By; Jade
Te Contos, me chamo Jade, sou de Cuiabá, tenho 22 anos, sou morena jambo claro, seios fartos e duros, bumbum bem delineado, empinado e lisinho, plantado em pernas bem torneadas e grossas, tudo na medida. Com meus cabelos longos, pretos e levemente cacheados.
O que contarei aconteceu sexta feira, dia 5 de Junho. Eu já estava a meses sem transar desde quando terminei meu namoro. Nunca pensei que eu fosse capaz disso, mesmo gostando de sexo como eu gosto.
Eu estava em casa com a minha mãe, estudando. Minha mãe havia chamado o encanador para consertar a pia da cozinha. Eu estava muito a vontade, com um shortinho minúsculo, desses enfiado na bunda, e uma calcinha lindinha, também enterrada. Vestia também uma malha branca, sem soutiã, o que deixava meus biquinhos marcando a blusa. Estava deitada de bruços no sofá da sala, que dá pra ver da cozinha.
Quando o homem entrou na cozinha eu reconheci logo de cara, é um amigo do meu pai, e ele me viu deitada com a bundinha pra cima ele quase teve um troço. Já eu, que naquele dia estava no cio, achei bem interessante a atitude daquele homem que me desejava e não podia me ter. Aquilo de alguma forma me excitou, mas continuei a estudar sem dar muita asa a minha imaginação, pois afinal de contas a minha mãe estava em casa.
Bem, ele começou a fazer o serviço e eu continuei a estudar, sem dar muita importância a ele. Lá pelas tantas começou a vazar água e ele tirou sua camisa, ficando somente com sua calça jeans e o peito nu.
Pude reparar então como ele era realmente, com braços musculosos e uma barriguinha de chopp (muito bem para um homem de uns 40 a 45 anos). De vez em quando ele olhava pra mim discretamente, pra minha mãe não perceber, e eu comecei a olhar também, mas sem muita intenção. Já estava certo da minha mãe ter que sair e que não demoraria mais do que uma hora.
Foi minha mãe bater aporta de casa e eu ficar toda ouriçada com aquele homem dentro da minha cozinha. Mesmo assim, me controlei, pois isso não fazia parte das minhas ações. Mas o tarado do homem estava pensando adiante de mim, e lá pelas tantas me pediu um pouco de água. Levantei-me do sofá e fui até a geladeira, passando bem pertinho dele. Quando lhe entreguei a água ele bebeu, me olhou de cima a baixo, lambeu os lábios e disse obrigado.
Nem saí da cozinha e ele me pegou levemente pelo braço, perguntando se eu podia lhe dar uma ajudinha. Eu falei que não entendia nada daquilo, mas mesmo assim ajudaria. Ele disse pra eu não me preocupar, que era só fazer o que me diria. Dito isso, pediu para que eu segurasse o cano, enquanto ele vedava a rosca. Aquilo bateu forte na minha cabeça e minha imaginação acelerou. Segurei aquele cano roliço, enquanto ele, ao meu lado, roçava seu braço forte no meu peito, levemente, sem me dar motivos para reclamar. E como eu não falei nada, encostou mais ainda, fazendo com que meu biquinho ficasse todo ouriçado, quase furando a minha blusa.
Aquilo também me deixou molhadinha, me atordoando as idéias, tentando entender o que fazer com aquela situação. Nós dois ali, agachados, sozinhos, encostando um no outro e o filho da puta fingindo que não estava nem aí, preocupado com o cano. Quando eu dei por mim, ele falou;
-“peraí”
E foi girando pra traz de mim, segurando o cano, me prensando, dizendo pra eu segurar forte com as duas mãos pra não jorrar. Quando ele falou isso eu amoleci todinha e me larguei eu seus braços, encostando minhas costas no seu peito musculoso, perdendo a noção do que estava fazendo. Ele ficou um pouco assustado, mas me abraçou com carinho e já segurando meus peitos que queriam explodir de tesão.
Me entreguei completamente, comecei a arfar e disse pra ele me levar pro meu quarto, antes que alguém aparecesse. Ele me pegou no colo, me colocou em cima da cama e começou a me beijar loucamente, como se eu fosse a última mulher na terra. E eu ali, com um homem mais velho e amigo dos meus pais, louca pra dar, sem saber o que fazer.
