terça-feira, 29 de setembro de 2026

Transei com a hetero casada curiosa do trabalho.

  

By; Maria Julia

Oii Te Contos!

Eu sou Maria Júlia, tenho 25 anos, pele morena clara, baixinha de 1,54m cabelo escuro liso até os ombros, seios pequenos e uma bunda bem durinha. Andreza tem 38 anos, é alta, de cabelo chanel sempre impecável, óculos de aro fino e uma presença séria que contrastava com a simpatia constante. Casada há quinze anos, mãe de um menino de dez, seios grandes que sempre marcavam bem suas roupas, coxas grossas que se tocavam quando ela andava. Trabalhamos juntas no mesmo setor, com mais outras quatro mulheres.

Foi numa terça-feira comum, no meio da tarde, que a conversa aconteceu. Nós 4 estávamos batendo papo sobre coisas da vida, acontecimentos e etc. Eu, sem pensar muito, contei em voz baixa sobre a transa da noite anterior com uma garota que conheci num bar.

— A boca dela era… diferente — falei baixinho, mexendo no copo de café. — Mais macia. Mais delicada. E ela sabia exatamente o que fazer comigo.

Andreza, que até então digitava, parou. Virou a cadeira devagar, os óculos escorregando um pouco no nariz.

— Desde quando você fica com mulheres? — perguntou, voz baixa, mas atenta demais.

Eu sorri de canto.

— Sempre. Prefiro, na verdade. Homem é bom, mas mulher… mulher me entende melhor.

Andreza fez mais perguntas. Se eu namoraria uma mulher. Se já tinha me apaixonado. Quando e como foi minha "descoberta". Cada resposta minha era recebida com um silêncio curto, os olhos escuros dela fixos em mim por um segundo a mais do que o necessário. Quando a conversa terminou, algo tinha mudado.

Nos dias seguintes, o “bom dia” dela vinha diferente. Mais baixo. Mais demorado. Eu percebia o olhar de canto de olho que se desviava rápido demais quando era pego. E as mãos… as mãos dela passaram a tocar as minhas com mais frequência. Ao passar um papel. Ao entregar um café. O contato era rápido, quase inocente, mas deixava minha pele arrepiada.

Na semana seguinte vieram as viagens a trabalho. Evento de três dias numa cidade vizinha. Quarto compartilhado no hotel, duas camas de casal, banheiro enorme, muito espaço para nós duas.

Os primeiros dias foram apenas conversas. Trabalho, o filho dela, o marido que passava tempo demais no trabalho. Nada demais. Até o primeiro happy hour.

Andreza bebeu mais do que o normal. Chegou no quarto com as bochechas coradas, a blusa um pouco aberta, rindo de algo que nem era engraçado.

— Vou tomar banho.

Disse ela já já tirando os óculos e colocando-os na mesa de cabeceira.

— E não é pra você entrar no banheiro, senão vai ter que tomar comigo.

Eu, sentada na cama, só arqueei uma sobrancelha.

— E se eu quiser?

Ela riu, mas o riso saiu nervoso. Entrou no banheiro sem responder. A água começou a cair. Fiquei ouvindo o barulho e imaginando a água escorrendo pelos seios grandes, pelas coxas grossas, pelo corpo inteiro da mulher casada que agora estava a poucos metros, nua.

Quando ela saiu, enrolada numa toalha, o cabelo molhado e colado no pescoço, perguntou de repente:

— Me conta, quais mulheres da empresa você acha atraente?

Eu respondi alguns nomes sem hesitar. Andreza ouviu em silêncio. Depois, respondeu:

— Sempre tive curiosidade. Desde adolescente. Mas casei cedo… engravidei… e nunca tive a oportunidade.

Conversamos um pouco mais sobre vida adulta, maternidade, e logo pegamos no sono.

Na noite seguinte foi pior. Ou melhor. Depois do evento, fomos beber de novo. Dois drinks e os olhares dela já não se escondiam. Fixos nos meus lábios, no decote discreto da blusa, nas minhas mãos pequenas que seguravam o copo. Eu retribui. Deixei a minha perna tocar a dela por baixo da mesa. Uma vez. Duas. Três. Cada vez que a coxa grossa e quente se pressionava contra a minha, um sorriso discreto surgia no canto da boca dela.

Voltamos para o hotel em silêncio. O elevador subiu devagar. O corredor estava vazio. A porta do quarto mal fechou e Andreza já estava virando o corpo, as mãos tremendo um pouco enquanto puxava a blusa para cima.

— Quer terminar de tirar?

Perguntou com a voz rouca e ofegante.

Eu não respondi com palavras. Avancei. Tirei a blusa dela com calma, depois o sutiã preto que segurava os seios grandes e lindos. Eles caíram livres. Passei a língua em um deles, sentindo o gosto salgado da pele, e Andreza soltou um gemido baixo.

— Isso é loucura…

Ela disse baixinho, enquanto eu descia beijos pelo pescoço, pela clavícula, pela curva dos seios.

— Eu não aguento mais de desejo… mas é loucura…

— Então enlouquece

Respondi falando bem baixinho no seu ouvido

— Nós duas queremos a mesma coisa.

Tirei a calça e a calcinha dela de uma vez. A buceta dela já estava molhada, os lábios grossos brilhando. Empurrei Andreza de leve para a cama, abri as coxas grossas e enterrei o rosto ali. Chupei devagar no começo, sentindo o gosto azedo e doce, a textura macia, o jeito como ela se contraía e soltava gemidos altos demais para um hotel. Passei a língua devagar pelos lábios, chupei o clitóris inchado, enfiei dois dedos e curvei, procurando o ponto que faria a mulher casada perder o controle.

Andreza gozou com as mãos puxando meu cabelo cacheado, a voz ofegante:

— Porra… que gostoso… não para… não para…

Eu não parei. Continuei chupando até o corpo dela tremer de novo. Só então subi, beijei a boca dela com o gosto ainda na língua e sussurrei no ouvido:

— Sabe de uma coisa? Eu tenho um tesão absurdo por mulher mais velha. Sempre tive. Esse corpo maduro, essas coxas grossas, esses seios… você não faz ideia do quanto estar aqui com você me deixa molhada.

— Agora é a sua vez. Quero sentir essa boca na minha buceta.

Ela obedeceu como se estivesse com fome há anos. Ajoelhou-se entre as minhas pernas, me abriu e chupou com vontade, sem técnica no começo, só desejo puro. A língua rápida, a boca quente, os gemidos abafados contra a minha buceta molhada. Segurei o cabelo dela, movi os quadris, senti o orgasmo subir rápido demais.

— Isso… assim… não para Andreza, por favor...

Andreza continuou, chupou o clitóris enquanto metia 2 dedos em mim, e eu gozei com as coxas apertando a cabeça dela, um gemido longo e alto que deve ter ecoado pelo corredor do hotel.

Não paramos. Viramos de lado, nos esfregamos uma na outra, sentindo os corpos quentes e suados, bucetas molhadas se tocando, dedos entrando, bocas se devorando. Andreza gemia alto o tempo todo, sem conseguir controlar a voz:

— Tá tão gostoso… nunca senti isso… porra, Maria Luiza…

Eu a beijava entre as palavras, mordia o pescoço, puxava o cabelo. Em um momento, com o corpo ainda tremendo do último orgasmo, segurei o rosto dela entre as mãos e pedi, a voz rouca de tesão:

— Bate na minha cara.

Andreza congelou por um segundo, os olhos arregalados.

— O quê…? Maria Luiza, eu nunca fiz isso...

— Bate.

Repeti, mais firme, quase implorando. 

— Quero sentir isso. Por favor.

Ela hesitou, a mão pairando no ar, o receio claro no rosto. E veio o primeiro tapa.

— Bate mais forte.

Depois, como se algo tivesse se soltado dentro dela, deu um tapa seco na minha cara. O som ecoou no quarto. A pele ardeu. Eu soltei um gemido alto, ficando com ainda mais tesão.

— De novo.

Andreza bateu de novo, dessa vez com mais vontade. O tapa ecoou, a dor se espalhou pelo meu rosto. Eu gemi, quase chorando de tesão, rebolando contra a coxa dela.

— Porra Malu… você gosta mesmo disso

Disse Andreza com um tom de surpresa.

Ela bateu mais vezes. A cada tapa o tesão aumentava e eu sentia que estava perto de gozar, e eu gozei ali mesmo, com a bochecha ardendo, o corpo inteiro tremendo, gemendo alto. Andreza continuou me chupando depois, agora mais ousada, os dedos entrando fundo enquanto eu ainda tremia, e a cada gemido meu ela parecia mais confiante, mais faminta.

De madrugada, suadas, o quarto cheirando a sexo, Andreza ainda ofegava com a cabeça no meu peito.

— Que loucura foi essa?

  • Enviado ao Te Contos por Maria Júlia

segunda-feira, 28 de setembro de 2026

Bastou a oportunidade aparecer (setembro-2026)

  

By; Carolzinha

Ola Te Contos,me chamo Carol, tenho 23 anos, tenho cerca de 1.60 de altura, loirinha da pele dourada de praia, cabelos lisos, longos, corpo bem trabalhado na academia, coxas torneadas, seios gostosos e buceta lisinha, carnuda e bunda de durinha e redonda.

Sou Noiva, ele tem 25 anos, ele trabalha, é empresario, ultimos 2 anos tem se dedicado mais ao trabalho que a mim, me deixando muitas vezes de lado, me “usando”mais para mostrar para amigos e parentes como um troféu.

Pelo menos ele me mima muito, me enche de presentes, acho ate que é uma forma dele compensar a falta de atenção, de tempo, carinho e sexo, mesmo sabendo que sou meio que fogo puro, adoro foder. No começo do namoro eu entrava na pica todo dia, as vezes ate 3x no mesmo dia. Mais depois que ele se formou, que ficamos noivo, e ele foi trabalhar em tempo integral com o seu pai, tem me deixado na mão.

E isso é um grande problema.

O que contarei agora aconteceu após o feriado de 7 de setembro.

