quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Trai meu marido com o taxista

by: Neide

Oi, me chamo Neide. Sou doméstica, 39 anos, mas aparento menos. Tenho 1, 73 de altura, pele morena, cabelos pretos ondulados, tenho seios médios, bumbum grande, redondo e durinho, coxas bem torneadas, lábios e nariz finos. Sou casada, tenho 3 filhos. 
Meu marido é professor, um homem inteligente, carinhoso, mas às vezes me deixa de lado, se é que me entendem. Sempre fui fiel, esposa exemplar, mas me sentia desvalorizada. 
Decidi passar a me arrumar mais, mas mesmo assim meu marido me deixava de lado. Comecei a receber elogios e cantadas, e isso me deixava muito feliz.
Um dia desses, um rapaz mexeu comigo na rua, começou a puxar papo, me elogiar… Aquilo me deixou alegre, me fez sentir viva, e dei meu número pra ele. Ele me chamou no whattsap e ficamos conversando por vários dias. Ele também é casado, taxista e trabalhava no mesmo bairro que eu. Finalmente marcamos de sair depois que eu largasse serviço.
Ele me pegou no táxi assim que saí do trabalho. Eu estava bastante nervosa, mas topei ir para o motel, que ficava numa rodovia próxima. Fiquei meio travada, mas ele foi me beijando, me tocando e tirando minha roupa devagar, me deixou toda pelada, enquanto continuava me sarrando. Eu fiquei tremendo enquanto ele me beijava gostoso, enfiando a língua na minha boca e acariciando minha xota, que estava toda melada. Eu tinha deixado ela rapadinha, e estava inchada de tesão, e eu sentia uma pulsação que parecia ir fundo até meu útero.
Ele tirou a camisa de uma vez, e ao abaixar as calças eu me assustei. Nunca tinha visto um cacete grande e grosso igual aquele. Já estava duro feito um pedaço de madeira, e assim que eu toquei naquele poste, cheio de veias grossas, parecia que formava calos ao longo do pau. A cabeça mais parecida uma lâmpada acesa, toda melada querendo rasgar minha bocetinha. Fiquei com medo, porque o pau do meu marido estava longe daquilo. Eu dei uma risada, mas de nervoso, e falei pro cara 
– Seu pau é muito grande, pode me machucar 
e ele – Vou colocar devagarinho, você vai gostar 
apesar desse medo eu tava morrendo de tesão, e ele começou a chupar meus peitos, aí sim fiquei mais louca e comecei a gemer alto. Logo ele foi beijando meu corpo até chegar no meio das minhas pernas. Aí não aguentei, comecei a dar uns gritinhos tentando abafar com a mão enquanto ele mamava gostoso meu grelo. Gozei na língua dele. 
Comecei a pedir o cacete dele na minha xota que já estava babando sem parar. Ele relava aquela cabeçorra na minha buceta só pra me tentar… Fui empurrando devagar a boceta naquela pica gigante. Centímetro por centímetro alargando meu buraquinho. 
Que delícia, eu toda arreganhada deitada na cama e ele por cima metendo em mim gostoso. A pica dele parecia preencher cada espaço do meu ventre. Aquela vara cabeçuda dava socos no meu útero, e eu sentia como nunca havia sentido, parecia estar no céu. O saco dele era pesado e ficava batendo no meu cu, que piscava de tesão. 
Quando eu percebi já estava berrando igual uma puta. Ele me pôs de quatro, subiu em mim feito uma égua e me comeu como ninguém. Eu olhava a cena no espelho, algo que me envergonharia, mas naquele momento eu estava me sentindo completamente realizada, ainda mais quando ele me segurou pelos cabelos e começou a me xingar. “puta!” “vadia!” “cadela!” e eu não parava de gozar. 
Foi então que cheguei ao ápice quando ele molhou o dedão na minha boca e depois enfiou a pontinha no meu cu. Gozei como nenhuma vagabunda jamais gozou nessa vida. Ele sentiu minha boceta comprimindo o pau dele e gozou forte dentro dela. Um mar de leite. Parecia ter me inundado de esperma quente. 
Me lembro que ele falou que queria gozar na minha boca, mas não aguentou. Disse pra ele que não tinha costume de fazer isso nem chupar meu marido.
Depois de nos recompor, fomos para o chuveiro, e ele me comeu lá outra vez. Voltamos pra cama e ele me fez sentar naquele mastro. Senti a vara quase rasgar minha boceta, e quando ele gozou de novo dentro, saí de cima dele e vi minha xota, parecia uma cratera, recheada de leite morno escorrendo. 
Ao chegar em casa, minha calcinha estava encharcada, e no banho não parava de descer aquela porra junto com a água pelas minhas pernas. 
Nesse dia dormi maravilhosamente bem, apesar de certa culpa.
  • Enviado ao Te Contos por Neide

segunda-feira, 4 de novembro de 2019

Vacilei no trabalho com o plug anal no meu cu e meu chefe me comeu (novembro-2019)

