sexta-feira, 4 de outubro de 2024

Ganhei 500tão em uma foda do meu caso ontem a tarde (03-10-2024)

 

By; Bianca

Oi, me chamo Bianca, tenho 25 anos, sou solteira, mas mantenho um cazinho com um casado.

Vou contar sobre nosso encontro de ontem, onde além de ter sido bem obediente, na hora de me fazer gozar, me fez um pix.

Ontem ele resolveu aparecer do nada aqui em casa, confesso que estava de shortinho curtinho, com uma camiseta, com um rabo de cavalo alto, meio bagunçadinho, lendo sobre as estatísticas do meu trabalho no computador e tomando um vinho doce e geladinho (embora não seja muito acostumada a beber, o vinho estava descendo como um suquinho).

Ele tocou a campainha do nada, identifiquei que sua presença já com um sorrisinho no rosto e a bocetinha já imaginando o quanto de rola ia receber. Enquanto ele já estava na porta, comecei a bloquear a Bianca Trabalho pra desbloquear a Bianca sapeca. Ele chegou afundando a língua na minha boca, segurando meu pescoço com força a ponto de eu ficar levemente tonta e extremamente excitada.

Enquanto ele já alcançava meus peitos por baixo da blusa, acariciando meu estômago, brincando com o cós do shortinho, do jeito que me conhece, já ciente da falta de calcinha (kkk).

Entre os beijos, as mãos correndo para todos os lados, o pau dele quase explodindo dentro das calças e nós ainda no hall de entrada. Ele sussurrando no ouvido a falta que estava sentindo de me comer, de me deixar transbordando da porra dele dentro de mim.

Saber que ele estava com saudade foi o suficiente pra eu agachar e começar a mamar ele ali mesmo. Enquanto aquela rola veiada começou a foder minha boquinha, invadir meus lábios desenhados e naturalmente carnudos meu grelinho estava sendo quase esfolado da siririca que eu estava fazendo.

Com carinho, envolvi a cabeça do pau dele com a minha lingua quente e experimente, ele me segurando meu rabo de cabelo com força, enquanto eu engolia aquele pau lindo, chupando e punhetando, enquanto ele me socava na garganta, me olhando como um animal selvagem.

Não demorou pra ele esporrar tudo na minha língua e eu engolir satisfeita.

Depois de ficar aquele tempo agachada chupando meu homem, minhas coxas estavam levemente sensíveis (havia treinado perna horas antes, se soubesse que ia pagar aquele boquetão abaixadinha, tinha treinado minha garganta também pra receber aquele pauzão), encostei meu corpo no dele, ainda sentindo o pau dele meio duro entre nós. Nos beijamos com mais vontade ainda quando ele identificou o gosto de porra na minha língua.

Enquanto me beijava, começou a meter o dedo no meu cuzinho, ergui a perna e enganchei na cintura dele, pra que ele pudesse me dedar com mais liberdade e força.

– Você é uma putinha perfeita

Ele disse enquanto começou a enfiar o dedo na minha bocetinha já toda melada, o shortinho já estava longe e ele socando já três dedos.
Ele começou a lamber o dedo, socar, tirar, lamber e socar de novo, tudo olhando nos olhos e rindo do tesão louco que estava me consumindo.

– Se você começar a receber pra ser puta, vai ficar rica, disse ele me fodendo com os dedos.

Já estava pronta para ser devorada quando perguntei;

- “quanto você me oferece pra eu sentar nesse pauzão?”

Me beijou com fome, exigindo minha língua na dele antes de dizer que depois faz o pix.

Nunca recebi nada pra foder, imaginar ser paga pra dar me deixou ainda mais louca, agarrei ele pela mão e fomos quase correndo pra cama. Quando chegamos lá, estávamos pelados, eu com as pernas arreganhadas, ele ajoelhado entre elas, esfregando a cabeça do pau no meu grelinho, escorregando “sem querer” a cabeça da rola pra dentro; comecei a gemer e implorar pra ele socar minha xota encravada.

Ainda me atiçando, agarrou no meu pescoço com uma mão, apertando cada vez que esfregava com mais força a minha entradinha.

– Pede pra ser fodida, pede… e eu implorei.

– Vai, porra, mete tudo, me machuca… soca forte…

Ele soltou minha garganta só pra poder me colocar de 4, olhando ele abrir a minha bunda e enfiar o rosto no meu cu e começar um beijo grego bem molhado. Enquanto ele lambia, fiquei olhando pelo espelho, amo assistir minhas próprias putarias no espelho).