Foi em um sabado quando ele me ligou para almoçarmos juntos, nesse dia eu estava com mais duas amigas, tinhamos saido da faculdade e estavamos andando pelo shopping que tem ao lado. Eu adorei o convite dele, lembrou de mim sem eu ter chamado atenção. Eu estava de tenis, minissaia branca colada, camiseta e jaqueta jeans por cima. Fiquei esperando ele chegar parada na entrada do shopping, deixei meu carro com a minha amiga e ela deixaria em casa, já que somos vizinhas no condomínio. 20 minutos e nada dele aparecer ate que ele mandou mensagem, dizendo que o motorista tava chegando, que ele não pode vir me buscar mais se encontraria comigo la no restaurante e que a mesa já estava reservada.

Eu fiquei PUTA da vida, esperei o motorista que ele mandou vir me buscar e assim que ele chegou entrei e dei de cara com um cara lindo, alto, moreno, olhos esverdeados, muito bom de papo, interessante que acabou me despertando uma excitação. Com o transito caótico do horário a conversa foi bem divertida, ele tem muito senso de humor, me fez dar ótimas gargalhadas, acabei em um momento de transito parado a passar para o banco do carona, para conversar melhor, mas sempre de celular na mão esperando mensagem do meu noivo.

Chegando ao restaurante o Maítre me recebeu e levou ate a mesa reservada e fiquei la esperando e nada, mais de 30 minutos ate que resolvi ir ate o carro do motorista lá no estacionamento. Absurdo ficar esperando tanto tempo, então achei melhor ali conversando, decidi só ir para dentro quando meu noivo chegasse. Em um momento em que me levantei saindo do carro para ligar para o meu noivo saber se iria demorar de forma mais privada quando olho para tras e vejo o motorista apontando o celular dele pra minha bunda.

Fui ate ele e pedi o seu celular, ele perguntou pra que, e eu insisti e ele me entregou, olhei e tinha 3 fotos da minha bunda, olhei para ele que de imediatamente começou a pedir desculpas, que não tinha resistido porque me acho linda, ali a raiva que eu tava do meu noivo fez eu perder a cabeça, esperar já estava sendo muito ridículo. Falei pra ele que não falaria nada para o meu noivo, mais eu iria tambem querer foto dele, então ele passase logo para o banco de tras, deixasse o pau duro pois eu iria querer fotos dele tambem. Tudo é questão de OPORTUNIDADE.

Ele passou para tras, pois seu pau pra fora, estava meio mole e meio duro, ele se arrumou no banco e começou a punhetar, em instantes estava duro, tirei duas fotos, olhei para os lados, estavamos bem no canto do estacionamento, sem movimento, um carro grande do lado e o muro do outro, oportunidade. Abaixei e comecei a mamar a sua rola, e que rola gostosa, estava cheirosa, grande, grossa, tamanho perfeito, pêlos aparados, passei uns 5 minutos mamando bem gostoso, deixei bem babado, tirei da boca e gemendo manhosa falei;

- mmmm que rola gostosa você tem.

E ele; - sua boca é maravilhosa, chupar mais um pouco chupa

- não, eu quero ela é no meu cuzinho, você tirou tanta foto da minha bunda seu safado, tá afim de comer ela?

O sorriso dele não negava que ele queria. Fiquei de 4 no banco, levantei a saia, coloquei a calcinha de lado, toda cachorra, ele começou a passar a mão pela minha bunda, beijou, lambeu minha buceta que já estava bem molhada, lambeu meu cuzinho e eu ainda pisquei pra ele, então falei;

- come logo, pode chegar alguém ou o meu noivo

Ele se punhetando sem parar foi se arrumando atras de mim, joelho esquerdo em cima do banco e com o pé direito no piso do carro disse;

- caralho tu vai aguentar meu pau assim?

- Vou, eu gostos de dá, anda, mete e fode gostoso vai!

Ele ficou doido de tesão, caiu de boca dando uma chupada no meu cu, metendo a língua, molhando muito, me fez gemer baixinho me segurando para não gemer alto, pedi de novo;

- mete logo porra, me come vai

E ele: – Porra, tô sem camisinha.

Eu já agoniada falei: – Que porra de camisinha, caralho, meu cu gosta de comer rola é sem plástico, mete, vai. Meu cu quer roolaaa…

ali acordou ele que me pegou com a mão esquerda apoiada em cima da minha bunda e a direita segurou seu cacete e foi encaixando no meu cuzinho, eu piscava como se desse beijos na cabeça da sua rola, gemi gostosinho, arrebitei mais a bunda e ele empurrou e meu cu engoliu a cabeça de sua rola e soltei um gemidinho gostoso toda manhosa.

Pedi para ele esperar um pouco, fiquei “mastigando” o pau dele com o meu cuzinho, acostumando e fui mexendo para tras e pra frente,sempre mais para tras do que para frente ate engolir todo o seu pau. Soltei um gemidinho, olhei para tras e bem manhosa perguntei a ele;

– Tá gostando do meu cu, seu safado?

– Siiimmm, deliciar…Vem aqui, vem, safada, quer rola, quer dar a bunda? Então empina mais que eu vou te dar o que tu quer…

Ele então tomou as rédeas da situação e agarrado no meu quadris, começou a mexer seus quadris e assim a estocar seu pau no meio da minha bunda, sem camisinha.

– iissooo, iiissooo, filho da puutaaa, me coome assimm, assim mesmo. Fode meu cu, foodee, fode meu cuuuu…

Ele perceu que eu aguentava o tranco, então me segurou firme e começou a encacetar o meu cuzinho com mais força. E quanto mais ele socava, mais eu pedia:

– aaiii, que gostooosooo, não paaraa, não paaraa, fode meu cu mais forte, foodee… eu goostooo, eu gosto no cu é assimm, com foorrçaaaa…

Ele me fodia com gostoso, do jeitinho que eu adoro, eu chegava a levantar a cabeça e olhar pela janela, enquanto era fodida e me segurando para não gemer alto, toda ofegante feito uma cadela cansada, sendo macetada sem dó. E assim eu me descontrolei e comecei a gozar de um jeito que não parei mais.

E o mais gostoso foi que enquanto eu gozava o entra e sai da rola dele era que ele não parava, ele socava com força, urrava feito um bicho selvagem enquanto me puxava pelos quadris e atochava tudo, tudinho no meu cuzinho, dando uma espetacular enrabada. Minha bundinha gostosa, toda arrebitada, redondinha, de uma sexy marquinha de biquíni e duas covinhas no alto de cada nádega estava sendo espancadas, minha bunda tremiam a cada batida de virilha dele.

E tome rola, tome rola… só no cu, gemi gozando ainda mais forte, nem fôlego mais pra falar alguma coisa eu tinha, só gemia, gemia e pau torando meu cu. Quando eis que ele parou de uma vez, puxando-me pra ele, grudando bem forte sua virilha suada na minha bunda igualmente suada, deixando assim seu pau todo atochado no meu cu enquanto esguichava muita… muita porra… lá dentro !!!

Quando o seu pau saiu de dentro do meu cu, escorreu um rio de porra e meu cuzinho piscando parecendo pisca pisca de natal e o meu cuzinho de rosinha estava bem vermelhinho. Tive que abrir a porta que estava para o muro e me abaixar fora do carro, ficando de cocoras para escorrer todo o excesso de porra, enquanto isso ele ia tentando se recompor dentro do carro, depois entrei novamente no carro me limpei com uns lenços umídecidos, arrumei a minha calcinha e minha saia, aproveitei melhor o ar do carro pois estava suada de mais, liguei pro meu noivo, avisei que tinha casando de esperar, agradeci pelo almoço e disse que iria pra casa. Pedi pro motorista me deixar em casa e depois podia voltar lá pro escritório.

E do mesmo jeito que vinhemos, rindo voltamos nos divertindo ainda mais.

  • Enviado ao Te Contos por Carolzinha

sábado, 26 de setembro de 2026

Minha saga por um PS5 antes do lançamento do GTA6. (29e30-Agosto-2026)

   

By; Luna

Oi Te Contos, usarei um nome fictício pois minha historia é um segredo entre 3 pessoas.

Sou a Luna, tenho 20 anos, eu faço lives já a uns 2 anos jogando games, fazendo reactes e assistindo filmes e animes. Com relação aos games eu tenho 2 pcs, um para jogar e ou para streamar. Eu sou clarinha, cabelos pretos, tenho 1.60 de altura, seios bonitos durinhos, barriga chapada, bunda redondinha e coxas grossas, malho já ha um bom tempo.

Há algum tempo minha amiga, a Alê, e eu estamos saindo da academia aqui do condomínio que temos a companhia do pai de uma amiga, e ficamos a na conversa com ele, ele é simpático, conversa com todo mundo. Minha amiga é maliciosa e sempre fica dando indiretas

Um dia ficou falando pra ele ir para academia, malhar serio que é bom pra saúde alem dele tomar conta de nós, pois tem muitos olhos por lá, ele perguntou e qual seria o pagamento pra segurança e ela fala que vamos sempre de shortinhos curtíssimos para ele ficar olhando, e ele soltou que só por olhar não teria tanta graça.

E ficamos nisso por um bom tempo, indo de shortinhos, as vezes ela falava que malhar sem calcinha é bom de mais quando ele esta perto só pra deixa-lo louco. E assim tem sido.

E então veio o GTA6, a loucura para ter e jogar, quem faz live se não tiver jogando nos primeiros dias a tendencia sera ter pouquíssimos visualizações, então comecei a tentar ganhar um ps5 e nada, meus pais não bancaria essa pra mim, a pouco ganhei um carro, um ps5 seria de mais, tambem atualizeis algumas coisas do pc a menos de 2 meses, placa de video nova e mais memorias, então F ter GTA no começo, talvez só quando saísse pra pc no ano que vem, já com um hipe “menor”, pois todos já teriam finalizado.

MAS… após o lançamento do video do GTA6 na Netflix voltando da academia o pai da nossa amiga lança a braba;

- “ Eu daria qualquer coisa pra ter vocês um dia inteiro”

Na hora meus olhos brilharam, parecia ter ouvido anjos cantando, já disse logo

- faria nada

E ele empolgado falando que sim, que tomaria algo pra aguentar e aproveitar o dia todo de nós que tava louco e tudo mais. A Alê ficou rindo e disse pra eu tentar já que tava precisando, eu pensei bem e quando nos encontramos novamente eu criei coragem e expliquei a ele a minha situação.

