exalava masculinidade e atiçava a curiosidade da mulherada da empresa.

Na época, Diogo tinha 26 anos e namorava firme uma conhecida minha, já alguns anos. Eu tinha 20 anos e namorava há 7 anos. Ambos faziam o mesmo curso superior, na mesma universidade, ele no quarto e eu no segundo semestre. Por conta disso, não era raro trocarmos caronas, ora oferecidas por mim e ora por ele.

Em um determinado dia, estávamos saindo do trabalho e ele me chamou dizendo que estava sem carro e perguntando se eu poderia dar carona para a faculdade. Claro que concordei a disse para que entrasse no carro e lá fomos nós no meio da estrada, onde ficava a empresa, para os sofridos estudos diários.

No caminho começou a contar que estava em crise com a namorada, se lamentando que andavam afastados. Se abriu tanto a ponto de falar da relação mais íntima entre eles e que estavam sem transar há mais de duas semanas. O assunto foi atiçando os dois e logo estávamos trocando sorrisos maliciosos e esbarradas furtivas dentro do carro.

Chegando lá rumei ao estacionamento habitual que ficava há uma quadra da faculdade. Em geral eu chegava e deixava o carro para manobrista, mas, naquele dia, o estacionamento estava razoavelmente vazio e o manobrista fez sinal para que eu parasse na parede ao fundo.

O estacionamento ficava em um terreno de uma casa que havia sido demolida, de modo que sobravam as paredes da fachada, do entorno e de alguns recortes do que sobrou da casa. Levei o carro até o fundo, manobrei para ficar perto da parede e desliguei o motor.

No meio da escuridão do estacionamento ficamos os dois quietos por alguns segundo, vendo outros dois carros que entraram e pararam logo atrás de mim e apagaram as luzes. Somente era possível ver um pouco dos olhos com a luz que vinha de longe e as silhuetas. Embora parecesse uma situação comum, o tesão era evidente.

Soltei o cinto e me arqueei entre os bancos para pegar meu material e neste movimentando acabamos roçando os braços. Pedi desculpas e ele respondeu com malícia: - Foi um prazer!

Nos olhamos e rimos.

- Faz muito tempo que tenho vontade de te beijar - , disse Diogo perdendo a vergonha.

- Ah é. Bom, a hora é agora e só temos 5 minutos - , respondi.

Diogo não perdeu um segundo e veio pra cima de mim com vontade. Seus lábios carnudos e sua língua queriam me engolir e correspondi na mesma linha, entrelaçando meus braços sobre ele e puxando para perto.

A mão dele percorre meu corpo, passando pelas pernas, pela bunda, pelas costas e repousando no meu seio. Com habilidade, rapidamente ele entra por baixo da blusa e do sutiã e agarra meu peito com vontade. Desce seus beijos pelo meu pescoço, ombros e abocanha o mamilo. Me arrepio e me molho, me encharco.

Gemo baixinho e retribuo as carícias passando a mão pelo peito dele e abrindo a camisa de botões que ele usava. Empurro de volta para o banco dele e me delicio em chupões por seu pescoço, peito e barriga, chegando até o pau.

Sentia aquela pedra retida dentro da calça jeans e mordia ele por cima da calça, passando a mão pelas coxas e testículos. Volta e meia me preocupava com o movimento em volta, mas àquela altura os vidros já estavam totalmente embaçados, nos livrando de bisbilhoteiros.

Abri o botão e o zíper da calça dele e resgatei lá de dentro um caralho duro feito pedra, grosso a ponto de minha mão não fechar nele. A cabeça brilhosa e melada me convidou a abocanhá-lo até onde pude. Punhetava aquele pau e chupava a cabeça escutando os gemidos de Diogo e sentindo a sua mão correr pela minha bunda à procura da minha buceta.

Parei de chupar e voltei a beijá-lo, sempre punhetando. Minha vontade era a de sentar naquela pica, mas não tínhamos tempo. Sem falar que a abstinência sexual de Diogo o permitiria gozar bastante rápido.

E foi assim, beijando Diogo e batendo uma punheta para ele que senti sua respiração ficar mais ofegante, seu corpo mais rígido e ele explodiu numa gozada tão farta que sujou o painel, a porta, o banco do carro, além das calças dele e da manga da minha blusa.

Ele gemia de olhos fechados e com a cabeça para trás enquanto eu espalhava a porra pela cabeça e pelo corpo do pau. Me abaixei e dei mais uma chupadinha para sentir o pau gozado que foi murchando aos poucos, momentaneamente satisfeito.

Diogo puxou me rosto, me beijou e disse que tinha sido muito melhor do que imaginava. Prometi que na próxima estaria de saia, mas agora era hora de ir para a aula.

Limpamos o que deu e nos arrumamos fora do carro, saindo apressados e suados, ambos com os rostos vermelhos. Na saída, entrego a chave para o manobrista que rindo comenta: - Hoje a manobra foi um pouco mais demorada, hein?

Dando pro personal casado da academia (jan-2026)

  

By; Livia

Ola TE Contos. Meu nome é Livia, tenho 20 anos e adoro ler, contar e transar. Tenho 1,60m com 54kg, meu maior dote acredito ser minha bunda, tenho peitos médios e um corpo magro.

Na academia eu sempre tive vontade dedar uns pegas com o Personal de lá, o Eduardo é alto e bem forte, moreno com um pique de soldado eu ao lado dele estava parecendo uma anã. Ele sempre foi atencioso comigo e os dias foram passando e ficamos mais próximos, eu percebia que nos treinos de perna ele ficava me observando, olhando meu bumbum ou minha buceta marcando na calça quando abaixava demais.

Na semana passada ele me chamou pra sair, pra beber alguma coisa. Como eu tinha horário pra voltar eu disse que teria que ser rapido, então fomos a um barzinho perto da academia mesmo, logo que entramos uns bebados começaram a mexer comigo chamando de gostosa e essas coisas.

