By; Malu
Oi Te Contos, m chamo Malu, tenho 36 anos, sou casada. Mais o que quero contar não é nada que aconteceu comigo, e sim o que eu vi hoje.
Embora não estivesse frio, o tempo nublado e o mar revolto não convidava ninguém a ir à praia. Porém eu na poderia deixar de dar uma caminhada para espairecer as idéias.
Mas hoje, estava tudo deserto. Fui até o fim dos molhes, sentei numa das pedras colocadas no lugar definitivo e me transportei para mundos imaginários, com o olhar fixo nas ondas. Distraída, não notei que o tempo se fazia mais feio, e fui despertada de meus pensamentos pelos primeiros pingos de chuva. Umas gotas grandes e mornas, que logo se transformariam numa grande precipitação. Me pus em caminhada rápida em direção à praia. E de lá mais uns duzentos metros e estaria em casa.
A chuva engrossou, e um trovão maior que os outros me fez apertar o passo ate passar chegar perto de uma barraca fechada, abriguei-me esperando diminuir a chuva, sentada nos calcanhares, quando escutei um ruído na parte de dentro da barraca. Prestei mais atenção e ouvi conversas, era mais de uma pessoa, o chão de areia não produzira barulho algum quando eu chegara era certo que não me haviam escutado ou avistado. A curiosidade típica das mulheres fez com que eu procurasse espiar por uma das frestas da parede de madeira, então eu vi o que eu vi dois garotos de no maximo 19 anos estavam trepando com uma menina talvez da mesma idade, ela servia de joguete nas mãos deles, que também pelados, um estava com o pau na boca dela e o outro a comia por traz ao mesmo tempo.
Sem fazer barulho eu vi a menina ser comida por eles e também pude observar melhor toda a transa.
Ela era magricela e alta, com cabelos curtos e um apele bronzeada de quem vive na beira do mar, e como uma cobra se enlaçava nos dois, dando ora para um, ora para o outro, enquanto chupava o que não a estava comendo. Os garotos, era bonitos, corpos saradinhos, muito parecidos entre si, provavelmente irmãos, ou primos, tinham uma estatura média, mais ou menos 1.70 m. quase magros, sem barriga, ambos pelados deixavam ver os músculos dos braços e pernas fortes. Mas o mais impressionante era as picas.
Devo aqui abrir um parêntese, homem pelado ao vivo, de pau duro, eu só tinha visto meu marido. Outras ocasiões em que eu tinha visto homem pelado, foram acidentes, no clube, uma troca de calção de banho, ou uma ocasião em que eu abrira a porta do banheiro, estávamos com visita, e numa fração de segundos eu vira um amigo no banho, ele nem chegara a me ver, porém eu o vi, estava de pau mole e era mais feio que meu marido. Porém agora eu via dois dos grandes, muito maior que o do meu marido, mais grossos também, um tinha a cabeça grande, meio virada para baixo, o outro tinha uma cabeça bem desenhada, era grande e bonito. Brilhavam, lambuzados pelos sucos da menina e pelos próprios sucos.
Eu estava impressionada com a menina. Ela se deixava penetrar por um pau que eu não imaginava caber dentro dela, e ainda cruzava as pernas nas costas deles fazendo com que entrasse até misturar os pentelhos deles com os dela. E, uma coisa que jamais vou esquecer, foi o olhar dela. Estasiada, nas nuvens, ela estava tendo orgasmos incríveis. Seu olhar era tão intenso para o pau deles que parecia querer engoli-los, e foi dela a iniciativa de ser enrabada por um deles, e após agasalhar a pica inteira no cuzinho, se virou, sentando por cima do que a comia, de costas para ele, e com o pau enterrado na bunda deitou-se na sua barriga, fazendo com que ele servisse de cama para ela dar a bocetinha par ao outro, que se agitando entre as quatro pernas introduziu o pau nela até ficarem os três sexos unidos como um só.
Eu já tive grandes orgasmos com meu marido, trepamos de muitas formas, mas tenho consciência que nunca gozei como aquela menina. Já chupei meu marido mas nunca bebi esperma, e principalmente: nunca dei o cu. Dar para dois homens estava fora de qualquer plano ou sonho meu. Imagina, pelada ser alisada por dois homens, pegar num pau e depois noutro, até nos dois ao mesmo tempo. Nunca. Mas interrompendo meus pensamentos, notei que a menina já estava se vestindo, pos uma calça jeans, sem nada por baixo, pos o sutiã, e a farda de uma escola particular bem conhecida aqui, deu um beijinho nos garotos e foi embora na chuva.
Eles ficaram se vestindo, meias, cuecas, calças e fardas da mesma escola da garota, pegaram suas mochilas e sairam bem desconfiados, andando rapidos para o lado oposto da garota.
Eu continuei quietinha ate eles se afastarem, ai então corri para casa, cheia de tesão, escrever o que eu vi para vocês e esperar meu marido chegar para dar pra ele bem gostoso, enquanto lembro e imagino do prazer que a garota tava sentindo.
Enviado ao Te Contos por Malu
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