Contei a respeito do jogo, que seria lançado primeiro no videogame, só depois, acredito que pra meados de 2027, que seria lançado pra pc, e estava precisando de um videogame para poder jogar logo no primeiro dia em live, e que se ele me apadrinhasse me dando um PS5 eu daria a ele um final de semana completo.

Achei que levaria um NÃO rindo alto, mas o coroa só fez perguntar quanto custava um bicho desse akkaka, mostrei pra no celular quanto custava e ele disse;

- Você consegue me encontra daqui a 2 dias lá perto do meu escritório!?

Me passou o endereço, na hora do almoço, e trocamos contato. Voltei pra casa sem acreditar que ele daria mesmo, depois foi que caiu a ficha que eu iria ter que dar caso ganhasse o PS5.

No dia marcado fui encontrar ele perto do seu escritório, em um estacionamento, lá eu fui ate o seu carro e quando entrei e sentei no banco do carona ele inclinou o corpo pra tras e puxou UM PS5 PRO NOVINHOOOOOOOOOO PRA MIM !!!

Eu nem acreditei, me tremia toda, quase chorei, a reação foi agradecer beijando a boca do coroa toda feliz, ele ainda perguntou se era esse mesmo, eu disse que sim, que era esse, e que agora ele poderia marca o dia pra sairmos como tinhamos combinado que eu seria dele.

Ele só pediu segredo para que não desse problema pra ele em seu casamento, eu disse que tudo bem, ninguém saberia ficamos nos beijando no carro, ele começou a passar a mão em mim, e eu felizona com o PS5, quando ele colocou minha mão em cima do seu pau e disse;

- olha como você tá me deixando.

Seu pau estava bem duro, eu fiz carinha bem putinha e disse que ele não iria poder trabalhar assim, ai fui abrindo o ziper, tirei o seu pau de dentro da cueca, ele estava ate com a cabeça babadinha, segurei ele me ajeitando no banco e ele perguntando se eu iria fazer isso que ele tava pensando, eu balanceia cabeça positivamente e abocanhei o seu pau, chupei gostoso, lambi a cabeça por um tempinho, punhetei bastante e fiz ele gozar tomando todo o seu leitinho mostrando pra ele que estava bem feliz pelo PS5, deixei o pau dele limpinho pra não sujar em nada a sua calça social.

Depois de nos arrumamos ele disse que veria um final de semana bom, falei pra avisar com uns dias de antecedência pra poder avisa que viajaria pra casa de uma amiga, e então passei pro meu carro e vim pra casa toda feliz, aqui disse aos meus pais que tinha comprado com o dinheiro dos livepixs, deu bom.

No final de semana 29e 30 de Agosto viajamos, aos meus pais disse viajaria com minha Alê (e ela tinha viajado com o namorado dela, então ficou sem problema). Para sua esposa, ele disse que teria que viajar a trabalho no sábado sem falta, mais voltaria no outro dia, ate chamou ela pra ir com ele, mas já sabendo que ela não iria, só convidou para disfarças.

Viajamos para uma cidade aqui próxima, cidade de serra, no caminho já foi quente, com direito a mão bobas e tudo, o coroa pediu pra que eu chamasse de Pai e Paizinho a viagem toda ate na hora do sexo. Cada um com sua tara, valeu um PS5 chamaria de qualquer coisa.

Foi uma viagem de 3 horinhas, chegamos por voltas das 10h da manha, e a partir dai eu dei uma canseira no coroa, mais foi uma canseira, transamos muito, era ele pedindo um tempinho e eu já segurava o pau dele e recomeçava, no sábado nem almoçamos pra ter uma noção, já chegamos e quando ele foi mostrar o quarto lá ficamos, a noite, tomamos banho, jantamos e já recomeçamos a transar sem parar, acho que ele não esperava que seria assim, cansou forte que ainda não era nem 11h da noite e ele já tinha caído de sono, ainda fiquei umas 2h vendo TV com ele roncando na cama, ai fui dormir tambem.

Quando acordamos, ele fez o café da manha, ele quis sair um pouco, e eu fiquei;

-ai paizinho eu quero que você me coma mais, vem. (Ninguem merece kakaka, mas foi um PS5)

Transamos na sala e depois já perto das 11h da manha, nós nos arrumamos e saimos pra dar uma volta pela cidade, e depois almoçarmos, quando voltamos pra casa que estavamos hospedados recomeçamos a transar pra aproveitar a tarde de domingo.

Cheguei em casa vindo dessa viagem já era 19h, acabada, buceta inchadinha, cuzinho ardendo, minha bunda estava ardendo pois apanhei bem gostoso, a noite ainda estava marcada na bunda. Paguei o PS5.

É logico que ele fica tentando repeti que eu saia com ele, Ele tá sempre dizendo que se eu precisar de algo mais basta falar que ele vera, pediu tambem pra ver se eu consigo fazer a Alê sair com ele, contei a ela que disse que veria quando precisar de algo akaka.

É Te Contos, minha amiga Alê foi quem ficou falando pra eu contar aqui pra vocês, bom tá aqui, espero que gostem. Otimo final de semana. Beijos .

  • Enviado ao Te Contos por Luna

sexta-feira, 25 de setembro de 2026

Fodendo com o entregador de agua gostoso.

   

By; Hanna

Oi, TeContos, me chamo Hanna e hoje venho relatar algo que aconteceu comigo esses dias… aqui na minha cidade, tem aquelas empresas de distribuição mineral, e eu sempre compro água com eles, bom!.. começou a trabalhar lá um novato, chamado Vitor… Um homem forte, alto, moreno…(me falta ar só de lembrar)

Na primeira vez que Vitor veio entregar água aqui na minha casa, eu tomei um baita susto, era de manhã e eu estava de pijama e toda descabelada! Ele deu bom dia, eu sorri envergonhada e respondi, nisso eu já senti um calor subindo rsrs…

Bom, os dias foram passando, eu peço água semanalmente, as conversas começaram a ficar mais despojadas, sem tanta vergonha de ambas partes, até que um dia, estava com muito tesão, e era dia de pedir a água, nisso tomei aquele banho, vestir uma camisolinha fininha sem nada por baixo. eu que sou morena, baixinha, pernas e bumbum grossos e seios fartos rsrs… nisso ele chegou, me deu bom dia e começamos aquele diálogo (tudo bem? Tudo e vc?) e nisso ele me elogiou disse que eu estava muito cheirosa, e eu prontamente perguntei se ele n queria sentir de mais de perto, pensei que ele ia sentir o cheiro no meu pescoço e pronto, mas parece que perguntar se ele queria sentir de mais perto foi a deixa que ele precisava… esse rapaz me jogou na parede, e começou a me beijar, foi um susto misturado com tesão, eu estava fervendo!!!

Ele começou a passar a mão nos meus seios, foi percorrendo meu corpo, começou a chupar meus peitos e a mão indo direto para a minha buceta, não deu outra, eu empurrei ele de perto de mim, abaixei a calça dele, e me apareceu uma rola linda, cheia de veias, e eu comecei a chupar loucamente, e ele começou a gemer, nossa eu amo ouvir homem gemendo!!

E nisso quando ele parecia que ia gozar, pediu pra eu parar e perguntou onde era meu quarto, eu respondi, ele me pegou no colo e me levou e me jogou com tudo na cama, ele RASGOU minha camisola, mas isso me deu um tesão absurdoooo, nossa!!

Ele perguntou se eu tinha camisinha, eu disse que sim, e dei a ele, depois ele começou a penetrar, e cada centímetro que ele colocava era como se eu tivesse vendo o paraíso, que delícia de homem, que pica maravilhosa, nisso ele começou a colocar mais rápido com mais força, e eu gemendo muito igual louca, e ele me batia e me xingava e eu pedia mais e mais e ele apertava meus peitos, chupava eles, me beijava, me chamava de gostosa e disse que desde a primeira vez que me viu era louco pra me comer, e eu disse que se soubesse já teria dado a ele faz tempo, pois sentia o mesmo, nisso ele pediu pra irmos de ladinho, e me abraçou por trás, e dava beijinhos nas minhas costas, eu deiliravaaa…

Nisso ele pediu pra gozar na minha boca, e eu disse que sim, mas antes pediu pra eu ficar de quatro e ele metia tão gostoso, que eu devo ter gozado umas 3 vezes, e ele metia e metia e acabou que não deu tempo dele tirar, e ele gozou dentro da minha bucetinha, que delícia sentir aquele pau latejando dentro de mim…

Infelizmente ele teve que voltar ao trabalho, trocamos número e estamos conversando e marcamos de se ver o mais rápido possível, para dá continuidade a todo esse tesão que temos um pelo outro!..

  • Enviado ao Te Contos por Hanna

Meu Marido já foi meu Padrasto.

  

By; Leandra

Te Contos, quero contar minha historia; Eu sou de São Paulo, tenho 26 anos e sou casada, me chamo Leandra, meu marido tem 44 anos e já foi meu PADRASTO.

Sim TeContos dos meus 11 aos 19 anos ele foi meu padrasto, viviamos em perfeita harmonia, tudo seguia o ritimo perfeito, ele e minha mãe trabalhavam e eu estudava e fazia cursos, ate que um dia minha mãe passou mal e não resistiu. Ficamos arrasados, passamos a ser só nós dois, ficamos mais próximos, um cuidava do outro, cada dia mais próximo.

Um dia voltando do curso, chuva, busão lotado aquele sufoco, um carinha mais ousado acabou literalmente tirando um sarro e tanto. Seu pau estava muito duro roçando na minha bunda e sei lá onde estava meu pensamento arrebitei minha bunda e curti o momento. E a garota que disser que isso não é excitante que me desculpe, mas pra mim é hipócrita. Embora eu sempre fique bem quietinha, sinto e curto momento por momento daqueles sarrinhos até ficar bem molhada.

