by; Anônimo
Olá, me chamo João (nome fictício), tenho 29 anos e o que vou relatar aconteceu há duas semanas. Tenho 1,88m de altura, sou moreno, uso corte militar e sou o famoso "fominha de academia". Moro na minha cidade atual há apenas quatro anos. Por ser um cara sério e falar com poucas pessoas na academia, eu observo muito ao meu redor. Passei a receber muitos convites de mulheres da academia pelo Instagram. Sou casado e isso, às vezes, gerava ciúmes na minha esposa, mas eu mantinha o foco: chegava, falava com os conhecidos e treinava de fone de ouvido. Estou em transição de carreira e, como saí do meu trabalho antigo, passei a treinar à tarde (antes eu só ia à noite).
Certo dia, enquanto eu treinava, chegou uma loira de 1,65m mais ou menos. Ela tem 41 anos e se chamava Patricia, eu investiguei com um amigo recepcionista, mas não aparentava de forma alguma; tinha o corpo muito bem cuidado e acabou chamando minha atenção. O meu amigo percebeu meu interesse e, como tinha intimidade com ela, fez uma brincadeira que envolveu nós dois. Trocamos sorrisos e ficou por isso mesmo naquele dia.
No dia seguinte, fui no mesmo horário. Quando a vi, dei boa tarde e ela respondeu com um sorriso lindo. Por acaso, eu estava sentado em um banco na frente do ventilador e ela veio se refrescar também por conta do calor. Perguntei o nome dela, mesmo já sabendo.
— Patrícia, e você? — ela respondeu.
— João. Nome bonito, combina muito com a dona — eu disse.
Ela riu e agradeceu. Eu continuei: — Seu marido não está por aqui, né? Estou elogiando a esposa dos outros e já já apanho.
— Ela deu risada e disse não ser casada. Tinha um caso, mas nada demais.
— Eu disse que essa resposta me deu ainda mais vontade de frequentar aquele horário.
Ela entendeu a intenção, deu risada e comentou que eu mexia com muitas mulheres ali. Retruquei dizendo que quem mexia comigo era quem estava conversando comigo naquele momento. Ela ficou vermelha e disse:
- "Vamos nos conhecer melhor com o passar dos dias".
Tentei pedir o número dela na hora de ir embora, mas ela não deu; disse que era para eu voltar mais vezes naquele horário.
Após alguns dias de conversa, finalmente consegui o número dela. Passamos a conversar bastante. Eu queria ficar a sós com ela, mas ela resistia por me achar novo demais, dizendo que nunca tinha se envolvido com alguém da minha idade, mas que tava gostando tando de conversar comigo que um dia eu não falei nada por ficar muito ocupado e ela mandou mensagem dizendo que tava com saudade. Certo dia, na academia, a encontrei no bebedouro, que estava vazio. Falei sério:
— Amanhã você não vem treinar. Às 15:00 eu vou te pegar e vamos para um motel. Não se atrase.
Saí logo em seguida. Ela ficou sem palavras. Depois, me mandou mensagem perguntando o que eu faria com ela. Respondi:
- "Nada que você não queira, mas vamos matar a vontade que estamos um do outro".
No dia seguinte, fui ao encontro dela. Ela estava muito cheirosa, de saia e uma blusa que mostrava um pouco a barriga. No trajeto, conversamos sobre a vida, mas assim que entramos na suíte do motel e fechei a garagem, não perdi tempo e nos beijamos loucamente.
Estavamos com muito tesão. Havia uma porta de serviço aberta que dava para área de serviços, mas nem ligamos. Começamos a tirar a roupa, alisei seu corpo arrancando gemidos, beijei sua nuca e suas costas e tirei seu sutiã. Quando a virei de frente, vi aqueles peitos lindos, que deu certinho na minha boca e chupei até ela dizer que tava gozando com o carinho que eu fazia passando a ponta dos dedos em suas pernas, barriga e as chupada forte nos peitos revezando. Ela gemia alto, tanto que chegaram a fechar a porta de serviço lá fora pelo barulho.
