By; Souza
Oi TeContos, me chamo Souza, tenho 35 anos e sou casado. O que vou contar aconteceu a pouco tempo. Foi em uma festa da minha família, ou melhor, família da minha esposa. Em um sítio em São Lourenço da Serra, estavam reunidos, cunhados(as), primos(as), tios(as) e etc... .
Minha esposa tem uma prima, que é muito chegada nossa, aliás ela e o marido, a tal ponto de eu ter liberdade o suficiente para chamá-la de gostosa, tesão e etc, e isso na frente do marido dela que leva na boa. Sempre tive uma pequena queda por ela; descendente de libaneses, olhos meio puxados, pele branca e brilhante, cabelos negros, uns 29 anos, enfim um tesão. Eu, um sujeito normal, pele branca, 1,78m, 79kg, olhos e cabelos castanhos e cavanhaque, normalíssimo.
Foi no sábado a tarde, eu tinha acabado de jogar bola com os primos e cunhados e estava suado e sujo, e o pessoal resolveu prolongar a festa para noite, pois era sábado mesmo e estava todo mundo a fim de ficar mais. Ela foi pega de surpresa pois tem uma filha pequena e não tinha levado leite o suficiente, teria que ir até a cidade comprar. Me ofereci para leva-la pois o maridão estava na churrasqueira, perguntei se minha esposa queria ir, mas estava de papo com as tias. Fui eu e ela então, ela estava de vestido, bem soltinho e curto e eu apenas de short, tênis e meião de futebol.
Quando ela entrou no carro falei, brincando que ela estava um tesão, queria come-la; sabe aqueles papinhos que você está louco para falar sério mas fala brincando??? Então, era o meu caso.
No caminho fomos conversando normalmente e ela quando falava, ficava pondo a mão na minha perna toda a hora e eu comecei a falar coisas maliciosas pra ver onde chegava.
Nessas de colocar e tirar a mão na minha perna, chegou uma hora que ela deixou a mão, ficamos em silêncio alguns minutos, não sei o que deu em mim em abraça-la, como namorados andando de carro como se fazia antigamente, e ela se encostou em mim, automaticamente, minha mão foi direto no seio dela, por dentro do vestido e tudo, diretão, sem falar nada.... até eu gelei, mas ela não falou nada só emitiu um som tipo hummmmmm.
Ela já colocou a mão no meu pau e pediu pra diminuir a velocidade, puxou meu short de lado, puxou pra fora e começou a fazer um oral daqueles que você só vê em filme; bem devagar, passando a língua na cabeça, o colocava todinho na boca e ficava mexendo com a língua, enfim uma coisa bem delicada, sem pressa nenhuma, quando percebi que ela estava gozando, sem eu fazer nada pois estava dirigindo; ela gozava só de chupar, não deu 1 minuto gozei também, quase que eu murchei de tanto que gozei e ela engoliu tudinho. Eu adoro uma chupeta e do jeito que ela fez.... UAU!!!
Bom, terminada a seção de oral, ela continuou com a cabeça deitada no meu colo e eu dirigindo. Não deu 10 minutos, ela abocanhou de novo, mesmo com ele mole começou a brincar com meu pau na boca, mordia, chupava, fazia de tudo com ele e o FDP morto, e eu pensando
“levanta seu bosta, quero outra, LEVANTA FILHO DA PUTA!!!!”
Acho que ele ouviu e começou a ficar duro de novo, só que agora quero fodê-la, encostei o carro, abri o capô do motor, abri as portas do lado do passageiro, simulando um carro quebrado e pedi pra que ela deitasse no banco, levantei seu vestido puxei a calcinha e chupei aquela delícia com tanto gosto, eu simplesmente não parava, chupava mesmo, enfiava a língua lá dentro tipo beijo de língua, ela urrava de tesão, mordia seu clitóris, prendia-o com os dentes e passava a língua, sugava ele pra dentro da minha boca, dava lambidas que vinham do seu cuzinho até o umbigo, ela gozou 2x sendo que a primeira até espirrou no meu rosto de tanto tesão que ela estava e meu pau duro como uma rocha.
Pedi para ela sair do carro e ajoelhar, em seguida ela debruçou no banco do passageiro ficando com aquela bunda deliciosamente branquinha virada pra mim, não resisti e meti minha língua em seu cuzinho fazendo movimentos circulares com minha língua. Dei-lhe uma lambida que foi do cuzinho até a nuca e para dar essa lambida homérica, tive que me levantar e aproveitando o ensejo meu pau com mira telescópica bateu direto naquela bucetinha maravilhosa só que não quis enfiar direto; pô, não assim que se come, é devagar.
Me ajoelhei e coloquei a cabeça e o segurei com minha mão pois ela forçava a bunda pra trás pra entrar tudo, pedi calma a ela e fui colocando bem de leve, puxei toda a pele do meu pau pra trás liberando a cabeça e fui enfiando lentamente fazendo movimentos com o meu quadril pra direita e para a esquerda e ela também fazia esse movimento rebolando pra mim.
Quando entrou até o fim, abracei sua cintura e a apertei para entrar tudo mesmo. Foi o primeiro orgasmo dela, e com meu pau todinho lá dentro comecei a come-la de verdade, pegava em sua cintura e puxava em direção à minha, acariciava seus seios, puxava seus cabelos como uma rédea até que ela gozou novamente, perguntei se podeira gozar dentro pois eu estava quase lá e ela achou melhor não, e sugeriu sexo anal o qual adorei pois minha esposa não curte e eu adoro isso.
Aproveitando que meu pau estava totalmente lubrificado pelos orgasmos dela coloquei meu pau em seu cuzinho e fui empurrando pra dentro bem de leve e com os dedos dentro da bucetinha dela tocando uma siririca. Consegui enfiar até o fundo só que lentamente pois tinha medo de machucá-la, mas ela rebolava forte e estava gostando, quando chegou a hora de eu gozar, abracei-a pela cintura e ficamos em pé; ela com a bunda arrebitada e eu por trás a espremendo no carro, apertei com tanta força que eu a levantei do chão e gozei como um louco novamente, fiquei com meu pau dentro dela até amolecer novamente e quando tirei escorreu um rio de esperma em suas pernas.
Como estávamos em uma estrada de terra foi fácil parar em um laguinho e dar aquela lavadinha básica nas partes e seguir até a cidade fazer o que tínhamos que fazer.
Na volta, ela veio o tempo todo com a mão dentro de meu short só segurando meu pau e beijando minha barriga e passando a língua em meus mamilos. Só que não dava pra fazer mais nada, tínhamos que voltar.
Chegando lá, eu de pau duro ( nem eu acredito ), tive que abrir novamente o capô do carro e ficar uns minutos fingindo que mexia nele esperando o amolecer e ela como se nada tivesse acontecido foi entrando, falando com todo mundo na boa.
Já nos encontramos 2x após disso.
Enviado ao Te Contos por Souza
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