Quando cheguei em casa, fui até meu quarto, tirei minha calça jeans, blusa e sutiã ficando apenas de tanguinha. Em seguida fui para o banheiro. Lá retirei a tanga e entrei no box. Me deliciava com a ducha. Na verdade, nunca me preocupei em fechar a porta do box. Afinal, a porta já estava trancada. Foi neste momento que ouvi um grito. Parecia ser de meu padrasto. Desliguei o chuveiro e abri a porta. Vi estarrecida ele de costas tentando atrapalhadamente colocar suas calças enquanto corria para o quarto.

Não tive dúvidas que ele estava se masturbando enquanto se deleitava ao me ver pelo buraco da fechadura nua tomando banho. Aquele grito era de alguém explodindo em orgasmo.

Aquilo não saiu mais de minha cabeça, ele é um homem bonito, minha mãe escolheu bem e ele se cuida, já foi bombeiro por anos, o que deu a ele um físico que mantêm ainda.

A noite bati tanta sriririca que cansei o braço, no dia seguinte não via a hora de voltar do trabalho e arrumar um meio de me certificar sobre tudo aquilo.

Cheguei em casa, meu padrasto estava sentado a mesa da cozinha. Beijei a testa dele como sempre faço e fui pro quarto. Lá mais uma vez tirei minha roupa e só de calcinha fui pro banheiro. Desta vez, resolvi deixar a porta aberta de propósito. Com certeza meu padrasto estaria ali pra me ver tomando banho. E desta vez resolvi colaborar pra despertar o tesão dele.

Comecei a me ensaboar e me deliciava com a ducha quente. Passeava bem lentamente o sabonete pelo meu corpo. Seios, barriga, coxas, bunda. Até o momento em que de propósito deixei o sabonete cair no chão. Foi quando não tive escolha senão me abaixar para pegá-lo e deixar minha bunda arrebitada pro alto. Imaginei no momento o quanto meu padrasto já devia estar louco de tesão pelo que estava vendo. Não deu outra. Só deu pra ouvir a porta sendo aberta bruscamente e meu padrasto já de calça e cueca arreada agarrou minha cintura e sem dó nem piedade foi cravando violentamente na minha buceta.

Dei um grito e me apoiei na parede do box de costas pra ele enquanto sentia a vara entrando intensamente. Fiquei com vergonha de encarar meu padrasto. Tratei de fechar os olhos e me concentrar na sensação de ter sua rola dentro de mim que dura feito pedra iniciava um alucinante vai e vem.

Nossos gemidos se misturavam. Ainda de olhos fechados, senti que meu padrasto esfregava seu rosto em meu pescoço, me beijava a nuca e aumentava o vai e vem. A única coisa que conseguia fazer era gemer e corresponder como podia aos movimentos daquela pica tesuda.

Foi neste momento que pude ouvir meu padrasto falar:

- Quero gozar me chupa!!!Ahhh!!!

Antes que eu tentasse entender o que ele queria. Foi logo tirando a pica de minha xana, me colocando de frente pra ele de joelhos e enfiando a rola dura na minha boca. Eu ainda de olhos fechados, iniciei um alucinante boquete. Vez ou outra lambia a cabeça pra depois abocanhar e fazer vai e vem.

Pra não dizer que não olhei pra ele em momento algum, pude ver que ele fechava os olhos e apertava os beiços de tanto tesão. Isso me fez aumentar o vai e vem do boquete até sentir ele agarrando mais forte na minha cabeça e empurrando ela pra frente. A pica entrou toda na minha boca e foi nesse momento que ele esporrou. Minha garganta ficou lotada de porra, não sei como não morri sufocada. Pra não acontecer isso resolvi engolir o que podia e depois que ele aliviou o tesão e tirou da minha boca, cuspi o resto. Mas aí já tinha consumido boa parte do que ele havia esporrado.

Não satisfeito retirou a pica ainda dura de minha boca e começou a bater na minha cara. Pra me defender coloquei minha língua pra fora pra aparar as investidas daquela rola no meu rosto.

Depois de um tempo, meu padrasto passou a acariciar minha língua com a própria rola enquanto eu correspondia acariciando a rola também com minha língua.

Ele deu o último gemido satisfeito e se retirou do banheiro. Eu voltei a me banhar e fui pro quarto dormir.

No dia seguinte meu padrasto e eu na mesa do café da manhã não tocamos sequer no assunto da noite passada. Mas era impossível negar que nos olhávamos de maneira diferente.

Voltei do curso e como de praxe fui tirar me roupa e tomar meu banho. Quando dei por mim, a cena havia se repetido. Meu padrasto entrou no banheiro e mais uma vez me invadia enquanto eu de olhos fechados apoiada na parede de costas pra ele, remexia enquanto engolia com minha buceta a rola dura de meu padrasto.

Passei a ter uma vida ambígua.

De dia, uma garota certinha ia pra aula, pro cursos, tenho amigos, às vezes até ia chopp com colegas, mais não rola nada. Em compensação em casa, a história muda. Lá eu virei uma putinha. É por os pés dentro de casa, ir pro banho ou me deitar que com certeza logo vinha o meu padrasto me comia. E eu por minha vez acabei acostumando a gemer e me entregar a sua rola.

Até que meses depois já no Natal ou um dia após, foi que conversamos sobre, e como iriamos nos mudar seria o momento certo de nos relacionar como um casal e não só com transa a noite e pronto. E então passamos a ser um casal e casamos depois.

Começamos assim Te Contos.

  • Enviado ao Te Contos por Leandra

quinta-feira, 24 de setembro de 2026

Viajei com ele pra poder foder gostoso. (Setembro-2026)

   

By; Day

Oi Te Contos sou a Day, tenho 20 anos, e acabei conhecendo um homem e nos interessamos um pelo outro, o problema ele tem quase 40 anos, homem bonito, que tem me deixado louca, minhas amigas diz que eu era doida pois ele era velho pra mim, mas vendo de onde somos, os caras feios, sem dentes, pobres, e aparece um bonito e bem de vida, errado eu não estava.

Eu já estava completamente louca por ele quando decidi viajar para termos nossa primeira vez, falei pro meu pai que iria viaja com umas amigas e suas famílias, mais na verdade eu fui foi viajar com ele no final de semana.

Arrumei minha mochila e disse a minha mãe que estava no momento em casa que já tinha chamado o uber, quando na verdade era ele que veio me buscar, quando chegou entrei no seu carro atras e assim que nos afastamos de onde moro eu já passei pra frente e ele me beijou muito, viajamos por 4 horas e chegamos a uma praia e la ele alugou um chalé, era lindo o lugar, ele me presenteou com uma camisola linda bem curtinha e com a calcinha bem pequena, eu ja estava louca para estar nos braços dele, ele começou a me beijar, me morder, me chupar os seios, eu ja estava sem controle, quando ele passou a mão na minha bucetinha e percebeu que tinha poucos pelos ele ficou louco e começou a me abraçar e me chupar toda com tanto tesão que eu pensei que ia me comer toda.

Ele beijou meu corpo inteiro até chegar em minha buceta e cair de boca, chupava como se tivesse de doce, que chegava a doer o grelo de tanto força que ele chupava, enfiava a lingua dentro da buceta que eu só faltava morrer, quando ele pegou as minhas pernas e abriu ao maximo e olhou minha buceta ja bem vermelha.

E foi colocando o pau ja duro bem e foi enfiando, nossa doía demais e ele me agarrava bem forte para eu nao sair do pau e ja suado de forçar ele enfiou e eu me beijava como se eu fosse me engolir.

Passamos dois dias nesse chalé para ele terminar de me fuder, bem gostosinho eu me sentia propriedade dele, ficava nua o tempo todo, e ele me chupava que parecia que ia me comer o meu grelo e minha buceta ja estava inchada e eu não aguentava mais dar, ele resolveu comer meu cu.

Ele comprou um creme e passou no meu cu, caramba foi pior que perder a virgindade da minha buceta, me rasgou toda, eu passei varios dias sentindo uma dorzinha, quando voltamos na estrada eu vinha chupando ele quase que o tempo todo, foi uma delicia.

Depois dessa viagem estamos sempre arrumando um jeitinho que ir pra algum lugar e foder.

Fico de buceta inchada mais vale apena.

  • Enviado ao Te Contos por Day

quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Longe de Casa.

  

By; José Caro

Depois de uma certa idade acredito que nós paramos de nos colocar em certas situações de perrengue, talvez o conforto de uma viagem curta de carro faça mais sentido nesse caso. Um tempo atrás me peguei pensando que eu sempre fazia viagens longas para cidades longe para ver alguma mulher que eu havia conhecido na internet; a cidade no qual eu passei grande parte da minha vida contém uma cultura de “elitização” com que faz que as pessoas de forma geral me façam soar maluco por as vezes fazer viagens com poucos recursos ao estilo “mochilão”. Foram inúmeras as vezes que eu sai da minha casa apenas com a mochila contendo ítens para sobreviver alguns dias, trocas de roupas, um kit primeiros socorros e às vezes minha barraca para duas pessoas.

Houve uma época que eu estive viajando muito para outras cidades para poder comprar mercadorias para revenda na minha cidade, isso sempre permitiu com que eu sentisse aquela sensação de liberdade impagável além das minhas obrigações é claro; me sentia à vontade para usar o Tinder não para paquerar, mas sim para poder entender o que as pessoas gostam de fazer naquela cidade, onde vão e o que comem. Foi aí que conheci aquela que vamos chamar de Lorena.

Naquele dia de verão onde a noite prometia ser bem quente eu estava planejando dormir em um motel barato desses com café da manhã e tv a cabo quando a Lorena me chamou pra acompanhar ela na compra de uma bota; achei engraçado o fato dela fazer esse convite pra uma pessoa no tinder que ela havia passado poucas horas conversando. Marcamos em um Shopping na região.

Lorena não tinha nada a ver com as fotos, o que foi uma surpresa excelente pois ela era muito mais charmosa. Tinha pouco menos de 1,70 de altura, pele negra, cabelo curto no estilo “joãozinho” , usava piercing dourado no lábio superior, saia, bota de esquimó e cropped ao estilo patricinha norte americana dos anos 2000, achei muito autêntica por sinal.

