quinta-feira, 6 de março de 2025

Ela bebeu de mais e eu aproveitei. (01-03-2025)

 

By; Carlos & Nanda

Oi Te Contos. A pouco tempo, ganhei uma garrafa de vodka de presente, uma Absolut Black edição de 100 anos e estava louco por uma oportunidade boa para poder enfim beber essa delícia.

A oportunidade veio nesse sábado de Carnaval, estávamos trocando algumas putarias durante a tarde quando eu dei a ideia de bebermos naquela noite a vodka, eu e ela somente. Ela na mesma hora topou, comprei um energético, e algumas coisas para fazer alguns petiscos e estava louco de tesão e vontade de ver a minha amada.

A noite quando cheguei na casa dela, já cheguei de pau duro e dando uns amassos gostosos nela, fizemos os petiscos e sentamos na varanda lateral da casa dela. Começamos a beber a vodka e jogar conversa fora, e eu cada vez com mais tesão. Toda hora dava uma alisada nela, apertava o peito dela, passava a mão na bucetinha dela e esses tipos de coisa.

Começamos a falar algumas putarias e no segundo copo de vodka já estávamos mais animadinhos. Quando olhei o rótulo da vodka entendi o porque estávamos bêbados tão rápido, o teor alcoólico dela era de 50%.

Lá pelo terceiro copo eu já não queria saber de mais nada, toda hora me levantava e botava meu pau pra fora pra ela mamar, e ela que já é bem putinha sóbria imagina quando está bêbada... Chupava cheia de vontade meu pau e não queria nem saber se o pai dela iria sair ali a qualquer momento...

Enfim, ficamos nessa putaria por umas duas horas, e conforme bebíamos ficávamos mais ousados é claro, eu abria as pernas delas e lambia aquela buceta toda melada, ela gemia e puxava a minha cabeça contra aquele grelo babado dela, cada mamada que ela dava no meu pau eu dava varias batidas com a rola na cara dela...

Enfim, já estávamos fora de controle, éramos puro tesão. Não me aguentando mais de vontade de fuder, pedi pra irmos para o quarto pois já era tarde da madrugada, por volta de três horas, ela então me lava para o quarto, foi quando eu percebi que ela estava muito, muito bêbada. E eu adoro isso porque quando ela está nesse estado ela fode sem limites e sem frescuras. Já fui imediatamente tirando a roupa dela e colocando ela de quatro na cama, com a bunda bem arreganhada do jeito que eu gosto, comecei a lamber aquela buceta que já estava pingando, lambia do inicio do grelo até o cuzinho dela que eu com prazer enfiava a língua e ficava lambendo em volta dele.

Fiquei nessa brincadeira gostosa por uns 15 minutos, quando abria mais aquele rabo dela e meti mau pau naquela buceta que parecia pegar fogo de tão quente que estava. Meu pau era praticamente sugado por ela, deslizava deliciosamente fácil pra dentro dela enquanto eu aumentava cada vez mais a força das estocadas nela. Ela gemia e fazia cara de puta, ela tocava o grelo com força e freneticamente, eu já sabia, já já ela iria gozar...

E não deu outra, ela começou a gozar freneticamente, contraindo a buceta e apertando o meu pau e foi desfalecendo na cama enquanto eu metia e tirava o pau dela bem devagar.

Aproveitei que ela estava bem arreganhada e lambi aquele gozo todo que escorria da bucetinha dela e ela se tremia toda cada vez que eu passava a língua no grelo duro dela. Fiquei alisando aquele rabo gostoso dela até ela se restabelecer novamente, comecei a lamber aquele cuzinho dela que eu tanto amo, enfiando até onde eu conseguia minha língua enquanto ela estava arreganhada como mostra nas fotos abaixo. Comecei a enfiar um dedo no cuzinho dela, ela nem reclamou... Já sabia, hoje eu ia acabar com aquele cu, é por isso que eu amo quando ela está bêbada, kkkkkk...