Empinei mais o rabo, oferecendo a xota pra ser lambida também, percebendo os sinais, ele começou a me chupar enquanto enfiava os dedos, tudo ao mesmo tempo, minhas pernas ficando bambas e ele chupando meu grelo com vontade.

Ele mordiscou meus grandes lábios já inchados de tanta linguada, mas pronta pra ser socada até o talo. Eu enlouqueci e comecei a pedir pra ele meter em mim, implorando e esfregando na cara dele. Finalmente ele se posicionou e me invadiu inteira, eu sentindo ele me preencher naquela linha deliciosa entre o prazer e a dor, ele começou a beijar minhas costas, tocar meus peitos.

Quanto mais forte ele socava, mais eu gemia; ele deu 2 tapas na minha bunda, me agarrou pelo cabelo e ficamos engatados e ele sussurrou

– Se você quer essa porra desse dinheiro, você vai ter que gozar no meu pau todo.

Desengatei ele, virei e o joguei de costas pra cama, ele sorriu surpreso. Até que ele entendeu o que eu estava montando pra cavalgar. Com as mãos naqueles peito largo, quente com pelos bem escuros, comecei a cavalgar pra cima e pra baixo, pra frente e pra trás, pegando o ritmo da sentada com força enquanto ele admirava meus peitos balançando e ele segurando meus quadris, dizendo o quanto eu sou gostosa.

Nosso ritmo aumentando, as bolas dele batendo contra a minha carne, parecia música; ainda cavalgando o beijei enquanto sentia ele jorrar dentro de mim. Gozei no pau dele todinho, deitei no peito dele, esperando nossas respirações se regularizarem, com o pau ainda dentro.

Quando tentei me mover para sair de cima dele, ele me segurou ainda mais forte. Suspirei satisfeita e estava em paz quando tirou o pau todo gozado de mim, e se virou pro celular, com um sorrisinho bobo na cara.

Alguns segundos depois meu celular emitiu um sinal sonoro; estava pronta pra ignorar, quando reparei nas sobrancelhas erguidas, numa exposição divertida

– Não vai olhar a mensagem?

Sorrindo, pensei que era uma notificação do WhatsApp, entretanto era do aplicativo do banco.

Um depósito de R$ 500,00 e a frase “pela foda toda, minha putinha”
Comecei a rir, enquanto ele voltou me tocar cheio de tesão de novo.
Esses foram os 500 reais mais prazeroso que já recebi.

  • Enviado ao Te Contos por Bianca

 

quarta-feira, 2 de outubro de 2024

O amigo do meu pai.

 

By; Lorena

Sou a Lorena. Tenho hoje 23 anos e sou de São Paulo.

Tinha acabado de fazer 18 anos, estava solteira, mas sempre beijando alguém, menino ou menina, sempre as escondidas, não queria nada serio ainda devido aos estudos.

Nessa época meu pai tinha feito uma nova amizade, que tinha se tornado seu amigo de infância, devido gostar das mesmas babaquices.  Os dois saíam para beber direto e a minha mãe já estava começando a se sentir incomodada com a relação de ambas, até que meu pai chamou o amigo para ir à nossa casa almoçar.

Ele foi com a esposa. Enquanto meu pai e seu amigo ficavam um constrangendo o outro na mesa de almoço falando sobre as idiotices que ambas aprontavam no trabalho, minha mãe se incomodava com o fato do casal não querer ter filhos e em como a esposa do amigo parecia metida falando de viagens, festas e gente chique que havia conhecido.

Ela era bem bonita e parecia uma modelo, mas pelo jeito que agia, ela aparentava não querer estar ali. Até que vi os dois discutindo certa hora do dia, um pouco antes de ir embora. Pedi desculpas quando fui flagrado pelo amigo, enquanto a metida da esposa dele foi ao banheiro e ele começou a desabafar comigo. Disse que eu tinha sorte por ainda ser jovem e mandou eu ficar esperta para não me tornar uma mulher como a dele.

Falei o que sempre falava quando alguém me perguntava sobre namoradas: “Sou muito nova pra pensar em namoro”, completei agradecendo o conselho que deu.

- “Achei que você tivesse 18 anos”. Comentou ele

E eu fiquei constrangida. Ele ficou me encarando por uns segundos.

