By; Carol
Oi Te Contos me chamo Carol, tenho 29 anos namoro, e o que vou contar aconteceu 2 anos atras.
Eu morova na casa de minha família com meu marido, que é mecânico soldador e trabalha em outras cidades com o irmão dele. Nesse caso, ele fez uma viajem longa e, quando retornaram, chegou falando que estava louco para comer uma bocetinha.
Como ele me conhece muito, sabia que eu estava doida para foder, já que dois meses haviam se passado desde sua viagem. Eu já imaginava que iríamos transar por várias horas e que saciaria todo o meu desejo. Mas não foi bem assim.
Após ele chegar e o irmão ter ido dormir, ele fez o trabalho de me deixar bem ouriçada, falando algumas safadezas em meu ouvido. Logo fomos para a cama.
Nas primeiras estocadas, tudo estava bem prazeroso, mas durou bem pouco e em menos de cinco minutos ele cansou e dormiu. Eu estava com um tesão muito forte, dois meses sem transar era muito pra mim. Tentei acordar ele, mas não funcionou.
Saí muito irritada da cama e fui para a sala. Assisti um pouco de TV e, após alguns minutos, chamei ele. “Acorda!”, e empurrava, mas ele nem se movimentava. Não que eu tivesse este costume, mas puxei o celular dele e li suas mensagens. Enquanto ele roncava, descobri que estava fodendo uma mulher na cidade que ele havia viajado a trabalho.
A vontade de dar o troco chegou e, como eu já estava morrendo de tesão, uni o útil ao agradável. A gente tinha um vizinho lá no bairro, o vendedor de gás, que sempre olhava para mim com uma cara de quem estava me desejando. E é como dizem… Quem não tem em casa, vai procurar na rua. Mas, mesmo assim, pareceu uma ideia louca. Então me arrumei para ir dormir.
Tomei um banho. Já era bem tarde e eu estava preparada para dormir com o meu marido. Como o irmão dele estava lá, eu evitava ficar tão à vontade, com roupas curtas. Mas naquele dia era diferente. Eu estava brava, com tesão e louca para foder com alguém, matar minha vontade e me vingar daquele babaca. Peguei meu celular e mandei um WhatsApp para o vendedor de gás. Nós nunca tínhamos conversado antes pelo app de mensagens, então foi bem estranho o diálogo.
Como ele estava acordado, combinamos para que eu fizesse uma visitinha à sua casa. Chegando lá, fiquei na varanda aguardando pra ver se ele chegava, mas acabou não chegando. Eu voltei pra casa e sentei no sofá.
Me senti rejeitada duas vezes em uma única noite. Era o fim da picada. Quando menos esperava, a porta do banheiro se abre. Fiquei contente achando que meu marido tinha acordado no tempo em que saí. Mas não era ele, era meu cunhado.
Minha cara de raiva chamou a atenção dele: - “O que aconteceu, cunhada?”.
Eu contei toda a história e logo estávamos rindo, esquecendo os problemas. Eu não pude deixar de notar que ele estava de toalha e que aquele peitoral definido era muito mais atraente que o do meu marido.
Respirei fundo e contei pra ele que estava há dois meses querendo transar e tirar os atrasos. Logo percebi a toalha ganhar um volume. Comecei a me insinuar, afirmando que o irmão dele estava merecendo receber o troco.
- “Como assim dar o troco?”, ele perguntou, se fazendo de inocente.
Eu abri meu babydoll e o convidei para tocar meus seios. Ele veio como se também estivesse com o tesão guardado como estive naqueles meses. Logo comecei a passar a mão no pau dele e sentir como era bem melhor que o do meu marido.
As coisas foram esquentado e eu tirei minha calcinha, me apoiei nos joelhos dele e ao mesmo tempo olhando pro meu quarto porque se caso meu marido abrisse a porta eu saia correndo de cima da pica, então comecei a cavalgar de costas para ele. Era tão gostoso ser comida com vontade: ele pegava em minha bunda apertava, segurava firme em minha cintura, aquela sensação de que eu tava dando pra um homem delicioso me deixou cheia de tesão, aquela altura eu só queria sentir aquela pica me comendo.
Depois de mais de quarenta minutos sendo fodida e acariciada, parecia que estávamos chegando ao fim: senti minhas pernas trêmulas e o pau dele pulsando mais forte dentro de mim. Foi aí que ouvi alguém batendo na porta. Paramos mesmo sem gozar. Ele vestiu a toalha e correu para o quarto dele. Eu me vesti, com um certo medo e fui ver quem estava chamando àquela hora: era o vizinho vendedor de gás.
Abri a porta e ele se desculpou:
- “Eu estava com medo de causar problemas no seu casamento”.
Eu respondi que o casamento já havia ido pro saco. Levei ele pro quarto da bagunça e, enquanto o marido dormia, liberei minha bocetinha pro vizinho. Foi muito gostosa a sensação de ser fodida na mesma casa que o meu marido estava dormindo.
Fodi por mais de uma hora com ele e pedi para que gozasse na minha boca. Depois que ele foi embora, fui no quarto do meu cunhado, mamei feito uma bezerra faminta e também bebi o leitinho dele.
Voltei pro meu quarto, deitei com o corno e pela manhã o beijei com o boca que havia chupado outros dois caras. Ele nem notou e até hoje nem imagina o que fiz naquela noite.
Dias depois falei que já sabia o que ele andou fazendo e tirei proveito disso. O meu cunhado e o vizinho me comeram durante meu casamento durou. Quando nos separamos, um ano depois eu deixei ele falido, só com um carro velho.
Enviado ao Te Contos por Carol
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