segunda-feira, 29 de agosto de 2022

Dei o rabo pro casado no churras nesse sabado (27-08-2022)

 

By; Beatriz

Meu nome é Beatriz, tenho 19 aninhos, moro e nasci no Rio de Janeiro, sou carioca da gema.

Sábado à noite, nada pra fazer e a galera do meu condomínio resolveu organizar um churrasco. Todo mundo presente, muita cerveja, muita ice, música tocando alto, enfim, tudo pra dar uma relaxada e curtir um pouco.

Tudo rolava normalmente, até que lá pelas tantas, finalzinho de churras, rolando um funkzinho básico, eu já tinha bebido algumas ices a mais, e comecei a dançar empolgada ao som do batidão.

Não me descrevi antes, então agora é um bom momento pra isso. Sou moreninha, baixinha, tenho um pouco mais de um metro e meio, ratinha de praia, coxas bem grossas, não tenho muito peito, mas em compensação tenho uma traseira bem avantajada! Os meninos adoram a minha bunda e eu morro de vaidades com ela!

E lá estava eu, de blusinha branca, sainha jeans, saltão pra ficar menos baixinha e ficar com a bunda mais empinada, brincão de argola, pulseiras, enfim, toda produzida pra festa que rolava, empolgada, ou melhor, empolgadíssima ao som do funk. Já totalmente desinibida pela bebida, dançava com a mãozinha no joelho, sem me preocupar com as pessoas em volta, empinando a bundinha e rebolando sem parar, quebrava tudo ate o chão e empinava o rabão, eu estava dando um showzinho pra galera.

Passado um tempinho, a galera sossegou e eu também parei de dançar, ou pelo menos de rebolar descaradamente, e só fiquei na minha bebendo e dançando comportadamente. Quando não demorou muito pra que o Fernando se aproximou de mim e dizendo que o deixou com tesão da porra, segurou disfarçadamente na minha mão me levando pra perto da escada.

Detalhe; Fernando, mora no mesmo bloco que eu, ele é casado e tem uns 35 anos, eu acho)

Ele já foi me abraçando por trás, todo cheio de chameguinhos e más intenções, me beijando o pescoço e falando besteiras na minha orelha. Ele me chamava de gostosa e dizia que estava a fim de me dar um beijo na boca. Eu não falava nada, só fazia carinha de sonsa e sorria pra ele, não demorou pro tal beijo rolar, ali mesmo, ficamos, aos beijos e amassos! O safado não largava a minha bunda e apertava descaradamente com as duas mãos quase me levantando do chão, até que ele resolveu me chamar pra ir pra algum lugar mais seguro e eu aceitei na hora.

Fomos até a parte dos fundos de onde ficava a churrasqueira e a área de festas, onde tinham uns carros estacionados e ninguém por perto. Ele ficou sentado no capô de um carro, comigo em pé na sua frente, nos beijando, sem claro ele soltar um minuto da minha bunda. Já metia a mão por dentro da minha saia beliscando e dando apertões fortes em uma das bandas da minha bundinha. Num determinado momento, ele abriu a bermuda e colocou o pau pra fora sem a menor cerimônia, e foi botando a minha mãozinha segurando o seu pau. Nem liguei! Continuei beijando ele, enquanto segurava e tocava uma punhetinha de leve no pau dele. Ficamos assim alguns minutos até que ele me pediu pra dar um beijo no pau dele:

- “Você fica me beijando assim, daí o meu pau vai ficar com ciúmes, tem que dar um beijinho nele também!”.

Que papinho furado! Dei uma risadinha e o chamei de safado, ele respondeu de volta:

- “Você também é que eu sei! Anda! Dá uns beijinhos nele vai!”.

Eu me ajoelhei ali na sua frente e fui pegando delicadamente no seu pau e chegando o rostinho perto. Fui dando uns beijinhos nele, primeiro na extensão daquele cacetão e depois na cabecinha. Dei uns beijinhos, umas lambidinhas, e quando percebi já tinha caído de boca naquela rola gostosa!

