terça-feira, 8 de setembro de 2020

Culpa e Prazer !

 By: Milene

Oi, quero contar sobre um momento muito dificil que passei na minha vida, dificil sim porque a consciência pesou bastante, mas tambem muito GOSTOSO, eu trai meu marido. Eu me chamo Milene.

Quando acordei e abri meus olhos, ainda com a sensação de ressaca, dessa ressaca curta que a gente sente quando dorme fora de horário, as lembranças ainda flutuavam em minha mente como se fosse algo muito distante. Mas de um segundo para outro, a realidade invadiu-me como uma flecha incandescente...

Um frio terrível subiu-me pela espinha, e a sensação daquele lençol áspero em minha pele, misto da capa plástica do colchão parcialmente descoberto tocando em minha perna, enquanto meu corpo confuso estava envolto naquele acolchoado escuro, tudo muito, muito confuso.

Uma dor de cabeça fraca, mas constante, e a sensação de orgasmo espalhada por meu corpo, por meu ventre. Foi quando então, na penumbra pouco reveladora, vi meu corpo refletido no espelho do teto, ao lado de um belo corpo masculino desfalecido, totalmente adormecido, virado para o outro lado.

O cheiro ácido espalhado pelo quarto me remetia às lembranças de poucas horas atrás, entre o champanhe, a cerveja e as gozadas, todos desenfreados. Um sorriso de canto de boca me escapuliu, e o ventre acalorou-me novamente, então virei-me para o lado dele, deixando meus seios desnudos tocarem suas costas quentes. Então, antes que eu tomasse sua temperatura em mim, senti a vibração do celular no vibra...

A realidade mais uma vez invadiu-me, numa sensação de desespero. Eu sabia quem era. Mas queria não saber. E queria não saber por que razão me ligava. Pelo espelho, ao contrário no relógio digital do rádio, não tive dificuldades de saber que eram 22:30 da noite. E eu estava nada menos do que quatro horas atrasada para chegar em casa. Não tinha uma única justificativa. Não tinha um motivo. Não tinha uma razão. Nem para meu marido, nem para minha filha, e pior... Nem para mim.

Cinco dias antes, eu era uma simples mulher, feliz com meus dois filhos, Andrey de 4 anos, Jéssica de 13, e apesar de tudo, dava-me bem com meu marido, Jonatas. Casamos jovens, ele com 24 anos, eu com 17, por estar grávida dele. Mas aos 28 anos, eu já me sentia uma mulher sem graça, sem atrativos. Tornei-me uma dona de casa sofisticada, meu marido, bem sucedido, nunca deixou faltar-nos nada. Mas nunca mais, desde que casamos, me deu motivos para sentir-me uma mulher desejada e atraente.

Dois anos atrás, descobri seu caso com a secretária, que foi demitida na mesma semana, mas não curou a dor de minha alma. Não pela traição, os homens são assim... Mas por tudo o que sei que ele fazia com ela, e não mais comigo. Nunca exigi que fosse um homem maravilhoso no sexo. Mas quando descobri as mensagens dele para ela, e dela para ele, notei nele um homem muito arrojado na cama, como jamais foi comigo.

O perdoei pela traição. Mas não me perdoei por ter falhado como esposa, emagreci pelo menos 8 quilos, passei a cuidar de minha beleza, tornei-me uma mulher atraente, sei que chamo atenção por meus cabelos louros, naturalmente assim, minha estatua média, corpo bem trabalhado por meses de esforço na academia. Resolvi me transformar, e consegui isso.

Sou uma mulher de trinta anos. Uma linda mulher de trinta anos. E meu marido, um homem capaz de se excitar o suficiente comigo para querer ver-me de luz acesa todos os dias.

Habituei-me a isso, e já me considerava uma mulher redesenhada, reformulada em matéria de sexualidade. Por isso, saíamos frequentemente para brindar, comemorar, jantar fora. Superamos nossa crise com uma variedade de formas de ser felizes. Mas foi num desses jantares que vi minha própria máscara cair, depois de treze anos casada.

Estávamos num Shopping bastante popular de nosso Bairro, em Porto Alegre, após termos passeado no Parque Marinha do Brasil, para deixar as crianças estrearem seus patins novos, resolvemos jantar num bom restaurante do Shopping. A pedido das crianças, resolvemos comer massas. E foi na mesa, entre a confusão que sempre é servir crianças num restaurante normalmente cheio, que reparei que um jovem homem, certamente com menos de 30 anos, em companhia de uma linda moça, provavelmente ainda mais jovem que ele, e me olhava insistentemente, mas de forma relativamente discreta. Parecia muito sutil, ninguém notaria, exceto eu.

Fiquei intrigada, cheguei a achar que era impressão minha. Mas as repetidas vezes em que me olhava lançando um discreto cumprimento de cabeça, me deixaram claro que era proposital. Reparei que a moça que o acompanhava era muito bonita, certamente muito mais que eu. Fiquei muito admirada por ele reparar numa mulher, mãe de família, tão “sem graça” como eu me imaginava.

Lá pelas tantas, Jonatas foi ao banheiro, e minha filha foi buscar uma sobremesa. Vi-me na mesa em companhia somente do meu filho mais novo  de 4 anos. Mas percebi que o garçom, sem olhar-me no rosto, deixou um bilhete escrito num guardanapo sobre minha mesa e se retirou rapidamente. Fiquei intrigada, cheguei a imaginar que pudesse ser. Mas não fazia sentido, então acreditei de pronto:

“Adoraria saber seu nome. O meu é André. E meu telefone...”

Fiquei atônita. Olhei para ele mais uma vez e o maldito sorria, quase debochado. Parecia rir de minha total falta de reação.

Mas o celular continuava a tocar... Já era a sexta chamada dele, e eu sem coragem nenhuma de atender. Nem mesmo saberia o que dizer. Me sentia apavorada. Olhava para André ali, dormindo ao meu lado, como uma pedra. O vinho, a cerveja após o vinho acabar... Os vários orgasmos que tivemos. Ele tinha boas razões para não acordar. E eu, para não dormir.

Ao levantar-me da cama, senti minhas costas tocarem numa poça gelada de líquidos nossos. Havia várias espalhadas pela cama, não havia qualquer lógica nos lugares onde elas apareciam conforme eu olhava. No banheiro, liguei o chuveiro e enquanto aguardava a água esquentar, parei em frente ao espelho, e me encarei. Pelo meu corpo, marcas, rajadas de sêmen do André pelo meus peitos, pelo pescoço, e pelas minhas coxas. Sem querer, fui remontando o momento em que entramos no motel, eu ainda tensa, tentando controlar meu coração disparado, receoso de ser visto por algum conhecido meu e de meu marido. Não acreditava ainda estar fazendo aquilo. Não sabia mesmo se queria, mas sabia que não conseguia evitar.

Na porta, eu cheguei a dar uma pequena travada, mas o corpo de André, forte, firme, decidido, não deixou-me retroceder um só passo, e abraçou-me fortemente por trás. Sempre forte, carinhoso, mas quase ameaçador de tão decidido. Eu realmente chegava a estar determinada a me levantar, livrar-me dos braços dele, chegava a relutar violentamente. Mas a forma como ele estava decidido parecia hipnotizar-me de maneira irresistível, eu fazia o contrário de tudo o que achava certo fazer.

Eram três horas da tarde, e depois de ter enrolado uma dúzia de pessoas para fazer parecer que estava no shopping, comprando com amigas, eu já me sentia moída de remorso, sabendo que seria questão de tempo para que todos soubessem onde eu não estava.

“-Que merda...- pensei,- por que a gente não consegue pensar e sentir tesão ao mesmo tempo...?”

E quanto tesão. Meu corpo se aquecia ao simples toque dele. Quando me puxava e me empurrava, tirando peças da minha roupa sem ao menos dar-me tempo para me posicionar, não me permitia pensar. Apenas me comprimia, sempre contra algo, fosse a parede, fosse a cama... Ou até mesmo o carpete em alguns momentos. André era quase bruto, e sua forma envolvente de me comandar fazia-me odiá-lo profundamente por longos segundos, disparando meu coração de vontades, medos, dor, angústia. Muita angústia. Cheguei a imaginar o rosto de meu marido naquele instante, com o olhar profundamente triste ao me encarar após minha descoberta de seu caso outra mulher. Ele realmente parecia triste, e aquele olhar nunca me saiu da memória.

E foi praticamente vendo aquele olhar que, apoiada sobre a mesa gelada de mármore que ficava no hall do quarto barato de motel onde eu estava, que senti meu quadril estremecer convulsionado por um orgasmo, sentindo todo o peso de André sobre minhas costas, quase me sufocando, enquanto sua mão invasiva manipulava minha bulceta como se eu permitisse isso. Tentava tirar sua mão dali, por ato reflexo de culpa, mas ele ignorava minha tentativa.

Com a mão esquerda apoiada sobre minha cintura, me pressionava contra a mesa, deixando-a imóvel. Com a direita, invadia minha intimidade, dilacerando minha honra com os dedos encharcados no meu orgasmo de ódio, tesão e desejo. A sensação ficava entre a tristeza e a saciez... Eu me odiava. E isso reforçava a intensidade com que minhas coxas ficavam molhadas de meu orgasmo.

Neste momento, lembrei que as mentiras que contei, para ir ao encontro de André, não tinham qualquer chance de dar certo. Não durariam até o final da noite, pois não foram nem de longe planejadas. Aliás, ainda não acho resposta do porquê mesmo com a convicção de que aquele encontro duraria no máximo meia hora, tomei os cuidados de depilar-me perfeitamente, usar meu perfume mais sedutor e a lingerie mais sexy que eu possuía, e que nem meu marido conhecia. E sabia que não poderia fazer isso. Mas fiz.

