by; @pqp1980
Meu nome é Rony, tenho 45 anos, 1,80m, olhos verdes e um corpo comum de quem passa o dia atrás de uma mesa. Na empresa, a única pessoa que realmente chamava minha atenção era a Vivi, a gerente do financeiro. Aos 28 anos, ela era uma visão: 1,69m, magrinha, cabelos castanhos longos, olhos cor de amêndoa, seios médios que pareciam feitos para caber perfeitamente na mão, uma bunda redonda e empinada e coxas torneadas que eu tentava não olhar demais durante as reuniões.
Nossas conversas sempre foram estritamente profissionais. Até aquela quarta-feira, 15 de março.
Depois de alinharmos alguns relatórios, ela me perguntou, com um sorriso tímido, se eu estaria livre no sábado para instalar um móvel novo no banheiro dela. Morávamos na mesma rua. Aceitei na hora.
Cheguei à casa dela por volta das oito da manhã. Quando Vivi abriu a porta, meu coração quase parou. Ela claramente tinha acabado de acordar: cabelo todo bagunçado, pijama branco soltinho — um shortinho curto que mal cobria a metade das coxas e uma blusinha florida fina. Os bicos dos seios estavam durinhos, marcando o tecido de forma quase obscena. A calcinha de renda por baixo do shortinho também aparecia levemente. Ela sorriu, envergonhada:
— Bom dia, Rony… Desculpa te receber assim. Entra, o móvel está no quarto do fundo. Vou fazer um café enquanto me troco.
Enquanto ela ia para a cozinha, eu fui direto para o banheiro fechar o registro e tirar o móvel velho. Quando saí para pegar as ferramentas no quarto do fundo, a porta estava entreaberta. Pela fresta, vi Vivi tirando a blusa do pijama. Seus seios pequenos e firmes saltaram livres, bicos rosados e arrepiados. Ela estava de lado, não me viu. Fiquei ali alguns segundos, sentindo o sangue descer rápido.
Minutos depois ela apareceu no banheiro já trocada: bermudinha de academia preta, justa o suficiente para marcar a curva perfeita da bunda e o contorno da bucetinha. Meu pau reagiu imediatamente.
Tomamos café na cozinha. Ela havia preparado uma mesa caprichada: pão de queijo, geleia, frutas… Conversamos sobre tudo e nada. Em determinado momento, soltei sem pensar:
— Sabe… eu sonhei com você essa semana.
Ela ergueu a sobrancelha, rindo:
— Sonho ou pesadelo?
— Foi um sonho muito gostoso… — respondi, olhando nos olhos dela. — Você não tem noção do quanto.
Vivi ficou vermelha, mas não desviou o olhar.
— Não vai me contar?
— Acho melhor não… — sorri, levantando-me. — Vamos terminar logo isso aqui.
Instalei a parte de baixo do móvel. Depois precisei da ajuda dela para posicionar o espelho. Vivi subiu na escadinha. Eu segurava o móvel, com o rosto exatamente na altura da sua virilha. O tecido da bermudinha marcava tudo, Mmu pau ficou duro na hora.
Quando ela desceu, seus seios roçaram meu braço de propósito. Olhei para ela.
— Não faz assim… Foi com uma roçada dessas que o sonho começou.
Ela mordeu o lábio inferior, os olhos brilhando.
— Sério? Me conta mais…
A tensão no ar ficou insuportável. Terminamos de fixar o espelho. Quando desci da escada, ela estava bem na minha frente, olhando-me de um jeito que nunca tinha visto antes.
— Posso te confessar uma coisa? — perguntou baixinho.
— Claro.
— Eu te contratei não só pelo currículo… Desde a entrevista eu gostei de você. De verdade.
Meu coração acelerou.
— Eu também gosto de você, Vivi. Como mulher… e como profissional.
Ela sorriu, tímida.
— Eu não vim mais com vc a pé, comecei a vir de carro depois do trabalho porque… não queria ficar excitada do seu lado e acabar fazendo alguma loucura. Você é casado.
— Que tipo de loucura? — perguntei, a voz rouca.
— Tipo… te convidar pra vir aqui não pra instalar móvel, mas pra te beijar. Porque eu sempre me senti muito atraída por você.
Não pensei duas vezes. Puxei Vivi pela cintura e colei minha boca na dela. Ela gemeu baixinho e pulou no meu colo, enrolando as pernas na minha cintura. Segurei sua bunda firme com as duas mãos e a carreguei até o quarto, prensando-a contra a parede. Beijei sua boca com fome, desci para o pescoço, mordendo de leve. Seus gemidos eram suaves, mas cheios de desejo.
Joguei-a sentada na cama e arranquei sua camiseta. Os seios perfeitos saltaram livres. Me deliciei neles: chupei, lambi e mordi os bicos rosados enquanto ela arqueava as costas. Desci beijando sua barriga, tirei a bermudinha e a lingerie rosa de renda. Sua bucetinha estava inchada, brilhando de excitação.