By: Gabi

Me chamo Gabriela, (Gabi), tenho 26 anos e sou de SP. O que contarei me aconteceu no começo do mês de Outubro. Foi um Vacilo que me rendeu uma trepada.
Era mais um dia normal de trabalho, mais um dia que acordei mega tarada, sabia que seria um dia tranquilo, por isso vesti uma roupa mais provocante, calcinha fio dental (adoro usar pois fico me sentindo uma puta), saia não tão curta e um belo decote. 
Realmente queria chamar a atenção dos caras que passavam por mim. Ainda deixei na bolsa um plug anal que amo e que gosto muito de usar.
No meio da tarde recebo umas nudes de um cara que as vezes me come e isso acaba me deixando ainda mais excitada. Na hora corro para o banheiro e enfio o plug no meu cuzinho, achando que talvez isso pudesse me acalmar. Já aproveito e tiro algumas fotos para o boy, que esta do outro lado da tela com a pica dura de tesão. Volto para a minha sala, como se nada tivesse acontecido, caminhando devagar e curtindo meu rapinho preenchido pelo plug. Sento na cadeira e sinto meu cu apertadinho e um pouquinho dolorido. Me mexo de um lado para o outro pra sentir ainda mais ele dentro de mim.
O que eu não esperava era que as coisas seriam corridas a partir daquele momento. Muitas pessoas vieram até a minha sala e eu com o plug enfiado no cu correndo de um lado para o outro. Meu chefe chega e me pede para ir verificar umas obras naquela mesma hora. Queria muito ter ido no banheiro e ter tirado o plug mas não deu tempo. Já fazia umas 2 horas, meu cu doía.
Cheguei na obra e na hora os caras me comeram com os olhos, pareciam adivinhar que eu estava com tesão. Eu me inclinava e tentava provocar e quanto mais eles olhavam, mais minha calcinha encharcava. Achei que não fosse segurar a barra, achei que fosse dar pra qualquer um ali mesmo, mas me contive. Com o cu ardendo e a calcinha molhada voltei pra minha sala. Meu chefe me esperava, sentado em sua mesa, para ver o relatório completo.
Quando cheguei, ele estava com o meu celular na mão (infelizmente tinha esquecido na minha mesa). Ele parecia estar zangado. Logo me perguntou se ainda estava com o plug no cu. 
Na hora quase cai dura. Perguntei do que ele estava falando e ele me mostrou o celular, com as fotos que eu havia mandado para o boy. O plug no cu, de quatro, como se quisesse ser fodida. Fiquei vermelha de vergonha e pedi para ele devolver o celular. Ele logo disse para ficar de quatro na mesa que ele queria ver meu cu. 
Ele parecia zangado demais. Eu tentei argumentar e falar mas de nada adiantou, ele me forçou a ficar de quatro na mesa, me mandou calar a boca e só obedece-lo, se não iria pra rua por justa causa.
Como não podia perder o emprego, fiz o que ele havia pedido, abrindo bem as pernas e deitando sobre a mesa dele. Ele então subiu a minha saia e teve acesso a minha calcinha, fio dental, toda molhada. Tirou-a devagar, deixando minha bunda e o plug a mostra. Meu cu já estava vermelho e ardia demais, afinal estava com ele enterrado no rabo já fazia umas 3 horas. Ele pega uma régua que estava sobre a mesa e me bate sem dó nem piedade, fazendo o plug forçar ainda mais. 
Na hora meu corpo tentou sair do lugar mas ele segurou firme meus cabelos e disse novamente que se não ficasse quieta seria demitida. Ele bateu por mais 19 vezes, completando 20 batidas. Minha pele ardia, era como se tivesse sido queimada. Meus olhos estavam cheios de lágrimas, mas aguentei firme.
Ele então começou a puxar o plug no meu rabo. Mesmo com a minha ajuda, forçando pra fora, foi difícil tirá-lo de lá. Ele continuou puxando devagar, como se quisesse me torturar ainda mais, até que saiu. Não era tão grande, 10 por 2, 5, mas já havia feito um estrago por estar tanto tempo em mim. Ele riu dizendo que achava que eu aguentaria mais, ou melhor, eu teria que aguentar mais. Ele baixou a calça, o pau enorme estava a mostra, não era tão comprido, mas era bem grosso. Naquela hora sabia que meu cu logo iria estar implorando por perdão. 
E foi isso, foi a seco. Sem me tocar, sem me estimular. Ele colocou o pau na boca do meu cu e forçou. Eu comecei a reclamar e a gemer e na hora ele me repreendeu dizendo que se não ficasse quieta seria pior. Sem dó ele meteu, com força, rápido e profundamente. Só sentia as lágrimas escorrendo no meu rosto, meus dentes serrados para não gritar diante da dor. Ele meteu inúmeras vezes, cada vez mais forte e mais rápido. Ele gemia de prazer. 
Depois de uma meia hora me comendo, sinto a porra quente dentro de mim. O corpo dele por cima do meu, como um cachorro comendo uma cadela. Logo ele saiu de dentro de mim, deixando a porra escorrer e cair no chão. Ele se vestiu e disse que eu tinha 5 min para me arrumar e limpar o chão e que após isso conversaríamos sobre o projeto.
Me levantei e não conseguia o olhar na cara. Ele estava com a minha calcinha e não iria me devolver, disse que ficaria como recordação, boa pra ele e ruim pra mim, do meu mal comportamento. Limpei o chão e entreguei as anotações pra ele. Ele agiu como se nada tivesse acontecido. 
Os dias foram passando, eu ainda me recuperava e nunca mais ele me comeu de novo. Mas estou na espera pra ser fodida mais uma vez por ele.
  • Enviado ao Te Contos por Gabi