Minha intenção ao encontrar aquele garoto, quando liguei para seu celular no dia seguinte ao episódio do restaurante, era a de saber se eu realmente era uma mulher interessante daquela forma. Queria ouvir da boca de um homem que sentia desejo por mim. E iludi-me ao acreditar que o controle de tudo estava na minha mão.

Conversamos por vinte minutos na mesa de um bar na rua Lima e Silva. Foi o tempo que ele levou para levantar-se sem explicar o porque, vir até meu lado, agarrar-me e arrancar-me um beijo sem qualquer conexão com o que falávamos.

Em mais 15 minutos eu entrava em seu carro, rumo a um motel, totalmente perplexa. Meu ar de segura e determinada era uma fachada absolutamente mentirosa, e me neguei a buscar uma forma de parar aquilo tudo, ou de arranjar qualquer justificativa.

Não conseguia mais ver meu rosto no espelho embaçado. O banheiro era todo vapor. No Box, deixei a água desabar sobre minha pele, e quando escorreu por meus joelhos, pude sentir a ardência. Estavam ralados do lençol durante os fortes e intermináveis solavancos dos quadris de André contra mim, por trás, de quatro. Não senti absolutamente nada na hora, além da rola quente e dura daquele garoto acertando-me o fundo do ventre por muitas estocadas.

Doía às vezes, e eu tentava conter seu corpo erguendo a mão e segurando seu quadril. De forma grosseira e sensual, apesar disso, ele expulsava minhas mãos de seu corpo, invadindo-me ainda mais fundo com seu pau terrivelmente rígido. Ele olhava-me como quem tem fome. Reduzia o ritmo, às vezes parava completamente de se movimentar, puxando-me pelos cabelos até erguer-me da cama, deixando-me de joelhos, mas encaixada em seu membro enterrado na minha buceta. Com a mão direita, manipulava meu clitóris, que já estava ferido da brutalidade de seus dedos, a mão esquerda apertava meus seios com vigor, e ignorava minha tentativa de reduzir seu furor por me apertar e tocar.

A água do chuveiro começou a escorrer entre minhas pernas, e senti ardência nos pequenos lábios. Senti vergonha de me tocar, e muita vontade de chorar. Ao me tocar, encontrei minha buceta totalmente inchada, como jamais havia sentido. Os ossos logo atrás da virilha doíam muito, como só uma vez senti, depois de ter andado por uma tarde inteira de bicicleta, ficando sem conseguir sentar-me direito por dias. E vi que levaria isso comigo para casa. Como seria olhar meu marido e meus filhos sentindo as marcas de algo assim? As lágrimas quiseram brotar. Mas o susto da porta se abrindo me interrompeu.

Com meu celular na mão, André me falou:

- Teu telefone não para de tocar, olha aqui?

- Deixe-o lá. E me deixa sozinha, não gosto de tomar banho com ninguém olhando.

- Não te preocupa. Não vou te olhar.

Ele foi se aproximando com o mesmo olhar ameaçador que me mostrou várias vezes durante aquela tarde/noite. Invadiu o Box, e seu corpo nu, muito bonito, apesar de um pouco mais magro do que parecia vestido, tomou meu lugar debaixo do chuveiro, deixando-me quase encostada à parede.

Agarrou-me pela cintura, e juntou seu corpo ao meu. A sensação da água escorrendo entre nós dois era muito agradável. E atirei-me em seus braços, beijando-o ardentemente. Foi assim por todo o tempo. A culpa parecia apenas acender meu desejo se pertencer àquele homem por alguns momentos. Eu não resistia à vontade. Em diversos momentos, senti prazer em sentir-me “suja”. Descobri que meu corpo existia por si só, e que desejava coisas. Que pedia coisas que meu moralismo jamais me permitiria.

Quando me vi de joelhos novamente, como passei boa parte das ultimas horas, deixei a água que respingava-me o rosto, escorrendo do peito e do abdômen levemente peludo de André, escoar por entre meus lábios, que neste momento estavam envolvendo a glande agridoce daquele macho insaciável, que ensaiava um vai-e-vem suave e constante na minha boca. Era difícil respirar com a água escorrendo em meu rosto, vez ou outra me engasgava, bebendo muita água. Senti que ele estava ascendendo novamente de tesão, e tive medo. Estávamos muito longe do quarto, e das camisinhas. Da forma como ele era autoritário, se seu desejo o dominasse, me comeria sem culpas e sem camisinha ali mesmo. Minha responsabilidade seria suprimida por minhas fraquezas diante dele. Mas não minha inteligência. Comecei a chupar seu membro com o vigor de quem está decidida a vê-lo gozar.

Enquanto o masturbava com uma das mãos, acariciava com a outra o interior de suas coxas, seus testículos, sua bunda tão firma e musculosa. Um gemido satisfeito dele denunciou que finalmente eu estava correspondendo suas expectativas, e ele relaxou. Também me senti aliviada, pois pela primeira vez, tinha o controle. Masturbei seu pau com muita vontade, e muito carinho. Chupava cada gota de água e dos líquidos que escorriam daquele membro como se fosse um sonho realizado.

Os músculos de suas coxas começaram contrações intermitentes, seu vai-e-vem ficando mais desrritmado, molezas em seus joelhos, eram um anúncio. André recostou-se na parede, e suas mãos pousaram em meus ombros, acolhi profundamente seu membro, mergulhado em minha boca.

O calor invadiu a boca. Gostos estranhos se misturavam na minha língua, e escorriam pela minha garganta. Um urro contido, abafado, escapou da boca de André, que lentamente deixou o corpo ir desfalecendo e escorregando pela parede. Sentado no chão, acolheu-me no colo.

Já devia passar das 23hs... Era hora de enfrentar a realidade. Já parcialmente vestidos, chamei um táxi para mim, queria sair dali separada de André, que emudeceu quase completamente depois de sair do chuveiro.

Apenas um sorriso ficava impresso em seu rosto o tempo todo. Encarei o celular, trancada no banheiro, sozinha.

- Jonatas... Sou eu.

- Milene, pelo amor de Deus, já liguei até para hospitais...! O que aconteceu, tu estás bem?

- Não. Não estou. Vou precisar muito do teu apoio quando chegar em casa. E vou precisar muito que retribuas a compreensão que tive contigo. Quero apenas que me ajudes com as crianças. O resto... Deixarei nas tuas mãos.

- Milene... Esquece isso. Vem pra casa. O que nos pertence deve ficar somente entre nós. Não quero saber de mais nada agora, só quero te abraçar e te ver bem.

- Jonatas... Estou com um homem... Num quarto de motel. Não sei direito como aconteceu. Estou confusa.

- Vem pra casa, Milene. Esquece o resto. Te espero com um café, conversamos aqui. Só quero que estejas bem. Deixa isso passar.

Chorei por uns 10 minutos sentada na tampa do vaso, com André atônito, me esperando na porta, meio assustado. Minha dignidade parecia ter escorrido pelo ralo daquele Box, misturada com minha saliva e sêmen. Mas da mesma forma que escorreu pela minha garganta, para dentro de mim, seria algo que eu teria que encarar. Senti prazer naquilo tudo. E talvez fizesse tudo de novo da mesma forma. Algo nascia em mim. E meu amor por Jonatas pareceu elevar-se exponencialmente com a sua atitude fabulosa. Aprendi muito com ele naquele dia.

Quando decidi descer para o táxi que já esperava havia algum tempo, André apenas beijou-me a mão, sentado à beira da cama, perguntando se me sentia bem, se não queria mesmo que me levasse até algum lugar em seu carro. Antes que terminasse de perguntar, agarrei-o pela nuca, e beijei sua boca violentamente. O desejo ficava quase incandescente novamente... E o empurrei violentamente para trás, jogando-o deitado sobre a cama.

- Obrigada por tudo, foi a única coisa que consegui falar

Com um sorriso sarcástico e sem olhar para trás, saí dali e fui pra casa.

Quando nossos olhares se tocaram na minha chegada, as crianças já dormiam, tranquilizadas por Jonatas. Não trocamos uma única palavra até então, ele foi comigo até a cozinha, onde sentamos com nossos cafés, cada um de um lado da pequena mesa. Dali, sem nada dizer, fomos para nossa cama.

Deitei minha cabeça no seu peito, e chorei, muito. Tanto, que nem mesmo reparei que ele também chorava. Ambos sentíamos muita dor. Nosso amor um pelo outro parecia doer terrivelmente, como se fosse uma bola de espinhos no peito. Eu ainda não sabia se tinha ferido mortalmente nossa harmonia, pois sabia que minha atitude era muito menos justificável que a dele...

Estava quase adormecendo, mesmo soluçando de choro em seu peito. Vi que ele adormeceu, com uma expressão ainda entristecida, e senti ressentimento por mim mesma. Sentia o sono me vencendo, meu corpo estava cansado demais. Com a mão, toquei o interior de minhas coxas, e senti o quanto meu corpo estava dolorido. Muito machucada... E estranhamente, muito satisfeita.

As luzes da manhã anunciavam a chegada do sábado, mas dormiríamos no mínimo até umas nove horas da manhã, inclusive as crianças, já que dormiram tarde. Foi quando percebi algo...

A mão de Jonatas estava enfiada dentro de minha calcinha, com os dedos repousados dentre meus grandes lábios, que ardiam muito ainda, muito inchados. Completamente adormecido, seu pijama estava completamente encharcado, como sempre ficava quando assistíamos filmes pornôs. Respirei fundo, e me permiti adormecer novamente. Teríamos um longo sábado com nossas crianças no parque. 

