sexta-feira, 19 de dezembro de 2025

Exibi minha namorada e dividi ela com uma garota bi

 

by; @mateusizaque

Tenho 28 anos minha namorada 27 sempre fui fissurado em ver minha namorada com roupas extremamente ousadas, curtas sem calcinha, transparente, ela é magra branquinha, peitos branquinhos médios perfeitos, tem piercing nos peitos.

Foi então que comprei um vestido de arrastão pra ela, que a loja me disse que era peça íntima, mostrei pra ela antes de comprar, ela como adora me provocar disse que iria usar, ele é todo rasgado e transparente, eu disse que ela teria que usar sem calcinha e sem sutiã, ela me falou;

- mas todo mundo vai ver

Eu disse;

- mas a intenção é essa

E ela com muito fogo topou, chegou o vestido ela provou, meu pai ficou latejando de tesão, combinamos de sair, uma baladinha, mas nada de liberal, balada normal, percebi que ela tava insegura, então comprei cerveja e começamos a beber antes de sair, ela foi se soltando.

Chegando lá passei a noite toda sarrando nela, ela bebendo começou a dançar funk, percebi que o álcool e tesão tava batendo nela, deixei muito ela na festa, molhava na buceta e botava no cuzinho, um tesão sem fim, não tinha um macho que não olhava, e eu ficava mais louco ainda de tesão em ver ela sendo cobiçada, a roupa era muito aberta e transparente mas muito mesmo, até agora não acredito que ela topou sair assim, as vezes eu puxava o vestido e deixava um bico do peito dela com piercing pra fora, falava pra ela, fica assim finge que não percebeu, os caras que passavam de frente esbugalhavam os olhos, o tesão que me dá isso é absurdo.

Quase no fim do rolê, trombei uma garota que eu sabia que curtia mulher, falei pra minha namorada que sempre sonhei em ver duas mulheres e que ia ajeitar uma pra ela, de cara ela falou que eu tava louco, mas nem insisti muito ela topou, e assim eu fiz.

Cheguei na guria e já fui logo perguntando se ela achou minha namorada bonita, ela disse que sim, eu falei pra ela se ela queria ficar com ela, ela me respondeu;

- como assim cara? Vc não está com ela

Eu disse que sim e que minha namorada queria experimentar e eu queria ver, ela falou que minha namorada era muito gostosa e topou, fomos pra fora da balada e entramos no carro, as duas foram pro banco de trás e começaram a dar o beijo mais lindo e sensual que já vi na minha vida, e guria começou a pegar nos peitos dela, quando vi já tava mamando os peitos dela, fui pro banco de trás com as duas, a guria era treinada meu, mandou ela deitar no meu colo e abrir as pernas, ela deitou no meu colo com os peitos de fora, e a guria caiu de boca e dedo nela, os barulhos que ela fazia na buceta da minha namorada não esqueço.

Eu comecei a beijar a boca dela ainda com gosto da boca da garota, um beijo delicioso e comecei a chupar os peitos dela, enquanto a guria chupava a buceta dela, muito rápido eu e a guria trabalhando juntos minha namorada gozou na boca dela se contorcendo, as duas deram um selinho e a guria saiu, ai pedir pra minha namorada bater uma pra mim e me chupar, ela começou a mamar meu pau e eu com tesão ficava perguntando;

- gostou do beijo dela? Gostou da chupada dela?

E ela com o pau na boca só fazia “hurrum” gemendo de tesão, gozei muito na boca dela, ela engoliu tudo, nós beijamos ainda com gosto da minha porra e voltamos a beber.

Chegamos em casa depôs do rolê transamos até amanhecer o dia foi uma experiência maravilhosa de ver.

A curiosidade da minha prima, despertou algo entre nós (Dez-2025)

 

By; Daniela

Oi Te Contos, me chamo Daniela, tenho 20 anos. Gostaria de contar algo recente.

Eu tenho alguns brinquedos eróticos aqui em casa, uma vez sem namorado, não resisti e acabei comprando alguns, sempre ficam bem guardados em uma caixa fechada com cadeado e escondida em meu guarda roupa, então após eu usa-los, higienizo e guardo eles.

Agora nesse mês de Dezembro, eu comprei um conjunto de 3 plugs anal, e após usar um deles, eu acabei não guardando ele, vacilei. Acabei naquele dia recebendo uma visita da minha prima, que em um momento em que vinhemos ate aqui ao meu quarto ela acabou encontrando o plug e logo começou as perguntas.

Minha prima tem 18 anos, é bem bonita, carinha de menina inocente, moreninha, cabelo liso castanho, corpo bem bonito, magra com curvas. Ela perguntou bastante, principalmente se doía, como era a sensação de usar, de andar com aquilo, se atrapalhar em andar, tudo….

Respondi tudo que ela perguntou e mesmo assim, ela não parava, então falei pra ela experimentar, um silencio demorado apareceu, dava pra ver a cabeça dela entrando em pane enquanto pensava. Ela segurava, media, fechando os dedos indicador e polegar, parecia que mesmo não sendo o maior dos 3, pra ela era grande, iria doer bastante, ela falou que nunca fez anal, o maximo foi um namorado, enfiar um dedo.

Para ajudar, eu pedi que guardasse segredo do que eu mostraria a ela, depois dela dizer que não diria a ninguém, eu peguei o restante dos meus brinquedos, e coloquei na cama para ela ver, nossa parecia uma criança entrando em uma loja de brinquedo, via no rosto dela uma brilho, enquanto olhava e tocava em tudo, sempre medindo, com os dedos, apertando, sentindo a textura.

Então eu peguei os outros dois plugs que ainda estava em sua caixa, lá tinha um menor e mais fino e um maior e mais grosso, o que ela viu era o do meio. Depois de inspecionar bastante o maior, ela pegou o menor e disse que se fosse tentar seria com esse.

- boa escolha, quer tentar agora?

Ela sorriu nervosa, não disse não, mas não disse sim, ficou rindo, nervosa, pensativa.

- vamos fazer assim, tenta aqui, te ajudo com tudo, você coloca, com calma sente em você, andar um pouco pra sentir como é

Ela aceitou, pedi então que fosse tomar um banho, ajudaria a relaxar, quando voltou expliquei como fariamos, que ela que iria dizer pra continuar e parar, peguei o Ky, ela deitou na cama, bem nervosa, pedi que tirasse a toalha e deixasse a vergonha de lado, o maximo que eu poderia fazer com ela era beija-la, o que tirou uma risada dela.

Ela deitou, falei pra ser de lado, pernas dobradas, coloquei Ky nos dedos dela, pedi que ela passasse em volta e dentro da entradinha do seu cú, ela fez bem sem jeito, eu queria aproveitar tambem então disse que tinha que melhorar um pouco, então botei Ky no meu dedo, disse que eu iria fazer pra ser certo e ela prestasse atenção pra aprender, ela tava tão nervosa que mau falava.

Comecei a tocar em volta do seu cuzinho, ela respirava fundo, eu falava pra ela relaxa, então comecei a enfiar a pontinha do dedo, esperando ela acostumar, lentamente ia enfiando e tirando mais um pouco, pegava mais do creme que tinha em volta do lado de fora e enfiava mais um pouco, fui assim ate meu dedo estar quase todo dentro, movi pra frente e pra trás um pouco, uma ou outra vez ela travava o cuzinho dela, mas logo conseguia relaxar.

Peguei o plug, untei bastante com o Ky, mostrei a ela como estava, disse pra relaxar e ir falando pra eu enfiar mais ou parar, e assim eu comecei, encostei a ponta na entrada do seu cuzinho, e fui enfiando, o plug estava com tanto creme que entrou ate sem tanta resistência, ela ate perguntou se faltava muito, sendo que já estava todo dentro dela, quando falei isso ela nem acreditou, levantei as mãos e ela soltou a banda da bunda que estava segurando e tocou no plug, peguei um espelho e mostrei, ali era o momento dela.

Pedi que se esticasse, movesse as pernas ali deitada mesmo, abrisse e fechasse as pernas. Aqui pausa pra falar uma coisa, eu sou Bi, no momento namoro um garoto da minha idade, mas aquela buceta ali em cima da minha cama, que vontade de cair de boca dela PQP. Mas fui forte, dessa vez não tentei nada. (tambem né, já estava querendo ou não brincando no cuzinho dela)

Pedi que levantasse da cama e andasse pelo ap, fosse ate a sala, ate o quarto, cozinha, que ate dançasse um pouco, mas que principalmente, para sentir e entender a sensação que estava sentindo. Ela ficou quase 20 minutos plugada, ate retirar, expliquei como ela tinha fazer, ela fez direitinho, depois mostrei no espelho o cuzinho dela abertinho, por uns instante, disse que ali ela já poderia levar bem gostoso no cuzinho, ela riu aparentemente sem nervosismo.

Ela ficou tão eufórica que ficamos conversando um bom tempo e ela nem ligou que estava ainda nua, disse que queria andar em alguns locais estando usando o plug, se eu deixava, não iria cortar o barato dela né, então ela disse que gostaria de ir na casa dela, ficar perto dos meus tios, se ver na situação de estar plugada perto deles, tambem queria ir assim em algum lugar com muitas pessoas, ai escolheu ir ao shopping.

Eu gostei da euforia dela, claramente eu iria “ganhar” algo com isso, e consegui mesmo.

Ela foi embora pra sua casa, que fica perto da minha, no mesmo bairro, e passou a falar varias vezes durante os dias seguintes, sobre o que tinha imaginado, sonhado e tudo mais. Ela ficou muito empolgada, ate chegar a sexta a noite, ela me manda mensagem perguntando o que faria no final de semana porque ela queria usar o plug nesses dias (sábado e domingo), perguntei se ela queria fazer tudo sozinha, mas ela disse que se fosse possível que eu estivesse junta pois ficaria mais a vontade. Gostei disso.