Acordei querendo muito chupar uma deliciosa rola (03-11-2019)

By: Uma Putinha

Nesse domingo (03-11-2019) Eu acordei muito excitada, louca por um boquete, estava disposta a tudo, faria o que fosse possível. Só para gozar muito e tomar um banho de porra, por que adoro, cada vez um homem goza na minha cara, jogo toda a porra dele no meu rosto, fico ali bem relaxadinha, me deliciando, bem safadinha. Sou uma putinha bem safadinha mesmo. então, saí cedinho, fui caminhar na praia, como moro em Recife, vivo sempre bronzeada. 
Durante a caminhada encontrei o marido de uma amiga, ele logo veio me cumprimentar. Não dava para não perceber o olhar dele nos meus seios, de camiseta sem sutian, bem soltinhos e com os biquinhos pedindo para serem chupados. Senti minha buceta encharcar na hora, logo pensei vai ser em ele. No meio da conversa ele roçou sem querer (querendo é claro o braço no meus seio) aí então enlouqueci. Fingi voltar para casa por causa do sol, ele logo fingiu o mesmo e me acompanhou, na portaria o convidei para ir ao meu apartamento tomar um suco gelado. Ele subiu, muito discreto, ( o tipo ideal de homem para ser amante). 
Enquanto fui pegar o suco e os copos, ele já estava bem a vontade, no melhor da conversa, ofereci uma cerveja que logo aceitou, a partir daí fomos ficando alegres demais. Fui logo ao assunto, já não aguentava mais, falei o quanto estava sozinha e carente ( o papo sempre é esse ). Ele foi muito solicito, tirou logo a camiseta, me deixando com mais água na boca, em seguida rasgou minha camiseta, arrancou fora e começo a chupar meus seios, lamber, morder, tudo de bom. Baixei o short dele e via aquele belo e maravilhoso pau, lindo demais, duro e grande do jeito que adoro. Nem perdi tempo, fui beijando depois meti a boca. Ele logo soltou um gemido abafado, também estava louco. 
Chupava e batia punheta nele ao mesmo tempo, depois ia lentamente mordia a cabeça bem levinho em seguida enfiava todo na boca, ele quase goza, mas fui lentamente queria curtir muito aquele pau maravilhoso. Passava ele bem lentamente no meu rosto, desenhando minha face, depois nos meus seios. 
Em seguida chupava mais e mais, ele quase gozando. Me tirou e empurrou-me no sofá da sala. Abriu minhas pernas e lentamente foi beijando minhas pernas, entre coxas e minha buceta, cada beijo provocava uma vibração que enlouquecia mais ainda. 
Aos poucos foi se chegando e abriu os grandes lábios eu já estava louca. Passava lingua no meu grelinho, sugava levemente. Enfia a língua na minha grutinha. E eu lá maravilhada com a habilidade e a aquela delícia. Não aguentando mais gozei na boca dele, que ele adorou. Ficou de pé para que eu retribui-se. E eu claro que o fiz, ele gozou na minha cara, o mel branco, quente e gostoso escorreu até meus seios, onde me excitou ainda mais. E continuamos o nosso troca, troca. A proposta inicial era só boquete e com muito sacrificio assim ficamos. 
Após algumas gozadas em nossas bocas, não deu mais para segurar, deitei de quatro como uma gata no cio, e ele me enfio aquela maravilha todinha na buceta. Foi uma loucura. Ele estocava de um jeito, que me deu a impressão não ter nada disso em casa com minha amiga ( esposa dele ). 
Ficamos assim ate perto do almoço, onde infelizmente ele teve que ir para sua casa…durante todo o dia. 
Foi um dos melhores dia de putinha que tive. 
  • Enviado ao Te Contos por Uma Putinha 

