terça-feira, 4 de janeiro de 2022

Siririca no banheiro no ENEM (2021)

 By; Isa

Oii gente! Sou bem insegura e criei muita coragem antes de postar a história, e resolvi escrever sobre mim e sobre a história do Enem que tanto me DA TESÃO.

Eu me chamo Isabella, mas pode me chamar de Isa e eu sou uma ninfomaniaca.. eu tenho Hipersexualidade, que é um transtorno relativamente genérico, ela é conhecida como uma porta de entrada para possíveis outros problemas, como a ansiedade e o transtorno de dupla personalidade (Parte por conta desse negócio de ter que reprimir suas vontades a todo momento e fingir que não tem nada acontecendo com você) e a Hipersexualidade em si é exclusiva em mulheres, já a ninfomania masculina é chamada de Satiríase (E eu não faço a menor idéia de como funciona).

Outra coisa também é que a Hipersexualidade tem diferentes origens, eu gosto de classificar em motivos sociais como vício em masturbação desde cedo e também por fatores biológicos que é o meu caso, problema na liberação de hormônios, transtornos neurológicos, etc.

O meu especificamente está ligado a liberação de hormônios do prazer e da felicidade.. por conta disso a minha necessidade de me satisfazer não é algo controlável, algo que eu consigo segurar ou algo que se trata no terapeuta, ainda existe a alternativa de contraceptivos corta libido ou então de calmantes, mas me fazem muito mal e eu não curto, prefiro aprender a me controlar sozinha... ou como você vai ver... tentar rs

Então ! No ano passado (2021) eu estava completamente exausta de tudo, a ETEC estava me corroendo até os ossos, trabalhos e mais trabalhos, provas atrás de provas e pra piorar ainda tinham os benditos vestibulares.. fuvest, enem, unicamp e blá blá blá, é simplesmente rídiculo você acumular tudo isso nas mãos de uma adolescente e esperar que em um ano ela decida o que ela quer fazer pelo resto de sua vida..

Eu simplesmente andava uma pilha de nervos, eu não aguentava mais aquela rotina exaustiva e o único momento que me trazia um alívio era aquela sensação maravilhosa de me tocar que nem uma cadelinha até gozar com as perninhas bambas e depois sentir aquele melzinho escorrendo pela minha coxa... é simplesmente mágico hahah.

Por mais que o meu transtorno tenha causas biológicas e hormonais não posso negar o meu relativo vício que adquiri ano passado pela masturbação e em específico por essa sensação mágica que acabei de descrever, no ano passado passei pelo auge das minhas crises, muito pela ansiedade, era muito raro passar um dia inteiro sem pelo menos uma crise muito forte que literalmente me derretia.. mas de certa forma eu peguei um certo gosto por isso e eu sempre andava "preparada" pra crise.. eu sou virgem, o que não me impede de me masturbar principalmente porque descobri o prazer que é brincar com o cuzinho quando você tá explodindo de excitação e acabei adorando isso.. (meu vício pessoal rs)

Eu saio de casa toda arrumadinha, toda cheirosinha e toda princesa, geralmente de saia ou de legging pra facilitar me tocar quando a crise bater, sempre com alguma calcinha pequena pra me sentir mais safada ainda, daquelas que eu pudesse puxar pra cima e sentir ela bem na minha buceta que me dá um tesão do caralho (e também quando quero dar uma provocada rs), e sempre levava na minha mochila coisas que pudessem me ajudar de alguma forma.. geralmente eu sempre ando com mais uma calcinha pra trocar uma vez que eu ficasse encharcada e com uma caneta dessas de escrever em lousa (sabe?), que são um pouco mais grossas e tem as pontas bem redondinhas, que me ajudam muito rs, fora também alguma blusa de frio pra eu poder colocar por cima do meu colo no metrô, ônibus ou escola e conseguir me aliviar sem ninguém perceber aonde estava a minha mão kkk

Algumas pessoas me perguntaram/me recomendaram sobre uso de brinquedos, plugs, vibradores, principalmente os bullets que poderiam me ajudar durante as crises, que eu morro de vontade de usar inclusive, a questão é que eu não tenho nem dinheiro pra adquirir um desses no momento e muito menos um lugar pra guardar eles já que eu moro com minha mãe e irmã (Ambas extremamente religiosas) e nem consigo imaginar o que aconteceria caso elas achassem esse tipo de coisa aqui em casa kkk

Continuando... A minha vida se resumia a isso.. cobranças obsessivas de estudo, cheia de trabalho e prova pra fazer e ainda com a preocupação de passar no vestibular.. entretanto, consegui levar isso ao longo do ano com muito sofrimento e muitos orgasmos kk

Até que chega no famigerado dia de fazer o Enem e bem, como de sempre me arrumei toda lindinha pra fazer a prova, entretanto, nesse dia eu não me preocupei muito em relação a crise e os cuidados que deveria ter caso ela acontecesse, pois no dia anterior, antes de tomar um belo banho eu me masturbei muuito, acabando tanto com o buraquinho pequeno que eu podia usar a ponto de ficar meio doloridinha, pois eu acreditava que isso ia impedir da vontade aparecer e que eu estava em um transe mental de foco absoluto e que nada ia me tirar disso, o que foi um ledo engano querida Isabella .. kkkkkk

Para a prova eu não estava usando nada fora do comum, uma calça legging, um top qualquer e uma calcinha que era meio apertada como todas as outras que eu tenho..

Chegando no local da prova já me reparo com alguns colegas da minha escola, o que eu particularmente acho que foi o que me fez despertar dessa concentração e isso deixou meu cérebro livre pra pensar no que ele quiser e quando quisesse, o dia estava muito mai quente, não sei se era a soma de ansiedade com o nervosismo e o calor somados, mas aquilo me fez tomar muita água, tipo, bastante mesmo e foi bem importante pra o que aconteceria depois...

Os portões tem o costume de abrir 11:30 e fechar 13:00.. mas eu optei por entrar lá por 12:30 pra não ter problema e ficar esperando muito por lá....Quando dá 13:30 acontece o início das provas e blá blá blá... Lá pra umas 15:00, com mais da metade da prova concluída a famigerada vontade aparece, o coração fica acelerado, você sente um arrepio, e começa a involuntariamente a ficar muito molhada, você se sente pulsando inteirinha, chega a um ponto que você fica tão sensível que até a buceta encostando na calcinha é meio prazeroso..

Então ali eu me encontrava, extremamente excitada, melada e pela minha cabeça só se passava como que eu ia fazer pra sair dessa, eu já conseguia sentir até uma parte da minha calça meio úmida e nisso eu fiquei um pouco desesperada, pois já tinham pelo menos 6 outras pessoas que estavam esperando pra ir no banheiro, o que é bem demorado porque um fiscal tem que te acompanhar até lá e pela quantidade de gente que tava na minha frente eu imaginava que ia demorar pelo menos uma meia hora..

E ali eu fiquei, tentando resolver uma questão e sempre que podia colocava o lapis entre as minhas pernas pra tentar me esfregar com ele, ou então fingia que estava arrumando a calça pra por a mão pra sentir o quão molhada eu estava, só pra quando encostar sentir um arrepio que ia até a espinha como se o meu corpo estivesse implorando pra eu me tocar, fiquei assim por pelo menos uns 20 minutos até que ouço a fiscal me chamar;

- "Você ai mocinha, sua vez"..

Isso foi como música para os meus ouvidos, levantei da cadeira que tinha até um pouco de melzinho aonde eu estava sentada, coloquei uma caneta na minha cintura e fui quase que correndo até o banheiro aonde eu sentei na tampa do vaso, abaixei minha calça legging, coloquei minha calcinha de lado e me toquei como uma verdadeira putinha, uma mão enfiando a caneta que eu tinha levado no meu cuzinho e a outra mão tampando a boca pra ninguém me ouvir gemer como uma cadelinha, embora, que eu ache que era possível ouvir uns gemidinhos baixos e minha respiração ofegante, fora o barulho da caneta entrando e saindo de algo molhado rsrs....

Eu tava com tanto tesão acumulado e com tanta, mais tanta vontade que teve uma hora que eu não estava mais se importando se tinha alguém me escutando ou não, na verdade a minha vontade era de que alguém abrisse aquele box, me pressionasse na parede e me usasse como a cadela que eu merecia...

Naquele momento eu tirei a mão da minha boca e comecei a me tocar freneticamente até que de repente eu começo a me tremer toda e um esguicho bem pequeno porém forte sai de mim, eu tinha gozado e tinha esguichado, que era algo que eu nunca tinha feito nunca tinha passado por um "squirt" e ali me encontrava, exausta, sentada em cima da tampa de um vaso me masturbando, toda melada...