  • Enviado ao Te Contos por Milene

segunda-feira, 7 de setembro de 2020

Ótima recordação de um Feriadão bem gostoso

 By: Cinthia

Oi, Meu nome é Cinthia, tenho 29 anos, 1,64m, 68kg, morena e sou casada à 5 anos com Carlos 35 anos, 1,78m, 75kg, somos de nível superior, empresários e moramos no Centro de Fortaleza-CE. Somos um casal feliz em nosso relacionamento e confesso somos um pouco ciumentos.

O que passo a relatar agora, foi um fato verídico que aconteceu em nossa vida por puro acaso, mas que deixa sempre um gostinho de quero mais. Tudo aconteceu quando eu e o Carlos aproveitamos um feriado prolongado para conhecer Porto Seguro na Bahia pois eu não conhecia e era louca para conhecer.

Chagamos lá numa quarta feira de tarde e ficamos hospedados em Arraial Dàjuda numa pousada maravilhosa. Chagamos fomos descansar um pouco e então saímos para jantar. 

Na volta à pousada, fomos jogar um pouco de sinuca para relaxar, pois estávamos mais interessados em descansar pois o stress do dia dia realmente é muito cansativo. Estávamos jogando sinuca quando um casal de nome Sandra e Josué, aparentando ser um pouco mais jovens do que nós, pediu para fazer uma dupla contra nós. Não tivemos como recusar e começamos a jogar e a conversar. Ficamos sabendo que eles eram de São Paulo, tinham dois anos de casados e já estavam hospedados ali desde o domingo e iriam embora no sábado pela manhã e coincidentemente estavam hospedados no bangalô do lado do nosso. 

A Sandra era loira, magra, cabelos compridos e usava uma saia curta que quando ela ia jogar dava para ver sua calcinha enfiada na bunda. Aquela situação estava me deixando com ciúmes pois a Sandra era o tipo de mulher que o Carlos sempre desejou. Conversamos bastante e marcamos para irmos a praia juntos no dia seguinte.

Na quinta feira, acordamos fomos tomar café e Josué e Sandra já estavam esperando pela gente. Logo que chegamos à praia, já fiquei meio enciumada com o tamanho do biquíni da Sandra pois era muito pequeno e deixava a mostra um corpo muito bonito. O Josué também era um rapaz muito esguio e com um porte de atleta. Passamos o dia na praia e combinamos que na sexta feira iríamos caminhando pela praia de Arraial até Trancoso num percurso de 13km, cansativo mas extremamente bonito e exótico. 

Na sexta feira saímos bem cedo e fomos caminhando pelas praias. Paramos em um quiosque na praia de Pitinga para tomarmos uma água de côco e fomos atendidos por uma Garçonete que estava de topless o que deixou eu e Sandra um tanto revoltadas pois o Carlos e Josué estavam adorando aquilo. Caminhamos cerca de 3 horas e chegamos a Trancoso onde algumas pessoas praticam o nudismo e a praia é uma maravilha. Sandra então me perguntou baixinho se eu teria coragem de ficar nua ou pelo menos de topless na frente dos nossos maridos. Respondi que não, pois, ira ate uma praia de nudismo e observar  já tinha sido para mim um grande desafio, mas disse que se ela estivesse a fim de ficar nua não me importaria; mesmo sabendo que no fundo estava morrendo de ciúmes pois o Carlos como todo homem que realmente é homem sente tesão por uma mulher bonita.

Mas ela falou que sozinha nao teria coragem. Deitamos na areia para tomarmos sol enquanto Josué e Carlos conversavam tomando uma cervejinha e nos tambem conversavamos apenas observando de longe tudo. 

Teve apenas um momento mais constrangedor, foi quando dois rapazes passaram proximo da gente completamente nus, e nos duas nos entre olhamos, pela admiração daqueles dois gostosos.

A tarde voltamos para a pousada e combinamos que à noite iríamos conhecer a vida noturna em Porto Seguro já que o Josué e Sandra iriam embora sábado pela manhã. Chegamos na pousada exausto da caminhada do dia, porém, a imagem daquele dia não me saía da cabeça. Apesar de todo o cansaço, o Carlos aproveitou que eu estava com o tesão a flor da pele e no banho foi se encostando o tesao do dia todo e aquele pau roçando minha bunda nem posicionei na minha bucetinha, coloquei na portinha do meu cuzinho e logo que ele penetrou, enfiou dois dedos na minha bucetinha e me comeu forte, com a agua gelada caindo em nossos corpos, ja que o calor era intenso.

Ainda sob o efeito do dia, escolhi para vestir uma saia e uma blusa branca  que deixava meus seios turbinados em posição de guerra. Coloquei também minha menor calcinha o que deixou Carlos louco de tesão pois ele sempre disse que eu era muito recatada. Saímos, pois o Josué e a Sandra já estavam esperando agente no bugre alugado.

Chegamos a Porto Seguro fomos em um bar onde havia dança de salão. Como não sabíamos dançar direito e estava muito cansada sentei em nossa mesa e comecei a tomar uma caipirinha. A Sandra me perguntou se poderia dançar com Carlos o que não me opus. Sentada na mesa, pude reparar que se eu estava me achando ousada vestida com aquela roupa, a Sandra então estava vestida com uma saia muito menor que a minha e ainda por cima percebi que não estava usando calcinha. Josué me chamou para dançar pois começou a tocar um forró e a Sandra e o Carlos já estavam engrenados na dança.

Ao dançar com Josué, senti um cacete enorme roçando e fazendo pressão em minha buceta. Aquilo me deixou excitada fazendo com que até me esquecesse que o cacete do Carlos devia estar também fazendo a alegria da Sandra. Dançamos uns três forrós e aquilo estava deixando minha buceta totalmente encharcada se misturando com suor e escorrendo pelas minhas pernas. 

Era a primeira vez que sentia tesão em outro homem que não o Carlos. Dançamos mais um pouco, tomamos umas caipirinhas e resolvemos ir embora pois estávamos muitos cansados, nisso Josué nos convidou para tomarmos um vinho que estava na geladeira deles pois iria estragar já que eles iriam viajar cedo no outro dia.

Chegamos na pousada, fomos para o nosso bangalô, tomamos um banho gostoso e apesar dos amassos nao transamos mas o Carlos não queria ir até o bangalô deles, pois já era tarde. Argumentei então para irmos nos despedir pois no outro dia de manhã eles iram embora. Colocamos nossos roupões e fomos ao bangalô do lado para despedir de nossos amigos. A porta estava entre aberta e achamos que estavam na sacada de fundo do bangolo nos esperando entao fomos entrando.

Fomos entrando sem muito alarde e quando entramos,  vimos então, uma cena que só víamos em filme erótico, com a Sandra cavalgando  no cacete de Josué. Admiramos por um instante e quando fomos andando para tras nos retirando, eles perceberam que agente tinha entrado e ficaram meio sem graça pois achavam que a porta estava fechada e nos nao iamos mais pois ja havia passado algum tempo. Eles se levantaram para nos receber se vestiram rapidamente, Josué colocou uma sunga, seu pau duro me chamou atençao, Sandra colocou apenas o roupao, e ficou super sexy pois deixou uma  fenda. Se desculparam mais uma vez, entao Josué abriu o vinho e começamos a tomar com todos meios sem graça com toda aquela situação.  

Tomamos o vinho meio constrangidos e Carlos brincou dizendo que eles poderiam continuar a festa pois nós iríamos embora. A Sandra disse  que se quisessemos poderiamos ficar  pois nós não estávamos atrapalhando. Nos chamaram para a sacada do fundo e sentamos os dois casais de frente. Sandra cruzou as pernas e por causa da fenda do roupao quase aparecia seu bumbum, Josué insistia em nao perder o volume do seu pau. Claudio estava meio impaciente e eu apesar de mostrar um pouco de nervosismo estava com um tesao enorme.

Nao tinhamos assunto, quando Sandra quebrou o gelo (ou acendeu o fogo) e disse que ficou com mais tesão pelos  espectadores ao vivo. Todos rimos. Ela entao pegou no pau do Josué por cima da sunga e disse:

- Acho que ele tambem.

E em tom de brincadeira perguntou pra mim se poderia ver o do Carlos. Brinquei tambem e disse deixa que eu vejo. (Novas risadas). Toquei por cima do roupao e falei. Hummm ta tambem.

Carlos me chamou para irmos embora e quando começamos a nos despedir, entramos pelo quarto a Sandra pediu so mais uma coisa que ela queria mostrar para nós pediu para sentarmos no sofazinho que ficava em frente a cama e quando sentamos ela jogou o Josué nna cama tirou seu pau duro de dentro da sunga e em menos de um segundo ja estava com ele na sua boca.

Ficamos estáticos observando, quando ela percebeu que nao nos retiramos ela o tirou da boca se levantou um pouco e deixou escorrer seu roupao ficando completamente nua deixando seu maravilhoso corpo a mostra e voltou a chupar o pau de seu marido.

Estavamos ali sentados completamente envolvidos pelo tesao da situaçao mas nao nos mexiamos nem nos tocavamos. Sandra deu um tempo na chupada e tirou a sunga de seu marido estando os dois completamente nus na cama a nossa frente, e voltou a chupa-lo agora mais forte e ele gemia.Carlos fez mençao de irmos embora quando Sandra o chamou e disse:

- Vamos fazer um trato Carlos. Paramos para ouvi-la. - Nem voce toca em mim, nem o Josué toca nela. Voces brincam no sofá e nós na cama.

