sexta-feira, 30 de outubro de 2026

Ela gozou duas vezes no meu pau

  

Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríamos nos consumir, como nos tempos de juventude. Minha expectativa era grande, não tinha como não estar ansioso.

As 11 hrs a busquei no lugar combinado, uma rua que passou a ser nossa de tantas vezes que fomos lá, ela de vestido amarelo discreto, a minha roupa não faço ideia.

Nos dirigimos até o local, que por sinal era muito bom, uma suíte maravilhosa de 3 andares.

Ela subindo a escada eu já estava excitado, começamos a nos pegar de forma controlada, porém bem gostosa, tirei a camisa e ela deslizou a unha na minha barriga, foi tirando meu cinto e abrindo minha calça, desceu bem devagar e ficou ajoelhada, me olhou e disse que só iria brincar. Abaixou de forma sútil minha cueca, fazendo meu pau pular em seu rosto, começou a abocanhar bem de leve e me olhando, e eu amando aquela boca pequena em mim.

A levei até a beira da cama, a coloquei sentada no meu colo, ela começou a rebolar de forma extremamente provocante, encaixando a bunda em mim, se curvou para frente, deixando a bunda a mostra e mais encaixada, tirou o short que eu nem sabia que estava usando por baixo, deixando apenas uma calcinha fio preta, torando aquela bunda. Minhas mãos passeavam naquelas coxas, bunda e buceta, em poucos segundos sua calcinha e vestido estavam no chão.

Terminei de tirar minha roupa, ela me esperando nua na cama, a puxei para a beira, ela automaticamente abriu as pernas, expondo aquela buceta que já estava toda molhada. Eu chego perto, a puxo pra mim e começo a pincelar meu pau que já não aguenta de vontade de entrar e eu empurro até ter tudo dentro.

Não consigo acreditar que está acontecendo, eu e ela novamente, sinto o calor daquela buceta e os lábios abraçando meu pau que já está a preenchendo por completo, ficamos ali curtindo essa posição, até que eu peço para que fique de quatro, então mudamos de posição sem tirar de dentro.

A pego pela cintura, ela ajeita seu corpo para melhorar o encaixe, eu começo a meter mais rápido e firme em meio a tapas naquela bunda e no seu rosto, o que a faz soltar uns sorrisos. Não me contenho aquela sensação gostosa e gozo, bastante e dentro dela. Ficamos ali sem falar nada, olhando um pro outro, queria saber o que ela pensou naquele momento.

Subimos até uma banheira, fico admirando ela nua, ela nunca tinha deixado eu a olhar daquele jeito, a vontade, sento na borda da banheira, ela entende o que eu quero, se aproxima e começa a me chupar deliciosamente, eu fico olhando ela com meu pai na boca, o olhar dela fica procurando o meu, era exatamente o que eu queria.

Descemos e ficamos curtinho o momento, agarrados matando a saudade dos tempos antigos, não demora muito e estamos querendo mais, sempre queremos mais. Eu deitado ela começa a me chupar novamente, dessa vez com mais intensidade, subindo e descendo a boca lateralmente, babando de um jeito a formar uma liga, me olhando com uma carinha perversa de desejo, preciso penetrá-la novamente.

Ordeno para que ela sente, e assim ela faz, se posiciona encima de mim, desliza a buceta no meu pau deixando entrar tudo, apoia as mãos no meu peito, eu cruzo os braços atrás da cabeça para admirar cada movimento, ela começa a sentar de uma forma espetacular, deslizando pra frente e pra trás sem sair nada de dentro, aquilo se assemelha a uma dança, com uma perfeição nunca vista, a seguro pela cintura firme, me lembro da nossa primeira vez, o que me dá vontade de bater naquela bunda e assim faço.

Ela está no ponto e me avisa que vai gozar, chega no ápice e desfalece sobre mim, sinto aquela buceta se contraindo e ensopando, ela ofegante descansa sobre mim, eu permaneço dentro querendo mais.

Vou pra cima dela e continuo a comer, cada vez mais forte e intenso, ela está muito ensopada e para minha surpresa não foge, me deixa continuar a vontade e eu vou cada vez mais intenso, com a sensação de que vou parti-la ao meio, em meio a tanta intensidade ela me avisa que vai gozar novamente, um incentivo para que eu vá mais forte, ela goza novamente de se tremer toda. Nunca alguém tinha gozado comigo duas vezes seguidas sem parar, eu fico admirado e querendo mais, ela entende o recado e para a minha surpresa vai até o sofá e se põe de quatro.

Sua buceta fica exposta, no ponto que gosto, e vou pra cima a agarro pela cintura e começo novamente, aquela posição é ótima para bater, adoro bater nela, faço com gosto.

Agora sou eu que quero gozar e ela entende isso, se põe de joelhos e fica me esperando, eu me aproximo e ela agarra meu pau, vai mamando devagar esperando seu prêmio, eu gozo naquela boquinha com ela me olhando e engolindo tudinho, eu queria aquilo, é minha primeira vez a premiando, fico realizado e assim foi nossa volta.

  • Enviado ao Te Contos

quinta-feira, 29 de outubro de 2026

Tá sendo bom de mais...

   

By; Duda

Oi Te Contos, sou a Duda, tenho 28 anos, eu sou uma leitora de contos, amo ler e sonhar com tudo que é narrado e quando chego em casa faço com meu marido tudo que li, porque os contos me enchem de tesão (eu escorro de tanto tesão que fico, até gozo enquanto leio) escrevo muito tambem, só que nunca tinha tido coragem de mandar nada até agora ...

Sou casada há 06 anos, só que ás vezes ele tem uns puritanismos e depois de alguns anos casada a área sexual deu uma caída, e há algum tempo fiz amizade com um homem pela net, era amizade e depois a coisa foi ficando muito caliente entre nós, chegamos a gozar os dois pela net ou pelo telefone de tanto tesão que sentíamos e varias noites fiz sexo feito uma puta com meu marido pensando nesse cara.

E como eu dava gostoso e gozava até desmaiar, chupava, metia, dava o cu, dava várias em uma mesma noite e no outro dia contava tudo pro meu amigo virtual. Muitas e muitas vezes gemia feito uma louca só de pensar que era aquele desconhecido tarado e gostoso que estava na cama comigo, só que nunca era ele.

Até que um dia tive coragem de conhece-lo pessoalmente, porque ele é lindo e eu não sou feia mais tambem não sou uma modelo e tenho filhos tava com muito medo (alto estima meio baixa), mas ele me convenceu e eu sai escondido com ele, pois em tantos anos de casada essa era a primeira vez que fazia isso.

Nos encontramos em uma tarde de chuva e frio em SP, na hora que nos vimos ficou meio estranho, meio constrangedor, porém foi caminhando e a vergonha passando até que nos beijamos pela primeira vez na real, foi estonteante, tudo que eu achava que seria de bom, foi mais, ele era um tesão de homem fisicamente, enorme de grande e lindo, e era ainda melhor ao vivo do que no virtual.

E beija aqui, amassos dali, mão que ia, mão que vinha, peguei naquele pau delicioso que estava louca pra conhecer, que gostoso que ele era, sou casada com um negro e não estava mais acostumada com homem branquinho e ele é loiro pra minha surpresa foi muito bom, ele chupava meios peitos como uma criança com fome e que me enlouqueceu de tanto tesão e desejo por ele, ele pegava de um jeito na minha buceta que me deixou molhada, pingando, ele sabia onde pegar e te enlouquecer.

Ficamos nos amassando por um tempo, só que naquele dia não tinha como fazer sexo com ele ali no carro, fui embora jorrando, escorrendo de tanto tesão por aquele homem enorme que tinha estado nas minhas mãos, pra falar a verdade eu gozei na mão dele.

Quando cheguei em casa dei como uma puta ensandecida pro meu marido, beijava ele tão forte que ate o machuquei, chupei aquele pau preto dele até engasgar de tanto que metia na boca, fiz ele gozar na minha garganta e tomei toda a porra dele como se fosse um mel único, dei minha buceta pra ele até não aguentar mais de tanto que ela doía e pra acabar a noite dei o cú até nem sentir dor de tanto tesão que estava pelo meu amante virtual.

Meu marido ficou ate tonto de tanto que nós dois trepamos, porque aquilo não era sexo era trepar e como foi bom, ele disse que a muito tempo eu não ficava tão tesuda como estava, dei um beijão nele e desmaiei.

Uma semana depois sai com ele de novo, só que dessa vez sabia o que queria e o que eu ia achar, fomos direto pro motel sem falar nada e sem nenhum pudor, começamos a nos beijar e passar a mão um no outro com muita pressa, porque o tesão era incontrolável.

Ele me deixou pelada, ele queria ver minha bundo e meus peitos todos de fora, e foi uma delicia, ele chupava meus peitos com muita fome e força e eu esfregava a minha lingua junto com a dele no bico do meu peito e ele enfiava aquela mão gostosa na minha bucete que ja estava escorrendo de tanto tesão que eu estava, eu comecei a beija-lo no pescoço, nos bicos do peito o que o fez delirar, na barriga até que cheguei naquele pau delicioso, que pau gostoso, que gosto bom de homem ele tinha, chupei ate ele me puxar pelos cabelos, e me fuder na boca, só que eu não conseguia parar, chupava todo o pau dele que ele quase desmaiou uma vez e me pediu pra parar, depois ia só pra cabecinha bem devagar e mamava igual um neném, passava a lingua toda naquele pau grosso e gostoso, depois chupava aquelas bolas deliciosas, e caia de boca de novo em um boquete que me fez gozar junto com ele, e quando ele gozou quase que eu morri afogada de tanta porra que ficou na minha boca, parecia um balde de porra quente e grossa, e como matei minha sede por aquele homem que me enlouquecia a mente e me entumescia o corpo.