Reparava que o amigo me encarava com um sorriso estranho. Ele era um homem muito bonito, estatura mediana, pele branca, olhos castanhos claros  e já pouco cabelo já agrisalhando. Um homem bem charmoso.

Enquanto sou uma garota loirinha, rostinho fino, barriga lisinha e de seios pequenos. Bem ao estilo garotinha de apartamento.

Encontrei ele diversas outras vezes e ele sempre vinha puxar assunto comigo. Falávamos sobre várias coisas, até que de repente ele começou a puxar assunto de sexo. Ele perguntava se eu estava namorando alguém por aí já que eu era jovem demais pra ter algo sério, jogando na minha cara o que eu havia lhe dito e eu comecei a mentir, não sei porque, dizendo que sim.

Até que um dia, durante um churrasco na casa dele quando não consegui me enturmar com os filhos dos outros colegas do meu pai, estava era chateada por estar ali, não queria nenhum pouco. Ele se aproximou de mim, me encarou e perguntou: o que eu tinha pois me achou com cara emburrada.

Eu falei que não tinha me acordado bem, ele disse que estava tudo bem, e com toda a sua “sabedoria” me deu uma dica – Todo dia, assim que eu acordasse, antes de sair da cama, tinha que bater uma siririca para começar bem o dia. Masturbação pela manhã era uma ótima coisa. Servia tanto para homens quando pra mulheres.

Que educado, pqp! Fiquei sem graça, dei um sorrisinho e ele saiu para conversar como povo da festa.

Dias depois, saindo do colégio, eu estava caminhando para casa quando ele passou de carro e me ofereceu carona. Agradeci, disse que não precisava pois era pertinho, mas depois dele insistir, eu entrei no carro. Ele me perguntou segundos depois se estava seguindo o conselho dele e eu respondi que sim e ele me falou que isso era bom.

O amigo do meu pai começou a me perguntar como era a minha relação com meus amigos e eu fui vaga no assunto. Ele então me contou umas histórias. Desde garoto ele fazia isso e no homem causava isso, de repente ele começou a rir e disse;

- “Olha como fiquei!” apertando seu pau duro, marcando na calça e meu coração disparou.

Minha boca se encheu d’água e eu estava decidida a dar pra ele naquele carro, mas ele disse:

- Chegamos!

O filho da puta me deixou na minha casa e apenas foi embora me desejando um ótimo dia e eu tive me contentar com um banho de água fria.

Eu não entendia porque parecia que ele estava de maldade comigo, mas nunca fazia nada. Ele estava me provocando e isso me deixou frustrada.

Então quando ele foi a minha casa buscar meu pai para eles irem jogar futebol com os caras do trabalho, fui até ele e contei:

- Sabe o que tem me ajudado nas siriricas pela manhã? Pensar em você. E eu tenho gozado gostoso.

E dei meia volta e fui pra casa da minha amiga estudar pro vestibular.

Quando cheguei de noite, minha mãe não estava em casa, tinha ido à igreja e meu pai estava na sala com o amigo vendo um filme de ação e conversando sobre o jogo de mais cedo. Meu pai disse que minha mãe tinha deixado comida pronta e mandou eu ir jantar e eu fui pra cozinha. Ouvi a voz do amigo dizendo que ia pegar mais cerveja, meu pai o tratava como se ele fosse de casa e não se importou.

Eu estava de costas na pia, lavando o prato pra depois me servir e senti mãos fortes me abraçando por trás. Tomei um susto mas deixei e ele sussurrou em meu ouvido dizendo pra eu relaxar. Ele continuou me abraçando e beijando meu pescoço, sua barba rala roçava em meu ombro enquanto suas mãos apertavam meus peitos e deslizavam pela minha barriga. Seu pau bem duro estava roçando na minha bunda e ele enfiou uma de suas mãos pra dentro da minha calça e calcinha. Eu soltei um gemido baixinho quando ele começou a mexer em minha buceta que já estava babando.

Ele me masturbava lentamente, movimento dos seus dedo no meu clitóris me enlouquecia. Ele me deu um chupão no pescoço e depois tirou a mão da minha buceta e desabotoou minha calça. Achei que ele fosse me foder e fiquei apavorada porque não tinha camisinha e nem havia tempo ali na cozinha. Mas ele apenas se ajoelhou e começou a me chupar.

