By; Laninha
Oi TC, sou a Laninha, tenho 35 anos, sou negra de formas volumosas e sou casada. Eu sou liberada pelo meu marido a transar com garotões, de preferencia ate 25 anos, desde que depois eu conte tudo ao meu marido que me come sem dó nem piedade enquanto esculta tudo.
Aqui no Condomínio mora uma senhora e seu o filho de mais ou menos 21 anos com jeitão de” nerd” ou seja, de estudioso. Olhavamos sempre para ele com curiosidade, e ele para nos com timidez. Fazíamos deduções de que ele era virgem, pelo modo como olhava as mulheres, ficando rubro. Meu marido disse que eu deveria testar.
Comecei o processo, passava “rebolativa, rebolante” atiçando-o e ele olhava e desviava o olhar, vermelho. Resolvi tomar a iniciativa, uma tarde bati na sua porta ele me atendeu perguntei se ele poderia me ajudar com uma impressão, pois estava sem tinta na minha impressora.
Ele se prontificou, e me olhou. Eu estava usando um short de malha curtissimo, uma camiseta de alças apertada e de sandália rasteira, saida do banho. Ele não tinha como correr.
Eu entrei na casa e fomos para o local do computador ele sentou e eu ao lado, deixei uma alça da camiseta cair no braço meu seio apareceu, ele ficou vermelho. Disse com ar de descarada.
-“ Essa blusa esta muito apertada, para acomodar meus seios, por isso fica caindo.”
O garoto, abriu a boca mas não balbuciou nada, eu levantei a alça deixando um pouco da mama à vista, e segui escrota encostando nele que tremia segurando o mouse, vendo seu nervosismo disse.
-“Vou ajuda-lo.”
Coloquei a minha mão em cima da dele e num gesto sensual deixei ambas as alças caírem mostrando meus peitões ... os bicos atiçados ... os volumes firmes e arrepiados.
O garoto ficou hipnotizado me devorando, ora vermelho como sangue de picanha, ora sem cor, pálido. Quanto a mim, ahhh! Estava com ar de devoradora, de descarada. Me movimentei na cadeira com o short desenhando a buceta ao meio. De repente respirei e levantei um pouco uma alça, ele sem ar. Perguntei.
-“ Parece cansado, ausente, alias esta pálido. Acho que vou embora.”
-“Não, não ainda é cedo.”
-“ Então me sirva uma água gelada esta muito quente.”
Ele foi na cozinha e eu fui atrás, seguindo-o bebi a água e na volta vim rebolando deixando ele me olhar à vontade. Parei um pouco e ele esbarrou me mim, estava trêmulo e quanto a mim com um desejo de devora-lo com toda audácia.
Segurei sua mão e perguntei o seu nome, ele disse “Andro”, nome diferente. Atrevida me sentei no braço do sofá e o convidei a sentar-se, ele o fez segurei suas mãos e coloquei por cima da camiseta.
Estava em brasa, ele beliscou os bicões, porem suava a testa mas continuou apertando... um e outro... apertando ... e eu molhadinha na boceta. Insanamente me virei e suspendi a camiseta e coloquei sua boca num dos seios e murmurei.
-“ Chupe ... morda ... sugue ... vai gostar meu lobo, lobinho”
Ele chupou timidamente e o provoquei bem cadelinha, safada, a essa altura eu o deseja de verdade. Para ser sincera ele lembrava meu primo quando mais novo. Gemi morna soltando ahhh! e balbuciei.
- “Coloque a boca toda e sugue, assim, aí, bom , morda, aí.”
Andro assim o fez, abocanhou todo uma mama e segurou beliscando a outra, foi chupando com certa fúria, me olhou com expressão de desejo, se engasgou, mamava com vontade, tirei a camiseta toda e sim ele chupando gostoso. Minha calcinha molhadinha. Murmurei.
-“Sua namorada pode chegar.”
-“Não, não tenho namorada.”
-“Já que é assim…”
Fui para a sua bermuda, baixei a cueca e tira a pica já eriçada e segurei sua picona, uma senhora rolona suculenta, troncuda, roliça. Ele se assustou, arregalou os olhos, eu safada massageei de leve, gostosa macia, ele nas nuvens.
Desci do braço do sofá e sentei no seu colo e o coloquei para mamar novamente, ele mamava enfurecido meus bicões que já estavam eriçados com a boca virgem com fome de sexo.