Trocamos beijos tão indecentes, beijos molhados, de línguas, que o tesão fez o pau dele endurecer novamente sem eu nem por a mão nele. Ele me pôs de 4, pernas afastadas e começou a lamber a minha buceta, socando a língua dentro depois passava ela em cima do meu cu, eu sentia o molhado da língua entrando no meu cuzinho, minha buceta ficou hiper molhada, ele nem avisou, só se posicionou direito atras de mim e socou forte dentro da minha buceta, eu soltei um berro, doeu, e foi tão gostoso. Ele socou como se não tivesse amanha, seu corpo batia forte na minha bunda, que por sinal, nunca apanhei tanto na minha vida quando naquele dia, sai de bunda pegando foto,toda ardida dos tapas e apertões que ele me deu.

Um momento eu pedi para mudarmos de posição, alem de querer montar nele, queria muito sair daquela posição pois minhas costas estavam começando a doer por causa do arco que estava fazendo, empinando a bunda pra cima, e ele apoiado nas minhas costas empurrando para baixo.

Quando ele deito e eu montei nele, foi a hora do meu show, montei e não tive pena do pau dele e nem da minha buceta, cavalguei com todas as minhas forças, gozei forte no pau dele, minhas pernas tremiam, ate tentei sair de cima, mais ele agarrou na minha cintura e começou a foder de baixo pra cima, eu gritei de prazer, quando ele cravou duas ou tres vezes ele gozou forte.

Nesse momento de bateria descarregada, recuperando a energia o meu marido começou a me ligar e o clima foi totalmente quebrado, infelizmente nosso encontro tinha que terminar ali e eu ainda nem tinha levado no cuzinho. Contei a ele que teria que ir, e ele chamou-me para tomar um banho antes.

Lá trocando beijos e caricias ele me virou de frente pra parede, empinei a bunda e ele novamente sem dó, foi socando no meu cu, ardeu, parecia me rasgar, após entrar ele castigou meu rabo, fodeu gostoso, gozou dentro, depois nos beijamos gostoso.

Nos vestimos e voltei pra casa, tão cheia de tesão e com o cu tão ardido que tava pra enlouquecer, após resolver o problema que tinha que resolver pro meu marido, eu esperei ele chegar e fodemos mais um pouco, mais só dei a buceta, pois o cuzinho tava castigado de mais.

As conversas virtuais continuam, e os encontros tambem.

  • Enviado ao Te Contos por Duda

quarta-feira, 28 de outubro de 2026

É bom sim, mais doí pra cara#%&.

  

By; Dayana

Oi Te Contos, me chamo Dayana, tenho 23 anos, namoro e sou de Ribeirão Preto-SP.

Vejo varios relatos aqui de mulheres que nunca deram o cuzinho, darem na maior facilidade !!!! Será!!! Por isso quero contar a minha primeira vez dando o cuzinho.

Eu adoro sexo, más dar o cuzinho, nunca foi assim tão fácil, primeiro que doí pra caralho, depois precisa dar muitas vezes o cú para sentir o primeiro orgasmo anal.

Sei que é bom, sempre dou meu cuzinho para meus parceiros e amigos, más sempre doí porra !!!

Eu devia ter na época uns 19 anos, fui a um acampamento no interior de sp. Com varias amigas e amigos, lá tinha um bonitão de olhos claros que me deixava morrendo de tesão, sempre via ele olhando minha bunda na piscina do camping, afinal uma bunda cobiçada a muito tempo,(desde menina tinha um bundão tipo, Raimunda, feia de cara e boa de bunda, com o tempo fiquei mais bonitinha) e todos sempre queriam tirar uma lasquinha.

Já estavamos a dois dias acampados, e sabe como é !! Tesão batendo na porta, resolvi dar uma investida no bonitão, naquela manhã estavamos na piscina e pedi que ele passasse bronzedor nas minhas costas, aproveitei e empinei mais ainda minha bunda, ele passou e perguntou se não queria que passasse nas pernas tambem, Falei que sim e ele começou com aquelas mãos fortes, nas minhas canelas e foi subindo nas coxas até chegar na bunda, que estava empinada e arrepiadinha de tesão, perguntou de novo, posso continuar, não resisti vendo aqueles olhos de pidão dele e mandei que sim, alisou minha bunda deliciosamente, ora passava como quem não quer nada, o dedo entre as coxas, já tocando minha buceta.

Fiquei mais tesuda que estava, ele se tocou e não parava de enfiar os dedos entre as nádegas até chegar no cuzinho, que estava quase de fora, pois meu biquini era minusculo, notei o volume na sua sunga, era dos meus, um belo caralho.

O dia passou e falamos de tudo de nossas vidas, até que no jantar ele sentou ao meu lado, e aproveitou para ficar enchendo meu copo de vinho a todo instante, já estava meio altinha do vinho, ele com aquelas mãos deliciosas, alizava minhas pernas por debaixo da mesa, até tocar na calcinha, aquilo me deixou num fogo terrivel. Terminado o jantar, minhas amigas viram meu estado de tesão e me deixaram com ele a sós.

Demos uma volta no camping, aproveitamos para nos beijar dar uns amassos fortes, tipo mão em tudo, tudo na mão, e fomos para barraca, ele veio, deitou do meu lado, começou a tirar a roupa e ficou só de cuecas, eu assistindo aquele striper, fiquei mais molhadinha ainda, a buceta até apertava de tanto tesão, fiz o mesmo, só que deixei a calcinha enfiada na buceta entre os lábios, ele babou.

Veio, me chupou com calcinha e tudo, metia a lingua fundo, voltava e lambia meu cuzinho, era demais da conta de bom, claro estava doida para dar uma mamada naquela vara, baixei a cueca, coloquei a pica toda na boca de uma só vez (outra coisa, todos falam nos contos de picas enormes, nunca vi uma com mais de 18 cms) lambi, chupei, mordia gostoso aquela cabeçona até sentir seu gosto melado na minha lingua. Ele me deitou, veio por cima da minha cabeça e começou a foder minha boca como se fosse uma buceta, ora tirava e mandava chupar as bolas e o cuzinho, eu mandava quente, chupava e babava como louca.

Voltou para posição papai e mamãe, levantou minhas coxas, deixei minha buceta bem aberta com as mãos e pedi aquela vara toda melada, foi delicioso, metia fundo forte, tirava roçava no cú, punha na buceta de novo, eu gemia. Queria mais, me colocou de quatro, meteu fundo na buceta, sentia seus pêlos na minha bunda, era fantastico, o cara fodia bem mesmo.

Até que cheguei em um gozo interminavel, gozava apanhando na bunda pelas mãos sedosas do meu macho, quase desmaiei de tanto gozar, ele veio junto, jorrando sua porra quente dentro de mim.

Ele se refez, e pediu bem baixinho no meu ouvido;

- "quero seu cuzinho, sua bunda é deliciosa"

E com um pedido desses, não poderia negar, claro !!

Fiquei de ladinho, ele já estava com a vara durissima, comecei passar o dedinho no meu cuzinho e depois enfiar um de cada vez, foram tres !! Já com o cuzinho bem larguinho ele se posicionou, pegou um oleo e passou na cabeça do caralho, que brilhava de tão duro, veio passou no meu rabinho com dois dedos bem fundos, e começou a meter, gente como doía!! Mas eu estava firme, decidida e fui rebolando naquele pau melado, que ia entrando e rasgando tudo (lembrem-se, já dei muito meu cú) más estava ficando bom, já dava para foder um vai e vem lento, ele com muita habilidade, apertava os bicos dos meus seios bem forte, para confundir a dor do cuzinho e misturar tudo, dor e tesão!!

Devagar, fui virando com ele enfiado no meu rabinho, até ficar de quatro, ai sim as coisas pioraram, doí pra caralho, e eu aguentando aquela vara toda, tocando uma siririca, ele segurando meu quadril para por mais ainda dentro, enfiava gostoso, metia firme, macho bom aquele, não nego que tambem estava sentindo prazer com aquela vara no cú, ele pegava nos meus cabelos e puxava me chamava de puta, vadia, vagabunda e tudo que vinha em mente, até que gozou uma enormidade de porra no meu cú, pedi que continuasse, pois queria gozar tambem, ele alucinou com meu pedido e mandou forte, mesmo com a vara meio mole, claro endureceu em instantes, ergueu o corpo, veio por cima de mim e fodia fundo, sentia as bolas baterem na buceta, que tesão de foda no cú.

Com tanta maestria do cara, fui sentindo meu orgasmo chegar lentamente do fundo do meu cuzinho, rebolei forte, abri a bunda com as duas mãos e pedi tudo enterrado na hora certa do gozo, assim ele fez, gozei com todo corpo, tudo tremia, até perder as forças e deitar extenuada, ele foi retirando devagar o vara do meu cuzinho, até eu sentir ele fechar novamente. Delicia.

Agora o que todos não falam aqui, gente quando levantei parecia que o cú estava saindo fora do corpo, ardia, queimava, sei lá o que mais sentia, sem falar na hora de ir forçada no banheiro por toda aquela porra pra fora, como doí, mas dar o cuzinho é bom..

Beijos Te Contos

  • Enviado ao Te Contos por Dayana

O pedreiro amigo do meu sogro veio fazer um serviço aqui e acabei dando pra ele. (Agosto-2026)

  

By; AnaMara

Oi TEContos, meu nome é AnaMara, tenho 28 anos, cabelos ondulados, seios fartos bem macios e uma bunda que não é muito grande mas é bem arrebitada.

Eu moro no Parana, sou casada a 8 anos, mas confesso que meu casamento esfriou bastante. Meu marido vive para o trabalho e depois que conseguiu arrumar um bom emprego na área dele as coisas pioraram porque nem atenção ele me dá como antes.

Em Agosto ele resolveu antecipar uma reforma que estavamos pensando em fazer para o final do ano aqui em casa e eu fiquei louca porque sempre é a maior bagunça. E seria eu que ficaria com ele, já se fosse no final do ano, não ficaria sozinha, meu marido estaria aqui, pois é sua férias.