Na hora até bate aquele arrependimento depois do prazer hahahah, "Isa, olha o que você se tornou", era só que passava pela minha cabeça, mas logo me recompus, me limpei, coloquei a calça e logo lembrei que precisava voltar, o único problema ali seria o que eu faria com a minha calcinha, ela estava completamente encharcada e não tinha como eu usar, então eu simplesmente deixei ela pendurada no porta bolsas atrás da porta do box do banheiro, assim quem entra só consegue perceber que ela está ali quando a porta se fecha e ela está dentro do box, e assim eu voltei pra sala, andando o caminho todo com a mão tampando a região da minha buceta porque eu tinha certeza que eu estava marcada por estar meio molhado e não estar usando calcinha, tendo alguns arrepios pelo orgasmo intenso que tinha acabado de ter...

Entrei na sala, me sentei na cadeira e continuei minha prova...

É isso gente, esse é o meu relato, e só escrevendo agora pra perceber o quão putinha eu me sinto desse jeito hahahah.

  • Enviado ao Te Contos por Isa

Surpresa para minha esposa putinha. Sexo a 3. (03-01-2022)

 By; Roberto & Helô

Oi, sou o Roberto e minha esposa se chama Heloisa.

Minha adorada, safada e gostosa esposa teve que fazer uma viagem para ver sua família, que já fazia alguns meses que não os visitavam, foi somente uma semana, mas parecia que já estava há um mês e ela estava longe (e bota longe nisso, no outro lado do Brasil).

Somos casados a mais de 20 anos e desde o inicio de nosso relacionamento sempre fantasiávamos na cama, diversas situações, sempre com mais uma pessoal, ou eu fazendo papel de médico, ou de carpinteiro, ou de bombeiro, ou o vizinho, enfim outro homem, às vezes fruto dessas fantasias acordávamos de madrugada para transarmos de novo, tamanho era o tesão nosso lembrando de nossa festinha particular, as vezes ficávamos falando de nossas experiências sexuais e também da mesma forma terminava em muito sexo.

Minha Diva é muito gostosa, mede 1,65cm, 56 kg, cintura fina, seios médios, marquinha de praia do seu micro biquíni, uma bucetinha deliciosa e depilada e nada mais que 104 cm de bumbum.

Nosso relacionamento, que desde o inicio sempre foi um relacionamento franco e aberto para todos os assuntos, hoje em dia deu um salto de qualidade: fazemos sexo de forma mais intensa e frequente, e não perdemos a oportunidade de apimentá-lo.

Bem ficar sem ela essa semana que viajou foi muito ruim, parecia uma eternidade, nosso tesão estava nas alturas e minha cabeça com mil ideias e querendo apimentar o nosso encontro falei a ela por telefone que teria uma surpresa quando fosse buscar ela no aeroporto. A safada já imaginou que seria mais uma sacanagem gostosa e ficou curiosa querendo saber o que era, mas não disse nada. Eu já tinha em mente em realizar algumas (mais de uma) de nossas fantasias nesse dia de seu retorno.

Na véspera de sua chegada, fui num sexy shop comprei um brinquedinho novo, que ela adora, quando se masturba, uma micro-calcinha transparente e uma camisola muito sexy, comprei ainda, no shopping um vestidinho de alcinha bem decotado e muito curto, sei que é assim que ela gosta de usar. E convidei o primeiro comedor que ela teve, o que realizou nossos sonhos em realidade (mesmo tendo ela depois dele, algumas dezenas de outros), para ir buscá-la junto comigo no aeroporto, que topou na hora.

Meio da tarde peguei-o em sua casa e partimos em direção ao nosso objetivo, no caminho não demorou muito o papo era, claro sobre sexo e principalmente sobre a putinha da minha amada, de como adoramos o exibicionismo, de como gosto de deixar os pretendentes, cheios de tesão por ela, não sei ele, mas eu nessa hora já estava de pau duro só por estar conversando sobre tudo isso e como estava sem cueca o pau estava quase tocando no volante.

Para variar, o avião dela atrasou e ficamos tomando alguns chopinhos ficando bem relaxados, e combinando o que iríamos fazer, ou seja, ela ficaria comigo como minha esposa até eu entrar na fila para pagar o estacionamento, e depois ela seria a putinha dele cabendo a ele o que fazer com ela.

Enfim ela chegou e veio ao nosso encontro, me deu um beijo-estalinho, foi ao comedor deu 2 beijinhos, bem perto da boca, voltou e me deu outro beijo, já com cara de safada e dizendo que eu era um sacana, eu pedi um chope para ela e passei lhe uma bolsa, dentro estava o vestidinho, a micro-calcinha e uma toalha, quase precisasse, a descarada olhou dentro e percebeu o que vinha pela frente e como ela chegou de calças Jeans e blusa de manga, na hora disse:

- esperem um momento que vou ao banheiro.

Passado uns 10 minutos vem ela toda linda, quase nua, que tesão de mulher, foi o que disse o comedor e eu concordei estava exuberante.

Tomamos mais alguns chopes, onde ela comentava sobre a viagem, os 3 em pé bem juntinhos, já rolando um sarrinho.

Nos dirigimos para o estacionamento eu carregando o carrinho das malas e ela entre nos dois, virei para esquerda para pagar e ele pegou na mão dela indo para direita em direção carro, como tínhamos combinado, ela olhou pra mim sem entender nada e pude ouvir o comedor dizendo

- agora você é minha

E lá foram eles de mãozinha dadas andando pelo estacionamento, demorei propositalmente para ir ao encontro deles, quando me aproximava observei eles num beijo cinematográfico, ele encostado no carro e ela apertando e passando a buceta no pau dele, sendo que a bunda da minha putinha já toda amostra, pois ele estava com o vestido levantado na altura da cintura, que cena linda minha linda esposa em pleno estacionamento de um aeroporto com a bunda toda de fora, que delicia.

Ao cruzar por eles passei minha mão naquela bundona gostosa e me dirigi para o porta-mala do carro, eles vieram atrás, o carro foi estrategicamente colocado encostado numa parede e atrás do elevador, enquanto guardava as malas, ela ao meu lado fingindo que me orientava e o ele atrás beijando sua nuca, pescoço, dando aquela coxada nela e com as mãos nos peitos dela, já para fora do vestido, claro que demorei para arrumar tudo.

Ao fechar o porta-malas, voei neles, empurrando-os para o escurinho da parede atrás do elevador, ela agora era o recheio de um sanduiche, o vestido na cintura, peitinhos para fora, eu beijando ora a boca, ora uns dos peitos, porque o outro estava na mão dele, passando as nossas mãos nela toda, ela já estava com o tesão à flor da pele, pois se encontrava toda arrepiada gemendo e com a xaninha toda encharcada como pude observar pela umidade da calcinha.

Escutamos barulho, aproximava alguém, rapidamente nos recompusemos e voltamos para o carro às gargalhadas, abri a porta de trás, como um bom cavalheiro, e a safada já foi entrando e dizendo:

- já sei, é para entrar aqui, né, corninho? - Com aquela carinha que adoro, quando ela está a fim de aprontar.

Saindo do estacionamento, ela já estava com todo aquele pau na boca enquanto ele bolinava e apertava sua bunda, eu dirigindo e escutando aquele barulho típico de chupadas e tapas na bunda. Após um tempo ela subiu e sentou no colo dele, esfregando sua bucetinha ainda com calcinha no pau daquele macho e ele chupando seus seios que a muito tempo já estavam para fora do vestido.

Lembrando que naquela hora, como em qualquer cidade grande já estava um grande engarrafamento, por sorte o nosso carro tem isso filme muito escuro, não da para ver de fora para dentro. Passados uns quinze minutos, com um imenso tesão, ela se livra da calcinha com a nossa ajuda, e dessa vez, virada para frente, senta de uma vez na pica do seu comedor, me abraça com o braço esquerdo enquanto que a mão direita procura o meu pau, como estava sem cuecas rapidamente ela consegue me punhetar, ora ele mexendo, ora ela rebolando, ela com a boca colada no meu ouvido começa a gemer baixinho, dizendo:

- “olhar amor, olha o que ele tá fazendo comigo”.

- “o que minha safada?”. Perguntei

- “ta metendo gostoso, com vontade, arrombando minha bucetinha que era para você me fuder, aaiiiii, aiiiii”, olha corninho a buceta que você vai chupar e meter mais tarde não vai ser mais a mesma de quando cheguei, ele ta arrombando ela toda”.