Eduardo: - Ai sim Livia, esta fazendo sucesso aqui eihnn..

Eu: kkk são um bando de bebado, falam isso para todas.

Eduardo: - Olha, pra mim eles nunca estivaram tão certos. Você fica muito gostosa nessa roupa.

Eu: - Olha olha Eduardo, você é casado kk cuidado com o que diz, se não vai se complicar.

Ele ficou me encarando sem falar nada por um tempo, ficamos ali bebendo e eu disse que teria que ir embora porque já estava dando meu horário. Assim que saimos na porta do bar Eduardo me segura pelo braço e fala no meu ouvido.

Eduardo: - Sou doido pra te comer, essa sua bunda me deixa maluco! Vamos pro meu carro, vou te levar em um lugar legal.

Eu estava afim dele desde o primeiro dia tambem, mas nunca falei nada e nem dei pista pois ele era casado e eu queria me focar na academia, quando ele disse aquilo eu apenas acenei com a cabeça afirmando e entrando em seu carro.

Logo que ele entra eu percebo um imenso volume em seu short, ele logo tira pra fora enquanto dirige e pede que lhe dou um beijo em seu pau, eu sem cerimônias deis uns beijinhos naquela cabeça que ja estava toda babada, pulsando de tesão veiduda. Passei a lingua na sua glande ele se contorcia todo dirigindo, enfim comecei a chupa-lo e aquela rola para minha surpresa tinha um gosto muito saboroso e aquilo me excitou ainda mais e engoli todo aquele cacetão em minha boca, ele segurou minha cabeça até meu nariz ficar atolado em suas bolas eu fiquei um tempo ali até não conseguir mais respirar e bater em sua perna e me solta, com os olhos todos lacrimejando e babando em sua rola toda até suas bolas estavam meladass da minha baba.

Eu estava tão entretida mamando ele que quando percebi já tinha entrado na garagem de um motel, assim que entramos eu tirei sua roupa e deitamos em um 69 que engoli cada centimetro daquele cacete que poderia, enquanto ele se deliciava com o meu mel que não parava de escorrer enquanto enfiava dois de seus grossos dedos em meu cuzinho apertado, e isso me deixa muito mais molhada e gozo demais.

Eu me virei e nos beijamos calorosamente em uns amassas maravilhosos, até que ele me vira de bruço e fala no meu ouvido.

Eduardo: - Vou arrombar seu cuzinho, toda vez que via vc andando na academia eu me imaginava te arrombando todinha.

Eu: - Nossa que delicia, acaba com esse cuzinho então, que estou louquinha pra ver ele todo abertinho.

Nem terminei de falar, ele já estava com aquela rola toda melada da minha baba introduzindo na minha portinha, por mais que ele já tinha brincado bastante com os dedos no meu anelzinho ainda estava com dificuldades pra enfiar pois ele tinha uma cabeça grossa. Eu pedi pra ele se deitar que eu iria sentar nele, pois achava mais facil pra mim.

Ele se deita eu eu de costas para o rosto dele e com as mãos em suas pernas empinei o bumbum para seu lado e com uma mão ajustei na portinha do meu precioso e fui rebolando com uns movimentos de vai e vem e o safado ficou tão doido com a minha rebolada que segurou minha cintura com as duas mãos e deu uma socada forte que fez até um estálo da minha preguinha se abrindo e adentrando na minha bunda, dei um puta grito e xinguei ele. Pediu desculpas e que estava muito gostoso que não conseguiu esperar.

Agora com meu rabinho todo ardendo eu sai de cima e fiquei de ladinho e volta a enfiar agora um pouco mais facil e começa a bombar devagar, ainda ardendo muito e uma dor mais leve ele soca dois de seus grandes dedos em minha xotinha e começa a enfiar fundo e a me siriricar la de dentro e isso me deixou louca que esqueci que estava com uma rola gigante no rabo e comecei a rebolar fazendo que entrasse cada centimetro que faltava daquela rola que ali me arrombava todinha.

Ele me fodia forte me fazendo ver estrelas, retirava a rola pra fora e eu via meu rabo no espelho todo aberto e isso me deixava ainda mais louca por aquele homem.

Eu: - Aiiihh que gostosooo, fode meu cu, fode gostosooo.. Aiiiii que delicia, acaba com esse cu acabaaa, por favor me deixa toda arrombada!!

Ele me colocou de 4 e segurava em minha cintura socando tão forte que suas bolas batiam na minha buetinha a deixando vermelha, ele não gozava nunca e o meu cu já não tinha pra onde esticar, cada vez que eu pedia pra ele foder meu cu com força mais forte ele fodia, eu jamais tinha sentido umas bombadas com tanta força como nesse dia, parecia que ele queria entrar inteiro dentro de mim, não apenas a rola.

Quando de repente ele anuncia que iria gozar, eu pedi pra tirar a camisinha e gozar na minha cara. Ele me falou que não ia gozar na minha cara, ia encher minha boca de porra e me fazer beber cada gota, ao colocar aquele cacete na minha boca logo segurou meus cabelos e enfiou até o talo na minha garganta e imediatamente jogando uns 5 jatos fortes de porra direto no meu estomago e me solta tossindo e volta a foder minha boca e eu gozei de novo quando ele fazia isso com minha boquinha.

Tamamos um belo banho e quando ele foi me deixar no lugar que havia pedido, antes de descer ele pediu para que eu o mamasse de novo que minha boca era de veludo que se apaixonou nela e queria gozar mais uma vez nela antes de me deixar ir, eu cai de boca como antes e ele abaixou minha calça um pouco e enfiava 3 dedos no meu cuzinho que ainda estava todo arrombado e logo encheu minha boca de porra de novo, engoli tudinho olhando para o meu macho e ele ficou super feliz e eu fui embora toda assada e arrombada, mas adorando sentir tudo aquilo.