Ele contratou um pedreiro amigo de sua família, indicado pelo meu sogro, o seu nome é Silas, um homem de uns 40 anos, parrudo e com cara de safado. Ele chegava cedo com o uniforme de trabalho e ferramentas, me deixava impressionada como ele chegava cheiroso e sempre educado.

Eu fazia o café da manhã dele antes dele começar o serviço e aproveitava para conversar um pouco com ele. Com o passar dos dias fomos ficando “amigos” a gente conversava bastante e eu dava muita risada com ele que é um homem muito divertido.

Um dia eu perdi a hora e ele tava batendo na porta, levantei sonolenta de roupão e abri a porta pra ele. O homem me comeu com os olhos, ele me olhou dos pés a cabeça e quando viu que percebi ele baixou o rosto acho que constrangido por ser pego no flagra.

Isso me deu um calor, eu achava ele um homem rústico e ele tinha um olhar sedutor, na hora minha boceta ficou molhada e meu corpo se arrepiou inteiro. Eu fiquei louca de tesão por ele. Fui tomar um banho e pensei nele comigo, imaginei ele chupando minha boceta, fiquei bem molhadinha e comecei a me masturbar imaginando ele me comendo, como eu gozei gostoso.

Quando fui fazer o almoço, tava usando um shortinho jeans curto e logo o ele apareceu na cozinha pedindo um copo de água. Ele aproveitou pra puxar papo e olhava minhas pernas, eu já tava louca de tesão e quando fui levar o almoço dele não resisti e comecei a me insinuar discretamente, mas de forma que ele percebesse.

Eu disse que queria mostrar algo para ele no banheiro e mostrei que a descarga tava meio ruim, ele disse que ia dar um jeito e me mostrou como eu deveria fazer, na hora ele tocou minha mão, me arrepiei e ele percebeu. Ele perguntou se eu tava com frio porque me arrepiei, na hora eu fiquei corada e disse que não, respondi que tava com muito calor. Ele disse que também tava e perguntou se eu me incomodava dele tirar a camisa.

Fiquei louca de tesão quando ele tirou a camisa, ví seu peito peludo delicioso e fiquei louca, ele percebeu e deu um sorriso pra mim, repetiu que tava com calor e eu disse que ele poderia tomar um banho. Ele aceitou, fui no quarto buscar uma toalha pra ele e quando bati no banheiro ele tava só de cueca. Não tava aguentando mais, minha boceta tava doendo, meu cuzinho piscava. Era muito tesão!

De repente vi um volume na cuca dele, deu pra ver que o pau dele era enorme, sem falar no sacão que ele tem. Eu disse que ia sair pra ele ficar a vontade, mas ele me puxou pela mão e perguntou se não queria ficar. Na hora minha xota escorreu de vontade e meu coração disparou num misto de nervosismo e tesão.

Ele me puxou, deu um beijo gostoso do caralho, enfiando aquela língua grande na minha boca e passando aquelas mãos asperas pelo meu corpo. As mãos dele são enormes, deu uma vontade louca de dar naquela hora, mas ele começou a tirar minha roupa, me levou para o chuveiro e começou a beijar minha bunda, apertar bem forte e depois abrir as bandinhas pra chupar meu cuzinho gostoso que tava piscando por ele.

Ele lambeu todo meu cuzinho, depois chupou minha boceta e a língua dele era bem habilidosa, ele chupava gostoso demais, me fazia gemer, minhas pernas tremeram, eu fiquei louca! Ele saiu, foi na carteira dele dentro do bolso do uniforme e pegou uma camisinha. Colocou no pau e veio com aquele cacete duro pra cima de mim.

Ele começou a chupar meus peitos, me deixou louca com aquela língua brincando com meus mamilos e sugando com força, eu tava louca, tremendo e gemendo e gemi mais ainda quando ele colocou dois dedos na minha boceta. Os dedos dele eram bem grossos e doía um pouco, mas eu tava adorando dar pra ele.

Com o chuveiro ligado ele me virou de costas, segurou meu cabelo com uma mão e minha cintura com a outra e começou a sarrar na minha bunda. Eu não aguentava mais, queria dar logo e implorei pra ele me foder logo. Ele me pegou com força, encaixou o pau na minha bocetinha e me fez ficar mais empinadinha ainda para sua rola entrar bem fundo.

O pau dele me machucava um pouco, batia bem no meu útero, mas era uma dor tão gostosa que eu não queria parar.

Ele depois me virou, me levantou e começou a me comer no colo dele enquanto dizia que minha boceta é bem quentinha e apertada, que ele tava louco pra me comer, que eu era uma delícia. Depois de tanto meter ele disse que queria gozar na minha cara e eu deixei. Ele tirou a camisinha e soltou um jato de porra na minha cara, me deixando toda lambuzada.

Quando gozou o pau dele tava bem mole mas me ajoelhei e cai de boca, paguei um boquete gostoso, lambi a cabeça da sua pica e logo ele ficou duro novamente, prontinho para me foder de novo e foi o que ele fez, dessa vez empurrou tudo no meu cuzinho, sem camisinha, me fez tremer de dor e eu gozei gostoso com ele me arrombando.

Foi incrível sentir aquele macho bruto me traçando gostoso como nem meu marido tinha feito. Depois que a reforma acabou não vi mais ele, mas toda vez que lembro dessa aventura fico bem excitada.

  • Enviado ao Te Contos por AnaMara

terça-feira, 27 de outubro de 2026

A Hóspede Bendita - Parte I 

  

By; @mrerio 

Durante um de meus passeios fiz amizade com uma mulher mais nova, a Nina. Nunca houve nada entre nós, mas conversávamos praticamente todos os dias, até por ligação, e assim a gente foi estreitando laços e cultivando a amizade. Pra ela, eu sou o Mr.

Um dia ela me chama super animada no WhatsApp. Chegou a época das férias e ela quer muito viajar, curtir, conhecer lugares diferentes. Está realmente animada, depois de tudo que passou nos últimos tempos.

— Está pensando em ir pra onde? — Pergunto a ela.

— Ai, não decidi ainda, tem tanto tempo que não tiro férias que nem sei pra onde.

— Pensa aí, numa viagem legal que vc queria fazer...

— Ah, sei lá! Conhecer umas coisas diferentes. Pensei em praia, mas acaba que é tão parecido uma com a outra...

— Nordeste tem umas praias legais. Tem passeios bacanas em Jeri...

— Ah, queria ir pra lá mas acompanhada. Mas to inclinada a algo diferente de praia.

— Tem umas cidadezinhas bacanas também...

— Humm... Quais cidades?

— Tem cidades históricas como Ouro Preto, Olinda, Salvador, Fortaleza, e lugares de ecoturismo, como Foz do Iguaçu e o Jalapão...

— Interessante essa ideia, Ouro Preto é aí em Minas, correto?

— É sim!

— Tem mais alguma aí em?

— Tem uns locais aqui perto, Serra do Cipó, Rola Moça, uns locais em Sete Lagoas, tem uma cidade chamada Cordisburgo... — Digo com mais empolgação que nas falas anteriores.

— Nossa, legal! Vou pesquisar um lugar legal aí pra visitar.

— Se não se importar, pode ficar aqui em casa! — Ofereço sem nem pensar na proposta.

— Na sua casa? Sério? N-Não seria um problema para você?

— Nada, você economiza na hospedagem, consegue visitar uns lugares legais.

— E ganho um guia fanático pela região né? — Ela pergunta caindo na risada.

Começo a lembrar que vivo falando das atrações ambientais aqui da região, as grutas, os parques, as personalidades que já passaram por aqui, e sou capaz de ficar um bom tempo falando sobre isso. Adivinhem: ela já foi uma das vítimas das minhas "palestras".

Só então paro pra pensar melhor no convite que fiz sem pensar. Mas é uma amiga, então vai valer a pena tê-la como hóspede em casa.

— Ah, claro, ganha sim um guia da região. — Digo rindo junto com ela.

— Monta um roteiro bem legal pra mim? — Ela pergunta, já aceitando o convite.

— Posso sim, o que você quer ver mais?

— Você fala tanto das partes naturais daí que deu vontade de conhecer.

— Vou montar algo e te mostro, vamos agendando até você chegar.

— Não vai ser problema não? Assim em cima da hora?

— Relaxa, é tranquilo pra mim. Aqui é espaçoso, o lugar é bonito, vai adorar conhecer.

— Tá, vou ver o voo...

— Olha para o aeroporto de Confins, me fala o horário e eu te busco lá, é pertinho daqui.

— Não, não vou abusar de você!

— Não é abuso, o aeroporto fica a cinco minutos daqui, nem vai ser incômodo.

— Pronto, ganhei um guia e motorista.

Durante a conversa ela encontra as passagens, e combinamos que ela vem na sexta, depois do trabalho, e volta no segundo domingo seguinte, no meio da tarde.

Passamos as duas semanas seguintes conversando sobre a programação, bem animados com o passeio. E confesso que vai ser bom receber alguém em casa.

Na tão esperada sexta, tiro um tempo no dia pra lavar o carro, fazer umas compras e chamar uma pessoa pra dar uma boa faxina na casa e deixar um quarto preparado pra ela. Pouco antes de embarcar, ela me manda uma mensagem, e eu faço as contas pra chegar ao aeroporto a tempo de buscá-la.

Encontro com ela no desembarque e ela está linda: vestidinho floral de fundo branco, cabelos soltos, uma jaquetinha e um tênis. A gente se abraça, três beijinhos no cumprimento, e que perfume gostoso ela está usando. Coloco a mala dela no porta-malas e abro a porta pra ela entrar.

— Nossa, você está bem, Mr. Está um pouco diferente de quando a gente se viu.

— Obrigado, você também, mudou o cabelo... ficou bom...

