By; Izis
Oi Te Contos, me chamo izis, sou loira, cabelos cacheados, 1,67 de altura e por volta dos 55 kg, seios pequenos, bunda grande e arrebitada, tenho 31 anos, sou casada, meu marido tem 36 anos, somos casados desde os meus 21 anos, e desde os meus 28 anos passamos a ser um casal liberal. Ate então só tinhamos transado um com o outro. E ate chegarmos a ser liberais houve todo um processo para termos certezas que queriamos e aceitaríamos isso.
Bom! É isso que ele pensa… por volta dos meus 24 anos eu tive um caso que durou 7 meses e começou assim;
Tínhamos acabado de comprar um apartamento, que ainda não estava pronto e como eu não queria ficar na casa de nenhum parente, nos hospedamos em um Flat. Estava super feliz por estar casada com o homem da minha vida, me sentia linda, mas, ficava pensando em minhas fantasias sexuais e se ainda teria tempo para vivê-las. Sempre fui tratada como uma princesinha, meu namorado sempre fez sexo com carinho comigo, e acreditava que nunca tinha tido um orgasmo de verdade, uma vez que eu nunca me satisfazia. Me masturbava com frequência, sempre imaginando homens grandes, fortes e exageradamente bem dotados.
Meu marido foi o primeiro a me incentivar a usar roupas mais ousadas, que valorizassem o meu corpinho, principalmente o bumbum, que aliás, eu ainda relutava em dar pra ele já que nunca tinha feito sexo anal com ninguém. Eu até tentava mais doía muito e meu marido, carinhoso como sempre, me respeitava e interrompia a penetração.
O Flat era aconchegante, tinha uma boa área de lazer com aparelhos para ginástica, um solarium com piscina, saunas seca e a vapor, o bastante para eu me sentir confortável, já que passaria os dias sozinha ali.
Eu fui almoçar com meu marido, era uma terça-feira chuvosa e, a pedido dele, eu estava usando uma microssaia agarrada ao meu corpo que de tão micro teimava em subir a cada passo meu. O almoço foi delicioso e estávamos dispostos a voltar para o Flat para transarmos o resto da tarde, mais ele tinha ainda muito serviço e tinha que voltar para a firma. Desapontada voltei sozinha.
Chegando a recepção, perguntei ao recepcionista se a sauna estava funcionando. Ele me respondeu que estava desligada mas que, se eu quisesse, ele iria poderia providenciar para que preparassem para mim. Respondi que gostaria muito pois não tinha nada melhor para fazer naquela tarde.
Enquanto aguardava, reparei que um homem, impressionantemente alto e forte, não tirava os olhos de mim. Ele estava se registrando e deveria estar preenchendo a ficha mas, seus olhos corriam pelo meu corpo. Me senti confusa, não queria mas estava gostando. Resolvi provocar um pouquinho e me debrucei sobre o balcão, fazendo com que minha saia subisse um pouquinho e revelasse parte do meu bumbum, chamando o recepcionista e dizendo a ele para me avisar quando estivesse pronta a sauna. Fui em direção ao elevador, rebolando sensualmente e sentindo os olhos daquele homem me comendo.
Meia hora mais tarde toca o telefone, a sauna estava pronta. Subi até o último andar, entrei no vestiário, tirei minha roupa, me enrolei na toalha e entrei. La dentro, sozinha, comecei a pensar em sexo, estava com tesão. Lembrava do que tinha acontecido na recepção. Aquele homenzarrão! Aquele olhar! Fiquei nua, estava sozinha, comecei a pensar nele, comecei a me masturbar. Um barulho na porta me despertou dos meus devaneios e quando eu percebo uma pessoa entra na sauna. O local era escuro e com os vapores ficava difícil de ver quem tinha entrado mas, não demorou muito e a minha frente estava ele, o cara que tinha me secado a instantes atrás. Me cobri com a toalha desajeitadamente, pedindo desculpas por estar tão a vontade. Ele apenas sorriu e disse, com a maior cara de pau do mundo, para eu não me desculpar e sim continuar a vontade pois ele iria ficar também. Dizendo isso ele tirou a sua toalha e caminho em minha direção. Meu olhos estavam fixos no membro dele que mesmo mole, já era bem maior que o do meu marido. Ele sentou-se ao meu lado, como se fosse a coisa mais natural do mundo e começou a conversar comigo.
