By; Carolzinha
Ola Te Contos,me chamo Carol, tenho 23 anos, tenho cerca de 1.60 de altura, loirinha da pele dourada de praia, cabelos lisos, longos, corpo bem trabalhado na academia, coxas torneadas, seios gostosos e buceta lisinha, carnuda e bunda de durinha e redonda.
Sou Noiva, ele tem 25 anos, ele trabalha, é empresario, ultimos 2 anos tem se dedicado mais ao trabalho que a mim, me deixando muitas vezes de lado, me “usando”mais para mostrar para amigos e parentes como um troféu.
Pelo menos ele me mima muito, me enche de presentes, acho ate que é uma forma dele compensar a falta de atenção, de tempo, carinho e sexo, mesmo sabendo que sou meio que fogo puro, adoro foder. No começo do namoro eu entrava na pica todo dia, as vezes ate 3x no mesmo dia. Mais depois que ele se formou, que ficamos noivo, e ele foi trabalhar em tempo integral com o seu pai, tem me deixado na mão.
E isso é um grande problema.
O que contarei agora aconteceu após o feriado de 7 de setembro.
Foi em um sabado quando ele me ligou para almoçarmos juntos, nesse dia eu estava com mais duas amigas, tinhamos saido da faculdade e estavamos andando pelo shopping que tem ao lado. Eu adorei o convite dele, lembrou de mim sem eu ter chamado atenção. Eu estava de tenis, minissaia branca colada, camiseta e jaqueta jeans por cima. Fiquei esperando ele chegar parada na entrada do shopping, deixei meu carro com a minha amiga e ela deixaria em casa, já que somos vizinhas no condomínio. 20 minutos e nada dele aparecer ate que ele mandou mensagem, dizendo que o motorista tava chegando, que ele não pode vir me buscar mais se encontraria comigo la no restaurante e que a mesa já estava reservada.
Eu fiquei PUTA da vida, esperei o motorista que ele mandou vir me buscar e assim que ele chegou entrei e dei de cara com um cara lindo, alto, moreno, olhos esverdeados, muito bom de papo, interessante que acabou me despertando uma excitação. Com o transito caótico do horário a conversa foi bem divertida, ele tem muito senso de humor, me fez dar ótimas gargalhadas, acabei em um momento de transito parado a passar para o banco do carona, para conversar melhor, mas sempre de celular na mão esperando mensagem do meu noivo.
Chegando ao restaurante o Maítre me recebeu e levou ate a mesa reservada e fiquei la esperando e nada, mais de 30 minutos ate que resolvi ir ate o carro do motorista lá no estacionamento. Absurdo ficar esperando tanto tempo, então achei melhor ali conversando, decidi só ir para dentro quando meu noivo chegasse. Em um momento em que me levantei saindo do carro para ligar para o meu noivo saber se iria demorar de forma mais privada quando olho para tras e vejo o motorista apontando o celular dele pra minha bunda.
Fui ate ele e pedi o seu celular, ele perguntou pra que, e eu insisti e ele me entregou, olhei e tinha 3 fotos da minha bunda, olhei para ele que de imediatamente começou a pedir desculpas, que não tinha resistido porque me acho linda, ali a raiva que eu tava do meu noivo fez eu perder a cabeça, esperar já estava sendo muito ridículo. Falei pra ele que não falaria nada para o meu noivo, mais eu iria tambem querer foto dele, então ele passase logo para o banco de tras, deixasse o pau duro pois eu iria querer fotos dele tambem. Tudo é questão de OPORTUNIDADE.
Ele passou para tras, pois seu pau pra fora, estava meio mole e meio duro, ele se arrumou no banco e começou a punhetar, em instantes estava duro, tirei duas fotos, olhei para os lados, estavamos bem no canto do estacionamento, sem movimento, um carro grande do lado e o muro do outro, oportunidade. Abaixei e comecei a mamar a sua rola, e que rola gostosa, estava cheirosa, grande, grossa, tamanho perfeito, pêlos aparados, passei uns 5 minutos mamando bem gostoso, deixei bem babado, tirei da boca e gemendo manhosa falei;
- mmmm que rola gostosa você tem.
E ele; - sua boca é maravilhosa, chupar mais um pouco chupa
- não, eu quero ela é no meu cuzinho, você tirou tanta foto da minha bunda seu safado, tá afim de comer ela?