Fazendo meu marido de corno

by: Nathalia

Oi, me chamo Nathalia, tenho 23 anos, sou morena, baixinha, cabelos pretos, meio ondulados, tenho peitos grandes, minha bunda é grande e bastante sarada por causa da academia. Sou casada, meu marido tem 24 anos, não é tão bonito, mas amo jeitinho dele, ele tem uma estatura normal 1,70m, magro com o corpo saradinho por causa da academia.
Nós somos casados a 4 anos, eu aparentemente conhecia ele todo, todos os gostos e fetiches, APARENTEMENTE. Essa história foi quando eu descobri que ele gostava ser corno.
Primeira vez que notei esse fetiche dele, foi quando a gente tava na praia, ela estava cheia, a gente decidiu ir embora e eu fui limpar as coisas na água da praia, fui até a beira me agachei (eu estava de fio dental), me agachei com maior inocência na verdade, depois ter limpado tudo me virei e percebi que tava todo mundo envolta me secando, fiquei meio constrangida mas gostei de ter chamado atenção assim kk, meu marido por outro lado pareceu odiar, só
pareceu, quando voltei pra onde nós estávamos, meu marido começou a brigar comigo, falou que eu não devia ter feito aquilo e tudo mais que um homem ciumento falaria, mas percebi que ele tava de pau duro, perguntei o porquê do pau duro, ele falou que ficou excitado com minha bunda mas que ficou puto de todo mundo tá olhando, achei estranho porque se ele não gostou de todo mundo olhando ele não ia ficar de pau duro ou pelo menos iria me pegar lá na beira, mas não, ele ficou de longe só olhando e ficou de pau duro ainda por cima, essa foi a primeira vez que eu desconfiei esse fetiche.
Depois de um tempo eu já tinha esquecido essa cena, mas um dia me veio na cabeça de novo esse acontecimento, e decidi tirar a limpo se ele tinha esse fetiche ou nao. Decidi então armar um plano que consistia em contar uma mentirinha pra ver se ele ficava excitado, a mentira era que no trabalho eu tinha um amigo que ficava me secando e que já tinha me mandado nudes no Instagram. Pensei em tudo, em todas as desculpas que eu iria dar. Tudo armado agora era só esperar meu marido chegar em casa para falar pra ele. 
Ele chegou por voltar das 20:00, jantamos e tudo mais, e quando formos dormir contei a história, ele não gostou a princípio, perguntou porque eu não tinha dito
antes, pediu pra mostras a conversa, quem era o cara, as desculpas que eu dei foram as mais simples e esfarrapadas mas acho que funcionou kkk, eu mostrei um cara aleatório no Instagram e falei que ele tinha saído do emprego e foi viajar e tava em outro país, a conversa eu falei que tinha excluído, e falei que tava com vergonha de contar pra ele o acontecido por isso não falei antes. Ele começou a pedir detalhes da história, como que o suposto cara me olhava, as fotos que ele mandou, o que eu respondia, e perguntou se eu gostei, mas isso tudo não num tom de bravo, mas eu percebi que ele tava gostando daquilo e botei a mão no pau dele e vi que tava duro, e transamos kk, não toquei no assunto de se ele tinha fetiche ou não nisso.
Passou um mês e então eu sabendo que ele gostava disso, decidi fazer algo mais provocante, ele tinha um amigo que eu sempre senti tesão nele mas nunca falei nada, por respeito, era um negão, alto, sarado, e tinha pinta de que trasava bem demais, chego a ficar arrepiada só de pensar nele, pesquisei ele no insta e segui, o insta era aberto, curti umas 3 fotos (todas sem camisa) tinha uma de sunga que eu fiquei babando, dava pra ver o volume na sunga e eu sonhei com ele por causa disso. 
Ele me seguiu de volta como planejado, e curtiu algumas fotos minha e todas eram sexys, achei estranho, porque eles eram amigos bem próximos e isso ai da a entender que ele estaria dando encima de mim ou querendo atenção, mas além do mais foi eu que atiçei a fera então a culpa é minha, admito que amei ele ter feito isso. 
Após esse fato eu fui lá e parei de seguir ele e descurti as fotos que eu tinha curtido dele, para quando eu for contar pro meu marido ele não desconfiar que era eu a culpada disso. Contei tudo para ele, e ele levou como nada demais aparentemente.
Uma semana depois de eu ter falado pra ele que o Vitor (nome do amigo dele) veio me seguir e curtir umas fotos, o meu marido fala da mim que iria convidar o Vitor pra nossa casa pra beber umas, como eu já tava vendo que ele tinha tesão em ser corno, logo me liguei o que ele queria, queria que eu transasse com o Vitor, amei a idéia, só de imaginar eu já ficava toda molhada.
  • Enviado ao Te Contos por Nathalia