— Ah, gostou? Já tem um tempinho que eu dei uma mudada nele…

Vamos conversando o caminho inteiro até chegar em casa. Eu a acomodo e tento deixá-la confortável.

— Nina! Você prefere jantar aqui ou quer comer fora? — Pergunto enquanto ela se ajeita no quarto.

— Vamos comer fora, assim é menos trabalho pra você.

— Bom, preparar algo aqui seria rápido, mas se não estiver cansada, tem um restaurante bem bacana na orla.

— Pode ser, vou pegar minha bolsa.

Ela deixa a jaquetinha na cama do quarto e eu ponho o blazer. Seguimos pro restaurante na orla da lagoa, e ela vai admirando a paisagem noturna, o movimento, o buffet ótimo, a música ao vivo que enche o salão. Depois do jantar, levo-a pra uma volta a pé pela orla, até pararmos no deck que avança lagoa adentro.

— Você tinha razão, a cidade é linda mesmo.

— Gostou?

— Muito. É bem gostoso aqui.

Um vento frio sopra devagar e percebo que ela se arrepia. Abraço-a pra esquentar e tento tirar o paletó, mas ela me impede, diz que prefere assim, e fica de costas pra mim, ainda dentro dos meus braços.

— Aqui também é bem romântico, né? — Ela diz, olhando pra lagoa.

— É bastante, os casais gostam de vir namorar aqui na beira da lagoa.

— É, estou vendo uns casaizinhos ali.

Ela se vira de frente pra mim e me abraça também, por dentro do paletó.

— Eu estava muito animada pra chegar aqui logo, sabia? — Ela me diz, com um sorrizinho nos lábios.

— É mesmo? Imagino.

— É, aquele dia que você me convidou pra vir eu quase nem dormi, imaginando como seria.

— É mesmo? O que você ficou imaginando?

— Isso aqui!

Ela fica na ponta dos pés e me rouba um beijo. Demoro uns segundos pra reagir e retribuir.

Sentir o corpo dela colado ao meu é bom demais: minhas mãos na cintura dela, as mãos quentes dela, uma nas minhas costas e outra na minha nuca, o perfume de flores subindo do pescoço dela e enfeitando ainda mais aquele momento que eu não esperava de forma alguma.

— Uau! — Exclamo, com um certo êxtase na voz.

— Quase pensei que tivesse pisado na bola!

— Não mesmo, foi uma delícia...

Seguro-a pela cintura e a coloco sentada no guarda-corpo do deck. Ficamos ali mais um tempo, nos beijando e abraçando, entre um beijo e outro, conversinhas ao pé do ouvido.

Quando finalmente voltamos pra casa, o clima já esquentou. Mal paro o carro na garagem e ela me beija com vontade ali dentro mesmo. Antes de abrir a porta de casa, voltamos a nos agarrar, só que dessa vez eu a levanto no colo, pressiono o corpo dela contra a parede e arranco uns suspiros e gemidinhos, enquanto ela me envolve com as pernas.

Abro a porta e entro com ela assim, no colo, sem fechar nada atrás de mim. Ouço os tênis dela caindo no chão e a sento no sofá.

Ela está linda no mesmo vestidinho, as coxas grossas bem aparentes nele, os seios médios quase pedindo pra sair. Ajudo-a a abrir a parte de trás do vestido e uma das alças cai, deixando à mostra o sutiã azul. Minha boca mergulha entre os seios dela, as mãos dela se enrolam nos meus cabelos e apertam minha cabeça contra o colo. Minhas mãos percorrem as coxas, até ficarem entre elas e o sofá, e eu a puxo pra mais perto, pra ponta do assento. Minha boca sobe pro pescoço e o marca de leve com os dentes, e ela recebe cada mordida com a cabeça pra trás, os olhos fechados, um suspiro fundo a cada uma.

Fico de joelhos na frente dela e ela se levanta. Termino de abrir o zíper, tiro a outra alça e vou descendo o vestido devagar, admirando o corpo dela se revelando aos poucos. Aquela pele clara me hipnotiza mais a cada centímetro que aparece, e que corpo ela tem. Quando o vestido cai, agarro-a pela cintura e começo a beijar a barriga, que é uma delícia. Minhas mãos deslizam até o bumbum e o apertam. É grande, firme, um pouco frio por causa do vento que entra pela porta aberta, e uma calcinha azul de renda o enfeita.

Tiro a camisa. Ela abre o sutiã e, em seguida, abaixa a calcinha, deixando-a cair sobre o vestido, no chão. Aproveito e coloco uma perna dela no meu ombro.

— Não acredito! — Ela exclama, sussurrando.

— Em quê você não acredita? — Pergunto, olhando pra cima, com o rosto bem pertinho da virilha dela.

Ela empurra minha cabeça com delicadeza na direção da boceta, lisinha, quente e molhada, pronta pra receber minha boca. Começo devagar, e minha língua passeia pelos lábios dela como se estivesse num parque de diversões, explorando tudo que está ali na minha frente. O cheiro chega antes do gosto, e o gosto é ainda melhor. Brinco com a ponta da língua no clitóris e alterno com chupadas firmes, e a cada passada arranco dela um gemido rouco. Quando vou mais fundo, o quadril dela vem junto, ditando o próprio compasso.

Com uma das mãos, começo a tocá-la. Meus dedos escorregam na entrada úmida, até que a penetro, e um gritinho escapa antes que ela consiga abafá-lo com a palma da mão.

Não sei quanto tempo passo ali, me deliciando na boceta lisa, rosada, que escorre tesão. Sei que, em algum momento, o corpo dela começa a tremer a cada movimento dos meus dedos, a cada deslizada da língua, a cada chupada. Então as pernas dela cedem, o corpo trava e ela me empurra, desabando no sofá. Volto a chupar pra não perder nem um segundo daquele gozo. Ela geme meu nome, alto, sem conseguir se conter, me empurra mais algumas vezes, e só então eu paro, com a boceta dela encharcada de gozo e saliva.

Minha boca sobe, beijando a barriga, o umbigo, até chegar nos seios, eriçados, durinhos. Eles cabem perfeitamente na minha boca. Meus lábios os acariciam, os provam, percorrem cada curva, e volto a subir até alcançar a boca dela. Ela me beija com uma vontade enorme, me aperta contra o corpo, e sentir o próprio gosto na minha boca a deixa ainda mais excitada.

— Me come agora!

Ela me pede, cheia de tesão. Já estou sem nada também. Deitada no sofá, ela abre as pernas pra me receber, e eu me posiciono bem na entrada. Começo a penetrá-la, olhando nos olhos dela. Que sensação sentir meu pau entrando naquela boceta apertada, quente, cheia de vontade. Sinto um pouco de resistência no começo, mas aos poucos vou entrando, e cada centímetro arranca gemidos de nós dois. A voz dela no meu ouvido é uma maravilha.

Meus quadris começam a ditar um ritmo de estocadas firmes e fundas. Uma das minhas mãos segura a coxa dela, a outra sobe até o pescoço e o aperta de leve. Ela arqueia o pescoço contra a minha mão e murmura entre os dentes:

— Assim...

Colo a boca no ouvido dela e vou dizendo o quanto ela é gostosa, o quanto está sendo bom comê-la ali, o quanto eu queria isso.

Sem sair de dentro dela, me sento no sofá e ela vem comigo, montando no meu colo. Dessa vez é ela quem marca o compasso, rebolando devagar, depois mais rápido, e sinto a boceta dela deslizando por mim, indo e vindo. Ter aquele corpo inteiro nas minhas mãos me leva cada vez mais alto: chupo os seios, beijo a boca, aperto as coxas e a bunda, arranho as costas. A cada movimento ela se entrega mais, geme sem se conter, e que sentada deliciosa ela tem.

Ela percebe que estou perto do limite. Sai de cima de mim e se ajoelha na minha frente, me masturba um pouco e logo coloca meu pau na boca. Ele ainda está molhado do gozo dela, e ela lambe tudo, me levando à loucura, me fazendo me contorcer a cada movimento da mão, a cada deslize dos lábios.

Ela para de chupar, aproxima os seios e me masturba até eu cobri-los de gozo. Desliza um deles pela glande, arrancando ainda mais, e volta pro meu colo. Me beija e vai movendo a boceta contra o meu pau.

— Foi pra isso que me convidou pra ficar aqui na sua casa?

— Se eu te falar que não pensei nisso, você acredita?

— Não parece! — Ela responde, olhando no meu olho...

— Eu não imaginava que isso ia acontecer.

— Que bom que aconteceu... Agora sei que vai ser uma ótima semana.

— Se depender de mim... Vai ser excelente...

— Toma um banho comigo, Mr.?

— Claro, vamos no meu banheiro, lá tem mais espaço pra gente...

— Me mostra...

Ela me estende a mão. Atravesso o corredor com ela até o meu quarto e, pela porta da suíte, abro o chuveiro. O vapor sobe e embaça o espelho, e a semana de férias dela começa, de verdade, só agora.

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Obrigado @ninaagost (Nina)!!!

Estou sendo mamada, digo, mimada de mais pela minha Mommy (lesb) (25-10-2026)

  

By; Maiara

Oi Te Contos, me chamo Maiara, tenho 23 anos e sou de SP. Se eu estou sendo mamada, digo, mimada, foi porque eu me-re-ci! Gente, sério, depois que eu recebi a atenção de uma sugar mommy eu não quero outra vida. E o que já era bom só melhorou quando percebemos que a dominatrix que habitava nela combinava perfeitamente com meu espírito submisso! Credo que delícia.

Não bastava a diva pagar minha facul, me encher de mimos, ainda transa gostoso. Mas também, uma mulher com aquele poder! Que mulher, meus amigos, que mulher.

Ela é uma mulher espetacular de 46 anos, linda, loira, safada e gostosa, uma mulher poderosa de alta classe, que anda sempre bem cheirosa e bem vestida, carro e mansão de luxo. E para melhorar me querendo. Perfeito!