No sábado cheguei do trabalho por volta do meio dia, e antes da 13h ela chegou, uma empolgação sem limite, ficamos conversando sobre vários assunto, ela querendo saber mais sobre as coisas, querendo saber em que ocasião eu estava usando plug e tudo, falei em um evento da família só para ver a reação dela, mas nem tava nesse que falei, foi só para aumentar a empolgação dela, conversamos bastante.

No domingo ela apareceu aqui em casa, veio me chamar para ir ate a casa dela, tava rolando churrasco, e assim ela poderia ficar com o plug lá perto das pessoas, disse que tudo bem, perguntei se ela queria colocar sozinha, ela disse que não, então ela foi tomar um banho e eu preparar as coisa, confesso que estava ficando excitada com a situação, mais do que a primeira vez. Ela já voltou do banho nua sem preocupação nenhuma, deitou na cama, conferiu as coisas, ela ficou na posição e eu fiquei ali parada olhando pra ela, nossa ali meu tesão foi a mil, ela perguntou o que foi, e eu respondi apenas que isso fosse um teste eu não aguentaria muito e comecei a rir, agora era eu que estava nevosa.

Segui do mesmo jeito que fizemos na primeira vez, coloquei meu dedo no cuzinho dela cheio de Ky, ela ate deu uma reboladinha que me surpreendeu, coloquei o plug nela, devagar ainda dei uma brincadeirinha nele, movendo como se fosse tirar e colocava mais, fazendo ela gemer gostosinho. Depois ela ficou movendo sozinha e eu olhando a minha priminha deliciosa peladinha em cima da minha cama com meu plug no cuzinho, que tesão!

O bom foi quando ela disse ; - você vai usar qual?

Eu disse que não iria usar nenhum, ai ela disse;

- nada haver, pode colocar um pra ir comigo lá.

- Tá bom né, se tá querendo.

Fui tomar um banho e voltei tambem nuazinha, apenas com a toalha na cabeça, secando o cabelo, achei que ela tivessa já vestida ou se vestindo quando eu voltasse do banho, mas não, ela ainda estava nua, me olhou, entregou o plug na minha mão, e foi pegar o Ky, ai eu disse a ela, pra esperar, pois eu gostaria então de fazer um outro jeito se ela não se importasse. Ela perguntou qual jeito.

Então eu pedi que ela molhasse o plug e passei pra ela, que me olhou perguntou se la na torneira, falei que não, que se ela poderia molhar, ou com sua boca, molhando com saliva, ou se possível fosse com ela molhando pondo na sua buceta pois eu sabia que estava molhada lá.

O sorrisinho que ela deu me deixou tão certa de que eu poderia tentar qualquer coisa que eu conseguiria com ela, e dito e feito, ela molhou sim pondo na boca, mas pra minha surpresa ela pos um pé na cama e começou a passar na sua buceta, esfregou um pouco e lentamente foi enfiando para dentro de sua buceta, quando entrou ela toda feliz falou que tava com 2 plugs, quase pulando de alegria, depois tirou e me quis me entregar ai eu falei, que não, se eu coloquei nela, então era a vez dela colocar em mim.

Fiquei de 4 pra ela, e falei pra plugar em mim, ai que delicia, ela fez direitinho, devagarinho me fazendo gemer baixinho, depois ainda deu um tapa na minha bunda e disse que eramos duas primas safadas.

Ai minha cabeça já imaginando mil coisas com ela !

Nos vestimos e fomos direto la pra casa dela, boa parte da nossa família estava lá, junto de mais uns amigos dos pais dela, andamos conversamos, dançamos um pouco, foi bem divertido, no final da tarde ela me chamou para ir ao shopping, que seria legal, que ela queria muito, eu só aceitei.

Andamos bastante pelo shopping, ate fizemos umas comprinhas simples, usamos o provedor da loja para nos vermos no espelho, depois voltamos pra minha casa, era hora de retirar os plugs, ela tirou a roupa, eu peguei um pouco de óleo que da uma esquentada pra sexo, derramei um pouco no meio da sua bunda com ela inclinada, fiquei olhando ele escorrer ate chegar no plug, no seu cuzinho, ai mexi o plug um pouco, ela gemia baixinho, depois de um tempinho assim, dei um beijinho na sua bunda e perguntei se já poderia tirar, ela toda manhosa falou que sim, então eu fui tirando bem devagar, e ela gemendo, ate sair todo, sua buceta estava molhadinha, e eu ali a centímetro dela, não tinha como aguentar.

Ela estava deitada de ladinho então eu fui fazendo ela virar abrindo as pernas dela, fiquei deitada no meio, disse a ela que era iria achar otimo, e ela fez sinal positivo com a cabeça, então eu fui aproximando da sua buceta, toquei com a pontinha da minha língua, deslizei por ela, fiquei lambendo, sentindo o delicioso sabor do seu melzinho, sentia o calor vindo da sua buceta, abri um pouco com meus dedos e passei a língua dentro, depois fiquei brincando com o seu clitoriz, estava durinho, eu lambi, chupei, chupei sua buceta com vontade, ela gozou se contorcendo toda, apertava minha cabeça, prendia minha cabeça com suas coxas e eu me deliciando com sua buceta, que tesão.

Infelizmente eu só parei porque perdi a noção do tempo, e fiquei mais de 1h só chupando a sua buceta, sei disso porque já era 10h quando sua mãe (minha tia) ligou pra ela avisando que tava na hora de ir pra casa, ela não queria ir, ate pediu mais um tempinho a tia, mas ela não deixou, eu dei um beijo na sua buceta antes de me levantar, ela levantou, se aproximou de mim, me abraçou pondo seus braços por sobre os meus ombros e me beijou, não um beijo simples, foi um beijão, demorado, com desejo, um desejo que eu não imaginaria nunca que ela fosse ter.

eu segurava em sua cintura, apertava ela em mim, apertei sua bunda durinha, aproveitei cada centimetro dela em mim, gravando bem na minha mente o beijo da minha prima, afinal não sabia se seria de agradecimento por tudo ate ali, e não teria outro desse.

Paramos e ficamos abraçadas ali nos olhando sem dizer nada, ai ela foi se lava pra tirar o oleo e eu fiquei arrumando as coisa, quando ela voltou começamos a nos vestir, eu só coloquei a saia, sem calcinha mesmo, pus a camiseta, pra ir deixa-la em sua casa. Lá antes de sair do carro ela segurou a minha mão, não disse nada por um tempinho e depois disse que não queria ir, ainda soltou um “droga”.

Nos despedimos, ela disse que mais tarde me ligaria, então entrou e eu voltei pra casa. Quando cheguei aqui, já corri pra cama, peguei o vibrador e gozei bastantes pensando nela.

Perto da meia noite ela fez chamada de video, estava deitada nua na cama, disse que tinha já se tocado lembrando de tudo, principalmente do oral que eu fiz nela, eu estava na sala ainda, assistindo serie, adorei ter ouvido ela dizer que tinha se tocado pensando no acontecido. Mais o que me deixou mais boba foi quando ela disse que queria mais, que quer tudo comigo já a um tempinho e que agora a certeza é maior.

Estamos nos encontrando todo dia, como moro sozinha fica facil de aproveitarmos bem aqui, sem ninguém atrapalhando.

E isso Te Contos.

  • Enviado ao Te Contos por Daniela

quinta-feira, 18 de dezembro de 2025

Vale a pena ver de novo.

 

By; Rick

Eu sou Rick e tenho uma ex namorada, a Katherine, na época do nosso namoro a gente transava todos os dias, uma coisa louca, nunca conheci uma mulher que gostava tanto de transar, mas a gente terminou e depois eu casei.

Em meu casamento o sexo não ia bem, minha esposa tinha muitos tabus, isso foi desgastando e me fazendo lembrar e desejar minha ex, mas não sabia o que fazer a respeito.

Até que minha ex me chamou no email, achei muito estranho, não conversávamos há muito tempo, acho que ela também estava precisando de uma foda como nos velhos tempos. Nosso papo passou para o whats e era pura safadeza, nudes, eu enviava foto do meu pau e ela mostrava a bucetinha toda melada, não estávamos mais aguentando e marcamos um encontro no motel.

No dia combinado eu a busquei no trabalho, ela é morena, alta e rabuda, estava de saia e quando entrou no carro já pegou a minha mão e colocou na sua buceta grande, dizendo: “é isso aqui que está te esperando”.

Meu pau estava muito duro e sentir o tanto que ela queria ser fodida me deixou louco. Ela chegou a colocar as pernas abertas no painel e tirou a calcinha, comecei a meter os dedos na safada!

Quando chegamos, já fomos tirando as roupas e nos beijando com muita vontade de trepar gostoso! Eu a coloquei deitada na cama, abri suas pernas e comecei a chupar sua buceta, meu pau pingava, queria foder com ela como nos velhos tempos, e ela dizia que só eu sabia comer sua buceta.

Katherine me empurrou e subiu em mim, com a buceta na minha cara, começou a chupar meu pau, eu estava louco, ela engolia meu pau todo, depois lambia e chupava minhas bolas, eu chupava sua buceta e socava meus dedos no seu cuzinho gostoso.

Mandei que ela se deitasse, porque eu ia meter forte na sua buceta molhada, fui bem devagar e comecei socar forte, ela gemia alto e gozava! Não aguentei e gozei, foi tão forte que espirrou porra na cara dela.

Fomos para o banho e depois, quando deitei na cama, e ela falou assim:

- “tá preparado pra comer meu cuzinho?… Do jeitinho que só você sabe?”.

E aí meu pau já estava duro de novo, a coloquei de quatro e comecei a pincelar seu cuzinho bem devagar, ela gemia e dizia:

- “isso, vai devagar, faz tempo que alguém não me come assim”.

Fui metendo mais forte naquele cú apertado, enquanto passava minha mão naquela buceta arrombada, e ela gemia me chamando de safado, não aguentei e enchi aquele rabo de porra!