Logo já enfiei outro dedo e fiquei fudendo ela com os dois dedos pra abrir aquele cuzinho pro meu pau, tirei os dedos e meti o meu pau direito, até o talo, ela deu um gemidinho de tesão e fez uma carinha de quem estava adorando levar pirocada no cu, eu fiquei louco de tesão e comecei a socar forte, tão forte que fiquei com o abdômen todo dolorido no outro dia, ela já estava se tocando de novo, com a cara na cama e o rabo todo pro alto enquanto eu metia sem pena naquele cuzinho dela, ela rapidamente gozou de novo, dessa vez não se aguentou e caiu morta na cama, eu tentava chupar aquele grelo gozado mais ela não deixava pois estava super sensível ao toque.

Ela estava louca de tesão e não queria parar de fuder, quanto tempo eu não a via assim, com tanto fogo. Então virei ela de frente, levantei as pernas dela e voltei a socar aquele cuzinho que já estava totalmente arrombado. Socava forte e rápido, falava muitas putarias gostosa pra ela, e ela cheia de tesão, como ela não tem problemas pra gozar, logo gozou de novo.

Eu estava realizado vendo minha puta gozando tantas vezes e querendo mais, tirei mau pau daquele cuzinho arrombado dela, botei ela de quatro na cama bem empinadinha e olhando pra mim com a boquinha aberta e dizendo;

- "me dá leitinho amor, me dá?"...

Pqp eu ficou louco com ela assim... Então não tive mais como resistir, gozei muitoooooo na boquinha dela, na cara, no lençol e ela lambia tudo e chupava meu pau até o talo, bem devagar e leve, eu me tremia todo e continuava derramando aquele caldinho gostoso de final de gozo na boca dela. Ela bebeu tudinho e pediu mais, já estava nascendo o sol e me deu pena dela, já estava toda arrombada e ainda queria mais, só que ela estava pior da bebedeira, já não falava mais coisa com coisa, então pedi pra ela se lavar e deitamos de conchinha gostoso e adormecemos.

Acordei por volta das sete pra ir pro trabalho e cheio de tesão ainda pedi pra gozar na boca dela, ela ainda estava totalmente bêbada, então toquei uma punhetinha básica e gozei naquela boquinha gostosa dela e fui pro trabalho.

No decorrer do dia ele veio me perguntar se eu tinha comido o cu dela, eu perguntei;

- "pq amor?"

e ela me disse: - "pq não lembro de quase nada, só lembro de ter gozado muito e estou toda dolorida, meu corpo todo dói e meu cu tá pegando fogo..." kkkkkkkkkkkk eu disse;

- "amor, que pena que vc se lembre de pouca coisa, mais nós fudemos ontem como não fazíamos a anos, eu aproveitei tudo.."

Durante o dia eu contando as coisa pra ela, ela foi se lembrando de tudo.

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Gozando na encoxada (fev-2025)

 

By; Paulo

Me chamo Paulo, tenho 43 anos, divorciado e morador da cidade de São Paulo. Vou contar o que aconteceu no mês de Fevereiro.

Durante aquela semana aconteceram algumas encoxadas muito boas que me deixaram doido pra dar uma gozada.

Na segunda feira seguinte fui para a mesma linha que estava com maiores intervalos e lotada de novo.

O primeiro trem que passou eu sequer consegui entrar, mas aproveitei pra me aproximar de uma novinha com um vestido fininho rosa. Ao lado dela estava uma morena com calça jeans preta bem rabuda, mas preferi arriscar na de vestido.

Na hora de entrar no trem, o empurra empurra de sempre, ficamos os tres colados, mas dava pra se mexer.

A novinha já tinha notado minha presença, mas não vi nenhum sinal claro de que ela queria, então nem tentei nada. Mas eis que começo a reparar que a morena rabuda disfarçadamente estava vindo pra cima de mim. As nossas pernas já estavam coladas, e a cada freiada ela entrava um pouco mais na minha frente.

Ficou nítido que era de propósito, então comecei ajudar. Ela puxou assunto com a menina de vestido, falando coisas aleatórias, acho que era etratégia dela pra disfarçar.