O sorriso dele não negava que ele queria. Fiquei de 4 no banco, levantei a saia, coloquei a calcinha de lado, toda cachorra, ele começou a passar a mão pela minha bunda, beijou, lambeu minha buceta que já estava bem molhada, lambeu meu cuzinho e eu ainda pisquei pra ele, então falei;
- come logo, pode chegar alguém ou o meu noivo
Ele se punhetando sem parar foi se arrumando atras de mim, joelho esquerdo em cima do banco e com o pé direito no piso do carro disse;
- caralho tu vai aguentar meu pau assim?
- Vou, eu gostos de dá, anda, mete e fode gostoso vai!
Ele ficou doido de tesão, caiu de boca dando uma chupada no meu cu, metendo a língua, molhando muito, me fez gemer baixinho me segurando para não gemer alto, pedi de novo;
- mete logo porra, me come vai
E ele: – Porra, tô sem camisinha.
Eu já agoniada falei: – Que porra de camisinha, caralho, meu cu gosta de comer rola é sem plástico, mete, vai. Meu cu quer roolaaa…
ali acordou ele que me pegou com a mão esquerda apoiada em cima da minha bunda e a direita segurou seu cacete e foi encaixando no meu cuzinho, eu piscava como se desse beijos na cabeça da sua rola, gemi gostosinho, arrebitei mais a bunda e ele empurrou e meu cu engoliu a cabeça de sua rola e soltei um gemidinho gostoso toda manhosa.
Pedi para ele esperar um pouco, fiquei “mastigando” o pau dele com o meu cuzinho, acostumando e fui mexendo para tras e pra frente,sempre mais para tras do que para frente ate engolir todo o seu pau. Soltei um gemidinho, olhei para tras e bem manhosa perguntei a ele;
– Tá gostando do meu cu, seu safado?
– Siiimmm, deliciar…Vem aqui, vem, safada, quer rola, quer dar a bunda? Então empina mais que eu vou te dar o que tu quer…
Ele então tomou as rédeas da situação e agarrado no meu quadris, começou a mexer seus quadris e assim a estocar seu pau no meio da minha bunda, sem camisinha.
– iissooo, iiissooo, filho da puutaaa, me coome assimm, assim mesmo. Fode meu cu, foodee, fode meu cuuuu…
Ele perceu que eu aguentava o tranco, então me segurou firme e começou a encacetar o meu cuzinho com mais força. E quanto mais ele socava, mais eu pedia:
– aaiii, que gostooosooo, não paaraa, não paaraa, fode meu cu mais forte, foodee… eu goostooo, eu gosto no cu é assimm, com foorrçaaaa…
Ele me fodia com gostoso, do jeitinho que eu adoro, eu chegava a levantar a cabeça e olhar pela janela, enquanto era fodida e me segurando para não gemer alto, toda ofegante feito uma cadela cansada, sendo macetada sem dó. E assim eu me descontrolei e comecei a gozar de um jeito que não parei mais.
E o mais gostoso foi que enquanto eu gozava o entra e sai da rola dele era que ele não parava, ele socava com força, urrava feito um bicho selvagem enquanto me puxava pelos quadris e atochava tudo, tudinho no meu cuzinho, dando uma espetacular enrabada. Minha bundinha gostosa, toda arrebitada, redondinha, de uma sexy marquinha de biquíni e duas covinhas no alto de cada nádega estava sendo espancadas, minha bunda tremiam a cada batida de virilha dele.
E tome rola, tome rola… só no cu, gemi gozando ainda mais forte, nem fôlego mais pra falar alguma coisa eu tinha, só gemia, gemia e pau torando meu cu. Quando eis que ele parou de uma vez, puxando-me pra ele, grudando bem forte sua virilha suada na minha bunda igualmente suada, deixando assim seu pau todo atochado no meu cu enquanto esguichava muita… muita porra… lá dentro !!!
Quando o seu pau saiu de dentro do meu cu, escorreu um rio de porra e meu cuzinho piscando parecendo pisca pisca de natal e o meu cuzinho de rosinha estava bem vermelhinho. Tive que abrir a porta que estava para o muro e me abaixar fora do carro, ficando de cocoras para escorrer todo o excesso de porra, enquanto isso ele ia tentando se recompor dentro do carro, depois entrei novamente no carro me limpei com uns lenços umídecidos, arrumei a minha calcinha e minha saia, aproveitei melhor o ar do carro pois estava suada de mais, liguei pro meu noivo, avisei que tinha casando de esperar, agradeci pelo almoço e disse que iria pra casa. Pedi pro motorista me deixar em casa e depois podia voltar lá pro escritório.
E do mesmo jeito que vinhemos, rindo voltamos nos divertindo ainda mais.
Enviado ao Te Contos por Carolzinha
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