Mas ele sim sabia o que fazer. Começou a mamar e acariciar meus peitos deliciosos por sobre a blusa e depois foi descobrindo-os aos poucos, dizendo como eram maravilhosos. Tirou a minha blusa como um tarado e mamou até doer meus mamilos. Disse que nunca tinha pegado uma mulher gostosa como eu e queria aproveitar.
Depois de matar a sua fome de peito, foi a vez da minha bunda. Me botou de bruços, ainda de short, e passava a mão em cada pedacinho dela, acariciando e mordiscando, me fazendo rebolar como uma vagabunda no cio. Depois foi tirando meu shortinho, me deixando só de calcinha e de bruços, ele se levantou, admirou o visual e depois começou de novo a passar a mão em cada curvinha da minha bunda e a mordiscar minha polpinha, me deixando alucinada. Eu rebolava na sua cara, empinava a bunda e gemia feito uma cadela.
De repente, começou a passar a língua na minha xoxota com tanta sede que parecia que ia entrar de cabeça. Arredou a minha calcinha e passava a língua na bucetinha por traz, como se eu fosse realmente uma cadela. Lambia, chupava, mordiscava ela toda, chicoteava a sua língua no meu grelinho, me deixando sem fôlego. Aquele homem era realmente bom de foda.
Ele ficou vários minutos dando um trato na minha bucetinha e na minha bundinha, até que percebeu que não tínhamos muito tempo. Foi então que ele começou a tirar a sua calça. Ficou só de cueca e pude ver o volume que se formava, explodindo, latejando e quase rasgando o pano.
Ainda de costas, olhei de rabo de olho quando ele tirou a cueca e soltou aquele pau lindo, enorme, grosso, cheio de veias pulsando, muito duro, com a cabeça grande e vermelha. Não me contive, virei-me e comecei a chupar aquele colosso com toda a vontade que uma mulher pode ter quando chupa um pau.
Agora foi a minha vez de me demorar, devorando aquele instrumento de prazer. Chupava o pau, lambia o saco, as bolas, mordia a cabeça, que mal cabia na minha boca grande, mordia de um lado, mordia do outro, dava a volta com a língua naquele mastro intumescido e assim ia. Agarrava aquilo com as duas mãos e ainda sobrava pica pra colocar na boca. Foi uma overdose de chupada. De tanto eu ficar agarrada no pau, chupando e lambendo, ele me empurrou e disse que o melhor ainda estava por vir, que me queria todinha e que tínhamos que apressar as coisas.
Ele me virou de bruços novamente, desta vez com violência, e tirou a minha calcinha, dizendo que estava tarado por minha bunda. Falou pra eu empiná-la e relaxar. Obedeci e senti aquela cabeçorra encostar na minha bucetinha toda melada. Ele encaixou a cabeça bem devagar e foi forçando aos poucos. Disse a ele que fazia tempo que não transava, que era pra colocar devagarzinho. Ele entendeu e foi forçando, forçando, eu fui gemendo, gemendo, relaxando, rebolando.
O pau finalmente entrou com a cabeça, me causando alguma dor, mas ele esperou eu me acostumar com a grossura e foi aos poucos rebolando e me fazendo sentir um enorme prazer por ter aquela vara na minha bucetinha. Nesse momento, eu rebolava como uma puta na vara, me sentindo a mais vadia de todas as piranhas e pedia pra ele meter mais. Ele então sentiu que eu estava preparada e começou a atochar o caralho devagar, mas com firmeza, e eu sempre rebolando e gemendo.
Foi metendo, metendo, mordiscando as minhas costas, falando coisinhas no meu ouvido, e o pau não acabava nunca, até que eu senti uma dor lá no útero e as suas bolas esmagadas na minha bunda. O cacetão havia finalmente completado o seu percurso rumo as minhas entranhas de vadia. Eu estava super excitada, quando ele retirou o mastro até a metade e meteu tudo de novo, até os bagos. Fiquei alucinada e gozei, mordendo a fronha do travesseiro para não gritar muito alto. Era o gozo contido de meses.