Meu pau estava meia bomba pra fora da cueca na hora que encostou na nadega dela. Percebi que na hora que ela sentiu ficou doida, começou forçar pra entrar na minha frente com mais vontade. Meu pau ficou duro enquanto a danada apertava com a nadega. Eu nem precisei fazer quase nada, ela mesmo foi se ajeitando na minha frente, numa freiada ela virou a raba e encaixou.

Meu pau ficou meio de lado por baixo, e ela continuava mexendo a bunda, ela queria que entrasse tudo, essa é experiente na encoxada kkk numa balançada conseguimos nos encaixar na posição da encoxada perfeita com o pau enterrado roçando entre a bucetinha e o cuzinho.

E que mulher gostosa e safada meus amigos. Eu me segurei muito pra não gozar rápido e deixar ela curtir kkk Ela apertava, empinava, dava pequenas estocadas… Essas mulheres com atitude me deixam doido..

Estava chegando numa estação que esvazia bastante, desce praticamente metade da galera. E nós dois sabíamos disso.

Começamos a pressionar, e numa dessas não aguentei. Fiz muito bem em sair preparado dessa vez. Enchi a camisinha de leite pulsando enterrado nela.

As minhas gozadas na encoxada são muito fortes, não sei nem explicar, é um fetiche que vem desde os tempos de escola.

O trem esvaziou bastante. Encostei na porta de frente pra ela. Duas estações depois ela desceu me dando uma olhada com um sorrisinho de leve. Essa deve seguir a mesma política que eu sigo kkk

E a moça de vestido rosa? Não sei, a morena roubou completamente minha atenção kk

  • Enviado ao Te Contos por Paulo

quarta-feira, 5 de março de 2025

Essa foi a minha loucura de carnaval (Março-2025)

 

By; Leticia

Oi gente, me chamo Leticia, tenho 18 anos.

Domingo estava na piscina com o meu pai e o meu namorado. Meu pai estava no celular o tempo todo conversando com uma mulher pelo zap, enquanto eu e meu namorado aos beijos e caricias dentro da piscina, tudo muito comportado é claro.

Meu namorado tem um tesão em mim incontrolável e eu adoro isso. Eu estava com um biquíni cortininha bem pequeno e eu tenho a bunda bem grande, sentei no colo dele com a bunda em cima do seu pau, só pra atiçar ele, e fiquei ali, encaixada bebendo a minha cervejinha.

Meu namorado não se controlava de tanto tesão, colocou o pau pra fora da bermuda e puxou o meu biquíni pro lado e meteu o pau duro na minha buceta, discretamente. Eu me ajeitei pra poder encaixar aquele pau gostoso dele e ficamos ali, como se nada estivesse acontecendo. Ele com o pau enterrado na minha buceta e a gente conversando e bebendo e meu pai junto na piscina com a gente.

Ficamos os três ali conversando, meu pai a maior parte do tempo no zap com a mulherzinha, e eu sempre que podia dava uma rebolada gostosa, fingindo que estava dançando a musica que tocava só pra deixar meu gostoso louco.

Ficamos assim um bom tempo, até que uma amiga minha chegou lá em casa. Sai de cima do pau dele, ele disfarçadamente guardou aquela pica dura na bermuda e fui atende-la. Quando voltei pra piscina com a minha amiga, meu namorado já estava na churrasqueira, o volume na sua bermuda já quase não dava pra perceber. Tudo normal.

Minha amiga tirou a roupa e veio pra piscina também, estávamos agora os quatro na piscina. Continuamos do mesmo jeito, logo que entrei ele já começou a me alisar e em menos de dois minutos já sentia seu pau pulsando de tesão novamente. Dessa vez já facilitei tudo, senti ele soltando o botão da bermuda e já puxei meu biquíni pro lado e sentei na pica dele, dessa vez entrou super fácil pois eu já estava toda melada.

Passamos a tarde toda assim, eu, ele, minha amiga e meu pai na piscina, todos bebendo e conversando normalmente.