Eu estava com tanto tesão naquele homem que não aguentei. O pior é que ele mandava bem, ele não só chupava a minha buceta, como dava lambidas no meu cuzinho e metia 2 dedos na minha buceta.

Gozei em sua boca em bem rapidinha e o desgraçado ainda se levantou e falou bem baixinho:

- Sente o seu gosto:

E me beijou, me apertava na cintura, meu corpo colado no dele se esfregava num ritmo ofegante, minha buceta piscava sem parar.

– Meu pai o chamou. – Foi fabricar a cerveja?

– Já estou indo! – Ele respondeu naturalmente. Me deu mais um beijo e disse: – Amanhã te pego no colégio e vamos num apartamento que eu tenho. Vai ser divertido! – Ele piscou pra mim, abriu a geladeira, buscou a cerveja e foi pra sala.

Ouvi ele e meu pai rindo depois dele dizer que tinha ido dar uma mijada e por isso demorou. Eu nem quis mais jantar. Já havia matado a fome e fui pro quarto me deitar.

Depois eu conto como foi no apartamento dele.

  • Enviado ao Te Contos por Lorena

O DIA QUE EU VIREI A PUTINHA DO PAPAI! (parte 2)

 

By; Lolla

Continuando...

Quando eu cheguei em casa, eu tentei recriar de todas as formas possíveis aquela sensação gostosa do pau do papai esfregando na minha bocetinha, mas nada chegava perto! O braço do sofá, a quina da mesa, meu travesseiro, ursos de pelúcias... até no cabo da vassoura eu me esfreguei, e nada!

Eu precisava do papai!

No dia seguinte fui pro colégio, passei a manhã toda calada que até as minhas amigas perceberam. Eu estava com a cabeça em outro lugar, mas não contei do ocorrido para elas, disse apenas estar com dor de cabeça e que iria direto para casa depois da aula.

Arranjaria uma desculpa para vê-lo novamente.

Para a minha surpresa, quando a aula terminou, o papai já estava na porta da escola encostado em sua caminhonete, me esperando. Eu sorri meio sem graça ao vê-lo, e aliviada também pois não teria que arranjar uma desculpa para ele ir lá em casa, já que ele já estava ali.

A minha mãe trabalhava dia sim e dia não, de 12h até às 00h e meu irmão estudava fora. E quando eu voltava da escola, ela já tinha ido trabalhar, então, eu tinha a casa toda só para mim na parte da tarde e da noite também. Prato cheio para eu aprontar kkkkkk

Às vezes eu chamava algumas amigas para me fazer companhia, festa do pijama com algumas brincadeirinhas gostosas.

Me despeço das minhas amigas e vou até ele. Abraço o de costume, perguntando o que ele estava fazendo ali.

-Vim ver se você não estava matando aula! -respondeu ele ainda me abraçando.

-Hoje não... -me afasto olhando em volta para ver se alguém desconfiava de alguma coisa.

Peço ele uma carona até em casa pois estava muito calor e eu não queria chegar toda suada em casa. Ele concorda e entramos na caminhonete, passamos o caminho todo em silêncio. Eu morrendo de vergonha imaginando mamar ele ali dentro do carro enquanto ele dirigia. Ele parecia ler meus pensamentos, pois ele sentava quase deitado no banco, mostrando o pênis marcando à calça.

Eu não me ousava olhar para o lado.

Mal chegando na porta de casa, eu pulei da caminhonete correndo para dentro, com a boceta pegando fogo, ele vem atrás de mim.

-Tua mãe tá em casa?

-Não. Hoje ela trabalha. -Jogo água gelada no rosto e pescoço me esfriando. Ofereço lhe um copo d'água também, ele aceita e eu completo. -Tenho a casa toda só pra mim até meia noite!

Ele bebe a água em silêncio.

-Fique a vontade, vou trocar de roupa.

Digo saindo da cozinha, ele vem atrás sentando no sofá.  Eu entro no meu quarto deixando a porta aberta que era de frente para aonde ele estava sentado. Tiro meu uniforme, e sinto seus olhos em mim. Fico só de calcinha e sutiã andando pelo quarto procurando o que vestir. Pego um short largo e uma camiseta. Fico sem sutiã vestindo a camiseta e eu ia ficar sem calcinha também, mas o que ele ia pensar de mim!?