  • Enviado ao Te Contos por Livia

terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Minha amiga voltou diferente das ferias! Ela me fez gozar 2x na praia nesse domingo (bi) (01-02-2026)

  

By; Fabi

Ola Te Contos e a todos me sou a Fabi, tenho 21 anos, sou loirinha de pele clara, peitos medios, bundinha durinha e coxas grossa. Quero contar a loucura que aconteceu ontem.

Ultima dia das férias da faculdade, domingo 1 de janeiro, após quase 20 dias sem ver minha amiga que tinha viajado, fomos para a praia, pegar um bronzeado, e fofocar sobre as férias, ficamos afastadas das barracas, pouco pessoas perto, ali, deitamos nas toalhas, aproveitamos o sol e tudo.

O diferente começou a aconteceu após tiramos as roupas, shorts e camisetas e ficarmos apenas de biquine, passando protetor solar, ela disse que passaria nas minhas costas e eu na dela, ate ai tudo bem, passei primeiro em suas costas, ombros, elas foi passando pela sua bunda e depois que terminei ela passou em suas pernas.

Então passei na parte da frente do meu corpo e ela então passou para tras de mim e começou a passar pelas minhas costas, eu estava de frente em direção aonde tinha pessoas, e elas ficou encoberta, e passou o protetor nas minhas costas e depois começou a passar pela minha bunda, achei curioso mais não disse nada, ela apertava, perguntava se eu tava malhando muito, e não saia ali da minha bunda, senti algumas vezes como se ela abrisse minha bunda, eu ria, ate de nervosa, mas não reclamei nem nada, depois de um BOM tempo ela foi abaixando e passando na parte de tras das minhas coxas, isso me excitou, perguntei a ela se estava tudo bem e a resposta foi sim.

E continuou, ela tava tão perto que dava pra sentir a respiração perto da minha bunda, quando ela terminou eu me afastei um pouco, meio desconcertada, os biquinhos dos meus seios denunciava o que estava sentindo, mas não falamos nada, apenas deitamos nas toalhas e continuamos a conversar sobre as férias…

Em um momento já perto de nos virarmos, ela começou a passar as postas dos seus dedos na parte de dentro das minhas pernas, bem próxima a bunda e buceta, eu olhei em direção as pessoas, depois abaixei o oculos e olhei para ela que continuava falando e passando seus dedos lá, eu queria entender o que ela tava fazendo, o porque daquilo.

Foi quando, acho que por não ter reclamada nada, ela começou a passar seus dedos em cima da minha buceta, bem no meio dela, indo bem de perto do meu cuzinho ate a parte da frente, ali eu suspirei mais forte, ela olhou nos meus olhos e deu um sorriso sem vergonha mordendo os labios em seguida. Que porra essa menina tava fazendo?!

Ela puxou minha perna mais para perto dela, assim abriu mais elas, então ela puxou a calcinha do meu biquine pro lado, deixou minha buceta amostra e começou a tocar seus dedos nela, deslizando indo da parte de tras ate a frente, eu tava adorando, mas ao mesmo tempo “assustada” por uma amiga que nunca teve essas coisas estar fazendo isso, entendem?

Ela olhou em volta, colocou o dois dedos na sua buca, chupou eles e molhou bem, e voltar a toca na minha buceta dessa vez, enfiando nela os seus dedos, eu perguntei o que ela tava fazendo?, sim eu sei o que ela tava fazendo mais ela nunca fez isso, eu tava confusa.

Ela olhando pra mim, começou a mover seus dedos enfiando e tirando bem devagar, minha buceta molhando cada vez mais, ate ela começar a aumentar a velocidade, eu abaixei meu rosto e mordia o meu braço pra evitar gemer alto, e ela se empolgando, metendo mais forte, eu tentava olhar em direção das pessoas mais o tesão tava grande de mais, e ela olhando pra mim e metendo, me comendo, sem falar nada, eu afastei mais ainda as pernas, dobrei uma delas e curti aquilo tudo.

Dois dedos longos e finos entrando e saindo da minha buceta, quando ela paava era para chupar seus dedos melados, minha amiga voltou diferente das férias, ela acariciava os labios da minha buceta e depois voltava a enfiar os dois dedos em mim, fodendo ate me fazer gozar em seus dedos, mordendo eles com minha buceta, depois ficou dando tapinhas nela, e isso foi gostoso de mais e inesperado.

Ela voltou chupar seus dedos, enquanto sorria e me olhava, só então olhou em volta e voltou a falar sobre fatos que aconteceram nas férias dela, pra onde tinha ido e tudo mais, e eu ali, de buceta ainda pulsando, tentando entender o que tava acontecendo com ela e me recuperando da gozada.

Perguntei se ela tava bem, se ela queria falar algo, mas ela disse que tava bem e que tava falando que era pra eu relaxar e curtir a praia.

Eu não falei mais nada, só coloquei na minha mente que era brincadeira dela e “deixa pra lá”, continuamos a conversa, ate eu mudar de posição, fiquei deitava de barriga pra cima, pouco tempo depois ela tambem ficou nessa posição, então ficou de lado, olhou em volta e começou a tocar em cima da minha buceta, passando a ponta do seu dedo bem no meio, loucura, eu me apoiei nos cotovelos, e fiquei olhando ela me tocando.

Ela deslizou sua mão por dentro do meu biquine e começou a fazer carinho na minha buceta, alisando os labios, apertando eles, predia entre seus dedos e apertando depois ficava alisando eles, eu olhei para que simplesmente inclinou em minha direção e me beijou, de língua, bem demorado, e enquanto nos beijavamos ela enfiou novamente dois dedos em minha buceta, tudo muito gostoso agora, eu gemi entre os beijos, então ela parou de me beijar, eu dobrei minha perna ficando assim tampando a visão caso olhasse em direção a nós, e ela fodeu novamente minha buceta ali, enquanto tostavamos ao sol, dessa vez eu não consegui me segurar e gozei gemendo alto e ela rindo fodendo mais.