Ela estava encharcada, podia ouvir o barulho do pau deslizando na sua xaninha, depois de muito gemer, ela já estava com o pau todo dentro e começou a cavalgar, ela começou a gritar muito, chamando o cara de caralhudo, gostoso... e/ou me chamando de corno, safado.... acho que ela estava gozando. Ela então diminui o ritmo, tinha mesmo gozado como eu nunca tinha visto.

A fantasia que eu planejara era só até aí, ou seja, ela ser recebida por outro macho no aeroporto e transar gostoso com ele em pleno engarrafamento. Entretanto como bem safada que é minha mulher, falando em tom de mandona

- “amor vamos a um motel que eu quero fuder bem gostoso vocês dois”

E eu respondi; - “ você é muito puta mesmo, heim?!”

Adorei a ideia e sabia que ela estava em êxtase, ela só saiu de cima dele quando chegamos à recepção do motel, pulando para o banco da frente seminua, saiu pelada do carro subindo as escadas para o quarto, nos dois ficamos nos deliciando com aquela visão, uma bunda gostosa rebolando na nossa frente.

Ela foi tomar um banho e nos dois começamos a preparar o quarto, ligar TV, procurar canal, ligar o ar, etc, ela retorna senta na beira da cama e joga seu corpo para trás, praticamente pedindo que a chupasse e o macho fudedor ao ver aquela xana projetada pra cima, toda arrombadinha, abriu suas pernas e lhe deu uma chupada, como ela nunca teve, digo isso porque nunca a vi gemer tão alto, ele a sugava com muita vontade, enquanto sua cabeça estava entre as pernas dela, ele a alisava as coxas, o rabo e os peitos sem parar, depois de alguns minutos, ela gritou que ia gozar.

Minha vadia se contorcia de prazer, enquanto o sacana lhe deu um demorado beijo de língua e enfiou o pau na sua boca, puxou-lhe os cabelos e a mandou chupar tudo até as bolas.

Ela, muito obediente, sugou tudo, quase se engasgando, ele, sem tomar conhecimento, empurrava mais fundo na garganta dela, como o caralho era muito grande, só entrava a metade e ela ficava sem ar, só para sacanear, ele dizia que era o macho ali e ela devia ficar com tudo na boca enquanto ele quisesse.

Ficaram assim vários minutos e ele se deliciando em domina-la daquele jeito. Eu também não perdi tempo cai de boca naquela buceta que há essa hora já estava toda molhada de tesão.

O pau cresceu ainda mais e foi à hora de meter em outro buraco, abriu-lhe as coxas e enterrou devagar, o pau dele era grande, ela pediu que ele fosse devagar, pois o pau a arrombava.

- “Minha puta, aqui mando eu. Vou te comer do jeito que eu quiser”, foi a resposta dele.

Acabou empurrando tudo naquela bucetinha gostosa, depois que a xaninha da minha mulherzinha aceitou aquele mastro todo, ele começou o vai e vem do prazer, ela gemia e amassava o lençol, tentando aliviar a pressão daquele macho enorme em cima e dentro dela, mas aí ele a abraçava com mais força e enterrava o pau mais fundo ainda, não deixando um centímetro de fora, nem gritar que ele a estava rasgando ela conseguia mais, só gemia alto, revirando os olhos e se contorcia de tesão. Nunca a vi tão excitada!

Então eu disse: - “Vai sua puta! Vagabunda! Fode! Que eu sei que é isso que você gosta”

Nesse momento aquele comedor no ápice do seu tesão, virou deixando ela por cima, saiu, mas ele enfiou seco, direto: a bucetinha já estava meio alargada, entrou fácil: e ela cavalgava, rebolava, gemia... Estava curtindo.

E voltando a si, disse: - “Ahhh... Que delícia! Vai fundo! Me chamem de puta, vai! Mostra para o corninho, mostra! Fodeeeee”.

A minha periguete fica louca quando toma uns tapas na bunda, e na cara:

- “Isso! Isso! Eu gosto assim, com força! Me bate! Me arregaça!”, rebolava muito, “vem caralhudo...goza na tua puta! esporra porra na minha cara, vai! me suja toda com tua porra!!!”

Ficaram socando assim um bom tempo e ela gritou de novo que ia gozar, ele a colocou de quatro e enfiou de novo aquele enorme mastro na sua xoxotinha de uma vez, segurava seus quadris e a puxava com força na direção do seu pau, que entrava com violência, sua língua percorria a nuca e o pescoço da minha fêmea deixando-a arrepiada de prazer, ele a arrombava sem dó, metia com uma força, parecendo um animal selvagem.

Após alguns minutos, ele sentou numa cadeira ao lado da cama e a colocou sentada na enorme vara, ela já meio desfalecida, apenas era amparada por ele, que a pegava pela cintura e forçava para cima e para baixo, ela não tinha nem mais forças para gritar.

Assim foram alternando várias posições, até que ele a colocou de quatro novamente, a agarrou pelos cabelos e disse que era hora dele gozar, urravam feito uns animais no cio, ele tirou o pau e gozou muito, escorria um litro de leite grosso pelos seios da minha piranhazinha.

Retornamos ao banheiro e após outra ducha, voltamos para cama pra uma pausa merecida, passado um tempo depois de um papinho e umas cervejinhas, pensei que ela queria ir embora, em vista dela levantar e colocar o vestido, levantei e me arrumei também, ao olhar para eles percebo que o fudedor, como bom comedor, quer mais, pois dá a ela um intenso beijo, desprezando essa cena linda, pego o interfone e peço a conta.

Levou uns quinze minutos para a campainha tocar, tempo suficiente para as coisas esquentarem naquele quarto.

As mãos dele percorriam o corpo dela todo, ele ainda pelado, fica de joelho em frente ao rosto dela, que imediatamente abocanha aquele caralhão novamente, ato seguinte ele começa a mexer e enfiar os dedos na bucetinha toda molhada, aquele barulho, aquele cheiro de sexo no ar, me deixou com muito tesão, abaixei minha bermuda e enfie meu pau duríssimo naquela gruta toda melada, uma delicia, que mulher gostosa e tesuda que tenho, bastou algumas investidas e pude perceber que aproximava outro orgasmo, louca parecendo uma cadela no cio, chupa o seu arrombador como se quisesse arrancar fora aquele poste intumescido, bota-o para fora e aos berros avisa que está gozando, ela continua a punhetá-lo e eu resolvo meter, dessa vez com força e em alta velocidade.

A companhia toca, tive que parar e o caralhudo, comedor de esposa, não perde tempo e antes que saísse do quarto, ocupa a posição aonde eu me encontrava, apenas pedi que fizessem silencio.

Coloquei a bermuda, com calma para ver se meu pau abaixasse, ledo engano, ficou apontado para a lua, sai assim mesmo, tentando disfarçar para voltar logo e ver o final da festa.

Para minha surpresa a maquina do cartão não funcionou e o funcionário pediu a outro que passava para pegar outra maquina e ficou ali na minha frente parado para meu desespero, fiquei imaginando o que estaria acontecendo lá dentro, a segunda maquina só apareceu depois de quase cinco minutos, imaginem como estava minha cabeça, minha imaginação e curiosidade fez com que eu pagasse a conta em tempo recorde.

Fechei a porta da sala e rapidamente abri a do quarto, eles estavam num frango assado maravilhoso, avisei que estava livre e a fudelância tomou um ar mais animalesco, ela dizendo:

- “só estávamos esperando você chegar para gozar, não aguento mais esperar, estou cheia de tesão”.

E assim foram os dois até chegaram a não sei mais quantos orgasmo daquela noite.

Quando saímos, quase fomos pego pela camareira.

Já em casa, depois de deixar o tarado comedor, e após matar as saudades de todos da família, foi a nossa vez, somente nos dois, apesar do cansaço, ela deitou pelada na cama dizendo:

- “cansei”

Quando olhei para ela observei o jeito tarada como quem diz” não vai me comer???”

Deitei em cima dela, dei um beijo bem apaixonado e fui descendo passando pelos seios descendo mais e cheirando ela toda, ainda podia sentir o cheiro de borracha da camisinha lá na sua bucetinha e até mesmo o cheiro daquele fudedor de esposas, peguei o novo brinquedinho que tinha comprado e a fiz gozar bem gostoso quase desmaiando de prazer.

Depois transamos mais uma vez, mas de uma maneira só nossa, de um casal que se conhecem há vinte anos e eternamente apaixonados, pois quase dormindo de tão cansados, ela me beija na boca, na testa, na bochecha no rosto todo e me diz:

- “Eu amo você, meu Amor. Sou eternamente sua, obrigada por tudo”.

Eu respondi a ela: - “Eu também te amo meu Amor”.

Ela virou para lado, e dormimos de conchinha a noite toda.