Antes de sair de casa, tinha tido todo cuidado e capricho, pra escolher a melhor maquiagem, o melhor batom, o melhor perfume, e tudo isso pra que? Pra terminar ali ajoelhadinha que nem uma putinha boqueteira! Toda babada com o batonzinho todo borrado naquela rola! Mas eu estava adorando! Toda feliz chupando aquela piroca, dando risadinhas de bêbada, alegrinha brincando com um pirulitão! Olhei pra cima e vi aquele safado fazendo cara de quem estava muito mais feliz do que eu!

Eu continuava ali, ajoelhada e chupando com vontade aquele caralhão duro, olhando bem nos olhos dele com o seu pau todo na minha boquinha, era quase tortura pra ele, que se revirando de tesão me olhou no fundo dos olhos e falou:

-“Sua boqueteira!”.

Eu já sabia da minha fama de boqueteira que eu tinha aqui na rua, mas escutar assim, tão diretamente, de um cara que vejo todos os dias mas que não falo nada alem de “bom dia ou ola”, enquanto eu me deliciava mamando a rola dele, falando na minha cara que eu sou uma boqueteira, puta que pariu! Que tesão que eu fiquei! Ai sim baixou o espírito de boqueteira de vez e eu quis honrar a minha fama e caprichei ainda mais no boquete. Chupava com força, lambia as bolas, esfregava e batia o pau todo na minha cara, estava me divertindo com o meu brinquedinho duro e grosso que eu tinha em mãos.

Foi quando ele botou a mão na minha cabeça e foi puxando pra trás, para que eu parasse o boquete e me deu uma camisinha pra botar no pau dele. Entendi que não ficaríamos só na chupada e fui encaixando a camisinha na cabecinha do seu pau, e desenrolando com a boquinha e encapando toda a sua pica. Colocada a camisinha, já fui me levantando e antes que eu pensasse em como eu ia montar naquela vara, ele se levantou rápido do capô do carro e num movimento brusco, me segurou pelo ombro, andando pra trás de mim e me empurrando em direção do carro. Bom, então eu não ia montar, eu ia ser montada! Fiquei toda debruçadinha no capô do carro, arrebitei bem a traseira e fui sentindo o safado levantando a minha saia e puxando a minha calcinha pra baixo, desenterrando ela do meu rabo e descendo pelas minhas coxas. Só o escutei atrás de mim soltando um desabafo:

- “Puta que pariu! Que rabo sensacional!”.

Escutando aquilo, eu fiquei mais empolgada ainda, me empinando toda, apoiada nos cotovelos, olhando pro nada, esperando ser comida! Tudo corria com naturalidade, até que eu senti a cabecinha do pau pincelando o meu cuzinho.

Porra! Tem nego que é muito tarado mesmo! Eu acabei de ficar com o cara e ele já vem direto no meu cu!

Dei um pulo na hora, de susto, de defesa, fiquei ali espremida entre o pau dele e o carro, mas tirei literalmente o meu cu da reta.

- “Na bunda não, pô! Vem na xotinha mesmo, seu tarado!”.

Fiquei ali parada, de costas pra ele, revirando o tronco e torcendo o pescoço pra olhar por cima dos ombros, esperando que ele atendesse o meu pedido, mas ele não fez uma cara de quem gostou muito não.

- “Porra Biazinha! É que você é gostosa demais! Não dá! Sério! Toda vez que te vejo na praia de fio dental todo enterrado no rabo eu tenho que tocar uma punheta quando chego em casa! Você não tá entendendo! Eu tenho que meter nessa sua bunda! Por favor!”.

Já que ele pediu com tanto jeitinho, fiquei até com pena! Abri um sorriso e voltei a me debruçar no carro outra vez, ainda olhando por cima dos ombros, falei com carinha de putinha pra ele:

- “Fica tocando punheta sonhando com o meu rabo né? Então fode ele, seu tarado!”