-Cara, eu detesto couro sintético pois dá muito odor (ela dizia enquanto mascava um chiclete e olhava vitrines de lojas que eu sequer pousava meus olhos em dias comuns)

-ahh, é mesmo. Também não curto muito esse tipo de material (eu estava entediado com aquela coisa de companhia de compras, a essa altura eu já estava segurando algumas sacolas e um sorvete sem gosto do Mc Donalds)

-O que você acha de um cinema e a gente procura essa bota na saída ? Temos várias horas antes desse Shopping fechar, vi que tá rolando filmes clássicos do cinema nacional. (Assim eu achei a desculpa perfeita para me aproximar dela, afinal eu não conseguia tirar os olhos daquelas pernas de pele brilhosa e aquela boca carnuda cheia de gloss)

De repente em pouco mais de uma hora eu me peguei na seguinte situação: Cinema gelado, poucas pessoas na sala do filme, a voz do Lázaro Ramos ao fundo pois demos a sorte de pegar uma sessão com “Opai Ó”, um beijo quente e uma mão com toque leve e macio por cima da minha calça.

Eu não vi nada do filme, viciei naquele beijo. No caminho pro motel que ela escolheu confesso que estava um pouco ansioso por conta do “estilo de ser” dela. Um mix de auto estima elevada, mistério e autoridade, eu entendi bem rápido que ela curtia ditar as regras do jogo e tinha dificuldade de ser contrariada; mas pro azar dela eu sempre gostei de ser do-contra. Assim que entramos no quarto me dirigi pra ducha, fazia muito calor e eu estava batendo pernas pelo centro a muito tempo, quando saí ela me disse que entraria no chuveiro também e pediu para que eu me vendasse quando ela estivesse saindo do banheiro, coloquei uma música na TV e assim o fiz.

De repente senti passos pelo quarto, o barulho de bolsa abrindo e gotas geladas sob minha pele, cheiro de amêndoas com chocolate, mãos quentes e macias deslizando pelas minhas pernas, e de repente um sussurro no ouvido:

-Você consegue imaginar como eu estou vestida ?

A essa altura do campeonato o volume na cueca que eu estava usando já era notável quando senti suas mãos abraçando meu pau, me estremeci e respondi:

-Você é uma safada, aposto que está usando algo bem provocante. -Senti ela sorrindo, pude imaginar ela mordendo os lábios como fazia toda vez que eu olhava pra boca dela naquele cinema, mas de repente ela parou o que estava fazendo e me mandou ficar imóvel.

Havia um mix de cheiros no ar, o óleo que ela usou pra passar no meu corpo e me massagear de forma sútil, ela também usava um perfume doce e acendemos um baseado pra acompanhar o momento. Confesso que adoro esse tempo “lento” de criar intimidade mas eu não estava me segurando, tirei o tecido que vendava meu rosto e pude ver aquele espartilho branco, fiquei hipnotizado por alguns minutos até de fato jogar ela na cama e passar com certeza mais de 20 minutos me deliciando naquela buceta, eu sei disso pois com certeza ouvi mais de 5 músicas enquanto me divertia com seus gemidos e arrepios, um tempo depois ela já estava desesperada pedindo para que eu a fodesse, minha maior diversão aquela noite foi poder manter a calcinha dela de ladinho enquanto revezava tapas na bunda, na cara, puxadas de cabelo e beliscões nos peitos, em algum momento senti que estávamos violentos demais um com o outro; sugeri que a gente desse uma pausa.

Depois de beber água gelada, fumamos mais um pouco e pensei o seguinte: somente ela gozou, estamos aqui a algumas horas e agora precisa ser minha hora. Peguei ela no colo, coloquei em cima de uma mesa que tinha no canto do quarto e disse:

-Agora você vai ser minha pra eu aliviar de verdade esse tesão.

Ela sorriu, ficou de quatro e empinada dizendo pra eu colocar bem devagarzinho, a safada sabia exatamente o que estava fazendo. Depois de muito comer aquela bucetinha, eu já estava louco pra gozar quando ela me pediu pra colocar no cuzinho, confesso que fui a delírio que até minhas pernas bambearam quando ela sussurrou com aquele gemido gostoso, assim pude deixar ela pingando cheia de leite, foi uma cena linda.

Depois, dormimos de forma “separada” na cama pois estava MUITO calor naquela noite, mas de manhã tive a incrivel surpresa de acordar com meu pau dentro da boca dela, ja totalmente babado e com a visão daquela bucetinha pingando na frente do espelho …

Sabado voltei para casa apos o trabalho completamente arregaçada! (19-09-2026)

   

By; Elisângela

TeContos, sou de uma cidade no interior de São Paulo, tenho 26 anos, e sou solteira. Eu trabalho na cidade ao lado da minha, vou e volto todo dia, adoro a distancia, apenas 45 minutos.

Acabei que nesses quase 2 anos trabalhando lá eu acabei entrando e um caso com um dos donos, ele tem cerca de 48 anos e casado, foi algo que começou tão natural que quando percebi já estava envolvida e depois que chegamos a cama lascou tudo, ele fode muito gostoso, eu adoro isso, com ele já viajamos muito, sempre que ele precisa fazer alguma viagem ele me leva, sua esposa claro que não sabe.

Depois que virei sua putinha passamos a foder umas 2 ou 3 vezes na semana, em todos os lugares ate no escritório mesmo!

Geralmente, eu vou trabalhar com legging, bem coladas na minha bundona, algumas calças jeans também, e as vezes quando está muito calor um vestidinho, obviamente, sempre sem calcinha. Além disso, com os peitões quase explodindo na camisa.

Sabado pela manha, fui para o trabalho, era manutenção de sistemas de várias salas e equipamentos, aparelhos de ar-condicionado e vários outros componentes da empresa, ou seja, não tinha ninguém na empresa nesse dia.

Ja no final do dia, pertinho do meio dia, o nosso prédio já tinha passado por toda a manutenção e estava vazio. O pessoal da manutenção, já estava mexendo no outro prédio. Nem o pessoal da portaria estava no prédio número 1. Mas meu lindo e caralhudo chefe não avisou a putinha dele, pq ele tinha um motivo para isso.

Peguei o elevador, vi que estava tudo bem calmo, ninguém na empresa até aquele momento, achei bem estranho, pois é uma transportadora, nunca é calmo desse jeito, principalmente na entrada. Mesmo assim, eu desligada como sempre, fui até a nossa sala. Assim que cheguei na sala ele já me atacou. Nem fechou a porta, e já foi me dando um beijo com vontade e passando a mão por todo meu corpo, botando meus peitões para fora, tomei um susto, mas adorei, já fui ficando toda melada. Enquanto ele apertava meus peitões, ele disse:

– Estamos só nos 2 nessa empresa minha cadelinha, vou meter vara em você a tarde inteira. Espero que esse cu esteja preparado.

Esse é um tipo de ameaça que me deixa louca de tesão!

Na mesma hora, ele voltou a me beijar enquanto tirava minha roupa. No que ele tirou minha legging e a camisa, viu que fiquei completamente nua, estava sem nada por baixo. Aí, ele parou por uns segundos, olhando meus peitões enormes e minha buceta, já melada e disse:

– Isso sim é uma vagabunda de verdade! Usando nada por baixo da roupa! Já veio prontinha para ser fodida pelo teu macho né? Minha cadelinha rabuda!

É claro que a cadelinha aqui, com a buceta melada, só sorria e conformava isso para ele. Ainda peladona, ele me pegou pelo braço, e foi me puxando pelo corredor e me jogou pelada dentro do elevador, então, apertou estacionamento. Assim que o elevador fechou, ele me deu mais um beijo, me pegou pelos cabelos, jogando-me no chão, e já botou aquele pauzão super grosso para fora. Então, começou a me dar uma surra de pica com aquele pau grosso, passando ele todo na minha cara, esfregando a pica nos meus lábios, tudo isso enquanto o elevador descia, e eu ali ajoelhada, pelada e sendo surrada por aquele pauzão.

Quando chegamos no estacionamento, não tinha nenhum carro, claro, ninguém estava na empresa. Entretanto, é um estacionamento aberto, ao ar livre, mas, ele fica colado com um bosque da região, por ser uma transportadora e precisar de muito espaço, ela fica meio fora da cidade, quase dentro de uma floresta. Assim que a porta do elevador abriu, ele me levantou, foi me levando para o meio do estacionamento, mandou eu ficar de joelhos novamente e deu a primeira ordem:

– Mama minha cavala puta! Eu sei que você quer o leite do teu macho! Mama minha pica!

É claro que eu obedeci a meu macho! Já fui lambendo aquele pau grosso, saindo da base e indo até a cabeça, abocanhando-o todo, lambendo, chupando com gosto e até dando umas cuspidas. Para ele não gozar rápido, quando escutava ele gemendo muito alto, começava a dar uns beijos nele todo melado para não gozar. Ficava esfregando-o super duro nos meus lábios, rindo e até batendo com ele na minha cara, dizendo que eu adoro a rola dele.

Nem tive tempo de terminar, dizendo que era louca pelo pau dele, ele me levantou, me levou para um dos cantos do estacionamento, me encostou em uma parede, segurando forte na minha cintura, ajeitou aquele pau grosso na minha buceta, já toda melada, e começa a me foder com vontade, sem dó, dando aquelas enfiadas que chegava a estralar o corpo dele contra o meu.

Acho que ficamos uns 30 minutos nessa foda no estacionamento, até que ele tirou o pau da minha buceta, mandou eu me ajoelhar na frente dele. Mirou o pau na minha cara e começou a lavar meu rosto de leitei.

Achei que depois dessa primeira foda, ele iria se acalmar um pouco. Ledo engano meu. Foi bem o oposto. Enquanto eu tirava a porra da cara com os dedos e depois eu chupava a porra dos dedos, senti ele me pegando pelo braço e me puxando para o elevador Percebi então, que ele não apertou 5° andar que é a sala dele. Percebi também que o pau dele estava super duro ainda.

