terça-feira, 12 de maio de 2026

Dando para um desconhecido na garagem do predio que minha amiga mora (09-05-2026)

  

By; Liz

Oi TeContos, sou a Liz, tenho 23 anos e sou de Fortaleza. O que eu contarei aconteceu nesse ultimo sábado (09 de Maio).

Já passava das 23:00 horas, momento em que o estacionamento do prédio estava calmo, quase sem trafego. Estava no apt. de minha amiga, quando descia para sair com o meu carro, no momento, entrava um rapaz alto, porte atlético, sem querer ele tocou em meu ombro, pois havia me confundido com alguém que conhecia.

Olhei para trás, ele percebeu que não era quem pensava ser. Se desculpou. Na volta quando estava novamente estacionando o carro, cruzei mais uma vez com ele e naquele momento me senti atraída por aquele rapaz. O vendo quase entrar em seu carro, tomei a atitude de me aproximar do mesmo e o cumprimentei,

- “Oi!”

E ele; -“Oi”.

Sem medo de pegar um fora o beijei e não parei de o beijar. Para minha felicidade ele disse:

- “Nossa”, não te conheço, mas vamos resolver essa situação”.

Então, ele me puxou para dentro do carro e afastou para o final do estacionamento, lá nos beijamos como dois loucos. Eu dizia que não costumava agir daquela maneira tão fatal, mas que havia sentido tanta vontade de ceder aos meus impulsos que acabei cedendo.

- Me arrependeria, disse.

Nos beijamos e, enquanto nos tocávamos, ele chupava meus mamilos com tanta vontade que mais parecia um lobo. Aquele rapaz tinha um fetiche, comer uma mulher de costas encaixada no capô do carro e foi assim que transamos.

Saímos do carro, eu de sainha levantada e calcinha de lado, me debrucei no capô e ele me socou bem gostoso por trás. Que tesão! Minha buceta ainda lateja, hum.

Mas, para nossa surpresa, no momento que transávamos, passava por nós um senhor que aparentemente estava sozinho em seu carro que, para nossa felicidade, fez que não viu (ufa!). Mal ele sabia que se viesse em nossa direção também teria me comido, hum…

ele metia tão forte que seu corpo batia no meu e ouviamos as batidas estalando pela garagem do predio, ele apertava meus peitos, me chamava de puta, e socava forte e rapido ate gozar forte dentro da minha buceta.

No final, voltamos para dentro do veículo, conversamos um pouco, nos apresentamos, trocamos contato e a vida seguiu linda e repleta de tesão.

  • Enviado ao Te Contos por Liz

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