Ele então foi ao delírio e começou a bombar violentamente o seu pau. Socava, socava, socava e eu urrava, pedindo mais vara. Foi só provocar o tarado que ele me puxou violentamente para o seu pau e me deixou de quatro, bombando com vontade até me fazer gozar de novo, enquanto ele jorrava sua porra quente, grossa e abundante na minha bucetinha esfolada, quente e encharcada.
Gozou e foi tirando o pau, dizendo que agora queria comer a minha bundinha. Ele estava com tanto tesão na minha bunda que foi só falar isso que o bicho ficou duro de novo em dois minutos.
Ele foi me ajeitando, de bruços novamente (não é que ele tarou mesmo na minha bunda!). Cuspiu na mão e lambuzou meu buraquinho, tadinho, deu um trato nele com a sua língua quente e molhada e já foi encaixando a cabeçorra outra vez, só que agora na bundinha. Fiquei pensando, “tadinha de mim”, mas estava com tanto tesão que deixei ele fazer o serviço completo.
Quando eu senti aquela cabeça enorme, vermelha, quente e latejante, ainda babando porra da gozada anterior, senti um calafrio de medo e de tesão. Ela estava realmente muito quente e pulsante, querendo entrar de qualquer maneira. Relaxei e ele começou a forçar e eu comecei a ficar preocupada. Forçou, forçou e eu relaxei ao máximo, mordi outra vez a fronha, abri bem as pernas, me enchi de tesão e coragem.
Parece que ele entendeu, pois foi forçando mais até que a cabecinha (modo de falar) entrou e eu literalmente quase desfaleci, mas ele me segurou e disse que eu era uma boa menina putinha, que era só aguentar mais um pouco, que ele estava acostumado a comer bundinha e que era assim mesmo.
Ele foi muito carinhoso, habilidoso e conquistou o direito de meter até o fim. Quando me acostumei com o bruto na bundinha, comecei a sentir algo que nunca sentira antes. Era uma sensação de prazer indescritível, tanto que parei de reclamar, comecei a rebolar devagar e ele começou a me dar os parabéns. Estava muuuuuuito gostooooooso.
Finalmente o caralhão foi deslizando aos poucos, cada vez mais, e eu descobri que cu não tem fundo como buceta, pois quando as bolas explodiram na minha bunda, e todo o cacete estava cravado em mim, não senti dor nenhuma, e sim um enorme prazer. Fiquei mais uma vez alucinada com aquela sensação de estar completa por dentro e mandei que ele parasse de preguiça e trabalhasse. Ele prontamente atendeu e tirou e colocou, tirou e colocou, tirou e colocou, nem sei quantas vezes, mas estava muuuuuito bom.
Ele gemia, apertava a minha bunda, batia nela e dizia que não acreditava que estava socando seu pauzão no cuzinho da filha gostosa de seu amigo, dentro de sua casa.
Quando ele disse isso, eu me lembrei da minha mãe e falei pra ele socar mais rápido que eu queria gozar pela bundinha. Eu sou muito gozadeira, e foi só ele começar a resfolegar o seu caralhão rápido e com força na minha bunda gostosa, mordendo as minhas costas, que eu gozei umas duas vezes seguidas, e o ele não parava, pois já tinha gozado uma vez.
Comecei a rebolar como uma louca e a xingá-lo de broxa, e ele ficou maluco, dando cada bombada de me tirar do colchão, loucamente até urrar e jorrar mais uma vez seu líquido precioso bem fundo em mim. Neste momento, eu senti uma quentura deliciosa que me fez gozar muito gostoso de novo.
Ele esperou o pau amolecer um pouco até tirar da minha bundinha, pra não doer. Quando tirou, saiu vazando porra pelos lados, que eu tive que ir correndo para o banheiro. Rapidinho eu voltei, me vesti e falei pra ele fazer o mesmo. Ele foi se lavar e se vestiu e colocou o encanamento da pia no lugar, pegou as suas coisas, passou por mim me entregando seu numero pessoal e foi embora.
Não deu 20 minutos a minha mão chegou, eu estava deitada no sofá. Minha mãe me olhou e perguntou se ele já tinha ido embora, eu disse que sim, terminou rapido quase assim que ela saiu.
Eu estava toda feliz, a buceta melada, com a bunda ardida virada pra cima e a cabeça mais leve.
Enviado ao Te Contos por Jade
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