Geralmente depois que o homem goza, o pau da uma abaixada de leve, mesmo que seja só um pouco, mas dá uma amolecida de leve. Eu olhava a pica dele, estava dura como uma rocha, parecia latejar. Assim que abriu a porta do 2º andar, ele me puxou para fora e disse:

– Vou te foder em todos os andares da empresa minha cadela! Uma gozada por andar! Vou fazer essa putinha ir toda arrombada para casa!

Ele devia ter tomado um Tadala, pq ele me fodeu em todos os andares da empresa. E fodeu todos os buracos. Eu parecia uma boneca sexual sendo fodida nas salas, corredores, elevadores, salas de reunião, até na copa da empresa ele me fodeu aquela tarde!

Por volta de umas 16:00 horas, a gente tinha voltado para a sala dele, minha buceta tava toda inchada, vermelha, meu cu então, coitado, estava completamente aberto de tanto que aguentei aquele pau grosso por horas sem parar! Mas a cereja do bolo ele deixou para última metida do dia. Eu estava tomando uma ducha, para limpar toda a porra que ele tinha gozado no meu corpo, ele entra no chuveiro comigo, começou a apertar meus peitões, puxando os bicos, me beijando gostoso, passando a mão nas minhas coxas, na minha bundona e falou:

– Eu ainda não acabei minha putinha tetuda, vai fazer uma horinha extra para o teu chefinho né minha cadelinha?

Falou isso com o pau duro cutucando minha buceta, apertando meus peitões. Mesmo eu toda arrombada e zuada e cansada daquela tarde de sexo, não sei dizer não a uma trepada daquelas, ainda mais naquela situação. No que eu confirmei que ia fazer a “hora extra” ele me tirou do banho, me botou na mesa do escritório, deitada de frente, completamente pelada e molhada. Então, ele abriu bem minhas pernas, e as algemou nas pernas da mesa, e depois, e depois, fez a mesma coisa com meus braços. Fiquei completamente aberta para ele, presa completamente pelada, toda arreganhada para ele. Era uma bonequinha sexual presa a uma mesa, onde ele faria tudo que quisesse comigo. E foi exatamente o que ele fez!

Pois ele não saiu da sala e me deixou lá sozinha, daquele jeito na mesa, presa, pelada e toda entregue para qualquer um. Fiquei um pouco assustada nesse momento. Mas confesso, o tesão estava a mil. Mas ainda tinha medo de alguem entrar, imagina? Entre uma pessoal qualquer e tem uma mulher completamente pelada e algemada em uma mesa? Então, ele voltou alguns minutos depois com um pote de gelo, e com um vibrador muito grosso!

Começou a brincar com minha bucetinha toda inchada de tanta rola que tinha levado dele (fica a dica para os meninos ai! Gelo na buceta e no nosso cu em! Vocês não fazem ideia do quanto isso é gostoso). Eu estava algemada e não conseguia me contorcer, era uma mistura de tesão, orgasmo e medo, nem consigo explicar direito o que eu sentia com ele brincando com meu corpo algemado na mesa e usando aquele gelo!

Ele passava o gelo nos meus peitões, depois vinha com a boca e chupava tudo, mordia, passava a linha, era uma gozada minha em cima da outra. Então, ele pegou aquele vibrador enorme, foi ajeitando na minha buceta, metendo de leve e escutando eu gemer e quando eu olhava ele, via a cara de safado e a satisfação que ele tinha em me fazer gemer igual uma putinha, totalmente indefesa.

Depois de brincar de enfiar e tirar o vibrador da minha buceta, ele deu um fincada com aquele monstro inteiro na minha buceta, que soltei um grito. Só não pulei da mesa, porque eu estava algemada nela. Só depois, ele me disse que era 25cm de vibrador.

Com aquele monstro inteiro dentro de mim, ele ligou o vibrador... Aí foi um foi um escândalo, da minha parte. tive orgasmos múltiplos com aquele monstro me arrombando, vibrando dentro da minha buceta e o pior de tudo, eu não conseguia me contorcer para ter o orgasmo!! Era uma loucura!! Eu estava amando!!!

No meio desse carnaval de orgasmos, senti a cabeça do pau dele na minha coxa, mas nessa hora, ele soltou as algemas das minhas pernas, estavam moles, de tantos orgasmos e do tempo que fiquei sem poder mexê-las. Ele aproveitou, jogou as minhas pernas nos ombros deles, ajeitou o pau no meu cu, e aí, para quem já fez essa posição, sabe que a mulher fica completamente entregue para o macho! Ele meteu no meu cu, como se não tivesse amanhã!

Meus amigos, palavra arrombada, teve sentido pela 1ª vez na minha vida. Mas ele me fodeu com força, sem dó, eu sentia meu cu sendo alargado por aquele pau que entrava sem nenhum freio. Eu gritava igual uma louca, ao mesmo tempo, um duplo tesão de ser fodida pelo cu e pela buceta que chega ser difícil de explicar, o prazer era inexplicável.

Depois de 1 hora sendo fodida sem parar, ele gozou a última vez dentro no meu cuzinho, que de tão largo por causa da rola grossa dele, quando ele soltou as algemas e tente me levantar, porra nem ficava mais dentro do cu de tão arrombando. Era porra escorrendo pelas minhas coxas, pingando pelo chão, e eu andando toda torta, parecia que nem sabia andar. E ele só rindo e achando o máximo aquilo tudo!

Eu tomei um banho nem sei como, quando ele disse que estava bom por hoje eu me vesti nos despedimos com beijões e fui embora, dirigi pra casa foi sofrido.

Depois, em casa, tomei uma ducha e fiquei deitada, eu estava completamente destruída. Quando fui jantar, ainda estava meio torta, assada e toda dolorida, com o cu mais largo que um copo certeza. Nem sentava direito na cadeira de casa. Quando minha mãe me pergunta se estava tudo bem comigo, e eu tenho que dizer que está tudo ok, só um pouco de dor nas costas, mal sabia ela que era meu cu completamente arregaçado!

  • Enviado ao Te Contos por Elisângela

terça-feira, 22 de setembro de 2026

Ontem a Natalia me deu o melhor presente de aniversario de toda a minha vida. (Bi) (21-09-2026)

   

By; Luiza

Oi Te Contos, sou a Luiza, conversamos a pouco sobre eu enviar um conto acontecido ontem, desde já desculpa os erros, é minha primeira vez enviando algo assim e não deixa de da um nervoso.

Eu tenho 20 anos, fiz 20 anos nesse domingo dia 20 de Setembro, eu sou morena clara, cabelos liso castanhos, por volta de160 de altura, malho, já fiz balé na adolescência, tenho pernas bonitas, torneadas, cintura fina e bunda bem durinha.

Sobre o meu aniversario, ganhei algumas coisas, mas o presente que eu tanto queria só ganhei ontem a noite (segunda-feira 21), e foi delicioso. E é aqui que começa o conto;

Tive 2 namorados sérios com quem transei, mas nunca fiz anal com eles, sempre neguei, por medo de me machucar, já transei a 3 com um namorado e uma outra menina, já transei com outra menina, mais nunca fiz anal, e isso nunca foi um problema pra mim, embora querer um dia fazer.

A minha melhor amiga, a Natalia, sempre brincava que eu estava guardando pra ela, sempre foi uma zoeira entre nós, somos amigas desde os 12 anos e já nos pegamos muitos pelas festas que vamos juntas.

A ultima vez que ela falou isso de eu esta guardando pra ela foi no mês passado quando estava rolando uma conversar entre nós duas e mais uma amiga em um barzinho já bem alegres, foi quando eu eu disse a ela, que esse seria o meu presente que ela me daria, tirar a virgindade do meu cuzinho, rimos e não falamos mais do assunto ate domingo.

Estavamos comemorando aqui em casa quando ela em um momento a sós comigo disse que o presente seria amanha, perguntei o que e ela mostrou uma foto no celular dela, onde ela estava com uma cinta com um pau de 16 centímetros, da cor da sua pele e realista, e disse que me comeria com isso amanha (segunda) como presente de aniversario. Eu ri, de nervosa, ao mesmo tempo de não acreditar que a doida tinha comprado um pau pra meter em mim.

Na segunda ela desde cedo começou a mandar áudio falando que era hoje, que eu seria dela, que eu iria gostar tanto que iria querer dar pra ela todo dia, porra acho que ela tava entrando muito no personagem hahahah.

A noite ela apareceu aqui em casa, escolheu para que eu vestisse uma sainha preta de cintura alta um cropped, sandalia, a calcinha e sutiã como ela mesmo disse era opcional, então só vesti a calcinha. E de casa fomos para seu ap, e minha surpresa, estava toda preparada…

Tinha velas aromatizadas, pétalas de rosas vermelhas pelo chão indo da entrada ate a sala e ate o quarto dela, tambem em cima da cama, e um espumante, que ela disse que sobrou da virada do ano la da casa da mãe dela hahaha fdp.

Ela me pediu 5 minutinhos, foi ate o quarto e quando voltou estava só de calcinha e sutiã de renda preta, estava muito linda, perguntei se ela tava ficando doida e ela disse que tava era doida para ser a primeira a meter no meu cuzinho. Mereço uma amiga dessa não!

Ela pôs uma playlist de rock romântico pra rolar, pegou a espumante e pos para nós duas, brindamos, bebemos, ela se aproximou de mim, me abraçando, começou a me beijar tão gostoso que ate esqueci toda aquela zoação. Ela começou a beijar o meu pescoço, me deixando doida voltava e beijava e mordia a minha orelha me fazendo ficar bem manhosa.

