By; Rafaela
Oi Te Contos, me chamo Rafela e gostaria de contar a loucura que aconteceu nesse final de semana de feriado de 7 de setembro.
Eu morro de tesão no marido da minha amiga Abigail, o Daniel. Ele tinha 50 anos, grisalho sarado, me da muito tesão. Eu e Abigail temos 35 anos. Somos bem diferentes, Abigail é peituda e extremamente autoconfiante, já eu tenho o corpo de uma garota ainda em formação: sou magra e sem peitos. Isso sempre me deixou muito insegura.
Daniel é bem extrovertido e ele está sempre pegando na Abi na minha frente. Eu não falo nada, mas isso sempre me deixa com tesão, ver ele pegando nela como homem, aquela mãozona nos peitos, na bunda e as vezes até, discretamente, na buceta da minha amiga. Isso me fez muitas vezes eu me masturbava de noite sonhando com a pegada dele.
Nesse feriado eles me convidam para ir com eles em uma casa de praia (Foi o minha primeira saida após a perda do meu marido em Janeiro desse ano). Um amigo de Daniel havia emprestado a casa e eles me chamaram pois tinha dois quartos e não ia custar nada. Eu aceitei pois eles sempre são muito legais e também no fundo para ficar perto de de Dani.
O primeiro dia é fantástico, a Abi foi a para a praia com um biquini amarelo minúsculo, Dani de sunga preta e eu com o meu maiô de natação, completamente comportado. Após o meio da tarde almoçamos em um restaurante e voltamos para a casa, assim que chegamos eles tiraram a areia da praia no chuveiro no quintal da casa e ambos tiram a roupa na minha frente. Eu fiquei morrendo de vergonha, assim que vi o pau de Daniel duro já fiquei imediatamente molhada. eles riam e brincaram na água e dizem para eu ficar pelada com eles, mas eu não fui fiquei perto, brincando com eles e depois subi para tomar banho no banheiro do meu quarto.
Apos o banho coquei um vestidinho de alcinha e desci para a sala, onde encontrei Daniel só de bermuda e Abi de shortinho colado e top de biquini, agora branco. Ele estava preparando caipirinhas, bebemos e conversamos bastante e logo o alcool me deu sono e acabei dormindo na poltrona.
Quando acordei e olhei para o lado a Abi estava de joelhos no sofá, o shorts dela no tornozelo e o Dani fodendo-a por trás. Ele segurando pelo pescoço e o pau dele todo melado entrando e saindo da boceta dela. Imediatamente finjo dormir de novo e fico esperando eles pararem para poder “acordar”, assim fiquei ali ouvindo os gemidos abafados da minha amiga, e ficando com mais e mais tesão.
Finalmente ouço Daniel grunhindo, espero um pouco e abro os olhos e está tudo normal, como se nada tivesse acontecido, ambos estão vestidos e Abi está preparando café. Realmente fico na dúvida se havia sonhado tudo.
Tomamos café, depois saímos mais um pouco, compras, jantar, passeio pela cidade. Voltamos para casa e vamos para os respectivos quartos. Eu ouço novamente eles transando e agora eu não resisto e toco a minha buceta por cima da calcinha e percebo que estava tão melada que não dava mais para usar aquela calcinha. Continuo me masturbando, tiro o vestido, coloco uma mão no grelo e aperto os meus mamilos com a outro, imagino que ele esta me pagando e gozo com isso.
Havia me melado tanto, que estava com sede. Eu pego uma camiseta cumprida e a visto sem nada por baixo pois não queria colocar uma calcinha limpa antes de tomar banho. Saia do quarto para ir para a cozinha, bebo minha agua com toda tranquilidade do mundo e quando me viro para voltar vejo Daniel na minha frente só de cueca, bem no meu caminho.
Dou boa noite e tento passar por ele, mas ele segura o meu punho com a pegada forte dele, eu fico com medo, mas minha boceta mela inteira na hora. Ele olha para mim e diz:
— Você viu, não é?
— O que?
— Eu e Abi, você estava acordada.
Eu vejo o voluma na cueca dele aumentando.
— Sim. eu vi.