sexta-feira, 1 de novembro de 2019

DEVORANDO ANITA

By: Dannilo

Meu nome é Dannilo, tenho 39 anos, tenho 1,85 e moro em São Paulo/SP. Conheci Anita através do Tumblr, uma linda mulher de 50 anos, com seus 1,77 de altura olhos e cabelos castanhos, seios médios e lindos, uma bunda maravilhosa. Desde então nos encontramos quando possível e fazemos tudo que temos desejo e prazer.
Passou mais de um mês sem nos encontrarmos, nossas agendas e folga não ajudou a ter mais momentos excitante. Foi o período mais longo desde que começamos a nos encontrar. Neste intervalo, só conseguimos tomar um café assim que ela saiu do trabalho e apesar da vontade de ambos, não pudemos estender e matar a saudade.
Depois de algumas tentativas de encontro, ajuste nas agendas e vontade de se encontrar conseguimos marcar de encontrar. Estávamos ansiosos, conversando a caminho do motel que combinamos de se encontrar. Não conseguia esconder minha ereção, o volume estava se destacando e eu tentando pensar em alguma coisa para aliviar a tensão. Olhava no celular e via que ela estava chegando, pois cheguei primeiro que ela. Pouco depois aparece Anita, um pouco cansada, pois havia saído do trabalho e ido direto e eu extremamente disposto pronto para tirar o atraso de mais de um mês sem vê-la.
Chegamos ao motel e ela se deitou na cama, eu já estava olhando com aquela cara de safado, mas ela ainda não tinha notado o que a esperava. Deitei-me na cama, a abracei, senti seu cheiro e nos beijamos, nesse momento eu já estava com o nível tarado ligado e pronto para atacar. Enquanto a beijava já passei a mão em sua buceta ainda por cima da calça, mas ela sabe que gosto de lamber e não estava me aguentando mais, encaixei meus dedos em sua calça e em um movimento único puxei sua calça já com a calcinha, abri suas pernas e já caí de boca. Foi encostar minha língua em sua buceta para ela soltar um gemido maravilhoso, fazendo eu lamber ainda mais e mais. Meu corpo estava queimando, então parei de lamber e fui tirar minha roupa, e assim como a calça dela tirei a minha da mesma forma, inclusive as meias, e joguei minha camiseta longe e mergulhei novamente naquela buceta molhadinha. Eu lambi, mas lambi muito. Anita gemendo e falando baixinho:
- Que língua gostosa.
- Como você lambe gostoso.
Ouvi seus gemidos só aumentava ainda mais minha vontade, então lambia ainda mais, pedia para ela gozar na minha língua. Então eu levantei coloquei meu pau bem na entrada, fazendo ela olhar para mim, e meti com vontade. Dei umas 5 bombadas com força e rápido, ao mesmo tempo chupei seus seios vorazmente, não demorou e ela indicou que gozaria a qualquer momento então rapidamente eu tirei meu pau e meti minha língua lambendo rapidamente seu grelinho e em seguida suguei toda a buceta sendo recompensado com um orgasmo quente e delicioso. Ainda assim continuei lambendo, mostrando o quanto ela é saborosa além de excitante.
Quando senti que tinha saboreado tudo, me levantei com o rosto todo melado, com o pau babando e com uma cara de safado e fui devorar ainda mais essa mulher, meti gostoso gemendo de tanto tesão, naquele vai e vem constante pronto para sentir meu pau ficar todo melado. Anita veio a mim e me beijou para sentir seu gosto em minha boca, enquanto sentia meu pau fodendo incansavelmente sua buceta, que logo em seguida gozou novamente fazendo meu pau sentir aquele mel quente percorrer em sua extensão. Lambia o biquinho dos seios e continuava metendo enquanto sentia seus orgasmos quente umedecendo meu pau e me deixando ainda mais excitado, aproveitei que meu pau estava todo melado, tirei ele e comecei a esfregar em seu grelinho. Anita começou a gemer tão gostoso, meu pau duro, escorrendo, com as veias saltando e quente masturbando Anita, e eu me divertindo sentindo todo o tesão dela. Mas apesar de fazê-la gozar, e ainda querer provocar mais orgasmos, meu tesão com essa brincadeira foi a mil e senti que não aguentava mais, enfiei novamente meu pau em sua buceta molhada e quente e gozei como um cachorro no cio. Gozei muito, meu corpo estremecia de tanto tesão, sentia o suor escorrer pelas costas e aos poucos fui relaxando ao ponto de deitar-me ao seu lado. Ela me abraçou, sentimos nossos corpos queimando de tanto tesão, gostamos de sentir esse momento, pois é o reconhecimento de algo especial. 
Em seguida tomamos um banho e curtimos aquela energia ótima que sempre sentimos em nossos encontros. Anita tem um sorriso delicioso, e eu não consigo esconder meu sorriso diante da forte energia que passamos um para o outro. Voltamos para a cama relaxamos um pouco, mas, logo em seguida Anita estava com uma cara de safada maravilhosa, mal sabia o que a esperava.
Ela me beijou, passou a mão nas minhas coxas e senti que queria brincar mais um pouco, foi deslizando sua boca em meu peito, barriga, descendo mais, pegou meu membro ainda flácido e começou a brincar. Sua boca logo em seguida o buscou e já sentiu ele enrijecendo em sua boca. Então começou a tortura do oral, chupando toda a extensão do meu pau, assim como minhas bolas. Ela chupava tão gostoso, fazia questão de observar minhas reações, me provocava e engolia ele todo. Eu carinhoso, não parava de elogiar:
- Cadela safada.
- Chupa seu caralho chupa, lambe gostoso.
- Puta que pariu.
Mas enquanto Anita chupava uma cena me chamou a atenção, atrás dela havia um espelho na parede, que dava para ver aquela bunda maravilhosa balançando de um lado para o outro, enquanto me chupava, quase me hipnotizando. Então interrompi o oral, ela ficou sem entender logo de início, me levantei da cama e chegando atrás dela vendo aquela escultura de quatro passando minhas mãos naquela majestosa bunda, dei uns tapas, pois isso a excita, e segurei em seu quadril e comecei a meter. Ela na cama de quatro, com aquela bunda deliciosa e eu em pé fodendo gostoso, na hora inclinou seu corpo a frente, deixando aquela bunda bem empinada, enquanto sua cabeça tocava o colchão. Meti gostoso em sua buceta, a cada metida ela urrava, gemia, xingava. Fiquei nessa posição e apreciando a visão maravilhosa e mais uma vez seus orgasmos. Quando tirei meu pau de sua buceta, ele saiu pingando e quente e ela fez questão de dar uma bela chupada antes de me puxar e deitar-me na cama.