Pegou nossas taças e a pôs na mesinha, voltou a me agarra com mais vontade, beijando e agora me apertando toda, mão por baixo do cropped e segurou meu seio, depois o outro, a outra mão apertou a minha bunda, começou a me empurrar pra parede que divide a sala da varanda, tudo ficou mais quente, os beijos a pegada, ela tirou meu cropped e abocanhou meus seios, chupava um e apertava o outro, depois trocava, sugava que deixava os biquinhos parecendo que seriam arrancados, duros molhados, subiu lambendo meu pescoço ate chegar a me beijar bem gostoso enquanto sua mão estava já tocando a minha buceta, por cima da calcinha, com a saia que já estava quase toda levantada, que loucura…

Ela abaixou beijando eu corpo e olhando diretamente para meus olhos, ajoelhada na minha frente, desceu minha calcinha a tirando, cheirou ela e disse que aquela era dela agora pra recordação, depois gentilmente levantou minha perna, foi beijando a minha coxa ate chegar na minha buceta, a beijou, lambeu bem ao meio indo de baixo pra cima, bem lentamente e depois abocanhou como uma fera com faminta. Foi algo tão gostoso.

Ela me chupou por muito tempo, sem presa, alternando momento de chupadas fortes com algo mais delicado, me fez gozar duas ou tres vezes ate levantar colocar seu corpo ao meu e beijar minha boca demoradamente. Foi o beijo mais gostoso da minha vida tenho certeza.

Após esse beijo ela soltou o seu sutiã, sem falar nada eu abaixei a minha cabeça e segurando um abocanhei e chupei ele, depois troquei para o outro enquanto ela segurava em minha cabeça, ela me fez parar voltamos a nos beijar e a caminhar ate chegarmos ao sofá, foram apenas alguns passos, ela sentou eu fiquei entre suas pernas, tirei sua calcinha, estava bem molhada, eu juntei e a cheirei, tambem disse que aquela agora era minha, coloquei em cima da mesinha, ergui as pernas dela deixando a sua buceta toda para mim, lambi, beijei e chupei, chupei muito, ela gozou e eu continuei, brinquei com o seu clitoriz ate ela urrar algo e gozar a segunda vez..

Foi quando ela me puxou pelos cabelos ate minha boca chegar na sua e nos beijarmos, quase que ferozmente, deitando sobre ela, nos curtimos ali, namoramos, muitos beijos, cheiros, toques, risos, mordidas, apertões, o mundo que se acabasse naquele momento pois nada importava para nós ali.

Quando paramos foi para irmos para o quarto, levantamos, tomamos mais uma taça de espumante que sobrou da virada do ano hahaha, e depois ela me abraçou por tras, beijando minha nuca ela foi me conduzindo ate chegarmos ao quarto, foi quando eu vi a produção de petalas de rosas tambem na cama, me surpreendeu, ela segurou em meus seios depois desceu sua mão direita ate a minha buceta, e começou a ficar brincando nela, tocando meu clitoriz, apertando e mexendo com os labios molhados da minha buceta, seu dedos entraram dentro de mim me fazendo soltar o ar jogando minha cabeça para tras e ela aproveitando pra morder o meu pescoço.

Estavamos tão quentes, ela me fez deitar na cama, deitou entre minhas pernas e me chupou muito, me lambeu toda, da buceta ate ao meu cuzinho, sua lingua não parou um instante, mez gozar me contorcendo na cama, estava com petalas grudadas em meu corpo, ela me lambia ate ficar novamente sobre mim e nos beijarmos muito, sem presa.

Então ela levantou disse que já voltava, foi ate ao banheiro e quando voltou veio já vestida com a cinta e com o “pau’ nela, ela tava muito disposta a me comer kakak. Ela foi ate a sala, e voltou com uma taça cheia de espumante, derramou um pouco sobre o pau e me chamou para chupa-lo, e ai fiquei de 4 na cama engatinhei ate ela, dei um beijinho na pontinha e depois fui lambendo ele todo, coloquei na boca e fui deslizando minha boca nele ate ao maximo que pude e voltava, chupei bem molhado, babando todo, deitei de costas na cama com a cabeça para fora dela, abocanhei o pau e ela ficou fodendo a minha boca, enquanto apertava os meus seios, ela apertava os biquinhos, começou a me chamar de sua putinha, coisa que ate aquele momento ela não tinha falado, e isso me deixou louca.

O tesão era absurdo, nunca ninguém tinha feito tudo isso para mim, e eu amei, ela tava dando o seu melhor e eu estava retribuindo muito.

Ela disse pra ficar de 4 pra ela, virei e fiquei, pernas afastadas buceta hiper molhada, ela ainda chupou minha bucete com força, ai foi enfiando aquele pau dentro de mim. Serio o momento tava tão gostoso que a sensação daquilo entrando com ela me segurando pela cintura tava tão incrivel que gemi alto sem me importar com vizinhos. Ela enfiou um pouco, eu olhei para tras para seu rosto, e via a expressão de tarada com minha bunda, ela alisava, deu tapas, pediu para eu rebolar e eu fiz, então sem ela esperar eu joguei meu corpo pra tras fazendo aquele pau entrar todo na minha buceta, ela jogou a cabeça pra tras como se tivesse sentindo mesmo, ela então começou a meter na minha buceta, pegava em meu cabelo puxava minha cabeça para tras, metia forte, metia lento, metia rapido metia e metia sem parar, seu corpo batendo na minha bunda, aquele som gostoso de “tapas” e eu gozando sei la quantas vezes…

Meu corpo tremia, estavamos suadas, o quarto um cheiro gostoso de sexo com velas aromatizadas, cai sem força em uma gozada com ela se apertando em mim, ela deitou sobre mim, beijando meu rosto, procurando minha boca.

Quando ela levantou, me fez ficar deitada de lado, pernas dobrada, o pau, de borracha, estava branco do meu gozo, estava bem melado, ela abaixou e lambeu meu cuzinho, deixou bem salivado, disse que iria tentar assim sem a ajuda de creme, eu nem queria saber de nada.

Ela encostou a cabeça do pau (de borracha) no meu cuzinho, que segunda ela se abriu como se pedisse para mete-lo, ela foi enfiando, ele se abrindo, não ardeu, houve um desconforto, algo que durou pouco tempo, pois depois que ela começou a meter aquilo deixou de ser desconfortante e ficou delicioso, minha buceta parecia dar choques, meu corpo estava muito quente, e inexplicavelmente após um tempo dela metendo uma onda de algo que só posso classificar como eletrica, percorreu o meu corpo do topo da cabeça ate as pontas dos meus dedos dos pés e me fez dar uma gozada tão forte que literalmente eu apaguei por um instante e quando recuperei ela ainda tava metendo no meu cu, pingando de suor dizendo que tava quase gozando…

Eu comecei a pedir;

- isso me come, me fode, mete forte vai, como a sua putinha come!

E então numa cena incrivel ela da uma socada bem forte e apertando em mim e solta um urro gutural enquanto goza parecendo que estava fazendo xixi de tão forte que foi… ela caiu ao meu lado, se deitando sem tirar aquele pau de dentro de mim e apagamos assim ela abraçada a mim.

Acordei quando senti ela tirando do meu cu, falou que não queria ter me acordado pois estava dormindo tão linda, fdp assim acabo me apaixonando, ela tirou a cinta deixou em cima do criado mudo, foi ate a sala apagas as velas e desligar o som que mesmo baixinho ainda estava ligado, voltou com a garrafa de espumante e a outra taça que tinha ficado na sala.

Terminamos o que restava da garrafa com ela sentada na cama escorada na cabeceira e eu sentada entre suas pernas, com ela falando baixinho pertinho do meu ouvido o quanto tinha gostado do presente.

Nós duas ganhamos presentes naquela noite, após acabarmos o espumante que sobrou da virada do ano, nos aninhamos na cama e dormimos.

Acordei hoje pela manha abraça com ela, e com aquela sensação gostoso de que fui comida ! Não tem nada melhor que acordar assim no dia seguinte a uma foda gostosa.

Hora de ajudar a arrumar as coisas, tomar banho, tomar um café para despertar por inteira, dar sim mais uns beijos, já que ainda tava valendo já que não saimos do ap ainda, e só depois ela veio me deixar em casa, ai sim, trocar de roupa e começar o dia de vez.

Pois é Te Contos, espero ter contado de uma forma bem gostosa sobre o meu presente de aniversario que minha amiga Natalia me deu. Mais uma vez desculpa pelos erros, beijos e ate a próxima.

  • Enviado ao Te Contos por Luiza

segunda-feira, 21 de setembro de 2026

Não consegui resistir ao tesão que sinto pelo marido da minha amiga. (Setembro-2026)

  

By; Rafaela

Oi Te Contos, me chamo Rafela e gostaria de contar a loucura que aconteceu nesse final de semana de feriado de 7 de setembro.

Eu morro de tesão no marido da minha amiga Abigail, o Daniel. Ele tinha 50 anos, grisalho sarado, me da muito tesão. Eu e Abigail temos 35 anos. Somos bem diferentes, Abigail é peituda e extremamente autoconfiante, já eu tenho o corpo de uma garota ainda em formação: sou magra e sem peitos. Isso sempre me deixou muito insegura.

Daniel é bem extrovertido e ele está sempre pegando na Abi na minha frente. Eu não falo nada, mas isso sempre me deixa com tesão, ver ele pegando nela como homem, aquela mãozona nos peitos, na bunda e as vezes até, discretamente, na buceta da minha amiga. Isso me fez muitas vezes eu me masturbava de noite sonhando com a pegada dele.

Nesse feriado eles me convidam para ir com eles em uma casa de praia (Foi o minha primeira saida após a perda do meu marido em Janeiro desse ano). Um amigo de Daniel havia emprestado a casa e eles me chamaram pois tinha dois quartos e não ia custar nada. Eu aceitei pois eles sempre são muito legais e também no fundo para ficar perto de de Dani.

O primeiro dia é fantástico, a Abi foi a para a praia com um biquini amarelo minúsculo, Dani de sunga preta e eu com o meu maiô de natação, completamente comportado. Após o meio da tarde almoçamos em um restaurante e voltamos para a casa, assim que chegamos eles tiraram a areia da praia no chuveiro no quintal da casa e ambos tiram a roupa na minha frente. Eu fiquei morrendo de vergonha, assim que vi o pau de Daniel duro já fiquei imediatamente molhada. eles riam e brincaram na água e dizem para eu ficar pelada com eles, mas eu não fui fiquei perto, brincando com eles e depois subi para tomar banho no banheiro do meu quarto.