Ele toca na minha boceta com a outra mão, meu deus, ele descobre tudo, que eu estava sem calcinha e ainda por cima toda molhada. Então ele coloca o pau para fora da cueca e diz:
— Eu não posso voltar para o quarto com o pau duro assim, Abi vai desconfiar. Você vai ter que me chupar para passar.
Ele tinha razão, eu então fico de cócoras e coloco o pau dele na minha boca. Começo a chupa-lo timidamente, mas logo ele segura a minha cabeça e começa a foder a minha boca. Eu sou praticamente estuprada na boca, mas só consigo pensar em como eu queria o pau dele na minha boceta.
Eu sinto a porra na minha boca, ele tira o pau e eu tenho que engolir a porra pois não podia sujar a cozinha. Depois de me usar ele vai para o quarto e me deixa lá, usada e com tesão. Eu então me toco, mas não continuo ali na cozinha, vou até o banheiro e me masturbo no banho.
No dia seguinte é como se nada tivesse acontecido. A gente vai a praia de novo, Abi com um biquini ainda mais minúsculo, somente um triângulo preto, muito baixo, fio dental e com abas fininhas. Mas eu tomo coragem e troco o maiô por um biquini, bem maior do que o de Abi, mas ainda assim eu nunca havia estado tão exposta. Daniel e Abi me enchem de elogios.
A gente volta para a casa pois Abi diz que ia cozinhar. Por isso ela só passa no chuveiro, coloca um avental e vai para cozinha só de avental e biquini. Eu fico com Daniel no quintal e ele tira a sunga e vai para a água, o pau completamente duro.
— Quer pegar — Ele pergunta, mostrando o pau.
— Abi esta qui do lado.
— Tudo bem, ela esta ocupada, só uma pegadinha.
Eu não resisto e seguro o pau dele, que então me puxa para junto do corpo dele e começa a tirar o meu biquini. Eu fico morrendo de vergonha, mas deixo ele me despir e logo ele me coloca embaixo do chuveiro e começa a me masturbar. Eu estava quase gozando, quando eu ouço Abi:
— Finalmente perdeu a vergonha, amiga.
Eu congelo, Daniel para de me masturbar e eu não consigo gozar, fico toda vermelha, mas a minha amiga não percebe o que o marido estava fazendo. Vou para dentro pelada e me visto no quarto, coloco uma calcinha branca e um vestidinho da mesma cor, sem sutiã.
Volto para a sala e o almoço está pronto, comemos e Daniel me convida para jogar bilhar, sim, havia uma mesa de bilhar na sala da casa. Abi não queria jogar e vai tomar banho. A gente começa a jogar, mas logo ele chega em mim, coloca a mão por baixo do vestido e baixa a minha calcinha até os meus tornozelos. Depois tira ela e coloca no bolso.
— Para deixar o jogo mais interessante.
No começo eram somente nós dois, mas logo Abi volta de shortinho e top justo, ela deita no sofá com o celular e eu fico morrendo de medo de me expor inteira na frente da minha amiga e até perco alguns tacadas para não ficar de costas para Abi. Mas logo ela dorme no sofá, eu então me inclino toda para fazer uma tacada, Daniel então vem por trás e me coloca contra a mesa, a minha bunda empina. Ele afasta as minhas pernas e toca na minha boceta.
— Toda melada, não é safada, me diz que você está louca para ter o meu pau na sua boceta!
— Abi esta aqui!
Ele dá um tapa na minha bunda e diz: — Não foi isso que eu perguntei! Você quer o meu pau ou não?!?!?
— Siiiim!!!
— Sim o que?
— Sim, eu quero o seu pau!
Ele então tira a minha calcinha do bolso e enfia na minha boca.
— Para não acordar a Abi.
Ele
então me fode, e é fantástico. A pica grossa dele me preenche
inteira e vai bem fundo. Eu já estava com tesão, mas acho que o
perigo de ser paga pela minha amiga me excita ainda mais. No fim, eu
agradeço por estar com a calcinha melada na boca, pois caso
contrário eu teria feito muito barulho.
