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Nivia
Oi
Te Contos, gostaria de mandar minha historia, aconteceu na madrugada desse sabado, dia 16.
Eu
conheci um cara chamado Victor, mas eu sempre estava dizendo não,
nos conhecemos no comércio em que eu trabalho, ele pediu meu
telefone depois de algumas interação durante suas compras e eu
fiquei sem jeito de dizer não, mas nunca me passou pela cabeça a
ideia de sair com ele.
Não
que ele não tivesse atrativos, ele era bem bonito, um pouco mais
alto que eu, tenho 1,70 de altura, ele deve ter quase 1,80, pele
morena bronzeado, roupas que marcam um pouco o corpo de academia,
braço tatuado, ombros largos e fortes, lábios bonitos e carnudos,
mas ele tinha uma cara de homem certinho, e isso me repelia um pouco.
Eu
gosto de homem que a gente olha e vê na hora que ele é safado e
gosta de uma boa putaria sem julgamentos, onde eu possa ser eu mesma,
falando nisso, deixa eu me apresentar;
Eu
me chamo Nivia, tenho a pele clara bronzeada, um pouco mais alta que
a maioria das mulheres, cabelos loiros tingidos, na altura dos
ombros, com um corpinho bem gostosinho, coxas grossas e bumbum
carnudo, peitinhos pequenos, e alguns quilinhos a mais, do tipo falsa
magra, tenho cara de brava, não é qualquer um que ganha um sorriso
meu, e tem que ser muito homem pra dar conta de tudo isso, tenho uma
boca com lábios grossos que amam chupar rola e rosto de safada que
gosta de levar pau na cara.
Então,
o Vistor me ganhou na insistência, após muitos não eu disse sim,
estava querendo muito sair e beijar então aceitei seu convite para
sair, marcamos de ir ao cinema, mas de última hora mudei o date de
cinema para um barzinho de rock que ele mencionou dias antes, um
lugar menos romântico e onde a gente poderia conversar e se conhecer
melhor.
Foi
uma ideia excelente, ele adorou, marcamos a hora e quando ele veio me
buscar e avisou que estava na frente da minha casa, eu já me sentia
mais animada para o encontro, vestia uma calça pantalona preta
dessas que quando o vento bate, abraça o corpo marcando a silhueta,
um top combinando com a calça, frente única deixando minhas costas
à mostra, de sandália de salto com tiras que amarram na perna, eu
me senti muito sexy e ao sair no portão e avista-lo dentro do carro
preto me esperando com um sorriso no rosto, envolto em uma névoa de
perfume masculino que me atingiu e inebriou antes mesmo de entrar no
carro, eu soube que ia dar bom.
Entrei,
cumprimentei-o com um beijo no rosto, ambos com sorrisos nos lábios,
gostávamos do que víamos e aquela noite a interação foi
diferente, estávamos animados, um pouco nervosos, mas começamos a
conversar sobre o tempo que levou para termos aquele encontro (mea
culpa) e sobre o nosso destino, o tal barzinho de rock em uma cidade
vizinha, o papo foi rendendo, a viagem deve ter levado quase uns
trinta minutinhos.
Nesse
meio tempo pude observa-lo melhor, agora com divino interesse naquele
homem, eu ouvia suas palavras e respondia adequadamente, mas meus
olhos passeavam pelo seu corpo, a forma como ele dirigia era sexy, um
lado meu começou a se perguntar por que não dei uma chance para ele
antes kkk
Enfim
chegamos no bar, carro estacionado por perto, fizemos um cadastro na
entrada, estava frio então optamos por uma mesa dentro do ambiente,
de frente pro palco, mas não tão perto que não desse para
conversar, estávamos um pouco nervosos, então a primeira coisa que
fizemos foi pedir uma cerveja.
Trocávamos
olhares, ríamos juntos e lá pela terceira cerveja eu já achegava
meu corpo mais para perto dele, que sempre muito respeitoso recebia
minhas investidas, mas não avançou em nenhum momento me deixando
totalmente a vontade do seu lado, eu tocava seu braço quando
falávamos algo engraçado, cheguei minha cadeira mais pra perto
fazendo minha perna roçar na dele, passei a mão em seu braço e
elogiei o tecido de sua camiseta usando isso como desculpa para tocar
seus bíceps por baixo do pano. Eu estava prontinha pra ele, boceta
piscava de tesão, o álcool fazia efeito também e minha inibição
já não existia, queria beijá-lo e senti-lo urgentemente.
