By; Rafaela
Ola Te Contos, me chamo Rafaela, tenho 29 anos. Até hoje, às vezes me pego pensando no meu ex, e só de pensar minha bucetinha começa a ficar molhada…
Eu trabalhava com meu ex namorado, eu era professora e ele era meu coordenador. Nunca imaginei que algo poderia acontecer. Nós conversávamos pouco, apenas em reuniões com todos os professores.
Um dia eu mandei uma mensagem no WhatsApp dele (todos os professores têm os números de todo mundo, seja naquele grupo em que você fala mal de quem não faz parte do grupo, quanto o grupo da escola, onde enviam mensagens sobre atividades, reuniões, provas, etc). Enfim, era um feriado, e eu mandei mensagem avisando que já tinha terminado de corrigir as provas, e perguntei se mandaria o arquivo para ele ou para a diretoria.
Ele
disse que poderia mandar para ele, mas que eu não deveria trabalhar
no feriado.
Brincando, eu disse que poderia me pagar hora extra,
e ele disse que poderia me pagar uma cerveja. Nunca imaginei que
pudesse “pintar um clima”, mas gostei, não tive tempo de
responder, ele já mandou;
- “peguei pesado, desculpa”
Eu disse que tudo bem, talvez cerveja não, mas poderia pagar um café, Ele disse que poderia ser, que ele conhecia um lugar legal, e perguntou se ele poderia me levar, em uma sexta-feira à noite, e fomos….
No caminho fomos conversando sobre bobagens, coisas da escola, alunos. Chegando no restaurante nós tomamos um vinho, conversa vai, conversa vem, ele se sentou mais perto de mim e colocou a mão na minha perna, não precisou de mais nada.
Olhei pra ele e começamos a nos beijar, com mais e mais desejo. Ele continuou com a mão na minha perna, então eu coloquei a minha mão na perna dele também e fui subindo, até sentir aquele volume, nunca imaginei. Comecei a massagear, apertar, mas o que eu mais queria era cair de boca nele. Mais do que depressa, ele pagou a conta e fomos para a casa dele.
Chegando lá, eu já tinha prometido pra mim que a gente não ia transar, pelo menos não no primeiro dia, mas ele era muito gostoso. Eu não tirei minha roupa, mas ele foi tirando a roupa dele, e aquilo, que parecia grande em baixo da calça, não chegava nem perto do que realmente era.
Nunca tinha visto uma rola tão grande, grossa, comprida, não aguentei, comecei a massagear e caí de boca. Nem cabia direito na minha boca, e eu estava acostumada a chupar, fui mamado com mais e mais vontade, mais e mais fundo, que pau delicioso, perfeito….
Eu ainda estava vestida, ele me colocou de costas, e enquanto me beijava, colocou a mão por baixo da minha calcinha, que já estava encharcada
- “Aiiii, que delícia”
- “Minha boca é ainda mais gostosa”
Aí não aguentei, tirei toda a roupa, ele começou mamando meu peito;
- “que bico rosinha, que teta macia”
E mamava meu peito com vontade, e eu amando, lambeu e chupou tão gostoso que me fez gozar sem nem tocar na minha boceta, foi mágico….
Então ele foi descendo, me beijando até chegar na bucetinha. Passou a língua no meu grelinho e mamou ele, igual mamou meu peito, com a boca bem macia, passando a língua, bem molhada, e então enfiou dois dedos nela. Nunca senti nada parecido. Ele continuou lambendo e fodendo com os dedos, mais e mais forte, e então me fez gozar.
Acho que eu nem sabia como era, senti coisas que nunca tinha sentido, me contorcendo toda, não conseguia mais nem deixar ele encostar em mim, meu corpo todo ficou extremamente sensível, minha cabeça foi para fora de mim, foi algo diferente de tudo, que nunca achei possível sentir, e só de escrever, meu grelo já começou a latejar…
Eu
poderia ficar ali, deitada para sempre. Ele me fez gozar só chupando
meu peito e depois só fazendo aquele oral maravilhoso, inimaginável,
queria que alguém pudesse sentir o que eu senti
Mas não foi o
fim. Quando aquele “choque” passou, e meu corpo “voltou ao
normal”, eu consegui deixar ele encostar em mim novamente, então
ele colocou aquela rola gigante na entrada da minha bucetinha, que já
é apertada, mesmo sentindo forte aqueles dois dedos, ainda estava
apertadinha. Ele foi colocando dentro, forçando aquela tora pra
dentro, mais e mais fundo, achei que ele ia me rasgar ao meio, e ele
não parava.
Quando chegou até o fundo começou a colocar e tirar, em um vai e vem gostoso, ajudando a acostumar, e quando menos esperava, começou a foder com força, entrava forte em mim, mais e mais forte, e aquele desconforto inicial foi virando um prazer sem limites, até que ele me deu um tapa na cara. Eu gosto de apanhar, na verdade, eu amo apanhar, que me batam na bunda, mas na cara nunca tinha apanhado, e foi um susto, mas foi muito, muito gostoso, pedi para bater outra vez, outra e outra.
- “Sempre achei que você tinha cara de putinha, mas não achei que fosse tanto assim”
- “Aperta meu pescoço, forte”
E ele apertou, forte, até me deixar sem ar, eu forcei a mão dele pra ele não soltar, ele deve ter me achado louca. Então com uma mão ele apertava meu pescoço, com a outra me dava tapas na cara e ia bombando fundo e forte aquele pau delicioso.
- “Sua cadelinha, puta, vagabunda, agora você é minha, sou seu dono e você vai fazer o que eu mandar”
- “Sou, sou sua, você é meu dono e eu sou sua putinha, me fode, forte”
E ele continuou, forte, me batendo, me xingando, e eu gozei, junto com ele, que me encheu com uma porra quente, grossa, não parava de jorrar, aquele leitinho foi escorrendo pela minha perna e ele continuou fodendo, gozei outra vez.
Foi uma das noites mais gostosas da minha vida. Até aquele dia…
Ficamos juntos por 1 ano, até que me mudei para outra cidade e nos afastamos. Sinto vontade de falar com ele novamente, mas não sei se é uma boa coisa no momento. Vale a foda, o tesão, o prazer? Sem dúvidas, mas nós vamos nos ver uma vez, ficar com mais saudades e nos afastar novamente não vale.
O que me resta é achar alguém que me faça esquecer ele. Ate lá a saudade vai me consumindo.
Enviado ao Te Contos por Rafaela
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