Beijei o interior das coxas torneadas, subi devagar até chegar onde ela mais queria. Lambi devagar, explorando cada dobra, chupando o clitóris inchado. Vivi se contorcia, gemia alto, enfiava os dedos no meu cabelo e implorava:
— Mais… por favor… não para…
Quando ela gozou na minha língua, seu corpo inteiro tremeu. Subi e a beijei profundamente, fazendo-a provar o próprio gosto.
Vivi não perdeu tempo. Levantou-se, tirou minha camisa e baixou minha bermuda e cueca de uma vez. Meu pau pulou duro na frente do rosto dela. Olhando para cima com aqueles olhos castanhos, ela sorriu safada:
— Ele é ainda mais gostoso do que eu imaginava…
Colocou tudo na boca. Mamou com vontade, babando, engolindo fundo, pedindo para eu foder sua garganta. A menina delicada e certinha da empresa havia desaparecido. No lugar, uma putinha safada que gemia enquanto chupava.
— Me faz de putinha… — murmurou, cuspindo no pau e enfiando de novo.
Ela subiu na cama, ficou de quatro, empinando aquela bundinha redonda e perfeita. O rosto dela afundou no colchão, as costas arqueadas, a coluna formando um arco delicioso. A bucetinha inchada e brilhante de tesão ficava totalmente exposta para mim, os lábios rosados entreabertos, pingando de excitação. As coxas torneadas tremiam levemente.
— Vem… — pediu com a voz rouca, quase um gemido. — Me come bem gostoso. Mete esse pau na minha bucetinha que está toda molhada querendo você todo dentro de mim…
Eu me posicionei atrás dela, segurando meu pau duro pela base. Em vez de enfiar de uma vez, comecei a provocá-la. Rocei apenas a cabeça grossa na entrada quente e encharcada da sua buceta, subindo e descendo devagar, espalhando a lubrificação dela por toda a extensão do meu pau.
Vivi soltou um gemido longo e frustrado, empurrando a bunda para trás, tentando me fazer entrar.
— Não… não faz assim… — choramingou. — Para de provocar…
Eu sorri e continuei o tormento: esfregava a cabeça do pau bem no clitóris inchado, depois descia até a entrada, pressionava só a pontinha para dentro (apenas uns dois centímetros) e tirava imediatamente. Fazia isso várias vezes, bem devagar, sentindo ela pulsar e tentar sugar meu pau para dentro.
Ela começou a perder o controle. O corpo tremia inteiro. As mãos agarravam o lençol com força, os dedos brancos de tanta pressão. A bundinha se mexia sozinha, rebolando desesperada, tentando forçar a penetração.
— Rony… por favor… — gemeu mais alto, a voz saindo quebrada. — Não aguento mais… me fode… me fode logo…
Eu segurei firme na cintura dela, impedindo que ela empurrasse para trás, e continuei a provocação cruel. Agora esfregava a cabeça do pau em círculos lentos bem na entrada, sentindo os lábios molhados se abrindo e se fechando em volta da glande, mas sem nunca dar mais que a pontinha.
Vivi estava fora de si. Começou a gemer alto, quase soluçando de tesão:
— Ai meu Deus… você está me matando… para de me provocar assim… eu tô pingando… olha como eu tô molhada pra você…
A bucetinha dela contraía visivelmente, piscando de desejo, liberando mais um fiozinho de lubrificação que escorria pela coxa. As pernas tremiam tanto que ela mal conseguia manter a posição de quatro. O corpo inteiro suava, a pele arrepiada.
— Por favor… por favor… — implorava, a voz manhosa e desesperada. — Eu quero sentir você todo… me enche… me rasga… eu sou sua putinha hoje… faz o que quiser, mas me fode de uma vez!
Eu segurei a bunda dela com as duas mãos, abrindo bem as nádegas, e enfiei só a cabeça mais uma vez, girando devagar dentro dela. Vivi soltou um grito abafado no colchão, o corpo dando um solavanco forte.
— Mais… mais fundo… eu não aguento… — choramingou, quase chorando de tesão.
Só então, quando senti que ela realmente estava no limite, segurei firme na cintura fina e meti tudo de uma vez, até o fundo, num golpe só e forte.
Vivi gritou de prazer, o corpo inteiro sacudindo. A bucetinha apertou meu pau como um punho quente e molhado, pulsando descontroladamente.
— Aaaahhh… isso… assim… — gemeu alto, a voz rouca e quebrada enquanto eu começava a meter com força, fundo e ritmado.
Ela gozou quase imediatamente, as pernas tremendo violentamente, a buceta esguichando um pouco enquanto apertava meu pau em espasmos fortes. Mesmo gozando, não parou de rebolar contra mim, implorando por mais:
— Não para… continua metendo… me usa… eu sou sua!
