quarta-feira, 8 de abril de 2026

Sábado de prazer 

    

by: @pqp1980

Era um sábado à tarde preguiçoso. Eu estava sozinho no meu apartamento, recém-saído do banho, só de bermuda larga, sem cueca e sem camisa. O corpo ainda úmido, o cabelo molhado. Deitado no sofá, quase cochilando, quando o interfone tocou.

Era Selina.

Abri a porta e ela entrou com aquele sorriso safado que eu conhecia bem. Nem deu tempo de falar muita coisa. Ela se jogou nos meus braços, me deu um abraço apertado e um beijo quente, daqueles que já entregam tudo. Enquanto nossas línguas se enroscavam, uma das mãos dela desceu sem cerimônia e segurou meu pau por cima da bermuda, apertando com vontade.

Saudade de você... — sussurrou no meu ouvido, já sentindo ele endurecer rápido na palma dela.

Fomos direto pro quarto. Assim que entramos, ela puxou minha bermuda pra baixo. Meu pau saltou duro, latejando. Selina se ajoelhou na minha frente, olhou pra cima com aqueles olhos cheios de tesão e engoliu ele quase todo de uma vez.

A boca quente, molhada, gulosa. Ela chupava com fome, descendo até a garganta, babando tudo, fazendo barulhinhos que me deixavam louco. A saliva escorria pelo meu pau, pingando nas bolas.

Eu me deitei na cama. Ela subiu por cima, já tirando a própria roupa com pressa. Segurou meu pau com uma mão, posicionou na entrada da bucetinha dela — que já estava encharcada, mel escorrendo pela coxa — e desceu devagar, me engolindo inteiro.

Ahh... que delícia... — gemeu, começando a cavalgar.

Ela quicava gostoso, rebolando, subindo e descendo com vontade. As mãos apoiadas no meu peito, os peitos balançando na minha frente.

Mete fundo... por favor... me fode bem fundo — pedia, ofegante.

Eu segurava a cintura dela e empurrava pra cima, metendo forte enquanto ela descia. Parecia uma putinha no cio, quicando cada vez mais rápido, pedindo mais, sempre mais.

Virei ela de quatro. A bunda empinada, a bucetinha vermelha e brilhando de tesão. Meti tudo de uma vez. Ela soltou um gemido alto e começou a rebolar contra mim.

Isso... assim... arregaça minha bucetinha... vou gozar…

Eu metia fundo, rápido, sentindo o mel dela escorrendo pelo meu pau, lambuzando tudo. A visão era incrível. Até que ela anunciou, quase gritando:

Tô gozando... caralho...

O corpo dela tremeu, a buceta apertando meu pau enquanto gozava forte, mel escorrendo sem parar.

Mas Selina não queria parar. Ainda ofegante, virou o rosto pra mim e pediu com a voz rouca:

Agora come meu cuzinho...

Passei a cabeça do pau na bucetinha encharcada dela, lambuzando tudo com o mel que escorria. Encostei no cuzinho apertado e fui entrando devagar, centímetro por centímetro. Quando a cabeça passou, dei uma estocada firme e meti tudo.

Ela soltou um gemido longo, misturado de prazer e dor gostosa.

Arregaça... abre minha bundinha... mete com força...

Segurei as nádegas dela, abri bem e comecei a foder aquele cuzinho delicioso com vontade. Ela pedia mais, empinando a bunda pra trás, gemendo alto. Metia fundo, sentindo o cuzinho apertar meu pau a cada estocada.

Vou gozar de novo... não para... — avisou, quase urrando.

E gozou. Forte. O corpo todo tremendo, o cuzinho pulsando no meu pau, soltando gemidos roucos de tesão puro.

Ela caiu de bruços na cama, exausta. Eu caí sobre ela, ainda dentro. Depois de um tempo, virei ela de frente. Comecei a mamar aqueles peitos macios, chupando os bicos com vontade. 

Selina passou a mão no meu cabelo e sussurrou com a voz suave, cheia de carinho e tesão:

Meu anjo... agora come minha bucetinha... e enche ela de leitinho.

Eu a levantei nos braços, coloquei as pernas dela em volta da minha cintura e a fodi de pé, segurando ela no ar. Metia forte, gostoso, fundo. A bucetinha quente, molhada, apertada. Ela gemia no meu ouvido, mordendo meu pescoço.

Os movimentos eram intensos, cheios de desejo. Ida e volta brutos, exatamente como ela gostava. Até que eu avisei:

Vou gozar...

Não para... continua... eu vou gozar junto com você... — pediu, quase implorando.

Aquilo me deu mais tesão ainda. 

Aguentei o máximo que pude, metendo cada vez mais forte. Quando não aguentei mais, enterrei fundo e gozei muito dentro dela, enchendo aquela bucetinha quente de leitinho grosso. Selina gritou, gozando junto, o corpo tremendo inteiro, espasmos fortes, apertando meu pau enquanto eu pulsava dentro dela.

Caímos na cama, suados, ofegantes, exaustos.

Deitei ao lado dela. Selina sorriu, se levantou um pouco e desceu até meu pau. Chupou e lambeu tudo, limpando cada gota do nosso gozo misturado, com calma e carinho.

Quando terminou, eu a puxei pra cima, deitei ela de costas e desci beijando o corpo todo. Parei nos peitos, depois desci até a bucetinha vermelha, inchada e ainda pingando. Chupei, lambi, mordi de leve o clitóris inchado. Ela se contorcia, gemendo, segurando minha cabeça contra a boceta. Fiquei mamando aquela buceta deliciosa até sentir ela gozar mais uma vez na minha boca, o mel quente escorrendo na minha língua.

Limpei tudo, lambendo cada gota. Subi até a boca dela e dei um beijo molhado, profundo, misturando o gosto da bucetinha gozada com nossas línguas.

Por fim, deitamos de conchinha. O corpo dela encaixado no meu, quente, suado, satisfeito. Adormecemos assim, exaustos e felizes.

Foi assim o nosso sábado de puro prazer.

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