By; Rony ( @pqp1980 )
Esse conto que passo a contar, aconteceu em 2019, quando conheci Selina. E nos deixamos noa envolver pela vontade de estarmos juntos e sempre que pudéssemos transamos de inúmeras formas.
Eu, Rony, 45 anos, 1,77m, olhos verdes e corpo médio, estaciono o carro o carro em frente a casa dela. Meu coração já bate forte.
Quando toco a campainha, ouço ela dizer para eu entrar pois a porta está entreaberta.
Selina está de pé perto da porta , só de lingerie branca rendada. Seus 1,60m de altura, os cabelos castanhos longos caindo soltos pelas costas e os olhos azuis cheios de desejo me recebem.
Os seios médios sobem e descem rápido dentro do sutiã, e a calcinha mal cobre aquela bunda redondinha, firme e deliciosa que eu tanto desejo.
— Rony… você demorou — murmura ela, mordendo o lábio inferior.
Fecho a porta, giro a chave e me aproximo. Puxo ela pela cintura e a beijo com fome. Minhas mãos apertam aquela bundinha firme enquanto nossas línguas se enroscam.
Tiro a lingerie dela devagar. Primeiro o sutiã, revelando os seios médios com mamilos rosados já duros. Depois a calcinha. Selina fica completamente nua na minha frente, linda e molhada.
Eu me sento na beira da cama. Ela se ajoelha entre minhas pernas, os cabelos castanhos longos caindo sobre os ombros. Seus olhos azuis me olham de baixo enquanto ela segura meu pau já duro com a mão quente.
— Quero chupar você primeiro — diz ela, a voz rouca de tesão.
Selina começa lambendo devagar, da base até a cabeça, passando a língua quente e molhada por toda a extensão. Ela gira a língua na glande, saboreando o pré-gozo que já escorre. Depois abre a boca e me engole devagar, os lábios macios deslizando pelo meu pau. O calor úmido me envolve completamente.
Ela começa a chupar com vontade, subindo e descendo a cabeça, uma mão masturbando a base enquanto a outra acaricia minhas bolas. Os cabelos longos castanhos balançam com o movimento. De vez em quando ela tira o pau da boca, dá lambidas longas e me olha nos olhos, safada.
— Gostoso… adoro chupar esse pau — murmura ela antes de me engolir mais fundo, quase até a garganta.
Eu seguro os cabelos dela com uma mão, guiando o ritmo, mas sem forçar. O som molhado do boquete enche o quarto junto com meus gemidos roucos. Selina chupa com fome, acelerando, depois desacelerando, torturando-me de prazer.
Sinto o orgasmo se aproximando, mas não quero gozar ainda.
— Para… vem aqui — digo, puxando ela para cima.
Coloco Selina deitada na cama, de costas, e abro suas pernas. A boceta dela está inchada, molhada e brilhando. Beijo a parte interna das coxas, subindo devagar. Quando minha boca finalmente chega onde ela mais quer, ela solta um gemido alto.
Eu lambo devagar toda a extensão da boceta, saboreando o gosto doce e salgado dela. Circulo o clitóris com a língua, chupo ele suavemente, depois com mais pressão. Selina arqueia as costas, cravando os dedos nos meus cabelos.
— Isso, Rony… chupa minha boceta… assim… — geme ela, rebolando contra minha boca.
Enfio a língua dentro dela, fodendo-a com a língua enquanto meu nariz pressiona o clitóris. Depois volto a chupar o ponto sensível, dois dedos entrando e saindo devagar no ritmo. Os gemidos dela ficam mais altos, o corpo treme. Eu continuo chupando com vontade, sugando o clitóris e lambendo sem parar até sentir as coxas dela apertarem minha cabeça.
Selina goza forte na minha boca, o corpo convulsionando, soltando um grito abafado enquanto os líquidos quentes escorrem. Eu continuo lambendo devagar, prolongando o prazer dela.
Quando ela volta do orgasmo, os olhos azuis estão vidrados de tesão.
— Agora me fode… — pede ela, ofegante.
Eu me posiciono entre suas pernas e entro na boceta quente e molhada com uma estocada firme. Meto com ritmo, segurando seus quadris pequenos. Depois de alguns minutos intensos, viro ela de quatro. A visão daquela bunda redondinha e firme empinada para mim é irresistível.
Seguro os cabelos longos castanhos como rédea e meto fundo na boceta novamente.
— Essa bundinha deliciosa é minha hoje — digo, a voz rouca, dando tapas na bunda firme.
Selina geme mais alto, rebolando contra mim. Vira o rosto de lado e pede, manhosa e safada:
— Então me fode na bundinha, Rony… Por favor… quero sentir você no meu cu hoje.
Eu saio da boceta, cuspo na mão e lubrifico bem meu pau e o cuzinho apertado dela. Acaricio o anelzinho com o dedo até ela relaxar. Posiciono a glande e empurro devagar. O cu dela é apertadíssimo, quente. Selina solta um gemido longo enquanto eu entro centímetro por centímetro até enterrar tudo.
— Porra… que cu gostoso e apertado — grunho.
Começo a meter devagar, depois aumento o ritmo, segurando a cintura dela. Dou tapas na bunda redondinha enquanto meto. Selina geme cada vez mais alto, empinando mais a bunda.
— Mais forte… fode meu cu… eu aguento… — pede ela.
Sinto o orgasmo dela se aproximando novamente. O cuzinho aperta meu pau em espasmos. Selina goza forte com meu pau no cu, tremendo inteira e gritando meu nome abafado. O aperto delicioso me leva ao limite. Dou mais algumas estocadas profundas e gozo forte dentro dela, enchendo o cuzinho com jatos grossos enquanto grunho de prazer.
Caímos na cama, suados e ofegantes.
Selina vira o rosto para mim, os olhos azuis brilhando, um sorriso satisfeito nos lábios.
— Da próxima vez quero repetir tudo… especialmente o anal.
Eu sorrio, passando a mão pela curva da sua bunda ainda quente.
— Combinado.
E foi isso TC para hoje
Enviado ao Te Contos por @pqp1980
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