Depois de gozar de quatro, Vivi ainda tremia quando a virei de frente. Beijei sua boca com fome, metendo devagar enquanto nossas línguas se enrolavam. Ela estava molhada demais, a bucetinha quente e escorregadia apertando meu pau a cada estocada..
De repente, ela me empurrou pelo peito, os olhos castanhos brilhando de safadeza.
— Deixa eu subir… quero cavalgar em você.
Subi na cama e me deitei de costas. Vivi não perdeu tempo. Montou em mim com as pernas abertas, segurou meu pau duro pela base e esfregou a cabeça inchada na entrada da sua buceta encharcada, gemendo baixinho só com o atrito.
Então desceu devagar, engolindo centímetro por centímetro até sentar completamente, sentindo tudo dentro dela.
— Aaaahh… que delícia… — suspirou, jogando a cabeça para trás.
Começou a se mexer devagar no início, rebolando o quadril em círculos lentos, sentindo meu pau roçar bem fundo. Os seios médios balançavam gostoso na frente do meu rosto. Eu segurei neles, apertando os bicos rosados entre os dedos enquanto ela aumentava o ritmo.
Logo Vivi estava cavalgando de verdade. Subia quase até a cabeça e descia com força, quicando no meu pau. Os gemidos ficaram mais altos, mais urgentes.
— Hummm… tá tão gostoso… — gemeu, as mãos apoiadas no meu peito. — Seu pau me enche todinha…
Ela acelerou, quicando mais rápido, a bundinha redonda batendo contra as minhas coxas com um som molhado e obsceno. O suor brilhava na pele dela. Os cabelos castanhos grudavam no rosto e no pescoço.
De repente, ela se inclinou para frente, apoiando as mãos ao lado da minha cabeça, e começou a cavalgar com mais vontade ainda, quase frenética. A bucetinha apertava e sugava meu pau a cada descida.
— Come eu… — pediu, a voz rouca e entrecortada. — Come essa bucetinha com vontade… mete de baixo… por favor…
Eu segurei firme na cintura fina dela e comecei a subir o quadril, metendo forte para cima enquanto ela descia. O choque dos nossos corpos ficou mais violento. Vivi soltou um gemido alto, quase um grito.
— Isso… assim… me come com força! — implorou, os olhos semicerrados de prazer.
— Não para… me fode bem gostoso… eu quero sentir você batendo bem fundo!
Ela cavalgava como uma louca agora, quicando rápido e forte, a bundinha empinada batendo contra mim sem parar. Os seios pulavam descontrolados.
Ela gemia sem vergonha, a voz ficando cada vez mais aguda e desesperada:
— Ai meu Deus… tá tão bom… me come mais… mais forte… eu sou sua putinha… come essa bucetinha molhada que é sua!
Eu metia de baixo com tudo, segurando a bunda dela e ajudando no movimento. Vivi jogou a cabeça para trás, o corpo inteiro tremendo...
— Vou gozar… vou gozar de novo… — avisou, a voz falhando. — Não para de me comer… mete com vontade… me faz gozar no seu pau!
Ela apertou as unhas no meu peito e gozou forte, a bucetinha pulsando e espremendo meu pau em espasmos quentes e molhados. Mesmo gozando, não parou de cavalgar, rebolando e quicando mais devagar, prolongando o prazer, gemendo longos “aaahhh” roucos.
Ainda ofegante, olhou para mim com cara de safada, os cabelos grudados no rosto suado:
— Continua… não para… quero que você me coma até gozar também…
Olhei para ela e disse que iria gozar também. Ela sorriu com cara de safada:
— Deixa eu experimentar o gosto do seu leitinho… goza todinho na minha boquinha?
Saí de cima dela. Vivi deitou de costas na cama, abriu a boca e olhou para mim, ansiosa. Gozei forte, enchendo sua boca com jatos grossos e quentes. Ela engoliu tudo com vontade, depois lambeu meu pau inteiro, limpando cada gota, deixando-o brilhando.
Deitamos lado a lado, ofegantes, trocando carinhos e beijos preguiçosos. Depois de alguns minutos, ela sorriu:
— Vamos tomar banho juntos?
No chuveiro, com a água quente caindo sobre nós, ela confessou baixinho:
— Foi a primeira vez que deixei alguém gozar na minha boca… Mas com você… foi tão gostoso, tão carinhoso e ao mesmo tempo tão safado… eu quis realizar essa fantasia...
Abracei-a forte sob a água. Ficamos ali um bom tempo, só sentindo o corpo um do outro.
Terminei o resto da instalação, guardei as ferramentas, nos beijamos longamente mais uma vez na porta. Saí andando pela rua de volta para casa, ainda sem acreditar que aquele sonho tinha virado realidade.
E o melhor: sabia que não seria a última vez.
Foi isso TC... @pqp1980
Enviado ao Te Contos por @pqp1980
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