Carlos me olhou, eu nao disse nada, e ele me disse baixinho no ouvido:

- Nao tire seu roupao. Eu falei que sim.

Voltamos a nos sentar no sofazinho e Sandra deitou-se na cama com as pernas abertas e seu marido começou a chupa-la, Carlos entao abaixou seu calçao sem retirar o roupao, pegou minha mao e colocou no seu pau durissimo, nao tiravamos os olhos dos dois, parei por um instante retirei meu shortinho tambem e Carlos enfiou logo dois dedos na minha bucetinha que tava muito molhada e ficamos os dois nos tocando sem parar de olha-los. Carlos entao colocou sua mao por dentro da minha blusinha, e começou a acariciar meu seio e a me beijar enquanto eu caprichava na punheta.

Josué se deitou na cama e Sandra voltou a cavalga-lo, os gemidos nos chamou a atençao e enquanto nos tocavamos, assistiamos a cena. Entao tive uma reaçao,  me ajoelhei no chao, fiquei de costas para o casal e comecei a chupar meu marido.

Neste mesmo instante Josué colocou Sandra de quatro, a posicionou de frente para nós e a penetrou. Enquanto eu chupava o Carlos ele olhava para a Sandra gemendo e olhando para ele enquanto era estocada pelo seu marido. eu podia sentir o calor da Sandra na minha nuca. Parei um pouco e olhei para tras e ela estava bem proxima de mim, olhei por baixo de seus seios e vi o pau de Josué entrando e saindo dela. Carlos me levantou, tirou seu roupao e me pediu para sentar no seu pau, me posicionei de costas para Carlos e de frente para o casal e sem tirar o roupao agachei em seu pau. 

Ambos os casais gemiam mas nessa posiçao eu olhava Josué metendo com força  e via Sandra me olhando e gemendo, o tesao era enorme. Josué sentindo minha curiosidade em ver seu pau posicionou a Sandra deitada de ladinho bem na beira da cama, ficou por tras dela e começou a enfiar aquele pau na sua bucetinha bem depilada. A penetraçao ocorria a menos de um metro e meio de mim, eu rebolava gostoso no pau do meu marido.

Foi quando ele mesmo tirou o meu roupao me deixando ainda com o top mas depois tirou-o tambem, estavamos ambos nus, ele me inclinou um pouco para fuder melhor  e tive de me apoiar na cama deles, agora estava a menos de meio metro daquela penetraçao, meu marido fodia minha buceta com força, eu gemia, Sandra gemia, o tesao era enorme.


Não acreditei que aquilo estivesse acontecendo. Aquilo estava me fazendo sentir uma verdadeira puta de filme erótico. Eu estava quase metendo a mao na bucetinha da Sandra so para sentir o pau do Josué. Eles pararam para mudarem de posiçao, entao a safada da Sandra ficou de quatro virada para o nosso lado sua bunda estava quase  na minha cara o Carlos nao tirava o olho dela. Josué se posicionou ao meu lado.

Estavamos as duas de quatro, quase lado a lado. O pau do Josué do lado, senti o Carlos me empurrando um pouco para frente entao apoiei minhas pernas na cama e fiquei lado a lado com a Sandra. Meu marido começou a abrir meu bumbum e pediu baixinho meu cuzinho, nem respondi so me empinei mais. Ele foi enfiando o pau, nunca entrou tao facil, gemi um pouco alto e a Sandra pediu para o Josué fazer o mesmo.

Quando Josué enfiou ela gemeu alto olhou pra mim e sorrindo falou que gostaria de dois paus agora, eu sorri timidamente abaixei a cabeça e pensei o mesmo, mas sabia que ja tinha ido longe demais.

Josué avisou que ia gozar, entao Sandra deu um pulo ficou de frente para ele e começou a chupa-lo, eu nao queria perder essa cena do meu lado sai da posiçao de quatro e tambem peguei o pau do Carlos e comecei a chupa-lo sem tirar os olhos da chupada dela. Carlos vendo tudo isso nao resistiu e começou a soltar jatos na minha boca tirei seu pau e continuou a gozar nos meus seios. Josué nao soltava jatos mas começou a gozar fartamente na  boca da Sandra, nós duas nos deliciamos vendo os paus dos maridos.

Me levantei fui ate o banheiro para me limpar. Logo Carlos veio atras e me trouxe o roupao e meus pertences. Quando acabei a higiene ja devidamente vestida. Nem entramos no quarto nos despedimos da porta mesmo, os dois estavam deitados na cama e de lá tambem foram bem simpaticos na despedida. Quando estavamos saindo, ja fora do alcance da visao, Josue falou:

- Se quiserem trocar voltem daqui a pouco.

Aquilo nos acendeu novamente, quando entramos  no nosso quarto transamos novamente, no meio da transa meu marido pergunta se eu queria estar dando para o Josué, se eu estava imaginando o pau dele agora, eu dizia que sim e perguntava se ele gostaria de estar comendo a Sandra, ele dizia que sim e assim gozamos outra vez bem gostoso.

Acabou que nem trocamos telefones ou endereço. Hoje sou uma mulher muito mais desinibida, mas não voltamos a procurar esse tipo de prática sexual, se tiver que acontecer que ocorra naturalmente. Hoje nos resta boas recordações que nos trazem muito tesão.

  • Enviado ao Te Contos por Cinthia

sábado, 5 de setembro de 2020

Na flor da idade e com bastante tesão

 By: Alena

Oi. Para começar quero dizer que estou muito nervosa em contar sobre o que acontece comigo, mas tambem ao mesmo tempo estou bem animada, eu adoro o tecontos, sou uma leitora assídua.

Eu me chamo Alena, e sou muito amiga de Suzana e Carlos desde quando eu era casada com Rodolfo, sou divorciada há mais de 5 anos, sou uma jovem senhora de 42 anos e ela tambem. Temos filhos e tudo que uma  familia normal tem.

O que aconteceu foi que sentimos, certa vez no sitio de sua familia, uma atraçao e acabamos nos beijando e durante a semana vindora, transamos em sua casa no periodo da tarde, mesmo com sua empregada em casa. Sei que corremos um certo perigo, pois tambem existia a adrenalina que seu marido poderia chegar a qualquer momento. Mas essa nao é a historia que vim dizer:

Bem, depois daquela primeira, e levemente perigosa transa com Suzana,. nós duas ficamos ainda mais íntimas. Não vou dizer que passamos a ser namoradas pois não havia aquela coisa forte típica do sentimento de amor. Éramos amigas intimas que dividiam algums momentos de prazer juntas, sem complicações além disso.

Numa tarde, depois de transarmos ela começou uma conversa sobre fantasias sexuais.

Ela me perguntou : - "Alena, você tem fantasias sexuais ? "

Eu respondi : - " Huummm, não, acho que não, nunca pensei muito a respeito"

Ela então continuou : - "Pois eu tenho uma que a tempos passa por minha cabeça "

De imediato perguntei : - "Qual ?

Ela continou : - "Transar com um garoto de programa. Jovem"

Eu : - "Vai trair seu marido ? " ( É curioso mais no momento nenhuma de nós duas considerava o fato de fazermos amor como uma traição ao marido dela )

Ela : - " Não acho que seja traição. Será só sexo, eu tenho quase certeza que ele também deve se utilizar de putas de vez em quando. Por isso há tempos só transo com ele de camisinha"

Eu : - "E por que ainda não realizou ? Tem medo ? "

Ela : - "Exatamente . E quero tua ajuda ."

Eu : - " Eu. Como vou lhe ajudar com isso ? "

Ela : - " O medo que eu tenho é de dar azar e pegar algum maluco e ele fazer algo de ruim comigo. Mas se fomos duas fica mais difícil, entende ?"

Eu : - " Você quer que eu vá e fique olhando vocês transando para ver se está tudo bem ? Eu não sou voyeur ."

Ela : - "Não Alena. Quero que transe com ele junto comigo. "

Eu : - "Você tá brincando. Nós duas, com um cara ? "

Ela : - "Isso, nós duas. Imagina como vai ser gostoso. O que eu sonho nesta fantasia Alena é que poderemos nos preocupar apenas com nosso prazer, ele estará lá só para nos servir. Fará o que mandarmos ele fazer. Eu por exemplo quero ser beijada nos pés, dedinho por dedinho"

Eu : - "Suzana, você quer mesmo ? Bem, eu nunca tinha pensando em fazer algo assim. Mas por você eu farei. Quem será o gato ?  "

Dito isto caímos na risada e ficamos  fazendo carinho uma na outra por mais um tempo.

Durante dias visitamos site de acompanhantes, ligamos para os anúncios de jornal e cada dia ficávamos mais excitadas com a idéia.

Numa sexta-feira Suzana me liga em casa dizendo que havia encontrado o que ela queria. O anúncio do rapaz trazia o endereço do site onde havia fotos dele.

Era moreno claro, 1,70 , um corpo bem definido e foi bem educado e tranquilo na conversa que tivemos ao telefone. Dizia ter 25 anos e que fazia programas a 2 anos. Suzana ficou animadíssima e decidiu que seria com ele.

Combinou para o sábado da semana seguinte . No dia combinado Suzana saiu de casa por volta das 10:00 , ela me pegou às 10:30 e ficamos passeando juntas até às 12:30 e então seguimos para o local combinado para o encontro com o rapaz.

Nós o pegamos no local combinado e de lá até o motel conversamos amenidades.

Ao chegarmos ao motel Suzana escolheu uma suite super luxo. Assim que entramos na suite o rapaz, profissional que era,  já foi dizendo que iria tomar uma ducha. Suzana pediu duas garrafas de vinho branco e nós duas nos despimos, deitamos na cama  e nos cobrimos com os lençois.