Daniel goza em mim e me
solta. Eu cuspo a calcinha e a escondo na mão bem a tempo de Abi
acordar. A primeira coisa que ela fala:
— Ai amiga, vamos naquele café aqui do lado que você tinha visto?
— Claro Abi!
— Desculpa amor, mas só as garotas.
Eu jogo a calcinha atrás de um vaso e saio com a minha amiga, sem nada por baixo do vestido e com a porra do marido dela escorrendo da minha buceta.
Depois de voltar para a cidade, eu não sabia o que fazer, me sentia culpada, mas não parava de pensar em Daniel me fodendo. Eu achava que havia sido algo que ia acontecer só uma vez e seria esquecido. Nossa estadia na praia acabou, na tarde da segunda feria 7 de setembro nós voltamos pra cidade, cada um pra sua casa.
Mas ai o Daniel, na terça feira, me liga e diz que queria me ver. Eu estava decidida a dizer que a gente não poderia continuar, que eu não podia trair a minha amiga, mas no dia, eu acabo gastando um bom tempo me arrumando para vê-lo. Me depilo inteira, deixo só uma faixinha de pelos acima da xoxota, visto uma calcinha rendada e um vestido justo com bojo, que realçava o meu corpo magro e dava a impressão que eu tinha mais peito que a realidade. Mesmo assim, eu ia falar não para Daniel, não dá certo.
A gente se encontrou em um café no prédio do escritório que ele trabalha e terminamos na escada de incêndio, eu sem calcinha, de joelhos na escada de incêndio chupando-o até ele gozar na minha boca. Ele não me devolve a calcinha, diz que ia guarda-la de recordação, por isso eu saio do encontro em que ia falar que não aconteceria de novo, com a porra dele na boca e sem calcinha, tendo que voltar para casa assim.
Mais tarde Daniel me liga e pergunta se eu estava com tesão, ele então pede para eu abrir a câmera e me masturbar para ele ver. Esse pedido me surpreende, mas eu imediatamente sinto a minha boceta melar por ele estar interessado em me “ver”. Faço o que ele pede, abro a câmera, coloco o celular na mesinha e deito na cama. Ele pede que eu tirasse toda a roupa, o que eu faço. Sento na cama e começo a me tocar. Meu deus, que vergonha, mas isso só aumenta o meu tesão. Termino deitada com as pernas abertas, me expondo inteira para ele até gozar. Eu gemo bem alto e acabo ejaculando de tanto tesão.
— Que tesão que você é! Adorei assistir você.
Depois disso ele passa a me mandar mensagens de putaria todos os dias, sempre pedindo para eu me masturbar com ele assistindo. Isso vai aumentando o meu sex-drive e eu começo a ficar sempre com tesão e com vontade de ter o pau dele dentro de mim de novo. Em uma semana eu estou acabada, sinto a minha boceta sempre molhada e vontade de me masturbar o dia inteiro.
Daniel me liga no meio da noite. Ele pergunta o que eu estava vestindo, eu digo que estava só de camisola, a calcinha eu havia tirado pois estava ensopada, mas ele não sabia disso. Ele diz que estava chegando e que era para eu abrir a porta só de camisola transparente. Obedeço, vou abrir o meu portão morrendo de medo de ser vista pelos vizinhos. Ele entra com o carro e imediatamente me pega e passa a mão na minha bunda e na minha boceta, ali mesmo na garagem.
Entramos, ele me manda tirar até a camisola e então me coloca de quatro na cama. Ele nem tira a roupa, só coloca o pau para fora da braguilha e me fode. Eu me sinto tão indefesa estando completamente nua e ele vestido só me fodendo, mas isso não tem a menor importância, eu tenho o melhor orgasmo da minha vida.
Depois de gozar ele manda eu limpar a pica dele com a minha boca, eu obedeço, sinto o gosto da porra dele misturado com o meu mel. Assim que eu termino, ele coloca o pau para dentro, dá um beijo na boca e vai embora. Eu então pego o meu vibrador e masturbo a minha buceta esporrada, pensando nele.
E esperando ele falar que tá vindo me comer.
Enviado ao Te Contos por Rafaela
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