Foi uma noite muito louca e de grande intensidade do nosso casamento, nos amamos muito, somos felizes e de vez enquanto realizamos nossas fantasias.

  • Enviado ao Te Contos por Roberto & Helô

Transei ontem a noite com um gringo que conheci na praia (03-01-2022)

 By; Aretuza

Oi Te Conto, eu me chamo Aretuza, sou uma mulata de 24 anos, cor de chocolate, muito gostosa e liberada na cama.

O que vou contar aconteceu nessa segunda feira dia 3 de janeiro,.

Eu  estava na praia do porto da barra em salvador, estava tomando sol numa manhã de segunda-feira, usava um biquíne fio dental branco e minúsculo, deixando á vista meu belo e grande bumbum pois adoro provocar e chamar atenção, muitos turistas frequentam esta praia e neste dia haviam alemães, italianos, franceses, e como sou uma mulata bem tipica da Bahia, todos me olhavam e me comiam com os olhos, percebi um rapaz lindo, loirinho, cabelos longos, era malhado do tipo que eu gosto.

Aquele gostoso me olhava timidamente e eu procurava me insinuar sorrindo pelo canto da boca até que resolvi chama-lo, aquela maravilha de macho se aproximou e eu então lhe pedi para que me passasse bronzeador nas minhas costas, Pablo era seu nome, argentino, 23 anos, de férias na Bahia, tinha alugado um apartamento com dois amigos italianos e trabalhava em Buenos Aires como massagista terapêutico, me disse que adorava as mulheres negras, e que estava me admirando a horas, conversamos por muito tempo e notei que ele estava com o cacete muito duro olhando minhas coxas e meu bumbum com aquela rola quase pulando da sunga, ele tentava disfarçar sem graça pondo a mão esquerda na frente enquanto com a direita esfregava óleo em minhas costas, pernas e bumbum, vê-lo daquela forma me deixou com a xana molhada e o cuzinho piscando.

Depois de muito papo eu precisei ir embora, foi quando ele ofereceu seus serviços de massagista, disse que era de graça e que eu poderia passar no seu apartamento ás 8h da noite, me deu o endereço e nos despedimos com um gostoso beijo na boca e olhares maliciosos.

No horário combinado apareci com uma mini saia preta, blusinha branca, cabelos soltos e uma calcinha minúscula, realçando meus 98 de quadris e 54 de coxas, ele me recebeu só com uma toalha enrolada na cintura, pediu desculpas pois estava sozinho, os amigos italianos tinham saído e ele resolveu ficar á vontade porque fazia calor, disse que tudo bem e percebi que ele ficava ainda mais belo bronzeado, contrastando com seus lindos olhos verdes.

Depois de muita conversa e algumas taças de vinho que me deixaram relaxada, ele perguntou se eu poderia ficar só de calcinha para iniciar a massagem, falou pra eu não me importar pois ele estava acostumado a ver mulheres nuas, era parte da sua profissão, disse que tudo bem e deitei numa esteira com a bunda pra cima para aquele tesão iniciar a massagem.

Ele esfregava um óleo perfumado em todo o meu corpo me deixando inebriada, passava suas mãos fortes em minhas coxas, seios bumbum com movimentos circulares até que para tirar a tensão das minhas costas, deitou-se sobre mim e senti sua enorme rola encaixar perfeitamente em meu rego, ele massageava meus ombros e fazia pressão em meus quadris, eu acompanhava seus movimentos como uma cobra lasciva até que de repente senti sua língua penetrar na minha orelha, me arrepiei diante daquele gesto ousado e hipnotizada.

Quando ele pediu para eu fechar os olhos e abrir a boca, ele me deu aquela pica grossa, dura, de seus 19cm, bem na boquinha, eu chupava freneticamente aquele cacetão de cabeçorra rosada como se fosse um grande picolé, meus lábios carnudos de negra mamava loucamente aquele colosso, ele me pôs de quatro e de repente fui possuída por aquele macho que metia em minha buceta e dava tapas em minha bunda num vai vem regado a palavrões:

- toma sua puta, vagabunda, era isso que você queria não?.

Aquele sotaque espanhol me deixava ainda mais louca,foi quando ele enfiou um dedo em meu cuzinho:

- agora vou comer esta bela bunda.

Passando um pouco do óleo mágico, ele começou a me enrabar gostoso, eu abria as bandas do bumbum com as duas mãos pra facilitar o seu serviço e rebolava naquele cacete:

- ai painho, come sua preta gostoso, me dá surra de rola painho.

Ele metia muito gostoso, socando seu pau ate suas bolas baterem em mim, sua rola ia ate o talo, me fudeu por um bom e gostoso tempo, foi quando ele tirou e enfiou todo de uma vez me fazendo gritar de prazer:

- ai meu cuuuuuu porraaaa

Senti ele esporrar em meu rabo e caí quase desfalecida de tanto tesão, depois de um banho bem gostoso ele meteu na minha buceta me fazendo gozar e ele encheu a minha boca com seu leitinho.

Fui pra casa feliz com a “massagem”.

  • Enviado ao Te Contos por Aretuza

Quando ela quer me levar para sua igreja transamos antes (Dezembro-2021)

 By; Victor

Me chamo Victor, tenho 25 anos, sou de Goiânia.

Eu mudei recentemente de casa, vindo para um bairro do outro lado da cidade, percebi que na região tem uma quantidade inacreditável de igrejas, talvez até mais que botecos, o que me deixou bem para baixo, pois, nada melhor que relaxar tomando uma gelada em um boteco e assistindo um jogo de futebol.

No mesmo quintal que eu moro, mora a Suzana, ela fica praticamente o dia todo sozinha e tem todos os estereótipos de uma garota crente, cabelos longos, saia na altura dos joelhos sempre e dentro de sua casa, louvores altos enquanto faz os trabalhos de casa.

Durante a mudança, notei que ela me olhava diferente e nos dias que já estava instalado, ela sempre arrumava um jeito de me parar no corredor para puxar assunto, hora para me chamar para a igreja ou para qualquer outra coisa.

Nesse mês de Dezembro, em um sábado, eu já tinha tomado algumas depois que sai do trabalho e ela veio novamente me chamando para ir a igreja dela e então eu bem safado, olhando apenas disse:

- “Vou para a sua igreja, se você deixar eu beijar essa sua boca.”

Ela ficou pálida e sem graça, percebi que tinha falado besteira e resolvi pedir desculpas e ir pra casa.

Um pouco mais tarde naquele mesmo dia, ela me chamou pela janela de casa, quando eu sai, ela estava completamente diferente, com uma calça jeans que deixava ver uma bunda não muito grande, mas bem empinadinha e um par de seios durinhos com os mamilos já ouriçados, ela só me disse;

- “Resolvi te levar para a igreja hoje a noite!”

E quando pisquei ela já estava me beijando bem safada, me empurrando para dentro de casa, sem pensar duas vezes, eu a levei para o sofá da sala, trazendo para que ficasse sentada no meu colo, eu segurava o quadril dela e fazia rebolar no meu pau, e conforme ia endurecendo, ela se esfregava cada vez mais.

Eu mordia os peitinhos dela por cima da roupa, olhando pra carinha de safada dela, ela puxava meus cabelos e apertava minha cabeça contra ela, já louca de tesão, arrancamos nossas roupas ali mesmo, e fomos pelados para o quarto, atravessando a casa, antes de me deitar na cama ela se ajoelhou e passou a me chupar deliciosamente, fazendo pressão nos lábios como se estivesse sugando, a boca vermelha com o batom engolindo e voltando devagar estava me enlouquecendo, enrolei os cabelos compridos dela na minha mão e apoiei ela com as mãos na cabeceira da cama, ainda em pé, puxei forte, fazendo o corpo dela arquear para trás e pincelei meu pau duro e bem lubrificado entre as suas coxas.

Nunca senti uma buceta tão quente e molhada, estava simplesmente babando na cabeça e podia sentir escorrendo por toda a base do pau, ele empinou a bundinha para trás e a buceta quente engole meu pau e ela solta um gemido que quase me fez gozar, olhando para trás e me pedindo para meter tudo.

Segurei o quadril e empurrei ele todo, com força, estocando gostoso e num ritmo frenético, nós dois gemendo alto, ela já tinha se desfeito de toda aquela capa de crente comportada e já estava tomada pelo tesão e como uma boa puta, me pedia para que a fodesse forte.

Me deitei na cama e ela começou a me cavalgar de frente, sentando rapido e levantando a bunda até a cabeça ficar no limite da sua bucetinha e depois engolir de uma vez, estava todo melado, ela devia ter gozado varias vezes e a bucetinha dela continuava queimando e pedindo mais.