O rapaz voltou em uns 15 minutos e nós duas já estávamos bebendo vinho e dando risadas. Ele estava apenas de sunga e por alguns minutos eu e Suzana ficamos observando seu corpo. Era bem definido mas não muito musculoso, ele não tinha o rosto muito bonito mas o conjunto era agradável, ele tinha mais ou menos a minha altura.

Para quebrar o gelo ele perguntou : - Vocês gostariam de começar com uma massagem, eu tenho um óleo bem relaxante aqui na minha bolsa.

Eu e Suzana nos olhamos sorrimos e falamos ao mesmo tempo :

- Adoraríamos.

Ficamos deitadas de bruços e puxamos o lençol até  a altura de nossos bumbuns. Pedimos para ele começar no pescoço e massagear até as costas.

Ele então começou com a Suzana, passou um pouco do óleo em sua nuca e foi massageando nuca e ombros. O efeito na Suzana foi imediato ela já sorria e gemia satisfeita.

Em seguida o rapaz fez o mesmo em mim mas ai ficou revezando, às vezes com uma mão em mim e outra em Suzana, também adorei o toque e fui ficando excitada.

Suzana também demostrava estar gostando e com a ajuda do vinho foi ficando mais solta e depois de um tempo falou :

- Agora quero massagem em meu bumbum, coxas, pernas e pés.

O rapaz então foi puxando lentamente o lençol e olhou fixamente para a bunda de Suzana que já denunciando as intenções abriu um pouco as pernas permitindo-o também ver um pouco de seu sexo. O rapaz olhou para mim como que perguntando se eu queria o mesmo e eu sorri e respondi afirmativamente.

Para massagear meu bumbum o rapaz encheu a mão com o óleo e despejou tudo sobre meu reginho, espalhando rapidamente sobre as duas partes, ele me deixou ensopada .

Apesar de seus movimentos rápidos o óleo também escorreu para minha xaninha  indo se misturar com os líquidos que já minavam dela.

Ele fez a mesma coisa com Suzana que estava cada vez mais excidada e enquanto era massageada arrebitava a bunda permitindo ao rapaz também tocar sua buceta e assim masturbá-la um pouco.

O rapaz seguiu com a massagem por alguns minutos espalhando o óleo por nossas coxas , pernas e pés.

Neste instante Suzana pediu a ele que beijasse e chupasse os pés dela e ele fez isso como se fosse a coisa mais gostosa do mundo. Suzana já gemia de prazer e já buscava minha boca e também acariciava meus seios.

Eu fiquei impressionada ao ver a excitação e o prazer que Suzana sentia ao ser beijada nos pés , após alguns minutos seus pés já estavam molhados de tantos beijos e chupadas e ela num movimento virou-se , ficou de quatro e ordenou ao rapaz :

-Me come .

O rapaz, rapidamente colocou a camisinha e ficou de joelho atrás de Suzana e começou a penetrá-la.Suzana estava extasiada e denunciava seu prazer a cada estocada do rapaz em sua buceta. Ele também alisava sua bunda e costas e a cada instante Suzana forçava mais seu corpo contra o pênis do rapaz, querendo que ele fosse mais fundo dentro dela. 

Eu fiquei observando a cena e me masturbando por uns poucos minutos até que Suzana sussurrou que queria me devorar. Eu me ajoelhei em frente a ela e passou a vasculhar minha buceta com a lingua. A cada estocada do rapaz nela ela também tentava ir mais fundo dentro de mim. Eu podia ver a buceta de Suzana ser penetrada e isto me deixava bem excitada, à medida que o prazer aumentava eu fui segurando a cabeça de Suzana e praticamente esfregava todo seu rosto em minha buceta que já estava absolutamente ensopada, com mais alguns minutos Suzana anunciou seu gozo. Ela gritou forte e seu corpo todo estremeceu e se arrepiou. 

Suzana se libertou do rapaz e foi logo dizendo, agora é você Alena. O rapaz ainda não havia gozado e seu membro ainda esta rígido. Ele se deitou eu fui para cima dele cavalgá-lo. Seu membro estava bem grosso mas minha excitação era tanta que minha bucetinha acomodou tudo sem dificuldade.

Eu fiquei de frente para o rapaz e subia e descia lentamente permitindo a ele apreciar seu pênis surgir e sumir dentro de minha buceta. Eu logo já estava apreciando aquilo enormemente e fui aumentando o ritmo. Suzana já estava me observando e acariciava minhas costas e minha bundinha.

À medida que aumentava o ritmo meu prazer aumentava, o rapaz apesar de profissional também não conseguia disfarçar o extremo prazer que sentia, seu pau pulsava e ele gemia alto enquanto me fodia e já apalpava meus seios.

Eu sentia meu orgasmo chegando e neste momento já sentia prazer por todo meu corpo. Suzana já desliza sua lingua por todo meu corpo, ora lambendo minha nuca e minhas costas, ora chupando meus seios no que foi acompanhada pelo rapaz.

Eu via os dois lambendo e chupando meus seios, como se eu os tivesse amamentando. Meus mamilos já estavam duros como pedra e a cada lambida que eles davam meu corpo tremia. Suzana também usava suas mãos e quando sentiu que eu estava prestes a explodir em gozo passou a penetrar meu cuzinho com os dedos .

Ahhh, que delícia foi sentir isso. Ela começou com apenas um dedo mas meu cuzinho foi tão convidativo e minha expressão de prazer tão intensa que em pouco tempo Suzana já tinha três dedos entrando e saindo de mim.

Eu não aguentei isto por muito tempo e por mais que eu quizesse prolongar o prazer minhas pernas já doiam de tanto subir e descer sobre aquele mastro. Eu gritei várias vezes :

- vou gozar ! vou gozar ! vou gozar , pois sabia que o rapaz também queria liberar todo o tesão comigo.

Não deu outra , segundos depois explodimos juntos. Seu penis pulsou de tal forma dentro de mim que eu cheguei a ficar com medo da camisinha estourar, Suzana também me provocou arrepios com seus movimentos em meu cuzinho, foi quase que um gozo duplo para mim. Ah, deitei na cama, saciada e exausta. Suzana também tombou sobre mim pois havia gozado novamente se masturbando.

Ficamos alí deitadas por um tempo. O rapaz se recompos primeiro. Foi ao banheiro tomar uma ducha e já voltou de sunga. Suzana e eu terminamos com o vinho e apenas nos olhávamos sem nada dizer. Tinha acontecido como ela queria. Um sessão onde nos concentramos apenas em  nosso prazer. E que prazer tivemos !!!

Mais algum tempo e eu e Suzana banhamos e nos arrumamos. Ao sair ele disse : 

- "Ok, quando quiserem novamente é só chamar, vocês são maravilhosas" 

Eu e Suzana apenas piscamos para ele e fomos embora. E assim Suzana realizou sua fantasia com minha ajuda. E nossos encontros as tarde ainda continua, uma amizade muito deliciosa.

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sexta-feira, 4 de setembro de 2020

Ela acabou descontando a traição (Jan-2020)

 BY: Jailson

Meu nome é Jailson, tenho 26 anos, sou moreno de pele clara e cabelos escuros, tenho 1.75 de altura.

Depois de ler tantos contos gostosos eu gostaria de escrever o que me aconteceu em Janeiro desse ano (2020). Foi no aniversário de meu amigo Kleyton, lá eu conheci a Laura, uma morena de cabelos negros e longos, deliciosamente sarada, boa estatura, uma daquelas deliciosas morenas de seios médios e uma bunda grande e redondinha, braços e coxas grossas, não sou muito bom para descrições, ela é muito simpática, e bem comunicativa, acabamos ficando na mesma mesa, conversando, mas nada de especial.

Logo, depois de outros assuntos, todos começaram a falar sobre traição, Salete contou uma história sobre uma amiga dela que estava sendo traída, quase todos na mesa começaram a dar opinião, dizendo que ela deveria deixar o cara, que ela deveria chifrar o marido, etc. Laura continuava calada, me olhando com uma cara doce, eu não tirava os olhos daquela boca carnuda, Salete disse ainda que tinha aconselhado a amiga a se separar, mas antes de separar pra botar um belo par de chifres nele. Todo mundo riu, eu também…

Outros assuntos entraram na conversa e os integrantes da mesa se dividiram em grupinhos, bebendo, conversando e comendo. Com o passar do tempo, percebi que Laura começou a beber além do normal, foi ficando alegrinha, e quando percebi, eu estava conversando só com ela. Algum tempo depois, colocou a mão no meu braço e cochichou no meu ouvido:

-Amor eu preciso ir ao banheiro, mas estou com vergonha de me levantar da mesa, pois já estou muito tonta

Eu fiquei bastante excitado em ouvir ela me chamar de amor, principalmente porque ela falou bem junto ao meu ouvido, deu-me muita excitação.

Na hora de ir embora, Salete me pediu pra levar Laura pra casa dela, porque ela não ia poder, logo depois, Salete saiu com um casal e mais um cara, eu adorei a situação, já estava de pau duro, antevendo o que poderia vir.

Pegamos um táxi, e no caminho, Laura falou muito pouco, embora me olhasse de vez em quando, sorrindo, no meio do caminho, ela pediu-me para irmos para algum motel, e logo que entramos, ela pegou no meu rosto e me deu um beijo, foi um beijo delicioso, quente e molhado, ela beijava bem gostoso, acariciando a minha cabeça, eu não queria parar de beijá-la.

