terça-feira, 31 de março de 2026

Dançando com outros para excitar o Marido.

    

by: @daniellemarcus1

Era uma noite quente de sexta-feira em Cariacica, o tipo de calor que faz a camisa grudar nas costas antes mesmo de você entrar no salão. O forró tava rolando solto no Rancho do Boi, aquele som pesado de zabumba, triângulo e sanfona enchendo o ar, misturado com cheiro de cerveja gelada e perfume barato.

Eu cheguei segurando a mão da Dani, mas ela já tava com aquele brilho no olhar que eu conheço bem demais. Vestidinho florido colado no corpo, cabelo solto balançando, batom vermelho que parecia gritar “me olha”. Quando a gente entrou, vários pares de olhos se viraram na direção dela. Sempre acontece.

-“Vou pegar uma cerveja pra gente, amor?”, perguntei, tentando manter o controle da noite.

- “Pode ir, eu fico aqui dançando um pouquinho enquanto você volta”, ela respondeu com aquele sorrisinho safado, já mexendo o quadril no ritmo da música que tava começando.

Voltei com as long necks geladas na mão e já vi a cena que, no fundo, eu sabia que ia acontecer — e que, de algum jeito torto, eu queria que acontecesse.

Dani no meio do salão, dançando agarradinha com um cara alto, moreno, camisa xadrez aberta no peito. Ele segurava firme na cintura dela, puxando pro lado, soltando, girando. Ela jogava a cabeça pra trás rindo, o cabelo voando, o corpo acompanhando cada pisada dele como se os dois tivessem ensaiado a vida inteira. O vestido subia um pouco nas coxas a cada rebolada mais forte, e ela nem se importava.

Eu fiquei encostado na pilastra, tomando a cerveja devagar, sentindo aquele misto quente de ciúme, tesão e orgulho esquisito que só quem vive isso entende. Ela olhou na minha direção por um segundo, nossos olhos se cruzaram. Ela mordeu o lábio inferior de leve, como quem diz “tá gostando do show, né?”, e voltou a se entregar na dança.

Depois veio outro. Esse era mais magrinho, mas dançava bem pra caralho. Estilo pé-de-serra puro, pisada seca, giros rápidos. Dani acompanhava tudo, rindo alto quando ele fazia ela rodar várias vezes seguidas. As mãos dele desciam um pouco mais nas costas dela, quase na bunda, e ela deixava. Deixava mesmo. Às vezes virava de costas, rebolava encostando nele, e olhava pra mim de novo — direto nos olhos —, como se estivesse me entregando um recado silencioso:

-“Isso é pra você também”.

A noite seguiu assim. Um depois do outro. Uns dançavam mais agarrado, outros mais solto, mas todos com aquela cara de quem não acreditava na sorte de ter a Dani nos braços por algumas músicas. E ela? Ela dançava como se fosse a dona do pedaço, dona do som, dona dos olhares, dona de mim.

Em algum momento ela voltou pra perto de mim, suada, ofegante, o rosto iluminado. Pegou a cerveja da minha mão, deu um gole longo, me entregou de volta e falou bem pertinho do meu ouvido, com a voz rouca de tanto gritar e rir:

- “Tá com ciúminho, meu corno?” Eu só sorri, puxei ela pela cintura e respondi baixinho:

- “Tô é louco pra te ver dançar mais um pouquinho…”

Ela riu, me deu um beijo rápido na boca, ainda com gosto de cerveja e suor, e voltou pro meio do salão. A zabumba bateu mais forte, e lá foi ela de novo — rebolando, girando, sendo desejada por todos aqueles homens… e sabendo que, no final da noite, era pra mim que ela ia voltar. E era exatamente assim que eu queria

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