Ja não estava mais me segurando, disse que ia gozar e ela rapidamente saiu de cima de mim, dizendo que não tomava remédio, começou a me punhetar, me olhando e chupando a cabeça do meu pau, mordendo os lábios, eu avisei e gozei em seu rosto, urrando e ela gemendo junto, foi uma gozada maravilhosa e uma foda incrível.

No final, como sou um cara de palavra, acabei indo na igreja dela naquele mesmo dia, e outras 4x que ela quis me levar transamos bem gostoso antes.

  • Enviado ao Te Contos por Victor

 

segunda-feira, 3 de janeiro de 2022

Uma amante novinha (Maio - 2021)

 By; Rodolfo

Eu me chamo Rodolfo, tenho 30 anos, sou casado e isso que vou contar aconteceu em maio de 2021.

Eu leciono em um projeto da prefeitura de São Paulo, um projeto para capacitar jovens a terem uma profissão.

Mas o fato que vou contar não aconteceu com uma aluna minha, e sim com uma aluna de outro projeto, eu leciono em dois períodos matutino e vespertino, no mesmo espaço onde aconteciam outros projetos, logo que eu cheguei lá em abril no espaço, eu já observava muitas alunas, todas novinhas, com idades entre 13 e 17 anos, mas uma em especial me chamava mais a atenção, seu nome é Katia, tinha 17 anos, mas um corpo de uma mulher de 20 anos, tem uma bundinha toda durinha e bem redondinha, seus seios são pequenos, mas bem redondinhos e gostosos de chupar e pegar, sem falar que o seu tamanho é maravilhoso, ela tem 1,70 metros e estudava a tarde.

Os dias foram passando e minha tara pela aquela garota só aumentava, ela já tinha percebido que eu estava babando por ela, foi ai que começaram suas insinuações para mim, ela começou a ficar depois das aulas no espaço, sempre com uma amiga e como eu não tinha aula a noite eu também ficava lá matando as horas até da o horário da minha carona chegar, então começamos a conversar nós três eu, ela e a amiga dela que também não era de se jogar fora.

Depois de algum tempo a amiga dela já não participava das nossas conversar e ai nossas conversas já tomavam outros rumos, ela que falou que tinha terminado com o namorado e que estava sozinha a procura de um novo amor.

E novamente os dias foram se passando e agora sempre que podia ela dava as escapadinhas para poder assistir minhas aulas, numa dessas escapadinhas ela foi assistir minha aula com uma mini saia jeans, que deixa a mostras suas lindas e gostosas pernas, pronto isso foi tudo que eu precisava para perder toda a minha concentração na aula...

Faltando um pouco mais de 5 minutos para acabar a aula, ela abre as pernas discretamente e para a minha surpresa estava sem calcinha, quando olhei tudo aquilo entre as penas dela mandei meus alunos embora na hora, claro, seria impossível continuar dando aula, depois de ver uma bucetinha daquela na minha frente, toda raspadinha.

Assim que todos os alunos saíram, eu tranquei a porta da sala a encostei na porta, me abaixei, coloquei a perna sobre meu ombro e comecei a chupa toda aquela bucetinha e ela começou a puxar meu cabelo e gemia gostoso e mandando-me chupar mais e mais, foi nesse momento que ela gozou na minha língua, sentir todo aquele calor e aquele gozo me levou a loucura, rapidinho ela tirou a perna de cima do meu ombro, arrumou a saia abriu a porta e saiu, mas antes ela falou amanhã

- eu quero você dentro de mim.

Eu mal conseguia ficar em pé, tive de me sentar para me recompor, fui embora para casa com um sorriso de orelha a orelha, e pensando como seria o próximo dia, não teve jeito, em casa na hora do banho tive de bater uma para aliviar a tensão, fui dormir mais calmo e feliz.

No dia seguinte tentei dar minhas aulas normalmente, mas a ansiedade de comer aquela bucetinha de 17 aninhos estava forte, no período da tarde quando ela chegou estava deslumbrante, uma saia branca grande de pano tipo de caiçara, com uma rasteirinha e uma blusinha verde e sem sutian, logo depois ela me falou que estava com uma calcinha branca que era só um fiozinho.

Acabou minha aula da tarde, a coloquei no carro e fiz uma grande burrada, tentei levá-la ao motel, claro que não deu certo na recepção pediram o rg dela, claro que falei que ela tinha esquecido, mas não colou.

Dei meia volta e fiquei pensando onde eu ia comer aquela bucetinha que já estava fervendo.

Não precisei ir tão longe, na rua de traz do espaço tinha um local bem escurinho, e como o meu carro tem insul-film g5 aquele que não dá para ver nada dentro.

Coloquei o carro lá e nos arrumamos dentro dele, jogamos os bancos dianteiros para frente e ficamos no banco de traz, sentei bem no meio e ela veio tirando minha camisa, minha calça, e minha cueca.

Em seguida ela começou a chupar meu pau e batendo uma para mim também, aquilo estava me levando à loucura, quando eu estava quase para gozar naquela boquinha maravilhosa, peguei pelo braço coloquei ela ao meu lado, subi sua saia e comecei a chupá-la todinha, mas desta vez eu que comandava tudo, enquanto chupava, enfiava um dedo no seu cuzinho, ela gemia, se contorcia, tremia e puxava meu cabelo com muita força, rapidinho ela gozou...

Eu vesti a camisinha, a joguei no meu colo, subi sua saia e fui encaixando bem devagarzinho até que se encaixou tudo dentro dela, arranquei sua blusinha e comecei a chupa seus peitinhos, ela começou a cavalgar no meu pau, começou a apertar minha cabeça contra seus peitos, ela estava tão louca que pulava tanto no meu pau que meu pau escapou e acertou direto no cuzinho dela, entrou com tudo, ela deu um grito e eu dei outro, estourou a camisinha tivemos que dar um tempo e eu troquei a camisinha, e depois deste ato inusitado, ele falou que queria que eu comece o cuzinho dela, mas que nunca tinha feito isso ainda, e já sabia que ia doer, pois ainda estava doendo, mas ela queria muito.

Coloquei ele de quatro no banco do carro e comecei a enfiar minha pica no seu cuzinho, mas como eu estava com muito tesão dei uma socada no rabo dela sem dó, ela gritou novamente, e tentou sair, não deixei, e isso fez ainda mais com que o tesão que eu estava sentindo aumentava e socava cada vez mais forte no rabinho dela, vi que ela estava chorando fiquei com dó dela e perguntei;

- quer que eu pare?

Ela respondeu: - agora que você já fodeu meu cuzinhu e a dor esta passando e estava ficando gostoso, pode continuar.

Ouvir isso foi uma delicia, metemos e metemos mais forte ainda gozei com prazer naquele cuzinho agora todos estourado.

Depois meti fundo na bucetinha dela, não queria gozar na bucetinha e sim na boca dela, ela falou que não gostava, então pedi para ela apenas chupar que eu gozaria nos peitos dela, mas não aguentei, não tive tempo de avisar e acabei gozando na boca dela, ela tentou sair, mas no impulso segurei a sua cabeça ela não teve outra saída senão engolir tudo, claro que escorreu mais para fora do que para dentro, ela tirou a boca do meu pau e me deu um tapa na cara e ainda disse:

- nunca mais faça isso.

Ela se vestiu e pediu para que a deixasse em casa, e no caminho ela não disse nada, só voltamos a transar novamente a partir de Agosto e não paramos mais ate hoje...

  • Enviado ao Te Contos por Rodolfo

Minha novinha (lesb)

 By; Karen

Oi, Eu sou uma mulher experiente, me chamo Karen, tenho 35 anos e sou casada, mas esta experiencia foi realmente nova pra mim.

Nesse ano de 2021 que acabou eu vivia uma crise em meu casamento, meu marido havia se desinteressado por sexo e eu sofri com isto, eu sou uma mulher que viciei em sexo desde a adolecencia, adoro uma boa trepada, e com ele, isto estava cada vez mais raro, eu vivia pela minha casa louca de tesao e me masturbava a toda hora, nao podia ficar sozinha, que metia a mao na minha bucetinha e fazia bem gostoso ate gozar.

Tenho uma amiga muito mais nova que eu, ela tem 18 é uma gatinha,  ficamos amigas muito mais por este motivo, ela estagia no hospital em que trabalho, ela é branquinha de lindos olhos esverdeados, e corpinho de ninfeta, seus peitinhos cabem em minha boca, e sua xaninha é lisinha rosada, eu tenho a sorte de ve-la sempre pelada...

Ela fazia muitas perguntas e eu me sentia feliz em poder responder todas, um dia eu estava no trabalho, no banheiro do vestiario feminino sozinha, e me deu aquele tesao!