Chupei a sua língua que dançava dentro da minha boca, alternando com beijos na boca, eu lambia e beijava o pescoço de Laura, enquanto minhas mãos sem direção percorriam o seu corpo, hora acariciando hora apertando. Os amassos ficaram mais ousados e mais gostosos. Ela estava com um discreto vestido vermelho, tomara de caia. Ela me fez sentar na cama e sentou-se no meu colo, de frente pra mim, sempre me beijando, subiu no meu colo e começou a roçar seu corpo no meu, esfregava a sua buceta no meu pau, embora ela estivesse de calcinha embaixo do vestido e eu de calça, mas a sensação de prazer era maravilhosa.

Abri o zíper e desci o vestido, puxei o bojo do seu sutiã para baixo e pude apreciar seus seios deliciosos, de bicos grandes e as aureolas largas, e comecei a passar a língua no biquinho e depois mamei com vontade, com sede, com fome, com tesão, ela estava estranhamente calada, eu chupava os biquinhos dos seios, alternando entre os seios.

De repente, Laura desmontou do meu colo e falou que não podia, e eu fiquei sem entender o que estava acontecendo, ela repetia.

- “não posso, não posso, desculpa”.

Ela puxou o vestido, ficou em pé em frente a mim, levantei-me e aproximei-me dela e ela repetia, “não posso”, mas eu estava embriagado de tesão e fiz de conta que não ouvi.

Segurei no seu rosto e recomecei a beijá-la. Entre beijos e tentando se desvencilhar dos meus braços ela me contou que a tal amiga que Salete tinha comentado no restaurante? Era Ela, Salete que tinha descoberto que o marido de Laura a traia e a convenceu a dar o troco, a trair seu marido também. Não sei por que eu, mas foi Salete quem arrumou tudo para ficarmos junto. “Entendi”, eu disse, não conseguia parar de beijá-la e de apalpar aquele corpo delicioso. Ela colocou uma mão no meu peito e tentava se soltar enquanto dizia:

- “Mas eu não tenho coragem, amo muito o meu marido, apesar de ele ser um canalha. Desculpa, tenho que ir”.

Eu entendia, mas confesso que fui canalha também, eu estava com muito tesão por aquela morena e estava a fim de transar com ela naquela noite., por isso quando ela se virou de costas pra mim, se abaixando para pegar a bolsa na mesa de centro, eu, louco de tesão, e com ela de costas pra mim, me esfreguei na sua bunda e a abracei pela cintura, apalpando os seios, lambendo sua nuca e beijando suas costas enormes, enquanto isso, fui subindo o seu vestido, apalpando as coxonas, fui subindo até que enfiei a mão por dentro das suas pernas, começando a alisar os lábios de sua xoxota, mesmo por cima da calcinha. Algum tempo depois ela já movimentava a bundona ao ritmo dos meus dedos.

- “Preciso ir embora”

Ela dizia, mas agora sem muita convicção e com os olhos fechados.

- “Tudo bem, eu dizia, depois te levo”

Mas sem parar de masturbá-la.

- “Para, você é um tarado”

Disse ela enquanto que, alucinado eu enfiei a mão por dentro da calcinha até que encontrei o grelinho que foi ficando duro e comecei a mexer nele, passando o dedo de leve

- “Gostosa, você é muito gostosa, você me deixou louco de tesão, quero te fuder”

Eu estava a mil, meu pau doía dentro da calça de tão duro, enfiei os dedos nos seus cabelos e a puxei fazendo com que sua boca ficasse a minha disposição e a beijei novamente, cheio de tesão.

- “Vamos pra cama”

- Por favor, tenho que ir embora, me leva“

Ela então se virou, ficando de frente pra mim, reparei que seus olhos estavam brilhando e fiquei beijando-a e me esfregando. Fui apertando-a e praticamente a empurrei para o cama, quase jogando-a na cama.

- “To com muito tesão, você é muito gostosa”

Ela ficou deitada de costas na cama, levantei seu vestido, tirei a calcinha rapidamente, deixando sua xoxota à mostra e então a chupei, abri bem a sua xaninha com dois dedos e lambi sua xaninha de baixo pra cima, lambendo delicadamente o centro e beijando as laterais. Enfiei a língua bem fundo e lambi em movimentos circulares. Ela se contorcia, de um lado para outro, acariciava meus cabelos, rebolando na minha boca e eu a olhava com tesão e queria devorar aquela xoxota enorme, aquele grelinho que foi ficando duro na minha boca, chupava, lambia, segurava no dente sem morder.

Ela dançava na minha boca, ajeitava o corpão, para permitir o livre acesso da minha boca dentro dela, eu a sentia se contorcendo, levantando o quadril ou remexendo as ancas. Ela começou a gemer, enquanto eu lambia com rapidez seu grelinho, depois colocando-o na boca e sugando devagar, enfiei meus dois dedos na sua buceta, estocando, compassados por apertões nos seios e nas coxas grossas.

A essa altura, ela tinha abaixado o vestido e estava com os seios nus, apertando-os com os dedos, gemendo, seu quadril se erguia para que minha boca a invadisse cada vez mais e eu a olhei, com a boca colada na sua buceta, chupando-a com prazer. ela então conduziu meus dedos e minha boca e fui lentamente invadindo, chupei-a sem pressa, com fome, com sede, praticamente devorando sua buceta.

Um estremecimento de prazer tomou conta do seu ventre, ela gemeu mais alto, se contorceu, se retesou e esticou o seu corpo e gozou… gemendo bem alto, quase gritando, suas coxas morenas apertavam a minha cabeça, ainda senti sua buceta se contraindo na minha boca, prolongando seu prazer por um minuto ou dois.

Enquanto ela se esticava na cama, molinha pelo prazer que tinha tido, eu me levantei, tirei a roupa, me ajoelhei ao lado dela, beijei-a demoradamente, eu estava louco pra fuder a buceta dela, enfiei a cabecinha, enquanto chupava seus seios e beijava seu pescoço e lábios, enfiei firme e devagar, olhando seu rosto moreno, que me olhava docemente. 

Comecei a meter com ritmo, urrando de tesão, sentindo a sua xoxota úmida e quentinha, se contraindo a cada investida, eu ficava mais tesudo ainda de sentir os biquinhos dos seios dela roçando no meu peito, ela mordia meu ombro, me fazendo meter com mais força ainda, ela seguia meus movimentos com o quadril, meus movimentos se tornaram mais rápidos.

Viramos e logo ela estava em cima de mim, devorando a minha boca, se esfregando gostosamente em mim, ela pegou meu pau duro e começou a esfregar no seu clitóris, enquanto esfregava os seios na minha boca.

Ela engoliu o meu cacete, enfiou tudo na buceta e me cavalgou deliciosamente, ficou agachada em cima de mim, eu delirava com os seus movimentos, com aquela buceta engolindo e esmagando o meu pau, não consegui me conter e anunciei que ia gozar…

ela disse: - goza, me enche de porra…

Ouvindo o jeito que ela falou e vendo a sua carinha linda, não consegui me conter, esporrei num gozo delicioso dentro daquela morena, que me mantinha fortemente dentro dela.

Suados, cansados, ficamos nos beijando depois, descansamos, conversamos, e fodemos novamente, ela chupou o meu pau com carinho e tesão, me fazendo gozar na sua boca e na hora de ir embora, já vestidos, eu tirei a sua roupa e a fodi de novo, de quatro, de ladinho e a fiz gozar na minha boca.

Transamos muitas ate antes dessa pandemia, tendo que ficar sem sair ficou difícil de nos encontrar, mas pelas trocas de mensagens combinamos de nos ver mais vezes.

  • Enviado ao Te Contos por Jailson

quarta-feira, 2 de setembro de 2020

Meu amante do virtual para o real (2020)

By; Amanda

Me chamo Amanda, tenho 32 anos e sou do Mato Grosso. Eu vou contar algo muito louco que eu estou vivendo.

Há pouco tempo conheci um lindo homem atraves do facebook, passamo a conversar por dias, confiantes trocamos whats e passamo a nos ver pela cam, falavamos de sexo todo dia, gozamos muitos, ele sempre dando um jeitinho do falar longe de sua esposa, eu virei sua amante virtual.

Começamos uma excitante historia de amor virtual, ele é um cara casado eu tambem sou, mais pelo o que pude percebe ele é carente como eu, eu fiquei encantada com ele e passei a deseja-lo muito, minha vontade é de estar com ele, sentir o cheiro dele, o toque da mão dele, o corpo dele no meu, o gosto de seus beijos, eu ficava horas esperando ele entra online só pra mim ver ele, quando ele não entrava eu sentia uma grande frustação e aos poucos percebi que estava apaixonada por meu amante virtual, no começo não acreditava que era paixão pois eu dizia a mim mesma

“como pode se apaixonar por alguem que vc nunca tocou, que vc nunca beijou”

E hoje posso assegurar que isso é possivel, pois eu vivo esta experiência na própria pele, ele se chama Fernando de São Paulo nossa a distância me mata, eu chamo ele de Fergato, pois ele é um homem muito atraente e charmoso, eu sempre que ligava minha cam (do pc ou do meu celular) ficava nua e me mostrava pra ele, mostrava minha xoxota depiladinha e bem carnuda e ele me mostrava aquele enorme pau grosso e gostoso que minha boca se enchia de água so de imaginar ele na minha boca, me dava um tesão muito grande.

Ele pedia pra mim ficar de quatro e eu ficava, eu pegava meu vibrador e começava a meter ele todo na minha gostosa bucetinha, ele me olhava e batia uma gostosa punheta, eu então tirava da xoxota meu pau de burracha e chupava o caldinho que saia da minha xoxota, depois metia no meu cuzinho, que delicia!