Pra que fui falar aquilo! Despertou de vez a fúria e tara que ele tinha contida dentro dele. Encaixou a cabecinha no meu cu e foi empurrando aos pouquinhos, o quanto o meu cuzinho ia cedendo, ele ia enfiando. Depois que o meu cuzinho já tinha aceitado aquele caralho todo dentro, foi só alegria, pelo menos pra ele né, porque pra mim, era uma gritaria só!

Acho que ele descontou mesmo os anos de punheta, porque engatou uma quinta marcha e me pegava de jeito, num ritmo frenético! Me fodendo e me xingando, todo tarado, o carro chegava a balançar a cada bombada que ele dava na minha bunda.

-“Caralho! Que bundão gostoso você tem! Com um rabo desses tem mais é que tomar no cu mesmo! Tá gostando, vadia?”.

Eu não falava nada, nem tinha como, eu só gemia que nem uma putinha e aguentava o tranco lá trás! Aliás, a cada tranco que ele me dava, meus brincões de argola chacoalhavam todos, no ritmo das pirocadas que eu estava levando! Enquanto ele gemia e bufava atrás de mim, eu mordia os lábios pra abafar os meus gritinhos, não podíamos fazer muito barulho, estávamos perto de onde estava todo mundo. Aliás, eu era a verdadeira vadia ali, bunda empinada, calcinha nas coxas, levando uma varada no cuzinho nos fundos do cond em que moro.

Mas no final das contas, tudo não passou de dez minutos, e nem podíamos! Ele me pegava forte, gemendo e me xingando que nem um tarado e já dava mostras que estava prestes a gozar, aumentando a velocidade das bombadas e me puxando pelos cabelos dizia:

- “Toma no cu, sua gostosa! Gosta de rebolar esse rabo que nem uma piranha! Toma no cu, toma!”

Começou a grunir e me xingar mais alto, até que me agarrou forte e começou a gozar! Deu umas duas ou três socadas no meu cu e enfiou tudo caindo por cima de mim. Ficamos ali debruçados no carro, ele por cima das minhas costas e eu esmagada e de rabo cheio de porra! Ele me deu um beijão no pescoço e uma mordida nos ombros e desengatou de trás de mim…

Ele vestiu a bermuda, me deu um beijo na boca e falou que ia voltar pra festa, pra eu esperar um pouco e ir depois, pra ninguém reparar nada. E lá ele se foi, me deixando ali sozinha, empinada, calcinha arriada, toda descabelada e com batonzinho todo borrado do boquete que eu tinha feito. Era a imagem da própria puta depois de uma boa foda!

Esperei um tempinho, recuperei o fôlego, me ajeitei me olhando pelo espelho do carro e voltei pro churrasco. Cheguei quietinha, mansinha, peguei um refrigerante e sentei num canto, aliás, sentar não né, mal conseguia sentar, fiquei toda de ladinho, quieta e sem falar nada com ninguém. Nos poucos minutos que fiquei ali sozinha pensativa, cheguei a uma reflexão óbvia que não dava mais pra esconder, eu sou mesmo a piranhona, agora era oficial!!!

O churrasco seguiu, não por muito tempo, não demorou nem uma hora e já estava todo mundo indo embora, pois já estava clareando o dia. Despedi-me de umas amigas e fui pra casa.

Hoje de tarde, com tédio e nada pra fazer, chega mensagem no meu whats, era do Fernando (que não sei como descobriu o meu numero). Dizendo que tinha adorado aquela rapidinha e perguntando se na semana eu não gostaria de dar uma saidinha com ele para um motel, bem assim direto... aceitei ! E a minha vida de piranha não para.

Enviado ao Te Contos por Beatriz

Aconteceu! perdi a minha virgindade (29-08-2022)

 

By; Sasha

Oi, me chamo Sasha, tenho 18 anos, sou morena, tenho bunda, grande, seios pequenos, durinhos, tenho 1;68 de altura e 60kg.

Na madrugada desse sabado para domingo eu estava sozinha em casa, meus pais tinha saido, meu irmão tinha ido para a casa da namorada e só voltaria nesse domingo a tarde, e eu cansada, acabei decidindo ficar em casa...