Comecei a enfiar o dedo na minha bucetinha e a senti molhadinha, comecei entao meu ritual solitario e gostoso, e nao ouvi baterem na porta, era minha amiga, ela foi entrando e ouvindo o barulho do chuveiro se dirigiu pra la, quando ela entrou eu nao percebi e só depois de algum tempo a vi com a mao na calcinha se masturbando tambem, aquilo me deixou louca de tesao, mas parei, desliguei o chuveiro, me enrolei na toalha e falei pra ela tomar um banho para se acalmar, ela tomou uma ducha, se enrolou na toalha e veio ao meu encontro com a cara mais linda do mundo, me pediu:

- faz de novo pra eu ver??

Eu disse que nao, que nao era certo, que ela devia procurar um rapaz da idade dela e entao ela falou:

- eu pago o que vc quiser, so pra vc deixar eu ver vc se masturbar.

Fiquei sem fala, ri sem jeito, tentei mudar de assunto, mas ela sentou na minha frente e disse:

- quanto vc quer?

Eu falei : - nada, nao posso fazer isto...

Ela: - por favor, só desta vez?

Entao eu fui ate a porta do vestuario e a tranquei, voltei puxei uma cadeira e sentei na frente dela, eu já estava com um vestido bem levinho já pronta para ir embora, abri as pernas bem devagar, eu realmente me senti muito tesuda com aquela menina me pedindo por uma coisa que eu adorava fazer e ela ainda queria me pagar, nao aguentei, abri mais as pernas e os olhinhos dela ficaram vidrados, eu desci a calcinha e a coloquei em cima da bancada do espelho, e comecei passando o dedo pela minha xaninha que ja estava encharcada e me masturbei com tanto tesao que gemia, delirava, fechei os olhos e imaginei uma lingua passando, me provando, meu tesao era tanto que conseguia sentir tudo isto...

Quando abri os olhos eu a vi parada na minha frente com a boca toda ocupada com a minha xaninha raspadinha, ela sugava como se aquilo fosse a coisa mais gostosa do mundo, eu me entreguei, rebolava, me mexia pra frente e pra tras na cadeira e ela nao tirava a boca, senti meu grelinho doendo porque ela chupava e mordia, eu nao aguentando mais gozei e ela mamou, mamou, se lambuzou...

Eu entao a peguei e a deitei no banco e pedi pra ela ficar quietinha, dei uma beijo gostoso na boca dela e fui descendo, cheguei nos peitinhos, que realmente couberam na minha boca e os chupei, mordi os biquinhos ate ficarem vermelhos, suguei e a deixei louca, ela se mexia, gemia, gritava....

Continuei minha busca, passei pela barriga dando beijinhos e cheguei na sua bucetinha, quente, macia e molhada, eu beijei, lambi bem devagar sentindo o sabor dela, entao ela me implorando dizia:

- me fode por favor, me fode!!

Eu nunca chupei uma buceta antes, minha pratica é zero mais minha parte teorica é enorme já que vejo e leio muito, eu entao engoli a bucetinha dela, peguei os grelinhos entre os dentes, deliciosos e mordi, ela deu um gritinho de dor e de tesao, eu fiquei com medo de alguem bater na porta, mas concentrei e entao comecei a chupar, chupar e ela rebolava, enfiei o dedo no seu cuzinho e ela nao se aguentava falei:

- esfrega esta buceta na minha cara sua putinha vai, goza na minha boca...

E fui fudendo com o dedo aquele cuzinho apertado e gostoso dela, e ela gozou na minha boca, eu nunca tinha imaginado fazer aquilo, mas foi bom demais.

Nos arrumamos, ela se vestiu e eu vesti a minha calcinha, minha buceta estava pulsando de tanto tesão, antes de sair ela me beijou demoradamente.

Hoje em dia, nao me importo mais se meu marido me quer ou não, eu tenho uma ninfetinha linda que me da pleno prazer!!!

  • Enviado ao Te Contos por Karen

domingo, 2 de janeiro de 2022

Nesse domingo tive o meu primeiro encontro desse novo ano com meu amante (02-01-2022)

 By; Marilia

Meu nome é Marilia, tenho 31 anos e sou casada, a 3 meses tenho um caso com um homem casado, e marcamos de irmos ao motel nesse domingo para a nossa primeira foda do ano.

Combinamos que assim que entrássemos no quarto, eu tiraria minha roupa, ficaria de quatro na beirada cama e abriria minha bunda para que ele me enrabasse e assim foi feito...

No caminho, dirigindo meu carro, apenas criava a cena na minha cabeça, cada vez mais nítida, e cada vez ficava mais excitada.

Ele já me esperava, na porta do motel, naquele instante percebi o quanto desejava aquele homem dentro de mim, a lembrança de outros encontros me apareceu nitidamente, senti saudade e reconheci que ele me fazia falta, como amigo, como cúmplice, como homem, como macho...

Entramos e enquanto o aguardava estacionar o seu carro, meu cu piscava imaginando subir logo as escadas e ser maravilhosamente fudida pelo meu macho.

Na suíte, ele já foi tirando o pau pra fora e mandando eu chupá-lo, ajoelhei-me na sua frente, e engoli aquele mastro delicioso que a tempo não chupava, enquanto o engolia, ele me xingava:

- "cachorra, vagabunda, vaca..."

A cada palavra uma engolida, e minha buceta escorria líquidos até o rabo, ele mandou-me ficar de quatro na cama, tirei apenas as roupas suficientes para ser enrabada, me posicionei, e senti a cabeça pincelar a bunda...

- “cachorra, você ja está toda encharcada, vou meter de uma vez só meu cacete nesse cu..."

E assim o fez, cuspiu, como sempre ele faz, bem  na porta do cu e enterrou tudo, acho que eu estava tão excitada e tão desejosa de levar pau, que ele entrou sem dor, alojou-se gostosamente entre minha entranhas, via pelo espelho a cara de tesão que meu dono fazia, uma delicia e seu pau maravilhosamente me fudia, eu gozei molhando a cama.

Com os dedos peguei meu gozo e me virando um pouco, passei pela boca dele, pela barba, seu pau atolava no meu rabo cada vez mais e então, foi à vez dele gritar gozando, que ia encher meu rabo de porra, e senti seu cacete inchando deliciosamente no meu rabo arrombado.

Só aí realmente nos cumprimentamos, um “oi” cheio de desejos e gozos, não podia ser mais gostoso para matar a saudade de meses sem sentir aquele pau delicioso dentro de mim.

Durante nossa conversa, sentia a porra do meu macho escorrendo pela minha bunda e pelas minhas coxas, não tem sensação melhor que essa, de ter sido possuída deliciosamente. ficava brincando com seu pau, sabia que com alguns toques e relembrando nossa foda, seu pau armaria novamente.

Fui lambendo meu dono, pescoço, tórax, mamilos, barriga, pau, tentei colocar suas bolas na boca, fui abrindo suas pernas para poder alcançar meu objetivo, massageava seu pau e suas bolas,. eu babei tanto seu pau que a saliva escorreu pelo saco e minha língua ia junto, um gosto maravilhoso, e seu pau cada vez mais duro.

Rapidamente, me pediu para que ficasse novamente de quatro e que arrebitasse bem a bunda, porque agora ele ia me esfolar:

- “abre a bunda vaca, abre que quero arrancar todas as pregas desse cu... você adora levar no cu né? sua cachorra filha da puta...”.

Meu cu recebeu mais uma vez aquele pau que mais parecia uma tora, minha boceta pingava deliciosamente, eu pedia:

- tira sua porra de dentro com seu pau tira

Ele então atolou o pau no meu cu, e o tirou, molhado da sua porra da primeira gozada, e mandou que eu mamasse e tomasse todo seu leite:

- “engole puta... engole o leite do teu macho... engole a porra do teu cu..."

Meu macho sabe que adoro quando ele fala assim, que descreve exatamente o que pensa, o que sente, o quanto deseja e o quanto gosta de fuder comigo, porque eu adoro foder com ele, adoro me sentir usada, adoro quando ele fica de pé na cama e me come, enfiando seu pau de cima pra baixo, estocando deliciosamente todo dentro do meu cu, tira o pau, e atola profundamente o seu caralho novamente...

Adoro quando ele mira minha imagem pro espelho e manda que eu assista como seu pau arromba meu cu, e fode minha boceta alternadamente, não sei por onde mais gozo, meu macho sabe me foder, enquanto alternava entre cu, buceta e boca pergunta-me onde quero receber porra dessa vez...:

- "na boca... quero tomar seu leite todo..."