Nos conhecemos a 2 anos e dai pra cá já começamos a nos pegar, sem compromisso, gostei da pegada dela e tambem do que vinha a seguir, sempre presentinhos, flores, chocolate e perfumes importados, saltos, bolsas, celular e por ai vai.

Sai de um mini ap dividido com mais 3 amigas para moro sozinha em um ap custeado por ela em um bairro de classe media alta aqui de SP.

Domingo passado nem achava que ela viria qui, pois estava recebendo sua irmã e familia em casa, por causa da votação, eu já estava largadona assistindo uma serie quando meu telefone tocou, era ela dizendo.

— Maiara? Se prepara que eu estou chegando. — foi só o que ela disse e desligou.

Tirei minha roupa correndo, entrei no banheiro mais rápida que um raio e joguei uma água no corpo pra ficar fresquinha. Um splash com cheiro de frutas vermelhas pra mommy chupar minha buceta como se fosse uma melancia, um laço preto no pescoço pra ficar bem ratinha.

Ouvi o clac clac do salto dela no corredor e a chave na porta, só isso já era suficiente, pra meu grelo pulsar de felicidade. Quando Vanessa abriu a porta e entrou, me viu de joelhos, as mãos espalmadas nas pernas, toda mansa.

— Fala pra mim o que você é! — Vanessa disse com a voz firme e calma de quem sabe e é acostumada a dar ordens e ser obedecida.

— Eu sou uma rata, senhora! — respondi com a cabeça baixa, sem olhar ela nos olhos, adorando o joguinho de poder, o teatrinho de antes da foda.

— Isso mesmo, você é uma rata e sabe o que você vai fazer agora? — ela perguntou.

— Não, senhora. — respondi humilde.

— Você vai me carregar. — ela se aproximou e passou as mãos no meu cabelo. — pro quarto e vai mamar sua mamacita bem gostoso.

— Sim senhora. — respondi ficando de pé e pegando ela no colo e indo pro quarto que felizmente, era perto.

Deitei ela na cama e tirei peça por peça da roupa dela, deixando o salto alto por último. Adoro ela de salto. Tirei e beijei os pés dela, a parte de cima e a sola, esfregando eles no meu rosto, chupando os dedos sem pressa.

— Isso, faz assim… Gostosa. — Ela disse suspirando e colocando as mãos atrás da cabeça, para poder ver o meu show.

E se era um show que ela queria, um show ela teria. Fiquei de pé em frente a ela, passando as mãos pelo meu corpo e ondulando meu quadril. Apertei o bico dos meus peitos, virei de costas pra ela e rebolei como uma boa discípula da Anita.

— Safada. Vem aqui vem, chupa sua dona. — E eu sou doida de desobedecer uma ordem dessa?

Subi em cima dela, beijando ela na boca, mordendo o lábio, cheirando o pescoço… Descendo devagar até chegar nos seios e meter minha cara ali naquele paraíso. Mamei a mommy gostoso ouvindo ela gemer, sentindo os bicos dos peitos dela ficarem durinhos e depois de lamber, assoprei antes de puxar levemente com os dentes.

— Annnn Maiara… Eu quero gozar. Dê o seu melhor. — ela disse passando a mão pelo meu rosto.

— Sim senhora, mamacita. — respondi descendo pela barriga, lambendo e mordendo cada curva daquele corpo gostoso.

Abri as pernas dela e antes de chupar, inspirei o aroma daquela xota, uma sommelier de buceta curtindo o buque antes de se embriagar. Lambi o grelo devagar, quase reticente, quase sem querer, apenas para sentir ela empinar o quadril na minha cara e esfregar aquele xoxotão no meu rosto.

Lambi cada parte daquela mulher, chupando, esfregando os dedos, sugando os sucos bucetônicos que escorriam daquela deliciosa gruta do tesão. Enfiei meus dedos dentro dela, os dedos curvados para massagear o ponto g e ouvi a respiração dela mudar, ficar mais ofegante, percebi ela encolher as pernas, as coxas trêmulas.

— Não para… não para, porra! — ela mandou e eu mandei ver na mamada da mamacita. Eu enlouquecia vendo aquela puta mulher poderosa e gostosa sucumbir de tesão na minha língua. Delícia demais. — Annnn annnnn isssoooo tô gozando! Tô gozando!

Senti o gozo dela escorrer e lambi tudo, matando minha sede e sentindo meu grelo pulsar. Passei os dedos na minha xota úmida, quente e sorri, pedindo:

— Essa rata se comportou bem, senhora?

— Muito bem. — ela respondeu, uma visão renascentista nua e gozada na minha cama.

— Então eu mereço gozar? — perguntei beijando o pescoço dela. Vanessa deu uns tapinhas ao lado dela e me chamou com os dedos:

— Deita aqui, deita.

Deitei e ela levantou indo até meu guarda-roupa onde guardávamos os nossos brinquedos. Voltou com a varinha, um gel e um vibro duplo vestível que eu AMO. Colocou os brinquedos ao meu lado na cama e pediu:

— Vem aqui bem para a beira da cama e abre as pernas pra mim.

Obedeci e ela pingou o lub direto no meu grelo, suave e fresco na minha pele. Abaixou o rosto e lambeu, uma, duas vezes e depois chupou brevemente erguendo o corpo e ligando a varinha já na terceira vibração e tocando meu grelo, encolhi as pernas gemendo.

— Annnnnn — ela deu um tapa na minha coxa e disse:

— Paradinha. Parada, se não, não uso esse microfone para fazer sua buceta cantar.

— Por favor… — implorei dando meu melhor para ficar parada. Ela é malvada suficiente para me botar de castigo, negando o gozo por um longo tempo, longo o suficiente para me fazer gritar e implorar de tesão. Mas hoje não, eu precisava muito gozar.

— Isso mesmo. Mansa e obediente. Quer gozar? — ela perguntou esfregando o microfone num ritmo gostoso no meu grelo e eu parada e calada fiz que sim com a cabeça. — É assim que você gosta? Quando a mamacita faz carinho em você? — Fiz que sim mais uma vez sentindo o gozo se aproximar.

A intensidade do tesão que eu ficava com nossos joguinhos e a vibração gostosa da varinha na minha xota eram uma combinação explosiva e eu sentia o gozo vindo… as extremidades do meu corpo formigando, tudo convergindo para o meu ventre para que eu explodisse com um vulcão em chamas!

— Ah mamacita! Gozei! Gozei! — falei sentindo o coração disparado.

— Vira de costas. — Vanessa disse imediatamente e eu virei e esperei.

Vanessa subiu em mim e meteu, estava usando o dildo duplo vibratório. Ela mordia minhas costas e minha nuca, metendo forte e fundo, me fazendo gemer baixinho embaixo dela.

— A ratinha gosta assim? Com força? — ela perguntou.

— Sim, simmmm — gemi em resposta sentindo ela pôr as duas mãos na minha garganta e levantar meu rosto.

— Gostosa. — Falou sem parar de meter, depois me beijou e cuspiu na minha boca. Lambi tudo sentindo meu corpo incendiar. — Vagabunda. — falou batendo forte na minha bunda e eu gemi de novo, louca de tesão. — Mamacita quer gozar de novo. Vira.

Virei de barriga pra cima e ela colocou minhas pernas no pescoço dela e pro meu desespero, a varinha no grelo.

— Ah meu deus, eu vou explodir assim. — falei, me sentindo até fraca de tanto tesão. Puta que pariu, que foda.

— Cala a boca e goza, sua safada. Goza pra mamacita. — Vanessa falou e eu cheguei a prender a respiração.

Era muita intensidade, muito tesão. Ela com dois vibros a própria megazord da foda e eu senti o gozo vindo novamente, mais forte dessa vez e foi gozando com o corpo completamente trêmulo tal qual um pinscher raivosa que gozei novamente.

— Gozei! Gozei… — falei deixando a voz morrer num suspiro.

Vanessa deixou minhas pernas caírem e meteu forte, gozando logo em seguida e se deitando sobre mim, em silêncio por um momento. Eu curtia a vibe, a alma voltando pro corpo depois do melhor gozo da minha vida e então ouvi Vanessa dizer:

— O que você é?

— Sou uma rata senhora.

— E agora você vai me dar um banho…

É, eu sou uma rata. Mais amada e mimada do que a Minnie.

Dei um banho bem caprichado nela com muito beijos e caricias, voltamos pra cama e ficamos a noite juntinhas, ela só foi embora pela manha após uma rodada de uma gozada bem gostosa no café da manhã.

  • Enviado ao Te Contos por Maiara

segunda-feira, 26 de outubro de 2026

Em meio a comemoração de ontem achei um homem para apagar meu fogo (25-10-2026)

  

By; Marta

Ola Te Contos, me chamo Marta, tenho 41 anos, sou divorciada, moro sozinha, sou um pouco gordinha, mais gostosa, tenho, 1.70 de altura, cabelos longos negros, seios medios, volumosos, bunda bonita e coxas grossas.

O domingo hoje foi bem quente, logo após votar fui a praia, e quando voltei no inicio da tarde, dormir um pouco e acordei com um fogo, ir a praia me dar um tesão de lascar, estou sem namorado e o meu P.A viajou para votar em outra cidade, o jeito foi tentar apagar meu fogo na siririca, mais foi em vão, gozei algumas vezes e só aumentou o meu fogo, eu queria mesmo era uma rola.

Agora após terminar a eleição, a praça lotou de gente esperando para acompanhar a apuração e comemorar, fiquei aqui da varanda olhando o movimento, assim que saiu o resultado resolvi sair na rua usando de mini saia e sem calcinha, para provocar as pessoas, e isso por si só já me dá muito tesão. Dei algumas voltas pela praça e nas ruas aqui, falando com conhecidos aqui do bairro e via os homens me comendo com os olhos, e eu já fiquei toda molhada.

