by; @daniellemarcus1
Era um fim de tarde quente em Aracruz. A praia de Coqueiral estava quase vazia, só o barulho das ondas quebrando e o vento balançando os coqueiros. Minha esposa, a Dani, estava linda pra caralho: biquíni fio-dental preto que mal cobria os mamilos durinhos e a bucetinha depilada. O corpo bronzeado brilhava de óleo de coco. Eu fingia que dormia na canga, mas observava tudo. Um coroa bem conservado, uns 55 anos, cabelo grisalho, corpo forte de quem malha, se aproximou caminhando pela areia. Ele parou perto da gente, sorrindo com aquele jeito experiente.
— Que tarde linda, né? — disse ele, olhando descaradamente pro corpo da Dani.
Ela sorriu de volta, mordendo o lábio. Em menos de cinco minutos os dois já estavam conversando como se se conhecessem há anos. Eu continuei “dormindo”, de óculos escuros, mas com o pau já começando a endurecer dentro da sunga.
O coroa se sentou na canga ao lado dela. A mão dele logo subiu pela coxa bronzeada da Dani, subindo devagar até o biquíni. Ela abriu as pernas um pouquinho, deixando ele sentir o calor da buceta por cima do tecido fino.
— Sua mulher é uma delícia... — murmurou ele pra mim, sabendo que eu tava acordado.
Dani riu baixinho e puxou o coroa pra mais perto. Eles se beijaram ali mesmo, língua no meio, enquanto ele apertava os peitos dela por cima do biquíni. Ela desceu a mão e sentiu o volume na bermuda dele — um pau grosso, já duro.
Sem dizer mais nada, ela se levantou, pegou a mão do coroa e o levou um pouco mais pra trás, onde os coqueiros faziam uma sombra discreta, mas ainda dava pra ver o mar. Eu segui devagar, sentando numa pedra perto. Dani se ajoelhou na areia, puxou a bermuda do coroa pra baixo e soltou um gemido de surpresa e tesão quando viu aquela rola grande, veia grossa, cabeça rosada. Ela lambeu da base até a ponta, devagar, depois engoliu fundo, chupando com vontade, babando tudo enquanto o coroa gemia e segurava o cabelo dela.
— Que boca gulosa, porra... — grunhiu ele.
Depois de uns minutos de boquete caprichado, ele a levantou, virou de costas e puxou o fio-dental pro lado. A buceta da Dani já tava molhada, brilhando. O coroa cuspiu na mão, passou na rola e enfiou devagar, mas firme. Ela gemeu alto quando ele entrou inteiro.
Ele começou a meter forte, segurando a cintura dela, batendo a barriga contra a bunda redonda. O barulho molhado da foda se misturava com o som das ondas. Dani rebolava pra trás, pedindo mais:
— Me come, vai... mete tudo nessa buceta…
Eu assistia de perto, punhetando devagar, vendo o pau do coroa entrar e sair brilhando dos sucos dela. Ele metia cada vez mais rápido, apertando os peitos da Dani, beliscando os bicos.
Não demorou muito. Dani gozou primeiro, tremendo, apertando a rola dele com a buceta. O coroa deu mais umas estocadas brutas e gozou dentro, enchendo ela de porra quente, gemendo rouco. Quando ele tirou, um fio grosso de sêmen escorreu pela coxa da Dani. Ela se virou, sorriu pra mim com cara de safada e falou:
— Vem cá, amor... limpa pra mim.
Eu me aproximei e lambi tudo, enquanto o coroa ainda assistia, pau meio duro, satisfeito. O sol já estava se pondo quando voltamos pra canga, como se nada tivesse acontecido. Mas a buceta da Dani ainda pingava lembrança do coroa.
Enviado ao Te Contos por @daniellemarcus1
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