Após essa transa decidimos ficar nos encontrando 1x por semana para uma transa gostosa, sem cobranças de uma relação.

  • Enviado ao te Contos por Rick

Dei gostoso pro meu primo na cozinha da casa da minha tia na madrugada (14-12-2025)

By; Valeria

Ola Te Contos, me chamo Valeria, tenho 18 anos, acompanho a pagina aqui do TeContos a 6 meses mais ou menos, gostaria de contar um fato que ocorreu comigo no final de semana passado, na madrugada de sábado (13) para domingo (14).

Eu tinha ido a uma festa com a minha prima, e dormir o final de semana lá, vindo embora no domingo a noite, quando chegamos de volta a casa dela vindo da festa já era 2;40 da manha, ela foi tomar banho primeiro e já foi caindo na cama e dormindo. Já eu tive que esperar ela tomar o banho dela para ir depois, quando terminei, vesti uma camisetinha branca, e um shortinho pijama, antes de deitar fui para cozinha tentar achar algo pra comer, estava com fome.

Quando cheguei na cozinha o meu primo estava lá, disse que acordou com o barulho do portão quando chegamos, ai aproveito pra ir tomar agua, conversamos um pouco, comi um pedaço de bolo e um copo de suco, quando fui passar pra ir pro lado da pia, lavar o prato e o copo, passei pelo meu primo, rocei a minha bunda nele, não foi intencional, o espaço que tinha pra passar era mínimo, foi inevitável não sentir o pau dele com a minha bunda.

Na hora brinquei; - eita tá no osso garoto, cuidado pra não acorda o menino ai.

Ele disse que não teria como, pois eu estava deixando ele duro, ai abaixou o short, ele tava sem cueca, e seu pau estava ficando duro. Na hora já esquentou o meu corpo, lavei as coisas, e ao mesmo tempo pensando se devia fazer algo, Se devia, já que eu queria muito. Guardei as coisas, fui ate a porta da cozinha, olhei la pra escada, se via alguém, alguma luz acesa,

Voltei ate perto dele, o pau nesse momento já estava duro, ele estava se masturbando, eu disse a ele que se contasse algo a alguém, eu iria fazer a vida dele virar um inferno, se ficasse calado, poderia ter outra vez.

Então segurei no seu pau, masturbei um pouquinho, senti bem ele quente, veia já alta, cabeça grande, eu prendi o meu cabelo, abaixei na sua frente e comecei a mamar sua rola, chupei com vontade, babando, sugando a cabeça como se fosse arranca-la, ainda o punhetava, cheguei a esquecer onde tava, o perigo de alguém descer entrar ali na cozinha e nos ver assim.

Quando percebi que ele tava no ponto e minha buceta já piscando, eu levantei, tirei o meu shortinho de dormir, coloquei um pé na cadeira, me inclinei na mesa, e ele veio, se aproximou, encostou o pau na minha buceta e de uma vez ele meteu seu pau para dentro, depois começou a me foder bem gostoso, eu queria gemer alto, mais resisti, mordi meu braço quando o apice chegava, ele apertou meus peitos, apertou minha bunda, pediu para meter nela, mas eu não deixei, pelo menos não ali (risos).

Quando ele foi gozar, perguntei onde ele queria, já que não poderia ser dentro da minha buceta, então ele falou que queria gozar nos meus peitos, eu me abaixei novamente, abaixei a camiseta pondo os meus peitos para fora, ele começou a punhetar seu pau bem rapido e então começou a gozar forte nos meus peitos, melando os dois, em cima e nos biquinhos.

Quando ele terminou de gozar eu coloquei seu pau na boca e caprichei no boquete deixando ele limpinho, levantei, estava suada, tava calor, limpei meus peitos com guardanapo, arrumei a minha camiseta e vesti o meu shortinho e voltei para o quarto da minha prima, fui tomar outro banho, comecei uma siririca no chuveiro, mas acabei não terminando lá, preferi ir pro colchão onde dormiria e me toquei gozando gostoso.

No domingo agimos como se nada tivesse acontecido. Se ele souber ficar calado, acho que vai rolar de novo.

Foi isso Te Contos. Beijos

  • Enviado ao Te Contos por Valeria


quarta-feira, 17 de dezembro de 2025

Dia de ser uma boa menina e fazer o bom velhinho feliz (15-12-2025)

 

By; Rain

Oi Te Contos, me chamo Rain, tenho 21 anos, sou universitaria. E gostaria de contar sobe o que aconteceu ontem, mas antes vou ser rapida contando como tudo começou ate chegar ONTEM.

E ontem a noite foi o dia de ser uma boa menina e fazer o bom velhinho feliz, ops é assim mesmo né ?! Kakaka.

Moro em uma casa com piscina e desde o começo do ano, que quando estou tomando sol na piscina, que vejo o senhor da casa atras da minha na janelinha me olhando, no começo achei ruim, ate falei com ele que pediu desculpas, que olhou porque gostou… bom foi uma conversa bem curiosa.

Ele se chama Adalberto, sr Alberto tem 68 anos, um senhor magro, cabelos brancos, usa óculos, anda devagar, já é aposentado, tá sempre de bobeira em casa, mora com o filho, a nora e os netos, e é viuvo.

Então depois da conversa que tive passei a deixar ele olhar, em alguns dias em que eu estava com um tesão maior ate me exibia mais alem do normal pra ele, tirava a parte de cima do biquine, ficava deitada de costas pra janelinha em que ele tava. E sempre que ele passava por mim em algum lugar, discretamente ele me agradecia pelo “show” do dia tal.

Acabei que nos ultimos dois meses usando sr. Adalberto a meu favor, perguntei a ele um dia se ele não gostaria de ir me deixar e buscar na faculdade já que eu estava sem carro, ele aceitou. Combinavamos de nos encontrar no estacionamento do supermercado, de la ele me deixava na facul, eu lhe dizia a hora e ele ia me buscar, algumas meninas achavam que o coroa tava me comendo.

Ate comentei isso com ele que ficou todo todo, foi engraçado, disse que se os amigos dele soubesse que estava comendo uma garota tão nova eles iriam morrer de inveja.

Confesso que é divertido, e no fim nós dois estavamos nos ajudando não é ?!

No começo do mês teve um dia que ele não pode ir me deixar e buscar, ele teria que sair com seu filho, nora, e os netos, eu disse que tudo bem eu pediria alguma amiga carona, na ida fui com uma amiga, foi uma noite chuvosa, e ele me mandou mensagem que me buscaria, achei muito prestativo, eu tinha que retribuir, então quando a aula acabou eu fui ate ao banheiro, tirei a minha calcinha, coloquei na minha bolsa, e fui pro estacionamento onde ele estava me esperando, lá, entrei, lhe dei o beijinho no rosto como sempre faço, agradeci por ele ter vindo me buscar, conversamos um pouco ai eu disse que tinha um presente pra ele por ele ter vindo me buscar, então tirei a minha calcinha da bolsa e entreguei.

Nossa, ele segurou parecendo que estava segurando um passaro nas mãos, estava com tanto cuidado, cheirou ela lentamente por uns 3 minutos, ali eu notei que ficou excitado, foi a primeira vez que vi ele assim, apesar de já saber que ele se masturbava enquanto me via pela janelinha. Disse a ele;

- parece que gostou um pouco.

E olhando pra entre as pernas dele.

Ele disse que tava mesmo, que cheiraria ate gastar todo o aroma que estava nela, ele pos a calcinha no bolso, ligou o carro e começamos a sair da estacionamento da facul, e eu de instante em instante dava um confere pra ver se ainda estava de pau duro. Ele ficou uma semana com a minha calcinha, me devolveu só porque ficou com medo de alguém abrir a gaveta e ver a calcinha lá, ai ficaria ruim dele explicar.

Então chegamos a ontem, segunda feira 15 de dezembro de 2025, dia da garotinha ser uma boa menina e fazer o velhinho feliz!

Final de semana sai com meus amigos, ate dei pro namoradinho e na segunda feira acordei com tesão, queria algo diferente, então olhei pra piscina e pensei comigo;

e porque não dar um presente de Natal melhor por sr Adalberto?”

Peguei o celular e mandei msg pra ele perguntando se ele estava disponivel para me dar carona ate a faculdade, me esperar uns 15 minutos enquanto eu resolveria umas coisas referente a confirmação da matricula do ano que vem, ele prontamente disse que me levaria sim. Que bom, então só me restava esperar, cobrir bem o presente de natal do velhinho, por um vestidinho preto, um tenis branco, calcinha pequena de renda, prendi o cabelo, bucetinha lisinha peguei uma bolsa e fui la pro estacionamento do supermercado, ele chegou em seguida, assim que entrei já me inclinei pra frente, segurando no seu pau e lhe dando um beijinho na boca.

Ele ficou tão surpreso que ficou parado sem reação, me perguntou o que foi isso e eu disse que para agradecer por me ajudar, seguimos indo para facul e já perto eu falei pra ele passar direto, duas ruas após, no semáforo, eu disse a ele para entrar la no motel, ele me olhou assustado, sem entender, ai eu disse a ele;

- sr Adalberto, eu quero dar um presente pro senhor e acho que vai gostar.

Chegamos no motel um pedi um quarto por 2h, quando entramos na garagem que a porta baixou eu disse a ele;

- olha, nessas próximas 2h, o senhor pode fazer comigo o que quiser, pode me comer como quiser, pode gozar a onde quiser.

Peguei ele pela mão e entramos no quarto, sentei ele na cadeira, e na sua frente tirei o meu vestido, abri o ziper lateral, desci as alças dos meus ombros e deixei o vestido cair, e lá estava eu, de tenis, calcinha de renda preta toda enfiada na bunda e sem sutiã, ele parecia hipnotizado, me olhava com fome, me virei de costas pra ele, fiquei olhando pra tras, inclinei meu corpo pra frente, deixei minha bunda bem perto dele, que ate que fim teve uma reação, pegou na minha bunda com as suas mãos, apertou ela, passou seu dedo pela minha buceta, ai eu comecei a descer a calcinha, me inclinando deixando ele ver tudo o que ele queria.