Eu gemia feito uma cadela no cio de tanto tesão, ele não aguentava e gozava e eu tambem gozava e mostrava meus dedos pra ele encharcados de luxuria e prazer.

Bom ficamos assim por seis meses, só que a loucura e o tesão foi maior e ele acabou vindo pra minha cidade, marcamos um encontro em um motel e eu fui encontrar aquele que a tempos me tirava o sono, eu tava anciosa pra chegar a hora com medo de me decepcionar tambem, porque ver pela a cam era uma coisa, queria ver se ao vivo e a cores era igual.

Pronto a hora chegou, era a hora que eu ia pro cursinho nesse dia faltei e fui ao seu encontro, chegando lá subi pra suite e bati na porta, quando abril um homem alto de corpo gostoso e ela tava só de cueca, só conseguia olhar pro seu pau fazendo volume, ele educadamente me segurou a mão e me conduzio a entrar.

Eu então entrei e ele me deu um longo beijo, eu fiquei de pernas bambas nos braços do meu tão sonhado amante, ele então abriu uma garrafa de vinho e me ofereceu, eu aceitei, a primeira taça eu tomei em um gole pois estava muito anciosa, mas logo comecei a me solta mais, ele ligou o som, colocou uma musica lenta e suave com um toque de romance e me deu mais um beijo, me deitou na cama com tanto carinho começou a me beijar toda, tirando lentamente o meu vestido, me deixando totalmete nua.

Começou descendo e xupando minha bucetinha ja toda encharcada de tesão, chupando meus seios me dando leve mordidas na orelha susurrando baixinho no meu ouvido dizendo que me queria todinha aquela noite;

Ele ficou em pé, tirou a cueca e me colocou pra chupar o seu pau que na quela hora ja estava duro e melado de tesão, eu engoli aquele pau com uma vontade tão louca que ate engasguei.

Depois ele subiu em mim e colocou seu pau na minha xoxota que engoliu de uma só vez, então começou aquele vai e vem alucinante e ao mesmo tempo me beijava

Hoooooo..que sensação otima de ser amada e desejada!

Ele me colocou de quatro e meteu no meu cuzinho e puxava meus cabelos, batia na minha bunda eu gritava

- vai vai vai...que estou gozando

Ele me colocou de joelho no chão, segurou meus cabelos e esguichou jatos de porra na minha cara, eu gozei com ele me chupando por horas.

Fomos tomar banho e depois ficamos namorando nos conhecendo melhor, ele me beijava, me acariciava e fizemos amor a noite toda, pois eu liguei pro meu marido e disse que ia dormi na casa de uma amiga, liguei pra minha amiga pra ela confirma.

No outro dia levei ele ao aeroporto e nos despedimos com muitos beijos e juras de se ver o mais rapido possivel.

Continuamos nos vendo todos os dias por video chamada, ele bate punheta pra mim e eu bato siririca pra ele e gozamos muito todos os dias.

Ele é meu amante virtual, beijos Fernando

  • Enviado ao Te Contos por Amanda

Com uma siririca eu gozei no carro com o motoboy vendo tudo (31-08-2020)

By: Cris

Sou a Cris, tenho 41 ano, casada, mãe de 3 filhos, e ainda com muito fogo.

Sabemos que essa quarentena não está fácil para ninguem, ate para nos mesmos, casados e casadas ...

Bom estou trabalhando home, mas 1 vez por semana estou indo visitar minha unidade, porem essa semana (no caso ontem) fui para unidade da cidade vizinha, fui mais no final da tarde, e voltei ja era quase 20:00... meu carro no retorno quebrou, estourou uma mangueira, entao chamei o guincho, demoraria de 60 á 90 minutos para chegar...

Eu entrei no carro para esperar, liguei o som, estava parada em uma avenida ate que movimentada, porem muito escura, pois é um desvio do pedágio da cidade, sempre parando um ou outro para tentar ajudar, mas enquanto não chegava, comecei a ler alguns contos...

Então sentei no banco do passageiro, coloquei meus pés sobre o painel, e comecei a me tocar, enquanto lia cada conto mais gostoso que o outro, passava meus dedos na minha menina, que estava ensopada já, então o tesao foi aumentando junto os movimentos dos meus dedos... até que gozei... gozei muito...

E relaxada com os dedos ainda dentro da calça, deitei sobre o banco, quando escuto alguem batendo na janela, era um motoboy perguntando se queria ajuda, ele com certeza viu minha mão dentro da calça, tirei rapidamente, abri o vidro e falei que não precisava que o socorro estava vindo, ele insistindo em ficar ali, então falei que se ele quisesse aguardar, mas ficaria no carro, ele então sentou na moto e ficou mexendo no celular, e eu continuei lendo os contos, e tive que me tocar novamente, ele vendo tudo, sentado na moto na frente do carro, ele alisando toda hora seu pau..

Entao ele desceu da moto, encostou na lateral do carro e começou a se punhetar enquanto eu me masturbava olhando pra ele continuava cada vez mais com tesao, entao o guincho apontou la na frente e iria retornar para pegar o lado da avenida que eu estava, vi que ele aumentou a velocidade e gozou, eu tambem, me concentrei ate que gozei também...

O guincho encostou... e então ele foi embora e eu segui para casa...

  • Enviado ao Te Contos por Cris

terça-feira, 1 de setembro de 2020

Transei com o ex namorado da minha mãe (31-08-2020)

By: Kethleen

Olá, meu nome é Kethleen, tenho 19 aninhos, sou negra, tenho 1,65 de altura e 65kg em parte bem distribuidos, seios médios, bunda e coxas grandes.

Para que entendam, saibam que eu sou tarada por sexo com homens mais velhos, minha tara começou já nos meus 17 anos e continua. O que eu vou contar pra vcs aconteceu ontem mas começou semana passada.

A seis anos mais ou menos minha mãe conheceu um cara chamado Maurício. Um homem de 51 anos, bronzeado de sol, nem magro nem gordo. Eu não o conhecia pessoalmente, mas sabia que ele era apaixonado nela. Por motivos que não convém dizer agora, eles terminaram ele continuou no Rio e vinhemo embora para São Paulo, e eu nunca mais ouvi falar dele.

Quando foi semana passada eu estava no meu facebook e ele apareceu perguntando se eu era filha da Cláudia (minha mãe). Confirmei e ele me disse quem era. Fiquei toda feliz por conhecer meu "quase padrasto".

Conversamos bastante sobre as nossas vidas até que ele me perguntou se ainda estávamos em Sampa. Disse que sim e perguntei o por que. Ele me disse que também estava em São Paulo e queria ver minha mãe, falei com minha mãe e ela não quis ve-lo, mas disse que caso eu quisesse conhecer ele que podia.

Conversei com ele nos dias seguintes e marcamos de nos ver nessa segunda feira (31-08-2020), fui sozinha e quando cheguei na casa dele, nem precisei dizer quem era, ele me reconheceu na hora, sentamos no sofá , e depois de conversarmos bastante e reparei que ele não parava de olhar pros meus peitos que não são tão grandes assim mas chamam atenção.

Eu curiosa como sempre, pensei em começar a provocá-lo pra ver onde isso ia chegar, sentei mais perto dele, me ajeitei discretamente de um jeito que mostrava as minhas coxas atravéz do vestido que quase não tampava nada, e que meus seios ficassem mais chamativos do que já eram. Ele se conteve um pouco mas depois relaxou.

Um pouco mais de conversa, e ele não parava de olhar pro meu decote e coxas. Até que tocou no assunto de namoro, ele disse que estava junto com outra mulher, mas ela estava morando em antos ele por causa do trabalho só ia la no final de semana, conforme conversava eu ia me mexendo, rindo, tocando nele, vi que seu pau já estava ficando duro. E provoquei mais ainda. Ele não aguentou e me tascou um beijo delicioso.

Sentia o calor da sua respiração no meu rosto. Sentia suas mãos grandes em mim, uma nas minhas costas e outra nas coxas. Não demorou muito pra ele arrancar meu vestido e beijar meu corpo todo. Começou pelo pescoço e quando chegou nos meus peitos, só de encostar a língua no meu biquinho eu gemi gostoso. Cheia de tesão. Ele chupava e lambia meus peitos como se fosse bala. Nossa tava bom mesmo.

Enquanto isso ele foi deslizando a mão que estava na coxa até a minha xotinha que já tava toda molhada de tesão.

Quando ele encostou a mão, eu quase tive um orgasmo na hora. De acordo com que eu gemia, ele acariciava meu clitóris com o polegar e enfiava o dedo do meio na minha xota, eu quase gozei com aquilo. Mas segurei o gozo, me levantei e disse

- "Deixa eu te chupar"

Ele na hora tirou a calça e a cueca e eu pude ver o lindo pau que ele tem,  eu peguei com vontade aquele pau enorme e lambi de leve a cabecinha, o que fez ele gemer, depois eu chupei gostoso com vontade, deixei o pau dele brilhando, ele não aguentou e me pegou no colo e levou pra cama.

Me jogou na cama e me pôs de quatro, me chupou todinha o que fez meu tesão aumentar mais ainda, eu tava quase explodindo de tanto tesão, não demorou muito e ele posicionou a cabeça do pau na entrada da minha xota e forçou um pouquinho, o que foi o bastante pra a cabeça toda entrar de uma vez só, doeu um pouquinho mas ao mesmo tempo foi bom e eu disse a ele

- "não para não, deixa a minha xota acostumar. Continua".

Então ele enfiou de pouquinho em pouquinho fazendo um vai e vem delicioso, eu gemia, tremia, urrava de prazer. Gozei umas duas vezes, e ele bombava cada vez mais forte e mais rápido.