No início eu estava tímida mas fui me soltando, soltando, comecei a contar sobre minha vida, meu casamento, até que resolvi tomar uma ducha. Me levantei e fui até os chuveiros, abri e deixei a água gelada cair sobre o meu corpo. Fechei os olhos e comecei a pensar na loucura que estava fazendo. Eu casada fazendo uma sauna com um estranho, completamente nua. Ao abrir os olhos vejo ele no chuveiro ao lado. Que corpo ele tinha, pelos no peito e nas pernas, músculos, mãos grandes e aquela coisa enorme, completamente dura apontando para mim. Nem em meus sonhos mais depravados havia imaginado existir um pau como aquele, grande e grosso, cheio de veias salientes e ameaçadoramente duro. Ele, percebendo que eu não tirava os olhos do seu pau disse:
- Gostou?
Saí correndo, peguei minha roupa, quis ir embora, estava com vergonha e confusa, pensava em meu marido no trabalho, eu estava com tesão, o pau daquele cara era enorme, minha bucetinha estava ensopada, meu corpo ardia de desejo. Quanto eu mais pensava em meu marido, mais excitada ficava. A idéia de traí-lo me deixava maluca, fazer dele um corno, meu corpo vibrava e ardia de desejo. Voltei.
Assim que entrei ele se levantou, me agarrando pelos braços e me beijando. Sentia sua língua invadindo minha boca, uma mão em meus seios, outra em minha bundinha, seu cacetão se esfregando em meu corpo. Já não tinha mais como mudar de idéia e me entreguei totalmente. Ele me colocou de joelhos sobre o banco, mandou que eu curvasse, me apoiando nos cotovelos no banco de cima e começou a me lamber. Sua língua penetrava minha bucetinha tão fundo, que mais parecia um pinto. Ele dava lambidas que iam do meu clitóris até o meu cuzinho. Eu rebolava, gemia, tremia de tesão. Gozei um gozo pleno e inédito, com a língua daquele homem delicioso.
Ainda na mesma posição senti seu pau encostando em minha bucetinha. Tremi de medo e gritei quando ele forçou a entrada mas o meu tesão falou mais alto suportei a investida. Senti minha bucetinha sendo dilacerada. Ele começou a forçar a entrada, senti minha buceta sendo invadida, ele foi enfiando, enfiando, enfiando. Comecei a gozar novamente assim que senti suas bolas encostadas na minha bucetinha. Tinha entrado tudo.
Ele começou a estocar com força e eu gritava de prazer, me sentia totalmente preenchida, me sentia uma fêmea completa pois estava aguentando aquela picona e estava adorando. Tinha um orgasmo atrás do outro, eu tremia de prazer, dizia coisas inteligíveis, gemia como uma cadelinha. E ele continuava a meter em minha buceta, mais rápido, mais forte, rápido, forte.
Pela primeira vez na vida eu senti golfadas de esperma dentro de mim. A pica dele pulsava enquanto jorrava esperma dentro da minha bucetinha. Ele me segurava pela cintura, completamente enterrado em mim. Gozei mais uma vez, junto com ele, quase desfalecendo.
Saímos da sauna e fomos para o meu apartamento e direto pra cama. Ele ficou deitado e eu, finalmente pude chupá-lo, ou melhor, tentar porque era tão grande e grosso que só cabia a metade dentro da minha boquinha. mesmo assim eu me esforçava para dar o máximo de prazer a aquele homem.
Enquanto eu chupava ele mandou que eu ficasse de quatro com a bunda virada pra ele. Suas mãos acariciavam o meu bumbum, seu dedo roçava em meu cuzinho, ele se levantou, segurou me pelos cabelos, me manteve de quatro, pôs a pica na minha boca e deu um tapa no meu bumbum. Gemi e ele deu mais um, depois outro, outro, cada vez mais forte até estar praticamente marcar a minha bundinha. Meus gritos eram abafados pela sua picona mais, mesmo assim, qualquer um que passasse no corredor ouviria, senão meus gemidos, os tapas que estalavam em meu bumbum. Enquanto me batia, ele me chamava de putinha gostosa, vaquinha, vagabunda, mais quando ele disse:
- Tá gostando de apanhar, vaquinha? O corno do seu marido não faz assim com você? Ele sabe que você chifra ele? Ele sabe que você gosta de pau grande?