Quando ela terminou, chupou um dedo e me deu o outro pra chupar, e me beijou de novo em seguida, então continuou a conversar como se nada tivesse acabado de acontecer. Não falamos nada sobre isso, ficamos na praia por um longo tempo, depois vinhemos embora sem tocar no assunto. E foi isso…

Que ela mudou nessa viagem isso eu tenho certeza.

  • Enviado ao te Contos por Fabi

Colega de trabalho Dezembro 2025

  

Enviado ao Te Contos

Olá te contos, não vou falar meu aqui, apenas Feh. Sou homem tenho 28 anos, tenho 1,80 de altura corpo atlético pois eu faço luta a alguns anos. Trabalho em uma região de São Paulo bem movimentada próxima ao centro. Onde eu trabalho sempre tem troca de funcionárias no andar de baixo, ninguém fica muito tempo, e o trabalho do andar de baixo depende bastante do meu andar, então sempre tenho contato com a garotas novas que entram.

Eu sou comprometido a alguns anos então nunca dou muita bola para as garotas que entram.

Certo dia fiquei sabendo que uma dessas garotas eram afim de mim então comecei a reparar mais nela mesmo que sem querer. Manu é uma loira de cabelos até o ombro, seio fartos e uma bunda grandinha até Sempre que meu colega ia no andar de baixo falava que ela estava perguntando de mim ou porque que meu colega desceu no meu lugar pois ela queria me ver.

No final de dezembro Manu foi mandada embora e veio se despedir, tudo normal até então, me deu um abraço e foi embora . No mesmo dia ela me chamou no Instagram mais tarde confessando que realmente era afim de mim e que quando estávamos no elevador sozinhos ela se segurava para não me agarrar.

Falou que já até havia sonhado comigo pegando ela segurando suas mãos acima da cabeça e fodendo ela com força.

Eu fui entrando na “brincadeira” pra ver até onde iria e ela me mandou um nude daqueles peitos gostosos.

Mesmo em um relacionamento eu já estava a quase duas semanas sem sexo e estava subindo pelas paredes. Nunca havia traído, mas acabei não resistindo. Marcamos no mesmo dia de eu ir na casa dela que a noite.

Cheguei lá ela estava supresa de eu realmente ter ido. Ela estava com um baby-doll vermelho e com uma calcinha finíssima. Eu estava com a consciência pesada mais já tinha ido até lá, não ia voltar atrás. As luzes vermelhas do quarto e marilyn manson tocando deixavam um ambiente de pura putaria.

Começamos a nos pegar, eu agarrava seus peitos e segurava seu pescoço com força Quando desci a mão para a buceta o mel escorria pelas pernas. Ela logo se ajoelhou e começou a me mamar com força, que era tudo oque ela queria. Ela segurava minhas costas puxando para enfiar mais o meu pau na sua boca enquanto eu segurava seu cabelo.

Ai que pau gostoso, eu tava morrendo de vontade de enfiar ele boca. Ela enfiava meu pau na boca até onde aguentava, se engasgava mais não desistia. Deixava meu pau todo babado que até pingava no chão.

Chamava ela de vagabunda e ela pedia tapa na casa e eu dava, ela tirava meu pau da boca só pra falar “bate na sua putinha”

Batia meu pau na sua língua e esfregava na cara pedindo pra eu gozar na sua boca Depois de uns 15 minutos me mamando anunciei que ia gozar ela enfiou meu pau na boca e punhetava até eu gozar. Saiu muita porra e ela bebeu tudinho sem dispersar nem uma gota

Depois que gozei ela continuou mamando, coloquei ela de quarto na cama e enfiei meu pau na sua boceta que pareceu sugar ele pra de dentro. Socava forte e ela mordendo o travesseiro para na gritar pedia

- arromba sua putinha feh, me fode seu gostoso!!!

E eu dizia

- é isso que você queria né sua vagabunda

E gemendo ela concordava

Tirei meu pau e virei ela de frente, apoiei suas pernas em meus ombro e enfiei meu pau naquela buceta encharcada. Ela tremia feio louca enquanto eu metia. O som da minha virilha batendo na dela parecia palmas ecoando pelo quarto. Gozei mais uma vez enquanto ela tremia ofegante. Me deitei na cama e ela se deitou ao meu lado. Dizia que tinha sido melhor que no sonho.

Segurou meu pau e começou a punhetar de leve. Não aguentou e começou a mamar de novo, só que dessa vez mais cansada Chupou meu pau mais uns 10 minutos. Passava a língua na cabeça e depois descia lambendo as bolas. Deitou do meu lado e dizia que estava satisfeita.

Então me vesti e fui pra casa. Ela me mandou mensagem agradecendo a noite e que não conseguia levantar da cama porque estava fraca. Cheguei em casa e fui tomar banho pensando no que tinha feito. Acabei ficando de pau duro e batendo uma haha Mandei foto da porra pra ela e ela disse;

- “que desperdício, poderia ter sido na minha boca”

Depois disso fui mais duas vezes na casa dela para me aliviar com minha putinha.

  • Enviado ao Te Contos

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Casamento piorou, arrumei um namorado e o casamento melhorou, namoro continua otimo.

  

By; Jane

Oi, Te Contos me chamo Jane, tenho 30 anos, sou loura, tenho mais ou menos 1m60, sou magrinha (mais ou menos 52 kg.), tenho seios pequenos (manequim 38), cinturinha fina (64 cm.), bundinha arrebitada (91 cm.) e sou casada há mais de sete anos.

Li muitas histórias parecidas com a minha e resolvi contá-la.