Eu sem fala gemendo e molhadinha na calcinha segurei sua pica, bem devagar, ele chupando sem soltar, abri meu short. Deixei a calcinha aparecendo, ele ficou nervoso, acalmei-o com um beijo suave e levei sua mão na minha buceta. Sussurrei
- “ Toque ... toque e sinta como ela esta molhadinha, pulsaaando, ela é sua, todinha”
Ele balança a cabeça a tocou ofegante, mão gelada, na minha buceta quente friccionando meus pelinhos da listinha e adentrando no grelinho. Ahhh” murmurei.
- “Aperte ... sinta o cheiro ... coloque o dedinho dentro, sim isso ... assim.”
Ele segurava os grandes lábios, acariciava, segurava o grelo já alterado e balbuciou com gagueira.
- “Quero... quero chupar …”
Sorri mansa e me levantei, fechei, e fale.
- “Tire o resto da minha roupa amor.”
Todavia,
não resisti, ele puxou o short, eu rebolei sensual e coloquei suas
mãos na calcinha e ele tirou-a ate ver o bigode. O garoto
transpirava vendo-me quase nua, ficando a calcinha no meio das coxas
grossas e levantei a perna ele tirou o restante. Eu me curvei
oferecendo meus peitões, ele segura-os e chupou, chupou mordendo,
gritei como uma loba no cio.
Mas, não perdi tempo e o
levantei do sofá e colei nele sussurrando.
- “Quero lhe ensinar a mamar aqui, na buceta você quer?”
Ele balançou a cabeça que sim, colei-me nele atrás de mim e o arrastei para seu quarto, entramos, a cama bem arrumada. Sentei-o e fiquei na sua frente, coloquei uma perna na cama e me abri ... Pra que! Ele pingava gemendo, vendo um mulherão se oferecendo, safada, puta, gostosa quase nua, levei seu rosto à buceta e ele lambeu, lambeu, lambeu …
Sussurrei ensandecida com a áspera língua me chupando, ahhh! Fui nas nuvens e voltei. Murmurei ensinando-o.
- “Coloque a língua dentro ... assim ... isso ... chupe ... uma frutinha ... carnuda ... caldinho doce ... cheire ... isso ... morda gostoso ... mais ... enfie a língua ... bom ... sinta o gostinho do melzinho escorrendo…”
Gozei na sua boca me atrevi e me apressei beijando-o roubando-lhe meu néctar. Que aluno bom de ensinar, atento. Falei.
- “Deite-se que vai sentir uma chupadinha no rolão.”
Me coloquei nas suas pernas e abocanhei sua rola comprida, ele gemendo se contraiu, soltei e ele relaxou, massageei e gemeu, voltei a chupar ele gemendo sem parar, murmurei.
- “Andrinho vamos fazer um amor gostoso …”
A essa altura ele estava fervendo, vermelho como uma carne de churrasco, levantei-me e para impactar, deitei-me lentamente e me acomodei no travesseiro, empinei o bundão e abri as pernas deixando ele ver o patrimônio que o esperava. Serpenteei na cama rosnando e parecia um convite ao prazer, bundão pra cima, corpão num leve movimento e os peitões eriçados ... ele veio, murmurei.
-“ Chupe minha buceta assim, isso ai amor, para entrar fácil Andrinho.”
Ele alisou e chupou. Enlouqueci e ele se posicionou e murmurei.
-" Andrinho, bem grande seu pau. Sera que vai doer?"
Ele sussurrou.
-"Vou com cuidado."
E
foi penetrando bem devagar... foi ... foi ... entrooou ... confesso
que da minha boceta engoliu-o quase toda e ele começou a bombar, sem
jeito, mais tava gostoso.
Quando estava começando a
entrar no ritmo ouvimos a voz da mãe chamando-o. Gelamos ele saiu de
cima de mim, sem uma gota de sangue, falei pra ele ter calma, dizer
que tava no banheiro, assim ganhamos tempo, ele se vestiu, eu peguei
minha roupa e vesti, tambem peguei uma camisa dele e vesti, disse a
ele que continuaríamos com mais tempo, pra animá-lo deixei a minha
calcinha com ele e sai pela janela.
Enviado ao Te Contos por Laninha
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