 Assim que deitei ela já veio por cima, segurou meu pau e encaixou em sua buceta que escorria de tanto tesão. Ela começou a cavalgar, a quicar, a esfregar aquela buceta em mim buscando cada centímetro possível para satisfazer o nosso prazer. Ela estava tão fora de si, que comecei a pedir:
- Goza minha Puta, goza no seu caralho.
- Isso minha cachorra, goza gostoso.
- Goza para o seu cachorro, para o seu macho.
Enquanto eu falava Anita não parava, seus gemidos mais alto e intenso, seu corpo transpirando, e ela gozando, e eu querendo mais. Em um determinado momento enquanto ela cavalgava com força e rápido, minhas mãos apertavam seus seios com força e comecei a sentir o batimento dela aumentando cada vez mais. Fui sentindo o ritmo aumentar, seu batimento estava extremamente acelerado, seus olhos nem abriam, sua boca seca mordiscava os lábios e eu provocando:
- Goza minha putinha, goza no seu caralho.
- Vem minha putinha deliciosa, gostosa, goza mais, quero mais putinha.
E ela respondia:
- Fode sua putinha, come gostoso, soca com força sua cachorra.
Até que senti que gozaria e:
- Vem, vem, vem, goza caralho, goza com força, goza minha puta, goza!!!
- Goooooozaaaa putinha, goza gostoso goza, goza para o seu cachorro goza.
Nessa hora ela soltou um gemido tão alto enquanto gozava, que senti meu pau esquentar e escorrer pelo meu pau seu orgasmo. Seu coração continuava batendo muito, aquilo me deixou ainda mais excitado, seu corpo escorria o suor do esforço que foi recompensado com vários orgasmos. Sem perder o ritmo invertemos as posições e por cima ergui suas pernas e encaixei meu pau e voltei a meter com muita força. Mantive o ritmo, notei que estava novamente excitada que mantive o ritmo mais acelerado por um bom tempo segurando suas pernas enquanto me deslumbrava com meu pau fodendo aquela mulher incrível. Notei que ela poderia gozar de novo, aumentei o ritmo e voltei a pedir para ela gozar pro seu cachorro safado, ela tocou em seu grelinho e já senti a explosão de seu orgasmos inundando meu pau, nessa hora eu tirei rapidamente meu pau e cai de boca socando minha língua e sugando todos aqueles orgasmos lambendo cada ml do seu mel, degustando daquela buceta saborosa.
Ela não conseguia parar de gemer, de segurar minha cabeça enquanto eu percorria cada cantinho, além de socar minha língua em sua buceta e sugar entre os lábios seu grelinho que logo em seguida era estimulado pela minha língua. Sua respiração estava muito ofegante além dos batimentos terem reduzidos mas ainda estarem acelerados. Ela olhou para mim e perguntou por que faço isso com ela. Tentei lamber mais um pouco e ela não deixou, pois estava de barba e a barba estava incomodando (na próxima nada de barba atrapalhando). Como ela não deixou, mostrei bem devagar como gosto de fazer com o grelinho dela, só que no biquinho do seio. Passei a língua dando aquela estimulada, quando ficou durinho eu suguei para dentro da boca prendendo com os lábios, em seguida passei a ponta da língua e nesse momento ela sentiu um arrepio e deu um pulo da cama que ficou claro que meu recado no grelinho chegou por outro caminho. Eu sou safado demais, puta que pariu. Ainda arrepiada, fiz questão de lamber e chupar seus lindos seios e olhando em seus olhos lindos.
Anita estava esgotada, exausta e destruída. Ela voltou a perguntar por que gosto de judiar tanto dela. Acredito que este conto relata bem os motivos disso. Em seguida fomos para o banho esfriar o corpo. Assim que entramos Anita virou me deu uma olhada e senti que ainda não havia acabado, me beijando e segurando meu pau ainda duro. Ela ajoelhou e começou a me chupar como uma putinha no cio e excitada, sentia o quanto ela estava agradecendo o que tinha feito naquelas horas de muito prazer. Ela chupou, lambeu, olhava com uma cara de safada e sugava meu pau, depois voltava a lamber até que parou e notei que ela havia deixado todo babado. Ela se levantou, abriu com as mãos aquele espetáculo de bunda e falou:
- Comeu meu cuzinho, fode ele gostoso!
Nem excitei, segurei sua cintura, enfiei a cabeça do meu pau, ela apoiou as mãos na parede, enquanto a água do chuveiro escorria em suas costas, e meti tudo. Ela deu um gemido de dor e prazer e logo relaxou, inclinei meu corpo e continuei metendo, naquele vai e vem, enquanto a ouvia:
- Fode meu cuzinho, come gostoso meu cachorro.
- Fode com força sua putinha, enfia todo esse pau no meu cú.
- Isso, fode meu cachorro.
Eu estava me segurando para não gozar, mas ouvir Anita pedindo para eu foder aquele cú enquanto eu sentia todo o tesão dela, estava sendo intenso demais. Continuei metendo, sem pressa, fodendo gostoso, sentindo meu pau sair quase que completo e voltar com tudo até sentir minhas bolas batendo. E assim que dei o primeiro sinal que poderia gozar, Anita começou:
- Goza meu cachorro no meu cú.
- Enche meu cú.
- Fode o cú da sua cadelinha gostoso.
Meu orgasmo veio com gemido e pulsando naquele cuzinho delicioso e apertadinho. Seu gemido de excitação acompanhava o tremor de minhas pernas que já estavam bambas. Ela se virou e nos abraçamos forte, sentindo a intensidade daquele momento e os batimentos desacelerando. Essa energia entre a gente traz aquela sensação de plenitude e bem-estar. Ainda abraçados começamos a nos dar um banho merecido e relaxante. Nos arrumamos e traçamos o caminho de nossas casas completamente exaustos, porém com uma energia maravilhosa. Continuamos nos falando no retorno para casa, e relatando o cansaço físico daquela tarde completamente prazerosa.
  • Enviado ao Te Contos por Dannilo