Ali ele começou a tirar a sua camisa, desabotoando-a, depois abriu o cinto, a calca, ficando em pé, e descendo ela jundo da cueca, tudo de uma vez, confesso que nem vi quando tirou o sapato, mas ficou apenas de meia, que tirou em seguida a minha calcinha ele cheirou um pouco, depois apanhou o vestido do chão e pois a na cadeira junto com a sua roupa.

Seu pau estava duro já, disse a ele pra sentar, me ajoelhei entre suas pernas e deixei o velho feliz, mamei sua rola, por um tempinho, não pus as suas bolas na boca, mais brinquei com elas, não gosto quando esta com muito pêlos. Bom quando seu pau estava bem duro e molhado eu levantei a cabeça e disse pra ele, ter calma, gozar quantas vezes quiser, temos 2h pra fazer com calma, da tempo.

Me levantei peguei em suas mão, e fui pra cama, lá eu deitei e pedi a ele pra chupar a minha buceta que ela tava querendo língua, nossa, ele se abaixou, abrindo as minhas pernas, pondo para o alto e abocanhou a minha buceta, seu bigode me fazia cocegas, ele chupou meu clitoriz, lambeu a minha buceta, lambeu o meu cu depois de perguntar se podia lá tambem.

Foi a única vez que eu gozei, e foi bem gostoso.

Ele me pediu pra meter em mim de 4, pois ele ficava vendo eu deitada la na piscina e ficava imaginando, eu fiquei de 4 pra ele, que voltou a lamber a minha buceta e meu cu, adorei. Gastou um tempo ali, depois pediu pra comer, então, encostou seu pau nos labios da minha buceta e ficou passando ele de baixo pra cima e depois foi enfiando. Então começou o vai e vem segurando em minha cintura, alisando a minha bunda, e comendo a minha buceta indo de momentos rapidos e devagar, ate dizer que iria parar pois estava já pra gozar.

Falei pra ficar a vontade, se gozasse agente teria calma, mas ele preferiu para um pouco, me virei e ele veio chupar os meus peitos, chupava um e apertava o outro, depois pertava os dois e ia chupar o que antes foi apertado. Ficamos assim ate ele ter a confiança de querer meter de novo, então, ele deitou e eu montei em cima dele, e fiquei cavalgando lentamente no seu pau, ele apertava meus peitos, gemia, fazia uns sons engraçados, depois eu me levantei, fiquei em pé na cama, me abaixei ficando de cocoras na boca dele, e deixei ele lamber e chupar a minha buceta, Ele é bom de língua.

Depois eu deitei um pouco sobre ele, ficamos em um 69, deixei ele brincando com a minha buceta e eu fui mamar seu pau, apertava as suas bolas só pra ouvir ele gemer alto e se contorcer, kakakak, depois engatinhei ate ficar com a buceta em cima do seu pau, de costas pra ele eu me sentei, deixei seu pau na entrada da minha buceta e comecei a subir e descer, deixando ele ver a minha buceta engolir o seu pau, ali com menos de 10 sentadas ele não aguentou e gozou, se apertou em mim, me puxando pra baixou, enchendo a minha buceta e urrando.

Depois de se recuperar um pouco ele pediu desculpas por ter gozado na minha buceta, eu falei para não pedir desculpas, estavamos ali pra isso, sem desculpas, ele disse que agora demoraria um pouco pra ficar duro, eu disse a ele que tudo bem, teriamos tempo e fariamos tudo com calma, ele ficou deitado e eu fui lavar a minha buceta, tomar uma ducha, depois voltei pra cama, fiquei sentada ao lado dele, fazendo carinho no seu pau, masturbando-o sem pressa ate que começou a endurecer, olhei pra e disse;

- hummm tá se animando de novo viu, nem demorou.

Me abaixei e comecei a chupar de novo, fui deixando ele no ponto de novo, ai ele perguntou se poderia pedir uma coisa, eu disse que claro que podia, então ele pediu;

- deixa eu meter nesse seu cuzinho, faz décadas que não como um.

- claro, que deixo, já disse que pode meter e gozar onde quiser, é seu presente. Como vocẽ quer?

Ele pediu para que eu novamente ficasse de 4, lambuzou o seu pau com o creme que fica no quarto, lambuzou o meu cu, primeiro enfiou o dedo e ficou brincando nele enquanto beijava a minha bunda, depois colocou seu pau na entradinha e começou a forçar a entrada, devagar a cabeça passou, ardeu um pouco, mas não reclamei, olhava pra tras e com cara de quem queria mais, e ele foi enfiando e tirando um pouco, devagar, sem afobar, ele foi me comendo aumentando o ritimo, eu encostei a cara no colchão, bunda bem empinada, com as mãos eu abri mais a minha bunda e pediu pra ele me comer gostoso que tava muito bom.

Ele se aguentou o quanto pode ate dizer que iria gozar, ai eu pedi pra ele gozar dentro, só deu tempo dele dar 2 estocadas mais forte e se apertar em mim, gozando, com o rosto pra cima, e olhos fechados, apertando forte a minha cintura (me deixou marcas na cintura).

Tirou seu pau bem mole e melado de dentro do meu rabinho, ele estava ofegante, deitou na cama, queria recuperar um pouco as forças, eu deitei um pouco ao seu lado, e depois fui tomar um banho, lavar meu cuzinho, voltei me secando, peguei uma coca cola, e fui procurar algo na TV, queria um filme especifico, velho comendo novinha. Acabei achando de um professor velho, comendo uma aluna novinha. Deixei rolando e fui ver o restante do quarto. Já ele foi tomar um banho, quando voltou pegou uma coca-cola, e sentou na cama assistindo o filme, eu fui pra entre as suas pernas, me ajoelhei, abocanhei o seu pau e fiquei chupando pro seu pau mole voltar a vida.

Quando ficou duro, ele pediu pra eu deitar na cama, ai veio por cima de mim, em um papai-mamãe, colocou seu pau na minha buceta e ficou me comendo devagar, ficou beijando o meu pescoço, e ali ficou um bom tempo ate perguntar se poderia gozar na minha cara, eu disseque podia sim. Ele meteu mais um pouco, ai saiu de cima de mim, ficou em pé na cama, eu me ajoelhei na cama, fiquei com o meu rosto colado no seu pau, ele se masturbando rapido, parecia que não iria sair nada, pois demorou na punheta, eu ate dava uma massagem no seu saco, apertando suas bolas, assoprava a cabeça do seu pau, molhava com cuspi, fazia carinha de safada e pediu gozada na cara e nada.

Achei que ele tinha secado, ate que ele avisou que tava vindo, eu fechei os olhos e esperei, esperei mais um pouco e então veio os jatos de gozo na minha cara, o primeiro veio ate que farto mais os outro foram ralinhos. Novamente ele deitou na cama ofegante, dizendo que agora não dava mais. Eu esperei um pouquinho pra ele ver meu rosto e então fui pra outra ducha, voltei e deitei ao seu lado, fiquei fazendo carinho na sua rola, estava mole, quente e pulsante.

O gás dele definitivamente acabou ali, depois ele me disse que quando acordou no banho tinha batido uma punheta pensando em mim, disse que ele era um velho tarado e começamos a rir.

Ficamos ali deitado, eu fazendo carinho no seu pau e conversando de boa ate perto de irmos embora, então chamei ele pra tomar banho comigo, fomos juntos, (tive cuidado pra não molhar o cabelo), tomamos banho fizemos carinho um no outro, depois fomos nos vestir e fechamos a conta.

A volta pra casa foi bem legal, ele dizendo que não esperava isso, falei que foi uma forma de agradecer ele ter me dado tanta carona.

Acho que fui uma menina boa e fiz o velhinho feliz !

  • Enviado ao Te Contos por Rain

terça-feira, 16 de dezembro de 2025

Que metida gostosa eu levei (14-12-2025)

 

By; Vera

Porra Te Contos, que metida GOSTOSA eu levei nessa noite de domingo, PQP!

Me chamo Verá tenho 37 anos, sou Bombeira, sou casada, moro em uma cidade chamada Maranguape-CE, e trabalho em fortaleza, é cansativo o percurso, mas eu gosto, geralmente uso minha moto para ir e vir, amo moto, piloto desde os 20 anos.

Bom acontece que ontem a noite (domingo) meu sobrinho estava aqui em casa, ele veio fazer umas coisas pro meu marido e como demorou a terminar tudo acabou ficando tarde para ele ir, já era umas 6;40 da tarde, meu marido já tinha tomado umas cervejas e ficaria ruim dele dirigir, então eu acabei me oferecendo a ir deixa-lo em casa, eu dormiria na casa da minha irmã e voltaria pela manha, já que estou de férias.

Mas o filho da puta do meu sobrinho é gostoso, tem 22 anos, é alto, forte, sarado, mãos grande, pqp. Ele subiu na moto na garupa eu já fui um pouco pra tras pra ele colar em mim, sai e já perto da saida da cidade ele pegou na minha cintura, no sinal eu disse a ele pra segurar bem, dando uma piscadinha de olho, e o filho da puta segurou bem mesmo.

Da minha cintura em um momento ele subiu pegando nos meus peitos, segurando bem gostoso, aquelas mãos grande pegando nos meus peitos foi coisa de louco, depois de aperta-los bem ele descia pegando na minha cintura, começou a se apertar em na minha bunda, já em um sinal em Fortaleza eu coloquei minha mão pra tras e apertei seu pau, fui da um confere né e tava bem duro.