Quando anoiteceu meu pai saiu da piscina e ficamos só nos três. Eu já estava bem alegrinha devido a bebida e ainda continuava sentada naquela pica que parecia que nuca iria amolecer. Também com a visão que ele tinha da minha bunda e tarado do jeito que ele é seria realmente impossível não ficar com o pau duro.

Por volta de umas 22:30 minha amiga foi embora e finalmente ficamos a vontade. Meu pai já estava dormindo e eu bastante bêbada e como vocês já sabem estava bem safada. Meu namorado colocou um funk pra eu dançar, ele adora quando eu fico bêbada, eu fico bem putinha pra ele. Fiquei rebolando no pau dele que não abaixava nunca.

Fui tirando o pouco que eu tinha de roupa, tirei a parte de cima do biquíni, estava com uma marquinha linda, meus mamilos estavam bem durinhos de tanto tesão acumulado durante aquela tarde toda. Em seguida tirei a parte de baixo do biquíni, agora eu estava nua na piscina com ele...

Sentei no colo dele toda aberta, ele me beijava com tesão, cada vez que ele movimentava a língua na minha boca sentia seu pau pulsar de tesão dentro de mim. Ele começou a beijar a minha orelha, passei minhas pernas em volta da cintura dele, coloquei a minha boca próxima ao seu ouvido e comecei a gemer bem baixinho e pedir pra ele socar a vadia dele.

Ele continuou por um tempo e falou que queria fazer xixi, mais que dessa vez queria fazer xixi na minha boca. Como eu sou uma putinha obediente e adoro satisfazer o meu homem deixei ele fazer. Ele fazia xixi de longe na minha boca, e ela transbordava com tanto xixi, ele molhava o meu rosto toda e voltava pra minha boca, me deu literalmente um banho de xixi. Essa foi a primeira vez que eu bebi o xixi dele, e pior que eu gostei, não sei se foi pelo tesão que eu estava naquele momento srsRs.

Ele logo entrou na piscina louco pra me fuder mais. Coloquei uma perna na beira da piscina e a outra no chão, bem arreganhada e pedi pra ele enfiar aquele pau delicioso na minha bucetinha. E ele meteu com vontade! Naquela posição seu pau entrava todinho, até o talo, ele puxava o meu cabelo e socava aquela pau todo em mim, eu gemia e pedia pra ele meter mais forte e me arrombar todinha.

Até que inesperadamente ele gozou dentro da minha buceta, o que e muito raro, 90% da vezes ele goza na minha boca e na minha cara e 10% das vezes enche o meu cuzinho de porra.

Nossa ele me gozou toda, deixou a minha buceta toda melada e cheia daquele leitinho delicioso dele. Nossa só de lembra enquanto estou escrevo aqui já estou pingando de tesão aqui. E a noite não terminou por ai não, fomos pro quarto e continuamos...

  • Enviado ao Te Contos por Leticia

Levei chineladas na bunda e depois rolada no meu cuzinho. (fev-2025)

 

By; Bruna

Oi meu nome é Bruna, tenho 19 anos, sou morena clara, cabelos castanhos, 1,69 m de altura, peso 63 kg bem distribuídos, seios durinhos e carnudos a bunda redondinha e arrebitada, sou considerada a princesinha da faculdade onde estudo ecologia.

O que contarei aconteceu no segundo final de semana de fevereiro.

Minha família foi passar o dia no sítio com alguns amigos e fiquei sozinha em casa. Estava organizando minhas roupas no armário, quando a campainha tocou e era meu namorado que tinha chegado de viagem.

Conversamos muito sobre a viagem que ele havia feito, os lugares que tinha conhecido e continuei ajeitando minhas roupas quando, de repente, ele me pegou pelo braço como se eu fosse uma boneca, me deitou de bruços no seu colo como se eu fosse uma garota prestes a levar uma surra, abaixou meu short jeans, deixando minha bundinha empinadinha para cima e disse que me daria uma surra de chinelo porque não liguei para ele durante os dias que ficou fora.

