by; @pqp1980
Estávamos conversando pelo WhatsApp havia alguns dias, trocando mensagens quentes como sempre. A agenda apertada não ajudava, mas naquela sexta-feira à noite tudo alinhou.
Selina me mandou uma mensagem simples: “Estou saindo de casa agora. Te encontro em 20 minutos no mesmo lugar de sempre?”
Marquei com ela no estacionamento do restaurante onde tivemos o primeiro encontro. Cheguei primeiro e esperei. Quando vi o carro dela parando ao lado do meu, meu coração acelerou. Selina desceu, linda como sempre: 1,60m, cabelos castanhos longos soltos, olhos azuis brilhando, corpo marcando na blusa justa e na calça que realçava aquela bunda redondinha e firme.
Não falamos muito. Assim que ela entrou no meu carro, nos beijamos com fome. O fogo foi instantâneo, igual da primeira vez. Nossas línguas se enrolavam quentes e molhadas, o gosto doce da boca dela me deixando louco.
Minhas mãos apertavam a cintura dela e eu já sentia meu pau endurecendo rápido, latejando dentro da calça. Ela respirava pesado contra minha boca, o peito subindo e descendo rápido.
— Não vou conseguir entrar nesse restaurante — disse ela, mordendo meu lábio com desejo.
— Nem eu — respondi. — Vamos embora.
Ela topou na hora. Saímos do estacionamento e fomos direto para o mesmo motel de sempre, aquele discreto na saída da cidade.
Na garagem subterrânea, antes mesmo de desligar o carro, Selina abriu meu cinto com pressa. Baixou minha calça e colocou meu pau na boca. O calor úmido dos lábios dela me envolveu de uma vez, a língua macia deslizando pela cabeça sensível, chupando com vontade. Cada sugada enviava ondas de prazer direto para minhas bolas, um formigamento quente que subia pela espinha.
Eu segurava aqueles cabelos castanhos longos, sentindo o couro cabeludo dela enquanto ela me mamava fundo, babando, os olhos azuis safados olhando pra mim. O prazer era tão intenso que eu gemia baixo, o pau pulsando forte dentro da boca quente dela.
Subimos para o quarto. Assim que a porta fechou, joguei Selina na cama. Arranquei a roupa dela com pressa, deixando só de calcinha.
Os seios médios ficaram livres, mamilos duros e rosados. Coloquei a calcinha de lado e desci o rosto entre as pernas dela. O cheiro dela me invadiu — quente, doce e excitado.
Chupei e lambi aquela buceta com fome, a língua rodando devagar no clitóris inchado, sentindo ele pulsar contra minha boca. Enfiei a língua fundo, provando o gosto melado e quente dela. Selina gemia alto, o corpo tremendo, as coxas apertando minha cabeça enquanto eu sugava com força.
Cada gemido dela fazia meu pau latejar mais forte.
— Rony… me come… por favor… eu tô louca pra sentir você dentro de mim.
Virei ela de frente primeiro. Meti com estocadas fundas e fortes, segurando na cintura fina. A cada metida eu sentia a buceta quente e molhada dela apertando meu pau, as paredes internas pulsando e sugando. O prazer era avassalador — um calor escorregadio que envolvia cada centímetro, fazendo minhas bolas baterem contra ela. Selina gemia mais alto a cada estocada profunda, o som molhado ecoando no quarto.
Depois coloquei Selina de quatro, segurando pela calcinha, puxando ela contra meu pau enquanto metia forte. A bunda redondinha balançava gostoso toda vez que eu batia fundo, a pele macia tremendo com o impacto. Cada metida enviava ondas de prazer pelo meu corpo, o atrito perfeito, quente e apertado.
Voltei ela de frente de novo. Com as duas mãos, rasguei a calcinha dela de uma vez. O tecido cedeu fácil.
Metia forte, olhando aqueles olhos azuis vidrados de tesão. Ela gemia e pedia mais:
— Mais forte… morde minha mão…
Mordi de leve a mão dela enquanto apertava os seios médios com força, sentindo os mamilos duros contra minhas palmas. Misturava sexo bruto com muita pegada.
Selina adorava, o corpo dela se contorcendo de prazer sob mim.
Deitei na cama.
Ela veio por cima, sentou no meu pau e começou a cavalgar. O calor apertado dela me engoliu devagar, depois rápido. Selina subia e descia com vontade, rebolando aquela bunda deliciosa, fazendo meu pau deslizar fundo e esfregar em todos os pontos certos.
O prazer era intenso — cada descida enviava choques quentes pelas minhas pernas. Pedia para eu apertar os seios dela enquanto cavalgava. Eu apertava forte, sentindo a carne macia transbordando entre meus dedos.
Eu abracei ela pela cintura, puxei contra mim e sussurrei bem baixinho no ouvido:
— Goza, minha putinha… vai… goza pra mim… me dá todo o seu prazer...
Selina acelerou, o corpo inteiro tremendo.
De repente soltou um gemido longo e gozou forte. Senti as paredes da buceta dela apertando meu pau em espasmos ritmados, o mel quente e escorregadio escorrendo pelo meu pau, molhando minhas bolas e coxas. O prazer dela pulsando ao meu redor era quase insuportável.
Ela ficou tremendo de prazer, dizendo que estava com as pernas moles.
— Papai e mamãe… por favor… tô sem forças…
Coloquei ela deitada de costas. Entrei devagar no começo, depois voltei a meter com força. As unhas dela cravadas nas minhas costas queimavam de um jeito delicioso, me fazendo meter mais fundo e mais rápido. Cada arranhão enviava uma onda extra de tesão.
Selina gemia no meu ouvido, o hálito quente contra minha pele, o corpo dela suado e tremendo.
Até que ela anunciou, quase sem voz:
— Vou gozar de novo…Pedia para eu gozar junto, encher a bucetinha dela de leite.
Segurei firme e meti mais rápido. O prazer se acumulava no fundo da minha barriga, quente e urgente. Quando senti que não aguentava mais, saí de dentro dela, fiquei de joelhos na frente dela e gozei forte. Jatos grossos e quentes caíram na buceta aberta e inchada, escorrendo por entre suas pernas, misturando com o mel dela em um líquido brilhante e viscoso.
Deitei do lado dela, ofegante. Selina me abraçou forte, beijando meu peito, meu pescoço, minha boca com carinho. Ficamos um tempo assim, namorando devagar, mãos passando pelo corpo um do outro, sentindo o calor e a respiração acalmando.
Depois levantamos e fomos tomar banho juntos. A água quente escorrendo pelos nossos corpos relaxava os músculos. Ensaboei aqueles cabelos longos, beijei os ombros dela, sentindo a pele macia e quente. Ela sorria, relaxada, os olhos azuis mais suaves agora.
Quando terminamos, eu e ela vestimos com calma, levei até o carro dela no estacionamento do restaurante. Um último beijo demorado, línguas se tocando devagar, antes dela ir para casa e eu voltar para a minha.
Enquanto dirigia de volta, ainda sentia o cheiro dela na minha pele, o gosto dela na boca e o latejar gostoso no meu corpo. Sorri sozinho.
Sabia que aquele fogo entre nós dois estava só começando de novo.
E com certeza teve mais, muito mais...
Enviado ao Te Contos por @pqp1980
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