Quando chegamos no ap dele subi, e assim que passamos pela porta ele já me empresou na parede e já foi me beijando e começou a pegar nos meus peitos, levantou a minha camisa, abaixou o meu sutiã e começou a mamar neles, me deixando louca, eu fui como podia abrindo a minha calça, tentando descer ela.

Não tinha como demorar, eu tinha avisado a minha irmã que iria dormir lá e ela ficou me esperando pra irmos comer uma pizza, e tambem iria avisar ao meu marido e a minha filha que já tinha chegado bem.

Avisei que ele tinha que me comer rapido, eu tinha que ir, ele foi tirando a roupa, e eu tirei uma perna da calça e já fui abaixando pra dar uma mamada molhada no pau dele, chupei, cuspi nele, dei uma lambida na mão e molhei a minha buceta, nem precisava mais fiz, e fui ficar de 4 no sofá.

Nesse momento veio ele, botou a minha calcinha de lado e deu uma estocada na minha buceta que eu perdi o ar, pegou em cheio, pqp, depois eu ainda tava me recuperando, ele segurou na minha cintura e começou a me foder forte. Que filho da puta pra meter gostoso.

Ele pegava nos meus peitos de uma forma que nem em sonho o meu marido pega, parecia um faminto com um prato de comida, sei lá, não sei explicar, e ao mesmo tempo as metidas fortes, me empurrando pra frente, eu gozei 2x antes dele encher a minha buceta, deu tres estocada e jorrou muito dentro de mim, que MARAVILHA!

Ele saiu de tras de mim, eu me virei e vi aquela rola toda melada, brilhando, caindo gota de gozo, a veia em cima bem dilata, não aguentei e abocanhei ela, chupei bem gostoso. Foi muito delicioso, eu daria a noite toda pra ele sem frescura, mas tinha que ir pra minha irmã.

Fui pra banheiro lavar a buceta, vesti minha roupa, sentia minha buceta piscando, dei um beijo nele, desci, peguei minha moto e fui pra minha irmã.

Já avisei a ele que depois quero ele por mais tempo, quero ver se ele aguenta o ritimo por uma noite inteira.

Foi isso que aconteceu Te Contos, otima semana. Beijos

  • Enviado ao Te Contos por Vera

segunda-feira, 15 de dezembro de 2025

O leitinho do meu tio é delicioso (13-12-2025)

 

By; Ana Luiza

Oi te contos, me chamo Ana Luiza, tenho 19 anos, acompanho vocẽs aqui já a quase 2 anos, e gostaria de contar o que aconteceu nesse final de semana comigo. É a primeira vez que escrevo algo assim, então por favor desculpe se é curto e se tem erros.

Desde a quinta feita (11\12) que estivemos no sitio, comemorando o aniversario da minha vozinha, lá estava toda família, a casa estava tão lotada que alguns mais jovens dormiram em barras de camp, na frente da casa.

Casa lotada, e por 2x um tio passou por mim e fez elogios, o que mexeu comigo, não é nenhum homem espetacular, mas o fato de ser proibido, tio, casado e mais velho, mexeu comigo. No sábado rolou uma feijoada, bastante cerveja e lá pelas 9h da noite meio que os mais velhos já estava se aquietando, as mulheres estavam pela cozinha, fazendo coisas por lá, os mais jovens lá pela piscina, eu entrei, subi ate o meu quarto, quado vejo o meu tio indo pro quarto dele.

Bateu a loucura, eu esperei um pouco pra ver se minha tia viria atras dele, e como não veio, eu fui ate o quarto dele e o chamei rapidinho pra me ajudar, ele veio todo prestativo, quando entramos no meu quarto eu disse que o problema era no banheiro, quando ele entrou eu entrei atras dele, fechei a porta do banheiro, me abaixei, ele virou e eu disse que o problema era que eu queria chupar o pau dele se ele iria deixar.

Ele não acreditou, ficou parado, sem falar nada, sem se mexer, então eu abaixei o calção (esses de futebol) junto com a cueca, seu pau estava mole, bolas peludas, eu segurei, dei um beijinho na ponta da cabeça olhando pra cima, pro rosto dele, fiquei movendo pra frente e para tras, sentindo ele lentamente endurecer, achei que não iria, mas foi!

Fiquei chupando e sentindo endures na minha boca, ele no inicio começou a gemer, eu já fui dizendo pra ele não fazer barulho, chupei o pau dele com vontade, segurei suas bolas, não coloquei na boca, peludas de mais, preferi ficar só chupando o pau dele, e nem demorou muito, uns 10 minutinhos, ele já estava se apertando todo, sabia que ele iria gozar rapido.

- titio me da litinho

Ele ficou louco, ele segurou seu pau e começou a punhetar rapido e forte,parecia que ele tava querendo fazer fogo, eu lá de boca aberta e língua pra fora ate ele por o pau quase dentro da minha boca e gozar forte, eu fechei os labios prendendo a cabeça e saboreando as jatadas enchendo a minha boca, esperei ele terminar, eu mostrei a boca pra ele, cheiinha de porra e engoli tudinho, dei um beijinho na cabeça do pau dele e subi sua cueca e short tudo junto.

- seu leitinho é bem gostoso tio, agora sai daqui pra não desconfiarem de nada.

Ele foi para o quarto dele e eu desci la para baixo ficar com os outros, não falamos nada, nem no sábado e nem no domingo, pareciamos dois desconhecidos, no final da tarde todos fomos embora, eu voltei pra casa e hoje pela manha ele mandou mensagem, dizendo que adorou o boquete, que ficou com medo de alguém desconfiar, mas adorou e que sempre que eu quiser leite poderia mandar msg que ele me dar na hora.

Gostei da mensagem.

  • Enviado ao Te Contos por Ana Luiza

Tentação de sexta feira (12-12-2025)

 

By; Polyana

Ei Te Contos, me chamo Polyana, tenho 26 anos, sou noiva e trabalho. Na sexta feira passada, dia 12 de dezembro, aconteceu um fato que eu gostaria de contar aqui para vocês.

Eu sai do trabalho e resolvi da uma passada rapida no shopping, seria algo realmente rapido, mas lá encontrei a Mariane, ela é filha de uma das moradas do condomínio que moro, moro no 6° andar e la no 3°. nos vimos quase assim que sai do elevador subindo da garagem, trocamos um Oi e um sorrisinho e continuei o meu caminho, fui ate a loja ver se tinha a roupa que eu queria e sai, no cominho indo para pegar o elevador e descer pra garagem ela me chama. Perguntou se eu estaria indo pra casa, se poderia dar carona a ela. Disse que daria sim a carona e seguimos para a garagem e o carro.

Era quase 5;30 da tarde e o transito estava uma porcaria, o que é muito ruim mas dessa vez foi muito bom, pois fiquei conversando, a Mari é muito faladeira, sim patica, uma menina bonita, com seus 17 anos (quase 18) como ela mesmo fala, estava voltando da faculdade, primeiro semestre, tudo meio novidade, conversando eu não podia parar de olhar paras as suas pernas, ela notou, fiquei com vergonha, mas pedi desculpa e falei que achei lindo os pelinhos loiros das coxas dela, ela estava de saia jeans preta, que quando sentou subiu um pouco, ficou pouco a cima da metade de suas coxas, ela agradeceu e ficou sem jeito.

Conversávamos e eu dava uma olhadinha, ate que em um sinal vermelho, eu na cara de pau perguntei se eram macios,falei que tinha curiosidade já que minhas pernas não tinha os pelinhos assim. Lindos. Ela disse que eram macios sim e que eu podia tocar pra saber como era, nossa, claro que toquei, passei a mão indo do joelho ate a barra da saia, falei;

- que macios, gostoso de tocar kakaka.

E rimos, só que o automático ativou e eu continuei tocando, dirigia, passava a marcha e coloca a mão na coxa dela e nem percebia, só quando ela disse que tinha gente na janela do ônibus olhando pra dentro do carro vendo a minha mão na coxa dela. Eu me inclinei pra ver e caimos na gargalhada.

Eu disse a ela que ativou meu lado lesbico, que eu nem sabia que tinha, só pode, porque fiquei com a mão na coxa dela sem perceber, ai ela disse;

- o meu tambem ativou, pois percebi a sua mão e tava tão gostoso que preferi deixar, inclusive, se quiser continuar ate chegarmos, pode ficar a vontade. Kakakak

Mais risadas e depois pousei minha mão novamente na coxa dela, já que ela deu permissão, ate afastou mais as pernas, fazendo a saia subir mais, me dando mais espaço de coxa pra passar a mão. E continuei conversando e passando a mão ate chegarmos nos supermercados já próximo de onde moramos, ali ela falou;

- pena que estamos chegando .

- verdade. Agora tô curiosa quanto uma coisa, é delicioso passar a mão assim na sua coxa, pelinhos loirinhos lindos, macios, a curiosidade é, lá são loirinhos e macios tambem ?

Ela perguntou ; - Lá onde ?

Eu deslizei minha mão pela sua coxa e toquei com o meu dedinho na sua buceta.

A safada olhando pra mim, disse;

- são loirinhos sim, agora se são macios ou não você terá que passar a mão pra saber.

Nossa, meu coração disparou mais ainda.

Continuei fazendo um carinho com o dedinho, pois não dava pra fazer muita coisa, já estavamos próximo, de casa, entramos, na garagem, assim que parei o carro ela olhou em volta, soltou o cinto, pôs as mãos por baixo da saia, ergueu seu corpo e puxou a calcinha, tirou ela e pôs em sua mochila, olhou em volta de novo, puxou a saia pra tras e afastou as pernas.

Que menina mais putinha, essa deve ter um fogo. Bom, deslizei minha mão pela sua coxa indo ate a sua buceta, toque nos pelinhos loiros, toquei entre os labios da sua buceta, tirando um suspiro, eu já tava perto de perde o controle, já estava me arrumando no banco para pela primeira vez saber como é o sabor de uma outra buceta que não fosse a minha própria, mas aparece a merda de um carro e cortou o nosso barato. Achamos melhor pararmos enquanto ninguém via.