Até que um conhecido, casado, que me segue no insta me mandou uma mensagem;

- ”que isso, vai matar todo mundo”

E isso me deixou com mais tesão ainda, eu respondi;

- “olha que está vendo de longe, vem ver de perto”

Ele é um homem bonito, uns 35 anos, como já disse casado, mora a algumas ruas de distancia daqui do predio onde moro, e é bem conhecido no bairro, e isso deu mais tesão ainda, a possibilidade de ser visto juntos aumentava a adrenalina. Ele se aproximou de mim e falou que eu estava gostosa demais, foi irresistível e tentador não falar isso pra mim, eu dei uma voltinha e fingir que a chave tinha caído no chão e peguei de costas para ele, para que desse uma boa olhada e me visse sem calcinha, ele viu toda a minha bucetinha e ficou doido, queria me beijar ali mesmo, falei que ali tava muito iluminado e tinha muitas pessoas conhecidas, tinha que ser em um local mais escondido, e sai andando, ele veio atrás, e eu deixando a saia subir para ele ver tudo.

Chegamos em um lugar escuro por estar encoberto por arvores, entrei dentro do carro dele, e ele já começou com a mão boba, eu só abri as pernas e deixei, até que não aguentei e tirei o pau dele para fora da bermuda e cueca, um pau ate que satisfatório, já estava duro, dei umas punhetas nele e depois comecei a fazer um boquete babado, até que uma hora ele anunciou que ia gozar, o safado gozou na minha boca, e eu levantei os olhos e falei que estava na hora dele comer a minha bucetinha.

Ele veio por trás comigo de 4, tentando comer, mas não entrava, fazia tempos que eu não transava, e eu gemia muito, falando:

- arromba essa bucetinha que já esta virgem

É nada do pau entrar, até que ele enfiou com toda força do mundo, e eu senti minha buceta toda aberta, e eu falava:

- me arromba vai seu safado.

Ele respondia:

- puta safada, que buceta gostosa. Agora eu vou comer quando eu quiser.

Ele metia com vontade e eu adorei, o carro balançando e o calor nos fazendo suar, dava pra ouvir bem gostoso as batidas do corpo dele na minha bunda e seu entrando e saindo da minha buceta. Mudamos de posição, sentei de costas e quicava nesse pau até não aguentar mais, e ele gozou tudo dentro de mim, a porra escorria na minhas pernas, fiz ele chupar tudo, falei que se faz bagunça tem que limpar e ele caiu de boca na minha buceta, me chupou toda e depois me deu um beijão bem melado e gostoso…

Assim eu vim embora para casa, comida, de buceta melada e satisfeita.

  • Enviado ao Te Contos por Marta


Aproveitei que meus pais saíram e dei uma rapidinha com o meu namorado a pouco (25-10-2026)

  

By; Liz

Oi Te Contos, me chamo Liz, tenho 19 anos, sou aqui de São paulo capital. Sou morena, magra com curvas, bundinha redondinha, peitos pequenos, barriguinha sequinha, e coxas grossinhas, tenho cerca de 1.65 de altura.

O que contarei aconteceu a pouquinho, ainda estou gozadinha, estava a pouco com o meu namorado aqui no quarto, meus pais não deixam ficarmos sozinhos aqui, sempre a porta tá aberto e eles ficam vindo aqui “disfarçadamente” pra ver o que estamos fazendo, um porre mais entendo. E nós ficamos nos provocando, nos tocando, beijando, quando conseguimos um momento a sós, adoro pegar no pau dele e adoro quando ele me toca, peitos, bunda e buceta.

Ficamos aqui no pc e quando a oportunidade surge la estamos nós, ele me dedando e eu punhetando sem fazer ele gozar. Mais hoje deu muito certo, muito mesmo !!!

Estavamos aqui nesse mesmo esqueminha de aparecer a oportunidade para aproveitarmos, quando terminou a votação e começou a apuração, estava tudo normal ate a hora que tava pra terminar, a rua aqui na frente lotou, carros de som, pessoas gritando comemorando, terminou a apuração e meus pais resolveram descer aqui pra frente do predio, nossa que delicia.

Esperamos um pouco já abaixei descendo a bermuda e a cueca do meu namorado e já levando uma pirocada na cara, estava de cabeça bem vermelha e babada, eu segurei e lambi de baixo ate chegar na cabeça e então comecei a chupar.

Estavamos no quarto, bem na entrada, ele na porta olhando se chegavam e abriam a porta e eu dentro do quarto ajoelhada chupando ele, não demorei tanto, pois queria sentar logo nele.

Trocamos de lugar, eu fui pra porta do quarto e ele por dentro, desci meu short, levantei minha perna, colocando meu pé em cima da mesa do pc e ele veio me lamber e chupar, nossa minha buceta estava muito molhada, a língua dele estava delicioso, eu quase perdi força na perna, deixei rapidinho, então puxei ele para me beijar, queria sentir o sabor da minha buceta em sua língua, depois ele sentou na cadeira (gamer), eu virei de costas pra ele, segurei o pau dele por baixo e encaixei ele na minha buceta e fui sentando, com ele segurando na minha cintura.

Sentei ate o talo, me ajeitei e comecei a subir e descer bem rapido, fodendo sem fazer tato barulho para não correr o risco de ouvir abrindo a porta da sala, o barulho la na rua estava alto, e eu sentando gostoso, ele começou a pegar nos meus peitos, apertando, apertando os bicos deles, eu rebolava e sentava.

Teve um barulho que nos fez parar, eu sai do seu pau para olhar da porta la em direção a porta da sala, como não foi nada, ali mesmo empinei a bunda, inclinei meu corpo, balancei a minha bunda pra ele, que logo veio pra trás de mim, ficou passando a cabeça do pau entre os labios da minha buceta, nossa que delicia, mais gostoso foi ele enfiando devagar ate entrar tudo.

Era eu olhando la pra sala e ele me fodendo segurando na minha cintura e mandando ver nas metidas, olhei pra trás e pedi mais rapido, queria gozar e queria que ele gozasse logo já estava começando a perder o controle e iria esquecer de olhar pra porra da porta da sala. Ele me fodeu com força socando rapido, sem noção de tempo eu tava mais acho que foram uns 15 minutos no maximo, então tirou o pau e eu mandei ele meter de novo.

Quando ele socou eu gozei, minhas pernas tremeram, a visão ficou turva ele deu mais 2 metidas e encheu minha buceta enquanto se apertava em mim, me puxando pela cintura, que delicia minha buceta e seu pau piscando muito, seu pau soltando todo o seu leite dentro de mim.

Ele gozou muito, quando ele tirou o pau de dentro de mim, escorreu um pouco, puxei bem rapido pra banheiro do meu quarto, e lá me abaixei ficando de cocoras no box e dei uma chupada no seu pau para sentir o sabor de nossas gozadas misturadas, sentir seu pau quente ainda pulsando, uma delicia. Da minha buceta escorreu bastante gozo, limpei o maximo e nos vestimos.

Tava um cheirinho de sexo que logo dissipar, eu ainda sentia minha buceta molhando a calcinha, trocamos uns beijos, uns amassos gostosos ate meus pais voltarem, ai disfarçamos um pouco e ele foi embora, corri aqui pra escrever.

Espero que gostem, foi delicioso.

  • Enviado ao Te Contos por Liz

  


domingo, 25 de outubro de 2026

Meu cunhado foi quem tirou minha virgindade e ainda me comeu por 3 anos.

  

By; Josierica

Oi Te Contos. hoje estou com 27 anos, podem me chamar de Josi, o que quero contar pra vocês aconteceu quando eu era bem mais jovem com 18 anos.

Nessa época minha minha irmã mais velha já era casada, vivia a elogiar o marido. Conversas com as amigas eram truncadas quando eu chegava. Mas sempre se entendia alguma coisa como o tamanho do pau; as repetidas fodas que ela levava durante a noite. Eu ia juntando os fragmentos de frases e ficava deitada na minha cama a noite, sempre a pensar nessas delicias.

Meu cunhado sempre me olhava com desejo, embora disfarçasse muito. Eu percebia pelos restos de olhares e pela respiração ofegante que ele apresentava quando eu me aproximava dele pra beijinhos no rosto e coisas assim. Comecei a nutrir certo desejo por ele.

Tem uma passagem que reforçou ainda mais esse desejo, transformando-o em tesão propriamente dito. Foi no clube que frequentávamos. Numa brincadeira entre eu, ele e os meus dois sobrinhos na piscina de água quente, eu usando um minúsculo biquíni preto, atochadinho no rego, propositadamente, diga-se de passagem, e ele com suas olhadelas desesperadas. Divertia-me e ao mesmo tempo me excitava. De repente senti sua mão acariciando minha bundinha. Fingi-me de morta, e deliciei-me com o pequeno afago.

Logo ele se recompôs e saiu da piscina rapidamente. Dei um tempo bem curto e disfarçadamente o segui até os nossos carros, no estacionamento. Cheguei de mansinho até ele e perguntei o porquê de sua retirada intempestiva. Ele nada respondeu. Mas pude ver extasiada o extra volume entre suas pernas.

Ele então me enlaça pela cintura e puxa junto ao seu corpo dizendo que não se preocupasse com ele e agradeceu o meu carinho. Senti o seu corpo quente e o meu quase em febre. Senti medo. Afastei-me e corri de volta pras brincadeiras.

Pouco tempo depois, era carnaval, e como de costume fomos a um camping as margens de um grande rio, com direito a barraca, pescaria, natação e tudo mais. O local tinha pouca infraestrutura e ainda assim estava divertido.

Na primeira noite, por volta das 8 h, senti vontade de fazer xixi, mas tinha medo de ir até os banheiros que estavam a uns 100 m dali. Foi quando minha irmã sugeriu que meu cunhado me acompanhasse, e ele aceitou não sem antes ensaiar um muxoxo. Até notei um sorriso malicioso nos seus lábios. E fomos. Eu estava um tanto apreensiva em pensar no que poderia vir acontecer.