“Depois de algum tempo de casado, meu marido disse que uma de suas fantasias era me ver transando com outro homem, idéia rechaçada de imediato por mim, depois resolveu que queria sexo anal, não entendia o que havia com ele, já que tínhamos uma vida sexual bem ativa, sexo oral e vaginal da melhor qualidade, não entendia essa sua fixação, até tentamos, mas a sua falta de carinho era de mais e eu não aguentava aquela dor, reclamei, não tentei mais e lhe disse que, se quisesse, poderia procurar na rua, pois comigo, sexo anal só com dedinhos e na língua, o engraçado é que a língua e o dedo no cuzinho me dava um tesão desgraçado, penetração com o pau nunca, no máximo só dedinhos.

A partir daquela vez, ele começou a ficar esquisito, chegava tarde em casa, de pilequinho e me procurava pra trepar com intervalos cada vez maiores e, o principal, já não bolinava e nem lambia mais meu cuzinho. Aquilo foi me deixando com a pulga atrás da orelha, indaguei alguma coisa e ele respondeu que não havia nada demais, que eu estava imaginando coisas e aquelas besteiras todas.

Tínhamos uma amiga em comum no serviço dele e, ele nem imaginava, que passei a conversar mais com ela a respeito dessa situação, de forma que essa amiga virou uma espécie de espiã minha dentro da empresa. E soube que, além da saída pro futebol sempre às terças feiras serem bem animadas, ele tinha um chefe homossexual que os amigos sempre insinuavam ter caso com meu marido e, como gato escaldado tem medo de água fria, procurei averiguar. Não descobri muita coisa de concreto, a única coisa que consegui entender é que Paulo (nome fictício) andava dando umas saidinhas com uma mulher que tomava conta de um barzinho que existia onde eles jogavam bola, mas parecia que a mulher era daquelas que dava pra todo mundo.

Aquilo me deixou possessa, conversei com ele, que foi muito reticente, não confirmou, nem desmentiu nada. Sei que à medida que o tempo passava, nosso casamento minguava a olhos vistos e o comportamento dele não mudava nada. Resolvi que iria armar uma vingança e comecei a ceder às cantadas que recebia no dia a dia.

No local onde trabalhava, tinha um homem quase vinte anos mais velho que eu que também passava por uma crise conjugal, ele é alto (quase 1m80), é moreno, magro é aparenta bem menos idade e vivia se insinuando pra mim, elogiando minha bundinha e os beijinhos de bom dia quase sempre passavam raspando pela minha boca e, como eu já o achava interessante, passei a dar-lhe corda cada vez mais e ele gostando da situação, com o tempo, quando não tinha ninguém por perto, os beijinhos agora já eram na boca mesmo e já não disfarçávamos o tesão que sentíamos um pelo outro, eu, apesar de tudo, não deixava de pensar no meu marido (que continuava do mesmo jeito, talvez pior), só que a carga de sexualidade daquela situação tava me deixando doidinha e não tava quase resistindo mais, me insinuava cada vez mais, inclusive, uma vez, num dos corredores da empresa, esse meu amigo, tava tomando água, passei, ele de costas pra mim, eu passei e lhe falei no ouvido:

- Até que você tem uma bunda bem interessante também.

E, sem que ele esperasse, passei-lhe a mão na bunda. Ele sussurrou bem de pertinho:

- A minha é interessante, a sua é gostosa.

E, rápido, aproveitando-se da proximidade, deu-me um beijo na boca de língua e passou a mão na minha bunda bem devagarinho e ainda pediu pra que o esperasse depois do expediente. Meio assustada, concordei. Passei o resto do dia achando que tinha ido longe demais, já tava me arrependendo da minha tentativa de vingança. No fim do expediente, ele me esperava no meio do caminho. Me expliquei e disse que tava arrependida de ter ido tão longe, ele, compreensivo, entendeu tudo e disse-me que pararia com aquelas “brincadeiras”. Apesar de Paulo continuar do mesmo jeito, não tive coragem de dar o tal “desconto”.

Só que algo de estranho ocorreu comigo. Sentia muita falta daquelas sacanagenzinhas que o André, meu amiguinho do serviço, fazia comigo, então comecei a me insinuar novamente, sempre que ninguém estava vendo vivia passando a mão na bundinha dele - que tava cada vez mais interessante, porque não dizer, “gostosa?” -, deixava os beijinhos sempre próximos à boca e me mostrava cada vez mais carente (tava mesmo). Até que ele, não resistindo, me deu outro beijo cinematográfico daqueles, sendo plenamente correspondido, grudei naqueles beiços grosso, enfiei a língua dentro daquela boquinha e chupei com vontade, a mão boba (esperta) dele passeou por onde pode, desgrudamo-nos rapidinho, mas ficou no ar um gostinho de quero mais. E, como eu já previa, André me aguardava no caminho mesmo, dessa vez ele foi mais direto, já me agarrou, me beijou a boca e quase não me deixava falar, ele dizia:

- Você recomeçou porque quis, eu tava quietinho no meu canto, agora você vai ter que me aguentar.

E passava a mão em mim todinha, eu não resistia, muito pelo contrário, até ajudava ele, aproveitando da minha submissão, meu levou pruma estação de metrô próxima de onde estávamos, e num cantinho bem escondidinho me dava amassos, isso me agradava bastante, fazia um tempão que eu não “namorava”, e aquele cara sabia fazer isso muito bem.

Depois desse episódio, passamos a pagar pedágio no metrô, ele sempre insistindo pra que eu fosse com ele prum motel, eu sempre negava, planejava levar aquilo em banho-maria até quando pudesse, ele vivia ameaçando terminar nosso “namoro” e eu nem me abalava. Numa dessas vezes, em que ele pediu e ouviu mais uma negativa, parou o “amasso” no meio e disse que não queria saber mais de mim. Duvidei, mas paguei pra ver. Desde aquele dia ele nem olhava mais na minha cara, achei aquilo de uma sacanagem gigantesca e também fiz o mesmo com ele.