E ele vem segurando o cacete duro, agarra meus cabelos e enfia quase todo na minha boca, sinto ânsia e ele diz:

- " isso puta, engole todo o cacete do teu macho, vou esporrar essa boca toda, encher ela de leite e você vai engolir tudo, sua comidinha, comida de puta, porra quentinha!..."

E eu gozo recebendo aquele pau inchado na boca e seu caldo maravilhoso.

Mais um intervalo, mais uma foda, agora meu homem, pega o consolo que tem na mesina do quarto do motel, para me foder na boceta, enquanto me fode o cu, alterna com o pau e o consolo, fico à mercê desse homem, já não consigo nem retrucar, só gemo, grito, peço mais pau e gozo, ele definitivamente faz o que quer comigo, sabe que se resolver entrar todo dentro, nem vou cogitar a hipótese de não, o receberia todo, pau, dedos, língua, perna, braços, o quero todo, usando-me fazendo-me gozar, fudendo-me, dando-me muito prazer e deixando-me sem sentir as pernas, com o cu ardendo, mas mesmo assim, querendo cada vez mais seu pau dentro.

Meu homem diz que vai tentar me fuder junto com o consolo, e tenta ajeitar os dois dentro da minha boceta, mas o consolo me machuca um pouco e ele pacientemente e carinhosamente diz que só vai me arrombar o cu e mais nada...

Mais uma vez, sinto seu caldo dentro de mim, sua porra morna lavando meu rabo, sei que ele adora ver a porra saindo, mas estou quase sem forças, meu cu está tão laceado que não me obedece mais, Ele sugere um banho gostoso, antes de irmos embora, apesar de não querer sair daquele quarto nunca mais, meu corpo pede uma ducha gostosa e refrescante, mas nem imagino o que ainda está por vir..

Regulo o chuveiro para uma temperatura agradável, e começo a me ensaboar calmamente, meu cu e minha boceta estão ardidos, mas estou plenamente satisfeita de sexo, como em todas as vezes que saímos, ele sabe como me satisfazer, comentamos em meio a uma conversa agradável, o quanto estamos em sintonia quando a questão é putaria.

Nos entregamos sem medo, sem pudor, sem restrições, porque além de termos muito tesão um pelo outro, respeitamos todos os nossos desejos e limitações, e sabemos que nada que um fizer, o outro não vai gostar na mesma proporção.

De relance, vejo meu homem carinhosamente se punhetando, começo então a passar o sabonete sensualmente pelo corpo, meu dono diz:

- fica de joelhos, vou gozar em você...”

Eu me ajoelho, ele se aproxima punhetando seu pau cada vez mais rapido, mira nos meus peitos, e sinto os jatos saindo, esquentando meus bicos, meus peitos, minha barriga, escorrendo pelo meu colo, os olhos do meu homem brilham, vejo seu pau amolecendo e pulsando e sorrio dizendo:

- agora você me marcou definitivamente!

Levanto-me, e continuo meu banho com a ajuda do meu homem, suas mãos deslizam o sabonete pela minha bunda, e claro, instintivamente a levanto, quando seus dedos alcançam meu cu aberto, meu homem enlouquece e enfiando os dedos nele diz:

- "sua puta, olha como está esse cu, todo aberto, todo arrombado, que delícia, vou meter mais..."

Enfia seu pau todo de novo no meu cu quase sem pregas, sinto a cabeça do seu pau bater fundo, o orgasmo vêm a jato, minhas pernas bambeiam, me amparo nas paredes do box para não cair e ele fode num vai e vem sem fim, seu pau duro estocando sem parar ate ele gozar, gritando e me xingando, foi a nossa foda final desse encontro, nosso melhor e mais intenso êxtase.

Ter que me arrumar para vir para casa é um sacrificil depois de fodida com tanta vontade, são 23;30 e estou deliciosamente ardida na buceta e no cuzinho. Que delicia!

  • Enviado ao Te Contos por Marilia

Ei casado ! Tô com vontade de ser sua novamente, entendeu!? (02-01-2022)

 By; Leticia

Oi, me chamo Leticia, tenho 23 anos, sou de São Paulo.

Hoje cheguei em casa por volta de 18:30, vim para o meu quarto, deitei na cama, comecei a pensar nas nossas conversas. Nossa! Fiquei muito excitada, apesar do frio meu corpo queimava.

Levantei e fechei a porta, apaguei a luz, só a claridade da rua que entrava pela janela, parei em frente ao espelho, tirei minha blusa, meus seios já estavam durinhos, comecei a acariciá-los, comecei a imaginar que você estava me olhando, minhas mãos foram descendo pela minha barriga, desabotoei a calça, e coloquei meu dedo na minha buceta e estava super molhada...

Então deitei na cama, fiquei completamente nua, me acariciando como se fossem suas mãos, coloquei meu dedo na boca, simulando sexo oral, imaginei seu pau bem duro na minha boca, delirei, senti seu gosto, cheiro de sexo...

Desci meu dedo completamente molhado pelos meus seios, fiquei arrepiada, então molhei mais ainda e coloquei na minha buceta novamente, passei meu dedo bem molhado, senti como se fosse sua língua, minha buceta pulsava de tesão...

Coloquei meu dedo lá dentro, fiz movimentos suaves, não satisfazendo coloquei dois dedos, e os movimentos cada vez mais intensos. Hum!

A outra mão acariciava meus seios, você realmente estava comigo ali, naquela hora mágica, já não estava aguentando, meu corpo estava quente, eu estava delirando, então, gozei... senti um imenso prazer em fazer amor com você em pensamento, imagine quando nossos corpos se encontrarem...

Fiquei ali por uns dez minutos, depois levantei abri a porta do quarto, como se nada tivesse acontecido, fui para o chuveiro, a água estava quente e eu estava pegando fogo.

A água do chuveiro começou a me excitar novamente, escorrendo pelo me corpo, comecei a lavar o cabelo, a espuma deslizava pelos meus seios, minha barriga, minhas pernas, eu estava sentindo sua boca passeando pela parte do meu corpo preferida, minhas coxas, aquilo parecia que eu ia explodir novamente, então meus dedos molhados entraram dentro da minha buceta novamente, dessa vez com mais vontade, senti uma vontade enorme de gritar de prazer, comecei a gemer bem baixinho, o banheiro já estava todo esfumaçado, misturou-se o calor do meu corpo com a água quente, encostei na parede e não parei os movimentos até gozar novamente, dessa vez mais lentamente, mais intenso, mais demorado, pensei muito em você ali, eu te chupando, você gozando na minha boca, tesão a flor da pele....

Especialmente pra você, que me deixa maluca, quero me entregar pra você... Ser sua novamente!

  • Enviado ao Te Contos por Leticia

 

Tesão de mulher meu amigo tem...

 By; Militar

Oi, Eu moro em um inteiro próximo à SP, que no momento não citarei o nome. Sou militar, tenho 27 anos e quando tudo aconteceu tinha uns 6 meses de namoro.

Eu tinha um amigo que morava comigo na época, ele namorava uma mulher, que também dividia a casa com uma amiga. Danyela era uma mulher de seus 1,70 cabelos longos, uns 30 anos e tinha uma filha do 1º casamento, uma deusa gostosa, que até então eu achava ser uma mulher séria e recatada.

Como eu ía e vinha a pé para o trabalho, sempre passava em frente à loja da namorada de meu amigo, e lá estava Dany, sempre conversando já que eram muito amigas. Eu então cumprimentava a namorada dele, mas como ela sempre muito séria eu não dava muita bola, ficava apenas na imaginação e na vontade daquele mulherão.

Foi então que um dia, depois de chegar do trabalho estar me preparando pra ir para a aula, o telefone toca e pra meu espanto e alegria, era ela (Dany). Com uma voz bem serena me cumprimentou, perguntou se eu sabia quem estava falando ( eu me fingi que não ), daí ela se apresentou e disse que sempre me reparava quando eu passava pela loja, e que o que tinha chamado a atenção dela era o fato de eu ser tão sério quando passava por ela na rua.

Papo vai papo vem, combinamos de nos encontrar após minha aula na casa dela, falei que iria dar uma desculpa pra minha namorada e ela ia por a filha dela pra dormir mais cedo. Lá pelas 22:30 cheguei em casa e liguei pra ela avisando que estava indo, sai então pela calada da noite, quando avistei de longe ela na porta da casa, estava com uma blusinha e um shortinho branco ( um pijama ), a noite estava quente e bem agradável.