Assim
o fiz, em algum momento tomei coragem e fui pra cima, minha boca
buscando a sua enquanto estávamos sentados lado a lado bem pertinhos
um do outro, seu braço esquerdo já estava nas minhas costas no
encosto da cadeira, então ele só me abraçou e retribuiu o meu
beijo, grudei o meu corpo no seu da melhor forma que pude ali
sentada, minha coxa roçando na sua, minha mão esquerda abraçou
suas costas e nossas mãos que estavam livres se entrelaçaram, o
beijo era delicioso, e ele tem essa barba grossa que mesmo barbeado
arranha a pele e deixa os lábios formigando, beijamos por longos
minutos, eu adorava morder seu lábio inferior, puxar e voltar e
aprofundar aquele beijo, meu corpo entrava em combustão depois de
tanta espera, tanto tempo sem sair com ninguém, desejo acumulado, eu
fui ao céu e voltei, bocetinha implorava por atenção, mas íamos
chegar lá.
O
restante do date aconteceu perfeitamente, entre beijos e garrafas de
cerveja pedimos comida, curtimos o som e conversamos mais… O cara
era um tesão, e perto das três da manhã decidimos ir embora, eu
não queria que a noite acabasse, queria dar pra ele, sentir aquele
corpo na horizontal, lamber, morder e passar a mão naquele corpo
todo, estava um pouco bêbada.
voltamos
para nossa cidade conversando o tempo todo e quando chegamos e ele
parou o carro em frente a minha casa, eu não queria descer.
Nos
olhamos em silêncio por alguns segundos quando ele desligou o carro
e disse:
-Está
entregue!
Eu
não disse nada, só me lancei para os seus braços ignorando
totalmente o câmbio entre nós, ele me puxou para mais perto me
apertando em seus braços e em poucos minutos eu já havia deixado o
banco do passageiro pra dividir o banco do motorista com ele, o beijo
agora livre de olhares curiosos era sem controle, menos romântico e
mais faminto que antes, a gente se devorava colando o os corpos um no
outro, eu sentia seu pau duro através de sua calça jeans e minha
calça de tecido leve, mas queria sentir mais, então eu esfregava
meu corpo no dele tentando aliviar o desejo entre as minhas pernas, e
na frustração de não atingir meu objetivo naquela posição
desconfortável dentro do carro eu me ouvi dizendo:
-Foda-se,
me leva pra sua casa e me come!
Não
foi preciso dizer mais nada, sai de seu colo de volta para o
passageiro, ele ligou o carro e partimos, ele morava a menos de cinco
minutos da minha casa e estávamos alucinados, minha mão percorria
seu tronco enquanto ele dirigia, eu beijava seu rosto, mordia sua
orelha, estava com um fogo na boceta, passava a mão em seu pau por
cima da calça e poder sentir aquela rigidez me dava ainda mais
tesão.
Chegamos
na casa dele, abriu o portão automático e entramos, pegou na minha
mão e me direcionou para a porta da frente da sua casa, entramos sem
acender nenhuma luz, fomos direto para o seu quarto, assim que
entramos ele ligou a tv, colocou no youtube e pois uma playlist para
tocar bem baixinho.
Ele
se virou pra mim e me agarrou em seus braços, agora livres para
beijar e se sentir, colei meu corpo no seu gemendo ofegante com o
beijo de tirar o fôlego, o primeiro a sair foi o meu top pois era de
amarrar e muito fácil de tirar, em seguida sua camiseta, descalçou
e chutou seus sapatos e me empurrou na direção da cama onde cai
sentada, estava sem top, sem sutiã e queria me livrar da minha
calça, por ser bem leve e folgada, mas ele ajudou a passar pelas
pernas e pé, fiquei só de sandálias de salto e um fio dental
pretinho enterrado na minha bunda gostosa, a boceta pingava mel e eu
comecei a tentar abrir sua calça, seu pau estava quase explodindo e
foi só baixar a calça que ele pulsou sob a cueca branca, a cabeça
já estava escapando pela parte de cima do tecido, não tive
paciência e logo baixei a cueca também, logo ele estava nu pra mim
e seu pau se erguia duro com um mastro, grosso e moreno assim com o
dono gostoso de pele bronzeada.
Eu
estava sentada na cama, segurei aquele pica e me abaixei um pouco pra
chupa-la, queria sentir seu sabor, ele segurou meu cabelo que teimava
em cair no meu rosto, ele queria ver a minha boca ao redor do seu
pau, sugando a cabeça e fazendo pressão com a língua mamando igual
uma bezerra, não me contive e quis senti-lo todo na minha boca,
subindo e descendo a cabeça, comecei a mamar com mais vigor, agora
eu descia abocanhando e subia sugando, descia mamando e abocanhando
um pouco mais e subia provocando, até minha garganta se acostumar e
eu conseguir coloca-lo todo na boca, chupei assim por alguns minutos,
ele gemia e dizia:
-Isso
gata, mama ele todinho, mama essa pica sua vadia!