Ao tentar entrar no banheiro vi que era impossível, devido ao estado deplorável que se encontravam; decidi fazer xixi atrás deles. Mas a escuridão me apavorava. Pedi que ele fosse comigo. E ele foi. Pedi que ficasse bem junto a mim. E ele ficou juntinho. Desci a calcinha e quando ia ficar de cócoras ele disse:

- Cuidado com sapos. Entrei em pânico.

- Sapos? E subi de novo a calcinha, já desesperada, apertada pro xixi e com medo.

- Quer que eu te segure no alto? Ele pergunta.

Não havia outra saída. Aceitei, assustada com a proposta. Ele então levanta a minha saia, abaixa delicadamente a minha calcinha e me segura no ar pelas pernas separadas e diz:

- Mije a a vontade, você está protegida. Riu solto.

Urinei como égua. De pronto ele me põe de pé e antes que eu recompusesse e erguesse a calcinha, ele com papel higiênico, vêm e me enxuga a bucetinha úmida de xixi.

- Higiene é fundamental, disse sorrindo.

Um sorriso bem cafajeste, diga-se de passagem.

Fiquei pasma. Um tesão desgraçado tomou conta de mim. Ele passou-me o papel e depois o dedinho pra ver se eu estava enxutinha. Não estava, lógico que não Não estaria jamais depois daquilo. Gotículas de xixi agora se misturavam com o mel de minha xana.

- Acaba de fazer seu xixi, enquanto isso eu faço o meu.

E abriu as calças e tirou o pau rígido, enorme e urinou ali na minha frente sob a luz branca da lua. Eu de calcinha arriada, meladinha, cheia de tesão, tarada e com corpo em chamas soltei um suspiro e exclamei algo incompreensível. Ele termina a bela mijada, vira-se pra mim e diz:

- Enxuga.

Não pensei duas vezes. Agarrei seu cacete, apalpei, corri meus dedos em toda a sua extensão, explorei todo aquele território desconhecido pra mim e ele me pegando pelos cabelos levou minha boca em direção a aquela seta flamejante.

- Mama, disse ele quase num sussurro.

Abri a boca na tentativa de dizer alguma coisa, mas essa foi invadida pela enorme rola. Gostei, então… Chupei, mamei, suguei com força, lambi e passei a língua em cada nervura daquela pica gostosa. Palhetei-a de cima abaixo, como um profissional do sexo. Não bastava. Tive que passá-la em todo meu rosto, pescoço e nos meus peitinhos rijos de adolescente. Que sensação maravilhosa. Minha mente fervilhava e ia ainda mais a frente. Queria ser metida, fodida, não pensava em mais nada alem das frases desconexas de minha irmã. Ele gemia e se contorcia.

De repente ele desce as suas calças abaixo do joelho. Arranca de supetão minha calcinha. Ajoelha no chão me encavala sobre aquele membro enorme e chupando minha tetinhas ajeita a glande na entrada de minha bocetinha e força a entrada até obter resistência. Solto um gemido. Ele então para. Começa a acariciar meu ânus. Sinto-me entre a cruz e a espada. Decido-me por deixar rolar.

- Foda-se, pensei. Ou melhor, que eu me foda toda. Por ele.

Tornou a forçar a rola pra dentro de minha grutinha. Senti os céus desabar de dor. Voltei a  consciência.

- Sou muito nova pra você, falei. Acho que não vou aguentar isso tudo, ta doendo muito.

- É assim mesmo, fica tranquila. Se você relaxar entra tudo fácil, fácil.

- Não. Não, tira um pouquinho.

- Não posso parar agora, disse ele. Não vou deixar serviço incompleto.

- Tem dó de mim, para de meter um pouco, pra eu descansar. Eu estava tensa, com os músculos tensos. Ele então recuou um pouco. Fiquei na zona do conforto. Ele me beijou na boca, buscou minha língua, o meu céu da boca. Meu primeiro beijo de amor. E na vara. Levando ferro. Senti-me amada com as carícias que ele me fazia. O dedo médio da mão direita sempre a acariciar meu róseo botãozinho.

- tesuda, gostosa, cunhadinha gostosinha, eu te amo.

Sentia-me envaidecida e ia me relaxando, soltando o corpinho. Até que… De repente ele sente o meu corpo frágil bem molinho e relaxado e subitamente me puxa com força pela cintura e me encosta-se ao saco dele de supetão. Dei um gemido alto. Nem deu tempo pra desespero. Babau hímen, já era. Suas mãos me soltaram e eu tentei me desvencilhar daquela vara grossa. Ergui o corpo pra me desenvarar. Quando a cabeçorra do pau estava quase a descoberto ele me puxa de novo até embaixo. Outro gemido e sinto o saco encostar-se ao meu cuzinho, sinto os seus pentelhos no meu púbis ainda lisinho. sinto seu dedo me caçar novamente. Achou meu rabinho e forçou a entra da do ânus.

Joguei meu corpo todo pra frente a fugir da dedada no cú e acabei me atolando na vara de novo E sobe e desce e gemo de dor, de gosto, de varada em varada. E tome dedo no cú.

- Não quero saber de mais nada. Não para, não para.

Parou embaixo vara cravada. Pulsando, latejando. Ele tira o pau da minha gruta e sai esguichando porra em mim, na minha barriga nos meus peitinhos. Sentia-me toda esporrada.

Abraça-me forte. Em êxtase. Nos apreçamos para me limpar, tinha pouco papel ali, tive que termina de me limpar com folhas de uma arvore que nem sei qual era, vesti minha calcinha e arrumei a saia, ele já estava me esperando já vestido, assim que aprontamos ele me beijou, passou a mão na minha bunda, me chamou de delicia, cunhadinha putinha, que iria me comer sempre se eu quisesse e dali seguimos para dentro da casa, paramos na sala e ficamos conversando um monte de besteira de filmes, para disfarçar a demora, quando a minha irmã saiu nem reclamou só perguntou da demora e falamos que estava ali falando de filmes, no fim ate ela ficou conversando um pouco, depois eles foram por quarto deles (que eles estavam) e eu para o meu, agora já desvirginada, já uma mulher.

Quando voltamos, dessa viagem o meu cunhado passou a me comer toda semana, era certeza 2x na semana ele me levar pra um motel e me comer, foram 3 anos assim. E foram inesquecíveis.

  • Enviado ao Te Contos por Josierica

sábado, 24 de outubro de 2026

O meu sonho de consumo, o homem dos meus desejos. (Setembro-2026)

   

By; Nathy

Oi a todos que estão lendo esse conto aqui no Te Contos, acompanho aqui já a um ano quase, e quero contar sobre a realização de um sonho de final de adolescência.

Eu me chamo Nathy, tenho hoje 32 anos e sou casada (segundo casamento), sou morena, sempre tive um corpão bonito, a genética ajudou bastante, tenho seio medios, coxas grande e uma bela e gostosa bunda, mesmo com a genética trabalho bem na academia para me manter sempre bem fisicamente.

Quando eu estava lá pelos meus 17 para 18 anos, minha mãe fez amizade com uma mulher que morava ate que perto la de casa, e com um tempo eu me tornei amiga da filha dessa mulher, chegamos ate a estudar na mesma escola, ali do 1° ao 3° anos, e ela tem um irmão mais velho 4 anos, que na época era um gatinho, moreno, alto, devia ter mais de 1.70 de altura, rosto bonito, boca que sempre eu me pegava olhando e desejando beijar, corpo muito bonito, coxas gostosa e uma bunda linda, ele jogava futebol toda noite alem de fazer karatê.

Eu lembro muito bem do dia que fui a primeira vez lá na casa dela junto com outras amigas nossas, ele estava dormindo no sofá, era tipo 6h da tarde, ele sempre tirava um cochilo de uma horinha, quando entrei na sala ele tava deitado sem camisa, eu babei, por cima e por baixo, eu estava no final da adolescência doida pra transar, perder minha virgindade, me tocava todo dia, me acabava em siriricas e a partir desse dia ele era quem eu imaginava me comendo.

Como sempre fui muito amiga da minha mãe, afinal desde criança sempre fomos só nós duas, eu contei sobre ele, sobre ter achado ele lindo e gostoso, mais a droga desse periodo foi cruel comigo, eu tinha bastante vergonha de chegar em alguém, minha mãe incentivava, mais eu não tinha coragem, minha amigas me empurravam pra falar com ele, e a irmã dele ate ficava dizendo que era só eu querer que colocava ele na minha frente, mais eu travava, gelava, e era mais com ele que com os outros, ele, era ele tenho certeza disso.

Por culpa disso, o via ficando com outra garotas, quase todas que eu conhecia, ouvia sempre elas falares dele, que era tudo de bom beijando e ate de uma que deu pra ele ouvi ela contando que ele era “abençoado” e que sabia usar muito bem o seu pau. Isso me torturava, eu ate tentava falar com ele mais acabava muda ou ficando apenas monossilábica e depois me arrependendo de não pular nele.

Bom, casei, anos depois me separei e casei novamente e nunca mais o vi, sabia que ele tinha casado e ido morar em outra estado, se tornado um pai de família, de bem na vida, formado, homem de sucesso profissional e foi isso… anos sem ve-lo ate esquecer dele. Minha amiga (irma dele) casou, nos afastamos, mais nossas mãe continuam amigas.

Então em setembro desse ano, minha mãe chegou perto de mim e baixinho me falou;

- tu nem acredita quem eu vi hoje, vi o Davi, e ele tá muito lindo.

Na hora que ela me falou acendeu um fogo, surgiu aquelas borboletas no estomago que aparece ali pela adolescência quando vocês começa a se engraçar por alguém, eu de imediato quis ve-lo, busquei seu instagram e achei, sim, pelas fotos ele estava realmente lindo. Precisava ve-lo pessoalmente, dia seguinte passei umas 3 x pela frente da casa da sua mãe, mais não o vi.