Achei aquela atitude dele estranha porque nunca tinha apanhado quando era criança dos meus pais e levar uma surra de chinelo do namorado era muito humilhante para uma garota de 19 anos. Pedi que ele me soltasse e com um tom de voz enérgico ordenou que eu abaixasse a cabeça e se gritasse ia apanhar com mais força. Pegando a rasteirinha de solado de couro que estava usando, mandou que eu empinasse a bunda e contasse cada chinelada que ele dava.

Neguei mais uma vez e nervoso com minhas negativas, desferiu a primeira chinelada, slapt que deixou minha nádega direita avermelhada.

Novamente ordenou que eu começasse a contar as chinelas e não tive outra escolha se não contar para evitar apanhar muito.

Levantou o chinelo e quando baixou escutei o estalo no meio da minha bunda slapt e dei um gritinho de dor falando o número um.

Levantou de novo o chinelo e desferiu outra chinelada desta vez mais forte que senti um ardor subindo pelas minhas costas e uma ferroada parecendo uma picada de abelha na bunda.

E o castigo continuava, apesar dos meus apelos para ele parar. Slapt, duas, slapt, três, slapt, quatro… A cada chinelada que recebia sentia o ardor aumentando e a dor estava ficando insuportável. Chorava e gemia de dor, mas o castigo continuou até inteirar cinquenta chineladas naquela bundinha redondinha, bronzeada pelo sol, onde tinha a marquinha mais clara do biquíni agora estava arroxeada com marcas de chinelo.

Depois de deixar meu traseiro em brasas, me colocou de quatro na beirada da cama, pegou um óleo hidratante que eu passo nas pernas à noite, jogou no meu reguinho e foi empurrando com o dedo para dentro do meu cuzinho para deixá-lo lubrificado.

Eu disse que não ia fazer anal com ele e com uma voz enérgica como se eu fosse sua escrava, ordenou para que eu tomasse a posição com a bunda empinada e se não comportasse como uma garota obediente ia levar outra surra de chinelo.

Com a bunda toda esfolada de tanto levar chinelada da surra anterior, fiz o que ele mandou sem questionar.

Ele desceu a bermuda jeans, tirou os 18 centímetros de dentro da cueca, passou o óleo para lubrificá-lo e começou a roçar na portinha do meu cuzinho que piscava sem parar. Foi empurrando devagarzinho até a cabeça penetrar e foi dando estocadas leves até eu sentir os 18 centímetros atolados dentro do meu cu. Chorei de dor quando ele começou a dar estocadas mais fortes me segurando pelos quadris e empurrando minha bunda ardida contra seu cacete que entrava e saia sem piedade. Era uma dor insuportável, mas tive que aguentar sem reclamar com medo de apanhar mais.

A cada estocada eu mordia a fronha do travesseiro como uma louca com o rabo queimando como um braseiro. Não demorou muito e senti o esperma quente jorrando dentro daquele cuzinho virgem. Gemi mais alto e ele segurou firme nas minhas coxas me empurrando para junto de seu corpo e gemeu de prazer.

Saciado e muito suado, tirou lentamente o pau do meu cu e senti a porra escorrendo do meu ânus melando minha bunda e minhas pernas. Ele sentou na cama ao meu lado e eu continuei de quatro humilhada e esperando a ordem para ir ao banheiro me limpar e colocar a roupa.

Para quem nunca levou uma surra de verdade de chinelo e nunca tinha feito anal antes, acho que a experiência não foi de todo muito mal apesar de ter ficado uns diazinhos sem poder sentar direito.

Às vezes, quando lembro da surra de chinelo e dos 18 centímetros possuindo meu rabinho, masturbo na solidão do meu quarto. Não posso contar pra ele, senão ele pode querer repetir a dose e eu não estou disposta a passar por essa humilhação novamente com meu namorado.

  • Enviado ao Te Contos por Bruna

Contratei um Garoto de Programa para comer minha esposa nessa sexta (31-07-2026)

    By; Alex & Malu Te Contos, me chamo Alex e tenho 35 anos, minha esposa se chama Malu e tem 32 anos. Nosso caso começa bem par...