Minha
boceta contraia de tesão, doida pra senti-lo dentro de mim, mas
estava concentrada em lhe proporcionar o melhor boquete que ele já
teve na vida, então resolvi melhorar as coisas, parei de chupar e me
levantei, fiz ele trocar de lugar comigo e o empurrei para a cama, se
deitou e cruzou os braços atrás da cabeça com um sorriso safado,
me posicionei de joelhos em cima da cama na lateral do corpo dele e
voltei a mamar aquela delicia de pica, quando parei de engolir para
pegar ar, pedi de boca cheia:
-Me
xinga, caralho.
Ele
não esperou pedir de novo, descruzou uma mão e colocou na minha
cabeça fazendo pressão pra baixo e ergueu o quadril fazendo a pica
entrar todinha na minha boca me fazendo engasgar e disse:
-Gosta
de ser maltratada né piranha, quer que xingue é vagabunda, então
toma essa pica inteira na boca, toma!
Socou
algumas vezes comendo a minha boca segurando minha cabeça, eu
comecei a ficar sem ar mas não conseguia escapar, e estava adorando
aquilo, minha boceta piscava com mais força agora, eu queria
desesperadamente ter ele dentro de mim. Quando ele afrouxou o aperto
no meu cabelo, dei-lhe umas lambidas ao redor da cabeça recuperando
o ar e aproveitei pra perguntar se ele tinha camisinha, ele falou que
estava em tal gaveta e eu me levantei para pegar, entreguei e me
ajoelhei ao seu lado novamente esperando ele coloca-la.
Preservativo
no lugar eu fui por cima, posicionei meus quadris sobre o pau dele e
apoiei as mãos em seu peito, remexi os quadris para ajeita-lo na
entrada da minha boceta e comecei a sentar sentindo ele deslizando
alargando minha bocetinha toda molhada, não precisei posiciona-lo ou
usar as mãos, parecia que ele já conhecia o caminho e se encaixava
perfeitamente, minha boceta agasalhava aquela pica grossa sendo
esticada cada vez mais até que entrasse completamente e quando
atingiu o fundo e eu senti sua pélvis encostando na minha, sua pica
me preenchendo até o fim, ele pulsou e eu gemi com a sensação,
minha boceta contraiu em retribuição e eu me inclinei para frente
sentindo o pau pressionar dentro de mim, colei meu peito no seu peito
e comecei a rebolar, agarrada ao seu corpo e com a cabeça apoiada em
seu ombro esquerdo, rebolava a cintura em movimentos circulares
subindo e descendo, deslizando e sentando no seu pau, senti suas mãos
segurando a minha cintura com força fazendo pressão para controlar
meus movimentos e me deixando levar obedeci ao seu comando fazendo
como ele desejava, suas mãos faziam pressão a cada descida do meu
rebolado e ele investia o pau contra mim fazendo entrar mais fundo
quando eu engolia a pica com a boceta gulosa.
Ficamos
fazendo assim sentindo cada centímetro do corpo um do outro e nos
deliciando com as sensações causadas pelo atrito da cabeça de seu
pau no fundo da minha boceta, a largura dele me preenchendo até o
limite, eu alternava entre rebolar rápido e devagar, acelerava para
ver ele de olhos fechados, me segurando firme gemendo meu nome,
depois eu diminuía o ritmo e o beijava na boca para acalma-lo e
fazer durar mais.
Quando
acelerava me vinha também uma vontade insana de gozar e eu gosto de
brincar com meu clitóris para sentir todo o prazer possível, não
me aguentando mais de vontade, ergui meu corpo mantendo o ritmo da
cavalgada acelerada, mas agora não mais rebolava, sentava com gosto
na rola dura que estava me levando a loucura, nessa posição ela
entrava ainda mais preenchendo lugares que me faziam delirar, com
minha mão esquerda eu apertava meu próprio seio beliscando o mamilo
intensificando meu estado de êxtase e com a mão direita comecei a
esfregar minha boceta em movimentos circulares com força, meu
clitóris estava inchadinho implorando por estímulos e eu queria me
aliviar daquela agonia, então comecei a esfregar ainda mais sem
parar de sentar com força, ele apertava minha cintura metendo junto
comigo me levando ao céu, eu estava por um fio de gozar quando ouvi:
-Goza
pra mim cadela, goza no pau do teu macho…
Então
eu atingi o ápice, minha boceta explodiu numa enxurrada de
movimentos e contrações gozando forte enquanto a pica dele me
arregaçava fundo, sentei naquele ritmo alucinado por mais alguns
segundos sem nunca parar de siriricar junto, aproveitando cada onda
de prazer que inundava meu corpo a cada estocada forte prolongando o
meu prazer da forma mais insanamente selvagem e gostosa que eu já
senti, comecei a perder as forças de tão forte que gozei e no fim.