Comecei a falar dizendo que não, que ele era um corno manso, que eu estava adorando meter com outro homem, que ele tinha o pau pequeno. Eu xingava meu maridinho enquanto gozava alucinadamente, levando tapas na bundinha e chupando aquele pauzão. Eu ainda estava ofegante quando ele mandou que eu deitasse de bruços, sobre dois travesseiros e empinasse a bundinha. Ele abriu minhas pernas e enfiou, de uma vez, na minha bucetinha, me fazendo gritar outra vez pela força das estocadas e pelos tapas que ele continuava a dar.
De repente ele parou, sentou sobre minhas coxas sacando sua pica da minha bucetinha e colocando na entrada do meu cuzinho. Quando senti o calor daquele mastro gigantesco na portinha do meu cuzinho, disse que nunca tinha feito sexo anal que era pra ele ir com calma. Ele disse:
- Cala a boca, putinha, teu cuzinho é virgem? O corno do seu marido não comeu sua bunda ainda? Bem feito pra ele, agora eu vou descabaçar o teu cu, vou arrombar esse seu cuzinho gostoso e você vai sempre querer dar ele.
Ele foi enterrando sua pica, devagar, cm por cm, rasgando meu cuzinho, bem devagar, parecia que iria durar uma eternidade, eu chorava enquanto sentia o mastro dele entrando, entrando, entrando, até que suas bolas encostaram na minha bucetinha, tinha entrado tudo, uns 20 cm de pica dura como ferro estavam enterrados no meu cuzinho. Comecei a gozar, gozar, gozar, enquanto ele começava a bombar dentro de mim, forte, me empurrando para cima até minha cabeça bater na cabeceira da cama.
Agarrou meu cabelos e me pôs de quatro. Ele me puxava pelos cabelos enquanto socava no meu cuzinho, cada vez mais forte. A Cama balançava, agora eu estava na beira da cama, ainda de quatro, com ele em pé. Nessa posição ele tirava tudo do meu cuzinho e tornava a enterrar novamente. A força das estocadas era tanta que eu era jogada para frente e caía de bruços. Ele mandava eu voltar e fazia novamente, mais forte. Seu pau já entrava e saía facilmente, eu não sentia mais o meu cuzinho, meu corpo estava adormecido, já não sabia mais se era dor ou prazer o que estava sentindo.
Ele me deitou na cama, com a barriga pra cima, abriu minhas pernas e nessa posição eu vi aquela pica enorme ser enterrada novamente em meu cuzinho, me fazendo gozar mais e mais. Quando ele gozou, senti novamente os jatos quentes de esperma inundando minhas entranhas. Ele deitou sobre mim e ficamos ali tentando nos recuperar, corpos quente e suados, pau dele amolecendo todo gozado, minha buceta melada e pulsante e meu cuzinho que em um momento parecia nem existir de tão anestesiado já estava começando a arder um pouquinho (aumentando com o tempo).
Após um tempo assim nos levantamos, ele foi para o seu flat, e eu voltei pra cama, não aguentei e desmaiei de prazer.
Acordei horas depois, já era noite, caminhei até o banheiro e no banho, conferi o estrago que ele tinha me feito. Minha bucetinha estava esfolada, meu cuzinho totalmente arrombado, minha bundinha ardia, tentava descobrir como tinha tido coragem de fazer o que fiz.
Lembrei que meu marido não demoraria a chegar, Deveria contar? ele iria entender? Resolvi não dizer nada, quando ele chegou fingi estar cansada demais, de fato eu estava mesmo, para transar e fui dormir.
Passei 7meses hospedada naquele Flat e transei com meu amante todos esses dias, fui a sua putinha de verdade. Quando nossa casa ficou pronta, continuei me encontrando com o meu amante lá, ate terminamos.
Nunca contei isso pro meu marido mesmo sendo um casal liberal, na época não eramos e isso acaba sendo um segredo meu e agora de vocês tambem.
Mais fico curiosa em saber; E se agora eu contar, agora que ele aprendeu a ser um corno bem mansinho, que adora ver a sua esposinha gemendo gostoso, com uma vara bem grossa enterrada no cuzinho, será que gostara de saber que sua esposa já tava levando rola graça bem antes de sermos liberal ??.
Enviado ao Te Contos por Izis
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