Cheguei, a cumprimentei, ela estava tomando um vinho, e começamos a conversar, ela contou coisas da vida dela, eu da minha, falei de minha namorada, ela disse que eu não me preocupasse, pois não queria confusão. O papo estava fluindo e aos poucos o vinho foi fazendo um certo efeito, eu já estava com as mãos em suas lindas e grossas pernas, ela tocando suavemente meus cabelos, sua boca falando cada vez mais perto da minha, começamos a nos beijar, nossas linguas se chupando, que delicia, ela se curvando sobre o meu corpo. alisando meu cacete por cima da bermuda. Começou a beijar meu pescoço e foi descendo pelo meu peito, lambeu meus mamilos...o que me deixou doido, e começou a tirar minha bermuda com cueca e tudo, começou a me pagar um boquete bem gostoso, chupava com vontade, me olhando nos olhos, lambendo a cabeça do meu pau, enquanto sorria, daí engolia ele novamente e roçava a língua nele, segurei seus cabelos e comecei a foder sua boca, quase gozei.

Foi então que ela me levou até a cozinha, pois sua filha estava dormindo no quarto, colocou um cobertor no chão e foi até o banheiro, e eu ali, deitado nu na cozinha da mulher que eu tanto sonhei comer.

Deu uns minutinhos e ela saiu do banheiro, vestida num roupão branco, sorrindo pra mim baixou o roupão, deixando à mostra uma lingerie preta minúscula e debruçando aquele corpo enorme sobre mim, ela é do tipo que gostava de mandar na relação, me pagou outro boquete e já inteira nua sentou no meu cacete e começou a cavalgar em cima de mim, mandando que eu chupasse e apertasse seus mamilos, o que eu obedeci com o maior prazer.

Acho que ela gozou umas duas vezes, quando saiu de cima de mim e ficou de 4, mandando que eu a comece naquela posição.

Tenho essa imagem até hoje, foi simplesmente inesquecível, comer aquela bunda de 4, aqueles cabelos longos soltos, ela gemendo baixinho cada vez que meus pentelhos roçavam na em sua bunda.

Queria tanto aquele momento que demorei uns 10 minutos até não aguentar mais e avisar que iria gozar, ela então se virou e abocanhou minha rola, eu ainda de joelhos gozei tudo que tinha direito, com ela me sugando, não deixando escapar nadinha da minha porra.

Cai no cobertor, ficamos deitados no chão por um tempo em silêncio, ela com a mão subindo e descendo no meu cacete, bem de leve começou uma tímida punhetinha, minha pica foi endurecendo e ela desceu seus lábios carnudos até meu saco e meu chupou por mais de 20 min.

Impressionante como ela gostava de chupar, minha pica ficou dura e ela me pediu pra fazer-mos uma espanhola, é lógico que obedeci, coloquei a pica entre os peitões dela e comei um vai-vém, por um bom e delicioso tempo, ate que quando disse que ia gozar ela nem se mexeu, levantei um pouco mais a rola e gozei meio que na cara, meio que na boca dela, e ela adorando tudo.

Voltei pra casa já era 2h da madrugada e com a pica vermelha de tanto meter.

E agora sempre estamos nos encontrando, viramos amantes.

  • Enviado ao Te Contos por Militar

sábado, 1 de janeiro de 2022

Transei com minha amiga ontem de manha aqui em casa (lesb) (31-12-2021)

 By; Julia

Meu nome é Júlia, tenho 25 anos, sou casada e não tenho filhos. Meu marido é bom de cama, mas um certo tempo pra cá estou tendo relações com garotas também.

Tenho uma amiga de muito tempo, amigas íntimas mesmo, a gente conversa de tudo e de todos até as nossas transas.

Ontem pela manha ela veio aqui em casa, estavamos a sós, ficamos conversando e depois de um tempo a gente começou a nos excitar de uma certa forma tão louca que já estávamos bem molhadinha, começamos a nos olhar já de uma forma diferente com olhos de desejo uma pra outra, ficamos nos olhando por alguns segundos.

Estávamos sentadas no sofá e nos aproximamos mais e nos beijamos, nossa que coisa, foi o beijo mais gostoso que já tinha dado e recebido ao mesmo tempo, foi incrível, era línguas se roçando nos mordendo nos chupando muito gostoso, e enquanto nos beijávamos tão excitadas as mão de Manuela já me alisava toda, minhas costas, seios tudo e eu já acariciava suas entranhas com minha mão mais atrevida, roçando sua xaninha bem molhadinha e quentinha, nossa como aquilo era gostoso demais.

Manuela abriu um pouco mais as suas pernas deixando toda minha mão apalpar mais sua buceta molhadinha, com meu dedo maior fui penetrando bem devagar naquela xana quentinha, quando meti todo meu dedo, Manuela deu um pulso pra cima e suspirou abafado pedindo pra meter mais bem lá no fundo de sua buceta quente, fui metendo mais e mais, penetrando cavando com meu dedão na xaninha gostosinha dela enquanto nos chupávamos nossas línguas bem gostoso.

Ela acariciava meus peitinhos durinhos de tesão e eu metendo meu dedo gostoso em sua bucetinha, passamos alguns minutos naquela safadeza.

Depois tiramos toda nossa roupa ficando peladinhas as duas, em pé, nós começamos a nos beijarmos de novo, esfregando as línguas uma na outra, eu apalpava com as duas mãos as nádegas e apertava bem forte que ela se empinava e encostava aquela buceta raspadinha na minha e ela fazia a mesma coisa em mim e começamos aquela esfregação buceta com buceta encostando os grelos um no outro, sendo que o meu é maior que o dela ficando bem empinadinho roçando e esfregando em toda sua xana entrando e saindo da buceta dela.

Nós duas com tanto tesão gemendo gostoso naquele roça-roça, esfrega-esfrega fomos pra cama, eu deitei e ela veio por cima de mim, fizemos um 69 gostoso, ela me dando toda aquela bucetinha molhadinha e quentinha e eu dando a minha pra ela também.

Começamos a nos chupar gostoso, nossa como ela chupa bem gostoso, eu metia bem dentro da bucetinha dela toda minha linguinha dura de tesão, metendo e tirando minha linguinha da buceta dela, de vez enquanto metia meu dedinho, dois dedinhos na gruta dela que estava já pingando de tanto tesão, ficamos minutos fazendo aquele 69 gostoso, nossa como foi bom, ela gemia, rebolava se contorcia toda em cima de mim e eu chupando mais e mais aquela buceta gostosa.

Ela estava tão louca de tesão que queria ser fudida penetrada de qualquer jeito, foi aí que eu resolvi pegar o meu pinto de borracha com cinta para colocar na cintura, que tenho escondido do meu marido, assim que viu ela me pediu pra eu usar nela, quando me preparei, coloquei, me senti o máximo, ela ficou de 4 rebolando aquela bunda maravilhosa pra mim e me chamando;

- vem minha tesuda, mete essa pica de borracha em mim, me faz mulher de verdade minha gostosa.

Não resistir me aproximei dela, esfreguei a pica bem devagar, ela gemia e rebolava, quando meti todo na xana dela até o fundo ela deu um gemido fino e longo, nossa fui ao delírio também, aí fiquei metendo e tirando da bucetinha dela e ela gemendo gostoso e falando;

- vai meu bem, fode gostoso minha xaninha, vai fode, fode !

Tirei da buceta úmida e quente dela e meti no seu cuzinho que piscava de tanto tesão, fui metendo bem devagar quase não entrando e ela gemia baixinho dizendo;

- mete mais, mais Ju... mete no meu cuzinho, vai vai

Então meti até o fundo do cuzinho dela e ficava rebolando pra frente pra trás pra entrar mais fundo no cuzinho da minha gostosinha amiga.

Enquanto isso ela acariciava, esfregava, apertava seu grelinho com as próprias mãos;

- ai delicia de foda - dizia ela, - e pedia mais, fode Ju... meu cuzinho mete mais essa rola nele, vai Juzinha meu tesão

Quando ela pedia pra eu fuder mais e falava no meu nome eu ia a loucura me dando mais tesão pra fuder aquele cu gostoso. Ai, nossa que tesão estava sentindo naquela hora quase entrando em gozo.

Então ficamos naquela posição por um certo tempo e ela quase a gozar pedia;

- fode, fode esse cu, fode meu tesão, ai delicia, estou quase gozando fode ju... fode meu cu fode Julia meu amor, ai delicia, vou gozar ai ai ai estou gozando, mete Julia, mete estou gozando ai ai ai delicia como você fode gostoso Julia ai ai ai delicia.

Aí que eu metia mais mais rápido no cuzinho dela, e ela enlouquecida de tesão gemia e rebolava muito, assim gozamos muitas vezes.

Passamos a manha toda juntas, transando, foi a primeira vez que transei com ela, e foi a primeira vez dela com outra mulher, agora espero logo te-la novamente pra mim.

Enviado ao Te Contos por Julia

 

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