By; Marco Antonio
Ola Te Contos, gostaria de contar uma historia minha, me chamo Marco Antonio, tenho 29 anos, e hoje casado. Quando isso aconteceu ainda não tinhamos oficializado, mas já vivia com ela (Marilia).
Ela tem uma irmã, Ruth, casada, com (Carlos), ela cabelos loiros em cachos, branquinha e bumbum arrebitado. Tudo estava normal, Marilia era companheira, amante, puta, tudo em sua hora, fazia o que eu gostava (exibicionismo), ficávamos no carro, ela me chupando, no que sou viciado, perto de outros casais. De Segunda a Segunda não tinhamos folga, sempre estavamos fazendo algo.
Um dia estávamos eu, Marilia e Ruth no quarto conversando, e sobre fazer sexo, que era nosso hábito. Assim que a Mari saiu a Ruth disse:
- Cuidado assim logo terei sobrinhos!
Retruquei:
- Como! Nunca vi engravidar pelo cu!
Notei que Ruth se surpreendeu com aquela divulgação, saber que a irmã dava o cu. Mas notei que ela também deixou no ar curiosidade e interesse.
Eu tenho uma casa em Rio das Ostras e todos os fins de semana íamos para lá. Meus cunhados acompanhavam em tudo, saíamos muito juntos. Vinham na piscina em casa e ali eu notei como minha cunhada era gostosa, fabulosa.
Eu e Ruth começamos numa brincadeira de meu irmão, minha irmã, maninho, maninha, pois sou filho único e gostaria muito de ter uma irmã como ela. Nossa brincadeira pegou, não se levava na maldade, da Marilia e de Carlos. Ruth me abraçava, andava de mão dada comigo, pegava meus braços punha em sua cintura por trás, eu não aguentava aquela bunda quentinha roçando em mim, ela queria um irmão, pois só tinha irmãs.
A coisa foi tomando rumo, num dia fomos ao mercado fazer compras para um churrasco em casa, ao sair do carro ela não conseguia fechar a sua porta, então fui fazê-lo, ela se colocou entre mim e a porta, muito de leve, encostei meu pau em sua bunda, ela sentiu e disse:
- Olha maninho, é pecado.
Respondi:
- Nunca pensei nisso, é você que tá pensando.
Ao voltar com as compras, fui abrir a sua porta e ela de novo se pôs no meio, não aguentei empurrei meu pau em sua bunda. Ela como de hábito pegou meus braços em sua cintura e de costas segurou meu pescoço e me beijou, meu coração disparou, tremia todo, não acreditava naquilo. Entramos no carro, procurei melhor lugar no fundo do estacionamento, e ali namoramos, ela me chupou, vigorosamente, insaciável, me fez gozar e tomou todo o meu gozo, depois sem jeito pediu desculpas, envergonhada. Eu disse que é um segredo nosso. Mas confessou que estava com inveja da irmã pois queria que Carlos gostasse de fuder seu cuzinho, ele dizia que era coisa de puta, galinha, e que a irmã tinha isso tudo.
Então ali começou um romance amantes cunhados. E ninguém desconfiava, acreditavam, são cunhados, brincam de mano pra lá, pra cá. Sempre ficávamos juntos, na praia, caminhamos sempre, saíamos de perto de seu marido e minha mulher. Eles gostavam de beber nós de fuder, namorar muito. Ficávamos longe e procurávamos lugares para ela me mamar. Ela adorava, até dentro dágua já fudemos, depois chegávamos juntos e tomávamos cerveja.
Como eu gosto de consertar coisas, tenho jeito pra isso. Carlos perguntou quando iria em sua casa dar uma olhada no purificador de água que estava com defeito.
Fui um dia à tarde e minha cunhada estava com um short de jeans desfiado, e sem calcinha. E uma miniblusa mostrando o umbiguinho e formas do corpo. Eu ficava olhando aquele cuzão me chamando ela percebeu, começamos uma frenética sacanagem na cozinha terminando na sua cama, me perguntou:
- Como minha irmã faz? Quero fazer igualzinho.
Coloquei-a de quatro na beirada da cama chupou meu pau lubrificou com sua saliva, encostei o pau na entradinha do cu e comecei a empurrar, logo tudo estava lá dentro, ela estava gemendo muito, mas adorando. Fudia seu cu enquanto lhe tocava no grelo uma siririca, gozamos juntos. Enchi aquele cu de leite, não era suficiente, ao tirar, me virou, me sentou na cama e no chão, sentada me mamou bater com a pica ainda suja e latejando no rosto, pedia mais que esporrasse todo rosto, e jorrei mais leite ela se batia com minha pica e engoliu tudinho.
E assim comi aquele cuzinho rosadinho apertado virgem, que piscava enquanto enfiava a minha língua nele, realizei suas fantasias, coloquei roupas de Carlos, e fudia aquela cunhada maravilhosa de 1.75m de todas formas e jeitos, no banheiro, em cima da pia, na mesa da cozinha.
Em minha casa também realizei algumas fantasias. Ela colocou as roupas da irmã, calcinhas, meias, etc... eu a fudia na piscina, na lavanderia, na garagem, na casa toda.
Já não aguento mais ficar longe.
Enviado ao Te Contos por Marco Antonio
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