By; Alana
Ola a todos do TeContos. Meu nome é Alana tenho 20 anos, sou morena, olhos castanhos e tenho um corpo bem torneado. Adoro me vestir bem e cuidar da minha aparência, sou liberal e louca por novas aventuras. Talvez seja por isso que não tenha nenhum namorado fixo.
Ha dias eu tive uma experiência excitante. Talvez a mais importante de minha vida.
Tudo começou na segunda-feira, quando voltava da praia, leu vestia um short branco e uma camiseta punk aberta na frente, de malha fina e quase transparente. Os biquinhos de meus seios provocavam montinhos sensuais sob o tecido e o short de náilon entrava sutilmente na minha bunda, moldando ela.
Eu estava simplesmente tentadora. Talvez seja por isso que Augusto, um gatão que mora na casa da o frente, não tirava os olhos de mim. Eu já o havia notado ha um bocado de tempo mas me fiz de desentendida.
Minha amiga tinha me deixando em casa em seu carro e partiu, eu passei pelo portão de casa mais a porta estava trancada, minha mãe tinha saido e levou a chave, eu não levei a minha, moral, fiquei trancada do lado de fora.
Fiquei no portão esperando minha mãe aparecer no final da rua e nada, pra varia ela não atendia o celular, bem provável que estava em casa. á medida que o tempo passava, notava ele la me olhando.
Ate que fiquei completamente atônita quando Augusto apareceu na porta da frente e disse que era melhor eu entrar em sua casa, pois algum ladrão poderia passar eme vendo com o celular ali me roubar. Sim o meu bairro tá nesse nivel.
Numa hora como essa a gente até agradece por ter vizinho legal, fechei o portão e fui para a casa dele
Augusto estava de short e sem cueca, enquanto entrava, pude observar o enorme badalo que oscilava entre as suas coxas. Tinha pernas fortes e cabeludas e uma barriguinha de chopp. Depois que entrei e ele fechou a porta fiquei uns segundos como que hipnotizada, olhando aquele homem que eu conhecera ainda criança e que agora mais de perto me aparecia másculo e atraente. Ele me convidou a sentar e eu falei que estava molhada.
Ele sorriu e disse que não havia nenhum inconveniente, pois sua esposa, seus filhos, a empregada e o cachorro haviam saído e não havia hora mais própria para eu estar “molhadinha”.
Me fiz de desentendida e sentei, e conversamos e durante todo o tempo, a conversa girou em torno de acontecimentos de desde o tempo que nos conhecia. Não falei mais ele tem 38 anos e é casado. Guto me contou suas aventuras pelo bairro e coisa assim ate que me perguntou pelo meu namorado, eu disse que não era nada serio.
Nessa altura Guto sacou seu pau de dentro do short e passou a alisa-lo ao mesmo tempo em que confessava ser tarado por mim já ha algum tempo e que estava me olhando pela janela, louco de tesão, desejando ser o carro sobre o qual eu me esfregava.
Diante de tanta sinceridade, não dei nenhuma resposta verbal, apesar de ter usado a boca para explicar minhas intenções. Ele se estirou no sofá, enquanto eu o sugava, maravilhada pelo volume e pelo calor de seu pau. Suguei-o com volúpia, sentindo cada veia daquela carne tenra e pulsante. Foi quando ele me pediu para não o fazer com tanta força, pois não gostaria de gozar logo, e queria desfrutar ao máximo aquele momento.
Comecei a me despir, retirando a camiseta com intencional lentidão, para provoca-lo ainda mais. Quando começava a retirar o short, ele me atacou como um bárbaro, me derrubando sobre o sofá e me afogando de beijos, sugando meus seios, mordiscando minhas coxas, lambendo e apertando meu corpo.
Depois, agarrou meu short e o arrancaram com violência. Quando sua língua tocou minha buceta latejante, não pude deixar de conter um suspiro de prazer. Suas mãos seguravam minha bunda enquanto sua língua percorria meus grandes lábios, passando aos pequenos lábios, me provocando urros de prazer. Gozei em sua boca.
Após um intervalo de caricias moderadas em que me recompus das ultimas sensações, Guto me implorou que eu Ihe deixasse colocar apenas a cabeça de seu pau em minha bucetinha. Confiante, abri minhas pernas enquanto observava sua penetração em minhas entranhas. Ele me dissera que só colocaria a cabeça, mas seu mastro já estava a meio caminho andado a penetrar minhas carnes macias, que cediam lentamente. Com um gritinho de dor e prazer, puxei o corpo dele pra mim e seu pau entrou por completo. Ele caiu por cima de mim, dizendo coisas doces ao meu ouvido.
Depois começou a me comer bem gostoso, ido de rapidas metidas a metidas lentas, beijava meu pescoço, me chamando de putinha gostosa, socando sem parar ate que retirou seu pau de minha boca e me puxou para chupa-lo, mamei bem gostoso, aquele pau quente saboroso e pulsante, ate que ele começou a gozar inundando a minha boca, foi tanta porra que tirei seu pau para poder tomar o gozo que estava na minha boca e acabei ganhando alguns jatos no meu rosto que escorreram para os meus seios e minha barriga.
Fiquei maravilhada com a quantidade e por estar ali dando pra um casado conhecido, um pouquinho subimos para nos lavar, e quando se aproximava das 4h da tarde, percebemos que a minha mãe já tinha chegado.
Nos vestimos as pressas, nos beijamos, trocamos contato combinando de marca outra foda e depois sai como quem não quer nada da sua casa, atravessei a rua e entrei na minha.
Enviado ao Te Contos por Alana
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