Era de madrugada já,eu estava me preparando pra ver um filme quando a campainha toca, eu olhei pelo olho mágico e pude ver meu namorado, abri a porta e o recebi aos beijos. Não tinhamos marcado nada, ele tambem tinha tido um dia super cansativo e estressante, então nos vimos e ficamos juntos ate umas 9h na casa dele e depois eu vim para casa, ele sabia que eu estaria sozinha.

Estava chovendo e ele estava encharcado, eu fui pegar uma toalha e enquanto ele se enxugava eu fui buscar uma camisa para ele e quando eu estava pegando a camisa senti seus braços agarrarem minha cintura e sua respiração no meu ouvido. Fiquei completamente arrepiada e fechei os olhos, sentindo a sensação.

Ele subiu as mãos para meus seios e os agarrou e depois segurou nos mamilos e ficou apertando levemente e os rodando delicadamente. Eu, ainda de olhos fechados, comecei a suspirar. Senti sua ereção em minha bunda e agarrei com força o seu cabelo. Ele me virou de frente, me encostou na parede e levantou minha perna. Nos esfregamos e logo, por um momento, me lembrei que ainda era virgem. Mas o tesão estava tomando conta de mim. Então puxei-o até o meu quarto e o derrubei, tirando suas roupas e caprichei no boquete.

Antes que eu terminasse o boquete, ele me empurrou tirou a minha calcinha e enterrou sua cara no meio das minhas pernas, dizendo que adoraria me chupar toda.

Eu fechei os olhos e senti a sensação prazerosa de ser chupada, eu gemia alto e implorava para que ele parasse com aquela tortura que estava me corroendo e me deixando com ânsia de cada vez mais. Ele me fez chegar ao orgasmo duas vezes e não parava, eu já estava ficando fraca e enlouquecendo quando ele veio em minha direção, segurou o seu cacete e colocou dentro de mim. Eu dei um gritinho quando senti um beliscão lá dentro, mas logo depois senti cócegas em meus músculos vaginais e isso foi me deixando maluca. (espero ter explicado direito o que senti)

Ele foi inicialmente devagar e eu arranhava suas costas e gemia em seu ouvido, notamos que saiu um pouco de sangue. Ele parou por um momento para limpar o pau e eu fui até o banheiro me lavar.

Quando eu voltei, ele me jogou na cama e começou a chupar meu peito vorazmente. Eu gritava de prazer ficando cada vez mais maluca e ele começou a penetrar em mim com força e com cautela. Ele me chupava toda e me beijava e eu arranhava suas costas e pedia para continuar.

Até que finalmente tive uma explosão de orgasmo simultâneo ao dele.

Deitamos na cama e instantes depois fomos tomar banho. Eu estava fraca, cansada e realizada, dormimos juntos e umas 6h da manha ele foi para sua casa e eu troquei os lençóis da cama e joguei na maquina de lavar antes dos meus pais chegarem.

Foi isso! Perdi a minha virgindade.

Enviado ao Te Contos por Sasha

domingo, 28 de agosto de 2022

Transei no banheiro do barzinho com a namorada de um amigo (lesb)(Agosto-2022)

 

By; Marcia

Meu nome é Márcia. Tenho 26 anos e trabalho em um cinema aqui da minha cidade (que, por motivos de privacidade não direi qual é). Primeiro gostaria de dizer que é a primeira vez que escrevo, nunca tive esse hábito. Na verdade nem costumo ler muito. Resolvi escrever minhas histórias porque um amigo meu disse que eu deveria registrar e contar a todos minhas aventuras.

A história aconteceu há 2 semanas. Era aniversário do meu ex-namorado, JP, num barzinho bem legal, que eu costumo ir bastante, perto da casa dele. Revi vários amigos que tinha feito quando ainda namorava com ele, mas que não falava há pelo menos dois anos. O Marcão, um dos caras brincalhões da turma e melhor amigo do meu ex tinha começado a sair com essa garota, a Patrícia.