Apos o banho coquei um vestidinho de alcinha e desci para a sala, onde encontrei Daniel só de bermuda e Abi de shortinho colado e top de biquini, agora branco. Ele estava preparando caipirinhas, bebemos e conversamos bastante e logo o alcool me deu sono e acabei dormindo na poltrona.

Quando acordei e olhei para o lado a Abi estava de joelhos no sofá, o shorts dela no tornozelo e o Dani fodendo-a por trás. Ele segurando pelo pescoço e o pau dele todo melado entrando e saindo da boceta dela. Imediatamente finjo dormir de novo e fico esperando eles pararem para poder “acordar”, assim fiquei ali ouvindo os gemidos abafados da minha amiga, e ficando com mais e mais tesão.

Finalmente ouço Daniel grunhindo, espero um pouco e abro os olhos e está tudo normal, como se nada tivesse acontecido, ambos estão vestidos e Abi está preparando café. Realmente fico na dúvida se havia sonhado tudo.

Tomamos café, depois saímos mais um pouco, compras, jantar, passeio pela cidade. Voltamos para casa e vamos para os respectivos quartos. Eu ouço novamente eles transando e agora eu não resisto e toco a minha buceta por cima da calcinha e percebo que estava tão melada que não dava mais para usar aquela calcinha. Continuo me masturbando, tiro o vestido, coloco uma mão no grelo e aperto os meus mamilos com a outro, imagino que ele esta me pagando e gozo com isso.

Havia me melado tanto, que estava com sede. Eu pego uma camiseta cumprida e a visto sem nada por baixo pois não queria colocar uma calcinha limpa antes de tomar banho. Saia do quarto para ir para a cozinha, bebo minha agua com toda tranquilidade do mundo e quando me viro para voltar vejo Daniel na minha frente só de cueca, bem no meu caminho.

Dou boa noite e tento passar por ele, mas ele segura o meu punho com a pegada forte dele, eu fico com medo, mas minha boceta mela inteira na hora. Ele olha para mim e diz:

— Você viu, não é?

— O que?

— Eu e Abi, você estava acordada.

Eu vejo o voluma na cueca dele aumentando.

— Sim. eu vi.

Ele toca na minha boceta com a outra mão, meu deus, ele descobre tudo, que eu estava sem calcinha e ainda por cima toda molhada. Então ele coloca o pau para fora da cueca e diz:

— Eu não posso voltar para o quarto com o pau duro assim, Abi vai desconfiar. Você vai ter que me chupar para passar.

Ele tinha razão, eu então fico de cócoras e coloco o pau dele na minha boca. Começo a chupa-lo timidamente, mas logo ele segura a minha cabeça e começa a foder a minha boca. Eu sou praticamente estuprada na boca, mas só consigo pensar em como eu queria o pau dele na minha boceta.

Eu sinto a porra na minha boca, ele tira o pau e eu tenho que engolir a porra pois não podia sujar a cozinha. Depois de me usar ele vai para o quarto e me deixa lá, usada e com tesão. Eu então me toco, mas não continuo ali na cozinha, vou até o banheiro e me masturbo no banho.

No dia seguinte é como se nada tivesse acontecido. A gente vai a praia de novo, Abi com um biquini ainda mais minúsculo, somente um triângulo preto, muito baixo, fio dental e com abas fininhas. Mas eu tomo coragem e troco o maiô por um biquini, bem maior do que o de Abi, mas ainda assim eu nunca havia estado tão exposta. Daniel e Abi me enchem de elogios.

A gente volta para a casa pois Abi diz que ia cozinhar. Por isso ela só passa no chuveiro, coloca um avental e vai para cozinha só de avental e biquini. Eu fico com Daniel no quintal e ele tira a sunga e vai para a água, o pau completamente duro.

— Quer pegar — Ele pergunta, mostrando o pau.

— Abi esta qui do lado.

— Tudo bem, ela esta ocupada, só uma pegadinha.

Eu não resisto e seguro o pau dele, que então me puxa para junto do corpo dele e começa a tirar o meu biquini. Eu fico morrendo de vergonha, mas deixo ele me despir e logo ele me coloca embaixo do chuveiro e começa a me masturbar. Eu estava quase gozando, quando eu ouço Abi:

— Finalmente perdeu a vergonha, amiga.

Eu congelo, Daniel para de me masturbar e eu não consigo gozar, fico toda vermelha, mas a minha amiga não percebe o que o marido estava fazendo. Vou para dentro pelada e me visto no quarto, coloco uma calcinha branca e um vestidinho da mesma cor, sem sutiã.

Volto para a sala e o almoço está pronto, comemos e Daniel me convida para jogar bilhar, sim, havia uma mesa de bilhar na sala da casa. Abi não queria jogar e vai tomar banho. A gente começa a jogar, mas logo ele chega em mim, coloca a mão por baixo do vestido e baixa a minha calcinha até os meus tornozelos. Depois tira ela e coloca no bolso.

— Para deixar o jogo mais interessante.

No começo eram somente nós dois, mas logo Abi volta de shortinho e top justo, ela deita no sofá com o celular e eu fico morrendo de medo de me expor inteira na frente da minha amiga e até perco alguns tacadas para não ficar de costas para Abi. Mas logo ela dorme no sofá, eu então me inclino toda para fazer uma tacada, Daniel então vem por trás e me coloca contra a mesa, a minha bunda empina. Ele afasta as minhas pernas e toca na minha boceta.

— Toda melada, não é safada, me diz que você está louca para ter o meu pau na sua boceta!

— Abi esta aqui!

Ele dá um tapa na minha bunda e diz: — Não foi isso que eu perguntei! Você quer o meu pau ou não?!?!?

— Siiiim!!!

— Sim o que?

— Sim, eu quero o seu pau!

Ele então tira a minha calcinha do bolso e enfia na minha boca.

— Para não acordar a Abi.

Ele então me fode, e é fantástico. A pica grossa dele me preenche inteira e vai bem fundo. Eu já estava com tesão, mas acho que o perigo de ser paga pela minha amiga me excita ainda mais. No fim, eu agradeço por estar com a calcinha melada na boca, pois caso contrário eu teria feito muito barulho.
Daniel goza em mim e me solta. Eu cuspo a calcinha e a escondo na mão bem a tempo de Abi acordar. A primeira coisa que ela fala:

— Ai amiga, vamos naquele café aqui do lado que você tinha visto?

— Claro Abi!

— Desculpa amor, mas só as garotas.

Eu jogo a calcinha atrás de um vaso e saio com a minha amiga, sem nada por baixo do vestido e com a porra do marido dela escorrendo da minha buceta.

Depois de voltar para a cidade, eu não sabia o que fazer, me sentia culpada, mas não parava de pensar em Daniel me fodendo. Eu achava que havia sido algo que ia acontecer só uma vez e seria esquecido. Nossa estadia na praia acabou, na tarde da segunda feria 7 de setembro nós voltamos pra cidade, cada um pra sua casa.

Mas ai o Daniel, na terça feira, me liga e diz que queria me ver. Eu estava decidida a dizer que a gente não poderia continuar, que eu não podia trair a minha amiga, mas no dia, eu acabo gastando um bom tempo me arrumando para vê-lo. Me depilo inteira, deixo só uma faixinha de pelos acima da xoxota, visto uma calcinha rendada e um vestido justo com bojo, que realçava o meu corpo magro e dava a impressão que eu tinha mais peito que a realidade. Mesmo assim, eu ia falar não para Daniel, não dá certo.

A gente se encontrou em um café no prédio do escritório que ele trabalha e terminamos na escada de incêndio, eu sem calcinha, de joelhos na escada de incêndio chupando-o até ele gozar na minha boca. Ele não me devolve a calcinha, diz que ia guarda-la de recordação, por isso eu saio do encontro em que ia falar que não aconteceria de novo, com a porra dele na boca e sem calcinha, tendo que voltar para casa assim.

Mais tarde Daniel me liga e pergunta se eu estava com tesão, ele então pede para eu abrir a câmera e me masturbar para ele ver. Esse pedido me surpreende, mas eu imediatamente sinto a minha boceta melar por ele estar interessado em me “ver”. Faço o que ele pede, abro a câmera, coloco o celular na mesinha e deito na cama. Ele pede que eu tirasse toda a roupa, o que eu faço. Sento na cama e começo a me tocar. Meu deus, que vergonha, mas isso só aumenta o meu tesão. Termino deitada com as pernas abertas, me expondo inteira para ele até gozar. Eu gemo bem alto e acabo ejaculando de tanto tesão.

— Que tesão que você é! Adorei assistir você.

Depois disso ele passa a me mandar mensagens de putaria todos os dias, sempre pedindo para eu me masturbar com ele assistindo. Isso vai aumentando o meu sex-drive e eu começo a ficar sempre com tesão e com vontade de ter o pau dele dentro de mim de novo. Em uma semana eu estou acabada, sinto a minha boceta sempre molhada e vontade de me masturbar o dia inteiro.

Daniel me liga no meio da noite. Ele pergunta o que eu estava vestindo, eu digo que estava só de camisola, a calcinha eu havia tirado pois estava ensopada, mas ele não sabia disso. Ele diz que estava chegando e que era para eu abrir a porta só de camisola transparente. Obedeço, vou abrir o meu portão morrendo de medo de ser vista pelos vizinhos. Ele entra com o carro e imediatamente me pega e passa a mão na minha bunda e na minha boceta, ali mesmo na garagem.

Entramos, ele me manda tirar até a camisola e então me coloca de quatro na cama. Ele nem tira a roupa, só coloca o pau para fora da braguilha e me fode. Eu me sinto tão indefesa estando completamente nua e ele vestido só me fodendo, mas isso não tem a menor importância, eu tenho o melhor orgasmo da minha vida.

Depois de gozar ele manda eu limpar a pica dele com a minha boca, eu obedeço, sinto o gosto da porra dele misturado com o meu mel. Assim que eu termino, ele coloca o pau para dentro, dá um beijo na boca e vai embora. Eu então pego o meu vibrador e masturbo a minha buceta esporrada, pensando nele.

E esperando ele falar que tá vindo me comer.

  • Enviado ao Te Contos por Rafaela

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...