By; Maju
Era um daqueles dias de período fértil em que meu corpo parecia ter vontade própria. Antes mesmo de levantar, já estava relembrando: o sexo com o Thiago apertado no carro, o banco reclinado, ele me comendo com força enquanto eu tentava abafar os gemidos. Depois uma transa no motel com a Patrícia, onde ela me chupou de quatro até eu gozar tremendo.
Levantei molhada. Reparei que estava atrasada e não iria dar tempo de tomar banho. No caminho para o trabalho, cada olhar que recebia na rua me deixava mais quente. Sentia o clitóris roçando contra a costura da calça a cada passo.
Cheguei no escritório e, mal sentei, meu chefe mandou uma demanda urgente: “Preciso disso em uma hora, no máximo”. Meu estômago apertou. Odeio trabalhar com esse tipo de pressão, e o meu foco estava longe, a mente cheia de imagens sujas… e agora tinha que me concentrar nisso.
Tentei trabalhar. Digitava, lia e-mails, mas minha buceta não parava de pulsar. Cada vez que apertava as coxas, sentia uma onda de tesão subir. Olhava o relógio. Os minutos passavam devagar demais. Eu imaginava trancar a porta, abaixar a calça e me tocar ali mesmo, mas não podia. A pressão da entrega só aumentava minha excitação de um jeito estranho. Quanto mais eu precisava me controlar, mais molhada ficava.
Depois de quarenta minutos de pura tortura, não aguentei mais. Levantei rápido, disse que ia ao banheiro e caminhei pelo corredor apressada. Entrei na cabine, tranquei a porta e abaixei a calça e a calcinha de uma vez.
Sentei na privada com as pernas abertas, peguei o celular e abri o Tumblr. O primeiro vídeo que carregou foi perfeito: um casal transando com fome. Ele segurando os quadris dela, metendo fundo, o pau grosso entrando e saindo brilhando de tesão. Ela gemia alto, a bunda tremendo a cada estocada.
Meu dedo médio deslizou direto para o clitóris inchado e comecei a circular rápido. Estava molhada e sensível. Abri mais as pernas, apoiando um pé na parede da cabine, e enfiei dois dedos na buceta quente enquanto rolava o feed.
Gifs de bucetas sendo chupadas. Fotos de paus veiosos, cabecinhas meladas. Textos sujos que pareciam escritos para mim: “tão molhada que escorre”, “preciso gozar agora”.
A urgência da demanda ainda martelava na minha cabeça — eu precisava voltar logo —, mas isso só me deixava mais desesperada. Meus dedos entravam e saíam rápido, fazendo barulho molhado. Belisquei o mamilo por cima da blusa, imaginando que eram dentes. O clitóris estava tão sensível que cada toque me fazia tremer.
Achei um vídeo de uma mulher se masturbando. Ela rebolava nos próprios dedos, gemendo baixo. Foi o gatilho. Senti o orgasmo subindo forte.
— Porra… agora… — sussurrei, mordendo o lábio.
Finalmente gozei. A buceta apertou meus dedos em espasmos. Minhas pernas tremeram tanto que quase escorreguei da privada. Continuei me tocando devagar, prolongando o prazer, o corpo todo formigando.
Respirei fundo, ajeitei a roupa e saí do banheiro com as pernas ainda fracas. O relatório ainda precisava ser entregue.
Mas pelo menos agora eu conseguia focar melhor.
Enviado ao Te Contos por Maju
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