terça-feira, 7 de abril de 2026

Transando na ambulância com o meu companheiro de trabalho (Abril-2026)

    

By; Sula

Ola Te Contos, me chamo Sula, tenho 27 anos, eu sou socorrista em minha cidade, e o que vou contar aconteceu a umas duas semanas.

Eu fui designada para acompanhar uma partida de futebol feminino, então meia hora estava lá no campo, estava chovendo, arquibancada vazias, campo de uma universidade, então o meu companheiro parou a ambulância um pouco mais afastado.

Ele é um homem casado, bem bonito, tem uns 38 anos, ex militar, tem um corpão sarado, sempre que estamos trabalhando juntos a troca de olhares é inevitável, alem disso ficamos um olhando o instagram do outro e comentando os video e fotos, e sempre acabamos com conversas mais quentes.

Nem estavamos olhando pro jogo, olhando videos, eu acabei vendo um video dele nu, na hora ele não quis mostrar mais eu insisti tanto que acabei vendo, o safado nu, de pau duro com uma mulher e não era a sua esposa. Disse que o pau dele era bem bonito, parecia ser bem gostoso, e naquela conversa quente, já com putaria liberada, e a chuva aumentando, ele abriu o macacão e pos seu pau pra fora, eu nem acreditei na audácia dele.

Naquela hora só queria que ninguém se machucasse no jogo, eu estava no banco do carona, só fiz,me ajeitar e comecei a punhetar seu pau, sentia engrossando na minha mão, endurecendo, deslizava a minha mão, descobrindo a cabeça e cobria novamente, apertava, molhei meu dedão e fiquei passando em cima da cabeça, depois fiquei passando as minhas unhas nela.

Seu pau estava bem duro, e eu já estava louca pra por na boca, dei uma olhada em volta, amarrei o cabelo, me arrumei no banco ficando de joelhos nele e cai de boca no seu pau, mamei feito uma bezerrinha, lambia, mordia, chupava e babava.

Ate que em um momento minha buceta já estava muito molhada, minha boca dormente de tanto chupar perguntei se ele tinha camisinha com ele, o sinal de positivo dele foi imediato. Eu passei pra tras, abri meu macacão, desci meu short de lycra e minha calcinha e chamei ele pra vir rapidinho pra tras, ele veio, já abrindo e camisinha e colocando no seu pau.

Eu fiquei de 4 na maca, ele veio atras de mim, quando ele tocou a cabeça na minha buceta, eu olhei pra tras e pedi pra que ele metesse forte, e ele fez direitinho, encostou, empurrou um pouquinho, segurou na minha cintura e deu uma socada bem firme, bateu fundo ate me tirou o ar, eu urrei baixinho e ele começou a me comer gostoso.

Num ritimo bem gostoso, ele metia com firmeza, em momento abaixava o seu corpo para pegar nos meus peitos, apertava eles sempre me comendo, sem parar... ate que aumentou o ritimo das metidas, eu tava tão excitada que gozei primeiro, depois de umas metidas bem fortes e rapidas ele se apertou em mim, gozando enchendo a camisinha.

Quando ele tirou o pau de dentro de mim, dava pra vem bem o tanto de gozo tinha, uma loucura, ele tirou a camisinha, enrolou em papel e pois no lixo, seu pau tava bem melado, eu tava limpando a minha buceta e olhando pro seu pau, subi minha calcinha e meu short de lycra, sentei na maca e segurei em seu pau puxando ele pra perto de mim, coloquei na boca e mamei mais um pouco, deixando limpinho, sentindo o sabor do seu gozo, o calor do seu pau e a pulsação dele em minha boca. Achei uma delicia.

Depois ele guardou seu pau e voltou para o banco do motorista, eu limpei a maca, arrumei tudo, me arrumei e voltei para o banco do passageiro, o jogo tinha começado o segundo tempo, continuamos conversando ate que eu, disse a ele que tava querendo uma coisa, ele perguntou o que, então novamente eu fiquei de joelho no banco, abri o seu macacão, coloquei seu pau pra fora, tava meio mole, eu punhetei rapidinho, e coloquei na minha boca, ele ficou duro nela.

Mamei e punhetei, caprichei por uns 20 minutos ate ele avisar que iria gozar, eu aumentei a velocidade da punheta e quando ele foi gozar coloquei na boca e tomei seu leitinho quente, que inundou minha boca, garganta, matando a minha sede.

Tomei tudinho, deixei seu pau molinho e limpinho, ele o guardou e eu voltei a me sentar direito no banco do passageiro, esperando aquele sofrimento de partida de futebol terminar para voltarmos a trabalhar.

Ainda não repetimos, mais sabemos que quando a escala bater vai rolar, ate la vamos nos provocando.

Foi isso Te Contos.

  • Enviado ao Te Contos por Sula

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