Relembrando a minha primeira siririca

By: Juliana

Olá me chamo Juliana, tenho 17 anos, sou pretinha com seios  médios, bunda proporcional…
Vou contar como foi minha primeira siririca, quando eu tinha 14 para 15 anos tinha um garoto na minha escola que era de corpo bem atlético (bem gostoso) ele costumava jogar bola no intervalo e sempre que estava quente ele tira a blusa, aquilo era normal eu nem dava muita bola, mas certo dia eu senti um calor me tomar por dentro e era muito bom.
Eu fui para casa e fui tomar banho e me veio a quela cena na cabeça, aquele garoto sem camisa ui que delicia(me molho toda só de lembrar) enfim enquanto me lavava fui lavar minha bucetinha e com a quele calor por dentro (não sabia que era tesão) e quando esfreguei ela eu senti uma coisa tão gostosa mas n continuei, terminei meu banho e fui para meu quarto, ainda pensando na quela sensação maravilhosa e então n resisti (estava sozinha em casa) tirei minha roupa e voltei a esfregar minha bucetinha que estava pingando, eu estranhei e fiquei curiosa com aquilo até que fui pesquisar o que era, achei diversos vídeos/ fotos de mulheres se masturbando aí então descobri a masturbação.
Não me contive e comecei a fazer as mesmas coisas que as mulheres faziam nos vídeos (algumas colocavam 2 dedos dentro da buceta) mas como eu era virgem só conseguia colocar um o que n me impediu de me masturbar maravilhosamente é assim eu fui fazendo até senti uma vindo de dentro e fui acelerando os movimentos até que gozei pela primeira vez… fiquei ali jogada na cama acariciando meus peito e com o dedo dentro da minha bucetinha, logo depois de me recuperar fiquei com vontade de saborear meu gostinho assim eu fiz passava o dedinho e pegava aquele gozo levando até minha boca e me deliciando com aquele gostinho
Relembrando esse momento eu já fico molhada de tesao !

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  • Enviado ao Te Contos por Juliana

Morrendo de tesão desde que punhetei e fui siriricada pelo meu irmão no cine (20-10-2019)

