quarta-feira, 13 de maio de 2026

Presente De Dia Das Mães.

  

Pelo aplicativo eu via tudo em tempo real. O clima no quarto do Status Motel estava elétrico.

Júnior estava atrás de Dani, os dois pelados, suados. Ela de quatro, bunda empinada alta, boceta inchada e brilhando, literalmente pingando de tesão. Ele segurava o pau grosso e escuro com a mão, batendo a cabeça pelada direto na entrada molhada dela.

Dani… eu tô louco pra te comer sem nada — ele rosnou, voz grossa, esfregando a rola inteira para cima e para baixo na boceta dela.

Tá tão quente e molhada… deixa só a cabecinha entrar um pouco…

Dani gemeu alto, empinando mais a bunda, mas com a voz um pouco trêmula:

Amor… ele tá roçando sem camisinha… tá passando o pau todo na minha boceta… ai meu Deus, tá pressionando…

Eu via claramente pela câmera: a cabeça grossa e pelada abrindo os lábios dela, entrando um centímetro, depois dois… Júnior parava, respirava pesado, e tirava. Depois voltava, esfregava com mais força, quase enfiando.

Por favor… só um pouquinho sem — ele implorou, voz rouca de tesão. — Eu tiro antes de gozar… juro.

Dani olhou direto pra câmera, olhos vidrados, mordendo o lábio com força. Ela estava claramente dividida entre o desejo e o risco. A voz dela saiu manhosa e insegura:

Amor… ele tá quase me comendo sem… tá roçando gostoso pra caralho… eu tô louca pra sentir ele pelado… o que eu faço?

Júnior aproveitou o momento de fraqueza dela e pressionou mais. A cabeça do pau entrou uns quatro centímetros, sem camisinha. Dani soltou um gemido longo e profundo, o corpo tremendo:

Aaaahhh… tá entrando… ele tá me fodendo sem amor… tá quente… porra, que delícia…

Ele deu duas estocadinhas curtas e lentas, só com a cabeça, abrindo ela. O pau brilhava com os líquidos dela. A tensão estava insana — eu via na cara dele que ele queria meter tudo, e na cara dela que ela estava quase deixando.

Dani… deixa eu te comer de verdade… — ele grunhiu, segurando a cintura dela com força, pronto pra enfiar tudo. Dani gemeu desesperada, empinando mais, mas no último segundo falou com a voz falhando:

Coloca a camisinha… coloca agora… por favor… Júnior soltou um suspiro frustrado, mas obedeceu. Rasgou a embalagem com os dentes, colocou a camisinha rapidinho e, sem esperar nem um segundo, meteu tudo de uma vez com força bruta.

Aaaai caralho!!! — Dani gritou de prazer quando ele enterrou inteiro.

Ele começou a foder ela com raiva e tesão acumulado, estocadas violentas, segurando o cabelo dela como rédea. A cada metida ele falava:

Quase te comi sem… quase enchi essa boceta casada… da próxima vez você não vai escapar…

Dani gozou violentamente, o corpo inteiro convulsionando, enquanto olhava pra câmera quase chorando de tesão:

Ele quase me fodeu sem camisinha, amor… quase… eu quase deixei…

Júnior meteu mais algumas vezes com força e gozou dentro da camisinha, grunhindo como um animal.

  • Enviado ao Te Contos

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