Passamos quase um mês naquela frescura e eu tava sentindo uma falta desgraçada do namoro e resolvi agir. Fui até a mesa dele e deixei um bilhetinho que queria encontrá-lo depois do expediente no “nosso lugar”, quando ele passou por mim abriu um sorriso de orelha a orelha. Fim do expediente lá vou eu pra “nossa estação de metrô”, ele distante, só me perguntou se eu iria ao motel, eu, disfarcei e disse que ele teria que me convencer. Rápido ele me agarrou e me deu um dos beijos mais gostosos de toda a minha vida. Capitulei, disse que iria sim, só não poderia ser aquele dia. Combinamos então que nos encontraríamos no sábado num Shopping Center aqui de São Paulo, aproveitando que meu marido iria trabalhar e naquele dia demos os “malhos” mais quentes de todos, ele inclusive me enfiou um dedinho no rabinho, enquanto eu apertava seu pau.

No sábado, nos encontramos no Shopping, pegamos um táxi e partimos direto prum motel, não sei o que poderia esperar daquilo, mas tava numa ansiedade incrível. Já no quarto, ele mostrou o quanto era carinhoso, me beijava a boca, o colo e me passava a mão pra me deixar relaxada. Me tirou a camiseta e caiu de boca nos meus peitinhos, aquele cara tava me deixando louca! A mão dele passeava pelo meu corpo todinho. Pedi pra que ele parasse, fui ao banheiro e voltei com um conjunto de lingerie vermelha, ele já tava só de cueca samba-canção, andei sinuosamente até ele, sentei-me em seu colo, rebolava, lhe dava beijinhos e ela passava a mão nas minhas pernas, virou-me de costas, tirou meu sutiã e começou a mamar nos meus peitinhos, tava começando a ficar louquinha, quando menos percebi, já tava sem calcinha e sua língua passeava pelo meu umbigo, deitei-me e ele desceu mais e chegou a minha bucetinha, que língua maravilhosa ele tinha! Não sei como fazia, deixava a língua toda mole e passeava devagarinho por cima da buceta, o cara era um mestre nisso! Ele continuava chupando gostoso, colocou minhas pernas no seu ombro e enfiava a língua bem lá dentro, saía de vez em quando e cutucava o cuzinho, voltava pra buceta.

Queria retribuir, dei um jeito de me virar e comecei a beijar aquele cacete, enfiava na boca quase todo, lambia e enfiava as bolas do saco inteirinhas na boca. Não tava aguentando mais, parei com aquilo e pedi pra que me penetrasse, ele subiu em mim, encaixou na entrada e empurrou bem devagar, tava bem lubrificada, entrou tudinho, então ele começou a fazer uns movimentos circulares, rodava a pélvis e o pau rodava pra lá e pra cá, nunca tinha sentido algo parecido, só sei que era muito gostoso, depois começou a entrar e sair bem forte, deu uma paradinha lá dentro, me enfiou um dedo no cuzinho e continuou a martelar, ficou um tempão só nisso, então apertei-o bem e comecei a gozar feito uma doida, depois que terminei ele começou a gozar também. Aquilo foi demais pra mim! Precisava me recuperar, tava molinha. Demos um tempo e fomos à hidromassagem, ficamos brincando e conversando bastante tempo.

Quando senti que estávamos recuperados, voltei à cama e comecei a lambê-lo inteirinho, quando cheguei ao seu peito o homem parecia que ia enlouquecer, lambi bastante, fiquei de quatro e pedi pra que ele entrasse de novo, ele enfiou e mexia gostoso, ficamos nessa “meteção” um tempão. Depois começamos a conversar de novo, eu deitada de bruços e ele de costas, ele começou a me lamber a espinha e foi descendo, chegou na minha bundinha e lambeu, deu mordidinhas foi indo pro meinho, abriu meu reguinho e enfiou a língua no cuzinho, eu até chiava!

Quando imaginei, que ele fosse tentar meter no rabinho ele entrou na bucetinha de novo, tava doida pra tentar um anal com ele, já que não era tão grosso como meu marido, era até maior de tamanho, mas a grossura não era a mesma. Pedi:

- Tenta pôr atrás....

Pra minha surpresa, ele respondeu:

- Não! Não gostei das experiências que tive com sexo anal!

Eu insisti, reclamei, até que ele resolveu fazer. Continuei deitada de costas, ele enfiou a língua no cuzinho, deixou com bastante cuspe, mirou o pau na entradinha e foi empurrando bem devagar, quando a cabeça encaixou, senti uma dorzinha, não reclamei, ele foi empurrando o resto com muita delicadeza, quando tava dentro perguntou:

- Tá te machucando?

Quando disse que não ele começou a entrar e sair. Tava tão gostoso aquilo! Ele ficou fazendo isso mais de meia hora!?!?!? Tirou, me pôs de quatro e começou a entrar e sair bem rápido, confesso que aquilo tava me excitando demais. Quando parou bem no fundinho, senti até seu pau latejar e me encher o rabo de porra.

Eu estava exultante. Conseguira fazer sexo anal!

Depois daquilo fiz anal com meu marido e a falta de delicadeza dele me decepcionou, às custas disso (sexo anal), meu casamento revitalizou-se, mas quando eu quero fazer um sexo total bem gostoso, apelo pro meu “namorado”, o André.

  • Enviado ao Te Contos por Jane

Nesse domingo consegui trazer o meu tio para me comer aqui no meu quarto, foi a nossa quarta transa. (01-02-2026)

  

By; Sil

Oi Te Contos, me chamo Sil, tenho 19 anos, eu já envie a vocês 3 relatos de minha idas ao motel transar com meu tio, e agora vou contar a minha 4ª transa com ele, e ela aconteceu nesse domingo, 01 de fevereiro.