Quando
a última onda cessou eu cedi completamente deixando meu corpo cair
sobre o seu novamente, ele continuou metendo de baixo pra cima,
daquele jeito que os homens fazem quando estão por baixo e eu fiquei
ali só me deliciando em meu pós gozo dando gemidinhas e sentindo
seu pau socando na minha boceta sensível sem parar.
Depois
ele disse que me queria bem aberta, saiu de baixo, levantou-se em pé
ao lado da cama e me posicionou de quatro na beirada, era o momento
que eu mais amo no sexo, quando eu afundo meu rosto no colchão curvo
bem a coluna e empino a bundo o máximo que posso só para gemer
levando vara com força. E assim foi, ele agarrou a lateral da minha
bunda com a mão esquerda e com a direita posicionou a rola grossa na
entrada melada da minha boceta que já piscava pedindo mais pau,
quando senti sua cabeça forçando a entrada novamente gemi de prazer
e comecei a pedir pra ele por tudo dentro de mim, mas ele ficou
brincando na entrada, só enfiava a cabeça sentia minha boceta
piscar pedindo por mais e tirava, comecei a rebolar quando ele
enfiava para fazer entrar mais, para fazer entrar todo, consegui mais
alguns centímetros de pica entrando e saindo, um pouco mais rápido
e cada vez mais fundo, matando a minha vontade de tomar rola,
continuei rebolando enquanto ganhava vara lá no fundo aos poucos mas
cada vez mais forte, gemia alto e implorava:
-Issooo
meu machoooo, fode essa cachorra safada fodeeee!!
Ele
já não respondia, eu só ouvia sua respiração pesada atrás de
mim e sua pica entrando e saindo, foi quando olhei para o lado na
direção do guarda-roupa que eu percebi. No espelho do guarda-roupa
eu conseguia visualizar totalmente aquela cena de um ângulo perfeito
que levou meu tesão nas alturas, pude visualizar seus quadris se
movimentando rápido, sua virilha castigando a minha bunda e o pau
acabando com a minha boceta.
Senti
uma onda de prazer com essa visão maravilhosa que ele parecia não
ter notado visto, agarrado as laterais da minha bunda ele mantinha o
olhar fixo nela como se estivesse hipnotizado, parecia um animal
caçando sem tirar os olhos da presa, senti o desejo de gozar mais
uma vez e comecei a me levantar enquanto tomava na boceta, primeiro
fiquei de quatro apoiada nos cotovelos, depois estiquei os braços e
me apoiei nas mão, ele não parou de meter, agora eu queria me
erguer totalmente, estiquei a mão esquerda pra trás buscando seu
corpo para me içar e ficar só de joelhos quando ele agarrou meu
braço e facilitou o processo mantendo-o firme segurando-o atras das
minhas costas, isso ajudou a me equilibrar de joelhos sem parar de
tomar rola, com a mão direita alcancei meu clitoris de novo e
iniciei minha jornada ao prazer absoluto, seu pau castigava meu ponto
G, minha boceta mastigava seu pau apertando e soltando quando o gozo
começou a vir forte, mais uma vez ele me levava a loucura, me
mantendo firme no lugar e naquela chave de braço fiquei a sua mercê,
só me preocupei em me esfregar para intensificar as sensações e
explodir num orgasmo mais intenso que o primeiro, desses que a boceta
pisca, pisca, aperta, e contrai tomando pica inundada de sensações
alucinantes que tiraram as minhas energias.
Fiquei
um pouco zonza e ainda sentia os resquícios do gozo quando ele
atingiu seu orgasmo também metendo forte em mim, fazendo a cama
vibrar e o som dos nosso corpos se chocando ecoar pela sala, gemeu
alto, grave e sexy quando seu pau começou a pulsar e latejar
jorrando sua porra e eu só conseguia rebolar e me remexer para
intensificar as sensações do gozo dele, quando ele foi diminuindo
os movimentos até parar, rebolei mais um pouco com o pau dele ainda
duro la dentro e ele ainda segurando o meu braço me puxou pra perto
e encontrou minha boca me dando um beijo na nuca, depois na minha
orelhas, bochecha e conforme eu virava o rosto para receber seus
beijos, sua boca encontrou a minha boca e capturou meus lábios num
beijo quentíssimo.
Depois
de alguns segundos, saiu de mim, e para retirar a camisinha foi ao
banheiro, depois eu que fui e voltamos para a cama, deitei em seu
peito e ouvi as batidas do seu coração, nossos corpos ainda
quentes, conversamos mais um pouco, aquelas confidências que só
contamos assim, a meia luz no meio da madrugada, sem se olhar nos
olhos, também demos muitos beijos mais e quando ele me trouxe para
casa já eram quase seis horas da manhã, e mesmo depois que me
despedi com um leve beijo e entrei dentro de casa, dormi e tive belos
sonhos.