- "vou gozaaaaaaaaarr".

Ele começou a passar o dedo no meu cuzinho e perguntou se eu deixava ele me foder o cú também, não deixei, embora eu goste muito, eu não dou em um “primeiro encontro”.

Depois de uns 15 minutos naquela posição, ele deitou na cama e eu cavalguei na pica dele, gemiamos juntos e gozamos juntos. Até que eu deitei do lado dele e depois de um tempinho eu dormi, quando acordei era fim de tarde trocamo umas caricias, me arrumei e vim para casa.

Trocamos algumas mensagens depois disso, nós dois estamos com muito tesão e loucos para repetir.

  • Enviado ao Te Contos por Kethleen

Inaugurando o motel com a dona (lesb)

By: Ana Carla

Me chamo Ana Carla, hoje tenho 24 anos e sou de uma cidade próximo a Belo Horizonte. Eu trabalho no ramo de informatica há algum tempo e de um ano pra cá, venho me dedicando à parte de web design, o que me garante um lucro muito bom, e pelo meio vão acontecendo pequenas aventuras, e uma delas é a que vou relatar agora.

Quando me aconteceu isso eu tinha 20 anos de idade, me tornando uma jovem empresária, fui procurar empresas que se interessassem em criar seus sites, distribui alguns cartões e liguei para alguns amigos, para que aquela noticia se espalhasse e logo surgissem trabalhos e algum retorno financeiro.

Certo dia, era manhã, eu sem nada para fazer, recebi uma ligação no meu celular, como sempre acontece o numero não me era conhecido, atendi, era uma moça muito bem educada:

-Carla?

-Sim, pode falar

-Aqui é Simone

-De onde?

- Você não me conhece, quem me indicou você foi Leandra sua amiga!

- Ah sim! Em que posso ajudar? (Já sabendo eu que se tratava de negócios)

- Quero um orçamento para fazer um site, você pode vir até ao meu escritório?

- Claro! Vou agora! Me passa o endereço?

Ela me passou, coloquei um roupa bonita para causar boa impressão, e fui até lá. Ao chegar encontrei Simone, linda, meiga, carinha de anjo e corpo de mulher, que também me olhou dos pés a cabeça e disse:

- Leandra não me disse o quanto você era linda.

- Obrigada! Sorri sem jeito e fomos tratar de negócios.

- Olha só Carla, a reforma acaba essa semana, e eu quero que você tire as fotos de cada quarto para por no site.

- Como é que é?

- Dos quartos minha querida, a empresa que eu estou inaugurando é um Motel!

Ahh ta! Respondi já molhando a calcinha de tesão. Então ta você me liga assim que tiver tudo pronto?

- Ligo sim!

- Então eu vou preparando o layout do site ok?

- Ta certo! Deixa que eu abro a porta para você voltar!

- Ta bom

Dei dois beijinhos de cada lado do rosto e sai, fui correndo para casa tomar banho e bater uma siririca pensando nela. Minha buceta tava encharcada, me masturbei gostoso. Mas parece que alguém também estava pensando em mim, só deu tempo eu gozar, meu celular tocou! Meu coração deu até aquele choque quando vi que era ela.

- Oi, falei ainda ofegante.

- Carla eu sei que não estar no nosso contrato, mais desde que cheguei aqui na cidade que não sai de casa ainda, só trabalhando, você é muito jovem deve conhecer uns lugares bem legal, para se visitar a noite será que você podia dar uma volta comigo?

- Claro que sim, então te pego as 20h?

- 20h ta ótimo!

Quando chegou a noite, já toda produzida, escutei uma buzina, era minha Deusa! E como tava linda, entrei no carro e fomos dar uma volta enquanto conversávamos, ela me disse que tinha se separado há pouco tempo e que vendeu as suas coisas na cidade onde morava e ia reconstruir aqui.

Paramos num barzinho e tomamos algumas bebidas, ficamos um pouco altas, mas estávamos lúcidas e conscientes do que estávamos fazendo, e por baixo da mesa as minhas pernas tocavam as dela e vice e versa e aquele jogo de sedução estava me levando à loucura!

Já estava muito excitada e não aguentava mais sentir ela me tocar, ela já estava mais saídinha e me perguntou se já tinha ficado com uma mulher antes? Respondi que sim, o que a fez suspirar bastante forte e ficar parada por alguns minutos, até que perguntei e você?

- Sim, é muito gostoso não é?

Eu já não sabia se aquelas palavras entravam pelos meus ouvidos, ou se pela minhas pernas, por que cada palavra que ela falava, mais eu ficava molhada.

- Posso te confessar uma coisa? To ficando excitada com essa nossa conversa!

- É! e é melhor a gente ir andando, que ta ficando tarde!

Saímos de lá e ela me chamou para dormir na casa dela, embora tivesse morrendo de vontade, não podia, minha mãe não gosta que durma fora. Ao chegarmos, ela encostou o carro, passou a mão por minhas pernas e disse:

- Você é muito gostosa! Daria tudo pra ter você na minha cama e me deu um selinho.

Saí daquele carro flutuando. Parecia amor à primeira vista, tesão à primeira vista. Me masturbei mais 4 vezes naquela noite, não parava de pensar nela.

Isso foi numa terça feira, ela não ligou para mim na quarta, nem na quinta, nem na sexta, e eu trabalhando no seu site, pensei em esquecer tudo que tinha acontecido, até que no sábado ela me ligou:

- Bom Dia! Sabe quem é?

- Claro! Pensei que tivesse me esquecido!

- Nunca! Deixa eu te dar uma novidade?

- Hum… Fala!

- A reforma ta Pronta! A inauguração é hoje, se arruma que eu vou te pegar pra gente bater as fotos dos quartos.

- Ok!

Vesti um pretinho básico, com uma calcinha super sexy, afinal eu não sabia o que me esperava. Ela veio me buscar e fomos, era um motel enorme que tinha fechado há algum tempo, que ela comprou e reformou e ia fazer a reinauguração, os quartos estavam lindos, impecáveis, cada suite mais linda que a outra.

Entramos na suite Árabe e comecei a tirar as fotos, tirava e anotava tudo que tinha tipo: hidro, pole dance, dvd, tela de plasma, essas coisas, de acordo com cada suite. Ainda na Árabe, eu batia as fotos e prestava atenção em cada detalhe, ela interfonou e pediu que mandassem uma dose dupla de wiskhy. Perguntou se eu queria, respondi que não! Tava trabalhando não ia beber.

A dose dela chegou e fomos para outra suite, em cada suite que passávamos ela soltava uma gracinha e eu já estava totalmente excitada com tudo aquilo, num motel, com uma mulher linda, me dando a maior bola e eu dando uma de difícil, até que chegamos numa suite que tinha pole dance e ela perguntou se eu gostava de dançar. Disse que sim mais que nunca tinha dançado num treco daquele, ela disse que me ensinava, me levou até lá e fazia os movimentos por traz de mim descendo as mão na minhas pernas, na minha bunda e eu sabia que aquilo não tava na aula, minha buceta tava úmida, tava louca pra ser penetrada.

 

Eu ofegava e mostrava tesão, enquanto ela sussurrava no meu ouvido coisas do tipo:

“ta aprendendo direitinho… dança pra mim vai? Rebola gostosinho, que corpo delicioso que você tem.”

Cada vez que passava a mão em mim, mais subia meu vestido. Não aguentei e gozei, virei-me pra ela e ela percebendo me beijou loucamente. Me guiou até a cama, subiu meu vestido, afastou minha calcinha para o lado e me penetrou com dois dedos de uma só vez, o que me levou à loucura.

Ela mexia os dedos dentro de mim e eu gemia de prazer. Ela sussurrava no meu ouvido, o quanto eu era gostosa, o quanto tava excitada, que tinha se masturbado pensando em mim, e eu falava que também tinha me masturbado pensando nela.

Nessa hora ela soltou um grito e gozamos juntas. Tirei sua calça, deitei-a na cama e subi por cima dela e comecei a beijar cada parte daquele corpo delicioso, tirei sua calcinha e inundei minha boca com seu melzinho delicioso que tava molhando toda calcinha. Chupei e chupei até ela gozar mais uma vez pra mim, subi e suguei seus seios, beijei sua boca e penetrei ela com meus dedos e ela gemia muito.

Ela também me tocava, foi delicioso. Ela me pôs de quatro e lambia todas minhas pernas até chegar na minha xoxota, chupava tão gostoso que gozei mais uma vez. Cada Prazer que ela me dava eu queria retribuir e vice versa, e ficamos ali até tarde, gemendo e gozando diversas vezes. Chupei e beijei cada parte daquele corpo e ela também chupou e beijou cada parte do meu corpo depois fomos tomar banho juntas. Coloquei ela de costas pra parede, me ajoelhei perto dela e chupei aquela maravilha de xaninha mais uma vez, enquanto ela gemia, uivava e pedia mais e mais.

- Você chupa muito gostosooooooo, chupa vadia vai, chupa esse caralho todinho… aiiiii que delicia!!!!!!!!

Senti seu gozo na minha boca a beijei e terminamos de tomar banho, foi a tarde mais deliciosa da minha vida. Hoje nos vemos sempre, afinal tenho que dar manutenção no site né? E a patroa é quem manda!

  • Enviado ao Te Contos por Ana Carla

Contratei um Garoto de Programa para comer minha esposa nessa sexta (31-07-2026)

    By; Alex & Malu Te Contos, me chamo Alex e tenho 35 anos, minha esposa se chama Malu e tem 32 anos. Nosso caso começa bem par...