  • Fui ao motel dar pro meu tio em troca da entrada pro show do Guns em Fortaleza (Dez-2025)

  • Minha segunda ida ao motel com o meu tio para receber meu presente de Natal. (22-12-2025)

  • Minha terceira vez indo ao motel com meu tio, a primeira vez desse ano de 2026. (22-01-2026)

Meus tios nos convidaram para almoçar nesse domingo lá na casa deles, meus pais aceitaram e me falaram do convite, pouco tempo depois recebi uma mensagem do meu tio, perguntando se eu ia, eu disse que sim e então ele pediu para que eu fosse bem gostosa pra ele ficar olhando, disse que iria de shortinho, usaria uma calcinha pequena por baixo e camiseta. Ele disse que queria me comer, então disse que queria que ele me comece aqui na minha cama, ele disse que iria adora, falei pra ele que amanha ele me comeria então.

Falei pra ele que depois de um tempo que meus pais chegassem ai, ele teria que dar um jeitinho de sair para comprar algo que estava faltando, talvez em um supermercado ou em alguma adega (já que ele gosta de vinho), e o resto eu faria acontecer. Então ficou acertado isso…

No domingo chegamos la por volta das 9;40 da manha, minha mãe foi logo ajudar a tia com as coisas, meu pai e meu tio ficaram conversando, ai chegou a minha outra tia e ele ficaram conversando, meus primos foram a praia, perto das 10;30 meu tio entrou para pegar o vinho que ele queria tomar com o pai, mas não tinha esse vinho, perguntou a tia e ela disse que eles já tinha tomado, ele disse que iria comprar rapidinho la na adega, ainda estaria aberto naquela hora, na mesma hora eu entrei em ação, pedi a ela se poderia me levar ate em casa, seria rapido é que esqueci o meu celular, na verdade eu deixar de proposito, ate fiz uma seninha perguntando se não estava na bolsa da mão, olhei se estava no carro.

Ele disse que iriamos na adega e passariamos lá em casa, e assim fomos, já assim que saimos da casa dele ele já foi passando a mãos pela minha coxa, me chamando de putinha do tio, que eu iria voltar com a buceta cheia de porra, eu adorei, peguei em seu pau por cima da bermuda, deixei dura, chegamos na adega e ele comprou o vinho, e vinhemos aqui pra casa. Entramos com o carro na garagem, subimos no elevador ele passou a mão na minha bunda bem rapidamente, depois que entramos em casa ele já me agarrou, me beijando e tirando a minha roupa, não queria perder tempo, tirou a minha camisa, meu sutiã, eu rapidamente tirei o meu short e minha calcinha, e ele foi tirando a sua roupa bem ligeiro, ficamos nús, eu peguei em seu pau e sai puxando ele ate aqui ao meu quarto, deitei ele na cama e deitei em cima dele, nos beijamos muito enquanto faziamos caricias um no outro, eu pegava em seu pau e masturbava devagar e ele tocava em minha buceta, brincava em meus labios, enfiava os dedos, tocava em meu clitoris.

Depois de seu pau já esta duro bem gostoso, eu fui descendo ate chegar no seu pau, comecei a chupar seu pau, lambendo a cabeça, engolindo ele todo, apertando suas bolas fazendo ele gemer.

- isso tio, geme pra sua putinha

Ele segura a minha cabeça e fica subindo sua cintura, assim fodendo a minha boca, seu pau fodendo minha garganta, me fazendo ter ância, a babar seu pau todo, então ele fala pra eu sentar, eu montei no seu pau, engulo ele todo com a minha buceta, então começou a cavalgar como uma boa putinha nele. Ele aperta meus peitos, chupa eles, beija a minha boca, fica assistindo eu me movendo pra ele sem parar.

Depois ele pede pra eu ficar de 4, com a cabeça pro lado de onde fica os pés quando deito, abri bem as pernas e coloquei a cara no colchão, ele veio atras de mim e socou firme na minha buceta, meteu com vontade, me fodeu do jeito que eu gostoso, estapeou a minha bunda, e só parou quando gozou fartamente, encheu que escorreu de dentro de mim, quando ele tirou o seu pau eu me virei e abocanhei ele, chupei, deixei limpinho para ser guardado na sua cueca.

Fomos ate a sala agarrados, ele atras de mim, roçando seu pau na minha bunda, fomos primeiro ate a cozinha tomar agua, depois voltamos pra sala, vestirmos nossas roupas, eu ai peguei meu celular e avisei a mãe que achei ele que já estavamos voltando, antes de descer rocamos vários beijos, e ele dizendo que queria ficar e me comer mais, eu tambem queria dar mais, só que não podiamos então voltamos pro carro e para a casa dele, no caminho a mesma coisa, segurei muito no seu pau, ele passou muito a mão na minha coxa, e na minha buceta gozada que ele pediu para eu ir assim…

O almoço foi otimo, deu tudo certo, ninguém desconfiou de nada.

  • Enviado ao Te Contos por Sil

domingo, 1 de fevereiro de 2026

Programa de sabado foi um menage delicioso presente da mulher ao marido (31-01-2026)

  

By; Sofia

Oi Te Contos, me chamo Sofia, tenho 23 anos, sou acompanhante de luxo aqui em São Paulo, já escrevi alguns relatos o mais recente que enviei a vocês foi; No meu primeiro programa do ano, ja veio um "Maluco" (08-01-2026)

Que saudade que eu tava de postar relatos de encontros, ainda mais com casal! E esse date me aconteceu nesse sabado. Quem me contatou foi a mulher, que buscava realizar uma fantasia com o marido. A princípio ficou acordado 1h de encontro e que não haveria penetração em mim, mas, caros leitores, todos os planos foram alterados no decorrer da noite.