Começamos a nos arrumarmos pra descer, e ela me entregou o celular dela para eu por o meu, disse que não parariamos só nisso, pois ela gostou muito. Descemos e subimos rindo, ela falando que foi engraçado a pessoa lá no ônibus olhando pra nós kakak.

A noite acabei transando com meu noivo, e inevitavelmente quando ele fez oral em mim eu pensei nela. Que loucura.

É muito dificil, não quero ficar alimentando essa loucura que tá a minha cabeça, eu nunca tive nada com outra garota, mas se a oportunidade surgi eu vou com tudo.

  • Enviado ao Te Contos por Polyana

sexta-feira, 12 de dezembro de 2025

Nesse dia acabei amanheci o dia de bucetinha ardida de tanto foder

 

By; Lya

Olá, me chamo Lya, o que vou contar aconteceu há alguns anos atrás.

Morava sozinha aqui em Goiás e resolvi sair pra tomar um caldo. Cheguei na lanchonete pedi meu caldo e um refrigerante e sentei sozinha na mesa. Na mesa a frente tinha um casal e um rapaz solteiro, olhei, mas fiquei na minha, não demorou muito ouvi uma voz masculina falando comigo, levantei a cabeça para ver quem era, mas já imaginava que era o rapaz da outra mesa porque ele já estava me encarando há alguns minutos e não fazia questão de disfarçar.

Pois bem, não estava errada, ele perguntou se poderia se sentar ou se eu esperava alguém, disse que não estava a espera de ninguém e que podeira ficar a vontade. Ele se sentou, tinha um papo agradável conversa vai, conversa vem, ele me chamou pra se juntar com o outro casal na mesa ao lado.

Por mim tudo bem, não demorou muito chegou mais dois homens e duas mulheres, descobri um era irmão dele mais novo e o outro era primo, já uma das mulheres era irmã da moça que já estava na mesa com a gente, tomamos algumas cervejas, já estava um pouco tarde e a lanchonete ia fechar, resolveram rodar pela cidade e procurar outro lugar pra beber, o rapaz que tava comigo, ah ele se chamava Marcelo, me chamou para ir com eles, topei afinal não tinha nada melhor para fazer.

Saímos em três carros, paramos num barzinho do outro lado da cidade, tomamos todas, lá descobri que os outros rapazes e as meninas tinham acabado de se conhecerem tambem, então já com álcool fazendo efeito kkk fizemos a rodinha e beijo e tds se beijaram quase que ao mesmo tempo.

Já estava de madrugada o dono do bar ia fechar, não tinha mais nada aberto, esticamos nossa “festinha”para um motel, o casal de namorados n toparam, já nós solteiros nós comprometemos a fazer putaria naquela noite. Pegamos um quarto duplo com cama redonda de frente pra banheira, pista de dança, sauna, quarto privado e piscina, tipo era um quarto top.

Sentamos todos na cama redonda e começamos a jogar os dadinhos, a cada jogada uma peça de roupa era tirada, quando todos já estavam pelados, corremos para a piscina, a água estava muito fria então não ficamos nem 10 minutos direito lá dentro.

Saímos e cada um foi se pegar num lugar do quarto, um casal foi pro quarto privado, Marcelo e eu ficamos na cama redonda de frente pra banheira e o outro casal na banheira, a coisa tava esquentando com a gente, eu com a buceta toda molhadinha, e o Marcelo era bem gostoso, meteu com força na minha buceta, eu nem ligava pro outro casal na banheira, gemia feito uma gata no cio, pedia mais.

Mas ao olhar rápido pra banheira percebi que a coisa não ia bem pro outro casal, o rapaz sentado na pista de dança e a menina dentro da banheira. Pedi para o Marcelo dar uma paradinha, mas sem tirar aquela rola deliciosa de dentro da minha xota, perguntei a eles o que estava acontecendo, porque não estavam fudendo gostoso igual a gente estava. O rapaz respondeu que ela era lésbica, tinha recém terminado com a namorada e não queria dar pra ele. Falei;

- que pena, mas vamos continuar metendo aqui, não me importo de continuarem assistindo.

Mandei o Marcelo recomeçar o vai e vem daquela pica na minha buceta, mas ele ficou um pouco envergonhado do primo estar olhando tão de perto ele me fudendo, e disse que achava que a Raquel não quis dar pro primo porque queria me comer tambem, porque ela estava me olhando com um olhar faminto. Kkk , mandei ele olhar pra mim, apenas pra mim e esquecer quem está ao redor.

Pra minha sorte minha tática funcionou, hoje me arrependo de não termos feito um suruba gostosa, na época eu não transava com mulheres, não sabia ainda o que gostava a direito, tinha apenas 19 anos, estava aprendendo tudo que sei hoje.

Mas continuando, mandei o Marcelo se deitar e desci para abocanhar sua rola, desci beijando e mordiscando todo seu corpo, qndo cheguei naquela pica com um gosto maravilhoso, fiquei de 4 e empinei a bunda pro lado da Raquel outra hora pro primo dele, sabia que estavam com tesão, queria tortura-los olhando minha buceta greluda pingando de tesão e arregaçada pela rola do Marcelo.

Na verdade fiquei esperando que algum dos dois tomassem a atitude de pedirem pra também me fuderem. Pena que não aconteceu. O primo batia uma punheta enquanto me olhava e a Raquel pelada dentro da banheira, me comia com os olhos enquanto eu mamava a pica do Marcelo, adorando ser observada e desejada pelos 3.

Subi em cima do Marcelo cavalguei gostoso, quiquei igual uma vadia, urrava, gritava toda suada, até gozar com aquela rola toda enfiada dentro de mim.

Gozamos duas vezes e depois que terminamos o outro casal saiu do quarto privado vestidos, nós tomando banho e levei o Marcelo pra continuar a festinha na minha casa, lá a coisa pegou fogo, recomeçamos tudo de novo até quase amanhecer, a minha bucetinha já estava toda ardida, sensível, não conseguia nem tocar no meu grelo de tanto que ele me fudeu.

No dia seguinte o Marcelo voltou pra sua cidade, conversamos algumas vezes, mas nunca mais nos vimos. Mas não esqueço de como ele me comeu gostoso.

  • Enviado ao Te Contos por Lya

quinta-feira, 11 de dezembro de 2025

Pro dia começar bem gostoso (11-12-2025)

 

By; Priscila

Oi Te Contos, me chamo Priscila, sou loira, estatura mediana, minha buceta é lisa e meu marido baba no meio rabo, adora me foder com força, ainda mais quando é no cuzinho.

Acordei hoje com vontade de dar cu para meu puto e comecei a provocá-lo, então enquanto ele preparava o café da manhã eu coloquei uma calcinha vermelha bem pequena e fiquei de quatro na cama, empinei o rabo lá no alto e o chamei, dizendo que precisava de sua ajuda.

Ele veio rápido e me viu naquela posição, na hora eu fiquei de bruços, com uma mão abri meu rabo e com a outra estava enfiando os dedos no cuzinho, dizendo:

- “Vem meu puto, vem arrombar meu cuzinho, estou toda molhada pra você”.

Ele tirou pau para fora, passei meu dedos na minha boca enchi de cuspe e soquei no meu cu, ele abriu os dois lados da minha bunda, cuspiu e socou pau dentro bem forte, comecei gemer de tesão com aquele pau enorme no meu cu, ele tirava e colocava de novo, tirava do cuzinho e socava na buceta, metendo sem parar e falando:

- “É assim que você gosta, né safada? Gosta de ficar toda preenchida!”.

Ficamos em uma vai e vem muito gostoso, ele socava com muita força, e eu rebolava em seu pau pedindo pra não parar, queria gozar muito e queria que ele me enchesse de porra.

Falei que iria gozar e empinei a bunda, ele me encheu de porra, encheu meu cu de leitinho quente, e depois começou a me chupar enquanto me fodia com os dedos, gozei mais umas duas vezes. Tenho um tesão incontrolável e adoro dar meu rabo todo dia!

  • Enviado ao Te Contos por Priscila

quarta-feira, 10 de dezembro de 2025

Atrasado, mas sem deixar de fazer o trabalho

 

by: William 

Oi Tc, estou no meu terceiro conto aqui, acho que a acabei adquirindo um novo hábito, confesso que desde a última vez que escrevi tive outros possíveis relatos para contar, mas esse é um pouco mais recente, acorreu no final da semana passada. Eu retornei ao trabalho, e queria manter tudo em dia, tenho um manejo péssimo com documentos, e em meu trabalho como psicólogo, preciso manter os prontuários dos atendimentos em dia, senão acumula e vira tudo uma bola de neve. Fui então escrever os prontuários dos atendimentos da semana, porém me deparo com a seguinte situação, eu já tinha deixado acumular com os atendimentos anteriores. Logo teria que dar um gás nesses documentos durante o final de semana quase todo. Tenho meu canto na casa, um quartinho no qual faço de escritório/biblioteca, eu e minha parceira gostamos de ler e mantemos tudo organizado, além disso também faço atendimentos online então ele serve para trabalho também.