by: Luisa

Eu me chamo Luisa, tenho 19 anos… E essa história ocorreu entre eu e meu irmão a duas semanas atras…e ja não estou aguentando de tesão e não sei até quando conseguirei resistir algo mais…
Foi um dia indescritível, mas tentarei conter minhas tentações para contar sobre. 
Eu sou meio “gordinha”, mas com seios medios e uma bunda bem proporcional, que provocava olhares de meu irmão, como eu já por diversas vezes notei, embora não o demonstrasse. 
Meu irmão se chama Jean Carlos, ou só Carlos, como carinhosamente eu o chamo, tem 20 anos (quase 21), ele é magro, estatura mediana, um pouco tímido – eu assim achava – se comparado aos colegas do colégio. 
Pois bem… Carlos convidou-me para ir ver um filme num cinema de um shopping que nunca fomos em um bairro vizinho,. Achei o convite estranho, pois raras vezes havíamos ido juntos ao cinema, e mesmo assim com amigos comuns. Ah, se eu soubesse o que me esperava!
Aceito o convite – era um domingo, sessão das 4h, fomos no carro dele, conversando bobeiras e acabamos  que chegamos um pouco atrasados, a sessão já havia começado. Sentamo-nos mais para o fim da sala, em duas poltronas, em que não havia ninguém por perto, pois o cinema não estava cheio, havia muitos lugares vazios.
Com 15 minutos, sem nem porquê, Carlos passou o braço por sobre o encosto da minha poltrona, encostando ligeiramente a mão em meu ombro direito. Não achei nada demais, e continuei a prestar atenção ao filme, com uns caras bem gatos e garotas gostosas.
Enquanto o filme prosseguia, meu irmão começou a descer lentamente a mão sobre meu seio, muito “sem querer, querendo”. Estranhei, mas uma sensação meio de desconfiança e medo, mas muito prazerosa, foi-se apossando de mim. Eu não ousava fazer nenhum movimento. Carlos continuava olhando fixamente para a tela, como se nada estivesse acontecendo. 
Acomodou-se um pouco na poltrona e, como se fosse por acaso, sua mão deslizou para o bico do meu seio. E começou lentamente a acariciá-lo. Eu fui invadida por uma gostosa sensação, e meios bicos dos peitos (os dois, é claro!) ficaram ligados. 
Nenhum de nós dizia nada, fingíamos que estávamos prestando muita atenção ao que se passava na tela, e no entanto… o que iria acontecer era muito melhor do que qualquer filme de sacanagem!
Notando meu silêncio – quem cala consente, não dizem? – Carlos avançou mais um pouco e começou a massagear meu bico de seio, rodando o mamilo com leveza para lá e para cá. (Quando penso nisso, começo a sentir tesão…).
Eu já começava a me sentir molhando minha calcinha. Fiz um leve movimento com o corpo, fingindo que estava me ajeitando melhor na poltrona, para disfarçar. Aproveitando-se disso, Carlos espalmou a mão sobre meu peito, agora sem nenhuma sutileza. Dei um suspiro, foi inevitável.
Notando meu constrangimento mal disfarçado, meu irmão guiou minha mão esquerda para cima de sua calça, próxima de seu pau, que – pude sentir com um mixto de satisfação e surpresa – estava duro. Fez escorregar minha mão por sobre o seu pau, por cima da calça, e eu pude avaliar que ele era pouco comprido, mas grosso. 
Nessa altura dos acontecimentos, já estava toda molhada, e sentia o membro do meu irmão pulsar entre meus dedos. Ele começou a mover minha mão em movimentos lentos de vaivém, como se tocasse uma punheta. Mas, eu estava tocando uma punheta nele! E estava gostando, e muito!
Eu não fazia qualquer movimento que não fosse conduzido por Carlos. Ele, já mais afoito, não vacilou em enfiar a mão por debaixo da minha blusa, e começou a acariciar meus peitos – agora os dois 
Ele apertava meus peitos com a mão direita, espremia-os, enquanto com a esquerda desabotoava sua calça “jeans” e enfiava minha mão esquerda debaixo de sua cueca. Notei que ele já estava meio melado, e quando ele me fez segurar seu pau e percorrê-lo com movimentos seguidos de vaivém, da raiz até a cabeça,palpitante, podia sentir que ele estava a ponto de gozar!
Então, o inevitável aconteceu. Não podíamos fingir mais que nada estava acontecendo. Carlos deixou-me batendo uma punheta nele – é claro que eu não retirei a mão! – e com a sua mão esquerda livre enfiou-a debaixo da minha saia, percorrendo lentamente a minha coxa e forçando a entrada para a minha boceta, que, a esta altura, eu já podia senti-la inchada, e se bem me conheço, meio avermelhada!
Carlos começou a introduzir o dedo indicador na entrada da minha racha, em seguida, enfiou também o dedo médio, mas sempre cuidadosamente, e começou a massagear os meus pequenos lábios… Eu já estava completamente molhada, e fiz, involuntariamente, um movimento para a frente, a fim de que ele penetrasse mais os dedos. 
Que delícia, mal posso me lembrar, quando, um ou dois minutos depois dessa massagem, gozei duas ou três vezes, como nunca antes havia gozado quando me masturbava no banheiro.
Meu irmão, com o pau para fora das calças, e com minha mão a cariciá-lo, viria a gozar loucamente poucos segundos depois. Senti aquela porra viscosa escorrer pelos meus dedos, e molhar o tapete do cinema…
Alguns minutos depois, já saciados, e sem dizer uma palavra, ele me beijou de língua, como que para agradecer o presente que eu lhe havia proporcionado.
Mas eu que estava delirante, com vontade de dar-me ali mesmo para ele, dar-lhe tudo, alem da minha buceta o meu cuzinho virgem !
Finalmente, saímos do cinema, coincidentemente com o final do filme (ao qual eu não prestara a mínima atenção), junto com os outros espectadores, como se nada tivesse acontecido.
Não trocamos palavra até chegarmos em casa, e cada um ir fazer alguma coisa em seu quarto. Ninguém soube de nada, é claro.
  • Enviado ao Te Contos por Luisa

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