Sou bissexual. Gosto muito de transar com homens, mas tenho um tesão inexplicável por mulheres. A Patrícia é era loira, rosto muito bonito com lábios carnudos e um nariz redondo muito sexy, tem seios grandes e era extremamente sensual. Quando o Marcão nos apresentou a Paty, não conseguia pensar em mais nada a não ser beijar aqueles lábios brilhantes.

Eu sou morena, 1,58m de altura, peitos pequenos e pontudos e com grandes coxas roliças. Algumas meninas que fiquei achavam meu bumbum grande demais, mas eu nunca liguei, afinal os homens gostam muito e eu sempre chamo atenção. Sou bastante simpática e não pude deixar de puxar assunto com a Paty assim que tive oportunidade. Não falava muito com o Marcão porque não gosto dele. Apesar de ser o piadista da turma, acho ele extremamente chato e aposto que tem um pinto pequeno demais.

– Adorei esse gloss que você usa, realça muitos seus lábios! Que são muito bonitos – não pude deixar notar.

– Ah, muito obrigada – ela disse enquanto dava uma lambidinha sexy na parte superior.

Na hora senti aquela sensação estranha de quando a gente fica excitada, sabe aquela pontada no clitóris? Marcão nem ligou, largou a gente conversando e foi beber e se divertir. Paty tinha um jeito meio carente, então quando seu namorado nos deixou, ela começou a me tocar mais mais e se soltar um pouco mais, também.

Eu não bebo, fiz muita besteira na minha vida sem beber, tenho medo de saber o que eu faria se usasse. Paty, entretanto, bebia bastante vodka. E já estava bastante vermelha quando começamos a conversar sobre relacionamentos. Falei que transei pela primeira vez muito nova e que até os dezesseis anos não tinha me relacionado com homens, nem sabia se eu realmente gostava deles. Para minha sorte, ela disse que também começou sua vida sexual com outras mulheres.

Nesse momento percebi que o interesse era mútuo. Mas, como toda boa foda, não seria tão fácil assim. Ela morava com a família, que era bem tradicional e jamais poderia saber que ela gostava também de meninas ou que ficava bêbada. Marcão deveria levá-la para casa até às 4h. Já era 1h.

Fomos conversando e cada segundo de papo eu tinha mais certeza que não poderia deixar aquela garota passar, tinha que lamber aquela xana suculenta e o tempo estava cada vez mais curto. Sua mão estava nas minhas coxas quando ela disse que estava afim de transar e a opção mais óbvia seria ir no banheiro mesmo, já que faltava poucas horas para ela ir embora.

O banheiro era gigante, imagina um bar grande e bem movimentado. Mas não pensamos muito, entramos em uma cabine enquanto ninguém via e começamos a nos beijar. Ah, como eram doces aqueles lábios, eu os mordia com força, enquanto puxava seus cabelos. Nem nos preocupamos muito em fazer silêncio, havia música e muita falação.

Senti sua mão deslizando pela minha barriga até tocar meu seio esquerdo. Sua outra mão estava entrando por baixo da minha blusinha acariciando minhas costas. Coloquei minha mão por debaixo de seu vestido procurando você sabe o quê e fiquei ainda mais feliz quando percebi que ela não usava calcinha. Senti, então, sua buceta rechonchuda e molhada.

Que delícia, lambi meus dedos para sentir seu sabor e novamente coloquei minha mão ali naquela úmida e aconchegante caverna. Enquanto isso continuávamos a nos beijar e lamber.

Abri meu zíper e ela logo colocou seus dedos dentro de minha calcinha, acariciando meus pelos e descendo, me deixando louca ao tocar meu clitóris. Soltei um gemido instantaneamente.

Coloquei-a de quatro sobre o vaso sanitário, levantei seu vestido e comecei a chupá-la. Sua bucetinha carnuda era depiladinha e bem rosinha. Minha língua fazia círculos no meio dos pequenos lábios e tocava seu clitóris. Paty estava gemendo e rebolava em minha cara. Coloquei dois dedos na sua vagina. Ela estava vibrando de prazer.