Logo de cara adorei a energia dos dois. Muito simpáticos, me trataram super bem, me senti realmente desejada por ambos, enquanto contextualizavam como chegaram na decisão, de me chamar para realizar a fantasia. Nesse momento da conversa estávamos eu e ela sentadas lado a lado no sofá, bebericando um delicioso vinho que eles trouxeram, e ele, um pouco mais afastado, mas ainda assim bastante participativo, sentado numa cadeira. 

Como tínhamos combinado 1h de encontro – e não me lembrava da possibilidade de estender – em algum momento senti uma certa urgência em beijá-la, para que o encontro desenrolasse. Geralmente parte de mim conduzir o andamento, mas sempre dá um friozinho na barriga da mulher ainda não estar preparada para esse avanço. O que não foi o caso, ela foi super receptiva e descobri que a brincadeira era mais para ela.

Em pouco tempo nos beijando, percebi aquele mulherão ensopada no meio das pernas, sei disso porque coloquei a minha mão lá!. Após um tempo nos beijando, nos levantamos para que as roupas pudessem sair mais facilmente e foi engraçado vê-lo nos repreendendo, por estarmos indo rápido demais, quando ele queria apreciar a visão das duas de lingerie, aos beijos, por mais tempo, rs. 

Quando me agachei para chupá-la, me surpreendi com o riacho que estava lá embaixo. Ela realmente estava gostando da brincadeira!!. Depois me puxou pra cima e, enquanto eu o beijava, ela também desceu para me chupar. Não muito depois, fomos todos para a cama!

Fazer um ménage com esses dois foi muito gostoso porque EM NENHUM MOMENTO aconteceu de alguém ficar sobrando. Todas as atenções eram muito bem divididas, mesmo quando a principal interação era entre eles. Ele a chupou primeiro e após um tempo, ela o mandou que me chupasse, dizendo:

- “Você vai ver como ele é bom”. Aquela mulher exalava segurança e não era nem um pouco egoísta! (Sorte a minha, hehe.)

Realmente ele mandava bem no oral e percebi que ambos queriam que eu gozasse, mas não consigo gozar a três, nesse contexto, fico tímida com plateia, rs. Chupei ela de novo, focada em fazê-la gozar, mas, quando aumentei a intensidade, ela me tirou, dizendo não querer gozar tão rápido, pois, pelo que percebi, ela goza fácil.

De repente, ele a penetrou, e nesse momento fui para os peitos dela, era inconcebível ficar só olhando, dei um jeito de participar também. Falando em chupar peitos, esqueci de mencionar que no início da pegação, os dois chuparam os meus, ao mesmo tempo, um em cada lado, e que delícia foi isso! Momentos como esse me fazem esquecer que estou ali trabalhando.

Em outro momento ele a pegou de quatro, com ela deitada por cima de mim, me beijando, visualizem bem quando eu digo que em nenhum momento ninguém sobrava. Após eles interromperem a transa e voltarem para as preliminares, ela incentivou para que ele me comesse também! ? Algo que, até então, não estava autorizado, ela soltou as amarras, tamanho seu tesão durante aquele ménage. Achei o máximo ela ter ficado tão à vontade comigo, ao ponto de dividir seu homem!

Ele mandou ver em mim por um tempo, até que voltamos as preliminares e ficamos mais alguns minutos curtindo assim. Ela conduziu para que ele me chupasse outra vez, querendo que eu chegasse lá, mas realmente não consigo me concentrar para gozar com tanta coisa acontecendo. Depois voltou a penetrá-la, até ela anunciar que iria gozar, provocando-o para que viesse também. E ele gozou. Dentro dela! 

Foi um ménage e tanto!

Nos pós sexo ficamos mais um tempão papeando, enquanto acabávamos com aquela garrafa de vinho. Ele até me deu um feedback do meu atendimento, super positivo, fazendo com que eu me sentisse a profissional do ano!. Depois dessa longa e deliciosa sessão de bate papo, pedi licença para tomar um banho, intuí que já tínhamos passado do tempo, inicialmente acordado, e não queria me tornar inconveniente, caso eles quisessem ter um pouco de privacidade.

O mais engraçado é que quando eu estava me secando, no banheiro, ouvi um pequeno estalar vindo do quarto, me deixando uma leve dúvida se eles estariam se pegando, mas achei que fosse coisa da minha cabeça, afinal, tinha sido bem intenso aquele ménage, não acreditei que ainda restasse energia neles. Pois, me enganei completamente. Quando voltei, os flagrei transando, como se a transa anterior ainda fosse a mesma. Fiquei impressionada! Dois insaciáveis!

Mas que safadinhos! – Falei, voltando do banheiro. 

Vem pra cá! – Ela me chamou de volta.

Não tinha como dizer não a um pedido daqueles. Abandonei a toalha e voltei no mesmo minuto. Ele me beijava, enquanto comia ela. Mas aquilo foi só o esquenta do segundo round. Em poucos minutos pausaram, pois ela disse que precisava se limpar (ainda da primeira transa), daí foi tomar um banho e mencionaram a hidro, no andar de cima. Até subi para encher, com eles vindo ao meu encontro depois, mas quem disse que entramos na banheira? Ele estava em pé, com nós duas ajoelhadas na frente dele, o chupando. Ficamos nessas preliminares por um tempo, intercalando com beijos, até que um deles falou para descermos novamente, na cama era bem mais confortável, rs.

Essa segunda transa foi tão intensa quanto a primeira, ainda que tenha durado menos tempo. Agora sim eles pareciam saciados, hehe. 

O encontro de uma hora virou três! Ainda deixaram em aberto a possibilidade de um repeteco, que torço muito para que aconteça. ? Amei demais conhecê-los, espero repetirmos mais vezes!

  • Enviado ao Te Contos por Sofia

Contratei um Garoto de Programa para comer minha esposa nessa sexta (31-07-2026)

    By; Alex & Malu Te Contos, me chamo Alex e tenho 35 anos, minha esposa se chama Malu e tem 32 anos. Nosso caso começa bem par...