segunda-feira, 6 de abril de 2026

Reencontro 

  

By; @pqp1980

O passo a narrar, aconteceu nesse dia 13/03, minha esposa foi para casa dos pai dela, outra cidade cerca de 300km de onde moramos, para uma consulta médica.

Sem muito o que fazer nessa dia (sexta-feira), mandei msg durante para um antigo contato, para minha surpresa ela respondeu, ela se chama Aline. 

Me convidou para uma festa de aniversário, no interior da cidade vizinha a que ela mora, 60km de onde moro, combinamos horário de passar para buscá-la e nos deslocar para a festa. 

Cheguei para pegá-la, ela estava linda, de vestido soltinho, salto alto e blusa que marcava suas curvas.

A festa fui muito boa, durante o tempo que ficamos lá, como ninguém me conhecia, ela me apresentou ao pessoal, conversamos muito, lembramos o passado, enfim, foi muito bom..

Voltamos da festa passava da meia noite, a estrada escura e quase sem movimento àquela hora da madrugada. Aline, 35 anos, olhos verdes brilhando de tesão e cabelo curtinho bagunçado, não quis esperar até chegarmos em casa.

Mal saímos da cidade, ela se inclinou sobre mim, abriu o zíper da minha bermuda e tirou meu pau já duro para fora. Sem cerimônia, colocou na boca e começou a mamar com vontade, chupando gostoso enquanto eu tentava manter o foco na direção.

Ela estava com um vestido leve. Levantou a barra, tirou a calcinha e jogou no banco de trás, deixando a buceta lisinha e molhada completamente exposta. Eu desci a mão direita e comecei a dedilhar ela, sentindo os dedos escorregarem no mel que já escorria abundante.

Não demorou muito. Aline subiu no meu colo, de frente para mim, levantou o vestido e encaixou meu pau bem fundo na buceta quente e encharcada. Eu continuava dirigindo, uma mão no volante, a outra segurando firme a cintura dela. Ela começou a quicar devagar, depois com mais ritmo, subindo e descendo no meu pau enquanto gemia no meu ouvido:

Ai, que delícia… tá tão gostoso dirigindo assim…

O carro balançava levemente com o movimento dela. Os peitinhos pequenos marcavam por baixo do tecido, a bunda arrebitada batendo contra as minhas coxas. Ela estava louca, gemendo cada vez mais alto.

De repente, ela apertou o corpo contra o meu e sussurrou com a voz rouca:

Aí droga, Cheru… vou gozar…

Senti a buceta dela pulsar forte, apertando meu pau. Ela gozou gemendo meu nome, o corpo tremendo inteiro. O líquido quente dela escorreu todo pelo meu pau, molhando minhas bolas e o banco. Eu não segurei e gozei junto, enchendo a buceta dela de porra, jato atrás de jato bem fundo.

Quando terminamos, parei o carro no acostamento. Aline desceu do meu colo com as pernas trêmulas. Antes mesmo de eu voltar a dirigir, ela se inclinou e colocou o pau todo na boca, lambendo e chupando devagar, limpando toda a mistura de gozo que escorria. Chupou até deixar ele brilhando e limpo.

Alguns quilômetros adiante, parei novamente. Coloquei ela de quatro no banco do carona, o vestido levantado até a cintura. A buceta estava inchada, vermelha e escorrendo nossa mistura. 

Eu me ajoelhei entre os bancos e chupei ela com fome — língua entrando fundo, sugando o clitóris, bebendo tudo o que saía. Aline gozou mais uma vez, tremendo violentamente, as pernas ficando bambas, quase sem forças.

No resto do caminho para a casa dela, minha mão direita não saiu da buceta dela: eu brincava devagar, enfiando os dedos na mistura quente e gozada, sentindo ela molhada e sensível o tempo inteiro.

Chegamos na casa dela já tarde da noite, mas o tesão ainda estava no auge. Transamos no sofá, na cama, contra a parede… eu comendo ela de todos os jeitos, ela gemendo meu nome sem parar. Aline estava solta, safada, com os peitinhos pequenos arrepiados e aquela bunda arrebitada pedindo atenção.

Em certo momento, enquanto eu a fodia de lado, ela virou o rosto para mim, olhos verdes brilhando, e sussurrou com a voz rouca de desejo:

Cheru… hoje eu quero te dar o rabinho. Pela primeira vez.

Meu pau latejou forte só de ouvir. Perguntei se ela tinha certeza. Ela mordeu o lábio inferior e confirmou, dizendo que estava louca para sentir.

Fomos para a cama. Deitei ela de barriga para baixo, coloquei um travesseiro embaixo da barriga chapada para empinar ainda mais aquela bunda arrebitada. Comecei com muita calma: beijei e lambi toda a bunda dela, descendo a língua devagar até o cuzinho rosadinho e apertado. Aline se contorcia e gemia baixinho. Peguei o lubrificante que ela tinha no criado-mudo e passei bastante.

Primeiro usei o dedo, massageando em círculos, pressionando devagar. Ela respirou fundo, apertou um pouco no início, mas foi relaxando conforme eu estimulava o clitóris dela com a outra mão.

Relaxa pra mim, amor… — falei baixinho.

Consegui enfiar o dedo inteiro, girando devagar, sentindo o anel quente pulsando.

Depois adicionei um segundo dedo, bem lubrificado, abrindo ela com cuidado. Aline gemia mais alto agora, empinando a bunda para trás, pedindo mais.

Quando senti que estava pronta, me posicionei atrás dela. Passei lubrificante generoso no meu pau e na entrada do rabinho. 

Encostei a cabeça e comecei a pressionar bem devagar.

Vai devagar… — ela pediu, voz misturada de ansiedade e excitação.

Empurrei centímetro por centímetro. O cuzinho dela era absurdamente apertado, quente, abraçando meu pau como um punho de veludo. Aline soltou um gemido longo quando a cabeça entrou. 

Parei ali, acariciando as costas e a bunda dela, dando tempo para se acostumar.

Tá bom? — perguntei.

Tá… estranho, mas bom… continua devagar…

Fui entrando mais, bem lento, até quase todo o pau estar dentro. O prazer era intenso — a pressão era diferente de tudo. Comecei a me mover com estocadas curtas e profundas. 

Aline gemia cada vez mais solta, empinando mais:

Ai, porra… tá enchendo tudo… que delícia…

O ritmo foi aumentando naturalmente. Eu segurava a cintura dela, olhando aquela bunda arrebitada engolindo meu pau inteiro. A buceta dela escorria no lençol. Estimulei o clitóris dela com mais força enquanto fodia o rabinho.

Ela gozou primeiro — um orgasmo forte, profundo, o corpo inteiro se contraindo, o cuzinho apertando meu pau em espasmos ritmados. Isso me levou ao limite. Segurei firme na cintura dela e gozei bem fundo dentro da bundinha apertada, enchendo de porra quente enquanto ela ainda tremia.

Ficamos conectados por alguns segundos, ofegantes. Quando saí devagar, um fio grosso de porra escorreu do rabinho dela.

Aline virou de lado, sorrindo satisfeita, olhos verdes brilhando, e murmurou:

Caralho… foi melhor do que eu imaginava.

Passamos o resto da noite transando mais, mas aquela primeira vez no rabinho ficou gravada — intensa, cuidadosa e extremamente gostosa.

E claro, tudo foi registrado em fotos e vídeos. Até hoje guardo esses registros com muito carinho.

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