Volto pra sala, ligo a TV e vou preparar alguma coisa para comer. Ele oferece ajuda e eu aceito. Como nos velhos tempos, nós dois cozinhando juntos. Mas dessa vez, eu o provocando e ele me sarrando e beijando meu pescoço.

Almoçamos e sentamos na sala para assistir TV. Ele sentado e eu deitada no sofá com a cabeça em seu colo como costumava fazer. Assistiamos a "Sessão da tarde", não lembro o filme pois 5 minutos depois, ele estava com a mão dentro da minha blusa acariciando meus seios. Deixando o biquinho durinho.

Com a outra mão ele tira o pau para fora, deixando ao lado do meu rosto. Tento me concentrar no filme, masturbando ele, mas depois que ele desceu a mão para dentro do meu short, eu já não vi mais nada! Me rendi e comecei a chupá-lo, abafando meus gemidos amando o teu toque na minha boceta.

Ele me masturba até eu gozar com o pau dele na boca.

Me levanto tirando meu short e a calcinha, sento eu seu colo de frente pra ele. Eu queria roçar minha boceta no pau dele de novo. Ele se ajeita no sofá e eu encaixo minha boceta.
Ele agarra minha cintura.

-Garota, sabe que assim eu posso tirar teu cabaço em um único movimento, né! -diz ofegante.

-Como assim!? -pergunto confusa.

Ele sorriu me puxando para teu peito. Deita no sofá comigo em cima dele. Ainda segurando minha cintura, ele me faz movimentar se em cima dele, num vai e vem. Dois segundos depois eu já estava cavalgando em cima dele esfregando com vontade minha boceta no teu pau. Ele tira minha camiseta e fica apertando meu peitos.

Ele goza e eu continuo me esfregando até tremer gozando em cima dele. E enquanto eu limpo a barriga dele suja de porra, com a boca, a pedido dele, ele diz o quanto eu era gostosa e ele sortudo por eu ser a garotinha dele. Depois ele me coloca deitada no sofá, se ajoelha e me faz um oral maravilhoso!! De me tremer toda!! De eu gemer alto com a tua língua no meu grelinho, entrando na minha portinha trancada e no cuzinho. Tua barba roçando, se esfregando no meio das minhas pernas.

Eu implorava para ele parar, mesmo tacando minha boceta na tua cara e desejando que aquilo nunca mais acabasse. Gozei ofegante. Desfalecida. Eu estava morta!

Ele me beija deitando ao meu lado. Alterna seus beijos entre lambidas e mamadas no meus peitos até nos recuperamos.

E foi assim a tarde toda, brincadeirinhas gostosas, sem pressa. Comemos alguma coisa juntos mais tarde, eu sentada nele com seu pau cutucando a minha entrada e sua mão acariciando ela. Tomamos banho juntos, com ele gozando na minha boca e lavando minha boceta enfiando seu dedo cada vez mais fundo nela. Agora era dois dedinhos entrando em mim.

Depois do banho, fomos para o meu quarto.

-O que você apronta aqui neste quarto quando está sozinha em casa!? -pergunta ele me deitando na cama, ele vem por cima.

-Me toco pensando em você!-respondo sorrindo.

Ele rosna largando todo teu peso em cima de mim, me deixando sem ar. Me beija com intensidade apertando meus seios e empurrando teu pau na minha boceta roçando nela.

-O teu papai te ama, você sabe disso, não é!? -ele pergunta olhando nos meus olhos.

Eu afirmo com a cabeça.

-Você também ama o papai?

-Sim sim. Eu sou a garotinha, papai! -digo rebolando embaixo dele.

-Boa menina! -ele diz pincelando a cabeça do teu pau na minha entrada. Mira e enfia de uma vez na minha boceta pedindo desculpas por isto.

Ele me beija abafando meus gemidos de dor e surpresa. Tento empurra-lo de cima de mim mas ele era grande de mais.

-Puta gostosa! -diz enfiando tudo com vontade.

Sinto meu lacre se rompendo.
O papai tirando a minha virgindade!

Não sei se eu sentia raiva o alívio por perder la. Eu só sabia gemer sentido dor com o papai me fodendo.

Mas não era essa dor terrível que as minhas amigas relatavam. Era gostosa a dor dele me invadindo.

O papai continuou me fodendo. Rápido e nada carinhoso. Tirou o pau para fora e gozou na minha barriga. Urrando... jatos de porra voaram até meus seios.
Ele pega a toalha, me limpa, se limpa e deita ao meu lado me abraçando.