Então ela se virou, ficou de pé olhando em meus olhos e me beijou com muita força enquanto apertava meus seios. Abaixei o vestido e pude ver suas grandes e róseas auréolas. Não resisti nem um segundo antes de chupá-las, sugando como se fosse uma criança. Sentia meu cabelo sendo puxado com muita força, mas aquilo estava muito gostoso.

Ela disse que queria me chupar. Abaixei minhas calças e minha calcinha e fiquei na mesma posição que ela estava há pouco. Sentia sua língua quente e molhada tocando e massageando minha buceta. Aos poucos sugava meu clitóris, mas não exagerava. Com um dedo ela acarinhava meu cu, e eu pedi para que ela não colocasse, mas que apenas continuasse passando o dedo lá.

Gozei. Virei e continuei beijando-a e massageando seu clitóris bem rápido. Ela não aguentou, parou de me beijar e começou a gemer num ritmo frenético sorrindo. Fiquei muito feliz ao vê-la gozando.

Voltamos a nos beijar e lá ficamos por alguns minutos.

Quando voltamos à mesa, Marcão perguntou por que as mulheres vão sempre juntas ao banheiro e demoram tanto. Dissemos que é coisa de mulher, mas ele não perdeu tempo fazendo uma piadinha. Eu não ligo, sei que ele nem imagina que de fato fizemos aquilo.

  • Enviado ao Te Contos por Marcia

 

sexta-feira, 26 de agosto de 2022

Varias primeiras vezes de uma vez só

 

By; Mônica

Meu nome é Mônica, tenho 24 anos e a história que contarei aconteceu quando tinha apenas 18 aninhos.

A escola que eu estudava resolveu organizar uma viagem para Porto seguro para os alunos do último ano do colegial. Nunca fui muito fã de ficar em lugares com muitas pessoas, mas minha amiga Rita insistiu muito para que eu fosse. Rita tambem tinha 18 anos, e nunca tinha transado, e via nessa viagem a sua grande chance de perder a virgindade. Como éramos muito amigas resolvi ceder e ir com ela.

Combinamos que um dia antes da viagem Rita iria para minha casa para que fôssemos juntas para o aeroporto. No dia combinado Rita foi para minha casa e passamos o dia sonhando de como seria essa viagem, mas foi ao cair da noite que as coisas começaram a ficar interessantes.

Fomos deitar por volta das 23h, essa hora meus pais já estavam dormindo. Assim que deitamos, Rita e eu começamos a conversar.

Em um determinado ponto da conversa começamos a falar sobre sexo, e como Rita ainda não tinha tido essa experiência ainda, perguntou como tinha sido minha primeira vez, e eu fiz questão de contar tudo nos mínimos detalhes.

Rita parecia estar com muito tesão, mas o auge foi quando comecei a contar sobre o boquete delicioso que eu fiz, contei a ela como aquele pau grosso e delicioso latejava em minha mão enquanto eu lambia e beijava com meus lábios carnudos, de como era delicioso colocar aquele pau inteiro dentro de minha boca.

Enquanto contava isso vi que ela começou a se masturbar. Ela estava com uma camisola branca transparente combinando com sua pele clarinha. Como estava na cama e ela no chão, pude ver ela se acariciando. Confesso nunca ter sentido atração por mulheres, mas ao ver aquele peito durinho com aureolas bem rosadas e aquela bucetinha toda depiladinha sendo acariciados em um ritmo frenético, senti uma enorme vontade de descer da minha cama, abrir as pernas dela e chupá-la todinha.

Após alguns minutos Rita gozou. Conversamos por mais alguns minutos e dormimos.

No dia seguinte embarcamos para Porto Seguro. Rita não tinha notado que eu tinha visto tudo na noite anterior e que aquilo não saia da minha cabeça.

Logo na primeira noite os alunos organizaram uma festa para comemorar. Rita se produziu toda, pois queria arrumar alguém. Vestiu-se com uma saia de couro, que deixava um pouco daquele bumbum delicioso de fora, uma blusa decotada que deixava seus seios, que não eram tão grandes, com um destaque incrível. Como não estava na “caça”, resolvi me vestir de um jeito não tão vulgar. Coloquei uma calça legging preta que se adaptava bem as curvas do meu corpo, empinando ainda mais meu bumbum e ficando bem justo em minhas coxas grossas e bem torneadas.

