sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Indo transar com a minha putinha do trabalho em sua casa ontem (05-02-2026)

  

By; Daniel

Ola te contos, me chamo Daniel, tenho 38 anos, sou casado, mais mantenho um relacionamento a quase 1 ano com uma garota de 26 anos, que conheci no trabalho.

Ontem quando cheguei em sua casa, após o trabalho e ficamos namorando na sala, então para não perder mais tempo eu fui tomar um banho e quando saio do banheiro ela me aguardava deitada de bruços na cama com aquela raba empinadinha. Que linda visão!

Deito ao seu lado voltamos a nos beijar... com o clima já bem quente, resolvo que vou chupa-la uma fração de momento antes dela própria se oferecer para fazer o mesmo em mim. Ela se vira com aquele sorrisinho convidativo do tipo “be my guest”. Hmmmmmmmm...

Vou explorando toda aquela buceta fechadinha e cheirosa bem devagar, com a paciência e dedicação que um monumento como ela merece. Vou acelerando e aumentando a pressão com a língua paulatinamente... E do nada, acontece! Ela começa a se contorcer, tem espasmos, geme e geme! Do jeitinho que eu gosto! Como não amar aquele momento tão sublime?!

- “... eu...vou gozar!”

Há! Reduzo o ritmo aguardando algum sinal que indicasse que era para eu parar (afinal, tem meninas que ficam muito sensíveis após um orgasmo, e aí tem que aguardar para que a gata se recupere, claro). Mas esse sinal corporal e/ou verbal, nunca veio, então continuei aumentando a pressão e ritmo, novamente! O corpo dela volta a ficar totalmente eletrificado... de novo e de novo! Não sei quanto tempo me entretive alí... mas ela curtiu cada segundo!

Em algum momento, já com a mandíbula ficando dormente, fui reduzindo o nível gradativamente, até parar... ela, mal conseguia abrir os olhos. Dou beijinhos em suas coxas e para variar, fico alí deitado ao lado dela, apenas admirando aquela obra de arte, até que a alma voltasse àquele corpo delicioso.

Recuperada, a gata parte para ofensiva, e engole o meu pau com todo o capricho! Oral impecável. Mas com o tesão absurdo que eu já estava da chupada épica que aquela bucetinha me proporcionou, meu pau já latejava horrores, e não podia dar esse tiro naquele momento.

Então ela diz; - “Se deixar, fico aqui direto…

- ” Eu tenho certeza que sim!

Mas precisava sentir o meu pau no meio dessas pernas tão perfeitamente torneadas o mais rápido o possível... Começamos com um delicioso papai mamãe. Essa é uma posição segura pra mim. Me ajuda a controlar a empolgação do meu pau, embora eu também curta gozar nessa posição. Dalí, já usando a flexibilidade dela, botando uma e, depois, as duas pernas sobre meus ombros, o que é ótimo para penetrar mais fundo. Mais uma vez aqueles espasmos... só que agora, por dentro, massageando meu pau!

Já com as rédeas do meu próprio corpo tomadas, sinto que posso brincar em qualquer posição. Agora, meu orgasmo ia vir na hora que eu quisesse (as vezes kakak). Então é só aproveitar.

A coloquei de quatro, para curtir aquela paisagem, dava pra ver cada ressalto da musculatura de suas costas, em proporções harmônicas, perfeitas.

Pra finalizar de maneira apoteótica, depois de martelar deliciosamente a bucetinha dela de quatro até minha alma quase escapulir pela boca, vou a deitando de bruços, sem tirar a pica pra gozar cheirando aquela nuca cheirosa!

E a sua reação foi linda! Como estivesse se guardando pra gozar uma última vez comigo. Que entrega absurda! Sua buceta ficou tão cheia que escorria o gozo dela. Deitei ao seu lado e ela rapidamente foi ate o meu pau e ficou chupando ele ate ficar limpinho.

Dali deitou quase que sobre mim, e ficamos namorando ate a hora d’eu ter que ir tomar um banho e voltar pra casa.

Essa putinha tá me deixando cada dia mais louco de tesão por ela.

  • Enviado ao Te Contos por Daniel

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