Moro com minha parceira, Nayara, ela é baixinha, cerca de 1,65, cabelo bem preto, enrolado, pele parda, um peitinho médio que cabe perfeitamente na mão e na boca, uma bundinha redondinha e levantada, e um par de coxas grossas, tem os lábios bem carnudos e uma cara de brava naturalmente latina e sedutora. Nesse dia, de sábado, me vendo debruçado na frente do notebook revisando as folhas de anotações dos atendimentos, Nays chegou por trás da cadeira, passou a mão no meu ombro simulando uma massagem, me beijou na boca e foi passando pro pescoço e para a orelha, dando uma mordidinha de leve, aquilo já me deixou louco, porém eu realmente estava atarefado, e tinha que dar uma adiantada nas coisas, mas eu poderia deixar para terminar no dia seguinte, ainda havia o domingo, queria o quanto antes abrir um vinho, comentei isso com ela propondo dessa forma, ela entendeu o recado, porém não o aceitou kk

Foi pra baixo da mesa em que eu estava trabalhando e começou a me tocar. Sendo um final de semana eu me vestia de forma confortável, com aqueles shorts moles, que geralmente mantém um volume, dali em diante eu não lembrava mais de prontuários, do meu trabalho, do meu nome... Ela começou a passar a mão por dentro do meu shorts, sua mão foi subindo pela minha coxa e passando por cima da minha cueca, que logo seguia o volume. Ela olhava com aquela carinha sapeca com um meio sorriso e uma cara de que pedia algo, aquilo me deixava louco e ela agora já pegava no meu pau por dentro da cueca, ali abaixada de joelho, me tocando.

- "Quero que escreva seus documentos amor, não quero atrapalhar seu trabalho" disse tirando meu shorts com aquela mesma cara de safada

Eu ri e fiz o que ela mandou, sabia que não iria conseguir fazer nada, mas entrei no jogo dela, e realmente não consegui escrever uma frase sequer com sentido, ela tirou meu shorts e a cueca e começou a lamber e a chupar meu saco, enquanto batia uma punheta bem lenta e delicada, estava mais fazendo um carinho em todo o corpo do meu pau para provocar do que de fato me masturbando, indo para movimentos mais intensos, subia agora a língua e colocava meu pau inteiro em sua boa. Ela estava só de calcinha e camiseta, coisa que eu não tinha reparado antes por estar de costas para ela

Da beirada da mesa eu conseguia ver a cena, ela me olhava o tempo todo, enquanto me chupava ela se masturbava com a mão dentro da calcinha, e mesmo com sua boca toda preenchida, emitia gemidos manhosos, quando nossos olhares se encontraram ela começou um movimento intenso de vai e vem sem tirar a mão do corpo do meu pau, chupando e me masturbando. Aqueles movimentos, aquele som molhado que fazia e aquela língua quente estavam me deixando louco, e ela deve ter sentido pelo latejar do meu pau e pela respiração que mudava.

Então ela empurrou a cadeira pelo acento me afastando um pouco da mesa, se levantou tirando a calcinha e veio por cima de mim na cadeira, tenho uma daquelas cadeiras gamers de rodinhas, que apesar da movimentação facilitada, comportava bem nos dois daquele jeito (não foi a primeira vez que a usamos). Ela pegou meu pau e colocou na entrada da buceta dela, descendo aos poucos, ela estava toda molhada mas a posição oferecia certa resistência, então entrou bem apertado, o que nos tirou gemidos, ela começou a quicar em meu coloco e eu peguei forte naquela bunda deliciosa que subia e descia.

- "Eu não quero atrapalhar vc amor, trabalha vai, vc está atrasadinho" disse ao pegar minhas mãos e tirar da sua bunda, levando-as novamente em direção a mesa, ao computador.

Ela se pôs meio de lado, ainda sentada, onde eu ainda conseguiria (na teoria) olhar para a tela do notebook, aquela ceninha de profissional atarefado sendo "atrapalhado" no trabalho pela namorada safada só aguçada ainda mais meu tesão. Ela quicava e gemia em meu ouvido, continuava dizendo pra eu escrever "não quero te atrasar amorzinho" enquanto mordia minha orelha. Peguei ela com força e forcei mais nossos corpos, movimentando a pélvi metendo mais forte naquela buceta, a fazendo gozar rapidinho.

Depois a levantei da cadeira sem tirar meu pau e coloquei ela em cima da mesa de perna aberta e comecei a meter, a mesa rangia, mas o barulho da buceta dela molhada era maior, meu pau batendo no fundo da buceta dela, meu corpo batendo no clitóris arrancaram logo mais um orgasmo dela, que ficou mole em cima da mesa ainda ofegante.

Mas dessa vez eu quis dar o troco, tirei o pau da buceta dela e com ela ainda sentada na mesa de perna aberta descia de boa até a buceta. Que sabor delicioso, percorri todo aquele espaço, espirava fundo próximo ao clitóris, ainda sensível do impacto e das estocadas anteriores e passava lentamente a língua, também sugava e estimulava com um dedo, todo redor da buceta dela, as vezes, tirava a boca e fica a bem perto do clitóris apenas ofegando enquanto a dedilhava, te proporcionando arrepios, logo em seguida voltava a lamber com os dedos ainda dentro dela, estimulando seu ponto g, fiquei assim por um tempo, quando via que ela ia gozar eu parava, depois volta colocar alguns dedos dentro dela, tirava-os e a masturbava, toda molhada, até que ela não aguentava mais e me pediu por favor para faze-la gozar, e voltando a chupa-la eu segui com os movimentos lentos até os mais rápidos até que ela atingisse o orgasmo na minha boca, deixando-a toda melada 

Após pegar fôlego Nays saiu da mesa e já agarrou meu pau ficando de joelhos, era minha vez de melar a cara dela, mas não antes de tirar a camiseta e passar a cabeça do meu pau no bico de seus peitos, babar bastante e me torturar igual eu tinha feito com ela, a mamada foi tão boa que melei a cara dela com porra que pingava escorrendo pelo pescoço e seios.

Por fim, no dia seguinte no domingo, eu corri mas terminei os prontuários, valeu a pena!

  • Enviado ao Te Contos por William

Forno da saudade

 

By; @i9sexlove 

A noite em Belo horizonte tinha aquele calor úmido que grudava na pele, como um suspiro quente entre dois corpos prestes a se encontrar. O Forno da Saudade, com suas paredes de tijolos aparentes e a luz amarelada dos abajures, estava quase lotado, mas foi ali, entre o cheiro de cerveja gelada e o som abafado de um samba antigo, que ele a viu pela primeira vez.

Ela estava encostada no balcão, um copo de caipirinha meio cheio entre os dedos longos e pintados de um vermelho escuro, quase preto. O vestido—ou o que restava dele—era um tecido fino, preto como a noite, que se colava às curvas do corpo como se tivesse sido costurado diretamente na pele. As alças finas escorregavam pelos ombros, revelando a linha suave da clavícula, e o decote em V mergulhava justo o suficiente para deixar a imaginação trabalhar. Mas não foram as curvas que o prenderam. Foi o olhar.

Ela o encarou antes mesmo que ele pudesse desviar os olhos, um sorriso lento e perigoso se formando nos lábios carnudos, os olhos verdes não saiam dali. Não havia timidez naquele gesto, nem sequer a pretensão de um flerte casual. Era um convite. Um desafio. E quando ela passou a língua pelo lábio inferior, deixando-o brilhante sob a luz fraca, ele soube que não sairia dali sem levá-la consigo.

Sentaram conversaram, troca de olhares, conversas e beijos começaram. Um vai e vem acalorado que terminou numa frase. Um "você vem?" murmurado próximo ao ouvido dela, a resposta sendo um aceno de cabeça e o slide do corpo dela se descolando do balcão, como se estivesse esperando por isso a noite toda. O táxi foi uma tortura—o cheiro dela, uma mistura de perfume doce e suor, invadia seus sentidos. Ela não se afastou, pelo contrário: a mão dela escorregou pela coxa dele, os dedos se aproximando perigosamente da virilha, enquanto o outro braço se enroscava no pescoço dele, os lábios roçando a orelha. "Tá demorando pra caralho", ela sussurrou, e a risada baixa que se seguiu foi quase um gemido.

O apartamento dele ainda cheirava a café da manhã—um detalhe absurdo, considerando o que estava prestes a acontecer. Mal fecharam a porta e ela já o empurrava contra a parede, o impacto fazendo o ar sair dos pulmões dele em um grunhido surdo. Não houve espaço para pensamentos, para dúvidas. A boca dela colou-se à sua com uma fome animal, os lábios abertos, a língua invadindo sem permissão, quente e molhada, como se quisesse provar cada canto dele. As mãos dela não ficaram paradas: uma subiu pelo peito, arranhando a camisa até encontrar o mamilo através do tecido, beliscando-o entre os dedos até que ele arqueasse contra a parede com um gemido abafado. A outra desceu, as unhas raspando pela barriga, deixando um rastro de fogo onde passavam.

Ele tentou reagir, mas ela não deu chance. Os dentes dela afundaram na carne do pescoço, uma mordida doce e dolorida ao mesmo tempo, enquanto a língua lambia o local logo depois, acalmando a ardência. "Porra", ele xingou contra os lábios dela, mas o som se perdeu quando ela puxou a camisa dele para cima, os dedos frios contra a pele quente do abdômen. Ela não se contentou em apenas tocar—as unhas dele, agora, eram arrastadas para baixo, marcando-o, enquanto a boca dela descia pelo peito, lambendo cada sulco entre os músculos, cada cicatriz antiga.

Não demorou para que ela estivesse de joelhos diante dele, e o modo como olhava para cima, com aqueles olhos escuros e brilhantes, enquanto as mãos trabalhavam no cinturão, foi quase suficiente para fazê-lo gozar ali mesmo. O zíper foi abaixado com uma lentidão torturante, os dedos dela roçando a ereção através da boxer antes de finalmente libertá-lo. Ele não teve tempo de se preparar—a boca dela o engoliu inteiro em um movimento só, a garganta apertando a cabeça do pau enquanto ela descia, os lábios selando-se na base, a língua girando em círculos lentos e deliberados.

"Foda-se", ele rosnou, as mãos indo automaticamente para o cabelo dela, os dedos se enterrando nas madeixas escuras enquanto ela começava a mover a cabeça, para cima e para baixo, com uma precisão que o fazia ver estrelas. Não era um boquete qualquer—era uma devoração. Os lábios dela se fechavam com força na descida, a sucção quase dolorida, e quando ela chegava lá em cima, a língua brincava com a fenda, antes de mergulhar de novo, mais fundo, como se quisesse engoli-lo por completo. As mãos dela não ficaram paradas: uma massageava as bolas, os dedos apertando levemente, enquanto a outra subia pela coxa, as unhas cravando-se na carne, como se ela quisesse marcá-lo por dentro e por fora.