Após nos trocarmos, saímos do nosso quarto e demos de cara com um cara bem atraente. Um homem moreno, com ombros largos e braços fortes. Se tratava de um funcionário do hotel. Como estavamos atrasadas, nem demos muita atenção a ele.

Alguns metros antes do local da festa, já podíamos ver luzes piscando e sentir a doce brisa do mar que batia em nossos cabelos negros.

Ao chegar, Rita ficou muito feliz quando notou que tinha muito mais homens que mulheres na festa. Ela chegou a sussurrar em meu ouvido:

– Amiga, já estou molhada só de pensar o que vou fazer com um desses homens.

Confesso que aquilo me subiu um arrepio que vinha dos meus pés até minha cabeça. Dei uma leve mordiscada nos lábios de tão incrível que foi o efeito daquela frase sobre mim. Apesar de não gostar muito de festas, naquela noite, devido a bebida, fiquei muito animada. Fiquei com uns 2 ou 3 carinhas, mas nada sério. Levei apenas algumas apalpadas no bumbum e algumas caricias em minha bucetinha molhada. Fiquei tão empolgada com a festa que não notei que Rita havia sumido.

Já bem tarde após procurar um pouco por ela na festa, resolvi voltar ao nosso quarto, já que imaginava que Rita havia se dado bem e saído com um cara. No caminho fui pensando na noite em que vi Rita se masturbando, lembrei de como ela estava gostosa com aquela camisola branca e transparente e, bem na vontade, sem nada por baixo. Os pensamentos que corriam em minha cabeça me deixavam tão excitada que já estava toda molhada e não via a hora de chegar no hotel para poder me aliviar um pouco com o chuveirinho.

Ao chegar no quarto ouvi leve gemidos e alguns gritos de “me fode” antes de abrir a porta. Se já estava excitada antes daquilo, imagina ao ouvir aquele gemido suave e cheio de tesão da Rita.

Quando entrei não vi ninguém na cama. E como estava cheia de tesão e já tinha entrado não poderia voltar atrás, fui procurar onde Rita e o sortudo estavam. Para minha sorte a porta do banheiro estava destrancada e, ao abri-la, pude ver a Rita de quatro no chão, sendo possuída por um cara moreno e alto. Notei também pingos de sangue no chão, já que aquela era sua primeira vez.

Rita ouviu o barulho da porta se abrindo e olhou para trás com uma cara de imenso prazer enquanto o homem metia nela com muita vontade e puxava seus cabelos. Ao me ver, Rita empurrou o homem e então pude ver seu rosto. Era o rapaz moreno que tínhamos visto mais cedo ao sair do quarto.

Rita olhou para mim com uma cara de tesão e desejo. mordiscando os lábios e falou

– Mô, quero serviço completo na minha primeira vez. Vem, quero te chupar todinha, sentir o gosto dessa bucetinha – disse mordiscando os lábios.

Mal pude pensar na resposta e Rita já me puxou pelo braço e me deu um beijão. Nunca tinha sentido o que eu senti naquela hora. Minhas pernas tremiam e meu corpo sentia um enorme desejo pelo dela. Seus lábios carnudos eram muito macíos e úmidos. Fui ao céus quando ela começou a morder meus lábios e acariciar minha bucetinha.

Não resisti de tesão. Joguei ela no chão e comecei a lamber o corpo dela inteirinho, enquanto o cara ficava se masturbando vendo nosso showzinho. Quando cheguei aos pés dela lambi o dedão como se estivesse fazendo sexo oral em um homem. Deus, que delícia!

Abri então as pernas dela o máximo que pude e cai de boca naquela bucetinha quente e molhada. Comecei lambendo bem devagarinho o Clitóris enquanto ela me apertava contra aquela buceta rosadinha e suculenta. Matando o desejo que senti quando a vi se masturbando em meu quarto.