Ficamos em silêncio por um tempo.

-Tudo bem? -pergunta.

-Você não foi gentil comigo! -respondo balançando a cabeça. Toco na minha boceta ardida.

Ele me beija se desculpando e diz que a próxima vez ele seria gentil com a garotinha dele.

Era o comecinho da noite quando ele me fodeu novamente. Dessa vez o papai foi gentil e carinhoso com a tua garotinha!

Mas eu pedi pra ele ir com menos carinho de novo.

Sei lá, eu gosto de sentir dor. E a segunda vez não foi igual a primeira, com dor.

Quando ele estava indo embora, de volta para a família dele, ele pegou da sua carteira duas notas de 100 e duas de 50 reais estendendo o dinheiro para mim.

Eu aceito.

E a partir daquele dia, eu me tornei oficialmente a putinha do papai!

  • Enviado ao Te Contos por Lolla

terça-feira, 1 de outubro de 2024

Comi a minha tia.

 

By; Lucas

Sou Lucas e isso aconteceu quando tinha 16 anos, não sou muito próximo da familia do meu pai que mora em outra cidade mas conheço todos, em um feriado prolongado eu e minha familia viajamos pra um sítio da família do meu pai, era aniversário do meu avô e a família estava toda reunida.

Vi varios parentes que nao via a anos, mas quem mais me marcou foi a irmã do meu pai, que eu nao via desde criança, vou chamar ela de tia Vera, tia Vera tinha seus 40 e poucos anos mas era muito gostosa, era baixinha, de peitos médios e uma bunda enorme, ela fez uma festa quando me viu, dizendo que eu tinha crescido muito e que estava muito grande, nao lembro que altura tinha na época mas hoje tenho 1.81 então devia ser algo próximo, confraternizamos bastante em família.

Até que chegou a hora de dormir, todos dormiram relativamente cedo depois de passar o dia inteiro na festa, durante a madrugada nao consigo dormir de calor, me levanto e vou tomar banho, quando chego na cozinha dou de cara com tia Vera com uma camisola de dormir que nao escondia nada, fiquei claramente tenso e nao consegui evitar de olhar pra cada detalhe, acabei ficando de pau duro, tentei disfarçar mas ela percebeu, veio na direção agarrou com força e disse;

- "nao era desse tamanho quando eu te dei banho, se comporta garoto" e entao ameaçou sair...

Fui completamente tomado pelo tesão, puxei ela pelo braço na direção do meu corpo, encostando meu pau latejando de duro na bunda dela e falei;

- "provocou agora continua"

Ela nao falou nada, so se ajoelhou colocou meu pau pra fora e começou a chupar, um boquete delicioso, enquanto eu delirava de tesão ela se levantou e disse que nao podia fazer isso, pensei que ela tinha se arrependido e eu nem tinha gozado, então ela falou;

- "aqui não vamos pro banheiro", abri um sorriso enorme

Chegando ao banheiro ja empurrei ela contra a parede, levantei a camisola dela, a safada ja tava sem calcinha molhadinha, coloquei meu pau na entrada da buceta dela e falei no ouvido;

- "pede pra eu te foder"

Ela pediu com a voz tremula de tesão, eu meti tudo de uma vez e ela gemeu bem alto, coloquei a mão na boca dela e comecei a meter com força na bucetinha dela, puxei o cabelo dela e dei um beijo e falei pra ela nao gemer alto que iam ouvir, continuei fodendo com força, batendo bastante na bunda dela com força que ficou toda vermelha, continuei assim ate ela olhar pra trás e falar que estava gozando, fiquei cheio de tesão e me segurei pra nao gozar na hora dentro dela, assim que ela gozou pedi pra ela ficar de joelhos, e gozei tudinho na cara dela, tomamos banho e voltamos pra dormir.

Consegui dormir tranquilamente, seguimos nosso feriado normalmente, tia Vera casou 2 anos depois e nunca mais tivemos a chance de um remember.

  • Enviado ao Te Contos por Lucas

Contratei um Garoto de Programa para comer minha esposa nessa sexta (31-07-2026)

    By; Alex & Malu Te Contos, me chamo Alex e tenho 35 anos, minha esposa se chama Malu e tem 32 anos. Nosso caso começa bem par...