Ele sentiu o orgasmo se aproximando como um trem desgovernado, as pernas tremendo, o corpo todo tenso. "Vou gozar", ele avisou, ou tentou avisar, mas as palavras saíram mais como um gemido rouco. Ela não parou. Pelo contrário—as mãos dela foram para o cul dele, os dedos se enterrando na carne, puxando-o para mais perto, como se quisesse que ele fosse o mais fundo possível. O primeiro jorro foi quase violento, a garganta dela contraindo-se ao redor da cabeça do pau, engolindo tudo, cada gota, enquanto ele tremia, as mãos ainda presas no cabelo dela, os quadris empurrando sem controle.

Quando finalmente ela se afastou, lambendo os lábios com um ar satisfeito, ele estava ofegante, o corpo mole, a mente um borrão de prazer. Mas ela não tinha terminado. Com um movimento fluido, ela se levantou, o corpo colado ao dele, e o beijou novamente, dessa vez com mais lentidão, como se quisesse que ele sentisse o gosto de si mesmo na língua dela. "Quarto", ela murmurou contra os lábios dele, e não foi um pedido.

O caminho até lá foi uma dança de mãos exploradoras e beijos molhados. Ela o empurrou para a cama, mas não se juntou a ele imediatamente. Em vez disso, ficou de pé ao lado, os dedos trabalhando no zíper lateral do vestido. O tecido escorregou pelo corpo dela como água, revelando a pele morena, os seios cheios e firmes, os mamilos duros e escuros, o umbigo perfurado com um pequeno anel de prata. A calcinha—se é que podia ser chamada assim—era pouco mais que um fio preto, já molhado, colado entre as pernas.

Ela não disse nada. Não precisava. O convite estava nos olhos, nas pernas que se abriram lentamente, enquanto ela se deitava na cama, o corpo nu e brilhante sob a luz fraca do abajur. Ele não perdeu tempo. Roupas foram arrancadas no caminho, e quando ele se posicionou entre as coxas dela, a ponta do pau já escorregava pelos lábios da buceta, encontrando o calor úmido que o esperava.

O primeiro empurrão foi lento, quase reverente. Ela estava apertada, a carne quente e pulsante se fechando ao redor dele enquanto ele afundava, colocava  centímetro por centímetro, até que estivesse todo dentro, os quadris encostados nos dela. "Porra, me come gostoso", ela murmurou, a voz rouca, enquanto ele metias devagar e ia acelerando cada vez mais.

Ela não respondeu com palavras. As unhas dela desceram pelas costas dele, arranhando a pele até a base da coluna, e quando ele começou a se mover, foi como se os corpos deles tivessem sido feitos para aquilo. Cada investida era recebida com um gemido baixo, gutural, as pernas dela se enroscando na cintura dele, os calcanhares cravando-se nas nádegas, puxando-o para mais perto, mais fundo. O som da carne batendo contra carne ecoava pelo quarto, misturado aos suspiros ofegantes, aos xingamentos sujos que escapavam entre beijos.

Ele sentiu quando ela se aproximou do orgasmo—o corpo dela ficou tenso debaixo do seu, as unhas afundando na carne das costas, os dentes cravando-se no ombro dele com uma força que quase o fez sangrar. "Isso, porra, goza pra mim", ele ordenou, e foi como se aquelas palavras fossem o gatilho. Ela gritou, o corpo se contorcendo, as paredes internas se contraindo ao redor do pau dele em espasmos quentes e apertados, arrastando-o junto para o clímax.

Ele não conseguiu segurar. Com um último empurrão fundo, ele gozou, as coxas tremendo, o corpo todo coberto de suor. Ela enlouquecida, os quadris ainda se movendo em círculos lentos, como se quisesse extrair cada gota. Quando finalmente ele desabou sobre ela, ofegante, o peito dela subindo e descendo com a mesma falta de ar, os corpos colados pelo suor, ela passou os dedos pelos cabelos dele, a respiração ainda irregular.

"Acho que a gente vai precisar de mais uma rodada", ela sussurrou, e ele não teve forças para discordar. Não naquela noite.

terça-feira, 9 de dezembro de 2025

Helena, de sonha a realidade. (Set-2025)

 

By; Ricardo

Oi TeContos. Meu nome é Ricardo, tenho 32 anos, branco do porte físico bom, digamos que atlético com dote mediano. Sou casado a 4 anos e trabalho a uns 5 anos em uma empresa de telecomunicações.

Tenho uma amiga no serviço que passou a ser o meu “ sonho de consumo”, Ela se chama Helena, é morena, casada também, olhos claros, um belo par de coxas torneadas, sorriso estonteante, um belo par de seios lindos, perfeitos que dá pra ver pelos seus decotes e o melhor de tudo uma linda tatuagem nas costas que vai até a altura de seu lindo bumbum.

Sempre tivemos muita afinidade um com outro, sempre que podemos nos falamos pelo Whats App, sobre nossas vidas conjugais, besteirinhas, sexo, fantasias, elogios a ela não faltam nunca rsrsrs, sempre deixei muito claro que sou louco por ela e ela sabe disso, já rolou até umas fotinhos e sempre que nos encontramos, quando podemos nos abraçamos gostoso, aqueles abraços que a gente sente os seios duros nos encostar, enfim, linda, simpática e muito mais muito gostosa.

No mês de setembro tivemos que nos apresentar em uma feira que ocorre todos os anos em uma pequena cidade do interior de São Paulo, quando fui surpreendido com sua presença. Como ela possui todos os parâmetros de beleza ela foi convidada para enfeitar nosso stand e quando chequei lá ela já estava de roupa trocada e pra minha alegria com aquelas calças que deixava sua xaninha com um belo visual e um belo decote também deixando todo mundo louco.

Não podia ser diferente, tive que demonstrar a ela minha vontade de apalpar aquela bunda gostosa e aqueles seios fartos, onde ela me respondeu com um belo sorriso deixando algo vazio no ar.

Passamos o dia todo, eu já estava praticamente louco com aquela visão e tivemos a ideia de ir tomar uma cervejinha antes de irmos para o hotel descansar.

Foi ai que conheci a verdade Helena, entre umas cervejinhas e caipirinhas ela foi se soltando, falou de suas vontades sexuais com seu marido, que pede a ele pra lhe chamar de outro nome de outra mulher, ela o chama com nome de outro homem, sempre que pode coloca roupas curtas, saias, vestidos pra lhe provocar, pois ele gosta de vê lo bem safadinha e de ser provocado.

Foi uma noite e tanto mais ali já estava louco por ela. Resolvemos pedir a conta, pois já estava tarde.

Abri o carro pra Helena e fui ao banheiro e quando voltei fui surpreendido com ela me mostrando sua bela tatuagem em suas costas e me permitindo passar as mãos nela toda dizendo:

- Passa a mão, não era isso que você sempre quis?

Ela sabia que sempre tive vontade de ver sua tatuagem.

Meu cacete ali quase estourou de tanta excitação e vontade de explorar aquele corpo todo, quando comecei a passar as mãos entre as costas chegando aos seios, beijando sua nuca e ela me respondia com belos sussurros e gemidos indicando que estava louca também de tesão. Eu sentia aqueles bicos dos seios perfeitos ficarem duros em minha mão e ela pegando meus dedos colocando em sua boca dando aquela pequena molhada e colocava de novo e dizia:

- Brinca com eles, brinca gostoso.

Fui abrindo minha calça e tirando meu cacete pra fora, quando ela sentiu a cabeça dele tocando em sua bunda, foi quando ela pegou nele dizendo:

- Sempre tive vontade de abocanhar essa pica, desde quando você mandou aquela foto pra mim.

Então Helena com seu lado devasso abocanhou e chupava gostoso olhando pra mim com ar de safadeza e ao mesmo tempo falando um monte de besteirinhas me deixando mais louco ainda. Às vezes ela o enfiava todo até a garganta dando aquelas engasgadas deixando meu cacete todo babado com sua saliva e com a cabeça estourando de dura.

Quando vimos já estávamos completamente sem roupas e como uma boa mulher, Helena tomou a frente, me deitou e disse:

- Quero cavalgar nessa pica! E ao mesmo tempo foi colocando seus peitos já duros em minha boca dizendo:

- Chupa gostoso vai! Chupa esses peitos que você sempre foi louco pra ver! Que eu quero gozar cavalgando no seu cacete delicioso. E você meu safado, quero que goze tudo nos meus peitos.

Ela começou a gritar, cavalgando com um ritmo mais acelerado, ora gemia ora me beijava gostoso quando de repente gritou:

- Vou gozar amor! Vou gozar montada nessa pica! E gemendo cada vez mais alto.

Comecei a socar muito forte e bem rápido segurando aquela bela bunda puxando pra baixo e fui me deliciando e vendo aquela maravilha em cima de mim gozando como uma louca devassa, ficando cada vez mais sensível e ainda sentada em minha pica gritava:

- Goza nos meus peitos amor! Vem gozar neles! Nesses peitos que você sempre foi louco e segurava-os pra mim.

Coloquei-a deitada e por cima dela vendo seus seios jorrei toda minha porra entre eles passando a cabeça do meu pau naqueles bicos inchados de tanto tesão todo gozado.

Acho que nunca gozei tanto na minha vida. Foi maravilhoso ver ela toda mole e relaxada comigo de tanto gozar também.

Terminada a foda, fomos para hotel tomamos um belo banho e dormimos maravilhosamente bem juntinhos e passamos a ter a certeza de que não ficaríamos somente nas conversas mais.

  • Enviado ao Te Contos por Ricardo

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