Já estava louca de tesão quando senti duas mãos grandes em minha cintura tirando minha calça. Quando o rapaz tirou-a completamente, pude sentir aquele pau grande, gostoso e latejante entrando em minha buceta apertada. Ele metia com voracidade. como se há tempos não transasse. Eu chupava com cada vez mais vontade a bucetinha da Rita. Dava beijos estralados enquanto ela soltava gemidos deliciosos.

Após alguns minutos Rita se levantou e tirou o rapaz de cima de mim. Segurou aquele pau delicioso e começou a chupar bem devagar. Não resisti em vê-la se deliciando com aquele pau duro como uma pedra. Rita e eu lambíamos aquele pau delicioso juntinhas, quando nossas linguas se encontravam era uma delícia.

O rapaz cansou-se de sentir-se dominado e puxou Rita pelo cabelo até perto de sua boca. Deu-lhe um beijo, e a jogou de quatro no chão. Olhei para ela e pude perceber o enorme tesão que sentia somente pelo riso safado em seu rosto. Rita, totalmente dominada, olhou para mim e disse:

– Vem cá, minha gostosa. Agora é minha vez que chupar essa bucetinha deliciosa.

Não poderia recusar tal pedido. Sentei em sua frente em um leve elevado que impedia que a água saisse do box do chuveiro. Rita me chupou como nenhum homem havia me chupado antes. Eram movimentos rápidos com a língua e algumas chupadas bem gostosas que me faziam perder o ar e gemer mais alto do que deveria.

Rita e eu gemiamos muito. Ela me lambia e colocava dois dedinhos em minha bucetinha me deixando louca. Ela notou que eu estava perto de gozar e então aumentou o ritmo das estocadas com seus dedos e das chupadas em meu grelo. Aquilo estava uma delícia. Senti um arrepio que começava do pé e vinha subindo. Senti meus músculos todos se contraírem e faltar o ar. Nunca tinha gozado com tamanha intensidade.

Após gozar fiquei assistindo aquele homem gostoso pegando ela de quatro no chão. Quando pensei que estava acabando ouvi Rita dizendo:

– Vem, gostoso, come meu cuzinho agora. Quero serviço completo 

Ela não pensou duas vezes. Tirou o pau da bucetinha de Rita, cuspiu em sua cabeça, acariciou um pouco para espalhar a saliva, pôs um dos dedos na boca e depois inseriu seu dedo bem devagar no cuzinho rosado dela, enquanto ela dava um gemido de dor misturado com prazer.

Com o cuzinho de Rita todo molhadinho, ele pegou e começou a meter aquele pau bem devagarzinho naquele cu delicioso.

Após entrar com o pau inteiro, ele segurou Rita pelos cabelos e começou a puxá-la de encontro com seu pau, enquanto ela se masturbava em um ritmo frenético, com gemidos curtos e respiração ofegante.

Rita estava cheia de tesão e começou e rebolar no pau do rapaz – que parecia estar perto de gozar. Após algumas reboladas dela o rapaz tirou o pau correndo da bucetinha dela, puxou-a pelo cabelo, colocou-a de joelhos em sua frente, pediu para que abrisse a boca. Então soltou todo aquele leite delicioso na boca dela. Eu não resisti, corri e beijei-a, degustando um pouquinho daquele leitinho.

Após gozarmos e tomarmos um banho, Rita me apresentou o tal rapaz: Daniel, um dos barman do hotel. Rita explicou como tudo aconteceu, disse que estava se sentindo um pouco mal e resolveu voltar mais cedo. Viu ele sentado em um banco sozinho na entrada do hotel e começou a jogar seu charme. Não demorou muito e eles subiram para o quarto, após o ocorrido.

Rita e eu passamos mais três dias no hotel e aproveitamos para usar mais daquele rapaz lindo e gostoso.

Hoje, após 6 anos dessa história, Rita e eu ainda nós encontramos e transamos, as vezes ate com algum carinha participando.

  • Enviado ao Te Contos por Mônica

Contratei um Garoto de Programa para comer minha esposa nessa sexta (31-07-2026)

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