Desci, beijei sua barriga, passei a lingua por cima da sua calcinha e comecei a tirar com a mão e vendo aquela buceta linda, lisinha e com um cheiro muito gostoso, comei beijar do pé e passar a lingua até chegar na sua buceta e chupar com muita vontade. Eu já havia dito a ela que gostava muito de chupar uma buceta, eu sou louco por isso e chupei com muita vontade. Ela segurava minha cabeça e gemia alto dizendo que eu era um novinho que chupava muito gostoso. Eu acho que passei uns 20 minutos chupando ela, ela gozou umas 2 vezes na minha boca e quando eu parei ela ficou respirando fundo e intercalava rindo e ofegante. Como minha boca tava toda lambuzada eu fui até seu rosto e dei um beijo gostoso nela. Ela me segurou e começou me beijar com mais intensidade e ficamos nessa por um tempo.
Ela me empurrou e quis retribuir. Eu fiquei em pé fora da cama, ela se ajoelhou na cama, me deu seu cabelo para segurar e pediu que eu segurasse nela como uma puta, ela queria se sentir assim. Eu segurei com força e ela tirou meu short e mordeu meu pau por cima da cueca. Depois, ela abaixou minha cueca e quando viu meu pau mordeu a boca e vi os olhos dela brilhando. Eu tenho 19 cm e tenho a cabeça do pau muito grande e com muito tesão fica maior ainda. Ela começou a chupar, a boca dela é pequena e mal conseguia chupar a cabeça, eu segurei mais firme em seu cabelo e comecei a empurrar e ela se engasgava, eu tirava, enfiava de novo em sua boca e segura até ela se engasgar. Ela começou a babar e respirar rápido e eu não tive pena, batia meu pau em seu rosto, chamava ela de puta e dava tapa em seu rosto que ficou toda vermelha na hora. Teve uma hora que ela segurou meu pau e chupou com vontade muita vontade. Eu já estava com muito tesão e gozei no seu rosto, deixando ela toda suja, saiu muita porra. Passei a mão em seu rosto espalhando tudo e deixando todo sujo e não deixei ela limpar, disse para ficar assim igual uma vagabunda.
Eu aproveitei para chupa-la mais um pouco e comecei a colocar a lingua dentro d sua buceta. Depois eu coloquei um dedo dentro dela, depois outro e continuei chupando aquela delicia de buceta. Quando ela começou a gemer alto dizendo que iria gozar, meu pau já estava a ponto de bala de novo, coloquei ela de quatro e comecei a enfiar na sua buceta, fui colocando devagar, como tava bem lubrificando foi entrando fácil, e quando já estava quase todo dento, eu dei uma estocada forte e ela gritou e falou pra mim:
— Vai, filho da puta, me come, me come com vontade.
Eu segurei os dois braços dela para trás e comecei a meter com força, metia com muia vontade, a ponto de montar nela e tratar ela como uma vagabunda pisando em seu rosto. Ela só gemia e pedia mais, não parei até que ela começou dizer que estava gozando.
Desci da cama, com ela ainda de quatro, passei o pau na entrada do cu dela lambuzando e coloquei um dedo dentro, coloquei meu pau na sua buceta e passei a mão para tocar suca buceta e fiquei assim. Ela fazia o movimento para trás fodendo sua buceta. Ela gozou a ponto de dizer que não aguentava mais. E quando ela disse isso eu comecei a bater em sua bunda, batia com força deixando a bunda dela muto vermelha, confesso que tenho uma mão pesada. Ela dizia que tava doendo, mas eu batia mais forte ainda e dizia que quem mandava sou eu. Ai ela disse:
— Não come meu cu hoje não, eu sei que você quer, mas deixa para a próxima, por favor!
— Eu disse que tudo bem, pois já tinha visto que ela não aguentaria mais um pouco e eu só poderia ficar no motel pelo mesmo tempo que fico na academia, senão minha esposa poderia desconfiar da demora. Ela me confessou que tinha um tempo sem sexo.
Eu sentei na cama, ela ficou de quatro e começou a chupar meu pau, agora com mais força me fazendo gozar na boca dela. A puta me mostrou a boca cheia de porra e engoliu. Isso com o rosto todo sujo de porra ainda.
Ao chegar em casa, ela me mandou uma mensagem com uma foto, dizendo que tinha adorado a tarde e que ninguém nunca tinha tratado ela assim, que ela amou. Ainda não voltamos ao motel, mas quando acontecer, eu conto para vocês.
Enviado ao Te Contos
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