Novamente pela instagram fiquei sabendo que ele voltou a morar aqui, que alegria, então dias depois quando o vi no supermercado aqui do bairro, ele estava lindo, gostoso, meu sonho de consumo estava ali na minha frente, alto, moreno, forte, cabelos bem cortado, ombros largos, braços fortes e dessa vez eu não travei, sem perder tempo já fui dar oi e saber como ele estava, beijar seu rostos, sentir seu cheiro, toca-lo mesmo que de forma simples.

Rodei o supermercado com ele conversando, gravando na minha mente o som da sua voz, olhando o seu sorriso, o seu olhar, minha buceta piscando feito luzes de natal, queria dar ali pra ele, era só ele escolher onde, em qual setor, qual gôndula ou em cima dos caixas, ha eu dava sim.

Perto de sermos atendidos, eu primeira e depois ele no caixa, arrisquei tudo, disse que na adolescência quando ia lá na sua casa eu sou doida por vocês, muito afim de dar pra você. Ele sorriu e eu tambem, achei que ele não tinha notado ate ele dizer.

-não seria “era doida por mim”?

- não mesmo eu sou desde aquela época, nunca tive coragem de chegar em você, me arrependo ate hoje, eu era muito envergonhada principalmente perto de você e acabei perdendo a chance, por isso to falando agora. Vai que ainda tenho chance, vai que você não teria coragem de pegar uma casada, conhecida de longas data.

Ele deu um sorriso tão lindo, abaixou em direção ao meu ouvido e falou que tem coragem sim, bastava eu querer e marcar. Gente do céu, te contos, eu molhei e quase travei, minha mente bugou, parecia um cachorro que late atrás dos carro e quando o carro para o cachorro não sabe o que fazer. Foi quando ele perguntou;

- e ai vamos?

Eu disse; - hã?

Ai ele apontou pra fila, pra eu colocar as coisas na esteira do caixa, ai foi que voltei a si, falei que iriamos sim, quando saimos indo pro estacionamento onde estava nosso carros, eu guardei as minhas compras e ele as suas, nossos carros estavam distante, fui ate ele e perguntei se o que ele falou era real, ele me entregou o celular, pediu para colocar o meu numero nele e mandasse uma mensagem pra adicionar o dele no meu. Disse que assim ficariamos falando, e assim que eu tivesse tempo, vontade e coragem era só falar.

Nos beijamos, na verdade ele me beijou, ali no estacionamento, sem medo algum, me deu um chupão delicioso de língua, fez minhas pernas bambearem, borboletas, buceta piscando, coração disparado. Foi assim que voltei para casa, cantando alto, pernas inquietas, parando no sinal, uma olhada pros lado e uma passada de mão da buceta pra senti-la molhada, em casa tirei as coisas do carro e joguei na mesa e corri pra cama, si-ri-ri-ca alucinada, parecia estar guardada a anos, gozei que mais parecia que estava fazendo xixi, gemi alto, sem pudor algum, o meu sonho poderia ser realizado quando eu quisesse, agora tudo dependia apenas de mim.

Após a siririca mandei mensagem pra ele, com a foto da minha buceta após gozar na siririca, ela toda melada e vermelha, meus dedos molhados, com aquelas fios de gozo ligando eles a minha buceta, 1 minutos após recebi dele um video de seu pau, duro, trincando, cabeça vermelha, e ele dizendo que era só eu dizer quando.

Que loucura, tive que partir pra mais uma siririca das fortes, ele merecia, após isso ficamos conversando a um tempo, eu queria transar logo com ele, mais não queria que fosse algo rapido, queria algo demorado e muito, eu tinha esse direito, essa vontade, são anos desejando ele, não poderia ser rapido.

E o dia aconteceu em um final de semana, meu marido convidado a ir ao churrasco de comemoração ao casamento de seu sobrinho, eu não fui, sou brigada com o irmão dele, não tinha porque ir, ele levou as crianças e eu ficaria sozinha, avisei a ele que iria a uma cidade aqui próxima curtir a praia com a mãe, iria sábado e voltaria domingo a tarde, minha mãe, confirmou a historia e ele aprovou eu ir para não ficar ali em casa, minha mãe já sabia de tudo logico.

Após isso avisei ao Davi, que foi quem teve a ideia da casa de praia, confirmei que tinha conseguido o tempo, fomos cada um com o seu carro, e assim que entramos na casa e lá já fomos nos beijando loucamente, roupas tiradas e jogadas ao chão, as coisas ainda no carro, deitei ele no sofa e já fui chupar o seu pau, eu chorei chupando ele, era um sonho realizado, algo que nem sei explicar, mamei com muita calma, não queria que acabasse aquele momento, chuparia pelo tempo que não o vi, depois beijando cheguei a sua boca e tome beijos.

Com a mão entre nós segurava o seu pau, preparando pra sentar nele ate que ele me virou, abriu minhas pernas, ficou ajoelhado no chão e eu deitada no sofa, pernas cada uma para um lado, ele literalmente lambeu-me desde o meu cu ate ao começo da minha buceta que estava utra molhada, eu fui muito fraca, olhando pra ele, diretamente pro seu rosto, sua língua vindo trazendo meu melzinho la de baixo ate o inicio da minha buceta me fez gozar de me tremer, abocanhou minha buceta enquanto eu gozava e me chupou.

Chupou meu mel, minha força, minha alma, minha insanidade, eu gozei minha vida pra ele. Ele subiu em mim me beijando toda, chupou meus peitos, segurei em sua cabeça apertando-o contra mim, ele sugando meus mamilos, o barulho das chupadas foram incrivel, depois chupou meu pescoço, e veio pra minha boca me beijar feito um faminto.

O calor que eu eu estava sentindo, o calor que meu corpo emanou era algo que nunca passei, enquanto nos beijavamos sentia seu pau bem duro, melado, grosso, poderoso sendo apertado em mim, eu peguei fui guiando para a entrada da minha buceta, no ouvido dele eu pedi manhosamente;

- mete tudo de uma vez meu amor

E ele socou firme, eu urrei, chorei, gozei e apertei ele, que loucura, minha buceta mordendo o pau dele, eu não podia ter passado pela terra sem sentir ele, obrigada Senhor!

Ele me fodeu tanto, mais tanto que eu fiquei louca, mordia, arranhava, pedia mais forte, mais rapido e ele fodendo com tanto gosto, me proporcionando um sexo inexplicavelmente incrivel. Depois virei e fiquei por cima, montada, cavalguei olhando ele, sentindo minha buceta deslizando no seu pau, o pau que sonhei, desejei tanto. Senti a força da sua gozada me inundando toda, senti seu pau pulsando, o beijei e continuei fudendo ate juntos gozarmos forte e depois deitei em cima dele e ali fiquei curtindo o homem que sempre sonhei em ter.

Só depois que fomos buscar as coisas no carro, ele nu pegou suas coisas e me entregou uma toalha, e fomos buscar as minhas coisas no meu carro, depois voltamos para dentro, trancamos a casa e subimos para o quarto, queria chupar seu pau, enquanto andavamos o gozo escorria de minha buceta, descendo pelas minhas coxas, tomamos um banho com mais uma foda no banheiro, depois fomos pra cama, e fui chupa-lo, mais de 1h ali chupando ele, eu queria muito isso, ele gozou e eu continuei o pau amoleceu um pouco e eu continuei, o pau ficou duro de novo e eu continuei… tomei muito o leite da rola que sonhei e desejei toda, matei temporariamente a minha fome e sede.

Mais uma montada, galopada, cavalgada, sentada, quicada, o nome que for eu fiz tudo, e gozei, aiiii como eu gozei e ele tambem, tadinho, eu iria secar ele. Ficamos namorando na cama, como eu pedi ao Senhor que o tempo parasse ali, olhar ele, sentir ele, nunca pedi nada tão forte, com tanta vontade quando esse homem.

Transamos na piscina da casa a noite, foi a única vez que saimos da casa, depois voltamos pra cama e após 4 anos, eu dei meu cuzinho novamente, dessa vez pra quem deveria ter sido o primeiro, o primeiro em tudo. Aquele pau duro, grosso entrando no meu cuzinho foi de enlouquecer, ardeu, doeu, eu chorei, gemi, gritei e eu adorei.

Pedi pra ser fodida, e meu homem me fodeu, meu cuzinho ficou em brasas, ardendo pra caramba, minha bunda apanhou, o que devia ter apanhado la quando conheci ele, dormir aquela noite em cima de seu peito e de bunda ardendo dos tapas. Eu amei, viveria com isso sim com todo prazer do mundo.

O que gozamos juntos naquele dia não foi pra brincadeira, puxões de cabelo, tapas, arranhões, chupões, beijos, apertões e mordidas, não faltou nada. Transamos o que podemos ate minutos antes de sair de lá e voltarmos as nossas realidades, pedidos e promessas, pedi muito para não ter sido a primeira e ultima vez que fizemos tudo isso e ele prometeu que sempre que eu quisesse avisasse, já que eu sou casada e ele não mais.

Sim senhores e senhoras nesse encontro nosso foi que fiquei sabendo que ele estava separado, melhor divorciado, nem procurei saber o porque, isso já me deixou louca, porque não tinha nenhuma informação sobre isso no instagram dele.

Foi um momento em que eu agarrei ele, e o beijei, não sei o que me deu ali, era uma criança com um brinquedo novo, uma mulher com um homem novo, uma mulher com um sonho. Foi a ultima foda desse encontro encostada no carro com ele me comendo e eu chorando pedindo mais… porra como eu chorei nesse final de semana.

Voltamos e continuamos conversando, nos encontramos novamente, transamos gostoso, e eu quero muito mais…

  • Enviado ao Te Contos por Nathy

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...